Educação Física
Dança da Idade Média
   
● Colégio Estadual José Rodrigues Naves
● Data: 12/09/13
● Série: 1”B”
● Turno: Matutino
● Alunos: Andressa Rolindo; n...
   
   
Dança da Idade Média
Durante a Idade Média, aproximadamente do século V até o 
século XIV, o cristianismo tornou­se a ...
   
Quando ocorreu a peste negra, uma epidemia que causou a 
morte de um quarto da população, o povo cantava e dançava 
fr...
   
Com a decadência do Império Romano os costumes sociais, 
inclusive as danças, foram se tornando licenciosos, o que 
ge...
   
Da Idade Média vale citar a dança mourisca surgida, segundo 
alguns autores, no século VIII, de acordo com outros no s...
   
A transformação da dança coletiva em idéias macabras 
resultou do antiqüíssimo e universal conceito de que a dança 
te...
   
A dança do flautista da cidade de Hamelin impelia homens e 
crianças, que levados por uma alucinação mórbida saíam a 
...
   
A pintura deixou inúmeras ilustrações que mostravam 
esqueletos se movimentando, apavorando uma população 
pateticamen...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Slide

182 visualizações

Publicada em

1 comentário
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Este trabalho foi muito inspirador para mim pois através dele eu fiz novas descobertas que me ajudarão a ser uma pessoa melhor no futuro.... Agradeço aos meus amigos que me ajudaram a fazer esse trabalho, pois sem eles não seria possível realizar esse projeto......... Agradeço especialmente as minhaa amigas Andressa, Larissy e Pollyanna que foram fundamentais nesse trabalho........... espero que gostem do nosso trabalho......... Obigada
       Responder 
    Tem certeza que deseja  Sim  Não
    Insira sua mensagem aqui
  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
182
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
29
Comentários
1
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Slide

  1. 1.     Educação Física Dança da Idade Média
  2. 2.     ● Colégio Estadual José Rodrigues Naves ● Data: 12/09/13 ● Série: 1”B” ● Turno: Matutino ● Alunos: Andressa Rolindo; n: 05 ● Larissy Rocha; n:17 ● Ludimilla Dourado; n:22  ● Nayara Pinheiro; n:31 ● Pollyanna Crystinna. n:38
  3. 3.    
  4. 4.     Dança da Idade Média Durante a Idade Média, aproximadamente do século V até o  século XIV, o cristianismo tornou­se a força mais influente  na  Europa.  Foram  proibidas  as  danças  teatrais,  por  representantes  da  Igreja,  pois  algumas  delas  apresentavam  movimentos muito sensuais. Mas os dançarinos ambulantes  continuaram a se apresentar nas feiras e aldeias mantendo a  dança teatral viva. Em torno do século XIV, as associações  de artesãos promoviam a representação de elaboradas peças  religiosas,  nas  quais  a  dança  era  uma  das  partes  mais  populares. 
  5. 5.     Quando ocorreu a peste negra, uma epidemia que causou a  morte de um quarto da população, o povo cantava e dançava  freneticamente  nos  cemitérios;  eles  acreditavam  que  essas  encenações  afastavam  os  demônios  e  impediam  que  os  mortos  saíssem  dos  túmulos  e  espalhassem  a  doença.  Isto  ocorreu no século XIV.  Durante toda a Idade Média, os europeus continuaram a  festejar casamentos, feriados e outras ocasiões festivas com  danças folclóricas, como a dança da corrente, que começou  com os camponeses e foi adotada pela nobreza, numa forma  mais requintada, sendo chamada de carola. No final da Idade  Média a dança tornou­se parte de todos os acontecimentos  festivos. 
  6. 6.     Com a decadência do Império Romano os costumes sociais,  inclusive as danças, foram se tornando licenciosos, o que  gerou uma desconfiança e uma condenação, por parte dos  cristãos, que perdurou mais de mil anos. Quando o  cristianismo foi oficializado a perseguição à dança, muito  mais acentuada, foi tão persistente quanto inútil. Apesar de  proibido, como impedir qualquer povo de dançar? Foi o  desenvolvimento do ballet clássico, no sentido de uma arte  cada vez mais espiritualizada, cujo clímax foi atingido no  período romântico, que rompeu, em grande dimensão, as  restrições da igreja à dança . Os bárbaros, amantes das festas  dançadas, contribuíram para sua manutenção, assim como  aconteceu com o Teatro Popular Medieval, através dos  gêneros teatrais “farsas, mistérios e moralidades”
  7. 7.     Da Idade Média vale citar a dança mourisca surgida, segundo  alguns autores, no século VIII, de acordo com outros no século  XI. Reproduzia­se nela a primitiva dança de armas na forma de  uma batalha entre mouros e cristãos, dança ainda hoje  executada, base de várias de nossas manifestações dançadas  como as “Cheganças” e as “Cavalhadas”.  E base da encenação que deu origem ao ballet. Um elo do ballet  com o Brasil? Paradoxalmente, considerando a repressão cristã,  as guerras, pestes, insegurança, pânico e confusão que  marcaram o desmantelamento do mundo feudal, as condições  de vida do fim da Idade Média foram expressas através do que  se convencionou chamar “dançomania”, movimento composto  pela tarantela, a única das danças que celebrava a vida, pela  dança de São Vito ou São Guido, pela dança do flautista de  Hamelin e pela dança macabra. 
  8. 8.     A transformação da dança coletiva em idéias macabras  resultou do antiqüíssimo e universal conceito de que a dança  teria o poder de permitir a comunicação com os mortos, com  o não menos antigo, de que os mortos se movimentam em  alguma outra existência ou outro mundo. Encontra­se uma  frase do século III, escrita por um rei de Meca: “O que sois,  fomos; o que somos sereis”. Esse ditado alcançou o  Ocidente fazendo com que, séculos depois, tenha originado  a dança macabra. A palavra macabra vem de “kabr”, que  significa tumba, e “mák”, que quer dizer cemitério. É justo  supor, portanto, que tanto a palavra quanto a dança são de  origem árabe. A dança de São Vito ou São Guido é descrita  como parte de uma cerimônia mórbida em que, no quarto de  um moribundo, o dançarino executava uma dança em  desarmonia com o corpo, composta de movimentos  convulsivos e espasmódicos, até começar a babar e perder a  consciência. 
  9. 9.     A dança do flautista da cidade de Hamelin impelia homens e  crianças, que levados por uma alucinação mórbida saíam a  pé, carregando ramos e círios, até sofrerem sérias  conseqüências ou morrerem de esgotamento pelo esforço  despendido. Para a lenda de Hamelin, na qual os meninos  eram atraídos à montanha pela música de um flautista não  houve mais que um passo. á a tarantela, muito dançada até  hoje, parte integrante de grande parte dos ballets de  repertório do século XIX, exibia a alegria e a extroversão do  italiano. Originou­se, provavelmente, do torpor produzido  pela mordida da aranha Lycosa Tarentula e, segundo consta,  o movimento frenético da dança, tinha a propriedade de  expelir através do suor o veneno do animal. Os nomes, tanto  da aranha quanto da dança derivaram da cidade de Tarentum.  A esse movimento se chamou “tarantismo”. 
  10. 10.     A pintura deixou inúmeras ilustrações que mostravam  esqueletos se movimentando, apavorando uma população  pateticamente desorganizada, de maneira democrática,  arrastando atrás de si pobres e ricos, clérigos e poderosos.  Mas foi o Teatro Religioso Popular que, organizando desfiles  de arcos triunfais e cortejos a cavalo ou a pé, deu origem ao  “travestimento”, gênero literário ao som de cujas canções se  cantava e dançava a “ canzone a ballo ”. Esses cortejos  chegaram aos salões da nova classe social que ascendia ao  poder com o nome de “ trionfi ”, uma tentativa de reproduzir  a chegada em triunfo dos antigos imperadores romanos.  Revia­se a civilização greco­romana, chegava­se à  Renascença, sobretudo em Florença. Uma vez introduzido  nos salões, o grande baile popular transformou­se num baile  menor: o “ balletto ”. 

×