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UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE DOURADOS

CONTAÇÃO DE HISTÓRIA, EM CRECHES.

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Acadêmic...
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para crianças das creches. Como toda art...
II. JUSTIFICATIVA
É fascinante como o contador de historia chama a atenção das crianças. Com
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DADOS que serão analisados através da literatura consultada sobre o tema e a observação dos
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  1. 1. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE DOURADOS CONTAÇÃO DE HISTÓRIA, EM CRECHES. Dourados / MS 2013 1
  2. 2. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MATO GROSSO DO SUL UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE DOURADOS CONTAÇÃO DE HISTÓRIA, EM CRECHES. Acadêmico(a): Orientador: Dourados / MS 2013 I. INTRODUÇÃO 1
  3. 3. A presente pesquisa apresenta a arte que o educador possui em contar uma historia para crianças das creches. Como toda arte, a de contar histórias possui segredos e técnicas. Apresentarei que o exercício de contar histórias possibilita debater importantes aspectos do dia-a-dia das crianças. Contar histórias é uma forma também uma forma de ensinar diversos assuntos e de propiciar um mundo imaginário que encanta a criança. A criança necessita ouvir histórias para desenvolver sua imaginação, a observação, e a linguagem oral e escrita, assim como, o prazer pela arte, a habilidade de dar lógica aos acontecimentos e estimular o interesse pela leitura. Contar histórias é uma arte. Muitas pessoas têm um dom especial para este trabalho. Mas isso não significa que pessoas sem dom não possam tornar-se bons contadores de historias. Apresentarei como os educadores adquirem recursos práticos para transmitir com segurança e entusiasmo uma historia para os pequenos. O ato de contar uma história, além de atividade lúdica, amplia a imaginação e ajuda a criança a organizar sua fala, através da coerência e da realidade. O ver, sentir e ouvir são as primeiras disposições na memória das pessoas. Contar histórias é uma experiência de interação e socialização. Contar uma historia é uma forma relacionamento afetuoso entre a pessoa que conta e os que ouvem. As histórias infantis têm papel fundamental na formação do indivíduo, tornando-o criativo, crítico e capaz de tomar decisões. 1
  4. 4. II. JUSTIFICATIVA É fascinante como o contador de historia chama a atenção das crianças. Com espontaneidade, objetos, brincadeiras lúdicas, mímicas, teatro ou até mesmo os pais e os professores possam contar uma historia divertida e fascinante para as crianças. A arte de contar historia vai além, faz as crianças sonharem e inventarem novas historias narradas por elas mesmas. Para tanto torna-se um campo repleto de possibilidades de analise. . III. OBJETIVOS Apresentar a todos a forma como é contada e vivenciada a contação de historia em creches do município de Dourados-Mato Grosso do Sul. IV. METODOLOGIA As aulas que se baseiam na contação de história terão mais sucesso por se tornar mais expansivas, abrangendo vários assuntos de varias maneiras como afirma Kieran (1994) “os professores serão os contadores de histórias e o currículo a história a ser contada”. E dessa forma, o currículo seria contextualizado e interdisciplinado, e as histórias envolveriam os conteúdos, de acordo com cada uma que fosse contada.Contar histórias é atividade muito antiga. Até os profetas já se usavam dela. Então contar é o conto dos fatos (GÓES, 1991, p.125). Contar história desenvolve as possibilidades de apreensão dos significados do mundo em que as crianças estão inseridas. Esta atividade pode auxiliar na aprendizagem por apresentar características únicas de descontração, atenção, alegria entre outras tantas habilidades que possam fazer o aluno aprender e apreender o sentido das coisas pelo modo lúdico da contação de histórias. “O ouvir histórias pode estimular o desenhar, o musicar, o sair, o ficar, o pensar, o teatrar, o imaginar, o brincar, o ver o livro, o escrever, o querer ouvir de novo (a mesma história ou outra). Afinal, tudo pode nascer dum texto criar asas e estimular a aprendizagem” (ABRAMOVICH, 1994). Assim, a pesquisa bibliográfica tornou-se o ponto chave para que fossem desenvolvidos os primeiros passos do presente projeto de contação de história. Através da COLETA DE DADOS que poderão ser coletados através de textos, livros e internet, a ANÁLISE DE 1
  5. 5. DADOS que serão analisados através da literatura consultada sobre o tema e a observação dos RESULTADOS ESPERADOS. De maneira que se realizará o presente projeto partindo do pressuposto de que a ação de contar histórias deveria ser utilizada dentro do espaço escolar, não somente com seu caráter lúdico, muitas vezes exercitado em momentos de prática, como a hora do conto ou da leitura, mas também deveria ser incorporado a sala de aula, como metodologia que enriquece a prática docente, ao mesmo tempo em que promove conhecimentos e aprendizagens múltiplas. V. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABRAMOVICH, F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 1994. GOÈS, Lucia Pimentel. Introdução a Literatura infantil e juvenil. 2ª ed. São Paulo: Pioneira, 1991 KIERAN, E. O uso da narrativa como técnica de ensino. Lisboa: Dom Quixote, 1994 1
  6. 6. DADOS que serão analisados através da literatura consultada sobre o tema e a observação dos RESULTADOS ESPERADOS. De maneira que se realizará o presente projeto partindo do pressuposto de que a ação de contar histórias deveria ser utilizada dentro do espaço escolar, não somente com seu caráter lúdico, muitas vezes exercitado em momentos de prática, como a hora do conto ou da leitura, mas também deveria ser incorporado a sala de aula, como metodologia que enriquece a prática docente, ao mesmo tempo em que promove conhecimentos e aprendizagens múltiplas. V. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABRAMOVICH, F. Literatura infantil: gostosuras e bobices. 4ª ed. São Paulo: Scipione, 1994. GOÈS, Lucia Pimentel. Introdução a Literatura infantil e juvenil. 2ª ed. São Paulo: Pioneira, 1991 KIERAN, E. O uso da narrativa como técnica de ensino. Lisboa: Dom Quixote, 1994 1

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