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Como Iniciar a Missão            • Encher-se do              Espírito Santo;            • Anunciar e Viver              o ...
Sacramento do Matrimônio União de      Jesus Cristo com sua Igreja,        efetivada na Eucaristia• Indubitavelmente e com...
• Jesus Cristo testemunhou “... que eu não deixe perecer nenhum daqueles que me deu...”(Jo 6,39) e, com fidelidade ao plan...
Todos os Homens tem o mesmo          direito de salvação.(veja-se: “não são os que estão bem queprecisam do médico, mas si...
• Primeiras conclusões:• - Que o Sacramento do Matrimônio é, sem  dúvida, indissolúvel (Mt, 19,3-9; Mc 10,2-9)• - Que Jesu...
A Pastoral Familiar nos      Casos EspeciaisOs Sub-Setores: Famílias em  Situações Especiais e Casais em  Situações Irregu...
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• b) Catecismo da Igreja Católica     edição típica vaticana:     nºs. 1650 e 1651 (15.08.97);• c) Diretório da Pastoral F...
• e) “Sacramentum Caritatis”, nº 29:  “O Sínodo dos Bispos confirmou a prática da Igreja, fundada na Sagrada Escritura (cf...
• f) Documento de Aparecida, nº 437,letras “ j ” – “Acompanhar com cuidado,prudência e amor compassivo, seguindo asorienta...
Exercício da Ação PastoralSe o Agente de Pastoral não estiver decididamente convencido da doutrina da Igreja nesse segment...
Exercício da Ação PastoralEm razão da especialização de agentespara o trato com os casais em 2ª. Uniãoser deverás importan...
• Segunda conclusão:• - Fidelidade à Doutrina da Igreja;• - Especialização dos agentes para o  trato com os casais em Segu...
Desenvolvimento de      ação Pastoral Específica• O Diretório da Pastoral Familiar (nº 397)  requer e o Guia de Orientação...
Desenvolvimento de    ação Pastoral Específica• Na Sub-Região SP-1 já foram realizados  mais de 72 (setenta e dois) Encont...
Encontro com Jesus, o Bom Pastor,       para casais em segunda uniãoO padrão de trabalho acolhido pelaSub-Região Pastoral ...
Encontro com Jesus, o Bom Pastor,       para casais em segunda uniãoO protótipo adaptado a realidade  paulistana e paulist...
Evangelização , Perseverança e        Busca da Solução Eclesial         { Tribunal Eclesiástico }• De nada adiante se ufan...
Perseverar sempre• É um trabalho árduo, mas ao mesmo  tempo deleitoso do exercício da  vocação missionária, testemunhando,...
A Continuidade• É a missão de evangelização a ser  desenvolvida e que se fará por meio de  reuniões mensais (ou mais freqü...
Responsabilidade desta         Ação Pastoral• Pastoral Familiar – Setor Casos Especiais• Uma ação pastoral próxima e atent...
Distorção• - Existe uma grande preocupação em  que diversos grupos desejam autonomia  própria, atuando em paralelo, desejo...
Terceira conclusão:• Responsabilidade do Setor  Casos Especiais da Pastoral  Familiar• Perseverança / Evangelização;• Enga...
Comunhão Espiritual• “Alguns divorciados que voltaram a casar-se aceitam com sofrimento o fato de não poderem receber a co...
Campo de Atuação• PODEM FAZER: Participar dos Grupos  Bíblicos de Reflexão, da Catequese, da  Pastoral Familiar, do Minist...
Tratamento• Assim, é melhor dizer o que  PODEM FAZER, no lugar do que  “não podem fazer”, porque de  regra, eles sabem mui...
Casais em Segunda União           e os SacramentosReconciliação pelo Sacramento da Penitência que   abrirá caminho à Comun...
• Sacramento da Unção dos Enfermos – É o  sacramento da salvação total.• O fiel católico em 2ª. União e que sofre de  doen...
Casais em Segunda União e os           sacramentos• Sacramento do Batismo e Crisma• - Os pais em 2ª. União que  desejam a ...
Casais em Segunda   União e os sacramentos• Padrinhos de Batismo e Crisma• - atualmente há proibição de serem  padrinhos.•...
Casais em Segunda   União e os sacramentos• Padrinhos de Batismo e Crisma• O Pároco saberá quando um casal em  2ª. União, ...
Casais em Segunda     União e os Sacramentos• É que ninguém é perfeito neste  mundo, nem os casais  sacramentados o são.• ...
Conclusões Finais• Comunhão Espiritual• Tratamento• Campo de Atuação• Relação com os Sacramentos
PASTORAL FAMILIAR        REGIONAL SUL 1          NUFESPZuleica e João Abrahão    Secretários da Pastoral Familiar         ...
Pastoral Familiar
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  1. 1. PASTORAL FAMILIAR REGIONAL SUL 1 NUFESP• Casos Especiais• Ênfase na Segunda União Zuleica e João Abrahão
  2. 2. Como Iniciar a Missão • Encher-se do Espírito Santo; • Anunciar e Viver o Evangelho; • Exercer o ministério da visitação e da acolhida; . 2
  3. 3. Sacramento do Matrimônio União de Jesus Cristo com sua Igreja, efetivada na Eucaristia• Indubitavelmente e com toda segurança deixar claro que o sacramento do matrimônio é realidade santa e indissolúvel. É bem precioso da Igreja.• Família como Tesouro e Patrimônio da Humanidade (DA nº432) 3
  4. 4. • Jesus Cristo testemunhou “... que eu não deixe perecer nenhum daqueles que me deu...”(Jo 6,39) e, com fidelidade ao plano de Deus Pai de que ninguém pode escapar a este mistério de amor, desígnio de sua vontade, vivendo na fé ou não (Jo 15,9-17; Ef 1,9-10), assim determinou aos seus discípulos com “toda a autoridade que lhe fora dada no céu e na terra” (Mt 28,18), para que fossem “por todo o mundo pregar o Evangelho a toda criatura” (Mc 16, 15). 4
  5. 5. Todos os Homens tem o mesmo direito de salvação.(veja-se: “não são os que estão bem queprecisam do médico, mas sim os doentes” Mt9,12; “eu não vim chamar os justos, mas ospecadores” Mt 9,13; “a ovelha perdida” Mt18,12-14; “ o filho pródigo”, Lc 11-32; “ aSamaritana” Jo 4,1-42; “o bom pastor Jo10,1-21; “o bom samaritano”, Lc 10,25-37;“a mulher adúltera” Jo 8, 3-11 e outras Palavras de Jesus) 5
  6. 6. • Primeiras conclusões:• - Que o Sacramento do Matrimônio é, sem dúvida, indissolúvel (Mt, 19,3-9; Mc 10,2-9)• - Que Jesus Cristo não abandona nenhum de seus filhos, pois todos temos o mesmo direito de salvação;• - Que devemos dar atenção especial às situações especiais (FC nºs. 77ª 85, DA nº 437, “f”, Diretório nºs. 224 a 234 e 390 a 404 e Guia de Orientação para os Casos Especiais). 6
  7. 7. A Pastoral Familiar nos Casos EspeciaisOs Sub-Setores: Famílias em Situações Especiais e Casais em Situações Irregulares já foram, digamos, estudados.• Neste momento presente procuraremos refletir – Como a Pastoral Familiar pode trabalhar os casais em segunda união (Sub- Setor: Casais em Segunda União). 7
  8. 8. Casais em Segunda União• 01) – “Fonte”desta ação pastoral: “Familiaris Consortio”, nº 84;• 02) – Doutrina da Igreja Católica Apostólica Romana (documentos mais atuais):• a) “Familiaris Consortio”, nº 84: “A Igreja, contudo, reafirma a sua práxis, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir à comunhão eucarística os divorciados que contraíram nova união” – Papa João Paulo II (22.11.81);
  9. 9. • b) Catecismo da Igreja Católica edição típica vaticana: nºs. 1650 e 1651 (15.08.97);• c) Diretório da Pastoral Familiar Documento nº 79 da CNBB: nºs. 227 a 234 (2004);• d) Guia de Orientação para Casos Especiais – CNBB: pgs. 23, 24, 35 e 57 – (ed. 2005);
  10. 10. • e) “Sacramentum Caritatis”, nº 29: “O Sínodo dos Bispos confirmou a prática da Igreja, fundada na Sagrada Escritura (cf. Mc 10, 2-12), de não admitir aos sacramentos [eucaristia e penitência] os divorciados recasados, porque o seu estado e condição de vida contradizem objetivamente aquele união de amor entre Cristo e a Igreja, que é significada e realizada na Eucaristia”; Papa Bento XVI (22.02.2007).
  11. 11. • f) Documento de Aparecida, nº 437,letras “ j ” – “Acompanhar com cuidado,prudência e amor compassivo, seguindo asorientações do Magistério, os casais que vivemem situação irregular, tendo presente que aosdivorciados e novamente casados não lhes épermitido comungar” , e“ k “ – “Diante das petições de nulidade matrimonial,há de procurar que os Tribunais Eclesiásticos sejam acessíveis e tenham atuação correta e rápida”.
  12. 12. Exercício da Ação PastoralSe o Agente de Pastoral não estiver decididamente convencido da doutrina da Igreja nesse segmento de trabalho da Pastoral Familiar, deve o mesmo evitá-lo, pois poderá causar outras dúvidas e dificuldades. Há um grande perigo relativamente a estes indivíduos ensinando o que lhes vem na cabeça. Este trabalho exige muita cautela, bondade, acolhimento, mas além de tudo, da verdade cristã
  13. 13. Exercício da Ação PastoralEm razão da especialização de agentespara o trato com os casais em 2ª. Uniãoser deverás importante temos que, paranós, o despertar (1º Encontro ou Retiro)deve ser prioritariamente Diocesano e oacolher e acompanhar ser á nívelParoquial, ambos, evidentemente pelasrespectivas Equipes do Setor Casos Especiais
  14. 14. • Segunda conclusão:• - Fidelidade à Doutrina da Igreja;• - Especialização dos agentes para o trato com os casais em Segunda União;• - Conseguintemente o ‘despertar’ será prioritariamente Diocesano e o acolher e acompanhar será Paroquial, ambos pelas respectivas Equipes do Setor Casos Especiais.
  15. 15. Desenvolvimento de ação Pastoral Específica• O Diretório da Pastoral Familiar (nº 397) requer e o Guia de Orientação para os Casos Especiais desenvolve a acolhida e as diretrizes pastorais para os casais em segunda união (vide pgs. 30 a 43).• Existem vários trabalhos já desenvolvidos no nosso Regional Sul 1. TODOS SÃO IMPORTANTES.
  16. 16. Desenvolvimento de ação Pastoral Específica• Na Sub-Região SP-1 já foram realizados mais de 72 (setenta e dois) Encontros, no modelo do Bom Pastor. Também levamos e foi implantado esse modelo de trabalho para as cidades de Campinas, Santa Isabel, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcellos, Suzano, Mairiporã, Atibaia e outras cidades onde foram expostas as ações a serem desenvolvidas .
  17. 17. Encontro com Jesus, o Bom Pastor, para casais em segunda uniãoO padrão de trabalho acolhido pelaSub-Região Pastoral SP-1 foidesenvolvido a partir de modelo expostono Congresso Nacional realizado nacidade de Belém do Pará em 1996, e quefoi explanado por casal da PastoralFamiliar do Rio Grande do Sul.
  18. 18. Encontro com Jesus, o Bom Pastor, para casais em segunda uniãoO protótipo adaptado a realidade paulistana e paulista constou de uma agenda de 2 (dois) dias de atividades que foram divididas em 5 (cinco) campos de atuação:• FORMAL – MEDITAÇÃO - LÚDICO REFLEXIVO e LITÚRGICO.
  19. 19. Evangelização , Perseverança e Busca da Solução Eclesial { Tribunal Eclesiástico }• De nada adiante se ufanar de tantos e tantos encontros alcançados se não houver um trabalho a ser re-iniciado após o despertar pelo encontro. Esta fase é a mais importante das tarefas. É a continuidade.
  20. 20. Perseverar sempre• É um trabalho árduo, mas ao mesmo tempo deleitoso do exercício da vocação missionária, testemunhando, anunciando e levando as famílias recasadas a Boa Notícia de Jesus Cristo e de seu Reino (Cf. Mt 28,19-20). Perseverar é a semente, o broto o engajamento, a flor a solução eclesial e o fruto é o amor ao irmão.
  21. 21. A Continuidade• É a missão de evangelização a ser desenvolvida e que se fará por meio de reuniões mensais (ou mais freqüentes: decisão do grupo) e reuniões de formação pós-encontro agrupando todos os círculos procurando buscar: Integração; Conscientização; Troca de experiências; Estímulos à regulamentação (solução do sacramento no Tribunal Eclesiástico); Engajamento na própria Pastoral Familiar ou na Comunidade Paroquial, e outras.
  22. 22. Responsabilidade desta Ação Pastoral• Pastoral Familiar – Setor Casos Especiais• Uma ação pastoral próxima e atenta, não para julgar, mas para partilhar as dificuldades, bem assim para auxiliar a entender a vontade de Deus no dia-a-dia da vida desses casais.• O desenvolvimento deste trabalho deve ser sempre acompanhado pelo Assessor Eclesiástico da Diocese – bem designado e conhecedor da Pastoral Familiar.
  23. 23. Distorção• - Existe uma grande preocupação em que diversos grupos desejam autonomia própria, atuando em paralelo, desejosos de se tornarem Serviços ou denominar- se outra Pastoral, resistindo, pois, à articulação da Pastoral Familiar.• - Por analogia veja-se o teor dos nºs 375-376 do Diretório da Pastoral Familiar (Doc. n. 79 da CNBB).
  24. 24. Terceira conclusão:• Responsabilidade do Setor Casos Especiais da Pastoral Familiar• Perseverança / Evangelização;• Engajamento e Estímulo à regulamentação sacramental;• Cuidado com o perigo da distorção pastoral.
  25. 25. Comunhão Espiritual• “Alguns divorciados que voltaram a casar-se aceitam com sofrimento o fato de não poderem receber a comunhão sacramental e oferecem-no a Deus. Outros não compreendem esta restrição e vivem uma frustração interior” (XI Assembléia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos ao Povo de Deus – Cidade do Vaticano, 21.10.2005).
  26. 26. Campo de Atuação• PODEM FAZER: Participar dos Grupos Bíblicos de Reflexão, da Catequese, da Pastoral Familiar, do Ministério da Palavra, da Pastoral da Esperança, da Equipe de Canto Litúrgico, da Pastoral do Dízimo, etc. (pg. 21, texto em estudo da CNBB)• No tocante ao etc : Batismo, Crisma, Vicentinos, Pastoral da Criança, Legião de Maria, Pastoral da Saúde, Equipe de Festas, Pastorais Sociais...
  27. 27. Tratamento• Assim, é melhor dizer o que PODEM FAZER, no lugar do que “não podem fazer”, porque de regra, eles sabem muito bem o que não podem fazer.• TRATAMENTO:• - Casais Sacramentados• - Casais em Segunda União
  28. 28. Casais em Segunda União e os SacramentosReconciliação pelo Sacramento da Penitência que abrirá caminho à Comunhão Eucarística - NÃO- À evidencia, pois, que não devem ser nomeadosMinistros Extraordinários da Sagrada Comunhão.Só poderá se estiverem sinceramente dispostos auma forma de vida não mais em contradição com a indissolubilidade do matrimônio.
  29. 29. • Sacramento da Unção dos Enfermos – É o sacramento da salvação total.• O fiel católico em 2ª. União e que sofre de doença grave ou se encontra seriamente ameaçado pela fragilidade da velhice, ou mesmo, que esteja em perigo de vida, PODE.• Porém se recupera-se e continua sua vida em 2ª. união, o impedimento se restabelece e ele não pode nem confessar, nem comungar.• Este sacramento faz lembrar o princípio da caridade evangélica – Canon 1752: “A salvação das almas é a suprema lei da Igreja”.
  30. 30. Casais em Segunda União e os sacramentos• Sacramento do Batismo e Crisma• - Os pais em 2ª. União que desejam a vida cristã aos seus filhos, não devem ser privados de levá-los às águas do Batismo.• - É prática na Igreja não negar o Batismo aos filhos provenientes de qualquer tipo de união ou situação especial.
  31. 31. Casais em Segunda União e os sacramentos• Padrinhos de Batismo e Crisma• - atualmente há proibição de serem padrinhos.• - lembrar que eles não estão excomungados e que necessitam da Igreja e que a Igreja necessita deles;• - A lei eclesiástica tem de ser aplicada à luz do princípio da caridade evangélica.
  32. 32. Casais em Segunda União e os sacramentos• Padrinhos de Batismo e Crisma• O Pároco saberá quando um casal em 2ª. União, voltado para a prática da Igreja, estará em condições de educar na doutrina cristã seus afilhados, e solicitar a dispensa para serem padrinhos. Porém não esquecer que há proibição de serem padrinhos.
  33. 33. Casais em Segunda União e os Sacramentos• É que ninguém é perfeito neste mundo, nem os casais sacramentados o são.• Todos necessitam da misericórdia divina e da Igreja. Todos devem ser exortados à confiança em Deus e à conversão
  34. 34. Conclusões Finais• Comunhão Espiritual• Tratamento• Campo de Atuação• Relação com os Sacramentos
  35. 35. PASTORAL FAMILIAR REGIONAL SUL 1 NUFESPZuleica e João Abrahão Secretários da Pastoral Familiar Arquidiocesana Sub-Regional SP-1 – Membros do NufespTels. (11) 2255.7239, 2236.6999, 9900.9775 jaznabrahao@uol.com.br
  36. 36. Pastoral Familiar

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