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POLÍTICA IMOBILIÁRIA.
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O MERCADO IMOBILIÁRIO DA BAHIA.
O mercado imobiliário no Brasil vive a melhor fase. Na
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LOCALIZAÇÃO.
No dado período analisado (janeiro a abril de 2010),
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OS SOTEROPOLITANOS E O MERCADO IMOBILIÁRIO.
Na Grande Salvador, 181.000 pessoas pretendem comprar ou trocar de imóvel nos ...
Fonte: Ipsos/ EGM – Jan/10 a Mar/10
10% recebem até um salário mínimo. 48% tem interesse em arquitetura e construção.
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A CLASSE C SOTEROPOLITANA E O MERCADO IMOBILIÁRIO.
Classe C: decididos, controlados e “família”.
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OS SOLTEIROS E O MERCADO IMOBILIÁRIO.
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CONSUMO DE MÍDIA.
Fonte: Ipsos/ EGM – Jan/10 a Mar/10
Consumo da programação da TV Aratu.
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  1. 1. O MERCADO. O mercado imobiliário está muito favorável para quem deseja comprar a casa em 2010. Especialistas dizem que o melhor a fazer é comprar rápido, porque depois os preços podem subir. As atuais condições de financiamentos facilitam a compra. A projeção do volume de recursos para o financiamento imobiliário em 2010 é de R$ 69 bilhões - um recorde. Além disso, os juros nunca foram tão baixos e devido à concorrência entre os bancos, podem baixar ainda mais. Existe também uma relação causa-efeito no atual boom imobiliário brasileiro, sustentado essencialmente pela grande oferta de crédito - ainda que seja necessário o justo reconhecimento do bom momento econômico vivido pelo país, com consequente aumento da renda das famílias. Os reflexos do crescimento econômico, entretanto, são relativamente pequenos: o que de fato “sacode” o mercado é o dinheiro “fácil” oferecido pelos bancos. O crescimento de vendas de lançamentos é impressionante e em algumas regiões o ritmo de construção é alucinado, a ponto de faltar mão de obra ou insumos (ou os dois).
  2. 2. No primeiro trimestre do ano, o setor de materiais de construção teve crescimento de 12,5% sobre o mesmo período do ano passado. "A tendência é que o ano de 2010 seja o melhor ano da história do setor, com crescimento de 10% sobre o ano de 2009.” declara Cláudio Conz, presidente da Anamaco*. FATORES QUE IMPULSIONAM O SETOR: • Programa Minha Casa, Minha Vida 2: programa que deve construir 2 milhões de moradias até 2014 e contribuirá para um crescimento ainda maior da cadeia produtiva da construção. • Redução do IPI: a redução do imposto sobre produtos industrializados para alguns materiais de construção programada para junho de 2010 teve prorrogação por mais 6 meses e passa a vigorar até dezembro de 2010. • Eventos Esportivos: a Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016, que acontecerão no Brasil, também são grandes incentivos para o setor. O orçamento estimado para adequação de infra-estrutura da Copa do Mundo de 2014 ultrapassa a cifra dos R$ 100 bilhões. MATERIAL DE CONSTRUÇÃO - O SETOR. *Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção Nacional .
  3. 3. + + + + O MERCADO - FATORES MACROECONÔMICOS. DEMOGRAFIA. O crescimento da população brasileira, a elevada porcentagem de jovens em relação ao total da população, a tendência de envelhecimento da população, o declínio do número de habitantes por domicílio e a preferência sócio-cultural pela casa própria são elementos combinados que suportam um elevado potencial de demanda por imóveis residenciais no Brasil nos próximos dez anos. INFLAÇÃO. Aumentos nas taxas de inflação afetam o mercado imobiliário na medida em que reduzem a atividade econômica, o consumo e o investimento. Além disso, a evolução relativa dos índices de inflação indexam os custos de construção e os recebimentos futuros na venda à prazo das unidades, respectivamente, afetam a rentabilidade da atividade de incorporação imobiliária.
  4. 4. + + POLÍTICA IMOBILIÁRIA. O setor imobiliário é altamente dependente da disponibilidade de crédito no mercado e a política de crédito do Governo Federal afeta significativamente a disponibilidade de recursos para o financiamento imobiliário influenciando, portanto, o fornecimento e a demanda por propriedades. O mercado de crédito imobiliário no Brasil é fortemente regulado e os recursos para financiamento do setor são oriundos, principalmente, do FGTS e dos depósitos em caderneta de poupança. Além de regulamentar o crédito imobiliário, em março de 2009, o governo lançou o programa “Minha Casa, Minha Vida”. Este programa investirá 34 milhões de reais que serão empregados na construção de 1 milhão de moradias para famílias com renda de até 10 salários mínimos. Em parceria com estados, municípios e iniciativa privada, o programa vem impulsionando a economia, gerando empregos e trazendo reflexos positivos para toda a sociedade. Enquanto muitos países diminuíram os investimentos por conta da crise financeira internacional, o Brasil gerou novas oportunidades de desenvolvimento para que a roda da economia continuasse a girar.
  5. 5. O MERCADO IMOBILIÁRIO DA BAHIA. O mercado imobiliário no Brasil vive a melhor fase. Na Bahia estima-se que em 2010 o setor cresça 30% em relação ao ano passado. “A meta é vender mais de 15 mil unidades. Estamos com uma boa expectativa de vendas, a economia se recuperou da crise econômica e todos estão com uma visão muito otimista para este ano” aponta o presidente da Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia, Nilson Sarti. De janeiro a abril deste ano, a Bahia contabilizou o lançamento de 4.493 unidades imobiliárias. As vendas, por sua vez, chegaram à marca dos 4.273. Os dados são da Pesquisa Imobiliária da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia, ADEMI-BA. Nesse mesmo período, a maioria dos baianos optou por imóveis de dois quartos. Foram 2.352 unidades comercializadas com este perfil, o que representa 55,04% do total de unidades compradas.
  6. 6. LOCALIZAÇÃO. No dado período analisado (janeiro a abril de 2010), percebeu-se uma procura maior na região do Litoral Norte, como Lauro de Freitas, Buraquinho, Vilas do Atlântico, Abrantes, Barra do Jacuípe, Itacimirim, Camaçari, Genipapu e Guarajuba, representando 26,77% dos imóveis comercializados. Em seguida, com 23,23%, entre os bairros mais procurados estão Alphaville, Boca do Rio, Nova Boca do Rio, Imbuí, Jaguaribe, Paralela, Patamares e Pituaçu. GASTOS. Quando o assunto é valor, o quadro não mudou muito nestes últimos dois anos: a maioria dos baianos (42%) continua gastando entre R$ 150 mil e R$ 250 mil na hora de comprar um imóvel. Em 2009, os que investiram entre R$ 50 mil e R$ 100 mil foram 24% dos consumidores, 5% a mais do que em 2008. Em 2010, a expectativa é alcançar recorde de vendas e negócios, superando 327 unidades comercializadas em 2009, quando foram contabilizados um total de R$ 476 milhões em negócios gerados.
  7. 7. OS SOTEROPOLITANOS E O MERCADO IMOBILIÁRIO. Na Grande Salvador, 181.000 pessoas pretendem comprar ou trocar de imóvel nos próximos 12 meses ou estão procurando imóvel no momento. 49,0 51,0 Homens Mulheres SEXO 36,0 20,0 35,0 8,0 AB C1 C2 DE CLASSE SOCIAL 16,0 27,0 15,0 36,0 5,0 10-17 18 -24 25 -34 35 -49 50 e + IDADE Fonte: Ipsos/ EGM – Jan/10 a Mar/10
  8. 8. Fonte: Ipsos/ EGM – Jan/10 a Mar/10 10% recebem até um salário mínimo. 48% tem interesse em arquitetura e construção. 21% recebem entre 1 e 3 salários mínimos. 44% estão procurando imóvel para compra no momento. 15% recebem entre 3 e 5 salários mínimos. 2% recebem entre 5 e 7 salários mínimos. 94% moram com a família. 3% recebem entre 7 e 10 salários mínimos. 11% recebem acima de 10 salários mínimos. 67% já possuem imóvel próprio. Renda Familiar, interesses e posses. OS SOTEROPOLITANOS E O MERCADO IMOBILIÁRIO. 51% são mulheres. 16% tem entre 10 e 17 anos. 54% são solteiros. 36% são das classes AB. 27% tem entre 18 e 24 anos. 45% são casados. 20% são da classe C1. 15% tem entre 25 e 34 anos. 30% são chefes de família. 35% são da classe C2. 36% tem entre 35 e 49 anos. 8% são das classe DE. 5% tem acima de 50 anos. Quem são?
  9. 9. A CLASSE C SOTEROPOLITANA E O MERCADO IMOBILIÁRIO. Classe C: decididos, controlados e “família”. • Na Grande Salvador, 101 mil pessoas da classe C pretendem comprar apartamento nos próximos 12 meses. • 64% pertencem a classe C2, 51% são homens, 46% tem entre 25 e 49 anos e 36% são chefe de família. • 29% estão procurando imóvel no momento e 67% já tem imóvel próprio. • A classe C possui, em sua maioria, lares “ninhos cheios”: 92% tem crianças no lar e 57% são lares compostos por pré-adolescentes e adolescentes. • No consumo de mídia, são os que mais acreditam na força do meio TV : 81% concordam que a TV tem força influente na opinião pública. • 51% decidem o que comprar antes de ir às compras e 43% cuidam bem do dinheiro. Fonte: Ipsos/ EGM – Jan/10 a Mar/10
  10. 10. OS SOLTEIROS E O MERCADO IMOBILIÁRIO. • Na Grande Salvador, 97 mil solteiros pretendem comprar imóvel nos próximos 12 meses. • 53% são homens, 51% pertencem às classes AB, 46% tem entre 18 e 34 anos e 92% ainda moram com a família. • 72% tem interesse em orçamento pessoal e 45% se sentem bem em serem reconhecidos como bem-sucedidos. • 34% estão procurando apartamento no momento. Solteiros: bem sucedidos , consumistas e organizados. Fonte: Ipsos/ EGM – Jan/10 a Mar/10
  11. 11. CONSUMO DE MÍDIA. Fonte: Ipsos/ EGM – Jan/10 a Mar/10 Consumo da programação da TV Aratu. 26% assistem TV Aratu pela manhã. 43% assistem TV Aratu no horário de almoço. 38% assistem TV Aratu pela tarde. 47% assistem TV Aratu pela noite/fim de noite. 99% assistem TV Aberta 75% são telespectadores da TV Aratu Consumo do meio TV. 44% declararam serem mais influenciados pelo meio TV. Gêneros mais assistidos: noticiários, humorísticos, shows variados, programas de auditório, documentários, telenovelas e filmes estrangeiros dublados. 76% concordam que o meio TV tem força influente na formação da opinião pública.

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