Seminário de língua portuguesa

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Seminário de língua portuguesa

  1. 1. Seminário de Língua Portuguesa Sequência Textual Descritiva
  2. 2. Descrição O que é descrição? É a composição linguística que nos permite montar um retrato verbal de seres (pessoas, objetos), paisagens ou situações.
  3. 3. Tipos de descrição Objetiva - Quando o objeto ou ser são narrados ou apresentados como realmente são fisicamente na realidade. Exemplo:"Sua altura é 1,85m. Seu peso, 70Kg. Aparência atlética, ombros largos, pele bronzeada. Moreno, olhos negros, cabelos negros e lisos".
  4. 4. Subjetiva - Quando há a interferência daemoção, ou seja, quando o objeto ou ser,são transfigurados pela emoção do autor. EX: "Nas ocasiões de aparato é que se podia tomar pulso ao homem. Não só as condecorações gritavam-lhe no peito como uma couraça de grilos. Ateneu! Ateneu! Aristarco todo era um anúncio; os gestos, calmos, soberanos, calmos, eram de um rei..." ("O Ateneu", Raul Pompéia).
  5. 5. Há, ainda 2 tipos de descrição: Psicológica Física
  6. 6. Gêneros textuais descritivos
  7. 7. Manual de instrução
  8. 8. Textos publicitários
  9. 9. Receita Bolo de chocolate Ingredientes: 02 xícaras de farinha de trigo; 02 xícaras de açúcar; 01 xícara de chocolate em pó; 01 colher (sopa) de fermento em pó; 01 xícara (chá) de leite; 04 ovos; 01 pitada de sal 3/4 xícara de azeite; 01 pitada de noz moscada
  10. 10. Romance
  11. 11. Crônica O mato Veio o vento frio, e depois o temporal noturno, e depois da lenta chuva que passou toda a manhã caindo e ainda voltou algumas vezes durante o dia, a cidade entardeceu em brumas. Então o homem esqueceu o trabalho e as promissórias, esqueceu a condução e o telefone e o asfalto, e saiu andando lentamente por aquele morro coberto de um mato viçoso, perto de sua casa. O capim cheio de água molhava seu sapato e as pernas da calça; o mato escurecia sem vagalumes nem grilos. Pôs a mão no tronco de uma árvore pequena, sacudiu um pouco, e recebeu nos cabelos e na cara as gotas de água como se fosse uma bênção. Ali perto mesmo a cidade murmurava, estalava com seus ruídos vespertinos, ranger de bondes, buzinar impaciente de carros, vozes indistintas; mas ele via apenas algumas árvores, um canto de mato, uma pedra escura. Ali perto, dentro de uma casa fechada, um telefone batia, silenciava, batia outra vez, interminável, paciente, melancólico. [...] (Rubem Braga)
  12. 12. Poema
  13. 13. Bibliografia De Nicola, JoséPortuguês, ensino médio, volume 3/ José de Nicola - São Paulo: Scipione, 2005 http://www.google.com.br/

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