Grupo Teatral Maktub

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Grupo Teatral Maktub

  1. 1. O GRUPO TEATRAL MAKTUB criado inicialmente paradesenvolver performances curtas de teatro e dança paraeventos em 2002, adaptou sua proposta para a criação depeças e projetos culturais. As primeiras produções do grupoeram com temas sugeridos por contratantes, pesquisados eroteirizados pelo grupo. O elenco era composto por atores edançarinos de diversos grupos, convidados á partir de cadaproposta. Algumas das participações do grupo no cenáriolocal foram na cerimônia de colação de grau do curso deDireito da UESC em 2003, aniversários e eventos temáticos.As performances que ainda fazem parte do repertório dogrupo são de: Dança do ventre Masculina e Feminina,números de clown, animação estilo anos 70, Coro grego entreoutras. A direção sempre foi de Fábio Nascimento e emalguns trabalhos teve assistência da atriz Maria Cândida. Onome do grupo foi sugerido nas primeiras performances dedança do ventre e Maktub quer dizer “está escrito” em árabe.
  2. 2. HISTÓRIAS DE CABARÉA comédia dramática é um mergulho no romance Gabriela – Cravo eCanela que traz o sabor amadiano de seus personagens para ocabaré mais famoso da literatura brasileira. Os costumes de umaregião que teve com o auge da lavoura cacaueira o progressochegando impetuosamente. O ano é o de 1925, a cidade de SãoJorge dos Ilhéus ascendia para o mundo com grandiosasexportações do fruto de ouro. A peça destaca o progresso chegando àregião cacaueira. O conflito entre o tradicional e o novo tem lugarquando as antigas leis incutidas no imaginário regional começam acair por terra, dando lugar a atos mais civilizados. Os fatos maiscomentados da cidade como o crime cometido pelo Coronel JesuínoMendonça, o falatório regional, a traição sofrida pelo comercianteNacib, o falso puritanismo da sociedade, o glamour das noites doscabarés, as dores e desilusões das personagens são passados deforma leve e poética. Um novo ar respira a região. Enfim, o impetuosoprogresso chegando até nos costumes dos Grapiúnas e Ilheenses. Oespetáculo está em cartaz em vários formatos desde 2004 noBataclan. Classificação Livre. 40 minutos.
  3. 3. DAS MATAS AO PROGRESSO – UM ESPETÁCULO DECONTAÇÃO DE HISTÓRIASComédia dramática inspirada nos romances Terras dos Sem Fime Gabriela – Cravo e Canela. A encenação escrachada traz tipose personagens das obras citadas para viverem outrospersonagens, contando fatos e situações que permearam a sagado cacau, desde as lutas sangrentas pela disputa de terras até asua maior crise – a vassoura de bruxa. Os personagens satirizama sociedade através do velho hábito regional tão enfatizado emambas as obras – a arte suprema de falar da vida alheia – quetemperou acontecimentos tão significativos na região cacaueirano início do século passado. A peça estreou em São Paulo no 2ºSalão de Turismo em 2006. Em 2010 a peça recebeu apoio daFUNCEB no calendário de apoios. Classificação Livre. 70minutos.
  4. 4. O jogo cênico é definido pelos pequenos palhaços que entram emcena ágeis e aptos as brincadeiras. Eles são importunados pelogrande palhaço, o Sr. Ximit que aparenta estar um pouco irritado ecomeça a expor seus problemas – as mazelas sociais aquirepresentadas por partes do corpo – que literalmente serãoeliminadas pelos palhacinhos. Solicitados a todo o momento paraatender ás suas exigências disfarçadas de pedidos de ajuda, ospequenos palhaços prontamente o atende. A peça abre umadiscussão em cada um, sobre a importância de um acordo para a vidaem sociedade, a importância das relações democráticasperpassando por temas como solidariedade, violência, amizade eomissão sempre de forma leve. As soluções para estes problemasacabam virando uma divertida brincadeira para os pequenospalhaços que reconduzem o Sr. Ximit, transformando-o num ser maisleve. A peça utiliza em sua encenação técnicas de clown (palhaço),arte circense, linguagem de desenho animado, comédia Del´arte,cinema mudo e números da palhaçaria clássica. O espetáculo éindicado para todas as idades. Classificação Livre. 50 minutos.
  5. 5. A NOITE DO CLOWN – Números cômicos de palhaçosÉ mais um espetáculo na linguagem do palhaço clássico em cartaz naregião e reúne a apresentação de números cômicos clássicos da palhaçariamundial e criações do Grupo Teatral Maktub sendo eles:AS LAVADEIRAS - Duas moças mui avantajadas e animadas, disputampelos utensílios da lavagem de roupa suja. Desde o início percebe-se um arnada amigável entre as turbinadas lavadeiras. Durante a disputa estarivalidade vai aumentando chegando á transfiguração de suas imagensestéticas.O GARÇOM - Um garçom muito atrapalhado busca diversas formas paraservir um cliente muito exigente. Completamente nonsense, ele consegueatravés da criatividade patética executar sua árdua tarefa.A FOME DO ZANNI - Palhaços famintos buscam por restos no fundo de umrestaurante. Entre idas e vindas pela disputa de sanduíches perdidos elesencontram as mais trapalhadas soluções para driblar a fome.
  6. 6. A HORA DO CHÁ - Um anfitrião muito econômico espera sua tãoestimada visita. Com muita sofreguidão o anfitrião não resiste edevora todo o mimo que havia reservado para a tão ilustre visita. Asolução rápida para a breve chegada da visita poderá revelar acriatividade e o lado obscuro deste conviva.O DENTISTA - Dois tímidos palhaços entram em cena. Um deles estácom uma terrível dor de dente. O seu companheiro, extremamentepreocupado, busca várias formas para aliviar o amigo da terrível dor.FESTIVAL DE TORTAS NA CARA! - Palhaços convidam voluntáriosda platéia para dar uma torta na cara de alguma personalidadefamosa, local ou mundial. Em nome de algo de errado que estapersonalidade tenha feito, é dada uma tortada na cara de um dospalhaços presentes em representação do “palhaço” real.Classificação Livre. 60 minutos.
  7. 7. HOJE É DIA DE CIRCO!Esquete que traz através da figura do palhaço os personagenscircenses mais importantes. Quatro palhaços se revezam parainterpretar os momentos principais do Apresentador, da bailarina, domalabarista e da equilibrista. Com muita alegria e certa confusão, atrupe de atrapalhados recria as emoções de alguns númeroscircenses. A intervenção de cada personagem é seguida de muitaesperteza e graça. No final um número clássico de palhaços ao somde apitos. Classificação Infantil. 20 minutos.
  8. 8. 1ª PALHASSEATA DE ILHÉUS - 10 DE DEZEMBRO DE 2011Encabeçados pelo Grupo Teatral Maktub, vários artistas participaram daprimeira programação para homenagear a figura do palhaço em Ilhéus. Às 9da manhã cerca de 30 palhaços, entre eles, artistas, empresários, crianças,idosos e jovens saíram em cortejo com instrumentos e músicas circensespercorrendo as principais ruas do comércio ilheense.Os palhaços dançaram, distribuíram narizes vermelhos, apitos, balões emuita alegria contagiando a todos os passantes que se encantaram com amovimentação.O único momento sério da Palhasseata foi a passagem em frente àPrefeitura, onde todos sentaram na escadaria e fizeram 1 minuto de silêncioem respeito ás vítimas de atos de corrupção, descaso e abandono. Mas, foipor apenas um minuto e todos seguiram em cortejo num apitaço alegre efestivo. Por onde passavam, os palhaços arrancavam sorrisos e muitaspessoas acompanharam o grupo até o final
  9. 9. Na volta do cortejo, foram apresentados números cômicos em frente à Casados Artistas, onde palhaçadas foram emolduradas por músicas,brincadeiras, recreação, pintura facial e muita dança. Estas atividadesenvolveram vários grupos artísticos de Ilhéus como o Palha Assada quetocou com banda ao vivo, O Grupo Teatral Maktub com números clássicosde Palhaços, Grupo Teatro Total e Cia Casa Aberta de Teatro. “Para mim, omomento mais emocionante foi o das apresentações. Vários grupos eartistas de teatro de Ilhéus unidos por uma só causa, levar ao riso apopulação Ilheense que atualmente tem vários motivos para chorar.”Declarou um dos coordenadores do evento Ed Paixão.Após as apresentações, os visitantes puderam conferir uma exposição defotos de palhaços, de figurinos da Casa camarim e uma mostra de vídeossobre o mesmo tema. Pela manhã as atividades foram encerradas com ofestival de tortas na cara. Algumas pessoas da platéia escolhiam umapersonalidade política ou não, que gostariam de dar uma “tortada” na cara.Este voluntário escolhia um dos palhaços presentes para representar estapersonalidade.“O intuito da 1ª Palhasseata de Ilhéus, foi divulgar para a comunidade quehá mais de 20 anos esta data é amplamente comemorada em todo o Brasil,e reforçar a importância do palhaço não só para o riso frouxo, mas paraprovocar a reflexão sobre diversos assuntos. Daí a função social dopalhaço. Este evento só foi possível pela parceria estabelecida entre osgrupos artísticos de Ilhéus e Itabuna, o patrocínio e apoio de algumasempresas que incentivam e respeitam a cultura local e a colaboração devários amigos”, disse o diretor do Grupo Teatral Maktub e um doscoordenadores do evento Fábio Nascimento.
  10. 10. PARCEIROS: Casa dos artistas, Teatro Popular de Ilhéus, Mondrongoáudio visual, Projeto Teatro Popular e Interculturalidade da UESC, ProjetoCéu na Praça – UESC, CCAT, Casa Camarim, Fundação Cultural deIlhéus, Palha Assada e Teatro Total.PATROCINADORES: Barrakítica, Larissa Paixão, Imapel e EscolaCriativa.APOIO: Dr. Eduado Rocha, Casa do Açaí, Armarinho Guimarães, BlogAgravo, Sacolão Opção, José Nazal, Revele, Blog do Gusmão, JornalDiário de Ilhéus, BB suco, Livraria Gabriela, Recrearte, Bola 7sonorização, Ponto Chic.COLABORADORES: Kau Marico, Tremendão, Quésia e Nairana, TamarLabarrele, Pawlo Cidade, equipe Barrakítica, Murilo Melo, Leandro Keber,Wellington, Tânia Barbosa, Benedito, Toninho Melo, Maria Cândida,Cláudia da Fundaci, Fabíola Mandarine, Marcelinho, Cris Passos, Lula,Daniel, Néia Dendê, Sr. Aldo, Cristina, Ciro Zatele da Rádio ConquistaFM, Rádio Santa Cruz, TV Santa Cruz, Cd Tintas, Binho Quizila, Bárbara eCésar.
  11. 11. DANÇA ORIENTAL MASCULINAInterpretação artística masculina de técnicas de dança do ventre – dançaoriental com sugestões de danças clássicas indianas. Dança com pote de fogo,espada e véu. As apresentações podem ser solo, com casal e com grupo deatores interagindo com a cena. Classificação Livre. Tempo a depender.RECEPTIVOS DRAMÁTICO SReceptivos com atores profissionais que não só recepcionam mas, interagemcom o público e com o ambiente. Estilos: Personagens jorgeamadianos (Comadereços para caracterização do público), Clowns – palhaços clássicos, Anos 70e Anos 20.
  12. 12. O DIRETOR E AUTOR DOS PROJETOSFabio Nascimento é ator (DRT-BA), diretor e autor teatral e graduando emComunicação Social pela UESC. Ator do Núcleo de Artes da UESC (2000-2004), “Terras dos Sem Fim; Cururupe o Massacre; Morte e Vida Severina – Núcleo de Artes da Uesc – 2000 - 2004” Dir. Ramayana Vargens e Coordenação de Nevôlanda Pinheiro, “Trilogia do Bufão (Nau - UESC); Miguelzinho e o Círculo (FUNDACI- TMI) 2004-2005” Dir. Bim de Verdier, Intercâmbio para Universidade de Wikfolkhogskola na Suécia (2004) e UESC /UFV Minas- Gerais Formado em Monitor de Teatro Popular pela UESC (2005), Ministra cursos e oficinas para grupos de teatro, ONGS, escolas, membro da SBAT, integrante do Projeto Teatro Popular e Interculturalidade da UESC.CONTATOS:FÁBIO NASCIMENTOTELEFONES: 73-9964-0803 / 8859-4961 / 8165-2461E-MAIL: fabyo_kallil@yahoo.com.br e fabyo_kallil@hotmail.com,FACEBOOK: Fábio NascimentoBLOG: http://grupoteatralmaktubperformances.blogspot.com

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