Universidadeberlim

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Universidadeberlim

  1. 1. Universidade ETH Zürich Fim do séc. XIX Durante uma conferência para universitários, um professor vindo de Berlim enquanto discursava...
  2. 2. … lançou um desafio aos alunos com a seguinte pergunta: “Criou Deus tudo o que existe?”
  3. 3. Um aluno respondeu, convictamente: Sim, Ele criou tudo …
  4. 4. Deus criou realmente tudo o que existe? Perguntou novamente o professor. Sim senhor, respondeu o jovem.
  5. 5. O professor contrapôs: “Se Deus criou tudo o que existe, então Deus criou o mal, já que o mal existe! E se concordamos que as nossas obras são o reflexo de nós próprios, então Deus é mau!!"
  6. 6. O jovem calou-se perante o argumento do mestre que, feliz, regozijava-se por ter provado, uma vez mais, que Deus era um mito absurdo.
  7. 7. Outro estudante levanta a mão e diz: -Posso fazer uma pergunta, professor? -Claro que sim, respondeu ele.
  8. 8. O jovem faz uma curta pausa e pergunta: -Professor, o frio existe? -Mas que raio de pergunta é essa?… Lógico que existe, ou acaso nunca sentiste frio?
  9. 9. Responde o aluno: “Na realidade, senhor, o frio não existe. Como sabe, segundo a lei da termodinâmica, calor significa energia em trânsito. O que consideramos frio, na verdade é a ausência dessa energia.”
  10. 10. “O zero absoluto é a ausência total de energia; Nós criamos esta definição de “frio” para descrever de que maneira nos sentimos quando não temos determinado calor/energia.”
  11. 11. E, a escuridão existe? Continuou o estudante. O professor, já não tanto efusivo: Diz-me tu?
  12. 12. O estudante respondeu: A escuridão tão-pouco existe. A escuridão, na realidade, é a ausência de luz.
  13. 13. “A luz podemo-la estudar, ela existe, a escuridão, não! Através do prisma de Nichols, pode decompor-se a luz branca nas suas várias cores, com os seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão, não!
  14. 14. … “Como se pode saber quanto escuro está um determinado espaço? Com base na quantidade de luz presente nesse mesmo espaço.” “A escuridão é uma definição utilizada pelo homem para descrever a ausência da luz.”
  15. 15. Finalmente, o jovem perguntou ao professor: Professor, O MAL EXISTE?
  16. 16. E este respondeu: Vemos violência e destruição em todo o mundo. Isto é o mal.
  17. 17. O aluno respondeu: “Tal e qual como acontece com o frio ou escuridão, o mal não tem existência própria. Sem o bem não se pode definir o mal, assim como sem luz não se pode medir quanto escuro está um determinado espaço. Não se mede a inexistência como não se violenta ou destrói o que não foi construído. O mal é a negação dum bem seja ele qual for, como o frio e a escuridão são a ausência de calor e luz …”
  18. 18. Deste modo, é absurdo afirmar que uma identidade tenha criado o mal, o frio ou a escuridão, já que estes não têm existência própria, são apenas conceitos que determinam a ausência ou negação de algo que, ai sim, existe.
  19. 19. O jovem foi aplaudido de pé e o mestre, abanando a cabeça, permaneceu em silêncio …
  20. 20. O reitor da Universidade, dirigiu-se ao jovem estudante e perguntou-lhe: Como te chamas? Chamo-me, ALBERT EINSTEIN.

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