Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil: Estado do Conhecimento/2010 Coordenadora : Maria Cristina Gobbi ...
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Dados atualizados nos últimos 48 meses, apresenta dados de 04 de junho de 2010. <ul><li>Há 1.626.069 currículos cadastrado...
Evolução da Formação no Brasil na área da Comunicação Anos 2000 a 2009, por sexo Fonte: Dados dos autores, outubro de 2010...
Distribuição de Doutores e Mestres no Brasil (Geral) - Anos 2000 a 2009, por Região Fonte: Dados dos autores Nas outras re...
Geografias da Comunicação no Brasil Distribuição de Doutores e Mestres no Brasil, em Comunicação - Anos 2000 a 2009, por R...
Distribuição de Doutores e Mestres no Brasil, em Comunicação - Anos 2000 a 2009, por Região e Estado Fonte: Dados dos auto...
Distribuição de Doutores no Brasil, Geral, CSA e Comunicação - Anos 2000 a 2009, por Região Legenda : CSA – Ciências Socia...
Distribuição de Mestres no Brasil, Geral, CSA e Comunicação - Anos 2000 a 2009, por Região Legenda : CSA – Ciências Sociai...
Gênero e juventude na Comunicação    1.410 doutores, sendo 722 mulheres (51%) e 688 homens (49%) e     3.769 mestres, co...
Distribuição por Setor Econômico e Área da Comunicação - Anos 2000 a 2009, por Doutores e Mestre ATENÇÃO  - Doutores   ES...
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Finalizando <ul><li>A área da Comunicação está cercada por desafios que eclodem em cenários diversificados, necessitando d...
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Panorama da comunicação e das telecomunicações no brasil

  1. 1. Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil: Estado do Conhecimento/2010 Coordenadora : Maria Cristina Gobbi (Unesp) – mcgobbi@terra.com.br Assistentes de Pesquisa III Juliana C. G. Betti (Unesp) e Francisco de Assis Guedes (Umesp) Equipe de Apoio Cecília Soares de Paiva (Unesp), Cristiane dos Santos Parnaíba (Umesp), Faiga Toffolo (Uniso) e Rose Mara Vidal de Souza (Umesp)
  2. 2. Desafio <ul><ul><li>Objetivos </li></ul></ul><ul><li>Geral  Inventariar e diagnosticar a produção científica nos segmentos e redes de comunicação nacionalmente institucionalizados ou publicamente legitimados, possibilitando a determinação de indicadores nacionais sobre a produção de conhecimento comunicacional no país. </li></ul>
  3. 3. O Projeto <ul><li>“ Panorama da Comunicação e das Telecomunicações no Brasil 2010”  conhecimento atualizado produzido nos centros de excelência em pesquisa, instituições de produção de conteúdos comunicativos e de formação profissional. </li></ul><ul><li>4 pesquisadores e equipes </li></ul><ul><li>Escopo  últimos 10 anos, </li></ul>
  4. 4. 12 indicadores <ul><li>1. Institucionais: estruturais do campo científico/acadêmico (universidades e faculdades; cursos de graduação, pós-graduação; pesquisadores; vínculos institucionais; grupos de pesquisa; congressos regionais, nacionais e internacionais; periódicos científicos; </li></ul><ul><li>  2. Cruzamento interinstitucional (GTs e NPs em associações históricas); </li></ul><ul><li>3. Transparência (apoios financeiros públicos e privados); </li></ul><ul><li>4. Formação; </li></ul><ul><li>5. Bibliográficos (livros e artigos em periódicos e anais); </li></ul><ul><li>6. Produção cultural (obras/produtos); </li></ul><ul><li>7. Interdisciplinaridade; </li></ul><ul><li>8. Intercâmbios internacionais; </li></ul><ul><li>9. Estado (projetos de lei; parcerias); </li></ul><ul><li>10. Mercado / do campo corporativo (indústrias criativas, dimensão de audiência/consumo); </li></ul><ul><li>11. Tendências profissionais e ocupacionais; </li></ul><ul><li>12. Horizontes (metas, tendências e desafios ) </li></ul>
  5. 6. <ul><li>A pesquisa é sempre um espaço de forças, determinada pela lógica das condições sociais de produção e dos pesquisador. </li></ul>Estas determinam o ponto de partida, a trajetória e definem o objeto para a tomada de decisão. Revela os pré-supostos do discurso, mas também referencia o fazer produzido  atores encenam suas as práticas de uma autonomia relativa, mas não dissociada das condições concretas de elaboração, difusão e desenvolvimento daquilo que se está empreendo. Porém, as competências para abordar esse ou aquele objeto e a forma dada a ele são desenhadas na natureza de produção.
  6. 7. <ul><li>Sociedade Brasileira de Estudos </li></ul>Está integrada a diversas redes internacionais de comunicação. Acumula parte significativa do conhecimento gerado em instituições de ensino e de pesquisa em comunicação, nesses seus 33 anos de existência. Fundada em 1977, é na atualidade o maior e a mais representativa entidade na área da comunicação, no país. Interdisciplinares da Comunicação
  7. 8. <ul><li>A perspectiva da pós-graduação, através do conhecimento acumulado pela Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação. </li></ul><ul><li>Fundada em 16 junho de 1991, com o apoio da Capes e do CNPq, congrega como associados os Programas de Pós-Graduação em Comunicação (Mestrado e/ou Doutorado) de instituições de ensino superior públicas e privadas no Brasil. </li></ul>
  8. 9. Temática Fonte Principal Audiovisual : cinema, vídeo, televisão e rádio FORCINE : Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual, congrega mais de vinte instituições; SOCINE : A Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, fundada em conta com 364 sócios, que representam cerca de 18 universidades brasileiras. Cibercultura ABCiber: Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura: fundada em 2006, congrega pesquisadores(as), Grupos de Pesquisa, instituições e/ou entidades brasileiras que estudam cibercultura. Comunicação Organizacional e Relações Públicas ABRAPcorp : Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, fundada 2006, com o objetivo geral de estimular o fomento, a realização e a divulgação de estudos avançados dessas áreas no campo das Ciências da Comunicação. Comunicação e Marketing Político Politicom: Sociedade Brasileira dos Pesquisadores e Profissionais de Comunicação e Maketing Político, fundada 2008, congrega estudiosos de propaganda política. Divulgação Científica ABJC : Associação Brasileira de Jornalismo Científico, fundada em 1977, congrega pesquisadores em torno de temas ligados a CT&I. Economia Política da Comunicação Ulepicc: União Latina de Economia Política da Informação, da Comunicação e da Cultura, fundada em 2004, congrega pesquisadores e profissionais atuantes na Economia Política da Comunicação, da Informação e da Cultura Folkcomunicação Rede Folkcom: Rede de Estudos e Pesquisas em Folkcomunicação, fundada em 2003, congrega estudiosos em torno da temática da comunicação popular. História da Mídia Rede Alcar : Associação Brasileira de Pesquisadores de História da Mídia, fundada em 2001, congrega estudiosos da história da mídia. Jornalismo SBPJor: Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo, fundada em 2003, congrega aproximadamente 300 associados. FNPJ: Fórum Nacional de Professores de Jornalismo, fundado em 2004, congrega professores dos cursos de jornalismo de todo o país. Semiótica ABES: Associação Brasileira de Semiótica, fundada em 1972, congrega estudiosos dessa temática.
  9. 10. <ul><li>Estamos diante de cenários diversificados e amplos  onde as “condições de produção, circulação e a recepção de mensagens” se alteraram de maneira radical. </li></ul><ul><li>A revolução digital tem permitido que “no campo da comunicação, pessoas comuns (...) descubram possibilidades e talentos de expressão que nos modelos tradicionais dificilmente poderiam exercer”. Tornaram-se produtores, “(...) nos mais variados formatos (fotografia, música, audiovisual, textos, hipertextos, conhecimento, cultura, educação, entretenimento etc)”. </li></ul><ul><li>Grandes e variados sistemas comunicativos, nas múltiplas etapas do processo, estão sendo criados e amoldados, não mais e somente sob a ótica de um único e tradicional produtor, mas do cidadão, que com “singular inteligência, renovação artesanal e industrial, opera, ascende e flui nas culturas midiáticas” (MALDONADO, 2010). </li></ul>
  10. 11. <ul><li>Esse novo cenário  exige a construção de outras formas de dimensionar, estudar e analisar o processo comunicativo, definindo metodologias (métodos e técnicas) capazes acolher, sistematizar e responder a “problemas concretos”, perpassando os métodos já conhecidos. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>É a perspectiva </li></ul><ul><li>“ (...) transmetodológica  onde se mesclam e configuram lógicas, categorias, teorias e desenhos metodológicos”, (...) </li></ul><ul><li>(...) que se alimentam de “conhecimentos dinâmicos que vão sendo produzidos pelos métodos gerais e particulares de cada área pertinente, </li></ul><ul><li>(...) fortalecendo-se de conhecimentos teóricos formulados na linha comunicacional transdisciplinar” (MALDONADO, 2010). </li></ul>
  12. 13. <ul><li>Desta forma  “se estabelece uma inter-relação dialética entre transmetodologia/transdisciplinaridade, sendo a primeira o correspondente metódico das exigências teóricas da segunda”. </li></ul><ul><li>Propondo um diálogo/confrontação entre métodos, lógicas e procedimentos. </li></ul><ul><li>Admitindo rupturas e continuidades que aceitam “(...) os princípios da diversidade, da contradição, da alteridade, da fraternidade, da aventura intelectual e da paixão por transformar o mundo”. (MALDONADO, 2010, p. 12) </li></ul>
  13. 15. Base Lattes <ul><li>É um grande repositório de perfis de cientistas, pesquisadores, professores e profissionais, de todas as áreas do conhecimento. </li></ul><ul><li>Reflete  necessidade de sociabilidade do conhecimento produzido no âmbito das instituições de ensino e de pesquisa no País. </li></ul><ul><li>Trata-se de um grande mosaico de referência sobre aquilo que se está empreendo, nos mais variados espaços acadêmicos e profissionais do País. </li></ul><ul><li>É o que pode ser chamado de “Big Brother” da comunidade científica. </li></ul>
  14. 16. Dados atualizados nos últimos 48 meses, apresenta dados de 04 de junho de 2010. <ul><li>Há 1.626.069 currículos cadastrados, </li></ul><ul><li>nas diversas áreas do conhecimento, </li></ul><ul><li>8% de doutores, </li></ul><ul><li>14% de mestres, </li></ul><ul><li>18% de especialistas, </li></ul><ul><li>25% de graduados, </li></ul><ul><li>13% de outros e </li></ul><ul><li>23% não informado. </li></ul><ul><li>O número de currículos de estudantes perfaz a cifra de 654.962, sendo 9% doutorandos, 12% mestrandos, 9% especialistas e 70% graduandos. </li></ul>
  15. 17. Evolução da Formação no Brasil na área da Comunicação Anos 2000 a 2009, por sexo Fonte: Dados dos autores, outubro de 2010 A N O S Doutores Mestres Não existe, para o caso da formação de doutores, uma grande distinção em relação aos gêneros (masculino e feminino). Observar que há uma tendência de mudança para os próximos anos, uma vez que os dados evidenciam uma formação de mais de 130% de mestres do sexo feminino (57% do total), se comparados com o sexo masculino (43% do total). A N O S
  16. 18. Distribuição de Doutores e Mestres no Brasil (Geral) - Anos 2000 a 2009, por Região Fonte: Dados dos autores Nas outras regiões, o aumento foi de: Nordeste, com 31,3%; Centro-Oeste, com 29,8%; Sul, com 24,2% e o Sudeste, com 14,9%. As regiões Norte e Centro-Oeste são as que mais sofrem com a falta de doutores e mestres em seus quadros institucionais. e que o maior desenvolvimento tenha ocorrido na região Norte, com um incremento de 35% no triênio, sendo a mais representativa (em crescimento) dentre as regiões, ainda há muito por fazer. Não obstante o crescimento da quantidade de programas de mestrado e de doutorado em 20% nos últimos três anos, conforme avaliação trienal (2007-2010) da Capes,
  17. 19. Geografias da Comunicação no Brasil Distribuição de Doutores e Mestres no Brasil, em Comunicação - Anos 2000 a 2009, por Região Fonte: Dados dos autores, outubro de 2010 Observa-se que há um aparente equilíbrio entre o % de doutores e mestres, em cada região, na área da Comunicação, se comparados com o total geral. As variações que não passam de 4%, como no caso da Região Sudeste, onde o percentual de doutores é de 51%, se comparado ao total das Regiões e o de mestres está em torno de 47%. Já as disparidades entre o Sudeste e as outras Regiões do País são muito acentuadas. Regiões Doutores Mestres Totais 1410 % 3779 % Centro-Oeste 116 8,2 409 11 Nordeste 236 17 657 17 Norte 48 3,4 185 5 Sudeste 721 51 1774 47 Sul 289 20,4 754 20
  18. 20. Distribuição de Doutores e Mestres no Brasil, em Comunicação - Anos 2000 a 2009, por Região e Estado Fonte: Dados dos autores, outubro de 2010 Região Centro-Oeste  Distrito Federal  maior representatividade. Com 71 doutores e 219 mestres, representa 61% e 53% da Região. Mato Grosso  menor número de doutores (apenas oito), representando 7% da Região e Mato Grosso do Sul, o menor número de mestres da Região (47), com 11%. No Nordeste  Bahia é o que tem maior número de titulados. Representa sobre os totais do Nordeste 31% de doutores e 23% de mestres. O Piauí  a menor representação no número de doutores, apenas 3% (7). Sergipe  menor número de mestres (22), representado apenas 3% da Região.
  19. 21. Distribuição de Doutores no Brasil, Geral, CSA e Comunicação - Anos 2000 a 2009, por Região Legenda : CSA – Ciências Sociais Aplicadas; COM. – Comunicação / ATV ADM (Atividades Administrativas). Fonte: Dados dos autores, outubro de 2010
  20. 22. Distribuição de Mestres no Brasil, Geral, CSA e Comunicação - Anos 2000 a 2009, por Região Legenda : CSA – Ciências Sociais Aplicadas; COM. – Comunicação
  21. 23. Gênero e juventude na Comunicação  1.410 doutores, sendo 722 mulheres (51%) e 688 homens (49%) e  3.769 mestres, com 2.210 mulheres (59%) e 1.559 homens, representando 41%. Distribuição de Mestres no Brasil, Anos 2000 a 2009, por faixa etária É possível observar que grande parte da concentração de doutores, na área da Comunicação é bem jovem . A grande centralização está na faixa etária entre dos 40 anos até os 54 anos , correspondendo a 52% (727) doutores. Por outro lado há doutores bem jovens , entre 25 e 29 , correspondendo a 0,3% do total. Com 65 anos ou mais, há 89, representando 6% do total de doutores. Para os mestres há uma boa proporção nas camadas mais jovens , dos 30 aos 44 anos, correspondendo a 57% (2.132) do total. Mas há um mestre com 19 anos, e boa representatividade na faixa de 25-29, com 16% (597) sobre o total de 3.769 mestres. Apenas 18 ( 0,5% ) estão com 65 anos ou mais.
  22. 24. Distribuição por Setor Econômico e Área da Comunicação - Anos 2000 a 2009, por Doutores e Mestre ATENÇÃO - Doutores  ESPúb  61% (658) - Mestres  58% (1.138) estão no ESPriv. Essa diferença pode ser explicada, pois grande parte dos concursos para o ESPúb exigir, no mínimo, o título de doutor. As universidades privadas contratam mais mestres que doutores. ESPriv  doutores  36% (386) - Mestres, que no ESPúb  28% (555), do total. É interessante observar que no Setor Gov Púb  maior concentração maior de mestres (116, representando 6% do total), do que de doutores 1% (14), na área da Comunicação. Setor Empresarial Público ou Privado (doutores, mestres)  é muito pequeno, representando os dois juntos, sobre o total apenas 2% (66).
  23. 25. Mais... mais... <ul><li>Grupos de Pesquisa em Comunicação; </li></ul><ul><li>Bolsas de produtividade (PQ) do CNPq; </li></ul><ul><li>Pós-Graduação no Brasil; </li></ul><ul><li>(10 anos, cada GT – NP – DT); </li></ul><ul><li>Produção da Intercom, Compós e as demais instituições; </li></ul><ul><li>Por região de origem do pesquisador; número de trabalhos; titulação dos autores; ano, palavras-chave; livros; revistas científicas; </li></ul><ul><li>Tipo de congresso, locais, conferências internacionais, fomento e demais dados para contemplar os indicadores </li></ul>
  24. 26. Finalizando <ul><li>A área da Comunicação está cercada por desafios que eclodem em cenários diversificados, necessitando de consolidação e legitimação. Os espaços nos centros de pesquisa oferecem a institucionalização necessária para que se possa intercambiar informações e contemplar as várias especificidades, quer do campo ou da área. </li></ul><ul><li>Faz-se necessário e urgente que olhemos esses ambientes como centros aglutinadores, capazes de promover a discussão ampla, congregando características plurais e gerando produção de conhecimento hábil para alterar, substancialmente, as realidades comunicativas no continente latino-americano. </li></ul>
  25. 27. Volume 1 - Colaborações para o debate sobre Telecomunicações e Comunicação 1ª. Parte - Tendências Econômicas 2ª. Parte - Tendências nas Telecomunicações 3ª. Parte - Panorama da Comunicação Volume 2 - Memória das associações científicas e acadêmicas de Comunicação no Brasil Volume 3 - Tendências na Comunicação http://www.ipea.gov.br

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