A Importância do Retiro Espiritual para os Adventistas

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Na época do Carnaval muitas congregações adventistas retiram-se de suas cidades para fugir das folias e ambiente nocivo que tal feriado proporciona, a tal fuga chama-se Retiro Espiritual. Mas será essa uma época criada por homens apenas apara que o povo não se corrompa com as atividades carnavalescas? Por quê é tão importante que todos participemos desta Santa Convocação para nossos dias? Leia e descubra.

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A Importância do Retiro Espiritual para os Adventistas

  1. 1. Retiro Espiritual
  2. 2. De onde surgiu essa ideia? • Levítico 23 – 6 festas • Mo’ed – um encontro marcado (enfatiza o tempo da festa) • Hag – fazer uma peregrinação; Empreender Uma Jornada Com Objetivo De Adoração (tipo de festa) • “Três vezes no ano todo o homem entre ti aparecerá perante o Senhor teu Deus, no lugar que escolher, na festa dos pães ázimos, e na festa das semanas, e na festa dos tabernáculos;” (Deuteronômio 16:16) • Festas do Pães Asmos • Festas das Primícias • Festa dos Tabernáculos
  3. 3. Festa dos Tabernáculos • Esta era a última festa do ano religioso e normalmente ocorria durante o mês de outubro, depois de terminada a colheita de outono e de se armazenarem todos os frutos. Era um momento de alegria para todos. O Dia da Expiação havia passado, todos os mal-entendidos haviam sido resolvidos e os pecados, confessados e abandonados. Era, portanto, a ocasião mais feliz do ano, quando amigos e vizinhos renovavam o companheirismo e moravam juntos em amor e harmonia. Nesse aspecto, a ocasião profetizava o tempo da grande reunião que terá lugar para o povo de Deus quando “muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares com Abraão, Isaque e Jacó no reino dos céus” (Mt 8:11). – CBA, vol. 1, pg. 873
  4. 4. • Como a Páscoa, a Festa dos Tabernáculos era comemorativa. Em memória de sua vida peregrina no deserto, o povo devia agora deixar suas casas, e habitar em cabanas, ou em caramanchéis, formados dos ramos verdes "das formosas árvores, ramos de palmas, ramos de árvores espessas, e salgueiros de ribeiros". Lev. 23:40, 42 e 43. • Nessas assembléias anuais o coração de velhos e jovens se animava no serviço de Deus, ao mesmo tempo em que a associação da gente das várias regiões do país fortalecia os laços que os ligavam a Deus e uns aos outros. BOM SERIA QUE O POVO DE DEUS NA ATUALIDADE TIVESSE UMA FESTA DOS TABERNÁCULOS — uma jubilosa comemoração das bênçãos de Deus a eles. Assim como os filhos de Israel celebravam o livramento que Deus operara a seus pais, e sua miraculosa preservação por parte dEle durante suas jornadas depois de saírem do Egito, devemos nós com gratidão recordar-nos dos vários meios que Ele ideou para nos tirar do mundo, e das trevas do erro, para a luz preciosa de Sua graça e verdade. PP 396.7
  5. 5. Como era no tempo dos Pioneiros • Os adventistas de um estado ou região se reuniam uma vez ao ano para uma reunião campal. Uma vez que as igrejas adventistas não possuíam um pastor local, poucas igrejas adventistas tinham uma pregação regular, então a reunião campal era um evento muito esperado, e a maioria dos adventistas da região vinha à reunião campal, montava uma tenda e passava o tempo em reavivamento espiritual. Contudo, a reunião campal não era realizada principalmente para os membros; ela tinha um grande propósito evangelístico. • Durante o dia, o foco da reunião campal era prover ajuda espiritual para os membros, mas as reuniões à noite tinham a forma de uma reunião evangelística pública. As pessoas da comunidade eram convidadas a frequentarem os cultos da reunião. Assim, muitas das verdades adventistas eram compartilhadas. Quando a reunião se encerrava, alguém era deixado para reunir os interessados, batizá-los e organizar uma igreja. Conquanto as reuniões campais não fossem o principal método pelo qual o adventismo primitivo se difundiu, eram parte do pacote total que continha uma ênfase no evangelismo público desde seus primeiros dias. (adventistas.org)
  6. 6. Qual o objetivo de um Retiro Espiritual? • Qual o objetivo propriamente dito da reunião de oração? Porventura informar a Deus, em oração, acerca de tudo que sabemos? Não. Reunimo-nos para mutuamente nos edificarmos com a permuta de idéias e sentimentos; para adquirirmos virtude, luz e ânimo pela consideração de nossas esperanças e aspirações comuns; para recebermos novas forças e vigor da Fonte de poder mediante orações feitas com fé e sinceridade. Destinam-se a promover a vida espiritual entre nosso próprio povo. [...]– T6, 148 • O objetivo de uma reunião campal é levar todos a se afastarem dos cuidados, dos negócios e das preocupações, e a consagrarem alguns dias exclusivamente a buscar ao Senhor. Devemos ocupar o tempo em exame interior, esquadrinhando intimamente o coração, fazendo contritas confissões de pecado, e renovando nossos votos ao Altíssimo. Se alguém vai a essas reuniões com objetivos menos dignos, esperamos que o caráter das reuniões seja de molde a levar-lhes a mente a objetivos apropriados. —TS2 384.2
  7. 7. “Ah, mas tá muito caro esse ano!!!” • Dirão alguns: “É caro viajar, e nos seria preferível economizar o dinheiro e dá-lo para o avanço da obra onde é tão necessário.” Não se deve raciocinar assim; Deus nos chama a ocupar o lugar que nos pertence nas fileiras de Seu povo. Tanto quanto for possível, é necessário fortalecer a reunião estando presente, nós e nossa família. Façamos um esforço extraordinário para assistir à reunião do povo de Deus. Irmãos e irmãs, é muito melhor deixar que os negócios sofram um pouco do que perder o ensejo de ouvir a mensagem de Deus. Nenhuma desculpa deve nos impedir de obter toda vantagem espiritual possível. Necessitamos de todo raio de luz. [...] Não se pode perder um privilégio assim. T6 39.2
  8. 8. • Freqüentemos as reuniões campais, ainda que isso nos custe algum sacrifício. E VAMOS DISPOSTOS A TRABALHAR. Além disso, devemos fazer todo esforço para levar os amigos, não em nosso lugar, mas conosco, para estarem ao lado do Senhor e obedecer-Lhe os mandamentos. Precisamos ajudar os que mostram interesse em ir, dando-lhes, se necessário, comida e alojamento. T6 40.3
  9. 9. “Mas não gosto de mato, e nem tem ar-condicionado lá.” • Muitos cristãos vacilarão na fé, caso negligenciem constantemente reunirem-se para conferência e oração. Caso lhes fosse impossível fruir esses privilégios religiosos, então Deus enviaria diretamente luz do Céu por meio de Seus anjos, a fim de animar, alegrar e abençoar Seu povo disperso. Ele, porém, não Se propõe operar um milagre para sustentar a fé de Seus santos. Exige-se deles que amem a verdade o suficiente para se darem a alguns incomodozinhos para obter os privilégios e bênçãos a eles estendidos por Deus. O mínimo que eles podem fazer é consagrar alguns dias por ano a um esforço unido para levar avante a causa de Cristo e trocarem amistosos conselhos e compassivo interesse. — TS2 384.3
  10. 10. “Ano passado foi muito fraca a programação, por isso não quero mais ir.” • Nenhum de nós deve ir à reunião campal confiando nos pastores ou nos obreiros bíblicos para torná-la uma bênção para nós. Deus não quer que Seu povo dependa inteiramente dos pastores. Não quer que se enfraqueçam dependendo do auxílio de criaturas humanas. [...] Como despenseiro da graça de Deus, todo membro de igreja deve sentir sua responsabilidade individual de ter vida e raiz em si mesmo. Cada um deve sentir que, em certa medida, o êxito da reunião depende dele. Não é correto dizer: “Não sou responsável. Nada terei a fazer nessa reunião.” Quem se sente assim está dando a Satanás oportunidade de operar por seu intermédio. Ele vai encher sua mente com maus pensamentos, dando-lhe alguma coisa para fazer em suas fileiras. Em vez de somar com Cristo, você estará dividindo.
  11. 11. Qual a preparação para o retiro? • O êxito da reunião depende da presença e do poder do Espírito Santo. Todo o que ama a causa da verdade, deve orar pelo derramamento do Espírito. E o quanto estiver em nosso alcance, cumpre-nos remover todo obstáculo a Sua atuação. O Espírito jamais poderá ser derramado enquanto os membros da igreja nutrirem desarmonia e amargura uns contra os outros. Inveja, ciúmes, ruins suspeitas e maledicências, são coisas de Satanás, e barram eficazmente o caminho à operação do Espírito Santo. T6 41.2
  12. 12. • Se há um lugar em que os crentes devam dar muito fruto, é em nossas reuniões campais. Nessas reuniões são observados nossos atos, nossas palavras e o espírito que mostramos, e nossa influência é de tão vasto alcance como a eternidade. TS2 381.3 • Os que se ajuntam nessas reuniões campais devem ser impressionados com o fato de que o objetivo das mesmas é atingir a uma experiência cristã mais elevada, crescer no conhecimento de Deus, fortalecer-se com vigor espiritual; e a menos que isto compreendamos, as reuniões nos serão infrutíferas. TS2 383.5
  13. 13. Portanto...

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