   É importante explorar a política sobre o ar a que    Portugal aderiu, visto que se trata de algo essencial    á nossa ...
 A melhoria da qualidade do ar, nas  últimas décadas, foi um dos grandes  êxitos da política comunitária em  matéria de a...
   Avaliação e gestão da qualidade do ar    ambiente (Directiva nº 96/62/CE, de 27    de Setembro)
 Definir objectivos para a qualidade do  ar. Estabelecer métodos e critérios comuns  de avaliação do ar. Dispor de info...
 Os Estados-Membros são responsáveis  pela aplicação da directiva. A qualidade do ar ambiente é  controlada em todo o te...
 Localização em que foi excedida a  poluição;   Artigo 4º;               Artigo 9º;              Decreto-Lei nº          ...
 Decreto-Lei nº 276/99 23 de Julho Decreto-Lei nº 111/2002 de 16 de Abril Decreto-Lei nº 320/2003 de 20 de  Dezembro D...
   Portugal estabeleceu um Plano de    Acção para a Qualidade do Ar.   A adaptação da legislação, conduz à    tomada de ...
 Metodologia relativa à avaliação  preliminar da qualidade do ar; Metodologia e métodos a que Portugal  recorreu para da...
 Medições dos poluentes  gasosos, nomeadamente do dióxido de  enxofre e do dióxido de azoto; Medições de partículas e de...
   Identificação a nível nacional dos locais                     Artigo 6º;    e alturas do ano com condições            ...
 Medições preliminares Inventários deArtigo 6º;                 emissões                Decreto-Lei nº Modelização 111/...
   É um indicador padronizado do nível de    poluição do ar numa determinada    zona, e resulta de uma média aritmética  ...
 Permitir que a população ,em  geral, tenha um acesso mais fácil e  compreensível da informação. Usualmente é disponibil...
 É importante saber que existem entidades  responsáveis pela avaliação da qualidade  do ar. Percebe-se também, depois de...
 http://www.apambiente.pt/INSTRUMENT  OS/PLANOACCAO/AVALIACAOQUALID  ADEAR/Paginas/default.aspx http://pt.wikipedia.org/...
Trabalho realizado por:             Débora Neves Nº11             Leonardo Rio Nº16             Ricardo Azevedo Nº19   ...
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  1. 1.  É importante explorar a política sobre o ar a que Portugal aderiu, visto que se trata de algo essencial á nossa vida. Vai-se apresentar uma pequena investigação acerca desta política com o intuito de adquirirmos conhecimentos e mantermo-nos informados. Para tal, vai-se averiguar vários temas, tais como: 1. A importância do Ar; 2. A Directiva-Quadro sobre a avaliação e gestão da qualidade do ar ambiente; 3. A política á qual Portugal aderiu; 4. IQA; 5. Legislação.
  2. 2.  A melhoria da qualidade do ar, nas últimas décadas, foi um dos grandes êxitos da política comunitária em matéria de ambiente. No entanto, apesar das acções empreendidas, existem, ainda, problem as que persistem e que urge serem resolvidos.
  3. 3.  Avaliação e gestão da qualidade do ar ambiente (Directiva nº 96/62/CE, de 27 de Setembro)
  4. 4.  Definir objectivos para a qualidade do ar. Estabelecer métodos e critérios comuns de avaliação do ar. Dispor de informações sobre a qualidade do ar e divulgá-las.
  5. 5.  Os Estados-Membros são responsáveis pela aplicação da directiva. A qualidade do ar ambiente é controlada em todo o território dos Estados-Membros:  devem estabelecer uma lista das zonas e aglomerações em que os níveis de poluição são superiores aos valores-limite.
  6. 6.  Localização em que foi excedida a poluição; Artigo 4º; Artigo 9º; Decreto-Lei nº Decreto-Lei nº Natureza e avaliação da poluição; 276/99 23 de 276/99 23 de Julho Julho Origem da poluição.
  7. 7.  Decreto-Lei nº 276/99 23 de Julho Decreto-Lei nº 111/2002 de 16 de Abril Decreto-Lei nº 320/2003 de 20 de Dezembro Decreto-Lei nº351/2007 de 23 de Outubro
  8. 8.  Portugal estabeleceu um Plano de Acção para a Qualidade do Ar. A adaptação da legislação, conduz à tomada de acções/medidas.
  9. 9.  Metodologia relativa à avaliação preliminar da qualidade do ar; Metodologia e métodos a que Portugal recorreu para dar resposta à avaliação preliminar do ozono.
  10. 10.  Medições dos poluentes gasosos, nomeadamente do dióxido de enxofre e do dióxido de azoto; Medições de partículas e de chumbo; Modelação dos dados de emissões referentes às principais fontes pontuais existentes no país.
  11. 11.  Identificação a nível nacional dos locais Artigo 6º; e alturas do ano com condições Decreto-Lei propícias à formação do ozono; nº 276/99 23 de Julho Realização de campanhas de medição Artigo 6º; Decreto-Lei indicativa da qualidade do ar em áreas nº 320/2003 onde não existe monitorização. de 20 de Dezembro
  12. 12.  Medições preliminares Inventários deArtigo 6º; emissões Decreto-Lei nº Modelização 111/2002 de 16 de Abril
  13. 13.  É um indicador padronizado do nível de poluição do ar numa determinada zona, e resulta de uma média aritmética calculada para cada indicador, de acordo com os resultados de várias estações da rede de medição da zona.
  14. 14.  Permitir que a população ,em geral, tenha um acesso mais fácil e compreensível da informação. Usualmente é disponibilizada em tempo real a evolução do IQA, especialmente no caso de grandes aglomerados urbanos ou industriais.
  15. 15.  É importante saber que existem entidades responsáveis pela avaliação da qualidade do ar. Percebe-se também, depois de analisar este trabalho, que ainda há algumas áreas onde não estão a ser efectuados estes tipos de análise ao ar, e ainda outras onde a qualidade do ar não está dentro dos parâmetros estabelecidos. Para concluir, considera-se que este trabalho foi bem sucedido, isto é, alcançaram-se os objectivos pretendidos.
  16. 16.  http://www.apambiente.pt/INSTRUMENT OS/PLANOACCAO/AVALIACAOQUALID ADEAR/Paginas/default.aspx http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndic e_de_qualidade_do_ar http://europa.eu/legislation_summaries/ other/l28031a_pt.htm
  17. 17. Trabalho realizado por:  Débora Neves Nº11  Leonardo Rio Nº16  Ricardo Azevedo Nº19 10ºH

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