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N-1693 REV. E JAN / 2004
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 4 páginas
CRITÉRIO PARA PADRONIZAÇÃO DE
MATERIAL DE TUBULAÇÃO
CONTEC SC-17
Tubulação
2ª Emenda
Esta é a 2ª Emenda da Norma PETROBRAS N-1693 REV. E, devendo ser grampeada na
frente da Norma e se destina a modificar o seu texto nas partes indicadas a seguir.
No Capítulo 2, Documentos Complementares:
Excluir as normas:
API SPEC 6D - Petroleum and Natural Gas Industries Pipeline
Transportation Systems;
API STD 600 - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and
Natural Gas Industries;
API STD 602 - Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded,
Welding and Extended Body-Ends.
Incluir as normas:
ISO 10434 (API STD 600) - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and
Natural Gas Industries;
ISO 14313 (API SPEC 6D) - Petroleum and Natural gas Industries - Pipeline
Transportation Systems - Pipeline Valves;
Alterar a norma:
De:
ISO 15761 - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN
100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas
Industries.
Para:
ISO 15761 (API STD 602) - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN
100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas
Industries.
Substituir as TABELAS 13, 14 e 16 conforme a seguir:
N-1693 REV. E JAN / 2004
2ª Emenda
2
TABELA 13 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS
1/2” A 1 1/2”
Bloqueio Regulagem Retenção Bloqueio
Gaveta Globo Portinhola/Pistão (ver Nota 1) Esfera/Macho
Diâmetro 1/2” - 1 1/2”
Aplicação Classe Corpo
Internos
(ver Nota 2)
Corpo
Internos
(ver Nota 2)
200 Bronze ASTM B 62 Bronze ASTM B 62
300 Bronze ASTM B 61
Bronze
ASTM B 61
AFO ASTM
A 182 Gr. F6a
800 AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
Água
1 500 AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304 /
2)
Stellite®
VAPOR ATÉ 400 °C AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304 / Stellite®
Hidrocarbonetos até
400 °C sem H2S
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
Hidrocarbonetos até
400 °C com H2S
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos
corrosivos em alta
temperatura até 540 °C
AFO ASTM A 182
Gr. F5a
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos com
ácido naftênico
AFO ASTM A 182
Gr. F317L
AFO ASTM A 182
Gr. F317L
Vapor a alta pressão
AFO ASTM A 182
Gr. F11
AFO ASTM A 182
Gr. F304 / Stellite®
Gás natural à baixa
temperatura até - 29 °C
AFO ASTM A 350
Gr. LF2
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 350
Gr. LF2
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 29 °C
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 45 °C
AFO ASTM A 350
Gr. LF2
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 350
Gr. LF2
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 60 °C
AFO ASTM A 350
Gr. LF3
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 350
Gr. LF3
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos até
150 °C sem H2S
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
Hidrocarbonetos até
150 °C com H2S
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Notas: 1) Usar o tipo portinhola, somente para água na classe 200.
2) Como alternativa para os internos da válvula pode ser aceita a especificação
AISI equivalente.
2
STELLITE é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e
sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa
uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente,
desde que conduza a resultado igual.
N-1693 REV. E JAN / 2004
2ª Emenda
3
TABELA 14 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS 2”
E MAIORES
Bloqueio Retenção Bloqueio
Gaveta Globo/Portinhola Esfera/Macho
Diâmetro 2” e
Maiores
Aplicação Classe Corpo Internos Corpo Internos Corpo Internos
125
FFU ASTM A 126
Cl. B
FFU ASTM
A 126 Cl. B
Bronze
ASTM B 62
FFU ASTM
A 126 Cl. B
Bronze ASTM B 62
150
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
Bronze ASTM B 62
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
Bronze ASTM B 62
250
FFU ASTM A 126
Cl. B
Bronze ASTM B 61
FFU ASTM
A 126 Cl. B
Bronze ASTM B 61
900
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182 Gr.
F6a/Stellite®
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a/Stellite®
Água
1 500
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182 Gr.
F6a/Stellite®
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a/Stellite®
Vapor até 400 °C
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182 Gr.
F304/Stellite®
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304/Stellite®
Hidrocarbonetos até
400 °C sem H2S
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
Hidrocarbonetos até
400 °C com H2S
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos
corrosivos em alta
temperatura até 540 °C
AL ASTM A 217
Gr. C5
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AL ASTM A 217
Gr. C5
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos com
ácido naftênico
AFU ASTM A 351
Gr. CG8M
AFO ASTM A 182
Gr. F317L
AFU ASTM A 351
Gr. CG8M
AFO ASTM A 182
Gr. F317L
Vapor a alta pressão
AL ASTM A 217
Gr. WC6
AFO ASTM A 182
Gr. F304/Stellite®
AL ASTM A 217
Gr. WC6
AFO ASTM A 182
Gr. F304/Stellite®
Gás natural à baixa
temperatura até - 29 °C
AFU ASTM A 352
Gr. LCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 352
Gr. LCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 29 °C
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 45 °C
AFU ASTM A 352
Gr. LCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 352
Gr. LCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 352
Gr. LCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 60 °C
AFU ASTM A 352
Gr. LC3
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 352
Gr. LC3
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 352
Gr. LC3
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos até
150 °C sem H2S
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
Hidrocarbonetos até
150 °C com H2S
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Nota: Como alternativa para os internos de válvula podem ser aceita a especificação
AISI equivalente.
N-1693 REV. E JAN / 2004
2ª Emenda
4
TABELA 16 - NORMAS DIMENSIONAIS PARA VÁLVULAS
Material do Corpo e Extremidades da Válvula
Bronze Ferro Fundido Aço Fundido Aço ForjadoTipo de
Válvula
Rosca Flange “WAFER” Flange
Solda de
Topo
Encaixe de solda
Gaveta MSS SP-70 ISO 10434 (ver Nota 1)
Globo CEN EN 13789 BSI BS 1873 ISO 15761 (Ver Nota 2)
Retenção
MSS SP-80
MSS SP-71 API STD 594 BSI BS 1868
Esfera
ISO 14313
(Ver Nota 3)
BSI BS 5351
Borboleta API STD 609
Macho API STD 599
Notas: 1) Esta norma é baseada na norma API STD 600.
2) Esta norma é baseada na norma API STD 602.
3) Esta norma é baseada na norma API SPEC 6D.
_____________
N-1693 REV. E SET / 2003
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 22 páginas e Índice de Revisões
CRITÉRIOS PARA PADRONIZAÇÃO
DE MATERIAL DE TUBULAÇÃO
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do
texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o
responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.
CONTEC
Comissão de Normas
Técnicas
Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve
ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo
Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da
PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter
não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].
SC - 17
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
CONTEC - Subcomissão Autora.
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o
item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica.
As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.
Tubulação
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO
S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução
para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa
autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação
pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades
cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de
Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.”
Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs
(formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e
as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a
revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para
ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em
conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas
Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
N-1693 REV. E SET / 2003
2
1 OBJETIVO
1.1 Esta Norma estabelece os critérios para padronização dos materiais de tubulação a
serem usados nas classes de pressão 125, 150, 250, 300, 600, 900 e 1 500, nas instalações
da PETROBRAS, compreendendo:
a) instalações terrestres e marítimas de perfuração e produção;
b) instalações de processo e utilidades em refinarias;
c) parques de armazenamento em refinarias;
d) estações de bombeamento, compressão e medição de oleodutos/gasodutos
em refinarias;
e) tubovias dentro dos limites de refinarias;
f) drenagem industrial;
g) oleodutos, gasodutos, bases de armazenamento e terminais (incluindo
estações de bombeamento, compressão e medição, parques de
armazenamento, estações de tratamento de efluentes) em áreas fora de
refinaria.
1.2 Esta Norma não se aplica a tubulações que pertençam aos seguintes sistemas:
a) instrumentação e controle;
b) despejos industriais;
c) tubulações pertencentes a equipamentos fornecidos por sistema de pacote
(compactos).
1.3 Esta Norma se aplica a projetos para a PETROBRAS, iniciados a partir da data de sua
edição.
1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.
2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES
Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma.
PETROBRAS N-57 - Projeto Mecânico de Tubulação Industrial;
PETROBRAS N-76 - Materiais de Tubulação;
PETROBRAS N-115 - Montagem de Tubulações Metálicas;
PETROBRAS N-381 - Execução de Desenho e Outros Documentos Técnicos
em Geral;
PETROBRAS N-1647 - Material para Tubulação - Folha de Padronização;
PETROBRAS N-1673 - Critérios de Cálculo Mecânico de Tubulação;
PETROBRAS N-1706 - Projeto de Vaso de Pressão para Serviço com H2S;
PETROBRAS N-1744 - Projeto de Oleodutos e Gasodutos Terrestres;
PETROBRAS N-2232 - Válvula Gaveta de Aço Fundido e Forjado;
PETROBRAS N-2247 - Válvula Esfera em Aço para Uso Geral e Fire Safe;
PETROBRAS N-2296 - Válvula de Retenção Tipo Portinhola Flangeada de
Aço Fundido;
PETROBRAS N-2299 - Válvula de Retenção Wafer Tipo Portinhola Dupla e
Simples;
PETROBRAS N-2444 - Material de Tubulação para Dutos, Bases, Terminais e
Estações;
N-1693 REV. E SET / 2003
3
ABNT NBR 5893 - Papelão Hidráulico para Uso Universal e Alta Pressão
(Material para Juntas);
ABNT NBR 7669 - Conexão de Ferro Fundido Cinzento;
ISO 15761 - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100
and Smaller for the Petroleum and Natural Gas
Industries;
API RP 14E - Design and Installation of Offshore Production Platform
Piping Systems;
API SPEC 5L - Specification for Line Pipe;
API SPEC 6A - Wellhead and Christmas Tree Equipment;
API SPEC 6D - Petroleum and Natural Gas Industries Pipeline
Transportation Systems;
API STD 594 - Check Valves: Wafer, Wafer-Lug and Double Flanged
Type;
API STD 599 - Metal Plug Valves - Flanged, Threaded and Welding
Ends;
API STD 600 - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and
Natural Gas Industries;
API STD 602 - Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded,
Welding and Extended Body-Ends;
API STD 609 - Butterfly Valves: Double Flanged, Lug-and
Water-Type;
ASME B1.1 - Unified Inch Screw Threads (UN and UNR Thread
Form);
ASME B1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (Inch);
ASME B16.1 - Cast Iron Pipe Flanges and Flanged Fittings Classes
25, 125 and 250;
ASME B16.3 - Malleable Iron Threaded Fitting Classes 150 and 300;
ASME B16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings NPS 1/2 Through
NPS 24;
ASME B16.9 - Factory - Made Wrought Steel Buttwelding Fittings;
ASME B16.10 - Face-to-Face and End-to-End Dimensions of Valves;
ASME B16.11 - Forged Fittings, Socket - Welding and Threaded;
ASME B16.14 - Ferrous Pipe Plugs, Bushings and Locknuts with Pipe
Threads;
ASME B16.15 - Cast Bronze Threaded Fittings Classes 125 and 250;
ASME B16.20 - Metallic Gaskets for Pipe Flanges Ring-Joint, Spiral-
Wound and Jacketed;
ASME B16.21 - Nonmetallic Flat Gaskets for Pipe Flanges;
ASME B16.24 - Cast Copper Alloy Pipe Flanges and Flanged Fittings
Class 150, 300, 400, 600, 900, 1500 and 2500;
ASME B16.25 - Buttwelding Ends;
ASME B16.28 - Wrought Steel Buttwelding Short Radius Elbows and
Returns;
ASME B16.34 - Valves-Flanged, Threaded and Welding End;
ASME B16.39 - Malleable Iron Threaded Pipe Unions Classes 150,
250 and 300;
ASME B16.47 - Large Diameter Steel Flanges NPS 26 Through
NPS 60;
ASME B18.2.1 - Square and Hex Bolts and Screws (Inch Series);
ASME B18.2.2 - Square and Hex Nuts (Inch Series);
ASME B31.3 - Process Piping;
ASME B31.4 - Pipeline Transportation Systems for Liquid
Hydrocarbons and Other Liquids;
ASME B31.8 - Gas Transmission and Distribution Piping Systems;
ASME B36.10 - Welded and Seamless Wrought Steel Pipe;
ASME B36.19 - Stainless Steel Pipe;
N-1693 REV. E SET / 2003
4
ASME B46.1 - Surface Texture (Surface Roughness, Waviness and
Lay);
ASME BPVC - Boiler and Pressure Vessel Code, Section VIII,
Division I;
BSI BS 1868 - Steel Check Valves (Flanged and Butt-Welding Ends)
for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries;
BSI BS 1873 - Steel Globe and Globe Stop and Check Valves
(Flanged and Butt-Welding Ends) for the Petroleum,
Petrochemical and Allied Industries;
BSI BS 5159 - Cast Iron and Carbon Steel Ball Valves for General
Purposes;
BSI BS 5351 - Steel Ball Valves for the Petroleum, Petrochemical and
Allied Industries;
CEN EN 13789 - Industrial Valves. Cast Iron Globe Valves;
MSS SP-6 - Standard Finishes for Contact Faces of Pipe Flanges
and Connecting - End Flanges of Valves and Fittings;
MSS SP-43 - Wrought Stainless Steel Butt-Welding Fittings;
MSS SP-70 - Cast Iron Gate Valves, Flanged and Threaded Ends;
MSS SP-71 - Gray Iron Swing Check Valves, Flanged and Threaded
Ends;
MSS SP-80 - Bronze Gate, Globe, Angle and Check Valves;
MSS SP-83 - Class 3 000 Steel Pipe Unions, Socket-Welding and
Threaded;
MSS SP-97 - Integrally Reinforced Forged Branch Outlet Fittings -
Socket Welding, Threaded and Buttwelding Ends.
3 CONDIÇÕES GERAIS
Antes da elaboração de uma nova padronização de material de tubulação deve ser
verificado se o serviço em questão já está contemplado nas normas PETROBRAS N-76 ou
N-2444.
3.1 Elaboração
A padronização de material de tubulação deve ser elaborada utilizando o formulário da
norma PETROBRAS N-1647.
3.2 Itens Especiais
Itens especiais de materiais de tubulação que não consigam ser designados no formulário
padronizado pela norma PETROBRAS N-1647 (não cobertos no preenchimento do
formulário), devem ser emitidos em folhas específicas, conforme formulário adequado,
padronizado pela norma PETROBRAS N-381.
3.3 Corrosão Admissível
Deve ser considerada uma sobreespessura mínima para a corrosão conforme determinado
nas normas PETROBRAS N-1673 ou N-1744.
N-1693 REV. E SET / 2003
5
3.4 Serviço com Hidrocarbonetos
Não é permitido o uso de conexões roscadas, flange sobreposto e uniões.
3.5 Serviços com Hidrogênio, Ácido Sulfídrico (H2S) e Ácido Fluorídrico (HF)
Todas as soldas devem ser de penetração total, não sendo permitido o uso de tubos e
acessórios com solda de encaixe ou rosca.
3.6 Tubulações de Pequeno Diâmetro
Devem ser consideradas a definição e os critérios da norma PETROBRAS N-57.
4 TUBOS DE CONDUÇÃO
4.1 Ferro Fundido
Os tubos de ferro fundido devem ser utilizados apenas para sistemas de drenagem, em
linhas enterradas, usando ferro fundido centrifugado com junta elástica, conforme norma
ABNT NBR 7669.
4.2 Aços-Carbono e Aços-Liga
4.2.1 Os tubos de aços-carbono e aços-liga, nos diâmetros nominais até 80”, devem
atender à norma dimensional ASME B36.10, observando-se os seguintes critérios:
a) não devem ser adotados os diâmetros nominais de 1/8”, 3/8”, 1 1/4”, 3 1/2”, 5”
e 7”;
b) o emprego de tubos com diâmetros nominais de 22”, 28”, 32”, 34”, 38”, 40”, 44”
e 46”, deve ser precedido de análise econômica, sujeito à aprovação da
PETROBRAS;
c) tubos de 2 1/2” devem ser utilizados apenas em sistemas de combate a
incêndio.
4.2.2 As espessuras de tubos para os diâmetros nominais até 10” devem ser designadas
pela série (“schedule”) ou pelas siglas correspondentes à indicação de parede (STD), (XS) e
(XXS) ou pela espessura em polegadas quando necessário; para diâmetros nominais iguais
ou superiores a 12” as espessuras devem, preferencialmente, ser designadas em
polegadas.
4.3 Aços Inoxidáveis
4.3.1 Os tubos em aço inoxidável nos diâmetros nominais até 30” devem atender à norma
dimensional ASME B36.19, observando-se os critérios citados no item 4.2.1.
4.3.2 Quando a espessura não constar da norma ASME B36.19, deve ser utilizada a norma
ASME B36.10 (exceto para tubos ASTM A 409).
N-1693 REV. E SET / 2003
6
4.4 Espessura de Parede
O critério de seleção para espessura de parede deve ser o definido pela norma
PETROBRAS N-1673, obedecendo-se às espessuras mínimas na norma relacionadas.
4.5 Extremidades
As extremidades devem ser conforme as seguintes normas:
a) ASME B1.20.1 - para extremidades roscadas (NPT);
b) ASME B16.25 - para extremidades para solda de topo;
c) ASME B16.11 - para extremidades para solda de encaixe.
4.6 Seleção de Materiais
Para seleção dos materiais devem ser utilizados os critérios definidos pelas TABELAS 1
(aço-carbono), TABELA 2 (aços-liga), TABELA 3 (aços inoxidáveis) e TABELA 4 (aplicação
em baixa temperatura), que apresentam também alternativas que só devem ser utilizadas
em casos devidamente justificados e sujeitos à aprovação da PETROBRAS. Estes critérios
são os requisitos mínimos para a seleção de materiais. Para cada aplicação devem ser
consideradas todas as condições específicas do processo.
TABELA 1 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇO-CARBONO
Aplicação
Típica
Diâmetro
Nominal
Especificação Básica Alternativas
1/2” a 14” ASTM A53 Gr. B
s/cost. ou
c/cost.
ASTM A 106 Gr. B
ASTM A 134 c/chapa
ASTM A 283 Gr. C
ASTM A 134 c/chapa
ASTM A 285 Gr. C
Uso exclusivo em
tubulação de água 16” e
maiores
ASTM A53 Gr. B c/cost.
ASTM A 139 Gr. B
1/2” a 14”
API 5L Gr. B
PSL 2
s/cost. ou
c/cost.
(ver Nota)
ASTM A 106 Gr. B
Uso com hidrocarbonetos
ou vapor com temperatura
até 400 °C (exceto para
serviços com H2S) 16” e
maiores
API 5L Gr. B
PSL 2
c/cost. ASTM A 672 Gr. A55 Cl.12
1/2” a 14” ASTM A 106 Gr. B s/cost. -
Uso com hidrocarbonetos
ou vapor com temperatura
na faixa de 400 °C a
430 °C e para serviços
com H2S e H2
16” e
maiores
ASTM A 672
Gr. B 60 Cl. 22
c/cost. ASTM A 106 Gr. B
Descarte e carregamento
de catalisador limitado à
temperatura de 430 °C
1/2” a 10” ASTM A 106 Gr. B s/cost. -
Nota: Definido em função do cálculo de espessura (ver norma PETROBRAS N-1673).
N-1693 REV. E SET / 2003
7
TABELA 2 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇOS-LIGA
AplicaçãoTípica
Temperatura
°C
Diâmetro
Nominal
Especificação Básica Alternativas
1/2” a 14”
ASTM A 335 Gr. P11
(1 1/4 % Cr - 1/2 % Mo)
s/cost. -
até 520
16” e maiores
ASTM A 691 Gr. 1 1/4 CR Cl. 22
(1 1/4 % Cr - 1/2 % Mo)
c/cost. -
1/2” a 14”
ASTM A 335 Gr. P22
(2 1/4 % Cr - 1 % Mo)
s/cost. -
Hidrocarbonetos e
vapor em temperaturas
superiores a 430 °C
Finalidade:
resistir à fluência até 570
16” e maiores
ASTM A 691Gr. 2 1/4 CR Cl. 22
(2 1/4 % Cr - 1 % Mo)
c/cost. -
1/2” a 14”
ASTM A 335 Gr. P5
(5 % Cr - 1/2 % Mo)
s/cost. -
Hidrocarbonetos em
temperaturas superiores a
430 °C
Finalidade:
resistir à corrosão
até 480
16” e maiores
ASTM A 691Gr. 5CR Cl. 22
(5 % Cr - 1/2 % Mo)
c/cost. -
Descarte de catalizador
acima de 430 °C
Finalidade:
resistir à fluência
540 1/2” a 14”
ASTM A335 Gr. P5
(5 % Cr - 1/2 % Mo)
s/cost. -
TABELA 3 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS
AUSTENÍTICOS
Aplicação
Típica
Liga
Básica
Diâmetro
Especificação
Básica
Tipo de
Fabricação
Alternativas
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 304
s/cost.
(ver Nota 1)
ASTM A 358 Gr. TP 304
Cl. 3 (ver Nota 3)
16” a 30”
ASTM A 358 Gr. TP 304
Cl. 3
c/cost.
ASTM A 409 Gr. TP 304
(ver Nota 2)
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 321
s/cost.
(ver Notas 1 e 4)
ASTM A 358 Gr. TP 321
Cl. 3 (ver Notas 3 e 4)
16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 321
c/cost.
(ver Nota 4)
ASTM A 409 Gr. TP 321
(ver Notas 2 e 4)
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 347
s/cost.
(ver Notas 1 e 4)
ASTM A 358 Gr. TP 347
Cl. 3 (ver Notas 3 e 4)
16” a 30”
ASTM A 358 Gr. TP 347
Cl. 3
c/cost.
(ver Nota 4)
ASTM A 409 Gr. TP 347
(ver Notas 2 e 4)
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 304L
s/cost.
(ver Notas 1 e 4)
ASTM A 358 Gr. 304L Cl. 3
(ver Nota 3)
Hidrocarbonetos
com misturas com
hidrogênio, água
decationizada,
água deanionizada
e desmineralizada
18 Cr -8 Ni
16” a 30”
ASTM A 358 Gr. 304L
Cl. 3
c/cost.
(Ver Nota 4)
ASTM A 409 Gr. TP 304L
(ver Nota 2)
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 316L
s/cost.
(ver Nota 1)
ASTM A 358 Gr. 316
Cl. 3 (ver Notas 3 e 5)
16” a 30”
ASTM A 358 Gr. TP 316L
Cl. 3
c/cost.
ASTM A 409 Gr. TP 316L
(ver Notas 2 e 5)
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 316L
s/cost.
(ver Nota 1)
ASTM A 358 Gr. 316L
Cl. 3 (ver Notas 3 e 5)
18 Cr - 11 Ni- 2 Mo
(ver Nota 5)
16” a 30”
ASTM A 358 Gr. TP 316
Cl. 3
c/cost.
ASTM A 409 Gr. TP 316L
(ver Notas 2 e 5)
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 317L
s/cost.
(ver Nota 1)
ASTM A 312 Gr. 316L
(ver Notas 3 e 5)
16” a 30” ASTM A 409 Gr. TP 317L c/cost.
ASTM A 358Gr. TP 316L
Cl. 3 (ver Notas 2 e 5)
1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 317
s/cost.
(ver Nota 1)
ASTM A 312 Gr. 316L
(ver Notas 3 e 5)
Hidrocarbonetos
com presença de
ácido naftênico
18 Cr - 8 N i- 3 Mo
16” a 30” ASTM A 409 Gr. TP 317 c/cost.
ASTM A 358 Gr. TP 316L
Cl. 3L (ver Notas 2 e 5)
17 Cr - 9 Ni - Ti 1/2” a 10” ASTM A 312 Gr. TP 321
s/cost. ou c/ cost.
(ver Nota 4)
ASTM A 358 Gr. TP 321
Cl. 3 (ver Notas 3 e 4)
Descarte de
catalisador do
regenerador antes
da injeção de ar 17 Cr - 9 Ni - Cb 1/2” a 10” ASTM A 312 Gr. TP 347
s/cost. ou c/ cost.
(ver Nota 4)
ASTM A 358 Gr. TP 321
Cl. 3 (ver Notas 3 e 4)
N-1693 REV. E SET / 2003
8
Notas: 1) O tubo sem costura deve ser usado como especificação básica para serviços
com hidrogênio ou outros em que for exigido esse tipo de fabricação. Nesse
caso, a alternativa deve ser a especificação ASTM A 376 no grau
correspondente.
2) Os tubos ASTM A 409 são limitados aos diâmetros nominais 14” e 30” e às
espessuras Sch. 10S e 5S.
3) A especificação ASTM A 358 limitado a diâmetros maiores ou igual a 8”.
4) Prever tratamento térmico de estabilização e teste de corrosão intergranular na
aquisição da matéria-prima conforme requisitos suplementares das
especificações listadas abaixo:
a) ASTM A 312 - S6 e S7;
b) ASTM A 358 - S5 e S6;
c) ASTM A 376 - S9 e S10;
d) ASTM A 409 - S5 e S6.
5) Para serviços com ácidos naftênicos deve-se utilizar, em ordem de prioridade,
os seguintes aços inoxidáveis tipo: 317L, 317, 316L e 316. Quando forem
especificados os tipos 316L ou 316, incluir na especificação teor mínimo de
Mo de 2,5 %.
TABELA 4 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO PARA BAIXA
TEMPERATURA
Faixa de Temperatura de Projeto (T) e Espessuras de Tubo (e) - (Ver Nota 1)
15 °C ≥ T ≥ - 29 °C - 45 °C > T ≥ - 90 °C
Tipo de
Fabricação
esp. até 12,5 mm 12,5 mm > e ≥ 17,5 mm e > 17,5 mm
-29 °C > T ≥ - 45 °C
esp. até 51 mm
ASTM A 106 Gr. B
ASTM A 333 Gr. 6 (ver Nota 2)Tubo SC
ASTM A 333 Gr. 3
ASTM A 671 Gr. CC60
ASTM A 671 Gr. CC 60 Cl. 32 c/
teste suplementar S2
ASTM A 333 Gr. 6
ASTM A 333 Gr. 3
Tubo CC
ASTM A 671 Gr. CF 71
Notas: 1) Para casos específicos fora dos limites aqui estabelecidos, devem ser
atendidos os requisitos para teste de impacto da norma ASME B31.3.
2) Como alternativa pode ser utilizado o ASTM A 106 Gr. B, com tratamento
térmico de normalização e ensaio de impacto.
5 FLANGES
5.1 Materiais
Os materiais para flanges devem ser compatíveis com a TABELA 5.
N-1693 REV. E SET / 2003
9
TABELA 5 - MATERIAIS PARA FLANGES DE TUBULAÇÃO
Liga Básica Material do Tubo Material do Flange
ASTM A 106 Gr. B
ASTM A 153 Gr. B
API 5L Gr. B
Aço-Carbono
ASTM A 672 Gr. B60
ASTM A 105
Aço-Liga ASTM A 333 Gr. 6 ASTM A 350 Gr. LF1
1/2 % Mo ASTM A 335 Gr. P1 ASTM A 182 Gr. F1
1 1/4 % Cr -1 % Mo ASTM A 335 Gr. P11 ASTM A 182 Gr. F11
2 1/4 % Cr -1 % Mo ASTM A 335 Gr. P22 ASTM A 182 Gr. F22
5 % Cr -1/2 % Mo ASTM A 335 Gr. P5 ASTM A 182 Gr. F5
ASTM A 312 TP304
ASTM A 358 TP304
ASTM A 376 TP304
ASTM A 409 TP304
ASTM A 182 Gr. F304
ASTM A 312 TP304L
ASTM A 358 TP304L
ASTM A 376 TP304L
18 Cr - 8 Ni
ASTM A 409 TP304L
ASTM A 182 Gr. F304L
ASTM A 312 TP316
ASTM A 358 TP316
ASTM A 376 TP316
ASTM A 409 TP316
ASTM A 182 Gr. F316
ASTM A 312 TP316L
ASTM A 358 TP316L
ASTM A 376 TP316L
18 Cr - 11 Ni - 2 Mo
ASTM A 409 TP316L
ASTM A 182 Gr. F316L
ASTM A 312 TP317
ASTM A 409 TP317
ASTM A 182 Gr. F317
ASTM A 312 TP317L
18 Cr - 11 Ni - 3 Mo
ASTM A 409 TP317L
ASTM A 182 Gr. F317L
ASTM A 312 TP321
ASTM A 358 TP321
ASTM A 376 TP321
ASTM A 409 TP321
ASTM A 182 Gr. F321
ASTM A 312 TP321L
ASTM A 358 TP321L
ASTM A 376 TP321L
17 Cr - 9 Ni - Ti
ASTM A 409 TP321L
ASTM A 182 Gr. F321L
ASTM A 312 TP347
ASTM A 358 TP347
ASTM A 376 TP347
17 Cr - 9 Ni - Cb
ASTM A 409 TP347
ASTM A 182 Gr. F347
Nota: Para os flanges de aço inoxidável austenítico valem as Notas 4 e 5 da TABELA 3,
onde aplicáveis.
5.2 Fabricação
Os flanges de aço devem ser forjados.
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10
5.3 Padrões Dimensionais
5.3.1 Os flanges de aço e ferro fundido devem atender à padronização estabelecida nas
TABELAS 6 e 7.
TABELA 6 - PADRONIZAÇÃO DOS FLANGES DE AÇO-CARBONO
FLANGES DE AÇOS-CARBONO
CLASSES DE PRESSÃO
Norma ASME B16.1 Norma ASME B16.5
Diâmetro
Nominal
125 250 150 e 300 400 a 900 1 500 2 500
1” a 12” ASME B16.5
14” a 24”
Usar Flange
ASME B16.5
Classe 150
Usar Flange
ASME B16.5
Classe 300
26” a 36”
ASME B16.47
Série A
42” a 60”
Usar Flange
ASME B16.47
Série A
Usar Flange
ASME B16.47
Série A
ASME B16.47
Série B
Calculados
pelo
ASME BPVC
Sec. VIII
Divisão 1
Apêndice 2
(Ver Nota)
Nota: Para os flanges a calcular, as pressões admissíveis devem estar de acordo com a
norma ASME B16.5.
TABELA 7 - PADRONIZAÇÃO DOS FLANGES DE AÇO-LIGA
FLANGES DE AÇOS-LIGA
CLASSES DE PRESSÃO
Norma ASME B16.5
Diâmetro
Nominal
150 a 900 1 500 2 500
1” a 12” ASME B16.5
14” a 24”
26” a 36” ASME B16.47 Série A
42” a 60” ASME B16.47 Série B
Calculados
pelo ASME
BPVC Sec. VIII
Divisão 1
Apêndice 2
(ver Nota)
Nota: Para os flanges a calcular, as pressões admissíveis devem estar de acordo com a
norma ASME B16.5.
5.3.2 Os flanges de bronze devem ser conforme norma ASME B16.24.
5.3.3 Para acoplar flanges de aço com flanges de ferro fundido das classes 125 e 250,
devem ser usados flanges de aço das classes 150 e 300, respectivamente, com face plana.
N-1693 REV. E SET / 2003
11
5.4 Tipos
5.4.1 Os flanges de DN 2” e maiores devem ser do tipo pescoço, com chanfro para solda de
topo, conforme norma ASME B16.25, com espessura igual à do tubo ao qual se destina,
exceto nas situações previstas no item 5.4.3.
5.4.2 Os flanges de DN 1/2” e menores devem ser de solda de encaixe ou roscados,
dependendo da padronização das conexões, exceto em serviços com hidrogênio, ácido
sulfídrico (H2S) e ácido fluorídrico (HF), quando seu uso não é permitido, conforme item 3.4,
devendo ser utilizados flanges de pescoço, com solda de topo.
5.4.3 Os flanges sobrepostos podem ser utilizados em tubulações para serviço com fluidos
não tóxicos e não inflamáveis, exceto quando soldados diretamente em curva. Esses
flanges devem ser limitados à 300# e temperatura até 150 °C.
5.5 Faces
5.5.1 Face com Ressalto
A utilizada para flanges de aço até classe de pressão 600, inclusive.
5.5.2 Face Plana
Tipo de face das válvulas de ferro fundido ASME B16.1, classes 125 e 250. Este mesmo tipo
de face deve ser usado nos flanges de aço ASME B16.5 e ASME B16.47, nas classes 150 e
300, quando usados como contraflange das válvulas de ferro fundido; nas classes de 125 e
250 respectivamente.
5.5.3 Face Junta Anel
Deve ser usada para as classes de pressão 600 ou maiores, admitindo-se, também, nas
outras classes quando o serviço exigir.
5.6 Acabamento das Faces para Flanges de Aço
5.6.1 O acabamento das faces de contato para vedação dos flanges com face plana ou face
com ressalto deve ser conforme a norma MSS SP-6 e padrão visual conforme norma
ASME B46.1 e obedecendo ao seguinte critério:
a) face com ranhuras espiraladas, excêntricas ou concêntricas, com rugosidade
na faixa de 125 µm RMS a 250 µm RMS quando a junta de vedação for de
papelão hidráulico;
b) face com acabamento liso (“smooth finish”) com rugosidade máxima de 125 µin
ARRH (3,2 µm ARRH) ou 125 µm RMS, quando a junta de vedação for do tipo
semimetálica espiralada (“spiral wound”);
c) face para junta de anel (“ring type”) rugosidade máxima de superfície de
contato do flange e da junta deve ser de 63 µin RMS.
N-1693 REV. E SET / 2003
12
5.6.2 A face dos flanges que trabalham com junta de vedação tipo anel sólido (“ring type
joint”) deve ter as seguintes durezas mínimas:
a) aço-carbono: 120 Brinell;
b) aço-liga 1 % a 5 % Cr: 160 Brinell;
c) aço inoxidável 304, 316, 317, 321 e 347: 160 Brinell;
d) aço inoxidável 304L, 316L e 317L: 140 Brinell.
6 PARAFUSOS E PORCAS
6.1 Geral
Os parafusos tipo estojo devem ser integralmente roscados. As porcas devem ser
hexagonais, série pesada (“heavy semifinished”).
6.2 Materiais e Padrões Dimensionais
6.2.1 Parafusos
As dimensões dos parafusos para flanges devem ser conforme as normas ASME B16.5 e
ASME B18.2.1. As roscas devem ser conforme a norma ASME B1.1, sendo que para
parafusos de diâmetros 1” e menores devem ser do tipo “coarse thread series” UNC-2A e
para parafusos de diâmetros 1 1/8” e maiores devem ser do tipo “8 thread series” 8UN-2A. O
material deve ser conforme TABELA 8.
TABELA 8 - PADRÕES DIMENSIONAIS PARA PARAFUSOS E PORCAS
Material
Item
T ≤ 540 °C
Válvula Testada a Fogo
(“Fire Tested Type”)
T ≤ - 29 °C PVC
Parafusos máquina - - - ASTM A307 Gr. B
Parafusos estojo ASTM A193 Gr. B7 ASTM A193 Gr. B16 ASTM A320 Gr. L7 -
Porcas ASTM A194 Gr. 2H ASTM A194 Gr. 2H ASTM A194 Gr. 4 ASTM A194 Gr. 2H
6.2.2 Porcas
As dimensões das porcas devem ser conforme a norma ASME B18.2.2. As roscas devem
ser conforme a norma ASME B1.1, sendo que, para porcas de diâmetros 1” e menores, usar
a série UNC-2B, para diâmetros de 1 1/8” e maiores, usar a série 8UN-2B. O material deve
ser conforme TABELA 8.
Notas: 1) Para ambiente com salinidade utilizar parafuso cadmiado ASTM B 766 Cl. 8
Tipo II, bicromatizado amarelo brilhante, com alívio de tensões e de hidrogênio
e testes suplementares S1, S2 e S3.
2) Para serviço com H2S utilizar estojos em dureza a 235 Brinell, conforme norma
PETROBRAS N-1706.
N-1693 REV. E SET / 2003
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7 JUNTAS DE VEDAÇÃO
7.1 Padrões Dimensionais
As normas dimensionais para juntas de vedação devem ser conforme a norma
ASME B16.5 e TABELA 9.
TABELA 9 - PADRÕES DIMENSIONAIS PARA JUNTAS DE VEDAÇÃO
Normas Uso
ASME B16.21 e ABNT NBR 5893 - Para juntas não metálicas
ASME B16.20 e API SPEC. 6A (ver Nota) - Para juntas metálicas tipo anel
ASME B16.20
- Para juntas metálicas com enchimento não
metálico tipo semimetálica espiralada e
semimetálica encamisada
Nota: Aplicável em árvore de natal em instalações “offshore”.
7.2 Anel Metálico
Todas as juntas tipo anel devem ser ovais ou octogonais e com durezas máximas como
segue:
a) aço-carbono: 90 Brinell;
b) aço-liga 1 % a 5 % Cr: 130 Brinell;
c) aço inoxidável 304, 316, 317, 321 e 347: 150 Brinell;
d) aço inoxidável 304L, 316L e 317L: 110 Brinell.
7.3 Critérios para Seleção de Juntas de Vedação para Ligações Flangeadas
Para seleção de juntas de vedação deve ser utilizada a TABELA 10.
N-1693 REV. E SET / 2003
14
TABELA 10 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE JUNTAS DE VEDAÇÃO DE
LIGAÇÕES FLANGEADAS
Aplicação Neoprene
Papelão
Hidráulico em
Aramida + NBR
ASME B16.21
Metálica Espiralada
em AISI 304 com
Enchimento de
Grafite Flexível
ASME B16.20
(ver Notas 1, 2 e 3 )
Anel Metálico
ASME B16.20
Metálica Espiralada
em
1)
Monel
®
com
enchimento de PTFE
ASME B16.20
Água
Vapor
Ar
Produtos Químicos
Nitrogênio, CO2
Espuma
Neoprene
até 150#
0 ≤ T ≤ 100 °C
até 150#
0 ≤ T ≤ 150 °C
até 600#
T ≤ 430 °C
a partir de
600#
_______
Álcool _________
até 150#
0 ≤ T ≤ 80 °C
___________ _______ _______
Gases Liquefeitos
Hidrocarbonetos
Glicol
Processos Gerais
DEA
_________ ___________
até 600#
-60 °C ≤ T ≤ 430 °C
a partir de
600#
_______
Serviços Categoria
M
_________ ___________
até 300#
T ≤ 430 °C
a partir
de 600#
_______
Serviços Sujeitos a
Ciclos Térmicos
_________ ___________
até 600#
T ≤ 430 °C
_______ _______
MTBE
até 150#
até 100 °C
___________
até 300 #
T ≤ 430 °C
_______ _______
Ácido Fluorídrico _________ ___________ _______ _______
Até 300#
(T ≤ 204 °C)
Hidrocarboneto
Presença de
Ácidos Naftênicos
_______ _______
até 300#
T ≤ 430 °C
(ver Nota 2)
_______ _______
Notas: 1) Anel de encosto interno deve ser utilizado para pressões acima de 40 kgf/cm2
ou DN ≥ 8”.
2) Para serviços com ácidos naftênicos usar espirais em AISI 316 ou 317.
3) Para serviços em temperaturas acima de 430 °C usar espiras de
AISI 321 ou 347.
8 CONEXÕES
8.1 Conexões para Solda de Topo
8.1.1 Padrões Dimensionais
Devem ser obedecidas as seguintes normas dimensionais:
a) norma ASME B16.9 - conexões de aço-carbono e aço-liga;
b) norma MSS SP-43 - conexões de aço inoxidável;
c) norma ASME B16.25 - extremidades para solda de topo;
d) norma ASME B16.28 - curvas de raio curto.
1)
MONEL é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de internos de válvulas e outros componentes de
tubulação para maior resistência à corrosão. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização
desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser
utilizado produto equivalente, desde que conduza a resultado igual.
N-1693 REV. E SET / 2003
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Notas: 1) Exceto onde indicado em contrário, a espessura de parede nas extremidades
da conexão deve ser igual à espessura do tubo conectado.
2) Exceto onde indicado em contrário, as curvas com extremidade para solda de
topo devem ser de raio longo.
3) Preferencialmente a fabricação deve ser sem costura.
8.1.2 Curva em Gomos
Para curvas em gomos, fabricadas de tubo ou chapa, devem ser atendidas as limitações
citadas na norma ASME B31.3, tais como: inflamabilidade e toxidez do fluido transportado,
pressão de projeto, temperatura de projeto e condições cíclicas severas. Para a
determinação do número de soldas e da espessura de parede, devem ser utilizados os
critérios da norma citada.
8.1.3 Ramificações
8.1.3.1 O critério para a seleção do tipo de ramificação deve seguir a orientação da
TABELA 11.
TABELA 11 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE RAMIFICAÇÕES
TRONCO
<2” 2” 3” 4” 6” 8” 10” 12” 14” 16” 18” 20” 24” >24”
TE
COLAR ROSQUEADO (VER NOTA 1)
COLAR DE ENCAIXE (VER NOTA 1)
MEIA LUVA (VER NOTA 1) <2”
2”
SEM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO 3”
SEM NECESSIDADE DE REFORÇO:
USAR BOCA DE LOBO OU TE (VER
NOTA 2)
COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR COLAR DE TOPO OU BOCA DE
LOBO COM REFORÇO 4”
6”
COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO COM REFORÇO OU COLAR DE
TOPO OU TE (VER NOTA 2) 8”
10”
SEM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO OU TE (VER
NOTA 2) 12”
COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR COLAR DE TOPO
OU BOCA DE LOBO COM REFORÇO OU TE (VER NOTA 2) 14”
16”
18”
20”
24”
C
A
L
C
U
L
A
R
>24”
R
A
M
I
F
I
C
A
Ç
Õ
E
S
N-1693 REV. E SET / 2003
16
Notas: 1) Para serviço com H2S, H2, fluído enquadrado na categoria M e serviço cíclico
severo, devem ser utilizadas ramificações suscetíveis a exame radiográfico,
tais como: tês forjados, tês extrudados e selas forjadas, sempre que não for
possível utilizar o exame por ultra-som como alternativa. Para limitações no uso
do exame por ultra-som ver norma PETROBRAS N-115.
2) A escolha final deve ser baseada em critérios econômicos, prazos de
instalação ou outras diretrizes. Na folha de padronização devem constar as
diversas alternativas que se aplicam a cada caso.
3) Não é recomendável utilização de boca-de-lobo em plataformas marítimas (ver
norma API RP 14E).
8.1.3.2 Os padrões dimensionais dos colares devem ser conforme a norma MSS SP-97.
8.2 Conexões para Solda de Encaixe e Roscadas - Padrões Dimensionais
Devem ser utilizadas as seguintes normas dimensionais:
a) norma ASME B1.20.1 - rosca NPT;
b) norma ASME B16.3 - conexões roscadas de ferro maleável;
c) norma ASME B16.11 - conexões de aço forjado roscadas ou para solda de
encaixe: dimensões, tolerâncias e limites de aplicação;
d) norma ASME B16.14 - bujões e buchas roscadas de ferro maleável;
e) norma ASME B16.15 - conexões roscadas de bronze fundido;
f) norma ASME B16.39 - uniões roscadas de ferro maleável;
g) norma MSS SP-83 - união roscada e encaixe de aço-carbono.
Notas: 1) Os diâmetros nominais utilizados são 1/2”, 3/4”, 1” e 1 1/2”.
2) Somente devem ser utilizadas conexões de ferro maleável da classe de
pressão 300.
3) Deve ser utilizada a TABELA 12 para correspondência entre a classe de
pressão de conexões de aço forjado e espessura de parede de tubo.
TABELA 12- CORRESPONDÊNCIA ENTRE CLASSE DE PRESSÃO E
ESPESSURA DE PAREDE DE TUBO
Espessura de Parede do TuboTipo de
Conexão
Classes de
Pressão da Conexão
Série Designação da Parede
3 000 80 XS
Roscada
6 000 - XXS
3 000 80 XS
6 000 160 -Solda de Encaixe
9 000 - XXS
N-1693 REV. E SET / 2003
17
9 VÁLVULAS
9.1 Seleção de Materiais
Para seleção dos materiais devem ser utilizadas as TABELAS 13, 14 e 15.
TABELA 13 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS
1/2” A 1 1/2”
Bloqueio Regulagem Retenção Bloqueio
Gaveta Globo Portinhola/Pistão (ver Nota 1) Esfera/Macho
Diâmetro 1/2” - 1 1/2”
Aplicação Classe Corpo
Internos
(ver Nota 2)
Corpo
Internos
(ver Nota 2)
200 Bronze ASTM B 62 Bronze ASTM B 62
300 Bronze ASTM B 61
Bronze
ASTM B 61
AFO ASTM
A 182 Gr. F6a
800 AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 180
Gr. F6a
Água
1 500 AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304 /
2)
Stellite®
Vapor até 400 °C AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304 / Stellite®
Hidrocarbonetos até
400 °C sem H2S
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
Hidrocarbonetos até
400 °C com H2S
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos
corrosivos em alta
temperatura até 540 °C
AFO ASTM A 182
Gr. F5a
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos com
ácido naftênico
AFO ASTM A 182
Gr. F317L
AFO ASTM A 182
Gr. F317L
Vapor a alta pressão
AFO ASTM A 182
Gr. F11
AFO ASTM A 182
Gr. F6a / Stellite®
Gás natural à baixa
temperatura até - 29 °C
AFO ASTM A 350
Gr. LF2
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 350
Gr. LF2
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 29 °C
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 45 °C
AFO ASTM A 350
Gr. LF2
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 350
Gr. LF2
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 60 °C
AFO ASTM A 350
Gr. LF3
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 350
Gr. LF3
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos até
150 °C sem H2S
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
Hidrocarbonetos até
150 °C com H2S
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFO ASTM A 105
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Notas: 1) Usar o tipo portinhola, somente para água na classe 200.
2) Como alternativa para os internos da válvula pode ser aceita a especificação
AISI equivalente.
2)
STELLITE é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e
sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa
uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente,
desde que conduza a resultado igual.
N-1693 REV. E SET / 2003
18
TABELA 14 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS 2”
E MAIORES
Bloqueio Retenção Bloqueio
Gaveta Globo/Portinhola Esfera/Macho
Diâmetro 2” e
Maiores
Aplicação Classe Corpo Internos Corpo Internos Corpo Internos
125
FFU ASTM A 126
Cl. B
FFU ASTM
A 126 Cl. B
Bronze
ASTM B 62
FFU ASTM
A 126 Cl. B
Bronze ASTM B 62
150
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
Bronze ASTM B 62
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
Bronze ASTM B 62
250
FFU ASTM A 126
Cl. B
Bronze ASTM B 61
FFU ASTM
A 126 Cl. B
Bronze ASTM B 61
900
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182 Gr.
F6a/Stellite®
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a/Stellite®
Água
1 500
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182 Gr.
F6a/Stellite®
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a/Stellite®
Vapor até 400 °C
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182 Gr.
F304/Stellite®
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304/Stellite®
Hidrocarbonetos até
400 °C sem H2S
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
Hidrocarbonetos até
400 °C com H2S
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos
corrosivos em alta
temperatura até 540 °C
AL ASTM A 217
Gr. C5
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AL ASTM A 217
Gr. C5
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos com
ácido naftênico
AFU ASTM A 351
Gr. CG8M
AFO ASTM A 182
Gr. F317L
AFU ASTM A 351
Gr. CG8M
AFO ASTM A 182
Gr. F317L
Vapor a alta pressão
AL ASTM A 217
Gr. WC6
AFO ASTM A 182 Gr.
F6a/Stellite®
AL ASTM A 217
Gr. WC6
AFO ASTM A 182
Gr. F6a/Stellite®
Gás natural à baixa
temperatura até - 29 °C
AFU ASTM A 352
Gr. LCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 352
Gr. LCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 29 °C
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 45 °C
AFU ASTM A 352
Gr. LCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 352
Gr. LCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 352
Gr. LCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos à baixa
temperatura até - 60 °C
AFU ASTM A 352
Gr. LC3
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 352
Gr. LC3
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 352
Gr. LC3
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Hidrocarbonetos até
150 °C sem H2S
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F6a
Hidrocarbonetos até
150 °C com H2S
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
AFU ASTM A 216
Gr. WCB
AFO ASTM A 182
Gr. F304
Nota: Como alternativa para os internos de válvula podem ser aceita a especificação
AISI equivalente.
N-1693 REV. E SET / 2003
19
TABELA 15 - SELEÇÃO DE MATERIAIS NÃO METÁLICOS PARA SEDES DE
VÁLVULAS
Tipo de Material Aplicação Limites de Temperatura °C
Buna-N Água, Ar e Nitrogênio 0 até 100
Ebonite, Neoprene Produtos Químicos 0 até 65
3)
Viton®
Hidrocarbonetos 0 até 150
PTFE Hidrocarbonetos - 60 até 150
9.2 Padrões Dimensionais
Devem ser utilizadas as seguintes normas dimensionais conforme TABELA 16.
TABELA 16 - NORMAS DIMENSIONAIS PARA VÁLVULAS
Material do Corpo e Extremidades da Válvula
Bronze Ferro Fundido Aço Fundido Aço ForjadoTipo de
Válvula
Rosca Flange “WAFER” Flange
Solda de
Topo
Encaixe de solda
Gaveta MSS SP-70 API STD 600
Globo CEN EN 13789 BSI BS 1873 ISO 15761
Retenção
MSS SP-80
MSS SP-71 API STD 594 BSI BS 1868
Esfera API SPEC 6D BSI BS 5351
Borboleta API STD 609
Macho API STD 599
9.3 Operação com Redutores
O uso de redutores de engrenagens para melhor operação de válvulas deve ser adotado
nos diâmetros iguais ou maiores que os indicados na TABELA 17.
3)
VITON®
é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e
sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa
uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente,
desde que conduza a resultado igual.
N-1693 REV. E SET / 2003
20
TABELA 17 - USO DE REDUTORES DE ENGRENAGENS
Tipo Classe
Usar Redutores para
Diâmetros Nominais das
Válvulas ≥
150 14”
300 12”
600 6”
900 6”
Gaveta
1 500 e 2 500 6”
600 e 900 6”
Globo
1 500 e 2 500 4”
150 e 300 6”
600 e 900 6”Esfera e Macho
1 500 e 2 500 4”
Borboleta 125 12”
9.4 Válvulas de Esfera
9.4.1 As válvulas esfera testadas a fogo (“fire tested type”) devem ser como especificadas
na norma PETROBRAS N-2247.
9.4.2 As válvulas de esfera devem ser do tipo passagem plena.
9.5 Válvulas de Borboleta
Para DN de 2” a 20” deve ser utilizado o tipo “wafer” ou “lug” e para DN de 24” e maiores,
deve ser utilizado o tipo flangeado.
9.6 Válvulas de Retenção
9.6.1 Para DN de 1/2” a 1 1/2” deve ser utilizado o tipo pistão (horizontal ou vertical) quando
a válvula for de aço, e tipo portinhola quando a válvula for de bronze.
9.6.2 Para DN de 2” e maiores deve ser utilizado o tipo portinhola flangeada. Como
alternativa, pode ser utilizado o tipo “wafer” dupla ou simples portinhola com sede em
BUNA-N até 100 °C, Viton®
de 100 °C a 150 °C e sede metal-metal acima de 150 °C.
9.7 Ressaltos para Conexões Auxiliares
As válvulas flangeadas e para solda de topo dos tipos gaveta, globo, macho e retenção
devem ser fornecidas com ressaltos para possibilitar instalação de conexões auxiliares,
conforme Figuras 1 e 5 da norma ASME B16.34 e segundo o indicado na TABELA 18.
N-1693 REV. E SET / 2003
21
TABELA 18 - RESSALTOS PARA CONEXÕES AUXILIARES
Tipo
Diâmetro Nominal da
Válvula
Diâmetro Nominal da
Conexão Auxiliar
Posições da
ASME B16.34
2” a 4” 1/2”
6” a 8” 3/4”Gaveta
> 10” 1”
A, B e H
2” a 4” 1/2”
6” a 8” 3/4”Retenção
> 10” 1”
G
2” a 4” 1/2”
Globo
6” a 8” 3/4”
G
2” a 4” 1/2”
6” a 8” 3/4”Esfera
> 10” 1”
G
9.8 Intervalo de Diâmetros Utilizados
A TABELA 19 apresenta os diâmetros nominais padronizados para cada tipo de válvula, em
função do material do corpo e tipo de extremidade da válvula.
TABELA 19 - DIÂMETROS NOMINAIS PADRONIZADOS PARA VÁLVULAS
Material do Corpo e Extremidade da Válvula
Bronze FFU AFU AFO
Tipo
de
Válvula
RO FLG “WAFER” FLG ST ES
VGA ≥ 2” - ≥ 2” ≥ 2”
VGL ≥ 2” - ≥ 2” ≥ 2”
VRE
1/2” - 1 1/2”
2” - 24” ≥ 26” ≥ 2” ≥ 2”
VES - - - ≥ 2” -
1/2” - 1 1/2”
VBO - - ≥ 2” - -
Nota: Os limites das normas dimensionais para cada tipo de válvula devem ser
atendidos.
9.9 Gaxetas
A TABELA 20 apresenta o critério de seleção de gaxetas para válvulas industriais.
N-1693 REV. E SET / 2003
22
TABELA 20 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE GAXETAS PARA VÁLVULAS
INDUSTRIAIS
Aplicação Padronizações Não-Amianto
Produto Químico
Solventes
Água
Aa, Ab, Ac, Ad, Ae, Af, Ag, Bh, Bp,
Cf, Ch, Ci, Ta, Xa, Xb, Xc, Xd e Xe
PTFE (T ≤ 150 °C)
Água de Caldeira
Vapor D’água
CO
Hidrocarbonetos
DEA
Álcool
Vapor de Alta
Hidrocarbonetos a Alta
Pressão e Temperatura
Ba, Bb, Bc, Bd, Be, Bf, Bg, Bj, Bm, Bo, Ca,
Cb, Cc, Cd, Ce, Cf, Cg, Cm, Co, Ea, Eb, Ec,
Ed, Ee, Ef, Eg, Fa, Fb, La, Lb, Lc, Ld, Ma,
Mb, Mc, Md, Oa, Ob, Pa e Qa
T ≤ 760 °C, anel superior e
inferior em grafite flexível
com fios de 4)
Inconel
®
e anéis
intermediários em grafite
expandido.
_____________
4)
INCONEL é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de liga metálica de boa resistência à corrosão,
tensão de ruptura e estabilidade térmica. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta
Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado
produto equivalente, desde que conduza a resultado igual.
N-1693 REV. E SET / 2003
IR 1/1
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A, B, C e D
Não existe índice de revisões.
REV. E
Partes Atingidas Descrição da Alteração
1.1, 1.2 e 1.4 Revisados
2 e 3 Revisados
3.6 Revisado
4.5 e 4.6 Revisados
5.5.1 Revisado
5.6.1 e 5.6.2 Revisados
6.2.1 Incluído
6.2.2 Revisado
7.2 Revisado
7.3 Incluído
8.2 Revisado
9.4.1 Revisado
9.8 Incluído
TABELAS 1, 2 e 3 Revisadas
TABELAS 4 e 5 Incluídas
TABELAS 6 Revisada
TABELAS 8 Incluída
TABELAS 8 e 9 Revisadas
TABELA 10 Incluída
TABELAS 12 e 13 Revisadas
TABELAS 14, 15 e 16 Revisadas
TABELA 15 Incluída
TABELA 18 Revisada
TABELAS 19 e 20 Incluídas
_____________

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100223207 n-1693

  • 1. N-1693 REV. E JAN / 2004 PROPRIEDADE DA PETROBRAS 4 páginas CRITÉRIO PARA PADRONIZAÇÃO DE MATERIAL DE TUBULAÇÃO CONTEC SC-17 Tubulação 2ª Emenda Esta é a 2ª Emenda da Norma PETROBRAS N-1693 REV. E, devendo ser grampeada na frente da Norma e se destina a modificar o seu texto nas partes indicadas a seguir. No Capítulo 2, Documentos Complementares: Excluir as normas: API SPEC 6D - Petroleum and Natural Gas Industries Pipeline Transportation Systems; API STD 600 - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and Natural Gas Industries; API STD 602 - Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded, Welding and Extended Body-Ends. Incluir as normas: ISO 10434 (API STD 600) - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and Natural Gas Industries; ISO 14313 (API SPEC 6D) - Petroleum and Natural gas Industries - Pipeline Transportation Systems - Pipeline Valves; Alterar a norma: De: ISO 15761 - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas Industries. Para: ISO 15761 (API STD 602) - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100 and Smaller, for the Petroleum and Natural Gas Industries. Substituir as TABELAS 13, 14 e 16 conforme a seguir:
  • 2. N-1693 REV. E JAN / 2004 2ª Emenda 2 TABELA 13 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS 1/2” A 1 1/2” Bloqueio Regulagem Retenção Bloqueio Gaveta Globo Portinhola/Pistão (ver Nota 1) Esfera/Macho Diâmetro 1/2” - 1 1/2” Aplicação Classe Corpo Internos (ver Nota 2) Corpo Internos (ver Nota 2) 200 Bronze ASTM B 62 Bronze ASTM B 62 300 Bronze ASTM B 61 Bronze ASTM B 61 AFO ASTM A 182 Gr. F6a 800 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a Água 1 500 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 / 2) Stellite® VAPOR ATÉ 400 °C AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 / Stellite® Hidrocarbonetos até 400 °C sem H2S AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a Hidrocarbonetos até 400 °C com H2S AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos corrosivos em alta temperatura até 540 °C AFO ASTM A 182 Gr. F5a AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos com ácido naftênico AFO ASTM A 182 Gr. F317L AFO ASTM A 182 Gr. F317L Vapor a alta pressão AFO ASTM A 182 Gr. F11 AFO ASTM A 182 Gr. F304 / Stellite® Gás natural à baixa temperatura até - 29 °C AFO ASTM A 350 Gr. LF2 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 350 Gr. LF2 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 29 °C AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 45 °C AFO ASTM A 350 Gr. LF2 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 350 Gr. LF2 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 60 °C AFO ASTM A 350 Gr. LF3 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 350 Gr. LF3 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos até 150 °C sem H2S AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a Hidrocarbonetos até 150 °C com H2S AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Notas: 1) Usar o tipo portinhola, somente para água na classe 200. 2) Como alternativa para os internos da válvula pode ser aceita a especificação AISI equivalente. 2 STELLITE é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente, desde que conduza a resultado igual.
  • 3. N-1693 REV. E JAN / 2004 2ª Emenda 3 TABELA 14 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS 2” E MAIORES Bloqueio Retenção Bloqueio Gaveta Globo/Portinhola Esfera/Macho Diâmetro 2” e Maiores Aplicação Classe Corpo Internos Corpo Internos Corpo Internos 125 FFU ASTM A 126 Cl. B FFU ASTM A 126 Cl. B Bronze ASTM B 62 FFU ASTM A 126 Cl. B Bronze ASTM B 62 150 AFU ASTM A 216 Gr. WCB Bronze ASTM B 62 AFU ASTM A 216 Gr. WCB Bronze ASTM B 62 250 FFU ASTM A 126 Cl. B Bronze ASTM B 61 FFU ASTM A 126 Cl. B Bronze ASTM B 61 900 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a/Stellite® AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a/Stellite® Água 1 500 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a/Stellite® AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a/Stellite® Vapor até 400 °C AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304/Stellite® AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304/Stellite® Hidrocarbonetos até 400 °C sem H2S AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a Hidrocarbonetos até 400 °C com H2S AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos corrosivos em alta temperatura até 540 °C AL ASTM A 217 Gr. C5 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AL ASTM A 217 Gr. C5 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos com ácido naftênico AFU ASTM A 351 Gr. CG8M AFO ASTM A 182 Gr. F317L AFU ASTM A 351 Gr. CG8M AFO ASTM A 182 Gr. F317L Vapor a alta pressão AL ASTM A 217 Gr. WC6 AFO ASTM A 182 Gr. F304/Stellite® AL ASTM A 217 Gr. WC6 AFO ASTM A 182 Gr. F304/Stellite® Gás natural à baixa temperatura até - 29 °C AFU ASTM A 352 Gr. LCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 352 Gr. LCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 29 °C AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 45 °C AFU ASTM A 352 Gr. LCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 352 Gr. LCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 352 Gr. LCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 60 °C AFU ASTM A 352 Gr. LC3 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 352 Gr. LC3 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 352 Gr. LC3 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos até 150 °C sem H2S AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a Hidrocarbonetos até 150 °C com H2S AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 Nota: Como alternativa para os internos de válvula podem ser aceita a especificação AISI equivalente.
  • 4. N-1693 REV. E JAN / 2004 2ª Emenda 4 TABELA 16 - NORMAS DIMENSIONAIS PARA VÁLVULAS Material do Corpo e Extremidades da Válvula Bronze Ferro Fundido Aço Fundido Aço ForjadoTipo de Válvula Rosca Flange “WAFER” Flange Solda de Topo Encaixe de solda Gaveta MSS SP-70 ISO 10434 (ver Nota 1) Globo CEN EN 13789 BSI BS 1873 ISO 15761 (Ver Nota 2) Retenção MSS SP-80 MSS SP-71 API STD 594 BSI BS 1868 Esfera ISO 14313 (Ver Nota 3) BSI BS 5351 Borboleta API STD 609 Macho API STD 599 Notas: 1) Esta norma é baseada na norma API STD 600. 2) Esta norma é baseada na norma API STD 602. 3) Esta norma é baseada na norma API SPEC 6D. _____________
  • 5. N-1693 REV. E SET / 2003 PROPRIEDADE DA PETROBRAS 22 páginas e Índice de Revisões CRITÉRIOS PARA PADRONIZAÇÃO DE MATERIAL DE TUBULAÇÃO Procedimento Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior. Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o responsável pela adoção e aplicação dos seus itens. CONTEC Comissão de Normas Técnicas Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo. Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos: “recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada]. SC - 17 Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a CONTEC - Subcomissão Autora. As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC - Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica. As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma. Tubulação “A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente, através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade industrial.” Apresentação As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho - GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs (formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
  • 6. N-1693 REV. E SET / 2003 2 1 OBJETIVO 1.1 Esta Norma estabelece os critérios para padronização dos materiais de tubulação a serem usados nas classes de pressão 125, 150, 250, 300, 600, 900 e 1 500, nas instalações da PETROBRAS, compreendendo: a) instalações terrestres e marítimas de perfuração e produção; b) instalações de processo e utilidades em refinarias; c) parques de armazenamento em refinarias; d) estações de bombeamento, compressão e medição de oleodutos/gasodutos em refinarias; e) tubovias dentro dos limites de refinarias; f) drenagem industrial; g) oleodutos, gasodutos, bases de armazenamento e terminais (incluindo estações de bombeamento, compressão e medição, parques de armazenamento, estações de tratamento de efluentes) em áreas fora de refinaria. 1.2 Esta Norma não se aplica a tubulações que pertençam aos seguintes sistemas: a) instrumentação e controle; b) despejos industriais; c) tubulações pertencentes a equipamentos fornecidos por sistema de pacote (compactos). 1.3 Esta Norma se aplica a projetos para a PETROBRAS, iniciados a partir da data de sua edição. 1.4 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos. 2 DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para a presente Norma. PETROBRAS N-57 - Projeto Mecânico de Tubulação Industrial; PETROBRAS N-76 - Materiais de Tubulação; PETROBRAS N-115 - Montagem de Tubulações Metálicas; PETROBRAS N-381 - Execução de Desenho e Outros Documentos Técnicos em Geral; PETROBRAS N-1647 - Material para Tubulação - Folha de Padronização; PETROBRAS N-1673 - Critérios de Cálculo Mecânico de Tubulação; PETROBRAS N-1706 - Projeto de Vaso de Pressão para Serviço com H2S; PETROBRAS N-1744 - Projeto de Oleodutos e Gasodutos Terrestres; PETROBRAS N-2232 - Válvula Gaveta de Aço Fundido e Forjado; PETROBRAS N-2247 - Válvula Esfera em Aço para Uso Geral e Fire Safe; PETROBRAS N-2296 - Válvula de Retenção Tipo Portinhola Flangeada de Aço Fundido; PETROBRAS N-2299 - Válvula de Retenção Wafer Tipo Portinhola Dupla e Simples; PETROBRAS N-2444 - Material de Tubulação para Dutos, Bases, Terminais e Estações;
  • 7. N-1693 REV. E SET / 2003 3 ABNT NBR 5893 - Papelão Hidráulico para Uso Universal e Alta Pressão (Material para Juntas); ABNT NBR 7669 - Conexão de Ferro Fundido Cinzento; ISO 15761 - Steel Gate, Globe and Check Valves for Sizes DN 100 and Smaller for the Petroleum and Natural Gas Industries; API RP 14E - Design and Installation of Offshore Production Platform Piping Systems; API SPEC 5L - Specification for Line Pipe; API SPEC 6A - Wellhead and Christmas Tree Equipment; API SPEC 6D - Petroleum and Natural Gas Industries Pipeline Transportation Systems; API STD 594 - Check Valves: Wafer, Wafer-Lug and Double Flanged Type; API STD 599 - Metal Plug Valves - Flanged, Threaded and Welding Ends; API STD 600 - Bolted Bonnet Steel Gate Valves for Petroleum and Natural Gas Industries; API STD 602 - Compact Steel Gate Valves - Flanged, Threaded, Welding and Extended Body-Ends; API STD 609 - Butterfly Valves: Double Flanged, Lug-and Water-Type; ASME B1.1 - Unified Inch Screw Threads (UN and UNR Thread Form); ASME B1.20.1 - Pipe Threads, General Purpose (Inch); ASME B16.1 - Cast Iron Pipe Flanges and Flanged Fittings Classes 25, 125 and 250; ASME B16.3 - Malleable Iron Threaded Fitting Classes 150 and 300; ASME B16.5 - Pipe Flanges and Flanged Fittings NPS 1/2 Through NPS 24; ASME B16.9 - Factory - Made Wrought Steel Buttwelding Fittings; ASME B16.10 - Face-to-Face and End-to-End Dimensions of Valves; ASME B16.11 - Forged Fittings, Socket - Welding and Threaded; ASME B16.14 - Ferrous Pipe Plugs, Bushings and Locknuts with Pipe Threads; ASME B16.15 - Cast Bronze Threaded Fittings Classes 125 and 250; ASME B16.20 - Metallic Gaskets for Pipe Flanges Ring-Joint, Spiral- Wound and Jacketed; ASME B16.21 - Nonmetallic Flat Gaskets for Pipe Flanges; ASME B16.24 - Cast Copper Alloy Pipe Flanges and Flanged Fittings Class 150, 300, 400, 600, 900, 1500 and 2500; ASME B16.25 - Buttwelding Ends; ASME B16.28 - Wrought Steel Buttwelding Short Radius Elbows and Returns; ASME B16.34 - Valves-Flanged, Threaded and Welding End; ASME B16.39 - Malleable Iron Threaded Pipe Unions Classes 150, 250 and 300; ASME B16.47 - Large Diameter Steel Flanges NPS 26 Through NPS 60; ASME B18.2.1 - Square and Hex Bolts and Screws (Inch Series); ASME B18.2.2 - Square and Hex Nuts (Inch Series); ASME B31.3 - Process Piping; ASME B31.4 - Pipeline Transportation Systems for Liquid Hydrocarbons and Other Liquids; ASME B31.8 - Gas Transmission and Distribution Piping Systems; ASME B36.10 - Welded and Seamless Wrought Steel Pipe; ASME B36.19 - Stainless Steel Pipe;
  • 8. N-1693 REV. E SET / 2003 4 ASME B46.1 - Surface Texture (Surface Roughness, Waviness and Lay); ASME BPVC - Boiler and Pressure Vessel Code, Section VIII, Division I; BSI BS 1868 - Steel Check Valves (Flanged and Butt-Welding Ends) for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries; BSI BS 1873 - Steel Globe and Globe Stop and Check Valves (Flanged and Butt-Welding Ends) for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries; BSI BS 5159 - Cast Iron and Carbon Steel Ball Valves for General Purposes; BSI BS 5351 - Steel Ball Valves for the Petroleum, Petrochemical and Allied Industries; CEN EN 13789 - Industrial Valves. Cast Iron Globe Valves; MSS SP-6 - Standard Finishes for Contact Faces of Pipe Flanges and Connecting - End Flanges of Valves and Fittings; MSS SP-43 - Wrought Stainless Steel Butt-Welding Fittings; MSS SP-70 - Cast Iron Gate Valves, Flanged and Threaded Ends; MSS SP-71 - Gray Iron Swing Check Valves, Flanged and Threaded Ends; MSS SP-80 - Bronze Gate, Globe, Angle and Check Valves; MSS SP-83 - Class 3 000 Steel Pipe Unions, Socket-Welding and Threaded; MSS SP-97 - Integrally Reinforced Forged Branch Outlet Fittings - Socket Welding, Threaded and Buttwelding Ends. 3 CONDIÇÕES GERAIS Antes da elaboração de uma nova padronização de material de tubulação deve ser verificado se o serviço em questão já está contemplado nas normas PETROBRAS N-76 ou N-2444. 3.1 Elaboração A padronização de material de tubulação deve ser elaborada utilizando o formulário da norma PETROBRAS N-1647. 3.2 Itens Especiais Itens especiais de materiais de tubulação que não consigam ser designados no formulário padronizado pela norma PETROBRAS N-1647 (não cobertos no preenchimento do formulário), devem ser emitidos em folhas específicas, conforme formulário adequado, padronizado pela norma PETROBRAS N-381. 3.3 Corrosão Admissível Deve ser considerada uma sobreespessura mínima para a corrosão conforme determinado nas normas PETROBRAS N-1673 ou N-1744.
  • 9. N-1693 REV. E SET / 2003 5 3.4 Serviço com Hidrocarbonetos Não é permitido o uso de conexões roscadas, flange sobreposto e uniões. 3.5 Serviços com Hidrogênio, Ácido Sulfídrico (H2S) e Ácido Fluorídrico (HF) Todas as soldas devem ser de penetração total, não sendo permitido o uso de tubos e acessórios com solda de encaixe ou rosca. 3.6 Tubulações de Pequeno Diâmetro Devem ser consideradas a definição e os critérios da norma PETROBRAS N-57. 4 TUBOS DE CONDUÇÃO 4.1 Ferro Fundido Os tubos de ferro fundido devem ser utilizados apenas para sistemas de drenagem, em linhas enterradas, usando ferro fundido centrifugado com junta elástica, conforme norma ABNT NBR 7669. 4.2 Aços-Carbono e Aços-Liga 4.2.1 Os tubos de aços-carbono e aços-liga, nos diâmetros nominais até 80”, devem atender à norma dimensional ASME B36.10, observando-se os seguintes critérios: a) não devem ser adotados os diâmetros nominais de 1/8”, 3/8”, 1 1/4”, 3 1/2”, 5” e 7”; b) o emprego de tubos com diâmetros nominais de 22”, 28”, 32”, 34”, 38”, 40”, 44” e 46”, deve ser precedido de análise econômica, sujeito à aprovação da PETROBRAS; c) tubos de 2 1/2” devem ser utilizados apenas em sistemas de combate a incêndio. 4.2.2 As espessuras de tubos para os diâmetros nominais até 10” devem ser designadas pela série (“schedule”) ou pelas siglas correspondentes à indicação de parede (STD), (XS) e (XXS) ou pela espessura em polegadas quando necessário; para diâmetros nominais iguais ou superiores a 12” as espessuras devem, preferencialmente, ser designadas em polegadas. 4.3 Aços Inoxidáveis 4.3.1 Os tubos em aço inoxidável nos diâmetros nominais até 30” devem atender à norma dimensional ASME B36.19, observando-se os critérios citados no item 4.2.1. 4.3.2 Quando a espessura não constar da norma ASME B36.19, deve ser utilizada a norma ASME B36.10 (exceto para tubos ASTM A 409).
  • 10. N-1693 REV. E SET / 2003 6 4.4 Espessura de Parede O critério de seleção para espessura de parede deve ser o definido pela norma PETROBRAS N-1673, obedecendo-se às espessuras mínimas na norma relacionadas. 4.5 Extremidades As extremidades devem ser conforme as seguintes normas: a) ASME B1.20.1 - para extremidades roscadas (NPT); b) ASME B16.25 - para extremidades para solda de topo; c) ASME B16.11 - para extremidades para solda de encaixe. 4.6 Seleção de Materiais Para seleção dos materiais devem ser utilizados os critérios definidos pelas TABELAS 1 (aço-carbono), TABELA 2 (aços-liga), TABELA 3 (aços inoxidáveis) e TABELA 4 (aplicação em baixa temperatura), que apresentam também alternativas que só devem ser utilizadas em casos devidamente justificados e sujeitos à aprovação da PETROBRAS. Estes critérios são os requisitos mínimos para a seleção de materiais. Para cada aplicação devem ser consideradas todas as condições específicas do processo. TABELA 1 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇO-CARBONO Aplicação Típica Diâmetro Nominal Especificação Básica Alternativas 1/2” a 14” ASTM A53 Gr. B s/cost. ou c/cost. ASTM A 106 Gr. B ASTM A 134 c/chapa ASTM A 283 Gr. C ASTM A 134 c/chapa ASTM A 285 Gr. C Uso exclusivo em tubulação de água 16” e maiores ASTM A53 Gr. B c/cost. ASTM A 139 Gr. B 1/2” a 14” API 5L Gr. B PSL 2 s/cost. ou c/cost. (ver Nota) ASTM A 106 Gr. B Uso com hidrocarbonetos ou vapor com temperatura até 400 °C (exceto para serviços com H2S) 16” e maiores API 5L Gr. B PSL 2 c/cost. ASTM A 672 Gr. A55 Cl.12 1/2” a 14” ASTM A 106 Gr. B s/cost. - Uso com hidrocarbonetos ou vapor com temperatura na faixa de 400 °C a 430 °C e para serviços com H2S e H2 16” e maiores ASTM A 672 Gr. B 60 Cl. 22 c/cost. ASTM A 106 Gr. B Descarte e carregamento de catalisador limitado à temperatura de 430 °C 1/2” a 10” ASTM A 106 Gr. B s/cost. - Nota: Definido em função do cálculo de espessura (ver norma PETROBRAS N-1673).
  • 11. N-1693 REV. E SET / 2003 7 TABELA 2 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇOS-LIGA AplicaçãoTípica Temperatura °C Diâmetro Nominal Especificação Básica Alternativas 1/2” a 14” ASTM A 335 Gr. P11 (1 1/4 % Cr - 1/2 % Mo) s/cost. - até 520 16” e maiores ASTM A 691 Gr. 1 1/4 CR Cl. 22 (1 1/4 % Cr - 1/2 % Mo) c/cost. - 1/2” a 14” ASTM A 335 Gr. P22 (2 1/4 % Cr - 1 % Mo) s/cost. - Hidrocarbonetos e vapor em temperaturas superiores a 430 °C Finalidade: resistir à fluência até 570 16” e maiores ASTM A 691Gr. 2 1/4 CR Cl. 22 (2 1/4 % Cr - 1 % Mo) c/cost. - 1/2” a 14” ASTM A 335 Gr. P5 (5 % Cr - 1/2 % Mo) s/cost. - Hidrocarbonetos em temperaturas superiores a 430 °C Finalidade: resistir à corrosão até 480 16” e maiores ASTM A 691Gr. 5CR Cl. 22 (5 % Cr - 1/2 % Mo) c/cost. - Descarte de catalizador acima de 430 °C Finalidade: resistir à fluência 540 1/2” a 14” ASTM A335 Gr. P5 (5 % Cr - 1/2 % Mo) s/cost. - TABELA 3 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO DE AÇOS INOXIDÁVEIS AUSTENÍTICOS Aplicação Típica Liga Básica Diâmetro Especificação Básica Tipo de Fabricação Alternativas 1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 304 s/cost. (ver Nota 1) ASTM A 358 Gr. TP 304 Cl. 3 (ver Nota 3) 16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 304 Cl. 3 c/cost. ASTM A 409 Gr. TP 304 (ver Nota 2) 1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 321 s/cost. (ver Notas 1 e 4) ASTM A 358 Gr. TP 321 Cl. 3 (ver Notas 3 e 4) 16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 321 c/cost. (ver Nota 4) ASTM A 409 Gr. TP 321 (ver Notas 2 e 4) 1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 347 s/cost. (ver Notas 1 e 4) ASTM A 358 Gr. TP 347 Cl. 3 (ver Notas 3 e 4) 16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 347 Cl. 3 c/cost. (ver Nota 4) ASTM A 409 Gr. TP 347 (ver Notas 2 e 4) 1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 304L s/cost. (ver Notas 1 e 4) ASTM A 358 Gr. 304L Cl. 3 (ver Nota 3) Hidrocarbonetos com misturas com hidrogênio, água decationizada, água deanionizada e desmineralizada 18 Cr -8 Ni 16” a 30” ASTM A 358 Gr. 304L Cl. 3 c/cost. (Ver Nota 4) ASTM A 409 Gr. TP 304L (ver Nota 2) 1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 316L s/cost. (ver Nota 1) ASTM A 358 Gr. 316 Cl. 3 (ver Notas 3 e 5) 16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 316L Cl. 3 c/cost. ASTM A 409 Gr. TP 316L (ver Notas 2 e 5) 1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 316L s/cost. (ver Nota 1) ASTM A 358 Gr. 316L Cl. 3 (ver Notas 3 e 5) 18 Cr - 11 Ni- 2 Mo (ver Nota 5) 16” a 30” ASTM A 358 Gr. TP 316 Cl. 3 c/cost. ASTM A 409 Gr. TP 316L (ver Notas 2 e 5) 1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 317L s/cost. (ver Nota 1) ASTM A 312 Gr. 316L (ver Notas 3 e 5) 16” a 30” ASTM A 409 Gr. TP 317L c/cost. ASTM A 358Gr. TP 316L Cl. 3 (ver Notas 2 e 5) 1/2” a 14” ASTM A 312 Gr. TP 317 s/cost. (ver Nota 1) ASTM A 312 Gr. 316L (ver Notas 3 e 5) Hidrocarbonetos com presença de ácido naftênico 18 Cr - 8 N i- 3 Mo 16” a 30” ASTM A 409 Gr. TP 317 c/cost. ASTM A 358 Gr. TP 316L Cl. 3L (ver Notas 2 e 5) 17 Cr - 9 Ni - Ti 1/2” a 10” ASTM A 312 Gr. TP 321 s/cost. ou c/ cost. (ver Nota 4) ASTM A 358 Gr. TP 321 Cl. 3 (ver Notas 3 e 4) Descarte de catalisador do regenerador antes da injeção de ar 17 Cr - 9 Ni - Cb 1/2” a 10” ASTM A 312 Gr. TP 347 s/cost. ou c/ cost. (ver Nota 4) ASTM A 358 Gr. TP 321 Cl. 3 (ver Notas 3 e 4)
  • 12. N-1693 REV. E SET / 2003 8 Notas: 1) O tubo sem costura deve ser usado como especificação básica para serviços com hidrogênio ou outros em que for exigido esse tipo de fabricação. Nesse caso, a alternativa deve ser a especificação ASTM A 376 no grau correspondente. 2) Os tubos ASTM A 409 são limitados aos diâmetros nominais 14” e 30” e às espessuras Sch. 10S e 5S. 3) A especificação ASTM A 358 limitado a diâmetros maiores ou igual a 8”. 4) Prever tratamento térmico de estabilização e teste de corrosão intergranular na aquisição da matéria-prima conforme requisitos suplementares das especificações listadas abaixo: a) ASTM A 312 - S6 e S7; b) ASTM A 358 - S5 e S6; c) ASTM A 376 - S9 e S10; d) ASTM A 409 - S5 e S6. 5) Para serviços com ácidos naftênicos deve-se utilizar, em ordem de prioridade, os seguintes aços inoxidáveis tipo: 317L, 317, 316L e 316. Quando forem especificados os tipos 316L ou 316, incluir na especificação teor mínimo de Mo de 2,5 %. TABELA 4 - SELEÇÃO DE TUBOS DE CONDUÇÃO PARA BAIXA TEMPERATURA Faixa de Temperatura de Projeto (T) e Espessuras de Tubo (e) - (Ver Nota 1) 15 °C ≥ T ≥ - 29 °C - 45 °C > T ≥ - 90 °C Tipo de Fabricação esp. até 12,5 mm 12,5 mm > e ≥ 17,5 mm e > 17,5 mm -29 °C > T ≥ - 45 °C esp. até 51 mm ASTM A 106 Gr. B ASTM A 333 Gr. 6 (ver Nota 2)Tubo SC ASTM A 333 Gr. 3 ASTM A 671 Gr. CC60 ASTM A 671 Gr. CC 60 Cl. 32 c/ teste suplementar S2 ASTM A 333 Gr. 6 ASTM A 333 Gr. 3 Tubo CC ASTM A 671 Gr. CF 71 Notas: 1) Para casos específicos fora dos limites aqui estabelecidos, devem ser atendidos os requisitos para teste de impacto da norma ASME B31.3. 2) Como alternativa pode ser utilizado o ASTM A 106 Gr. B, com tratamento térmico de normalização e ensaio de impacto. 5 FLANGES 5.1 Materiais Os materiais para flanges devem ser compatíveis com a TABELA 5.
  • 13. N-1693 REV. E SET / 2003 9 TABELA 5 - MATERIAIS PARA FLANGES DE TUBULAÇÃO Liga Básica Material do Tubo Material do Flange ASTM A 106 Gr. B ASTM A 153 Gr. B API 5L Gr. B Aço-Carbono ASTM A 672 Gr. B60 ASTM A 105 Aço-Liga ASTM A 333 Gr. 6 ASTM A 350 Gr. LF1 1/2 % Mo ASTM A 335 Gr. P1 ASTM A 182 Gr. F1 1 1/4 % Cr -1 % Mo ASTM A 335 Gr. P11 ASTM A 182 Gr. F11 2 1/4 % Cr -1 % Mo ASTM A 335 Gr. P22 ASTM A 182 Gr. F22 5 % Cr -1/2 % Mo ASTM A 335 Gr. P5 ASTM A 182 Gr. F5 ASTM A 312 TP304 ASTM A 358 TP304 ASTM A 376 TP304 ASTM A 409 TP304 ASTM A 182 Gr. F304 ASTM A 312 TP304L ASTM A 358 TP304L ASTM A 376 TP304L 18 Cr - 8 Ni ASTM A 409 TP304L ASTM A 182 Gr. F304L ASTM A 312 TP316 ASTM A 358 TP316 ASTM A 376 TP316 ASTM A 409 TP316 ASTM A 182 Gr. F316 ASTM A 312 TP316L ASTM A 358 TP316L ASTM A 376 TP316L 18 Cr - 11 Ni - 2 Mo ASTM A 409 TP316L ASTM A 182 Gr. F316L ASTM A 312 TP317 ASTM A 409 TP317 ASTM A 182 Gr. F317 ASTM A 312 TP317L 18 Cr - 11 Ni - 3 Mo ASTM A 409 TP317L ASTM A 182 Gr. F317L ASTM A 312 TP321 ASTM A 358 TP321 ASTM A 376 TP321 ASTM A 409 TP321 ASTM A 182 Gr. F321 ASTM A 312 TP321L ASTM A 358 TP321L ASTM A 376 TP321L 17 Cr - 9 Ni - Ti ASTM A 409 TP321L ASTM A 182 Gr. F321L ASTM A 312 TP347 ASTM A 358 TP347 ASTM A 376 TP347 17 Cr - 9 Ni - Cb ASTM A 409 TP347 ASTM A 182 Gr. F347 Nota: Para os flanges de aço inoxidável austenítico valem as Notas 4 e 5 da TABELA 3, onde aplicáveis. 5.2 Fabricação Os flanges de aço devem ser forjados.
  • 14. N-1693 REV. E SET / 2003 10 5.3 Padrões Dimensionais 5.3.1 Os flanges de aço e ferro fundido devem atender à padronização estabelecida nas TABELAS 6 e 7. TABELA 6 - PADRONIZAÇÃO DOS FLANGES DE AÇO-CARBONO FLANGES DE AÇOS-CARBONO CLASSES DE PRESSÃO Norma ASME B16.1 Norma ASME B16.5 Diâmetro Nominal 125 250 150 e 300 400 a 900 1 500 2 500 1” a 12” ASME B16.5 14” a 24” Usar Flange ASME B16.5 Classe 150 Usar Flange ASME B16.5 Classe 300 26” a 36” ASME B16.47 Série A 42” a 60” Usar Flange ASME B16.47 Série A Usar Flange ASME B16.47 Série A ASME B16.47 Série B Calculados pelo ASME BPVC Sec. VIII Divisão 1 Apêndice 2 (Ver Nota) Nota: Para os flanges a calcular, as pressões admissíveis devem estar de acordo com a norma ASME B16.5. TABELA 7 - PADRONIZAÇÃO DOS FLANGES DE AÇO-LIGA FLANGES DE AÇOS-LIGA CLASSES DE PRESSÃO Norma ASME B16.5 Diâmetro Nominal 150 a 900 1 500 2 500 1” a 12” ASME B16.5 14” a 24” 26” a 36” ASME B16.47 Série A 42” a 60” ASME B16.47 Série B Calculados pelo ASME BPVC Sec. VIII Divisão 1 Apêndice 2 (ver Nota) Nota: Para os flanges a calcular, as pressões admissíveis devem estar de acordo com a norma ASME B16.5. 5.3.2 Os flanges de bronze devem ser conforme norma ASME B16.24. 5.3.3 Para acoplar flanges de aço com flanges de ferro fundido das classes 125 e 250, devem ser usados flanges de aço das classes 150 e 300, respectivamente, com face plana.
  • 15. N-1693 REV. E SET / 2003 11 5.4 Tipos 5.4.1 Os flanges de DN 2” e maiores devem ser do tipo pescoço, com chanfro para solda de topo, conforme norma ASME B16.25, com espessura igual à do tubo ao qual se destina, exceto nas situações previstas no item 5.4.3. 5.4.2 Os flanges de DN 1/2” e menores devem ser de solda de encaixe ou roscados, dependendo da padronização das conexões, exceto em serviços com hidrogênio, ácido sulfídrico (H2S) e ácido fluorídrico (HF), quando seu uso não é permitido, conforme item 3.4, devendo ser utilizados flanges de pescoço, com solda de topo. 5.4.3 Os flanges sobrepostos podem ser utilizados em tubulações para serviço com fluidos não tóxicos e não inflamáveis, exceto quando soldados diretamente em curva. Esses flanges devem ser limitados à 300# e temperatura até 150 °C. 5.5 Faces 5.5.1 Face com Ressalto A utilizada para flanges de aço até classe de pressão 600, inclusive. 5.5.2 Face Plana Tipo de face das válvulas de ferro fundido ASME B16.1, classes 125 e 250. Este mesmo tipo de face deve ser usado nos flanges de aço ASME B16.5 e ASME B16.47, nas classes 150 e 300, quando usados como contraflange das válvulas de ferro fundido; nas classes de 125 e 250 respectivamente. 5.5.3 Face Junta Anel Deve ser usada para as classes de pressão 600 ou maiores, admitindo-se, também, nas outras classes quando o serviço exigir. 5.6 Acabamento das Faces para Flanges de Aço 5.6.1 O acabamento das faces de contato para vedação dos flanges com face plana ou face com ressalto deve ser conforme a norma MSS SP-6 e padrão visual conforme norma ASME B46.1 e obedecendo ao seguinte critério: a) face com ranhuras espiraladas, excêntricas ou concêntricas, com rugosidade na faixa de 125 µm RMS a 250 µm RMS quando a junta de vedação for de papelão hidráulico; b) face com acabamento liso (“smooth finish”) com rugosidade máxima de 125 µin ARRH (3,2 µm ARRH) ou 125 µm RMS, quando a junta de vedação for do tipo semimetálica espiralada (“spiral wound”); c) face para junta de anel (“ring type”) rugosidade máxima de superfície de contato do flange e da junta deve ser de 63 µin RMS.
  • 16. N-1693 REV. E SET / 2003 12 5.6.2 A face dos flanges que trabalham com junta de vedação tipo anel sólido (“ring type joint”) deve ter as seguintes durezas mínimas: a) aço-carbono: 120 Brinell; b) aço-liga 1 % a 5 % Cr: 160 Brinell; c) aço inoxidável 304, 316, 317, 321 e 347: 160 Brinell; d) aço inoxidável 304L, 316L e 317L: 140 Brinell. 6 PARAFUSOS E PORCAS 6.1 Geral Os parafusos tipo estojo devem ser integralmente roscados. As porcas devem ser hexagonais, série pesada (“heavy semifinished”). 6.2 Materiais e Padrões Dimensionais 6.2.1 Parafusos As dimensões dos parafusos para flanges devem ser conforme as normas ASME B16.5 e ASME B18.2.1. As roscas devem ser conforme a norma ASME B1.1, sendo que para parafusos de diâmetros 1” e menores devem ser do tipo “coarse thread series” UNC-2A e para parafusos de diâmetros 1 1/8” e maiores devem ser do tipo “8 thread series” 8UN-2A. O material deve ser conforme TABELA 8. TABELA 8 - PADRÕES DIMENSIONAIS PARA PARAFUSOS E PORCAS Material Item T ≤ 540 °C Válvula Testada a Fogo (“Fire Tested Type”) T ≤ - 29 °C PVC Parafusos máquina - - - ASTM A307 Gr. B Parafusos estojo ASTM A193 Gr. B7 ASTM A193 Gr. B16 ASTM A320 Gr. L7 - Porcas ASTM A194 Gr. 2H ASTM A194 Gr. 2H ASTM A194 Gr. 4 ASTM A194 Gr. 2H 6.2.2 Porcas As dimensões das porcas devem ser conforme a norma ASME B18.2.2. As roscas devem ser conforme a norma ASME B1.1, sendo que, para porcas de diâmetros 1” e menores, usar a série UNC-2B, para diâmetros de 1 1/8” e maiores, usar a série 8UN-2B. O material deve ser conforme TABELA 8. Notas: 1) Para ambiente com salinidade utilizar parafuso cadmiado ASTM B 766 Cl. 8 Tipo II, bicromatizado amarelo brilhante, com alívio de tensões e de hidrogênio e testes suplementares S1, S2 e S3. 2) Para serviço com H2S utilizar estojos em dureza a 235 Brinell, conforme norma PETROBRAS N-1706.
  • 17. N-1693 REV. E SET / 2003 13 7 JUNTAS DE VEDAÇÃO 7.1 Padrões Dimensionais As normas dimensionais para juntas de vedação devem ser conforme a norma ASME B16.5 e TABELA 9. TABELA 9 - PADRÕES DIMENSIONAIS PARA JUNTAS DE VEDAÇÃO Normas Uso ASME B16.21 e ABNT NBR 5893 - Para juntas não metálicas ASME B16.20 e API SPEC. 6A (ver Nota) - Para juntas metálicas tipo anel ASME B16.20 - Para juntas metálicas com enchimento não metálico tipo semimetálica espiralada e semimetálica encamisada Nota: Aplicável em árvore de natal em instalações “offshore”. 7.2 Anel Metálico Todas as juntas tipo anel devem ser ovais ou octogonais e com durezas máximas como segue: a) aço-carbono: 90 Brinell; b) aço-liga 1 % a 5 % Cr: 130 Brinell; c) aço inoxidável 304, 316, 317, 321 e 347: 150 Brinell; d) aço inoxidável 304L, 316L e 317L: 110 Brinell. 7.3 Critérios para Seleção de Juntas de Vedação para Ligações Flangeadas Para seleção de juntas de vedação deve ser utilizada a TABELA 10.
  • 18. N-1693 REV. E SET / 2003 14 TABELA 10 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE JUNTAS DE VEDAÇÃO DE LIGAÇÕES FLANGEADAS Aplicação Neoprene Papelão Hidráulico em Aramida + NBR ASME B16.21 Metálica Espiralada em AISI 304 com Enchimento de Grafite Flexível ASME B16.20 (ver Notas 1, 2 e 3 ) Anel Metálico ASME B16.20 Metálica Espiralada em 1) Monel ® com enchimento de PTFE ASME B16.20 Água Vapor Ar Produtos Químicos Nitrogênio, CO2 Espuma Neoprene até 150# 0 ≤ T ≤ 100 °C até 150# 0 ≤ T ≤ 150 °C até 600# T ≤ 430 °C a partir de 600# _______ Álcool _________ até 150# 0 ≤ T ≤ 80 °C ___________ _______ _______ Gases Liquefeitos Hidrocarbonetos Glicol Processos Gerais DEA _________ ___________ até 600# -60 °C ≤ T ≤ 430 °C a partir de 600# _______ Serviços Categoria M _________ ___________ até 300# T ≤ 430 °C a partir de 600# _______ Serviços Sujeitos a Ciclos Térmicos _________ ___________ até 600# T ≤ 430 °C _______ _______ MTBE até 150# até 100 °C ___________ até 300 # T ≤ 430 °C _______ _______ Ácido Fluorídrico _________ ___________ _______ _______ Até 300# (T ≤ 204 °C) Hidrocarboneto Presença de Ácidos Naftênicos _______ _______ até 300# T ≤ 430 °C (ver Nota 2) _______ _______ Notas: 1) Anel de encosto interno deve ser utilizado para pressões acima de 40 kgf/cm2 ou DN ≥ 8”. 2) Para serviços com ácidos naftênicos usar espirais em AISI 316 ou 317. 3) Para serviços em temperaturas acima de 430 °C usar espiras de AISI 321 ou 347. 8 CONEXÕES 8.1 Conexões para Solda de Topo 8.1.1 Padrões Dimensionais Devem ser obedecidas as seguintes normas dimensionais: a) norma ASME B16.9 - conexões de aço-carbono e aço-liga; b) norma MSS SP-43 - conexões de aço inoxidável; c) norma ASME B16.25 - extremidades para solda de topo; d) norma ASME B16.28 - curvas de raio curto. 1) MONEL é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de internos de válvulas e outros componentes de tubulação para maior resistência à corrosão. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente, desde que conduza a resultado igual.
  • 19. N-1693 REV. E SET / 2003 15 Notas: 1) Exceto onde indicado em contrário, a espessura de parede nas extremidades da conexão deve ser igual à espessura do tubo conectado. 2) Exceto onde indicado em contrário, as curvas com extremidade para solda de topo devem ser de raio longo. 3) Preferencialmente a fabricação deve ser sem costura. 8.1.2 Curva em Gomos Para curvas em gomos, fabricadas de tubo ou chapa, devem ser atendidas as limitações citadas na norma ASME B31.3, tais como: inflamabilidade e toxidez do fluido transportado, pressão de projeto, temperatura de projeto e condições cíclicas severas. Para a determinação do número de soldas e da espessura de parede, devem ser utilizados os critérios da norma citada. 8.1.3 Ramificações 8.1.3.1 O critério para a seleção do tipo de ramificação deve seguir a orientação da TABELA 11. TABELA 11 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE RAMIFICAÇÕES TRONCO <2” 2” 3” 4” 6” 8” 10” 12” 14” 16” 18” 20” 24” >24” TE COLAR ROSQUEADO (VER NOTA 1) COLAR DE ENCAIXE (VER NOTA 1) MEIA LUVA (VER NOTA 1) <2” 2” SEM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO 3” SEM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO OU TE (VER NOTA 2) COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR COLAR DE TOPO OU BOCA DE LOBO COM REFORÇO 4” 6” COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO COM REFORÇO OU COLAR DE TOPO OU TE (VER NOTA 2) 8” 10” SEM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR BOCA DE LOBO OU TE (VER NOTA 2) 12” COM NECESSIDADE DE REFORÇO: USAR COLAR DE TOPO OU BOCA DE LOBO COM REFORÇO OU TE (VER NOTA 2) 14” 16” 18” 20” 24” C A L C U L A R >24” R A M I F I C A Ç Õ E S
  • 20. N-1693 REV. E SET / 2003 16 Notas: 1) Para serviço com H2S, H2, fluído enquadrado na categoria M e serviço cíclico severo, devem ser utilizadas ramificações suscetíveis a exame radiográfico, tais como: tês forjados, tês extrudados e selas forjadas, sempre que não for possível utilizar o exame por ultra-som como alternativa. Para limitações no uso do exame por ultra-som ver norma PETROBRAS N-115. 2) A escolha final deve ser baseada em critérios econômicos, prazos de instalação ou outras diretrizes. Na folha de padronização devem constar as diversas alternativas que se aplicam a cada caso. 3) Não é recomendável utilização de boca-de-lobo em plataformas marítimas (ver norma API RP 14E). 8.1.3.2 Os padrões dimensionais dos colares devem ser conforme a norma MSS SP-97. 8.2 Conexões para Solda de Encaixe e Roscadas - Padrões Dimensionais Devem ser utilizadas as seguintes normas dimensionais: a) norma ASME B1.20.1 - rosca NPT; b) norma ASME B16.3 - conexões roscadas de ferro maleável; c) norma ASME B16.11 - conexões de aço forjado roscadas ou para solda de encaixe: dimensões, tolerâncias e limites de aplicação; d) norma ASME B16.14 - bujões e buchas roscadas de ferro maleável; e) norma ASME B16.15 - conexões roscadas de bronze fundido; f) norma ASME B16.39 - uniões roscadas de ferro maleável; g) norma MSS SP-83 - união roscada e encaixe de aço-carbono. Notas: 1) Os diâmetros nominais utilizados são 1/2”, 3/4”, 1” e 1 1/2”. 2) Somente devem ser utilizadas conexões de ferro maleável da classe de pressão 300. 3) Deve ser utilizada a TABELA 12 para correspondência entre a classe de pressão de conexões de aço forjado e espessura de parede de tubo. TABELA 12- CORRESPONDÊNCIA ENTRE CLASSE DE PRESSÃO E ESPESSURA DE PAREDE DE TUBO Espessura de Parede do TuboTipo de Conexão Classes de Pressão da Conexão Série Designação da Parede 3 000 80 XS Roscada 6 000 - XXS 3 000 80 XS 6 000 160 -Solda de Encaixe 9 000 - XXS
  • 21. N-1693 REV. E SET / 2003 17 9 VÁLVULAS 9.1 Seleção de Materiais Para seleção dos materiais devem ser utilizadas as TABELAS 13, 14 e 15. TABELA 13 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS 1/2” A 1 1/2” Bloqueio Regulagem Retenção Bloqueio Gaveta Globo Portinhola/Pistão (ver Nota 1) Esfera/Macho Diâmetro 1/2” - 1 1/2” Aplicação Classe Corpo Internos (ver Nota 2) Corpo Internos (ver Nota 2) 200 Bronze ASTM B 62 Bronze ASTM B 62 300 Bronze ASTM B 61 Bronze ASTM B 61 AFO ASTM A 182 Gr. F6a 800 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 180 Gr. F6a Água 1 500 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 / 2) Stellite® Vapor até 400 °C AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 / Stellite® Hidrocarbonetos até 400 °C sem H2S AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a Hidrocarbonetos até 400 °C com H2S AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos corrosivos em alta temperatura até 540 °C AFO ASTM A 182 Gr. F5a AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos com ácido naftênico AFO ASTM A 182 Gr. F317L AFO ASTM A 182 Gr. F317L Vapor a alta pressão AFO ASTM A 182 Gr. F11 AFO ASTM A 182 Gr. F6a / Stellite® Gás natural à baixa temperatura até - 29 °C AFO ASTM A 350 Gr. LF2 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 350 Gr. LF2 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 29 °C AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 45 °C AFO ASTM A 350 Gr. LF2 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 350 Gr. LF2 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 60 °C AFO ASTM A 350 Gr. LF3 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 350 Gr. LF3 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos até 150 °C sem H2S AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F6a Hidrocarbonetos até 150 °C com H2S AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFO ASTM A 105 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Notas: 1) Usar o tipo portinhola, somente para água na classe 200. 2) Como alternativa para os internos da válvula pode ser aceita a especificação AISI equivalente. 2) STELLITE é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente, desde que conduza a resultado igual.
  • 22. N-1693 REV. E SET / 2003 18 TABELA 14 - SELEÇÃO DE MATERIAIS PARA VÁLVULAS NOS DIÂMETROS 2” E MAIORES Bloqueio Retenção Bloqueio Gaveta Globo/Portinhola Esfera/Macho Diâmetro 2” e Maiores Aplicação Classe Corpo Internos Corpo Internos Corpo Internos 125 FFU ASTM A 126 Cl. B FFU ASTM A 126 Cl. B Bronze ASTM B 62 FFU ASTM A 126 Cl. B Bronze ASTM B 62 150 AFU ASTM A 216 Gr. WCB Bronze ASTM B 62 AFU ASTM A 216 Gr. WCB Bronze ASTM B 62 250 FFU ASTM A 126 Cl. B Bronze ASTM B 61 FFU ASTM A 126 Cl. B Bronze ASTM B 61 900 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a/Stellite® AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a/Stellite® Água 1 500 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a/Stellite® AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a/Stellite® Vapor até 400 °C AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304/Stellite® AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304/Stellite® Hidrocarbonetos até 400 °C sem H2S AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a Hidrocarbonetos até 400 °C com H2S AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos corrosivos em alta temperatura até 540 °C AL ASTM A 217 Gr. C5 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AL ASTM A 217 Gr. C5 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos com ácido naftênico AFU ASTM A 351 Gr. CG8M AFO ASTM A 182 Gr. F317L AFU ASTM A 351 Gr. CG8M AFO ASTM A 182 Gr. F317L Vapor a alta pressão AL ASTM A 217 Gr. WC6 AFO ASTM A 182 Gr. F6a/Stellite® AL ASTM A 217 Gr. WC6 AFO ASTM A 182 Gr. F6a/Stellite® Gás natural à baixa temperatura até - 29 °C AFU ASTM A 352 Gr. LCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 352 Gr. LCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 29 °C AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 45 °C AFU ASTM A 352 Gr. LCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 352 Gr. LCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 352 Gr. LCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos à baixa temperatura até - 60 °C AFU ASTM A 352 Gr. LC3 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 352 Gr. LC3 AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 352 Gr. LC3 AFO ASTM A 182 Gr. F304 Hidrocarbonetos até 150 °C sem H2S AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F6a Hidrocarbonetos até 150 °C com H2S AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 AFU ASTM A 216 Gr. WCB AFO ASTM A 182 Gr. F304 Nota: Como alternativa para os internos de válvula podem ser aceita a especificação AISI equivalente.
  • 23. N-1693 REV. E SET / 2003 19 TABELA 15 - SELEÇÃO DE MATERIAIS NÃO METÁLICOS PARA SEDES DE VÁLVULAS Tipo de Material Aplicação Limites de Temperatura °C Buna-N Água, Ar e Nitrogênio 0 até 100 Ebonite, Neoprene Produtos Químicos 0 até 65 3) Viton® Hidrocarbonetos 0 até 150 PTFE Hidrocarbonetos - 60 até 150 9.2 Padrões Dimensionais Devem ser utilizadas as seguintes normas dimensionais conforme TABELA 16. TABELA 16 - NORMAS DIMENSIONAIS PARA VÁLVULAS Material do Corpo e Extremidades da Válvula Bronze Ferro Fundido Aço Fundido Aço ForjadoTipo de Válvula Rosca Flange “WAFER” Flange Solda de Topo Encaixe de solda Gaveta MSS SP-70 API STD 600 Globo CEN EN 13789 BSI BS 1873 ISO 15761 Retenção MSS SP-80 MSS SP-71 API STD 594 BSI BS 1868 Esfera API SPEC 6D BSI BS 5351 Borboleta API STD 609 Macho API STD 599 9.3 Operação com Redutores O uso de redutores de engrenagens para melhor operação de válvulas deve ser adotado nos diâmetros iguais ou maiores que os indicados na TABELA 17. 3) VITON® é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de revestimentos endurecidos de obturadores e sedes de válvulas. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente, desde que conduza a resultado igual.
  • 24. N-1693 REV. E SET / 2003 20 TABELA 17 - USO DE REDUTORES DE ENGRENAGENS Tipo Classe Usar Redutores para Diâmetros Nominais das Válvulas ≥ 150 14” 300 12” 600 6” 900 6” Gaveta 1 500 e 2 500 6” 600 e 900 6” Globo 1 500 e 2 500 4” 150 e 300 6” 600 e 900 6”Esfera e Macho 1 500 e 2 500 4” Borboleta 125 12” 9.4 Válvulas de Esfera 9.4.1 As válvulas esfera testadas a fogo (“fire tested type”) devem ser como especificadas na norma PETROBRAS N-2247. 9.4.2 As válvulas de esfera devem ser do tipo passagem plena. 9.5 Válvulas de Borboleta Para DN de 2” a 20” deve ser utilizado o tipo “wafer” ou “lug” e para DN de 24” e maiores, deve ser utilizado o tipo flangeado. 9.6 Válvulas de Retenção 9.6.1 Para DN de 1/2” a 1 1/2” deve ser utilizado o tipo pistão (horizontal ou vertical) quando a válvula for de aço, e tipo portinhola quando a válvula for de bronze. 9.6.2 Para DN de 2” e maiores deve ser utilizado o tipo portinhola flangeada. Como alternativa, pode ser utilizado o tipo “wafer” dupla ou simples portinhola com sede em BUNA-N até 100 °C, Viton® de 100 °C a 150 °C e sede metal-metal acima de 150 °C. 9.7 Ressaltos para Conexões Auxiliares As válvulas flangeadas e para solda de topo dos tipos gaveta, globo, macho e retenção devem ser fornecidas com ressaltos para possibilitar instalação de conexões auxiliares, conforme Figuras 1 e 5 da norma ASME B16.34 e segundo o indicado na TABELA 18.
  • 25. N-1693 REV. E SET / 2003 21 TABELA 18 - RESSALTOS PARA CONEXÕES AUXILIARES Tipo Diâmetro Nominal da Válvula Diâmetro Nominal da Conexão Auxiliar Posições da ASME B16.34 2” a 4” 1/2” 6” a 8” 3/4”Gaveta > 10” 1” A, B e H 2” a 4” 1/2” 6” a 8” 3/4”Retenção > 10” 1” G 2” a 4” 1/2” Globo 6” a 8” 3/4” G 2” a 4” 1/2” 6” a 8” 3/4”Esfera > 10” 1” G 9.8 Intervalo de Diâmetros Utilizados A TABELA 19 apresenta os diâmetros nominais padronizados para cada tipo de válvula, em função do material do corpo e tipo de extremidade da válvula. TABELA 19 - DIÂMETROS NOMINAIS PADRONIZADOS PARA VÁLVULAS Material do Corpo e Extremidade da Válvula Bronze FFU AFU AFO Tipo de Válvula RO FLG “WAFER” FLG ST ES VGA ≥ 2” - ≥ 2” ≥ 2” VGL ≥ 2” - ≥ 2” ≥ 2” VRE 1/2” - 1 1/2” 2” - 24” ≥ 26” ≥ 2” ≥ 2” VES - - - ≥ 2” - 1/2” - 1 1/2” VBO - - ≥ 2” - - Nota: Os limites das normas dimensionais para cada tipo de válvula devem ser atendidos. 9.9 Gaxetas A TABELA 20 apresenta o critério de seleção de gaxetas para válvulas industriais.
  • 26. N-1693 REV. E SET / 2003 22 TABELA 20 - CRITÉRIO PARA SELEÇÃO DE GAXETAS PARA VÁLVULAS INDUSTRIAIS Aplicação Padronizações Não-Amianto Produto Químico Solventes Água Aa, Ab, Ac, Ad, Ae, Af, Ag, Bh, Bp, Cf, Ch, Ci, Ta, Xa, Xb, Xc, Xd e Xe PTFE (T ≤ 150 °C) Água de Caldeira Vapor D’água CO Hidrocarbonetos DEA Álcool Vapor de Alta Hidrocarbonetos a Alta Pressão e Temperatura Ba, Bb, Bc, Bd, Be, Bf, Bg, Bj, Bm, Bo, Ca, Cb, Cc, Cd, Ce, Cf, Cg, Cm, Co, Ea, Eb, Ec, Ed, Ee, Ef, Eg, Fa, Fb, La, Lb, Lc, Ld, Ma, Mb, Mc, Md, Oa, Ob, Pa e Qa T ≤ 760 °C, anel superior e inferior em grafite flexível com fios de 4) Inconel ® e anéis intermediários em grafite expandido. _____________ 4) INCONEL é o nome comercial do tipo adequado à fabricação de liga metálica de boa resistência à corrosão, tensão de ruptura e estabilidade térmica. Esta informação é dada para facilitar aos usuários na utilização desta Norma e não significa uma recomendação do produto citado por parte da PETROBRAS. É possível ser utilizado produto equivalente, desde que conduza a resultado igual.
  • 27. N-1693 REV. E SET / 2003 IR 1/1 ÍNDICE DE REVISÕES REV. A, B, C e D Não existe índice de revisões. REV. E Partes Atingidas Descrição da Alteração 1.1, 1.2 e 1.4 Revisados 2 e 3 Revisados 3.6 Revisado 4.5 e 4.6 Revisados 5.5.1 Revisado 5.6.1 e 5.6.2 Revisados 6.2.1 Incluído 6.2.2 Revisado 7.2 Revisado 7.3 Incluído 8.2 Revisado 9.4.1 Revisado 9.8 Incluído TABELAS 1, 2 e 3 Revisadas TABELAS 4 e 5 Incluídas TABELAS 6 Revisada TABELAS 8 Incluída TABELAS 8 e 9 Revisadas TABELA 10 Incluída TABELAS 12 e 13 Revisadas TABELAS 14, 15 e 16 Revisadas TABELA 15 Incluída TABELA 18 Revisada TABELAS 19 e 20 Incluídas _____________