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Rio Grande do Sul
Os gaúchos dos pampas, ou das cidades, formam um povo alegre e rico em tradições.
Grande parte dos seus aspectos culturais é oriunda dos imigrantes alemães, que habitaram a
região por volta de 1824. Os italianos, espanhóis e portugueses também contribuíram para a
riqueza cultural desse Estado.
O gaúcho, que não dispensa a bombacha, o lenço e o poncho, aprecia o chimarrão e o
churrasco.
Chimarrão, tradição gaúcha
Grande parte das danças gaúchas é de origem portuguesa, se destaca também as danças
espanholas, como a tirana e o anu.
A festa de Nossa Senhora dos Navegantes, de origem portuguesa, é realizada em Porto
Alegre no dia 2 de fevereiro, no rio Guaíba, onde centenas de barcos e milhares de fiéis
devotos participam da procissão fluvial. É também chamada pelo povo de festa das
Melancias.
Algumas cidades do Sul ainda celebram as tradições dos antepassados em festas típicas,
como a Festa da Uva, em Caxias do Sul (RS).
Paraná
Os migrantes chegaram a partir de 1850: alemães, italianos, poloneses, ucranianos,
holandeses, etc. Eles influenciaram fortemente a cultura da região. Além dos colonizadores
portugueses, que deixaram sua marca nos usos e costumes e no linguajar cantado dos
paranaenses.
No Paraná, a culinária inclui o barreado, um cozido de carne. É um prato caboclo típico do
litoral. Ele é preparado com carne bovina, toucinho e temperos colocados em uma panela
de barro. Ela é enterrada e acende-se por cima uma fogueira. Após 12 horas de cozimento,
a iguaria está pronta.
Barreado
Santa Catarina
Os colonos imigrantes chegaram a partir do século XIX. No entanto, mais tarde o Estado
recebeu grande influência dos colonos italianos e alemães.
Nesta região do Brasil há uma grande quantidade de casas com arquitetura tipicamente
europeia.
Os imigrantes se adaptaram facilmente ao clima subtropical da região e muito contribuíram
na cultura vinhateira, na triticultura (cultura com trigo), linho, algodão, cânhamo e
mandioca.
Alguns eventos culturais são marcantes, e mobilizam várias pessoas. O boi-de-mamão, por
exemplo, vai do Natal ao Carnaval. Começa com as prendas e pedidos de ajuda e termina
com a morte e ressurreição do boi.
A dança de fitas é uma tradição milenar. É uma dança ariana antiquíssima. É feito um pau
de fita, cujo mastro é sustentado no centro da dança por um menino. Da ponta do mastro
saem pares de fita. Executam as figurações segurando a ponta das suas fitas, dançando,
traçando as fitas em torno do mastro central.
Dança de fitas
Em Santa Catarina o boi na vara ainda é praticado. É uma espécie de tourada praticada. O
boi, preso numa vara com uma corda, investe num boneco; até o esgotamento. Outras vezes
soltam os animais e os homens saem correndo, derrubam o boi e despedaçam-no.
Outro evento cultural no estado é a Oktoberfest, em Blumenau (SC), tradicional festa da
cerveja.
A culinária é marcada pelo pirão de peixe, no sul do Estado; e os pratos alemães e a
marreca, no norte. Na capital, o destaque é o camarão.
No Nordeste brasileiro as festas populares mais importantes são as que vão desde o Natal, no
dia 25 de dezembro, até 6 de janeiro, que é o dia de Reis. Nos demais estados são muito
importantes as festas juninas, dedicadas a Santo Antônio, no dia 13 de junho, São João, dia
24 e São Pedro, dia 29. Além dessas festas religiosas, existe uma grande festa que não é
religiosa e que reúne milhares de pessoas é o Carnaval, festa móvel 1 .
Índice
[esconder]
 1 Principais festas regionais
o 1.1 Festa do Divino
o 1.2 Festa de Nosso Senhor dos Navegantes
o 1.3 Festa da Conceição da Praia
o 1.4 Festa de Iemanjá
o 1.5 Festa de Santa Cruz
o 1.6 Festa do Bonfim
 2 Referências
Principais festas regionais[editar | editar código-fonte]
Festa do Divino[editar | editar código-fonte]
Dedicada ao Divino Espírito Santo e realizada no domingo de Pentecostes. A figura
homenageada é o Imperador do Divino, habitualmente um menino com vestimenta de
imperador. É organizada pela Folia do Divino, que são pequenos grupos encarregados de
arrumar o dinheiro para a realização da Festa. Os grupos são encarregados de saírem
pedindo dinheiro pelas residências, onde param para cantar as músicas do divino,
acompanhadas de viola e rabeca. As folias carregam também a Bandeira do Divino para o
povo beijar.
Festa de Nosso Senhor dos Navegantes[editar | editar código-fonte]
Esta festa é uma procissão no mar, feita por diversas embarcações que transportam o barco
onde está a imagem do Protetor dos Navegantes. A realização da procissão é realizada na
Baía de Todos os Santos, em Salvador.
Festa da Conceição da Praia[editar | editar código-fonte]
A festa da padroeira da Bahia é realizada no dia 8 de dezembro, com missa e procissão. O
Largo fica cheio de rodas de capoeira e barraquinhas, onde são vendidas guloseimas típicas e
bebidas.
Festa de Iemanjá[editar | editar código-fonte]
A rainha dos mares, Iemanjá, é também conhecida como Janaína e Nossa Senhora do
Rosário. Na casa do Peso, em Salvador (BA), fica um balaio, guardado por uma mãe-de-
santo, onde os devotos depositam presentes que serão levados ao mar no dia da
comemoração.
Festa de Santa Cruz[editar | editar código-fonte]
Esta festa comemora a descoberta da verdadeira cruzde Cristo pela imperatriz Helena, mãe
do Imperador Constantino. É uma festa religiosa com música e danças de origem indígena. É
uma festa em que apenas os homens participam, dançando e tocando instrumentos próprios
dos índios.
Festa do Bonfim[editar | editar código-fonte]
Para os baianos que seguem as religiões africanas, o Senhor do Bonfim é o mesmo que
Oxalá. No dia da festa as mães e filhas-de-santo lavam as escadarias da Igreja do Bonfim
com água do poço de Oxalá. Os festejos duram nove dias, com rodas de samba e capoeira. A
comemoração é encerrada na “segunda-feira da Ribeira”.
As festas mais populares da região norte são o Festival de Parintins, que ocorre no último fim
de semana de junho em Parintins-AM, e o Círio de Nazaré, festa que reúne mais de 2 milhões
de pessoas em Belém-PA.
O tema central do Festival de Parintins é a disputa entre dois bois: o Garantido (vermelho) e o
Caprichoso (azul), em três noites de apresentação são abordados vários temas locais. O Círio
de Nazaré é uma manifestação católica trazida pelos jesuítas no séc. XVII, reunindo milhões
de pessoas em uma caminhada de fé pela capital do Pará.
Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo são os estados que integram a
região Sudeste do Brasil. As manifestações culturais são muito diversificadas, com grandes
influências dos povos indígenas, africanos, europeus e asiáticos.
Entre os vários elementos da cultura do Sudeste, estão:
Carnaval – festa popular comemorada em todo o Brasil. No Rio de Janeiro é realizado o
carnaval mais famoso do mundo, e atrai turistas brasileiros e estrangeiros para prestigiarem
os desfiles das escolas de samba.
Desfile de escolas de samba no carnaval
Batuque – dança africana que representa um ritual de fertilidade, sendo difundida nas cidades
do interior paulista. A dança é realizada através de uma fileira de homens que fica a 15 metros
de distância das mulheres, e, ao iniciar o ritual, os homens e as mulheres dão a “umbigada”,
ou seja, o ventre da mulher bate na barriga do homem.
Samba de Lenço – é considerado o ancestral do samba cosmopolita. A utilização do lenço é
uma forma de devoção a São Benedito. Apresenta aspectos similares ao jongo e o batuque.
Sua dança é de origem africana, podendo ser praticada tanto no meio urbano (samba de
salão) quanto na zona rural (samba de roda, samba campineiro e samba de lenço).
Folia de Reis ou Reisado – folguedo que ocorre no período do natal, de 24 de dezembro a 6
de janeiro, dia dedicado aos Santos Reis. A formação das folias difere-se conforme o lugar,
normalmente são grupos de rapazes que realizam uma cantoria. Os instrumentos utilizados
são: cavaquinho, violão, pandeiro, pistão e tantã. É um costume de origem portuguesa em
comemoração à festa do Divino ou dos Reis Magos.
Folia de Reis
Congada – a congada consiste na luta do Bem contra o Mal. O Bem é representado pelos
cristãos, o Mal é o grupo de mouros. O Bem usa roupa azul, e o mal, vermelha. Há lutas,
embaixadas, cantos, e sempre os cristãos vencem os mouros, que são batizados. E, todos
juntos, fazem a festa em louvor a São Benedito, padroeiro dos negros em todo o Brasil.
Ticumbi – consiste numa vertente da congada, praticada somente no Espírito Santo. São
negros com trajes brancos e fitas coloridas. É uma manifestação guerreira dramática.
Dança de São Gonçalo – dança de origem portuguesa. É composta por duas fileiras, uma de
homens e outra de mulheres, na qual as moças se vestem de branco, rosa ou azul. Cada
fileira é encabeçada por dois violeiros que ditam o ritmo da dança. Os dançarinos ficam dando
“voltas” que recebem nomes especiais, como marca passo, parafuso e casamento.
Festa de Iemanjá – muito popular no Nordeste, em especial na Bahia, a Festa de Iemanjá é
uma homenagem à principal entidade feminina do Candomblé, Umbanda e Macumba. Nessa
manifestação cultural os devotos levam presentes (perfumes, bebidas flores, etc.) para a
Rainha do Mar.
Festa de Iemanjá
A culinária do Sudeste brasileiro é bem diversificada, e apresenta elementos da culinária
indígena, dos escravos africanos e dos imigrantes europeus e asiáticos. Entre os principais
pratos típicos da região estão: feijoada, feijão-tropeiro, farofa, cuscuzpaulista, pizza, moqueca
capixaba, angu, frango com quiabo, pão de queijo, cachaça de alambique, entre outros.
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  • 1. Rio Grande do Sul Os gaúchos dos pampas, ou das cidades, formam um povo alegre e rico em tradições. Grande parte dos seus aspectos culturais é oriunda dos imigrantes alemães, que habitaram a região por volta de 1824. Os italianos, espanhóis e portugueses também contribuíram para a riqueza cultural desse Estado. O gaúcho, que não dispensa a bombacha, o lenço e o poncho, aprecia o chimarrão e o churrasco. Chimarrão, tradição gaúcha Grande parte das danças gaúchas é de origem portuguesa, se destaca também as danças espanholas, como a tirana e o anu. A festa de Nossa Senhora dos Navegantes, de origem portuguesa, é realizada em Porto Alegre no dia 2 de fevereiro, no rio Guaíba, onde centenas de barcos e milhares de fiéis devotos participam da procissão fluvial. É também chamada pelo povo de festa das Melancias. Algumas cidades do Sul ainda celebram as tradições dos antepassados em festas típicas, como a Festa da Uva, em Caxias do Sul (RS). Paraná Os migrantes chegaram a partir de 1850: alemães, italianos, poloneses, ucranianos, holandeses, etc. Eles influenciaram fortemente a cultura da região. Além dos colonizadores portugueses, que deixaram sua marca nos usos e costumes e no linguajar cantado dos
  • 2. paranaenses. No Paraná, a culinária inclui o barreado, um cozido de carne. É um prato caboclo típico do litoral. Ele é preparado com carne bovina, toucinho e temperos colocados em uma panela de barro. Ela é enterrada e acende-se por cima uma fogueira. Após 12 horas de cozimento, a iguaria está pronta. Barreado Santa Catarina Os colonos imigrantes chegaram a partir do século XIX. No entanto, mais tarde o Estado recebeu grande influência dos colonos italianos e alemães. Nesta região do Brasil há uma grande quantidade de casas com arquitetura tipicamente europeia. Os imigrantes se adaptaram facilmente ao clima subtropical da região e muito contribuíram na cultura vinhateira, na triticultura (cultura com trigo), linho, algodão, cânhamo e mandioca. Alguns eventos culturais são marcantes, e mobilizam várias pessoas. O boi-de-mamão, por exemplo, vai do Natal ao Carnaval. Começa com as prendas e pedidos de ajuda e termina com a morte e ressurreição do boi. A dança de fitas é uma tradição milenar. É uma dança ariana antiquíssima. É feito um pau de fita, cujo mastro é sustentado no centro da dança por um menino. Da ponta do mastro
  • 3. saem pares de fita. Executam as figurações segurando a ponta das suas fitas, dançando, traçando as fitas em torno do mastro central. Dança de fitas Em Santa Catarina o boi na vara ainda é praticado. É uma espécie de tourada praticada. O boi, preso numa vara com uma corda, investe num boneco; até o esgotamento. Outras vezes soltam os animais e os homens saem correndo, derrubam o boi e despedaçam-no. Outro evento cultural no estado é a Oktoberfest, em Blumenau (SC), tradicional festa da cerveja. A culinária é marcada pelo pirão de peixe, no sul do Estado; e os pratos alemães e a marreca, no norte. Na capital, o destaque é o camarão. No Nordeste brasileiro as festas populares mais importantes são as que vão desde o Natal, no dia 25 de dezembro, até 6 de janeiro, que é o dia de Reis. Nos demais estados são muito importantes as festas juninas, dedicadas a Santo Antônio, no dia 13 de junho, São João, dia 24 e São Pedro, dia 29. Além dessas festas religiosas, existe uma grande festa que não é religiosa e que reúne milhares de pessoas é o Carnaval, festa móvel 1 . Índice [esconder]  1 Principais festas regionais o 1.1 Festa do Divino o 1.2 Festa de Nosso Senhor dos Navegantes
  • 4. o 1.3 Festa da Conceição da Praia o 1.4 Festa de Iemanjá o 1.5 Festa de Santa Cruz o 1.6 Festa do Bonfim  2 Referências Principais festas regionais[editar | editar código-fonte] Festa do Divino[editar | editar código-fonte] Dedicada ao Divino Espírito Santo e realizada no domingo de Pentecostes. A figura homenageada é o Imperador do Divino, habitualmente um menino com vestimenta de imperador. É organizada pela Folia do Divino, que são pequenos grupos encarregados de arrumar o dinheiro para a realização da Festa. Os grupos são encarregados de saírem pedindo dinheiro pelas residências, onde param para cantar as músicas do divino, acompanhadas de viola e rabeca. As folias carregam também a Bandeira do Divino para o povo beijar. Festa de Nosso Senhor dos Navegantes[editar | editar código-fonte] Esta festa é uma procissão no mar, feita por diversas embarcações que transportam o barco onde está a imagem do Protetor dos Navegantes. A realização da procissão é realizada na Baía de Todos os Santos, em Salvador. Festa da Conceição da Praia[editar | editar código-fonte] A festa da padroeira da Bahia é realizada no dia 8 de dezembro, com missa e procissão. O Largo fica cheio de rodas de capoeira e barraquinhas, onde são vendidas guloseimas típicas e bebidas. Festa de Iemanjá[editar | editar código-fonte] A rainha dos mares, Iemanjá, é também conhecida como Janaína e Nossa Senhora do Rosário. Na casa do Peso, em Salvador (BA), fica um balaio, guardado por uma mãe-de- santo, onde os devotos depositam presentes que serão levados ao mar no dia da comemoração. Festa de Santa Cruz[editar | editar código-fonte] Esta festa comemora a descoberta da verdadeira cruzde Cristo pela imperatriz Helena, mãe do Imperador Constantino. É uma festa religiosa com música e danças de origem indígena. É uma festa em que apenas os homens participam, dançando e tocando instrumentos próprios dos índios. Festa do Bonfim[editar | editar código-fonte]
  • 5. Para os baianos que seguem as religiões africanas, o Senhor do Bonfim é o mesmo que Oxalá. No dia da festa as mães e filhas-de-santo lavam as escadarias da Igreja do Bonfim com água do poço de Oxalá. Os festejos duram nove dias, com rodas de samba e capoeira. A comemoração é encerrada na “segunda-feira da Ribeira”. As festas mais populares da região norte são o Festival de Parintins, que ocorre no último fim de semana de junho em Parintins-AM, e o Círio de Nazaré, festa que reúne mais de 2 milhões de pessoas em Belém-PA. O tema central do Festival de Parintins é a disputa entre dois bois: o Garantido (vermelho) e o Caprichoso (azul), em três noites de apresentação são abordados vários temas locais. O Círio de Nazaré é uma manifestação católica trazida pelos jesuítas no séc. XVII, reunindo milhões de pessoas em uma caminhada de fé pela capital do Pará. Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo são os estados que integram a região Sudeste do Brasil. As manifestações culturais são muito diversificadas, com grandes influências dos povos indígenas, africanos, europeus e asiáticos. Entre os vários elementos da cultura do Sudeste, estão: Carnaval – festa popular comemorada em todo o Brasil. No Rio de Janeiro é realizado o carnaval mais famoso do mundo, e atrai turistas brasileiros e estrangeiros para prestigiarem os desfiles das escolas de samba. Desfile de escolas de samba no carnaval Batuque – dança africana que representa um ritual de fertilidade, sendo difundida nas cidades do interior paulista. A dança é realizada através de uma fileira de homens que fica a 15 metros de distância das mulheres, e, ao iniciar o ritual, os homens e as mulheres dão a “umbigada”,
  • 6. ou seja, o ventre da mulher bate na barriga do homem. Samba de Lenço – é considerado o ancestral do samba cosmopolita. A utilização do lenço é uma forma de devoção a São Benedito. Apresenta aspectos similares ao jongo e o batuque. Sua dança é de origem africana, podendo ser praticada tanto no meio urbano (samba de salão) quanto na zona rural (samba de roda, samba campineiro e samba de lenço). Folia de Reis ou Reisado – folguedo que ocorre no período do natal, de 24 de dezembro a 6 de janeiro, dia dedicado aos Santos Reis. A formação das folias difere-se conforme o lugar, normalmente são grupos de rapazes que realizam uma cantoria. Os instrumentos utilizados são: cavaquinho, violão, pandeiro, pistão e tantã. É um costume de origem portuguesa em comemoração à festa do Divino ou dos Reis Magos. Folia de Reis Congada – a congada consiste na luta do Bem contra o Mal. O Bem é representado pelos cristãos, o Mal é o grupo de mouros. O Bem usa roupa azul, e o mal, vermelha. Há lutas, embaixadas, cantos, e sempre os cristãos vencem os mouros, que são batizados. E, todos juntos, fazem a festa em louvor a São Benedito, padroeiro dos negros em todo o Brasil. Ticumbi – consiste numa vertente da congada, praticada somente no Espírito Santo. São negros com trajes brancos e fitas coloridas. É uma manifestação guerreira dramática. Dança de São Gonçalo – dança de origem portuguesa. É composta por duas fileiras, uma de homens e outra de mulheres, na qual as moças se vestem de branco, rosa ou azul. Cada fileira é encabeçada por dois violeiros que ditam o ritmo da dança. Os dançarinos ficam dando “voltas” que recebem nomes especiais, como marca passo, parafuso e casamento. Festa de Iemanjá – muito popular no Nordeste, em especial na Bahia, a Festa de Iemanjá é uma homenagem à principal entidade feminina do Candomblé, Umbanda e Macumba. Nessa manifestação cultural os devotos levam presentes (perfumes, bebidas flores, etc.) para a Rainha do Mar.
  • 7. Festa de Iemanjá A culinária do Sudeste brasileiro é bem diversificada, e apresenta elementos da culinária indígena, dos escravos africanos e dos imigrantes europeus e asiáticos. Entre os principais pratos típicos da região estão: feijoada, feijão-tropeiro, farofa, cuscuzpaulista, pizza, moqueca capixaba, angu, frango com quiabo, pão de queijo, cachaça de alambique, entre outros.