Cv pedromanuelcaldas 2013

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Cv pedromanuelcaldas 2013

  1. 1. e s t u d o s e p r o j e c t o s
  2. 2. I N F O R M A Ç Ã O P E S S O A L Nome – Pedro Manuel da Silva Apolinário Fernandes Caldas Data de Nascimento – 18 de Abril de 1963 Estado Civil – Casado Nacionalidade – Portuguesa pedromanuelcaldas@gmail.com E X P E R I Ê N C I A P R O F I S S I O N A L Colaboração ao nível da concepção em projectos de arquitectura no atelier 2.1 Estudos de Arquitectura e Engenharia, Lda. (Lisboa) – 1984/1987 Entre outros:  Aldeamento Turístico em Poço Santo, Lagoa, Algarve;  Complexo Turístico Hoteleiro em Verdebeira, Fundão;  Instalações da empresa Fernando L. Gaspar. Estágio Profissional para Elaboração de Projectos de Comunicação à Obra (PCO) no Gabinete de Apoio Técnico de Alenquer, Azambuja e Arruda dos Vinhos (2º semestre 1987), sob orientação da CCDRLVT Desenvolvi diversos projectos de arquitectura com vista à sua execução em obra. Entre outros:  Reordenamento e ampliação do Cemitério de Meca;  Cemitério de Arrifana;  Instalações de apoio da GNR de Azambuja;  Mercado Diário da Azambuja;  Junta de Freguesia / Centro de Dia de Arranhó, concelho de Arruda dos Vinhos. Profissional Liberal (1988) Desenvolvi em regime de co-autoria com o Arq Miguel Raposo:  Projecto de banda de seis apartamentos turísticos em Soltroia, Península de Tróia. Instrutor / Professor (1988/1989) – Base Aérea Nº 2 em Ota Desenvolvi durante o cumprimento do serviço militar obrigatório formação nas seguintes áreas:  Desenho Técnico no Curso de Formação de Oficiais;  Desenho Técnico no Curso de Formação de Sargentos;  Edifícios - Materiais e Técnicas de Construção no Curso de Formação de Sargentos;  Matemática no Curso de Formação de Sargentos p e d r o m a n u e l c a l d a s
  3. 3. Dominus Atelier – Profissional Liberal (1988/1992) Criação do atelier de arquitectura, em sociedade com Arq Luís Ricardo Graça da Costa Pereira, Arq Fernando Miguel Rasines Raposo e Pedro Norton de Matos Andrade e Silva, onde desenvolvi diversos projectos de arqui- tectura e remodelação de imóveis. Profissional Liberal (1992/1997) Desenvolvi diversos projectos de arquitectura, loteamentos urbanos e paisagismo. M.A.R.C.A. - Arquitectos Associados (1997/…) Criação do atelier Marques Alves, Raposo e Caldas Arquitectos Associados – Planeamento Urbano, Arquitectura e Paisagismo, em sociedade com os Arq Julio Marques Alves e Miguel Raposo, onde desenvolvi em regime de co-autoria diversos projectos de arquitectura, loteamentos urbanos e paisagismo. F O R M A Ç Ã O A C A D É M I C A N O E X T E R I O R Ensino Secundário – Colégio Santo Agostinho, Rio de Janeiro e Colégio Pitágoras, Iraque – 1976 / 1982 Vestibular “Faculdades Integradas Bennett” – Arquitectura, Rio de Janeiro (2º lugar) – 1982 E M P O R T U G A L Licenciatura em Arquitectura Escola Superior de Belas Artes de Lisboa – Departamento de Arquitectura – Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa (1982 / 1987) A P T I D Õ E S e C O M P E T Ê N C I A S P E S S O A I S Competências Linguísticas Inglês – bom nível de conversação, leitura e escrita Competências Informáticas – Na óptica do utilizador SO Microsoft Windows, Internet, Office, AutoCAD – excelente nível; Corel DRAW – nível razoável I N F O R M A Ç Ã O C O M P L E M E N T A R o Audiófilo de Clássica, Jazz e Ligeira o Leitura compulsiva o Acto de cozinhar como elemento apaziguador p e d r o m a n u e l c a l d a s
  4. 4. p e d r o m a n u e l c a l d a s F O R M A Ç Ã O C O N T Í N U A • 1º Seminário Internacional da Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa - Uma Utopia Sustentável: Arquitectura e Urbanismo no Espaço Lusófono, Que Futuro? - Abril 2010 • Ciclo de Conferências Human Habitat 2010 (Oceanário de Lisboa e Fundação Portuguesa das Comunicações): - On the Humane in Sustainable Urban Planning (The Human Scale) - Guest Speaker: Klas Tham; - Cities and Governance (The Human Scale) - Guest Speaker: Lia Vasconcelos; - Urban Ecology (Metabolisms) - Guest Speaker: Michael Braungart; - Ecologically Inteligent Cities (Metabolisms) - Guest Speaker: André Heinz; - Resilient Cities (sustainability and Resilience) - Guest Speaker: Timothy Beatley; - Revoluções Tecnológicas (Transformações) - Guest Speaker: Carlota Pérez; - Cidades Inteligentes (Transformações) - Guest Speaker: António Pires dos Santos (IBM); - Acessibilidades em Cidades Compactas e Multifuncionais (Transformações) - Guest Speaker: Mário Alves; - Tempo e Espaço (Transformações) - Guest Speaker: João Ferreira Nunes • 2º Seminário Internacional da Academia de Escolas de Arquitectura e Urbanismo de Língua Portuguesa Palcos da Arquitectura - Novembro 2012
  5. 5. Em 1997 cria o atelier Marques Alves, Raposo e Caldas Arquitectos Associados em sociedade com os arquitectos Julio Marques Alves e Miguel Raposo, surgindo como resultado da experiência individual de cada um, e que desde 1992 exerciam em conjunto a sua actividade. Os objectivos propostos consistiam na elaboração de estudos e projectos num contexto estruturado para dar resposta adequada às solic- itações de mercado. Com um leque de clientes variado, o trabalho desenvolvido reflecte a experiência multidisciplinar adquirida pelos seus associados e colabora- dores, abrangendo as disciplinas de Planeamento Urbano, Arquitectura,Paisagismo e Design Gráfico. Recentemente têm desenvolvido uma estratégia de descentralização, apoiada pela implantação em concelhos como Torres Novas, Abrantes, Elvas, Almeida, Palmela, Portalegre, Tavira e Mação, bem como parcerias com gabinetes de projecto com actividade em Angola. Alguns projectos desenvolvidos pelo atelier desde então... P O R T F O L I O p e d r o m a n u e l c a l d a s
  6. 6. CASA do MOÍNHO, OEIRAS (2005-2010) Valor da Obra: 241 860,0€ Concluída O programa... uma moradia unifamiliar a implantar num terreno com cerca de 3500m² na proximidade de um Moínho de Vento datado do séc. XIII, destinada a habitação do proprietário. As linhas sim- ples, discretas e modernas da solução proposta, permitem realçar a escala e a traça do património edificado existente, sem conflitos, e que outras soluções poderiam eventualmente originar. a r q u i t e c t u r a
  7. 7. a r q u i t e c t u r a
  8. 8. AMPLIAÇÃO DE MORADIA EM CASCAIS (2009-...) Valor da Obra: 554 939,0€ - Por executar O projecto diz respeito a uma ampliação a efectuar numa moradia existente, de lin- guagem tradicional, em que a relação entre o interior e o exterior fosse fortemente vincada através da criação de vãos de grande dimensão. Por outro lado o volume daí resultante teria que ter uma imagem fluida e moderna através do recurso à uti- lização de materiais como pedra, madeira e ferro. a r q u i t e c t u r a
  9. 9. a r q u i t e c t u r a
  10. 10. RESIDÊNCIA EM SOLTRÓIA - PENÍNSULA de TROIA (2006-...) Valor da Obra: 669 341,0€ - Em execução Do programa base era exigido um espaço destinado a habitação unifamiliar que pre- vilegiasse a relação com o exterior sem no entanto prescindir da criação de zonas que garantissem um grau elevado de privacidade aos seus futuros proprietários. A utilização de materiais naturais como a pedra garantiriam não só a imagem de qualidade a ela associada, como também a relação natural com os jardins a criar e a natureza envolvente, característica da Península de Troia. a r q u i t e c t u r a
  11. 11. a r q u i t e c t u r a
  12. 12. URBANIZAÇÃO QUINTA do JARDIM - CAXIAS, OEIRAS (2002-2008) Valor da Obra: 5 891 995,0€ - Concluída 116 FOGOS Situada junto ao vale de Laveiras numa zona residencial, constitui um conjunto hab- itacional de 16 edifícios. Com uma perspectiva aberta sobre o mar este núcleo forma um bairro em que a arquitectura procura realçar os aspectos que estruturam a malha urbana, tais como as pracetas, áreas ajardinadas e frentes de rua. a r q u i t e c t u r a
  13. 13. a r q u i t e c t u r a
  14. 14. Dadas as limitações de implantação, com um polígono bastante limitado para a construção, em que existe uma zona de protecção à albufeira onde nem a piscina se pode implantar, e uma área de cave limitada aos 150 m² e uma vez que as vistas mais impor- tantes, sobre o plano de água da albu- feira se situam a Nascente, o volume nasceu de forma natural, limitado por uma figura geométrica triangular. MORADIA NA BARRAGEM DE CASTELO DE BODE - FERREIRA DO ZÊZERE (2007-2008) Valor da Obra: 626 250,0€ - Por executar a r q u i t e c t u r a
  15. 15. A cave e piso dos quartos e o volume ocupado pela piscina e zona técnicas. Sobre este assenta um outro volume, agora limitado por um rectângulo rodado, de forma a permitir fruir das vistas privilegiadas sobre a albufeira e por cima do volume da futura edificação a construir no lote vizinho. O volume repousa sobre paredes e pilares em pedra, tornando-se mais leve à medida que se sobe, sendo rematado por uma cobertura de duas águas em zinco, que objectiva uma imagem de leveza, como que de asas a protegerem os espaços. a r q u i t e c t u r a
  16. 16. RESIDÊNCIA PARTICULAR EM VALE BEM FEITO, ALENQUER (2005-2007) Valor da Obra: 866 690,0€ - Por executar Objectivou-se, dado o programa, conseguir a separação das duas zonas, social e íntima, através de 2 pisos, que permitissem acompanhar tanto quanto possível o declive do terreno, limitando a intervenção neste, e utilizando muros de suporte o mais contidos possível. Isso veio a conseguir-se, através da solução de estender a construção ao longo da encosta, acompanhando as curvas de nível, no volume da cave, encaixando-o no terreno, deixando para o piso térreo uma presença mais notada, que assegura a melhor fruição das vistas. Assim, conseguiu-se que todos os espaços importantes tivessem vista sobre o vale e uma iluminação franca, além de uma relação privilegiada entre os espaços dos quartos e mesmo da sala comum com o lago existente debaixo da laje deste espaço. A sombra projectada ao longo do dia e a implantação da construção permitem a existência de um jardim de Verão, com boas sombras, no quadrante Norte, e um jardim de Inverno, mais pequeno, a Sudeste, mais solarengo para os dias mais frios. A casa é apoiada por amplos terraços que permitem uma vivência em sintonia com a envolvente e a fruição dos espaços exteriores, enquanto extensão natural do interior, razão pela qual as super- fícies vidradas são amplas. a r q u i t e c t u r a
  17. 17. a r q u i t e c t u r a
  18. 18. CONDOMÍNIO DAS AREIAS EM S. JOÃO DO ESTORIL, CASCAIS (2003-2007) Valor da Obra: 2 197 200,0€ - Concluída 5 FOGOS A área de construção encontra-se dividida por três módulos, em que dois são idên- ticos com duas habitações geminadas cada um, e um terceiro com uma única hab- itação. Todas estão estruturalmente ligados pelo piso da cave. A relação existente entre volumes edificados e a dimensão do terreno favorece os espaços livres que constituem uma envolvente ajardinada de espaços comuns. O solário e piscina encontram-se destacados das habitações constituindo um patamar inferior. As tipologias são T3 e T4; no caso dos módulos bifamiliares a área foi dividida por 4 pisos, um da garagem e três de habitação. O aproveitamento do sótão permite desfrutar de um terraço com perspectivas abertas sobre o mar. a r q u i t e c t u r a
  19. 19. a r q u i t e c t u r a
  20. 20. a r q u i t e c t u r a
  21. 21. RESIDÊNCIA EM SOLTRÓIA - PENÍNSULA de TROIA (2002-2007) Valor da Obra: 905 887,0€ - Concluída Pretende-se uma intervenção que potencie as qualidades únicas deste local, nome- adamente as suas vistas desafogadas e privilegiadas e a sua relação com o rio. Para isso, optou-se por uma construção com grandes varandas balançadas, uma vez que a vida no exterior será uma constante. Outro cuidado relaciona-se com o ancorar do volume ao terreno, diminuindo o seu impacto vertical através da diferen- ciação dos materiais entre o r/c e o 1º andar, de pés direitos contidos e da utilização de uma cobertura em terraço, conferindo-lhe uma linguagem claramente horizontal. A utilização de “trelis” de sombreamento, marcam ritmos de iluminação ao longo do dia, vincando, ainda, mais esta procura da horizontalidade. No r/c existem “gigantes“ em pedra, que acentuam a imagem de ancoragem ao solo. a r q u i t e c t u r a
  22. 22. a r q u i t e c t u r a
  23. 23. CONDOMÍNIO DE HABITAÇÃO - SERRADA GRANDE, TORRES NOVAS (2007-...) Valor da Obra: 4 539 090,0€ - Por executar Um núcleo de edifícios de habitação colectiva estabelecem entre si e o terreno em que estão inseridos uma relação urbana que privilegia os espaços abertos e o con- tacto com os jardins. A linguagem arquitectónica baseia-se na utilização de mate- riais com estereotomias diversas, apoiada na diversidade de planos que compõem os volumes edificados. a r q u i t e c t u r a
  24. 24. a r q u i t e c t u r a
  25. 25. RESIDÊNCIA PARTICULAR EM SOLTRÓIA - PENÍNSULA DE TROIA (2006-...) Valor da Obra: 658 663,0€ - Obra por executar As características arquitectónicas do edifício foram pensadas de forma a introduzir uma leitura volumétrica discreta de fácil integração no conjunto. O edifício ocupa apenas 10% da área do lote e a sua implantação procura minimizar o impacto construtivo com recurso a formas simples onde se procura tirar partido da localização que se caracteriza por uma predominância de espaços verdes. A relação com o exterior define a linha principal de concepção das fachadas, valori- zando o lado sul com abertura de amplos vãos envidraçados e fechando o lado Norte onde se opta pela criação de fachadas com menores vãos e com uma linguagem de linhas direitas. a r q u i t e c t u r a
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  27. 27. URBANIZAÇÃO EM CARNAXIDE, OEIRAS - 77 FOGOS (2001-2005) Valor da Obra: 7 105 950,0€ - Concluída O desenho proposto para a estrutura urbana tem por base a definição de duas zonas de características volumétricas semelhantes, com 2 pisos na zona de moradias e 3 e 4 pisos no núcleo de habitação colectiva. A criação de um núcleo habitacional justifica-se como elemento estruturante do espaço, possibilitando um remate com a estrada de Carnaxide, remetendo os lotes de moradias para um espaço mais recuado. Outro factor determinante na estrutura urbana está relacionado com a necessidade de deixar um corredor livre com 20 metros de largura ao longo de todo o terreno para protecção do Aqueduto das Francesinhas. Esta área constitui um corredor ajardinado com ligação para os espaços vizinhos, permitindo a continuidade de um percurso exclusivamente pedonal. a r q u i t e c t u r a
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  29. 29. URBANIZAÇÃO EM CAXIAS, OEIRAS - 90 FOGOS (2000-2006) Valor da Obra: 5 478 036,0€ Concluída Constituída por 8 edifícios de 5 pisos e localizada junto à A5 Lisboa-Caascais, procur- ou estabelecer uma relação com o vale e o rio Tejo a Sul, obedecendo a sua implan- tação à topografia do terreno. Os materiais utilizados obe- decem a uma imagem arqui- tectónica vincada e de fácil apreensão, originando um conjunto edificado com uma forte presença na envolvente. a r q u i t e c t u r a
  30. 30. NÚCLEO COMERCIAL e de HABITAÇÃO - ELVAS, ALENTEJO (2006-...) Valor da Obra: 14 865 030,0€ - Em execução Tomou-se como ponto de partida a forma do terreno, que inspira a imagem de ponta de diamante da planta do forte de Santa Luzia, que lhe é vizinho, característica neste tipo de fortalezas da linha de fronteira portuguesa, onde um dos exemplos é Elvas. O tipo de pedra, e a cor que podemos ver neste forte, será utilizada na “base" do conjunto, juntamente com pedra de vidraço a abraçá-la. Utilizou-se vidro espelhado, aplicado numa fachada ventilada e isolada, para o “diamante”, que sobre ela repousa. Esta separação de materiais coincide com a separação comércio / habitação. No centro do jardim uma pirâmide em forma de diamante, entra também dentro do tecto do Centro Comercial e juntamente com uma fonte existente no centro do pátio interior, forma um conjunto onde a água marca presença, à semelhança dos pátios andaluzes, que tanto influenciam a arquitectura alentejana. Esta grande clarabóia assegura a iluminação zenital deste espaço central e das entradas das lojas. Na cobertura, um terraço ajardinado serve os apartamentos do último piso. Estes beneficiam, ainda, das palas projectadas que criam ambientes de sol e de sombra, ideais neste clima. a r q u i t e c t u r a
  31. 31. Incluídos no espaço construído, existem também espaços verdes e de lazer, nomeadamente os terraços adjacentes ao primeiro piso de habitação e o jardim sobre a praça central do espaço comercial, que se relaciona com estes apartamentos e as áreas ajardinadas do piso recuado, adjacentes aos espaços dos duplexes. Na entrada no Espaço Comercial, um pórtico amplo faz face a um espelho de água com um jacto de água de cerca de 15 m de altura, que marca a entrada e liga o conjunto construído à envolvente da E.N.4, e do estacionamento exterior implantado a Sul e Sudeste do polidesportivo. a r q u i t e c t u r a
  32. 32. EDIFÍCIOS DE HABITAÇÃO e COMÉRCIO - ELVAS, ALENTEJO (2005-...) Valor da Obra: 11 533 350,0€ - Em execução A filosofia de concepção dos volumes e da linguagem formal dos alçados teve como objectivo prioritário garantir um compromisso entre uma leitura moderna e de qualidade do conjunto, a sua exequibilidade em obra, face aos métodos correntes de construção da nossa indústria, e a memória colectiva, principalmente no que se refere aos materiais, cores, elementos arquitectónicos e ritmos e proporções dos elementos compositivos. A composição recorre a arcadas no piso térreo, com utilização do tijolo de tom ocre que contribuirá para uma identificação clara inspirada no aqueduto, símbolo da cidade. Estas arcadas dão acesso aos espaços comerciais e de restauração, bem como aos halls de entrada de acesso aos apartamentos. A aplicação da pedra permite um aumento da riqueza volumétrica do edifício per- mitindo uma multiplicidade de leituras e perspectivas, bem como a sua desmateri- alização e menor impacto do número de pisos. a r q u i t e c t u r a
  33. 33. MORADIA NA FEITEIRA, SINTRA (2004-...) Valor da Obra: 1 683 640,0€ - Por executar Face ao programa previamente estabelecido, procurou-se conseguir a separação das duas zonas, social e íntima, através de 2 volumes fisicamente separados, que permitissem acompanhar tanto quanto possível o declive do terreno, limitando a intervenção neste, e utilizando muros de suporte o mais contidos possível. Isso veio a conseguir-se, através da solução de estender a construção ao longo da encosta, acompanhando as curvas de nível. Com isto limitou-se a intervenção a apenas um piso, com excepção para o “mezzaninni” e escritório. Ao mesmo tempo, conseguiu- se que todos os espaços importantes tivessem vista sobre a planície que se estende a Sul, e uma iluminação franca, bem como protecção dos ventos dominantes, além de assegurar uma ventilação transversal eficaz, essencial em construções que se pretendam saudáveis e que rentabilizem a energia naturalmente disponível, lim- itando os gastos energéticos. a r q u i t e c t u r a
  34. 34. RESIDÊNCIA DA FAMÍLIA GOMES CRUZ - SÃO JOÃO DAS LAMPAS, SINTRA (2004-...) Valor da Obra: 502 089,0€ - Por executar A implantação da construção resultou da necessidade de encontrar uma exposição solar adequada à orgânica do edifício, tendo em vista os ventos dominantes e o “trajecto do Sol” ao longo do dia. A zona do R/C fica mais confinada à sua relação directa com o jardim, enquanto o 1º andar permitirá um desafogo de vistas, mas sobretudo psicológico, uma vez que a forma do terreno e o tecido construído limitam essas vistas. Do ponto de vista funcional a moradia desenvolve-se em três corpos que se articulam entre si e a que correspondem a diferentes utilizações do fogo; zonas de estar e de serviço (no R/C) e de quartos (no 1º andar), zona de convidados e zona da garagem. a r q u i t e c t u r a
  35. 35. CENTRO CULTURAL M’BANZA CONGO ANGOLA (2003-...) Obra não executada EM COLABORAÇÃO COM O GABINETE 16 ARQ a r q u i t e c t u r a
  36. 36. EDIFÍCIOS DE HABITAÇÃO NO ESTORIL, CASCAIS (2001-2002) Valor da Obra: 1 374 000,0€ - Obra não executada EDIFÍCIO DE HABITAÇÃO E COMÉRCIO NA PRAIA DAS MAÇÃS, SINTRA a r q u i t e c t u r a
  37. 37. RECUPERAÇÃO DE UMA MORADIA NO ESTORIL, CASCAIS (2002-...) Valor da Obra: 782 265,0€ Concluída Este projecto resultou da neces- sidade de reformular a funcionali- dade interior sem alterar signifi- cativamente a imagem exterior da construção existente. Com um programa difícil de imple- mentar devido às contingências do espaço disponível e às condi- cionantes impostas pela regula- mentação urbanística concelhia que atribui ao imóvel valor patri- monial de destaque, trata-se de um exemplo de reabilitação urba- na em que o resultado corrige alguns aspectos menos positivos do actual edifício. a r q u i t e c t u r a
  38. 38. MORADIA FAMÍLIA MARTINS - QUINTA DA BICUDA, CASCAIS (2001-2004) Valor da Obra: 212 415,0€ - Concluída Trata-se de uma intervenção claramente modernista que procurou privilegiar a relação do interior com o exterior do lote. Inserida num loteamento onde a linguagem arquitectónica é de cariz tradicional, a obra rompe com o "gosto" vigente, proporcio- nando uma mais valia do ponto de vista urbano na relação com a envolvente, e na vivência do espaço interior através da abertura de vãos de grande dimensão e na articulação dos espaços. a r q u i t e c t u r a
  39. 39. a r q u i t e c t u r a
  40. 40. CONDOMÍNIO NA ABUXARDA CASCAIS - 7 FOGOS (2001-2004) Valor da Obra: 1 467 745,0€ Concluída Numa zona caracterizada pela existência de pequenos lotes, a solução de condomínio reflecte uma imagem de baixa densidade que se integra na filosofia adopta- da pelo município para zonas de expansão em perímetros urbanos. Com uma configuração irregular, o terreno apresenta uma morfo- logia quase plana. A solução de um condomínio com 7 habitações permite resolver a implantação de forma equilibrada. A área edifi- cada ocupa apenas 20% da área de intervenção o que significa que os espaços livres do condomínio são predominantes, possibilitando uma envolvência agradável das habitações criando uma hierarquia funcional adequada à vivência dos espaços. a r q u i t e c t u r a
  41. 41. a r q u i t e c t u r a
  42. 42. a r q u i t e c t u r a
  43. 43. a r q u i t e c t u r a
  44. 44. C O N D O M Í N I O E M BIRRE, CASCAIS (2000- 2004) Valor da Obra: 1 391 800,0€ - Concluída 6 FOGOS Em virtude de uma expan- são urbana fragmentada, a área de intervenção resul- ta num espaço recuado relativamente à rede viária envolvente. Este aspecto favorece uma solução de condomínio em que a interioridade se torna num elemento posi- tivo que confere qualidade ambiental. Neste caso a criação de um pequeno núcleo residencial permite uma estruturação racional do espaço, francamente envolvido por áreas livres ajardinados. a r q u i t e c t u r a
  45. 45. GRUTAS DO POÇO VELHO - CASCAIS ESTUDO PRÉVIO (2000-...) Valor da Obra: 480 147,0€ - Por executar Este Estudo diz respeito ao Projecto de Reabilitação e Musealização das Grutas do Poço Velho em Cascais com vista à valorização arqueológica, cultural, arquitectóni- ca e turística deste património natural, único no Concelho. Trata-se de uma intervenção delicada, face a uma realidade bastante complexa que requer um cuidado acrescido na apreensão e compreensão de todas as condicion- antes existentes com o objectivo de garantir a exequibilidade da solução final. A proposta desenvolve-se ao longo da parede de fundo das Grutas e é constituída por dois volumes ligados entre si. Com o objectivo de constituir um ponto significativo do roteiro cultural, o edifício incluirá um espaço expositivo esclarecedor da importância deste local no contexto histórico. a r q u i t e c t u r a
  46. 46. a r q u i t e c t u r a
  47. 47. RESIDÊNCIA DE FÉRIAS - ODEMIRA, ALENTEJO (1999-2001) Valor da Obra: 137 940,0€ - Concluída Situada nas proximidades de Odemira, esta construção de fim de semana enquadra- se numa paisagem natural de grande valor paisagístico. Um dos principais aspectos assumidos pelo projecto foi a integração na envolvente e a utilização de uma lin- guagem baseada nos valores arquitectónicos desta zona do país. a r q u i t e c t u r a
  48. 48. CONDOMÍNIO DE HABITAÇÃO EM CAPARIDE, CASCAIS - 28 FOGOS (1999-2002) Valor da Obra: 2 417 760,0€ - Concluída Este empreendimento tem uma localização privilegiada junto ao vale de Caparide que se caracteriza pela predominância de espaços agricolas e áreas verdes. O conjunto edificado é constituído por uma arquitectura de linhas simples com forte relação com a envolvente ajardinada. A privacidade dos espaços comuns relativa- mente às áreas urbanos envolventes valoriza as tipologias que se agregam como uma pequena comunidade. a r q u i t e c t u r a
  49. 49. CONDOMÍNIO DOS CASTANHEIROS - CASCAIS (1996-2000) Valor da Obra: 1 087 500,0€ - Concluída 6 FOGOS Situado numa zona de pinhal, este condomínio de construções em banda constitui um núcleo de seis habitações. A concentração das construções form- ando uma frente de rua permitiu libertar o restante lote pata espaços ajardinados do condomínio. Caracterizado pela baixa volumetria, o conjunto enquadra-se nas características urbanas do local. a r q u i t e c t u r a
  50. 50. JARDIM DE INFÂNCIA TIPO, CASCAIS (1996-1999) Valor da Obra: 608 588,0€ - Concluída O objectivo deste estudo é a cria- ção de um edifício destinado a Jardim de Infância e Cresce para ser edificado em vários locais do concelho de Cascais. A funcionalidade geral e a economia da construção, foram os factores centrais nas opções arquitectóni- cas. Construtivamente, optou-se pela aplicação de materiais duráveis e resistentes ao desgaste natural da utilização. a r q u i t e c t u r a
  51. 51. URBANIZAÇÃO EM AIRES, PALMELA - 220 FOGOS (1996-2000) Valor da Obra: 13 182 900,0€ - Concluída Localizada no concelho de Palmela, esta urbanização que se divide em lotes para habitação colectiva e moradias unifamiliares, resultou de um loteamento que formal- mente procurou reabilitar alguns conceitos de desenho urbano como a frente de rua, largos e praças. O projecto desenvolvido diz respeito à frente edificada ao longo da rua que percorre transversalmente a urbanização. Com uma volumetria de quatro pisos, os edifícios são agrupados com o objectivo de permitir o faseamento da obra. A praça marca o conjunto com uma volumetria mais expressiva. O piso térreo des- tinado a actividades comerciais, justifica a criação de uma galeria, que forma o embasamento com arcos de volta inteira, revestidos a pedra. a r q u i t e c t u r a
  52. 52. A forma arquitectónica desenvolvida pro- curou inspiração na arquitectura tradi- cional, adaptada às funções e méto- dos construtivos actuais. O compromisso procurado foi o de uma imagem urbana de volumetria contida, definida à escala humana e com um ambiente de espaço residencial que reabilita a vivência de bairro. A caracterização resulta do ritmo e dimensão dos vãos, da cobertura em telhado com beirado e cornija, da forma das sacadas, da marcação por colunas e embasamentos em pedra. a r q u i t e c t u r a
  53. 53. SERRA DE CARNAXIDE, OEIRAS - AMADORA ESTUDO DE OCUPAÇÃO URBANA Com uma superfície de 300 ha, localizada na área metropolitana de Lisboa, sem um uso dominante definido, constitui alvo de intenções de desenvolvimento que visam dar resposta à procura de espaços construídos na periferia da capital. O estudo proposto teve por objectivo definir um cenário de ocupação urbana, com- patível com as qualidades paisagísticas e ambientais do sítio. A solução encontrada procurou um compromisso entre o interesse dos promotores e uma ideia de contenção, condicionando a volumetria à morfologia dos espaços de forma que daí resultasse um impacto visual pouco expressivo a partir da periferia. Assim foi possível manter a vertente sul como zona "non aedificandi", e manter o perfil da serra com uma leitura de espaço livre arborizado. Para a vertente norte, enquadrada entre a via rápida de Sintra, o Hospital da Amadora e o hipermercado, foi estudada uma ocupação em forma de "bolsas" com uma volumetria média de 4 pisos destinados a habitação e escritórios. O vale a Noroeste é um espaço contido em que a predominância do eixo visual em direcção ao oceano serviu de ponto de partida à estrutura urbana preconizada, pre- dominantemente destinada a habitação unifamiliar. p l a n e a m e n t o u r b a n o
  54. 54. c o n c u r s o s ESTUDO DE REABILITAÇÃO URBANA DA BAÍA DO SEIXAL - 1º Lugar Ex aequo CLIENTE - CÂMARA MUNICIPAL DO SEIXAL O estudo apresentado abrange toda a área envolvente da Baía do Seixal e procurou apontar soluções para uma zona que, devido a um elevado índice de crescimento urbano e à existência de valores naturais e patrimoniais únicos, justificava a neces- sidade de criar um conjunto de ideias de base para a elaboração de um plano de conjunto. A existência dos estaleiros navais que pouco mais são que empresas de desman- telamento e o seu reflexo no meio ambiente, a articulação destas indústrias com a vasta área protegida do Sapal, a Península do Alfeite e os moinhos de maré, a interligação dos espaços urbanos consolidados com a vitalidade massiva das zonas de expansão, são alguns dos aspectos resolvidos na proposta. A criação de frentes urbanas partindo de um conceito de alameda ou de um per- curso marginal surge como resposta à necessidade de criar um remate estável e equilibrado do espaço. Para além de elemento estruturante, os edifícios ribeirinhos são suporte de diversas actividades comerciais, culturais e cívicas, que poderão contribuir para animar e tornar atractivos os espaços públicos.
  55. 55. c o n c u r s o s ESTUDO de REVITALIZAÇÃO e DINAMIZAÇÃO do PASSEIO MARÍTIMO ESTORIL- CASCAIS - 6º Lugar CLIENTE - CÂMARA MUNICIPAL de CASCAIS A faixa ribeirinha possui, pelas suas características naturais e tipo de ocupação, condições propícias ao desenvolvimento de actividades ligadas ao turismo. A gestão da sua utilização e desenvolvimento nunca foi exercida num sentido global, pelo que o resultado carece de um fio condutor, ideias de homogeneidade e coesão do conjunto. As solicitações do programa do concurso foram resolvidas num sentido realista, num projecto bem comportado, mas que vive na simplicidade das soluções apresentadas e no suporte de um ambiente que se procurou "tocar" mas nunca "ofuscar" por soluções megalómanas, que sabemos não passarem do papel. A existência de uma malha urbana consolidada, com uma carga histórica e uma morfologia muito próprias, foi aceite como ponto de partida às transformações pro- postas.
  56. 56. c o n c u r s o s A valorização do Passeio Marítimo inclui medidas que o recuperam como meio físico para actividades de lazer, evitando uma invasão excessiva de terciarização, hotel- aria e serviços, devendo estes cumprir um papel complementar. As soluções propostas resolvem os problemas derivados do uso intenso das praias, não esquecendo a acessibilidade e ligação com a envolvente. A criação de con- dições para a prática de desportos náuticos e animação desportiva, incluindo a reformulação de parques e jardins públicos, e principalmente a promoção de activi- dades recreativas e culturais com raízes nas colectividades e associações que com um espaço e funções a desempenhar, traduzem a identidade da região e conferem uma vitalidade duradoura à criatividade e imaginação que estão na base da vivência deste espaço.
  57. 57. c o n c u r s o s FACULDADE DE MOTRICIDADE HUMANA COMPLEXO UNIVERSITÁRIO DA AJUDA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA A ideia desenvolvida para este estudo derivou de um complexo programa de funções fornecidas pela Universidade Técnica de Lisboa. Definido pelo Plano de Pormenor do Pólo Universitário, o lote destinado a esta faculdade situa-se num terreno com uma pendente suave onde foi necessário criar plataformas de nível para implantar os edifícios. A existência de dois grupos principais de edifícios justifica-se pela necessidade de preservar as minas de água do Palácio da Ajuda e pela distinção adoptada entre espaços de aulas teóricas e de prática desportiva.
  58. 58. c o n c u r s o s O primeiro conjunto em forma de quarteirão define uma praça interior, no centro da qual se situa o volume circular do grande auditório e biblioteca central. No lado Nascente e Poente da praça localizam-se as unidades pedagógicas e espaços de apoio. O edifício que constitui a frente de rua, inclui o átrio principal da Faculdade e espaços de convívio. Na frente virada para o Parque de Monsanto, a praça é fran- camente aberta com os dois pisos inferiores vazado,s permitindo o contacto visual com os espaços arborizados circundantes.
  59. 59. JARDIM NO BABALHAU, TORRES NOVAS Actualmente a área em causa não reune condições ambientais para a sua vivência, particularmente no verão, em que a linha de água seca e se criam odores desagradáveis num espaço pouco acessível para limpeza. Também a configuração morfológ- ica com pendentes acentuadas somado a uma imagem geral de abandono não favorecem a sua habitabilidade. A proximidade de infraestruturas urbanas e a centralidade do local justificam uma intervenção no sen- tido de o dotar de condições de estadia e lazer. EDIFÍCIO DE APOIO - BAR ESPLANADA p a i s a g i s m o
  60. 60. PARQUE MARECHAL CARMONA, CASCAIS O estudo teve por base a reformulação parcial do Parque Municipal. O estado de degradação acentuada pela multiplicação espontânea de espécies arbustivas, oferecia aos visitantes uma imagem confusa e sombria do local. Complementarmente foi decidido reabilitar o mini-zoo com a construção de novas insta- lações destinadas aos pequenos animais que habitam o parque. A construção de novos caminhos e estadias com uma envolvente qualificada estruturam o espaço, abrindo perspectivas ao longo do vale. A criação de um amplo relvado definiu um campo aberto e soalheiro, tornando o local convidativo aos visitantes do parque. BAIRRO DA CAIXA DE PREVIDÊNCIA, PAREDE, CASCAIS O programa de intervenção revela sintomas característicos de algumas urbanizações em que o espaço públi- co livre não é resolvido de início, tornando-se em terreiros degradados de utilizaçãoconfusa. Foi definida a hierarquização do espaço, separando formalmente a circulação automóvel dos espaços de cir- culação pedonal. A criação de alamedas pavimentadas e arborizadas confere escala ao espaço entre edifícios e define um logradouro amplo e com reduzida manutenção. Resolveram-se problemas de infra-estruturas, incluindo drenagem de águas pluviais e iluminação pública. O ajardinamento e instalação de mobiliário urbano conpletam a intervenção. p a i s a g i s m o
  61. 61. ESCOLA DE ESCALADA DA GUIA, CASCAIS Este estudo consiste na criação de uma estadia de apoio à Escola de Escalada num local de grande beleza pais- agística. O espaço constitui uma varanda sobre o mar com uma panorâmica envolvente única. As obras efectuadas respeitaram a sensibilidade do local, conjugando materiais de fácil integração e em continui- dade com o ambiente natural. LARGO DE TIRES, CASCAIS Construído sobre uma grande superfície de rocha calcárea, este espaço constitui uma area central de uso intenso. O filosofia adoptada conjugou não só a memória do lagedo como também criou condições de estadia com capacidade de articulação com a complexa malha urbana envolvente. p a i s a g i s m o
  62. 62. e q u i p a m e n t o u r b a n o PERCURSO CICLÁVEL "QTA. da GRANJA - TELHEIRAS", LISBOA - Fundação Galp Energia (2009) Valor da Obra: 644 007,0€ - Concluída Integrado numa rede de percursos e corredores cicláveis, que permitirão percorrer a capital de bicicleta, o trajecto em questão surgiu como como resultado de um protocolo assinado entre o executivo do Município de Lisboa e a Fundação Galp Energia, responsável pelo finan- ciamento de toda a operação. O projecto é parte integrante do desenvolvimento do Plano de Mobilidade a ser presentemente desenvolvido pela Câmara Municipal de Lisboa, recon- hecida que é a preemência da existência de uma infra-estrutura ciclável contínua, dedicada e segura, de forma a disciplinar o tráfego das bicicletas e compatibilizá-lo com os restantes utilizadores do espaço público, como forma de evitar as situações de conflito com os peões e as viaturas automóveis. AV. COLÉGIO MILITAR
  63. 63. e q u i p a m e n t o u r b a n o Trata-se de uma zona sensível tanto do ponto de vista da ocupação urbana, densa- mente povoada e consolidada, como em termos do intenso tráfego viário que se faz sentir, sobre alguns dos pontos integrantes do percurso. A solução encontrada, apoiou-se na supressão de uma faixa de rodagem em locais que tal era possível sem prejuízo da estrutura viária existente em termos de flui- dez, devolvendo em contrapartida à popu- lação, um aumento significativo do número total de lugares de estacionamento disponi- bilizados a partir de então. AV. COLÉGIO MILITAR
  64. 64. e q u i p a m e n t o u r b a n o Noutros pontos da área de intervenção, a implantação do percurso ciclável fez-se directamente sobre os passeios pedonais, sempre que o seu perfil possuísse condições físicas que suportassem a pretensão, sem no entanto comprometer nenhuma das suas funções. Toda a estrutura viária foi repensada com recolocação de mobiliário urbano, mupis, sinaléctica horizontal e vertical, semaforizações e paragens de transportes públicos. O resultado final estabeleceu a ligação ciclável entre o Percurso do Parque de Monsanto - Parque Urbano da Qta. da Granja e Qta. da Granja - Telheiras, estando incluído na obra a repavimentação do Percurso Ciclável Telheiras - Campo Grande. RUA FERNANDO NAMORA
  65. 65. e q u i p a m e n t o u r b a n o RUA do SEMINÁRIO
  66. 66. CICLOVIA DE CARCAVELOS, CASCAIS (2003-...) Valor da Obra: 638 135,0€ Por executar e q u i p a m e n t o u r b a n o
  67. 67. CICLOVIA CASCAIS- GUINCHO FASE 2 (2000-2002) Valor da Obra: 1 254 998,0€ Concluída e q u i p a m e n t o u r b a n o
  68. 68. CICLOVIA CASCAIS- GUINCHO FASE 1 e q u i p a m e n t o u r b a n o
  69. 69. e q u i p a m e n t o u r b a n o DIAGNÓSTICO da SITUAÇÃO de ACESSIBILIDADE e MOBILIDADE FÍSICA do CONCELHO de CASCAIS (PROACESS) - PROGRAMA HORIZON Câmara Municipal de Cascais A dificuldade de circulação em espaços públicos, de pessoas portadoras de mobilidade reduzida, tornou-se um problema que se manifesta particularmente em espaços urbanos que resultaram de um crescimento espontâneo, onde os compromissos funcionais e técnicos com um número cada vez maior de funções deixam uma escassa margem de manobra para alterações à posteriori. A necessidade de organizar o espaço público, torna-se evidente particularmente no que res- peita ao uso pedonal. Muitas situações dependem da regulamentação ao nível dos planos concelhios, sendo de esperar que a sua programação atempada traga resultados que ainda não se concretizaram. A instalação de sinaléctica, painéis publicitários, postes de sustentação de redes de serviços, constituem uma floresta anárquica de obstáculos quase intransponível para um invisual, podendo mesmo ser um perigo para um peão menos atento. A necessidade de regulamentar a largura dos passeios, particularmente nos centros urbanos onde se concentra maior activi- dade humana, é urgente, definindo sempre um corredor livre mínimo para circulação, sem inviabilizar a instalação de caldeiras de árvores. A regulamentação de instalação de publicidade nos passeios deve obedecer a um estudo global que equacione o espaço disponível de forma a que a informação pública e a sinaléc- tica deixem de ser um obstáculo. e q u i p a m e n t o u r b a n o
  70. 70. e q u i p a m e n t o u r b a n o OBJECTIVO Concepção de um conjunto de normas práticas e pormenores construtivos-tipo elaborados sobre o enquadramento legal em vigor, tendo como objectivo criar um Manual de Apoio ao Projectista destinado à resolução de situações de conflito na utilização do espaço urbano por pessoas portadoras de mobilidade reduzida. Este documento de referência, passou a ser um apoio essencial a todos aqueles que na sua actividade profissional, se deparam com situações de barreiras arquitectónicas e urbanas que de alguma forma discriminam a fruição da cidade por todos os cidadãos. METODOLOGIA O trabalho proposto abrange as sedes de Freguesia, incluindo um conjunto de espaços e edifícios públicos referidos no programa de concurso e pode ser defi- nido da seguinte forma: A - Identificação de situações-problema no que diz respeito a vias e passeios públicos, implantação de mobiliário urbano, acessos e circuitos pedonais em Parques e Jardins Municipais, acesso e circulação em Edifícios de Interesse Público; B - Elaboração de um programa que perante as situações encontradas defina formas de actuação. Caracterização dos projectos necessários, sistema- tização de soluções e estimativa de custo das obras a efectuar.

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