Era uma vez: a contribuição dos contos de fadas para a formação do leitor

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Era uma vez: a contribuição dos contos de fadas para a formação do leitor

  1. 1. Marília Fabiana Pires Mendonça – UFRN Orientadora: Renata Karla Lins Bezerra – UFRN
  2. 2. <ul><li>Objetivo: investigar a origem, especificidades, importância para a criança e como o trabalho com o gênero literário colabora para o desenvolvimento do gosto pela leitura literária. </li></ul><ul><li>Relevância : oferecer aos docentes subsídios teórico-metodológicos para o trabalho com o texto literário de qualidade influenciando assim na formação do leitor infantil. </li></ul><ul><li>Metodologia : pesquisa bibliográfica. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Os contos de fadas são praticamente o primeiro contato das crianças com a leitura literária; </li></ul><ul><li>É o gênero literário mais conhecido pelo público infantil devido, principalmente, sua intensa circulação nas mídias. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>A estrutura e o conteúdo dos contos provocam um significativo envolvimento do leitor; </li></ul><ul><li>Processos de identificação e plurissignificação. </li></ul><ul><li>Diversidade de temas: amor, dificuldade de ser criança, carências e autodescobertas. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Escolha prévia (conhecimento do texto); </li></ul><ul><li>Treinamento da entonação da voz; </li></ul><ul><li>Escolha do momento adequado; </li></ul><ul><li>Mostrar que a história lida ou contada encontra-se em um livro; </li></ul><ul><li>Escolha do material (evitar as versões resumidas). </li></ul>
  6. 6. <ul><li>O leitor mais experiente deve oferecer à criança o prazer de conhecer diversas narrativas, deixando, entretanto, que cada uma expresse suas preferências livremente; </li></ul><ul><li>O mediador não deve jamais intervir nas descobertas individuais das crianças; </li></ul><ul><li>O professor não deve fazer leituras obrigatórias ou com fins educativos. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Por sua estrutura e conteúdo, percebe-se que os contos provocam um significativo envolvimento do leitor infantil, assim como uma maior identificação com personagens e enredos, motivando a repetição da leitura literária. Como leitor mais experiente em sala de aula, o professor deve realizar a mediação na relação da criança com a leitura dos contos, garantindo desta forma a leitura de outros gêneros ficcionais, fortalecendo assim o processo de formação do leitor. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>ABRAMOVICH, Fanny. Literatura infantil : gostosuras e bobices. 4. Ed. São Paulo: Scipione, 1994. </li></ul><ul><li>AMARILHA, Marly. Estão mortas as fadas ? Literatura infantil e prática pedagógica. 7. Ed. Petrópolis: Vozes, 1997. </li></ul><ul><li>BETTELHEIM. Bruno. A psicanálise dos contos de fadas . Tradução Arlete Caetano. 21. Ed. São Paulo: Paz e Terra, 2007. </li></ul><ul><li>BEZERRA. Renata Karla Lins. Do conflito do leitor à mediação do professor : o ensino de ficção com contos de fadas e histórias em quadrinhos. 2008. 146f. Monografia (Graduação em Pedagogia) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2008. </li></ul><ul><li>COELHO, Nelly Novaes. O conto de fadas : símbolos – mitos – arquétipos. 2. Ed. São Paulo: Paulinas, 2009. </li></ul><ul><li>PENNAC, Daniel. Como um romance . Tradução Leny Werneck. Porto Alegre: L&PM Pocket, 2008. </li></ul><ul><li>ZILBERMAN. Regina. A literatura infantil na escola . 11. Ed. São Paulo: Global, 2003. </li></ul>

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