Capítulo I                                    A confusãoTudo começou quando eu estava me preparando para dormir.- Oh mãe, ...
- Você terá que me dar um fio de cabelo seu. – Ela deu uma risada maléfica.Então eu voltei e peguei o que restava do cabel...
Quando chegamos lá, Macguff não estava então fomos para a sala de encantamentos, etinha um espelho no canto da sala. Quand...
- Cala a boca Taylor.- Não vou calar nada Ketelyn, a boca é minha!- Silêncio! Precisamos encontrar o mestre cuca, só ele p...
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Capítulo I a confusão

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Capítulo I a confusão

  1. 1. Capítulo I A confusãoTudo começou quando eu estava me preparando para dormir.- Oh mãe, eu já vou dormir tá?- Está bem Ketelyn, vai logo!Quando me deitei, do nada eu acordei na escola e estava tendo um acampamento e todos osmeus amigos estavam lá.Estavam todos curtindo, brincando e do nada chegaram canibais gigantes e começaram aatacar todo mundo. Eles jogaram flechas nas pessoas e elas tentavam correr, porém as flechaseram mais rápidas.A nossa amiga Any, foi engolida por um canibal e na hora fiquei super assustada.Então eu, a Taylor e a Layla subimos para o último andar e nos trancamos na sala de vídeo.De repente canibais começaram a bater na porta. Entramos em desespero, até que Layla meempurrou para trás e encontramos uma passagem secreta, só que muito estreita. No meio docaminho, nós ouvimos uns barulhos estranhos e vimos zumbis nos seguindo e começamos acorrer. Só que eu e Layla ficamos entaladas porque a passagem era muito pequena e só aTaylor conseguia passar.O zumbi pegou o braço da Layla e atacou ela, quando eu olhei para trás restava apenas umpedaço do cabelo dela e os zumbis tinham desaparecido.Cheguei a uma sala muito estranha e havia uma velha lá, perguntei- a: - Quem é você? - Sou Macguff, quero dizer Mary Macguff. E você seria? - Sou Ketelyn.- Hum… Interessante.- Estou vendo que você tem várias poções e coisas. Tem como você trazer minha amiga Laylade volta? -Tem sim, mas com uma condição.- Que condição seria esta?
  2. 2. - Você terá que me dar um fio de cabelo seu. – Ela deu uma risada maléfica.Então eu voltei e peguei o que restava do cabelo de Layla e dei para a velha.Ela pegou o cabelo, jogou dentro de um caldeirão, jogou um líquido verde, um laranja e depoisuma coisa branca que parecia sal e do nada Layla surgiu.Quando vi, a velha tinha desaparecido e eu estava lacrimejando sem parar, Layla não paravade rir e Taylor estava muito estranha, parecendo a menina do exorcista misturada com SamaraMorgan (pra quem não sabe a menina do filme O chamado). O_OSaímos da sala e encontramos nossa amiga “Peituda”, é o apelido dela, o nome mesmo éMiley. Ela tinha sido atacada pelos zumbis, mas um cara chamado Tarzan (é isso mesmo o quevocê leu) tinha ajudado ela, só que os zumbis arrancaram um pedaço dela.Olhamos para o lado e saindo de uma sala estava o professor Xavier (ele é careca e gordinhoHAHA) - Meninas o que estão fazendo aqui? Vocês mão sabem que a escola está muito perigosa?No final do corredor, quando olhei lá estava o Matt. - Matt CUIDADO! Atrás de você. – gritei quando vi que o zumbi iria ataca- lo.Não deu tempo e o zumbi empurrou Matt escada abaixo. Layla estava pronta para ir atrásdele. - Layla não! É muito perigoso, você não pode… - Eu preciso salva- lo, eu não posso o deixar morrer.Layla me interrompeu com lágrimas nos olhos, eu a abracei, porém o professor Xavier noschamou. - Meninas por aqui.Ele nos mostrou outra passagem secreta e quando menos esperei estávamos em um lugarlindo, uma paisagem incomparável, sabe daquela de cinema.Tinha uma cadeia de montanhas, flores por toda parte, parecia um verdadeiro conto de fadas.Mas eu estava preocupada com a Layla, ela não parecia a mesma de antes, ela estava tãoestranha e só eu e a Taylor conseguíamos entende- la. De repente nós caímos na água, e do nada eu comecei a chorar, só que não estava triste.Layla começou a rir sem parar, e Taylor ficou parada olhando para a água como se estivesse“brisando”.Lembrei-me da velha Mary Macguff, e fomos atrás dela. Tivemos que conduzir a Taylor, Laylaaté conseguia andar sozinha sem ajuda, mas não conseguia falar nada, só sorrir, parecia quenão tinha cérebro.
  3. 3. Quando chegamos lá, Macguff não estava então fomos para a sala de encantamentos, etinha um espelho no canto da sala. Quando olhei- me vi a velha atrás de mim. - O que estão fazendo aqui? – a velha disse. - A… a senhora teria algo para nos ajudar? – Eu disse. - Oque vocês querem? – A velha falou. - Eu quero parar de chorar, e quero ajudar a Taylor e a Layla. -Hum. Deixe- me ver. A Layla precisa de um cérebro, Taylor de miolos. E você de olhos novos. - Como? - É isso mesmo oque eu disse. A velha abriu a cabeça da Layla e colocou o cérebro lá. Depois ela pegou um caninhoestranho e colocou os miolos pelo ouvido da Taylor… ECA! Quando a velha se virou para mim fiquei com medo. Ela arrancou meus olhos e colocououtros. Então, parei de chorar e elas voltaram ao normal. Quando recuperamos a consciência avelha já tinha sumido outra vez. Ouvimos um barulho estranho embaixo da sala, levantamos o tapete e tinha uma portinha,tipo um porão sabe. Abrimos ela e descemos a escada. Quando chegamos lá, vimos umagarota acorrentada:- HEY! Está tudo bem? Meu nome é Ketelyn e o seu?A garota levantou o rosto e estava toda machucada, com uma cicatriz enorme no rosto, e medisse o seu nome com a voz bem fraca.- Mayumi… Eu não estou bem, Macguff me prendeu aqui.- Macguff? Mas, mas ela é tão boa, nos ajudou.- Há 7 anos ela me ajudou, e eu não sabia que isso iria acontecer…Naquele momento Mayumi foi interrompida por um barulho estranho.- São os zumbis! Corram! – Mayumi gritou.Tiramos Mayumi dali, e saímos correndo. Os zumbis corriam por incrível que pareça. Porque afinal, na maioria das histórias os zumbissão lentos? Pois é, esses não eram. Corremos tanto, que o nosso desespero fez a gente tropeçar uma na outra e cair de umbarranco.- Quebrei minha unha.
  4. 4. - Cala a boca Taylor.- Não vou calar nada Ketelyn, a boca é minha!- Silêncio! Precisamos encontrar o mestre cuca, só ele pode nos ajudar. Neste momento, todossão suspeitos. – Mayumi nos interrompeu.

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