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OBJETIVOS 
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METODOLOGIA 
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BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB Lei nº 94/96. 
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  1. 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS CAMPUS de ARAPIRACA LICENCIATURA EMQUÍMICA CRISTÓVÃO FRANCISCO DOS SANTOS TICs NO ENSINO DE QUÍMICA Arapiraca – AL 2013
  2. 2. 1 CRISTÓVÃO FRANCISCO DOS SANTOS TICs NO ENSINO DE QUÍMICA Pré-Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso Apresentado pela Acadêmica do 7º Período do Curso de Licenciatura em Química, ao Professor Rafael Saraiva Nunes para Avaliação da Disciplina de Projeto Integrador 6. Arapiraca – AL 2013
  3. 3. 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO .............................................................................................................. 3 JUSTIFICATIVA ............................................................................................................. 5 OBJETIVOS .................................................................................................................... 7 REFERENCIAL TEÓRICO ............................................................................................. 8 METODOLOGIA .......................................................................................................... 10 RESULTADOS ESPERADOS......................................................................................11 CRONOGRAMA............................................................................................................12 REFÊNCIAS ................................................................... Error! Bookmark not defined.
  4. 4. 3 INTRODUÇÃO Nossa sociedade passa por um intenso movimento, o qual nos defrontamos com um revolucionário avanço das tecnologias da informação e comunicação (TICs), que influencia fortemente em nosso modo de vida, estas difundem-se em nossas relações e ações cotidianas, nos permitindo um novo modo de pensar e refletir sobre o mundo e suas questões diversas. A grande variedade de recursos tecnológicos que se destinam a esse fim, proporcionada pela ação da globalização como computadores, celulares, criação das chamadas rede sociais, facilita o rápido a acesso e difusão das informações. Nessa era tecnologia em que estamos inseridos, dois fatores dispõem de uma significativa importância, a primeira delas é o inegável deslumbramentos dos jovens por estas novas tecnologias e o segundo fator vem da extrema necessidade do domínio dessas tecnologias para a inserção e manutenção do mercado de trabalho, diante disso, em meio aos vários setores de ação social humana, a educação tem sido a área mais afetada por esta revolução tecnológica, visto que, seu principal papel na sociedade é a preparação profissional e pessoal dos indivíduos a que nesta tem acesso. Deste modo, é indispensável pensar em uma revisão da educação escolar, a escola deve aproveitar o momento de inovações tecnológicas e modernizar suas práticas e propostas de ensino e aprendizagem, tanto na forma quanto no conteúdo, atendendo às novas necessidades impostas pelo mundo dinâmico e globalizado (AMARAL; AMARAL, 2008 apud Mathias; Bispo; Amaral 2009). Estas mudanças devem viabilizar uma modificação no comportamento dos docentes, a qual proporcione uma visão acerca das tecnologias diretamente ou indiretamente educacionais, como um midiatizadora dos conhecimentos, o que exige deste um papel de orientador e cooperador de seus alunos na produção do conhecimento (Hack e Negri, 2010).
  5. 5. 4 Neste contexto, o professor precisa compreender as modificações e se atualizar para exercer a função de mediador, entre as tecnologias usadas no ensino e a aprendizagem dos alunos, acreditando que as ferramentas tecnológicas não substituirão o seu trabalho, pois é ele que irá planejar as aulas e saber o melhor momento e qual o melhor recurso tecnológico para complementar um determinado conteúdo” (Vieiraet al, acesso em:2 de janeiro de 2014 ). Esta ação docente requer do mesmo o entendimento que o processo de ensino-aprendizado se constrói a partir do modo como são realizadas as interações dentro da sala de aula, estas interações para serem bem construídas e favoráveis ao aprendizado exigem do professor uma postura que valore a participação ativa, critica e reflexiva dos alunos, atitude que compreende o conhecimento em uma ordem que difere da tradicional onde o professor detém o máximo das falas em sala, tornando-o uma consequência das articulações entre professor e aluno.
  6. 6. 5 JUSTIFICATIVA A inclusão de uma nova metodologia educacional à partir da utilização das novas e antigas tecnologias, é exposta na necessidade da escola em desenvolver em seus alunos competências e habilidades que permitam a este o uso de suas capacidades: crítica, reflexiva e criativa, intuito escolar visto na LBD 94/96 (Lei de Diretrizes e Base da Educação), onde deixa claro que uma das finalidades do ensino médio é “a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina”. De um modo especifico,na disciplina de química, é comum a falta de atenção dada pelos alunos que reclamam da forma conteúdista com que a mesma é ministrada, tendo como base uma aula que requer apenas respostas decorativas e com poucas reflexões, além de haver uma pequena abertura a discussões com a participação dos discentes, levando a uma desvalorização da mesma; juntando-se a este fato temos um fato bastante imperativo no ensino desta disciplina, onde a aprendizagem implica em, por um lado, compreender as formas abstratas da Química, de natureza particulada e não observável, e por outro lado impõe-se a necessidade de rápida transferência destas representações para outras formas e modelos. Em outras palavras, a dificuldade se agiganta quando a Química é abordada em nível microscópico e na sua representação em nível simbólico, pois ambas estão fora do universo conceitual do aluno (Pozo e Crespo 2009 apud Pauletti, Catelli. p. 288, 2013) Assim propõe-se uma nova “tática” pedagógica, que faz uso das TICs (tecnologia das informação e comunicação), no processo de ensino-aprendizagem, visto que, as tecnologias põem à disposição do usuário amplo conjunto de informações/ conhecimentos/linguagens em
  7. 7. 6 tempos velozes e com potencialidades incalculáveis, disponibilizando, a cada um que com elas se relacione, diferentes possibilidades e ritmos de ação (Porto, 2006, pg.46), aumentando a motivação de alunos e professores, além de mostrar-se uma ferramenta capaz de promover a interdisciplinaridade (Castro et al, 2011). (Através dos diversos recursos dispostos nestas ferramentas as tecnologias poderão representar a química abstrata, sendo fundamentais os computadores, softwares computacionais, vídeos e a internet.
  8. 8. 7 OBJETIVOS Geral  Discutir o uso das TICs (tecnologia da informação e comunicação) na educação como uma ferramenta importante na construção de conhecimentos, na aprendizagem colaborativa e como meio de facilitador da apreensão do nível microscópico e abstrato do mundo químico. Específicos  Analise dos laboratórios de informáticos e das multimídias disponíveis nas escolas.  Investigar a postura dos docentes frente ao uso das TICs.  Desenvolvimento de curso de extensão direcionado a melhor a utilização das TICs.
  9. 9. 8 REFERENCIAL TEÓRICO O avanço das tecnologias da informação e comunicação está presente em todas as ações realizadas em nossa sociedade, sendo o seu domínio imprescindível a cada individuo em seu desenvolvimento profissional e pessoal. Fazendo uso de diferentes linguagens (imagens, sons e movimentos), as mensagens divulgadas por estas tecnologias chegam ao seu público de forma diversificada e atraente, “que, num processo educativo, pode servir como elemento de aprendizagem, como espaço de socialização, gerando saberes e conhecimentos científicos” (Porto, 2006, pg.45). Promovendo uma fascinação por quem as visualiza. A escola diante disto, não pode ficar alheia, ela precisa se adaptar e ensinar ao aluno como conviver com novas tecnologias também dentro da escola, para que ele possa atuar como cidadão participante dentro e fora do contexto educacional (MELO, 2010 apud Castro et al, 2011). Porém, para se estabelecer uma metodologia educacional eficiente, onde utilizam-se as TICs no processo de produção do conhecimento, faz-se necessário uma analise crítica das mesmas, é importante que estas estejam interligadas com o conteúdo curricular e consequentemente com as atividades realizadas na sala de aula e com as ações cotidiana dos estudantes. Ainda segundo Hack e Negri (2010), sobre o processo de inserção tecnológica no ensino torna-se indissociável a necessidade de capacitação dos docentes e técnicos que irão atuar com os novos instrumentos. Em suma, é preciso manter o senso crítico e a percepção criativa alerta para poder compreender as mudanças no processo comunicacional advindas com as TIC e buscar uma implantação coerente da tecnologia como mediadora multimidiática do conhecimento, da maneira mais adequada a cada característica regional, de forma a impelir o usuário à utilização crítica e criativa dos meios disponíveis.
  10. 10. 9 Para Valente e colaboradores (2001), as novas características são as de uma escola aprendente, mediadora da construção do conhecimento dos seus beneficiários e orientadora do desenvolvimento cognitivo, emocional, estruturadora do pensamento, das capacidades e competências de aprender a aprender (pg. 59). Esta nova metodologia de ensino proporcionar uma maior autonomia dos alunos na aula e contribui para momento de aprendizagem prazerosa, rompendo com o tradicionalismo das aulas, é válido lembrar também das barreiras de tempo e espaços que estas novas tecnologias permitem transpor. “Desta forma, com o devido suporte pedagógico e uma orientação adequada aos docentes, a utilização das ferramentas computacionais ajudariam no processo de ensino-aprendizagem” (Santos, Wartha e Filho, 2010) Outro ponto que merece igual atenção ao ser utilizar as TICs em sala de aula envolve um problema encontrado na maioria das escolas; a falta de um laboratório de química, faz com que, quase que em sua totalidade, na aplicação da disciplina, não exista atividades experimentais que permitam ao aluno o uso de suas capacidades: crítica, reflexiva e criativa, não havendo relação entre teoria e pratica, ocasionando um distanciamento dos modelos científicos e suas aplicações reais e cotidianas. Para Souza et al, (2004), “a utilização de recursos computacionais nas aulas de Química representa uma alternativa viável, pois pode contribuir no processo educacional e na tentativa de contextualizar a teoria e prática no ensino desta disciplina”, podendo atuar de forma a minimizar este problema. Deste modo, fica clara que o abertura de uma prática pedagógica que traz TICs em seu desenvolvimento, pode proporcionar ao ensino da disciplina química uma nova realidade da atual, a qual é vista pelos alunos como um disciplinaconteudista e sem relação com seu cotidiano.
  11. 11. 10 METODOLOGIA O primeiro passo para realizaçãodo desta atividade, consiste na busca de trabalhos realizados acerca do emprego das TICs em relação ao ensino de química, com intuito de verificar as principais variáveis que proporcionam ou desabilitam seu uso. Em seguida será feita uma analise dos laboratórios de informática e dos materiais multimídias, nas escolas municipais e estaduais da rede pública de rede ensino do município de Teotônio Vilela. Ao termino desta etapa os professores responsáveis por ministrar a disciplina de química, serão convidados a participar de uma entrevista, nesta buscasse inferir como os docentes concebem a utilização das TICs em sala de aula, procurando analisar as condições estruturais das instituições de ensino, a formação profissional dos mesmos e os incentivos que estes recebem para investir neste tipo de metodologia de ensino. Através dos resultados obtidos na análise das entrevistas dos docentes, poderá ser implantado uma capacitação para osmesmos, objetivando proporcionar aos professores um espaço que os faça desenvolver uma prática educacional utilizando as TICs de forma criticar e reflexiva. Em seguida serão discutidos e selecionados TICs voltados a conteúdos ministrados em uma das séries do ensino fundamental, onde será construída uma sequencia didática voltada para a utilização das TICs escolhidas.
  12. 12. 11 RESULTADOS ESPERADOS As observações e análises que serão relatas neste trabalho anseia a contribuição para a constituição de um novo perfil do professor, ajudo-o na compreensão de como estes podem desenvolver práticas pedagógicas e projetos de aprendizagem a partir da utilização das TICs, apontando sugestões de trabalhos, afim de otimizar estas ferramentas no processo de aprendizagem. Proporcionando aos alunos e professores uma nova relação na construção dos saber, através de uma maior participação por ambas as partes. Espera-se ainda que ao final das atividades um avanço na interação entre o aluno e a química microscópica, assim como em seus conteúdos abstratos sejam alcançados. Nesta atividade busca-se também suprir a deficiências de aulas experimentais, na ausência de laboratórios de química, pro meio das TICs, assim como na existência destes utiliza-las como auxiliadoras dos experimentos, na construção e elaboração de estratégias e tabulação de dados.
  13. 13. 12 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES Atividade Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Levantamento X X X bibliográfico Analise dos laboratórios de informática X X Entrevistas com os professores X X Realização do curso de extensão X X Analise dos dados X Redação do trabalho X X X Apresentação do trabalho final X
  14. 14. 13 REFERENCIAS BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB Lei nº 94/96. Castro, Bruna Jamila de. Et al. As TIC e o lúdico no Ensino de Química: potencialidades de um jogo educacional virtual. 3º Congresso Internacional de educação. 2011. HACK,Josias Ricardo; NEGRI, Fernanda. Escola e tecnologia: a capacitação docente como referencial para a mudança. Ciências & Cognição 2010; Vol 15 (1): 089-099. MATHIAS, Gisele Nanini ; BISPO; Márcia Léa Pagani; AMARAL, Carmem Lúcia Costa. USO DE TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO ENSINO DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO. VII Enpec – Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências. Florianópolis, 2009. PORTO, Tânia Maria Esperon. As tecnologias de comunicação e informação na escola; relações possíveis- relações construídas. Revista Brasileira de Educação v. 11 n. 31 jan./abr. 2006, pp. 43-57. Versão online Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v11n31/a05v11n31.pdf. SANTOS, Danilo Oliveira; WARTHA, Edson José; FILHO, Juvenal Carolino da Silva. Softwares educativos livres para o Ensino de Química: Análise e Categorização. Disponível em: http://www.xveneq2010.unb.br/resumos/R0981- 1.pdf. Acesso em: 29 de dezembro de 2013. Souza, Marcelo P. de. Et al. Desenvolvimento e Aplicação de um Software como Ferramenta Motivadora no Processo Ensino-Aprendizagem de Química. Disponível em: http://br-ie.org/pub/index.php/sbie/article/viewFile/350/336. Acesso: 29 de dezembro de 2013. VALENTE, José Armando. Formação de educadores para o uso da informática na escola. Projeto Rede telemática para formação de educadores:Implantação da Informática na Educação e de Mudanças nas Escolas de Países da América Latina. 2000 – 2001

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