Geografia Henrique37 Semi Geo A Caderno 3

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Geografia Henrique37 Semi Geo A Caderno 3

  1. 1. MIGRAÇÕES
  2. 2. MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS <ul><li>As migrações são os deslocamentos de grupos humanos que os afastam de suas residências habituais. </li></ul><ul><li>Esta definição permite englobar fenômenos demográficos muito diversos, pode estar associada a movimentos pacíficos ou beligerantes, voluntários ou involuntários. </li></ul>
  3. 3. O esquema dos processos migratórios
  4. 4. Correntes Migratórias
  5. 5. Migrações atuais <ul><li>O nomadismo; as migrações rural-urbanas; os refugiados de guerras, de catástrofes naturais, de perseguições políticas e da miséria. </li></ul><ul><li>Mas é a migração internacional de mão-de-obra o fenômeno de maior visibilidade e importância no atual contexto mundial. Na escala mundial, entre 1965 e 2005, o número de emigrantes internacionais aumentou de 75 milhões para 175 milhões, o que equivale a dizer que atualmente cerca de 3% da população mundial vive fora do seu país de origem. </li></ul>
  6. 6. FLUXO MIGRATÓRIO ATUAL
  7. 8. Principais causas motivadoras da migração internacional: <ul><li>A busca de melhores condições de vida para o individuo e sua família;   </li></ul><ul><li>Os conflitos políticos (que estimulam a migração transfronteiriça, bem como os deslocamentos dentro de um mesmo país); </li></ul><ul><li>O “êxodo de profissionais” ou migração dos jovens com formação educacional de países em desenvolvimento, para preencher as lacunas da força de trabalho nos países industrializados. </li></ul>
  8. 9. MIGRAÇÃO MUNDIAL
  9. 10. A emigração internacional deve ser considerada como um problema grave: <ul><li>Nos países receptores costuma ocorrer graves conflitos sociais e ressurgimento de ideologias raciais e fascistas (xenofobia). </li></ul><ul><li>Para os países emissores, ela implica freqüentemente a perda de mão-de-obra qualificada. </li></ul><ul><li>Mas o maior ônus é sofrido pelos próprios deslocados, uma vez que a situação pressupõe, geralmente, uma cisão familiar e cultural muito dolorosa. </li></ul><ul><li>Boa parte dos movimentos migratórios atuais são ilegais na qual o indivíduo se vê destituído de seus direitos fundamentais e é submetido à exploração de pessoas inescrupulosas. </li></ul>
  10. 11. Urbanização
  11. 12. O processo de urbanização <ul><li>A transferência da população do meio rural para as cidades dá-se de forma mais intensa após a Revolução Industrial. </li></ul><ul><li>No ano 2007, metade da humanidade residirá em cidades; em 2030, a população urbana representará o dobro da população rural. </li></ul><ul><li>Esta mudança revela um impressionante processo de concentração da população em grandes aglomerações. </li></ul>
  12. 13. Expansão da Urbanização
  13. 14. MAIORES CIDADES DO MUNDO
  14. 15. Quanto mais complexa a economia de um país ou de uma região, maior é a sua taxa de urbanização e os fluxos que as interligam criando o que se chama uma rede urbana.
  15. 16. A construção de uma sociedade urbanizada <ul><li>Nos países subdesenvolvimento , a urbanização se produziu sem o apoio prévio da industrialização e em ritmo descontrolado, de modo que o crescimento das cidades é hoje três vezes mais acelerado do que nos países industrializados. </li></ul><ul><li>Nos países desenvolvidos , principalmente nos Europeus, o processo de urbanização deu-se de forma gradual e estão ligados basicamente ao processo de industrialização. </li></ul>
  16. 17. Considera-se como &quot;função da cidade&quot; à atividade principal que leva a considerar esta ou aquela cidade &quot;especializada&quot; nessa mesma atividade. <ul><li>Função político-administrativa - Florianópolis </li></ul><ul><li>Função industrial - Joinville </li></ul><ul><li>Função comercial - Tubarão </li></ul><ul><li>Função religiosa – Nova Trento </li></ul><ul><li>Função turística (lazer) - Camboriu </li></ul>
  17. 18. Alguns conceitos de urbanização: <ul><li>Sítio Urbano: é a localização do espaço da cidade e sua relação com a geomorfologia local. </li></ul><ul><li>Conurbação: Ocorre no momento em que duas ou mais cidades, inicialmente separadas, crescem horizontalmente e se fundem fisicamente conservando, cada uma delas, sua autonomia. </li></ul><ul><li>Área metropolitana: É a área estabelecida entre uma cidade central e as cidades periféricas pela interligação física, política, econômica e social. </li></ul><ul><li>Megalópole: É a união de várias áreas metropolitanas como a de Nova Iorque a Virginia e a de Tóquio, Yokohama, Nagoya, a de Osaka, Kobe. </li></ul>
  18. 20. Problemas urbanos <ul><li>Poluição atmosférica </li></ul><ul><li>Poluição sonora </li></ul><ul><li>Poluição das águas </li></ul><ul><li>Poluição do solo por resíduos sólidos </li></ul><ul><li>Problemas sociais </li></ul><ul><li>Escassez de área verde </li></ul><ul><li>Perigo de epidemias </li></ul>
  19. 21. Economia
  20. 22. ECONOMIA ESTUDA PRODUÇÃO DISTRIBUIÇÃO CONSUMO DE BENS E SERVIÇOS A PRODUÇÃO DE BENS SEMPRE É FRUTO DO TRABALHO!
  21. 23. PEA: POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA <ul><li>O setor primário da economia: é a exploração dos bens da natureza como a agricultura, a pecuária, o extrativismo mineral, vegetal e animal. </li></ul><ul><li>O setor secundário: da economia corresponde às atividades de transformação de matéria prima em algo manufaturado ou elaborado ou ainda as transformações de um produto em outro. </li></ul><ul><li>O setor terciário : Composto por produção de bens imateriais (serviço em geral - transportes, comunicações, serviços públicos, comércio, bancos, oficinas, manutenção, etc.). </li></ul>
  22. 24. DIVISÃO SETORIAL DA FORÇA DE TRABALHO
  23. 26. REVOLUÇÃO INDUSTRIAL CRESCIMENTO POPULACIONAL MELHORIA DO BEM-ESTAR SOCIAL ÊXODO RURAL DEGRADAÇÃO AMBIENTAL A GRANDE TRANSFORMAÇÃO NA HISTÓRIA DA HUMANIDADE
  24. 27. A primeira revolução industrial <ul><li>Teve inicio, a partir de meados do século XVIII, na Inglaterra. </li></ul><ul><li>Algumas grandes invenções marcam essa nova etapa do desenvolvimento das forças produtivas como o tear e a máquina de fiar algodão, na indústria têxtil; a máquina a vapor, fundamental para a indústria e a ferrovia; e as novas técnicas de extração de carvão e de transformação do mesmo em coque (utilizado principalmente na indústria siderúrgica), que asseguraram as fontes necessárias de energia para o desenvolvimento industrial. </li></ul>
  25. 28. A segunda revolução industrial <ul><li>Inicia-se nas últimas décadas do século XIX com a invenção do motor de combustão interna, que daria lugar ao espetacular desenvolvimento da moderna indústria automobilística; a popularização do aço; a aplicação industrial e doméstica da energia elétrica e a invenção do telefone e do rádio que iniciou uma revolução no mundo das comunicações. </li></ul>
  26. 29. A terceira revolução industrial <ul><li>Iniciada em meados do século XX, caracterizou-se pela aparição dos computadores, a robotização e automação crescente dos processos industriais e administrativos. A mão-de-obra concentrada na indústria, até então o mais importante setor econômico, começou a diminuir em benefício do chamado setor terciário (serviços). </li></ul>
  27. 30. Uma questão dramática da terceira revolução industrial é o crescente desemprego que afeta quase todos os países do mundo. É o chamado desemprego estrutural por ser causado pela substituição da mão-de-obra pela automação e robotização da produção.
  28. 31. 1989- QUEDA DO MURO DE BERLIM 1991 – IMPLOSÃO DA URSS HEGEMONIA DO CAPITALISMO A globalização se faz por meio da acelerada eliminação de barreiras ao livre comércio entre as nações. INFORMÁTICA TELECOMUNICAÇÕES ROBOTIZAÇÃO AUTOMAÇÃO
  29. 32. O termo GLOBALIZAÇÃO surgiu para dar nome ao processo de expansão das grandes empresas existentes no mundo, principalmente as dos países mais ricos do Hemisfério Norte. As empresas multinacionais atuam em escala mundial e submetem ao seu processo produtivo muitas unidades fabris, independentemente de sua localização, nacionalidade ou propriedade. Interferem na condução das políticas industriais dos Estados e os tornam, muitas vezes, colaboradores no processo de industrialização.
  30. 33. As empresas transnacionais constituem o elemento impulsionador da globalização.
  31. 34. INDÚSTRIA <ul><li>A indústria é uma atividade econômica em que, através de um conjunto de equipamentos e processos técnicos, se procede à transformação das matérias-primas em produtos elaborados ou semi-elaborados (intermediários). </li></ul>
  32. 35. Indústrias de base: <ul><li>Incluem as indústrias de produção de energia e de produtos que estão na base de qualquer atividade industrial, como a siderurgia, a metalurgia e as petroquímicas. </li></ul>
  33. 36. Indústrias de bens de equipamento: <ul><li>formada por aquelas cujo produto final serve para equipar outras indústrias (ex. a indústria de maquinas);e as que produzem bens semi-elaborados (intermediários), que vão ser transformados em produtos finais em outras fábricas (ex. a indústria de fibras sintéticas). </li></ul>
  34. 37. Indústrias de bens de consumo: <ul><li>são aquelas cujos produtos finais vão diretamente para os mercados de consumo. </li></ul><ul><li>O setor industrial de bens de consumo é dividido em durável e não durável . </li></ul>
  35. 38. Bens de consumo durável (automóveis, eletrodomésticos, mobiliário) é aquele que a vida média do produto é de cerca de dois anos. Bens de consumo não duráveis (vestuário, produtos de limpeza, produtos alimentícios) são o produtos que sua utilização é quase imediata.
  36. 39. Os fatores de localização industrial influenciam e condicionam a localização das indústrias. Atualmente o fator locacional de uma industria varia conforme o setor, podendo privilegiar a maior facilidade de escoamento dos produtos, a disponibilidade de capitais, os incentivos fiscais ou a abundância de mão-de-obra.
  37. 40. <ul><li>As maiores concentrações industriais em escala mundial encontram-se nos países mais desenvolvidos , em particular nos Estados Unidos, na Europa (predominantemente os países da Europa Ocidental) e no Japão . </li></ul><ul><li>Nestas áreas concentram-se as maiorias das indústrias de bens de equipamento, uma vez que estas exigem infra-estruturas sofisticadas, tecnologia avançada e mão-de-obra qualificada, o que implica em vultuosos investimentos. </li></ul>
  38. 41. <ul><li>Nos países mais pobres , quando apresentam concentrações industriais, predominam as indústrias de bens de consumo, dependentes dos bens e tecnologia fornecidos pelos países mais desenvolvidos. </li></ul><ul><li>Estas indústrias não requerem grandes investimentos, em nível de infra-estruturas, tecnologias ou especialização de trabalhadores. As condições que favorecem a implantação de industria em países periféricos (subdesenvolvidos) são: mão-de-obra barata, legislação trabalhista flexível, inoperância ou inexistência de organizações sindicais e menor exigências em termos de proteção ambiental </li></ul>
  39. 43. Principais concentrações industriais:
  40. 44. Geografia Agrária
  41. 45. Espaço Rural BAIXA DENSIDADE ATIVIDADES PRIMÁRIAS HABITAT RURAL CONCENTRADO DISPERSO A REVOLUÇÃO DA AGRICULTURA RESULTADO: REVOLUÇÃO INDUSTRIAL Revolução Verde
  42. 46. Revolução Verde MÉTODOS/TÉCNICAS AUMENTO DA PRODUTIVIDADE AUMENTO DA RENTABILIDADE DO TRABALHO E DOS SOLOS ISTO É: INVESTIMENTO DE CAPITAL INSUMOS AGRÍCOLAS: ADUBOS FERTILIZANTES PESTICIDAS SEMENTES SELECIONADAS IMPLEMENTOS AGRÍCOLAS: TRATORES ARADOS COLHEDEIRAS
  43. 47. Transgênicos <ul><li>Atualmente estamos vivendo o limiar de uma segunda Revolução Verde com o desenvolvimento da engenharia genética e da biotecnologia. </li></ul><ul><li>A diferença básica entre a engenharia genética e a agropecuária convencional é que os produtores convencionais transferem genes entre subespécies que naturalmente se cruzam, ao passo que a engenharia genética permite que os biólogos introduzam, no genoma de uma planta um gene completamente novo e exótico. </li></ul>
  44. 48. Argumentos contra: Não há estudos conclusivos sobre os efeitos na saúde e no meio ambiente. O mercado consumidor faz restrições ao consumo de produtos transgênicos. Os agricultores ficariam reféns dos fornecedores de sementes.
  45. 49. Argumentos a favor: O custo de produção seria menor, porque requer menos agrotóxico. A produtividade seria maior, aumentando a competitividade internacional. Mais barato, os transgênicos poderiam ajudar a aplacar a fome no mundo
  46. 51. Fome e subnutrição <ul><li>A produção de alimentos é suficiente para suprir as necessidades alimentares da população mundial. A partir da Segunda Grande Guerra, a produção global de alimentos superou largamente o crescimento da população. </li></ul><ul><li>Mas a fome é uma dura realidade. Quase um bilhão de pessoas, no mundo inteiro, carecem de alimentos suficientes para desenvolver uma vida ativa e saudável. </li></ul><ul><li>A fome está, pois, relacionada à ineficácia dos mecanismos de distribuição dos produtos alimentícios pelo mercado mundial e da baixa renda dos países periféricos. </li></ul>
  47. 53. SISTEMAS AGRÁRIOS MÉTODOS OBJETIVOS RENDIMENTOS TRADICIONAL MODERNA SUBSISTÊNCIA MERCADO BAIXA RENDA ESPECULATIVA
  48. 54. SISTEMAS AGRÁRIOS TRADICIONAIS <ul><li>Tem como base a produção diversificada (policultura), que visa a suprir as necessidades básicas da unidade de trabalho familiar. </li></ul><ul><li>Uma de suas principais características é o atraso técnico e tecnológico que implica pouca produção, tanto em área quanto por trabalhador. </li></ul><ul><li>As unidades produtivas são de pequena extensão territorial e tendem a se transformar em minifúndios com o crescimento da família. </li></ul><ul><li>Encontra em franca decadência no mundo inteiro. </li></ul>
  49. 56. AGRICULTURA DE PLANTATION <ul><li>A plantation é uma grande propriedade, situada em região tropical ou subtropical onde se cultiva, com fins comerciais, em regime de monocultura, produtos tropicais. </li></ul><ul><li>A mão-de-obra é assalariada temporária (bóia fria), à exceção da direção e dos altos funcionários, que costumam ser trabalhadores permanentes . </li></ul><ul><li>Os produtos que melhor representam este tipo de agricultura são: o café, a cana-de-açúcar, a banana, a seringueira, o cacau, o coco, o amendoim, o algodão, o tabaco e as frutas cítricas entre outras culturas. </li></ul>
  50. 58. AGRICULTURA EUROPÉIA <ul><li>Empresa de caráter familiar, com explorações de tamanho médio e altamente capitalizadas. </li></ul><ul><li>   </li></ul><ul><li>A agricultura européia constitui fonte de renda de poucas famílias, a ela dedicam-se, em média, menos de 8% da população economicamente ativa e é uma das mais protegidas do mundo. </li></ul>
  51. 60. Agricultura industrial dos EUA <ul><li>A exploração americana é de caráter familiar, mas é gerida como empresa, quase como uma indústria, daí ser chamada de agricultura industrial. </li></ul><ul><li>Os mecanismos protecionistas disponibilizados pelo governo (preços mínimos internos, barreiras alfandegárias e sanitárias, subsídios diretos) garantem a manutenção dos preços agrícolas em cotações bastante elevadas, permitindo que a maioria das propriedades obtenha rendimentos elevados. </li></ul><ul><li>Uma importante característica da agricultura americana é o seu alto grau de especialização regional, criando áreas de predomínio de poucos tipos de culturas, os famosos cinturões agrícolas (Belt). </li></ul>
  52. 62. Cinturões Agrícolas (Belts)
  53. 63. Os 10 principais exportadores e importadores de produtos agrícolas, 2001
  54. 64. Protecionismo <ul><li>A famosa PAC, a Política Agrícola Comum da União Européia e a Farm Bill ( lei agrícola dos EUA) são políticas de subsídio que prejudica muito a agricultura do mundo subdesenvolvido pois impede uma concorrência leal. </li></ul>
  55. 65. As reformas agrárias <ul><li>Com o capitalismo surgiu o direito à propriedade privada da terra, mas apenas por parte de quem tivesse dinheiro, capital, para se apropriar dela. </li></ul><ul><li>Apesar das várias iniciativas para melhorar a distribuição da propriedade fundiária o problema persiste principalmente no mundo subdesenvolvido </li></ul><ul><li>A concentração da propriedade da terra nesses países é a causa geradora de inúmeros outros problemas que acabam afetando toda sociedade, como: o êxodo rural, que gera enormes aglomerados de pobres nas cidades, a fome, a concentração de renda e de riqueza e o desemprego. </li></ul>
  56. 66. Impacto ambiental <ul><li>Uma das conseqüências da atividade agrícola, desde seus primórdios é a erosão e a destruição dos solos. Esse processo se intensifica com as práticas de explorações agressivas e com o uso maciço das técnicas agrícolas. O emprego abusivo de adubos e pesticida contamina o solo e a água de tal modo que chega a ser nocivo o consumo de determinados produtos. </li></ul><ul><li>A sociedade atual deve ter como meta o desenvolvimento de políticas conservacionistas para o meio rural de modo que viabilize uma exploração racional com o menor impacto possível no meio ambiente. Essa postura tem nome: desenvolvimento sustentável . </li></ul>
  57. 67. FONTES DE ENERGIA
  58. 68. Fontes de Energia A libertação definitiva é alcançada com o barateamento do custo do transporte, com a produção de energia e seu transporte a longas distâncias, o que só vem a acontecer no século XX. época pré-industrial fontes de energia renováveis fator de localização fundamental revolução industrial invenção da Máquina a vapor passou a se libertar dessa dependência tão restrita
  59. 69. A produção de eletricidade necessita de outras fontes de energia, das quais não pode prescindir. Duas são as fontes básicas de energia para a produção elétrica: a fonte hidroelétrica e a termoelétrica . Fóssil Petróleo Gás Carvão Biomassa Energia Nuclear Energia Renováveis Hidráulica Solar Eólica As fontes de energia da Terra
  60. 70. Principais países exportadores do petróleo, quantidades em milhão de barril por dia
  61. 71. Principais países importadores do petróleo, quantidades em milhão de barril por dia
  62. 72. Principais países produtores ou importadores do carvão (2000) Milhão de toneladas por ano.
  63. 74. Principais países produtores ou exportadores do gás natural, quantidades em 109 ft3 por ano (ver Nota abaixo), dados de 2000
  64. 76. ESTRUTURA E EVOLUÇÃO DO CONSUMO POR ÁREAS ECONÔMICAS E GEOGRÁFICAS Consumo mundial de Energia Primária Estados Unidos-25,4% CEI(ex-URSS) (11%) China (10,4%) Japão (6%) Alemanha (4,1%) França (2,9%) Inglaterra (2,8%) Canadá (2,7%) Coréia do Sul (2%) Itália (1,9%). Os países desenvolvidos, com 25% da população mundial, consomem 75% do total da energia primária. As regiões mais populosas e pobres do mundo possuem baixos níveis de consumo: América do Sul e Central (4%), África (3%), Índia (3%).
  65. 79. O consumo por habitante em Tep(Toneladas Equivalentes de Petróleo) é distribuído da seguinte forma
  66. 80. Os dados evidenciam, mais uma vez, a relação existente entre desenvolvimento e consumo energético. <ul><li>No entanto, a evolução do crescimento da população e o necessário desenvolvimento dos países com menor consumo de energia, onde se concentram 75% da população mundial, farão com que a duração das reservas diminua progressivamente, o que resultará no esgotamento do petróleo e do gás natural, apesar dos avanços na pesquisa e na extração em grandes profundidades aumentarem as reservas exploráveis. </li></ul>
  67. 81. CONCLUSÃO <ul><li>A longo prazo, é necessário dispor de outras fontes de energia confiáveis, limpas, inesgotáveis, a um custo acessível para todas as economias, permitindo sua utilização por toda a humanidade. </li></ul>

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