Palestra Andrea

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Palestra Andrea

  1. 1. Vulnerabilidade Regional às Mudanças do Clima 8ª Semana de Integração Tecnológica - EMBRAPA 26/05/2015
  2. 2. Plano de Energia e Mudanças Climáticas Energia Agricultura, Florestas e Uso do Solo Indústria Resíduos Transportes Estudo de Vulnerabilidade Regional e Estratégia de Adaptação Regional Adaptação e Recursos Naturais Cooperação internacional Processo Participativo
  3. 3. Exposição Capacidade de adaptação • Definir em que medida Minas Gerais já é afetada pelas mudanças do clima; • Base técnica para a proposição de uma estratégia de adaptação às mudanças climáticas estadual; • Representação espacial dos três componentes da vulnerabilidade; • Indicadores para as 10 regiões de planejamento do Estado; • Integração dos aspectos econômicos, sociais e ambientais. Estudo de Vulnerabilidade Regional
  4. 4. Os 3 Componentes da Vulnerabilidade Vulnerabilidade Sensibilidade Capacidade de adaptação Impacto/ Exposição Sensibilidade: é o "grau no qual um sistema é influenciado, positivamente ou negativamente, pela variabilidade ou pelas mudanças climáticas“. Exposição: é definida como a "natureza, a amplitude e o ritmo da variação climática à qual o sistema considerado está exposto“. Capacidade de adaptação: é a "capacidade de um sistema de se adaptar às mudanças climáticas (especialmente à variabilidade climática e aos fenômenos extremos), a fim de atenuar os danos potenciais, de aproveitar as oportunidades ou enfrentar as suas consequências”. Fonte: IPCC, 2007
  5. 5. Exposição Capacidade de adaptação Matriz de Sensibilidade -23 indicadores  Uma economia dependente de setores sensíveis às mudanças climáticas: agricultura e pecuária, mineração, silvicultura.
  6. 6. Matriz de exposição – 11 indicadores  Os efeitos das mudanças climáticas sobre o PIB regional, particularmente sobre a agricultura e a pecuária, podem aumentar as disparidades territoriais.
  7. 7. Exposição Capacidade de adaptação Matriz da Capacidade de adaptação  Existem diversas ações em execução pelas secretarias de estado – difícil valoração.
  8. 8. Impacto/ exposição Capacidade adaptativa Sensibilidade Vulnerabilidade Metodologia
  9. 9. Exposição Capacidade de adaptação Vulnerabilidade Regional
  10. 10. Exposição Capacidade de adaptação PRINCIPAIS IMPACTOS REGIÕES POTENCIALMENTE MAIS AFETADAS Aumento das temperaturas Todas as regiões são atingidas Diminuição das precipitações Porção mais ao norte do território, potencialmente também em Rio Doce e Zona da Mata Aumento das precipitações Porção mais ao sul do território Diminuição do PIB Porção mais ao norte, Triângulo e Sul de Minas Diminuição das zonas de cultivo agrícola Principalmente Jequitinhonha, Rio Doce, Noroeste, Alto Paranaíba e Zona da Mata. O impacto para região Norte toma em conta a extensão da área agrícola desta região. Diminuição da silvicultura Norte, Noroeste e Rio Doce Redução da geração hidrelétrica A redução da produção é forte nas bacias hidrográficas do Norte e Noroeste. Porém, o impacto territorial é global dada a centralização da distribuição de energia elétrica no Brasil Pressão migratória Nas grandes zonas urbanas, principalmente região Central Impactos sobre a saúde humana Forte impacto esperado, mas sem dados conclusivos regionalizados para todo o estado Impactos sobre a biodiversidade Forte impacto esperado, mas sem dados conclusivos regionalizados para o todo o estado Processo de desertificação Regiões Norte e Jequitinhonha Principais Impactos das mudanças climáticas em Minas Gerais
  11. 11. Exposição Capacidade de adaptação Principais desafios em relação às mudanças climáticas na região central de Minas • Condições das infraestruturas rodoviárias; • Pressão migratória crescente para as zonas urbanas; • Saúde humana; • Serviços de tratamento de esgoto; • Pressão das atividades humanas sobre os recursos naturais; • Capacidade institucional desigual; • Riscos de desastres naturais (inundações, deslizamentos de terreno).
  12. 12. Estratégia de Adaptação  Ação local no território.  Tomada de decisão informada.  Ações integradas considerando regiões e setores mais vulneráveis.
  13. 13. Índice Municipal - Mapa Sensibilidade Classificação Nº cidades Nº pessoas Muito baixa 0 0,00% - 0,00 % Baixa 1 1 6 13,60% 6.977.170 35,6 0% Média 7 0 9 83,12% 12.387.39 8 63,2 1% Alta 2 8 3,28% 232.762 1,19 % Muito alta 0 0,00% - 0,00 % Simulações não-oficiais
  14. 14. Índice Municipal - Mapa de exposição Classificação Nº cidades Nº pessoas Muito baixa 524 61,43% 10.865.854 55,45% Baixa 192 22,51% 6.760.431 34,50% Média 107 12,54% 1.384.628 7,07% Alta 30 3,52% 586.417 2,99% Muito alta 0 0,00% - 0,00% Simulações não-oficiais
  15. 15. Índice Municipal - Mapa de Capacidade de Adaptação Classificação Nº cidades Nº pessoas Muito baixa 632 74,09% 11.489.344 58,63 % Baixa 216 25,32% 8.064.593 41,15 % Média 5 0,59% 43.393 0,22% Alta 0 0,00% - 0,00% Muito alta 0 0,00% - 0,00% Simulações não-oficiais
  16. 16. Regional x Municipal Classificação Nº cidades Nº pessoas Muito baixa 532 62,37% 14.838.810 75,72 % Baixa 153 17,94% 2.341.917 11,95 % Média 73 8,56% 972.209 4,96% Alta 61 7,15% 831.931 4,25% Muito alta 34 3,99% 612.463 3,13% Simulações não-oficiais
  17. 17. pemc.meioambiente.mg.gov.br clima-gerais.meioambiente.mg.gov.br Visite: Contatos: (31) 391-51486/ 51500 pemc@meioambiente.mg.gov.br andrea.andrade@meioambiente.mg.gov.br Obrigada pela atenção!

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