Capitulo 2 mistérios ocultos de um demônio

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Capitulo 2 mistérios ocultos de um demônio

  1. 1. Amnésia SobrenaturalCapitulo 2: Mistérios ocultos de um demônio
  2. 2. Uma escola de sinceros ensinamentos. Um de seus mistérios... “O DEMÔNIO DO SUBSOLO”. Estahistória de fantasma foi mesclada a um jogo como desculpa para realizar certo ritual. O processo do “DEMÔNIO DO SUBSOLO” seria preparar um boneco e colocar-lhe um nome em umpapel depois o cole no boneco. Seu jogador seria este boneco. Depois das aulas você teria que confirmar senão haveria ninguém por perto, e então realizar o ritual. “Vamos brincar de Demônio do subsolo. Você será o demônio”. “Vamos brincar de Demônio dosubsolo. Você será o demônio”. Então o jogo começaria. Primeiro pegue um número, vire-se e conte de deza zero, então conte ao boneco sobre sua vitória. “10, 9, 8, 7,6... 0... Te achei”. Depois disso pegue umaadaga e encrave em seu boneco até que ela tenha o atravessado completamente. “Está encravado naYuuko”. “O pilar está enterrado”. “Você será o próximo demônio”. Então esconda seu número, no mesmo andar em que estiver, num lugar onde não será encontrado...Esconda-o lá. Existem três regras para escondê-lo. 1ª Você não pode sair do prédio. 2ª Você não deve dizer nada. E3ª VOCÊ NÃO PODE SER “ENCONTRADO”. Este jogo é feito com você mesmo. Ninguém seria encarregadode te procurar. Entretanto “algo” realmente te encontrará. Só existe um modo de parar o “Demônio do subsolo”.Que é contando ao boneco que o jogo acabou.No entanto, se o jogo não for encerrado corretamente, o “Demônio do subsolo” é então invocado e sem secansar continuará a caçar “aquilo” por toda a eternidade.
  3. 3. -Então o nome preso ao boneco era... Yuuko. –Li em voz alta.-Hã? O que tem eu? –Perguntou Yuuko enquanto comia alguns salgadinhos.-Você estava ouvindo Yuuko? –Devido a um acidente ocorrido anteriormente, precisei usar óculos paraconseguir ler.-Na verdade, não. –Disse Yuuko despreocupada.-Mesmo que tenhamos achado uma pista... Por favor, me leve a sério. - Resolvi abrir um tipo de instituiçãode ajuda na escola. Apenas eu e a Yuuko fazemos parte desta instituição, investigamos a fundo atividadesparanormais, principalmente aquelas que podem envolver a Yuuko.- “Demônio do subsolo” não é? Eu já tinha ouvido falar dessa história antes. Não sei se foi antes ou depoisde eu morrer, mas com certeza essa história é muito velha. –Disse Yuuko se levantando do sofá.- Isso pode ser uma pista sobre o seu passado Yuuko. –Disse sério.-Chega! Você é sério demais Lucas. Fiquei cansada até agora. –Disse Yuuko pegando meus óculos.-Que tal? Ficou bom? –Yuuko colocou meus óculos e saiu cambaleando pela sala.-Hoo~ Você tem uma visão ruim né?-Espera Yuuko, isso é perigoso. –Yuuko tropeçou e acabou caindo em cima de mim.-Ai...
  4. 4. -Desculpe, não conseguia ver nada direito. –Aquela situação me deixou vermelho. Eu a olhava fixamente,até que ela sorriu.-Você quer tocar em mim? –Perguntou Yuuko.-Hein?! Não. –respondi surpreso.-Sabe isso não faz bem. Você sabe que quer tocar uma garota... Não quer? –Yuuko acariciava meu rostocom sua mão, seu rosto estava chegando cada vez mais perto do meu.-Me ajudem, por favor!! –Gritou uma garota quase arrombando a porta da instituição. Ela me olhou comum olhar espantado e surpreso. Então lembrei, a Yuuko estava em cima de mim.-Hmm, isso não é o que parece! –Comecei a dizer.-Ah entendi! –Disse a garota maravilhada. –Você está no meio de uma experiência espiritual ou coisaassim. –Fiquei confuso, como ela poderia achar uma coisa dessas.-Ela não pode me ver Lucas. –Disse Yuuko se levantando.-Hã?-Ela não me vê. –Repetiu Yuuko.- De qualquer modo, ela quer que você a ajude om algo.“Certo”. –Qual o problema? Você pediu por ajuda...-Por favor, me ajude! –A garota ficou eufórica novamente. –Se isso continuar eu vou acabar matando aYuuko! –Oque?! Pensei junto com a Yuuk.o. Como assim vai acabar matando a Yuuko.
  5. 5. A três dias atrás, KatarinaBrend um dos sete mistérios da escola o “Demônio do Subsolo”. –Se o jogonão for encerrado corretamente, o “Demônio do Subsolo” continuará por toda a eternidade – Entretantoela não foi capaz de encerra-lo da forma certa. Assim como o boneco se perdeu por conta própria.-Eu o deixei lá... E tive certeza de que não havia ninguém por perto... E a sensação de que alguém corriaatrás de mim... Ficava cada vez mais forte. –Enquantoela falava seu caso, pude perceber que ela estavadesesperadamente assustada. –Se a Yuuko for pega, ela com certeza será morta... Mas eu finquei oestilete... E a matei. Aqui é um tipo de clube que investiga este tipo de atividade paranormal não é? Você sabe um jeitode resolver isso? –perguntou a garota esperançosa.-Mesmo que eu conheça a história do “Demônio do Subsolo”, achar uma solução é meio difícil... –Faleienquanto pensava.-INVESTIGUE ISSO. POR FAVOR, POR FAVOR, ME AJUDE COM ISSO. –Pediu a garota.Hein? –Me virei para a Yuuko. –Esse é o tipo de atividade do clube? Aceitar pedidos e os investigar? –Perguntei a Yuuko.-Sei lá. –Respondeu Yuuko.-Como assim “sei lá”? Ela não está com problemas? Isso é cruel demais. –Continuei falando com a Yuukosem perceber que a garotame olhava confusa.
  6. 6. -Hm... Tem mais alguém aqui com a gente? –Perguntou a garota. Essa não. Pensei. –Será que você estáconversando com o espírito que tinha invocado agora a pouco?!-Ah! Claro que não! Estou falando comigo mesmo. –E agora com vou sair dessa.-Você não sabe mentir Lucas, devia ter contado pra ela. –Disse Yuuko me encarando. –Ei, que tal issoaqui? –Disse Yuuko apontando para o meu celular. Boa ideia. Pensei.-Vou perguntar para ao presidente do clube. Ligarei para ela agora. –Disse pegando meu celular.-Ah, entendo, pensei que você fosse o presidente. –Disse a garota envergonhada.-É que ela e como uma presidente fantasma, mas, ainda é a presidente. Hahahaa! –Fingi que discavaalgum número em meu celular e o coloquei no ouvido. –Alô? É a presidente do clube?-Sim, claro. Aqui é a presidente fantasma. –Aquilo chagava a ser humilhante concordei com a Yuuko. Depois de um tempo de conversa com a “Presidente Fantasma” finalmente a uma hipótese-Bom, eu já confirmei tudo, mas você não está imaginado coisas? –Perguntei.-Pode até ser, mas, o boneco não está mais lá. Ele deve estar procurando por mim.-Para ser sincero... Não sei como ajudar essa garota, ela não parece ter nenhuma confiança.-Não sei se é bom concordar com tudo sem considerar isso... –Falei.-Huuuummmm... Então o meu passado não tem importância nenhuma, é isso? –Perguntou Yuukopuxando minha bochecha.
  7. 7. -Não foi isso que eu disse! –Yuuko parou, se apoiou no sofá pensou, suspirou e chegou a uma conclusão.-Bem, então eu vou fazer alguma coisa, para acalmar essa criança. Depois de algumas horas, aquela garota deixou a sala um pouco mais calma.-Tudo bem em fazer aquilo? –Perguntei a Yuuko.- E por que não seria: Fui eu mesma que fiz aquele amuleto que você entregou pra ela. Bem, dizem que asaúde e a doença começam na mente. –Respondeu Yuuko.-Você que fez?! Então ele é falso... –Disse.-Quem sabe? É isso que geralmente acontece quando se brinca com jogos estranhos depois da escola. –Falou Yuuko despreocupada. –Eu só dei aquilo para dar boa sorte a ela. Se não, ela teria uma experiênciaassustadora e dependeria só em seus sentimentos.-Você é muito fria. –Falei a Yuuko.-Lógico, já que estou morta. Mesmo que a Yuuko fosse delicada ela era muito teimosa em relação a algumas coisas. Isso ficouevidente.-Lucas, não tem como aquele boneco ter sumido da face da terra sozinho. Deve haver alguma coisa portrás disso. –Enquanto Yuuko fala, percebi algo de estranho atrás dela.- Yuuko, o que é aquilo? –Apontei para o objeto em cima da mesa.
  8. 8. -É um boneco. –Respondendo do jeito dela.-Tem um estilete encravado nele! Esse com certeza é o boneco que ela usou no ritual. O que ele estáfazendo? –Yuuko parou para lembrar algo em relação ao boneco.-Eu o acheienquanto andava por aí. Estava largado numa carteira em uma das salas. Tinha “Yuuko”escrito nele, então eu não podia deixa-lo lá entendi?-Ahhhhhh! Então é culpa sua o ritual ter falhado?! –Perguntei.-Bem... Parece que sim. –Respondeu Yuuko calma enquanto se jogava no sofá.-Então foi intencional? Você sabia do “Demônio do Subsolo”. Então que alguém estava fazendo esse ritual,e fez de proposito. –Acusei.-Não é isso. É só estranho que estar com meu nome. Até eu me sinto mal com isso. –Yuuko parecia triste. –E eu não quero mais fazer pouco caso disso... Mas de fato, pareceu diferente para você... Eu realmente fizalgo horrível. –Acho que julguei mal a Yuuko, ela realmente parecia arrependida.-Você não pode... Ajudar aquela garota Yuuko? –Perguntei.-Sabe Lucas, o “Demônio do Subsolo” é um pressuposto. –Falou Yuuko.-Um pressuposto? –Perguntei confuso.
  9. 9. -Um estranho ritual numa sombria sala de aula à noite. Muita tensão se cria escondendo em uma árealimitada, e você ficará muito ansioso, a ponto de ter ilusões. Pincipalmente para aquele tipo de garota. –Disse Yuuko. –O “Demônio d Subsolo” é esse tipo de jogo.-Um pressuposto... Uma pessoa fica tão convencida de uma coisa que... –Analisei. –Bem agora estamostranquilos, bem, se você acreditar nisso, então o dano vem apenas do medo.-Pensamentos tão fortes não funcionam assim Lucas. –Disse Yuuko. –Por enquanto ela consegue “ver”aquele “algo” imaginário. Se ela pode “vê-lo” , coisas como “pega-la” ou “mata-la”, não podemos dizerque não existam.-Sério?! Então, se não a avisarmos logo que é só a imaginação dela... –Falei.-Não daria certo. Enquanto ela estiver convencida disso, a realidade dela só admite que o boneco nãoesteja lá. –Disse Yuuko. –A ilusão que ela viu desde o começo... Não desaparecerá até que ela “esqueça”dela completamente. Até que isso aconteça, ela continuará sendo perseguida. E de qualquer modo, asregras foram quebradas. –Depois de tudo que a Yuuko me disse, comecei a procurar uma solução parao problema.-Se pudermos acabar com aquele “algo”, então o jogo se encerrará não conseguindopersegui-la mais. Mas não temos como derrotar o produto de uma ilusão...-Derrotar... –Disse Yuuko pensativa. –É isso! –Yuuko se levantou bruscamente do sofá e bateu suas mãosna mesa. - Nós podemos derrota-lo. Criando uma nova alucinação dentro da alucinação.-Hein?! -Perguntei sem entender nada.
  10. 10. -Certo, vamos lá! –Yuuko correu até a porta. –Ela ainda deve estar aqui na escola.-Yuuko espera! Aonde você vai? –Perguntei me virando rapidamente em direção à porta.-Vou exterminar aparições. –Disse Yuuko sorrindo para mim. Então botamos o plano da Yuuko em ação, mesmo não sabendo bem seu propósito. Katarina estavaem um dos corredores do antigo prédio da escola.-Eu tenho esse amuleto. Eu vou ficar bem... Está tudo bem. –Dizia ela segurando firmemente o amuleto,ou era o que parecia. Ela deixou o amuleto cair no chão, então quando baixou para pega-lo algoaconteceu. Sua expreção facial mudou, ela parecia paralisada de medo. Se virando bruscamente ela caiuno chão. Ela se afastava de algo, ou pelo menos tentava se afastar, seu corpo tremia de medo. Percebi que era a minha vez de agir.-Katarina!! –Corri na direção dela e a peguei pela mão forçando-a a levantar. –Você está bem? –Perguntei enquanto corríamos.-Sim.-Então continue correndo.-O que está nos seguindo é “aquilo” não é? –Ela perguntou.
  11. 11. -É. –Respondi. –Aquela coisa... É o seu boneco perdido! O ritual do demônio do subsolo é apenas umafachada para invocar um demônio maligno. Seu boneco foi possuído por ele. –Falei a ela. –Paraacabarmos com ele, é preciso terminar com o interesse em te perseguir.-Mas, como fazemos isso? –Perguntou a garota.-Por aqui! –A puxei até uma bifurcação dos corredores onde nos escondemos. –Isso vai purifica-lo. –Disseenquanto colocava a mão no bolso. –O mais precioso e verdadeiro artificio. –Em minha mão estava umamuleto selador.-Ahhh! Lucas ele está aqui. –Gritou Katarina.-Me virei rapidamente e coloquei o amuleto no monstro. Por um momento senti uma sensação familiar.Muita fumaça apareceu no ambiente, quando esta desapareceu pude ver o boneco que Katarina usou noritual.-Esse é o seu boneco? –Perguntei enquanto me abaixava para pega-lo.-É sim! –Ela respondeu.-O espirito maligno já se foi por completo, está tudo bem agora. - Falei para a garota entregando-aboneco. –Eu tenho que terminar umas coisas. Por que não descansa um pouco e volta amanhã?-Certo. –A garota respondeu rapidamente.- Obrigada. –Depois sai correndo pelo corredor. Uma porta se abriu atrás de mim e dela saiu a Yuuko vestindo uma manta branca.
  12. 12. -E então Lucas... Como foi a minha atuação? –Perguntou Yuuko.-Bem, é só que... Eu achei que fosseúnico capaz de ver você. Mas foi como se a Katarina lhe enxergasse deforma diferente... E meio estranho na verdade.-Para uma pessoa que tem medo de coisas imaginarias, ela me veria do jeito que quisesse. - DisseYuuko séria. –Como ela acreditava que um “algo” terrível estivesse lá... Ela pôde me ver como ummonstro.-Se ela te imaginava tão assustadora, não veria tudo dessa forma. Falei.-É o que parece. –Falou Yuuko se se surpreender.-E ainda por cima. Nós a enganamos de novo com um amuleto falso. –Vendo que o amuleto estava nopeito da Yuuko, lembri da sensação que senti quando o botei nela.-Me desculpe! –Gritei envergonhado.-Eu não me importo com isso. –Falou Yuuko.-Ehhh? –Exclamei.-Então você realmente queria me tocar? –Disse Yuuko querendo-me provocar.-Ah, mas aquilo... Desculpe-me. –Falou Yuuko me empurrado. –Vamos, vamos! –Enquanto voltava para asala do clube. Yuuko tocou em seu peito, sorriu e continuou a andar.
  13. 13. No dia seguinte na sala do clube, eu e a Yuuko analisamos o boato do “Demônio do Subsolo”.-Ahhh... Eu ainda não entendi qual a minha ralação com o jogo o “Demônio do Subsolo”. –Falou Yuukosentando-se e na mesa em que eu estava.-É mesmo. –Falei distraído. –Alguém estava batendo na porta.-Licença. Ah, Lucas! –Katarina entrou pela porta.-Então como foi? Apareceu alguma coisa depois daquilo? –Perguntei me levantando da cadeira.-Não! Eu vim te agradecer.–Ela chegou mais perto de mim. –Você foi incrível.-Não, foi tudo graças a presidente. –Falei envergonhado. Yuuko encarou Katarina. Comecei a medesequilibrar. Katarina me olhou com duvida. Ela não conseguia ver, mas a Yuuko apoio suas costas nasminhas naquele momento me fazendo perde o equilíbrio.-Yuuko, o que está fazendo? –Sussurrei.-Não se preocupe sou apenas uma presidente fantasma.Para que todos os fãs saibam. Este será um último capitulo queescrevo em que o narrador é personagem. Fica difícil desenvolvercertas partes da história tendo as cenas girando entorno do Lucas.

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