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  1. 1. Resumo Caça ao Tesouro<br />Projecto Multidisciplinar I<br />João Carlos Teles da Mota Santos<br />Coordenadora: Ana Corte-Real<br />Porto 2010<br />Sumário XE " Sumário" <br />Este trabalho está relacionado com o Resumo e o Plágio. O objectivo do exercício do trabalho é praticar as nossas qualidades resumo e o nosso conhecimento do Inglês.<br />Índice<br /> TOC o " 1-3" h z u Sumário PAGEREF _Toc263008396 h 2Índice PAGEREF _Toc263008397 h 3Introdução PAGEREF _Toc263008398 h 4Resposta à pergunta PAGEREF _Toc263008399 h 5Introdução PAGEREF _Toc263008400 h 5Historial PAGEREF _Toc263008401 h 5Resultados PAGEREF _Toc263008402 h 6<br /> TOC o " 1-2" h z u <br />Introdução XE " Introdução" <br />Como já foi referido no sumário este trabalho está relacionado com o Resumo e o Plágio. Neste trabalho tínhamos de resumir um texto Inglês para Português. O texto em questão era “Applying ethical theories: enterpreting and responding to student plagiarism”.<br />O objectivo deste trabalho centra-se nas nossas capacidades de resumo de textos e no nosso conhecimento de uma língua estrangeira, o Inglês.<br />Resposta à pergunta XE " Resposta à pergunta" <br />Introdução<br />Apesar da Internet ter ajudado a melhorar os métodos de ensino, também levou a um aumento descomunal do plágio. Em 2001 um inquérito, da McGabe, revelou que 41% dos universitários já experienciaram o plágio de “corte e cola” através da Internet.<br />Que raciocínio utilizam os estudantes para justificar o acto de plagiar? Para respondermos a esta pergunta temos de dividir a resposta em duas partes: primeiro temos que determinar qual é a teoria ética utilizada pelos estudantes, quando estes defendem o acto de plagiar; depois com base nessa teoria ética, há que desenvolver normas que evitem o plágio em todas as populações estudantis.<br />Esta pesquisa é importante, pois há uma grande necessidade de saber identificar e de saber lidar com o plágio. Outra razão é o facto de que o comportamento pouco ético na faculdade transporta-se para o mercado de trabalho. Esta pesquisa pode ainda servir como uma plataforma para criação e atribuição de financiamento a programas que incentivem a originalidade, instruam na honestidade académica e ensinem aos professores como lidar com a batota. E por fim, as últimas pesquisas têm-se centrado na compreensão das diferentes determinantes das batotas gerais dos estudantes.<br />Historial<br />O plágio é muito mal visto nos círculos académicos do Ocidente. Há quem diga que o livro Stolen Words de Thomas Mallon é uma investigação definitiva sobre o roubo intelectual. Contudo também há autores como Marylin Randall, que considera o plágio como um acto quase revolucionário. Mallon crítica aqueles que através da filosofia de Roland Barthes lançam dúvidas sobre a autoria e a originalidade do pensamento tradicional do Ocidente.<br />Na poesia Aristotélica a imitação é considerada uma qualidade natural e instintiva dos humanos.<br />Na Antiguidade, na Idade Média e na Renascença as ideias dos outros eram usadas liberalmente e muitos vezes sem o conhecimento.<br />Os Direitos de Autor aparecem pela primeira vez em 1662, pois a partir dessa altura, com a chegada da impressão, as ideias eram algo que se podia vender e proteger, logo também havia interesse em roubá-las.<br />A partir de 1995 começaram a aparecer inúmeros casos, na área da electrónica, em que o plágio aumentava drasticamente.<br />Contudo ainda não há certezas da verdadeira extensão do ciber-plágio, pois os professores nem sempre perseguem ou reportam os casos de plágio, deixando passar impunes muitos desses casos.<br />Muitas pessoas afirmam que o plágio antigamente era muito mais difícil, desencorajando os estudantes logo à partida de recorrerem ao plágio. Porém hoje em dia, o plágio está à distância de apenas um clique do rato, além que os infindáveis arquivos da Internet e a crença de que os professores são menos hábeis com as novas tecnologias, levam os estudantes a pensar que será quase impossível serem apanhados. Assim não é de admirar contínuo e excessivo recurso ao plágio por parte dos alunos.<br />Normalmente os pesquisadores focam-se no raciocínio que os estudantes usam para justificarem fazer vários tipos de batotas. Contudo nada foi feito para estudar apenas o raciocínio que os estudantes usam para justificarem o plágio.<br />A seguir temos seis éticas usadas pelos estudantes para justificar o plágio, elas são: a Deontologia, o Utilitarismo, o Auto-Interesse Racional, o Maquiavelismo, o Relativismo Cultural e a Ética Situacional.<br />A primeira teoria, a Deontologia considera que o plágio é moralmente errado, em que os alunos apresentam ideias alheias como suas.<br />A segunda teoria, o Utilitarismo defende que o indivíduo deve ter em conta os prós e os contras antes de tomar uma decisão. Ao tomar essa decisão o indivíduo deverá procurar sempre a maior felicidade para o maior número de pessoas.<br />A terceira teoria, o Auto-Interesse Racional implica que o indivíduo aja para benefício próprio e sem qualquer sacrifício.<br />A quarta teoria, o Maquiavelismo leva a que o indivíduo não olhe a meios para atingir o seu fim.<br />A quinta teoria, o Relativismo Cultural explica que certos actos podem não ser considerados éticos nalguns locais, mas noutros locais poderão ser considerados éticos.<br />A sexta e última teoria, a Ética Situacional que segundo a mesma certos acontecimentos podem influenciar um indivíduo perante um dilema ético.<br />Resultados<br />Os estudantes fizeram uso de todas as teorias éticas e a mais usada foi a Deontologia (41,8%). Os estudantes reconheceram a sua adesão às regras e pediram desculpa por as terem quebrado ou afirmando que não tinham tido noção de que as estavam a quebrar.<br />Em segundo lugar ficou a Ética Situacional (19,9%). Os estudantes que seguiram por esta ética eram da opinião de que condições diferentes podiam justificar diferentes tratamentos.<br />A seguir temos o Maquiavelismo (18,4%). Que são os oportunistas e aqueles que não se preocupam com os outros. Estes quando apanhados punham a culpa noutros ou negavam as acusações, mesmo na presença de provas irrefutáveis.<br />Depois veio o Relativismo Cultural (8,5%). Estes afirmavam ser normal o acto de plágio noutros sítios.<br />Por fim, restaram o Utilitarismo e o Auto-Interesse Racional, ambos com o mesmo número de adeptos (5,7%).<br />A nível demográfico não houve diferenças entre sexo, etnia, GPA, escola ou divisão, lugar na turma ou número de inscrições.<br />Contudo há que salientar que os plágios pela Internet têm uma maior probabilidade de serem desculpados pela Ética Situacional ou pelo Utilitarismo e muito menos probabilidade de o serem pelo Relativismo Cultural e pelo Maquiavelismo.<br />

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