Anais - X ENENGE

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Anais - X ENENGE

  1. 1. Anais X ENCONTRO NACIONAL DE GERENCIAMENTO EM ENERMAGEM
  2. 2. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  A EFETIVIDADE DA APLICAÇÃO DO PEWS (EARLY WARNING SCORES PEDIATRIC) EM CRIANÇAS HOSPITALIZADAS: IDENTIFICAÇÃO DOS SINAIS DE ALERTA PRECOCE DE DETERIORAÇÃO CLÍNICA Autores: MARIA GABRIELA REZENDE DA SILVA ERIKA FRIAS PAULINO DAMASCENO   Título:  A EFETIVIDADE DA IDENTIFICAÇÃO NA LINHA DO CUIDADO DO RECÉM NASCIDO Autores: SOLANGE FRANCESCHINI PRISCILA PICOLO CACHUCHO CAMILA LASSO MEDEIROS FABIANA BUGNINE DOS SANTOS   Título:  A IMPORTÂNCIA DA LONGITUDINALIDADE NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DE ATENÇÃO PRIMÁRIA Autores: MARCIANE KESSLER THAÍS DRESCH EBERHARDT RHEA SÍLVIA DE AVILA SOARES SUZINARA BEATRIZ SOARES DE LIMA TERESINHA HECK WEILLER   Título:  A IMPORTÂNCIA DA SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM NO HIPERDIA Autores: JECELE VILELA DE CARVALHO DOS SANTOS ANDERSON COELHO DE ALMEIDA SANTINA APARECIDA MELO KATO   Título:  A QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Á SAÚDE DA MULHER NO CICLO GRAVÍDICO - PUERPERAL: DA SURPRESA AO ENCANTAMENTO DA CLIENTE. Autores: LIGIA ANTUNES CABRAL VIRGILIO MARIA APARECIDA VASCONCELOS MOURA   Título:  A QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NO TRABALHO NOTURNO E NA DUPLA JORNADA DE TRABALHO NO AMBIENTE HOSPITALAR: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Autores: REBECCA MARIA OLIVEIRA DE GÓIS PAULO HENRIQUE MENEZES ÁVILA PAULA VIVIANNE SANTOS LIMA MARINA AZEVEDO SILVEIRA   Título:  A SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA PRÁTICA DO ENFERMEIRO Autores: MARINA SILVA MARLI TEREZINHA OLIVEIRA VANNUCHI RAQUEL GVOZD   Título:  ABSENTEÍSMO ENTRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE DA ATENÇÃO BÁSICA RELACIONADA A TRANSTORNOS MENTAIS Autores: CAVAZOTTO AM TONINI NS NICOLA AL OLIVEIRA JLC MARASCHIN MS   Título:  ACIDENTE DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLOGICO E AS INTERVENÇÕES EDUCATIVAS DE ENFERMAGEM EM UM HOSPITAL ESTADUAL Autores: MARIA VALÉRIA PEREIRA ÉLIO FERNANDES DOS SANTOS   Título:  ACIDENTES DE TRABALHO COM PROFISSIONAIS DE SAÚDE NO BRASIL ENTRE 2008 E 2011 Autores: SAMARA STEPHANNY MORAIS SANTOS MATOS   Título:  AÇÕES EDUCATIVAS VIVENCIADAS POR ACOMPANHANTES EM CLÍNICA NEURO-ORTOPÉDICA, EM UM HOSPITAL PÚBLICO NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ Autores: THAÍS VANESSA BUGS BRUNA MARIA BUGS ROSA MARIA RODRIGUES CLAUDIA SILVEIRA VIERA SOLANGE DE FÁTIMA REIS CONTERNO   Título:  ACREDITAÇÃO EM HOSPITAL PÚBLICO: PERCEPÇÃO DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Autores: NADIA RAQUEL SUZINI CAMILLO JOÃO LUCAS CAMPOS DE OLIVEIRA MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD ANDRESSA HIRATA CERVILHERI LAURA MISUE MATSUDA   Título:  ACREDITAÇÃO INTERNACIONAL: PERCEPÇÃO DE PROFISSIONAIS DE HOSPITAL BRASILEIRO CERTIFICADO Autores: ANDRESSA MARTINS DIAS FERREIRA JOÃO LUCAS CAMPOS DE OLIVEIRA VERUSCA SOARES DE SOUZA KELLY CRISTINA INOUE LAURA MISUE MATSUDA   Título:  ADESÃO AO CONTROLE DE TEMPERATURA NO REFRIGERADOR PARA ARMAZENAMENTO DE MEDICAMENTOS NO AMBIENTE HOSPITALAR Autores: LUIS GUILHERME SBROLINI MARQUES JOÃO LUCAS CAMPOS OLIVEIRA ANAIR LAZZARI NICOLA
  3. 3. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  AGRAVOS CARDIOVASCULARES: AVALIAÇÃO DE ACESSO A REDE DE ATENÇÃO UTILIZANDO TRAÇADORES Autores: PRISCILA BALDERRAMA LUCIELI DIAS PEDRESCHI CHAVES BETHANIA FERREIRA GOULART ANA MARIA LAUS SILVIA HELENA HENRIQUES CAMELO   Título:  ANALISAR ATRAVES DAS BUSCA ATIVA A REDUÇÃO DE INFECÇÃO DE CORRENTE SANGUINEA RELACIONADO A CATETER VENOSO CENTRAL. Autores: SILVIA EVANGELISTA SANTOS ERICA TAVARES BELLI SHEILA PEREIRA MENDES ROSELI GOMES CAVALINI TOSHIE TOBONI MARTINELLI   Título:  ANÁLISE DE INDICADORES GERENCIAIS APÓS REDIMENSIOMANENTO DE PESSOAL DE ENFERMAGEM Autores: MARISE MÁRCIA THESE BRAHM ISABEL CRISTINA ECHER BETINA FRANCO JAMILE SCHONARDIE MIGLIAVACA CAROLINA GIORDANI DA SILVA   Título:  APLICAÇÃO DO QUESTIONÁRIO SF-36 PARA AVALIAR QUALIDADE DE VIDA DOS PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE LONGEVIDADE Autores: RENATA CAMARGO ALVES SABRINA FRANCISCA DE SENA GODOY RAFAEL GUSTAVO DE MORAIS ADRIANA PEREIRA TORRES MARCELO ROZENFELD LEVITES   Título:  ASPECTOS FACILITADORES E DIFICULTADORES DA GERÊNCIA DE ENFERMAGEM HOSPITALAR Autores: NILCE MARA DA SILVA JULIA PEREIRA SOARES BITAR LUCIELI DIAS PEDRESCHI CHAVES ANTONIO PAZIN FILHO ANA MARTHA DE ALMEIDA LIMONGELLI   Título:  ASPECTOS FACILITADORES E DIFICULTADORES DO TRABALHO EM EQUIPE DE ASSISTÊNCIA AO PACIENTE EM UNIDADE HOSPITALAR DE URGÊNCIAS TRAUMÁTICAS* Autores: ANA LÍDIA DE CASTRO SAJIORO AZEVEDO DENIZE BOUTTLET MUNARI SILVIA HELENA HENRIQUES CAMELO ANA MARIA LAUS LUCIELI DIAS PEDRESCHI CHAVES   Título:  ASPECTOS FACILITADORES E DIFICULTADORES DO TRABALHO EM EQUIPE MULTIPROFISSIONAL NO CENÁRIO HOSPITALAR DE ALTA COMPLEXIDADE Autores: BETHANIA FERREIRA GOULART LUCIELI DIAS PEDRESCHI CHAVES SILVIA HELENA HENRIQUES CAMELO ANA MARIA LAUS LARISSA ROBERTA ALVES   Título:  ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE AMPUTADO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: THAIS VANESSA BUGS RAÍSSA OTTES VASCONCELOS FABIELI BORGES DENISE DE FÁTIMA HOFFMAN RIGO LILI MARLENE HOFSTÄTTER   Título:  ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE ORTOPÉDICO: UM ESTUDO DE CASO Autores: THAÍS VANESSA BUGS CRISTINA DAIANA BOHRER FABIELI BORGES DENISE DE FÁTIMA HOFFMANN RIGO LILI MARLENE HOFSTÄTTER   Título:  ASSISTENCIA HUMANIZADA AO PACIENTE ONCOLÓGICO EM TRATAMENTO COM RADIOTERAPIA: REFLEXÕES E OPERACIONALIZAÇÃO DOS RESULTADOS Autores: GOTO, SUELY MOLINA, PATRICIA BOGSAN, VIVIANE DEL BON, MARIANE   Título:  ASSOCIAÇÃO ENTRE CARGA DE TRABALHO E CLIMA DE SEGURANÇA DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA Autores: NADIA RAQUEL SUZINI CAMILLO VERUSCA SOARES DE SOUZA JOÃO LUCAS CAMPOS DE OLIVEIRA LAURA MISUE MATSUDA   Título:  ATUAÇÃO DA ENFERMEIRA NO PROCESO DE ACREDITAÇÃO HOSPITALAR INTERNACIONAL Autores: ELISA AUXILIADORA DA FRANÇA RIBEIRO
  4. 4. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO CAMPO DAS PRÁTICAS INTEGRATIVAS: RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: FABIELI BORGES SHEILA KARINA LÜDERS MEZA GLEICY KELLY TELLES DA SILVA KALLINY NATHIARA DE OLIVEIRA STRALHOTI DENISE DE FÁTIMA HOFFMANN RIGO   Título:  AUDITORIA DE ENFERMAGEM NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE BRASILEIRO: REVISÃO INTEGRATIVA Autores: VANESSA MORAES LIBERATTI MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD RAQUEL GVOZD MARIANA ANGELA ROSSANEIS   Título:  AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO PROCESSO MEDICAMENTOSO NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Autores: CAMILA LASSO MEDEIROS PRISCILA PICOLO CACHUCHO MASSANORI SHIBATA JÚNIOR RONALDO KALAF   Título:  AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO SERVIÇO DE SAÚDE: A VISÃO DO CLIENTE. Autores: FLÁVIA JANÓLIO COSTACURTA PINTO DA SILVA ANA MARIA LAUS JOSEILZE SANTOS DE ANDRADE   Título:  AVALIAÇÃO DA QUALIDADE TÉCNICA E DESEMPENHO FUNCIONAL DE UM SOFTWARE APLICADO AO ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE UM HOSPITAL PÚBLICO DE ATENÇÃO SECUNDÁRIA Autores: LEILA GARCIA DE OLIVEIRA PEGORARO LÍVIA SANCHES SILVA RAQUEL GVOZD MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD MARIANA ANGELA ROSSANEIS   Título:  AVALIAÇÃO DE UM NOVO PROCESSO PARA RETIRADA E DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAIS EM UMA CENTRAL DE MATERIAL Autores: KATIA MARIA ROSA VIEIRA VERA LÚCIA DE OLIVEIRA BLANCO VASCONCELOS DA SILVA FRANCISCO UBALDO VIEIRA JUNIOR   Título:  AVALIAÇÃO DO FLUXO DE ATENDIMENTOS DE UM PRONTO SOCORRO DE MÉDIA COMPLEXIDADE POR MEIO DA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO Autores: LEILA GARCIA DE OLIVEIRA PEGORARO WALTER BELUSSI RAQUEL GVOZD LÍVIA SANCHES SILVA MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD   Título:  AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE EM HOSPITAL ESCOLA Autores: SIMONIZE CUNHA BARRETO DE MENDONÇA JÉSSICA OLIVEIRA CARDOSO MICHELE MAMEDE DE OLIVEIRA PABLIANE MATIAS LORDELO MARINHO ARYELLA DE MEDEIROS ROCHA CHAVES DUTRA   Título:  AVALIAÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE: AS DIFICULDADES ENCONTRADAS PELOS ENFERMEIROS NA IMPLEMENTAÇÃO NO PROCESSO DE ACREDITAÇÃO HOSPITALAR. Autores: SHEILA PEREIRA MENDES   Título:  BUNDLES: APLICABILIDADE E SUA IMPORTÂNCIA NA DIMINUIÇÃO DOS INDICES DE INFECÇÃO DE PNEUMONIA ASSOCIADA A VENTILAÇÃO MECÂNICA EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Autores: MARIA VALÉRIA PEREIRA RICARDO VINICIUS RODRIGUES BARBOZA JONAS DEMARQUE MANIN   Título:  BUSCA ATIVA NA IDENTIFICAÇÃO DE EVENTOS ADVERSOS NO AMBIENTE HOSPITALAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: REGINALDO PASSONI FABIELI BORGES JULIANA NARCISO CHRUN DEBORA FAGUNDES CHECHELAKY JOÃO LUCAS CAMPOS OLIVEIRA   Título:  CAPACITAÇÃO DE CUIDADORES DE IDOSOS E FAMILIARES NO ATENDIMENTO PRECOCE FRENTE ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS Autores: GABRIELA MOREIRA CAMPOS JAQUELINE MEIRA UELSE DOS SANTOS RAQUEL GVOZD ELESSANDRA BORZUK CARMO ELEINE APARECIDA PENHA MARTINS
  5. 5. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  COMO ME VEJO LÍDER X COMO MEUS LIDERADOS ME VÊEM: UTILIZAÇÃO DO QUESTIONÁRIO MULTIFACTORIAL LEADERSHIP QUESTIONNAIRE (MLQ) MODIFICADO Autores: MICHELE NAVARRO FLORES ROSANGELA CLAUDIA NOVEMBRE EUCLYDES DOMINGOS GARCIA FLORENTINO LUCIANA DA COSTA BOZZI DANIELLA COLLADO ROSINI RODRIGUES   Título:  COMPARATIVO ENTRE CLASSIFICAÇÃO ESI E CLASSIFICAÇÃO MÉDICA EM UNIDADE DE PRONTO-SOCORRO: Autores: EDVANIA SCHNEIDER DE CAMPOS TAIS FÁTIMA TONELLI LUCIANE ROBERTA APARECIDA VIGO SONIA APARECIDA BATISTA   Título:  COMPORTAMENTO EMPREENDEDOR E EXPECTATIVA SALARIAL DE RESIDENTES DE ENFERMAGEM Autores: ANDRESSA MARTINS DIAS FERREIRA MARLI TEREZINHA OLIVEIRA VANNUCHI MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD LARISSA GUTIERREZ DE CARVALHO SILVA MARA SOLANGE GOMES DELLAROZA   Título:  COMUNICAÇÃO E CULTURA DE SEGURANÇA DO PACIENTE: ESTUDO SOB A PERCPÇÃO DE PROFISSIONAIS Autores: RAÍSSA OTTES VASCONCELOS CRISTINA DAIANA BOHRER LUIS GUILHERME SBROLINI MARQUES ANDRESSA MORELLO KAWAMOTO JOÃO LUCAS CAMPOS OLIVEIRA   Título:  COMUNICAÇÃO EFETIVA: DINÂMICA DE GRUPO PARA A SENSIBILIZAÇÃO DE COLABORADORES SOBRE A META INTERNACIONAL DE SEGURANÇA DO PACIENTE Autores: LÍVIA SANCHES SILVA LEILA GARCIA DE OLIVEIRA PEGORARO RAQUEL GVOZD ANDREZA DAHER DELFINO SENTONE MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD   Título:  CONSTRUÇÃO DE UM INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DA PERCEPÇÃO DE ENFERMEIROS ACERCA DOS INDICADORES DE QUALIDADE Autores: ELIANA CRISTINA PEIXOTO MASSOCO EDENISE MARIA SANTOS DA SILVA BATALHA KÉSIA ALVES ROSSETI DAISY MARIA RIZATTO TRONCHIN MARTA MARIA MELLEIRO   Título:  CUIDADO À MULHER IDOSA: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA Autores: THAÍS VANESSA BUGS MARISTELA MARASCHIN CLAUDIA ROSS GICELLE GALVAN MACHINESKI SEBASTIÃO CALDEIRA   Título:  CUIDADO DE ENFERMAGEM AO PACIENTE EM PULSOTERAPIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: REGINALDO PASSONI FABIELI BORGES JOSEFA BRAS DA SILVA LUCIANA MAGNANI FERNANDES CLAUDIA ROSS   Título:  CUIDADO INTEGRADO: GESTÃO DO MODELO ASSISTENCIAL Autores: ANA LUCIA CAPUCHO LORENA ABRAHAO RITA DE CASSIA PIRES COLI SIOMARA TAVARES FERNANDES YAMAGUTI JOSE CARLOS VIANA DOUGLAS ROMAO   Título:  CUSTO DA ROTATIVIDADE DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM HOSPITAL DE ENSINO* Autores: PAULA BUCK O RUIZ MARCIA GALAN PERROCA MARLI DE CARVALHO JERICÓ BRUNA PRINI RAFALDINI RENATA PRADO BERETA VILELA   Título:  DESENVOLVIMENTO DA POLÍTICA DE CULTURA DE SEGURANÇA Autores: ANA MARIA DO ESPÍRITO SANTO DE BRITO CÍNTIA PEREIRA CAROLINA RAFAEL MORAES FABIANA EFTING MOHR NADIA CRISTINA BRACH   Título:  DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO PSICOMÉTRICA DE INSTRUMENTO PARA MENSURAÇÃO DO PRODUTO DO CUIDAR EM ENFERMAGEM Autores: MARCIA GALAN PERROCA DANIELLE FABIANA CUCOLO   Título:  DESENVOLVIMENTO E IMPLANTAÇÃO DA COMISSÃO DE DESOSPITALIZAÇÃO SEGURA NO HOSPITAL DONA HELENA - JOINVILLE/SC Autores: ANA MARIA ESPIRITO SANTO BRITO PATRICIA LAURA CHAVES FRANCINE APARECIDA LUDKA
  6. 6. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  DIFICULDADES DOS ENFERMEIROS NA PRÁTICA DO PROCESSO DE ENFERMAGEM NO ÂMBITO HOSPITALAR Autores: JOSEILZE SANTOS DE ANDRADE JUCIANA ALVES DE ARAUJO REGINA DE JESUS COSTA FLÁVIA JANÓLIO COSTACURTA PINTO DA SILVA AMANDA ALMEIDA SILVEIRA SOBRAL   Título:  DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL DE ENFERMAGEM EM TERAPIA INTENSIVA Autores: ANDRESSA MARTINS DIAS FERREIRA VERUSCA SOARES DE SOUZA JOÃO LUCAS CAMPOS DE OLIVEIRA JOSÉ APARECIDO BELLUCCI JÚNIOR LAURA MISUE MATSUDA   Título:  DIMENSÕES QUANTITATIVAS E QUALITATIVAS DA FORÇA DE TRABALHO HOSPITALAR: RELAÇÃO COM A CULTURA DE SEGURANÇA DO PACIENTE Autores: THAÍS VANESSA BUGS FABIELI BORGES DENISE DE FÁTIMA HOFFMANN RIGO ANDRESSA KAWAMOTO MORELLO JOÃO LUCAS CAMPOS OLIVEIRA   Título:  É POSSÍVEL IMPLEMENTAR GESTÃO DE QUALIDADE NUM SERVIÇO PÚBLICO DE HEMODIÁLISE Autores: LUCIANA SENA DE MENDONÇA   Título:  EFICIENCIA OPERACIONAL: RECEITA DOS SERVIÇOS DE ENFERMAGEM Autores: CRISTINA SATOKO MIZOI CAROLINA AUGUSTO BEZERRA CRISTIANE DOS SANTOS MANOEL RESENDE DA SILVA RAFAEL TOZETTI MARCOS FUMIO KOYAMA   Título:  EMPREENDEDORISMO NA ENFERMAGEM: UMA REVISÃO INTEGRATIVA Autores: FERNANDA HANNAH DA SILVA COPELLI JOSÉ LUÍS GUEDES DOS SANTOS ALACOQUE LORENZINI ERDMANN   Título:  ENFERMAGEM E SEGURANÇA DO PACIENTE: UMA ESPERIÊNCIA DE ENSINO-APRENDIZAGEM Autores: MARIA DO ESPIRITO SANTO DA SILVA   Título:  ENFERMEIRO: GESTOR DO CUIDADO Autores: RITA DE CASSIA PIRES COLI ANA LUCIA CAPUCHO LORENA ABRAHAO SIOMARA TAVARES FERNANDES YAMAGUTI   Título:  ERROS E EVENTOS ADVERSOS: A INTERFACE COM A CULTURA DE SEGURANÇA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE Autores: VERUSCA SOARES DE SOUZA ANDRESSA MORELLO KAWAMOTO DENISE DE FÁTIMA HOFFMANN RIGO JOÃO LUCAS CAMPOS DE OLIVEIRA ANAIR LAZZARI NICOLA   Título:  ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DIANTE DO SOFRER NO TRABALHO EM ONCOLOGIA Autores: RUBIANY DE NOVAES TOLEDO HELOISA CAMPOS PASCHOALIN MARIA CARMEN SIMÕES CARDOSO DE MELO GEOVANA BRANDÃO SANTANA DE ALMEIDA   Título:  ESTRATÉGIAS DE SENSIBILIZAÇÃO PARA PROMOVER A HUMANIZAÇÃO E A QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO Autores: SPAGNOL CA PEREIRA BRR OLIVEIRA BKS CANDIAN ES BRAGANÇA JW   Título:  FORMAÇÃO DE ENFERMEIROS EM GESTÃO DE SERVIÇOS DE ENFERMAGEM NA MODALIDADE RESIDÊNCIA Autores: LEILA GARCIA DE OLIVEIRA PEGORARO LÍVIA SANCHES SILVA RAQUEL GVOZD MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD MARLI TEREZINHA OLIVEIRA VANNUCHI   Título:  GERENCIAMENTO DE ENFERMAGEM EM UMA UNIDADE DE INTERNAÇÃO CLÍNICA: UMA REFLEXÃO CRÍTICA Autores: LUCIANA FOPPA LUZIA TERESINHA VIANNA DOS SANTOS MARI ANGELA VICTORIA LOURENCI ALVES   Título:  GERENCIAMENTO DE ENFERMAGEM: DESAFIOS E DIFICULDADES ENFRENTADOS PELOS ENFERMEIROS RECÉM FORMADOS. Autores: ANGÉLICA DOS SANTOS REIS AMANDA CAMILO SILVA LEMOS CONSUELO COSTA REBECCA MARIA OLIVEIRA GÓIS
  7. 7. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  GERENCIAMENTO DE QUEDA DO IDOSO EM UMA UNIDADE DE CLÍNICA MEDICA UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFIA Autores: ERICA TAVARES BELLI   Título:  GERENCIAMENTO EM ENFERMAGEM: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA ÚLTIMA DÉCADA (2005 – 2015) Autores: ALEX MARTINS LILIAN KELEN DE AGUIAR KATIÚSCIA MATOS COSTA CRUZ   Título:  GESTÃO DA QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: FACILIDADES E DIFICULDADES Autores: LIANGE ARRUA RABENSCHLAG SUZINARA BEATRIZ SOARES DE LIMA THAÍS DRESCH EBERHARDT LIDIANA BATISTA TEIXEIRA DUTRA SILVEIRA RHEA SILVIA DE AVILA SOARES   Título:  GESTÃO DO CUIDADO: CONCORDÂNCIA ENTRE PRESCRIÇÕES DE ENFERMAGEM E NECESSIDADES DE CUIDADOS DE PACIENTES Autores: PERROCA MG FAEDA MS   Título:  HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS: PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECÇÕES HOSPITALARES Autores: DENISE DE FÁTIMA HOFFMANN RIGO FABIELI BORGES CRISTINA DAIANA BOHRER THAIS VANESSA BUGS ANAIR LAZZARI NICOLA   Título:  HUMANIZAÇÃO DO CUIDADO EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: CRISTINA DAIANA BOHRER RAFAELA BRAMATI LOIDE FERREIRA WALDOW THAIS VANESSA BUGS RAÍSSA OTTES VASCONCELOS   Título:  IDENTIFICAÇÃO DE FATORES DE RISCO QUE PREDISPÕEM PACIENTES HOSPITALIZADOS ÀS QUEDAS Autores: LUIS GUILHERME SBROLINI MARQUES JOÃO LUCAS CAMPOS OLIVEIRA ANAIR LAZZARI NICOLA   Título:  IDENTIFICANDO ITENS PARA DESENVOLVIMENTO DE INSTRUMENTO: AVALIAÇÃO DE ENFERMEIROS SOBRE A QUALIDADE DO PLANTÃO Autores: MARCIA GALAN PERROCA DANIELLE FABIANA CUCOLO   Título:  IMPLANTAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO SERVIÇO DE OXIGENOTERAPIA HIPERBÁRICA Autores: RENATA CAMARGO ALVES ÉRICA MACEDO ENY ELAINE DE OLIVEIRA TORRES ADRIANA BUENO DE OLIVEIRA MARIA ISABEL DE ALMEIDA MIETTI   Título:  IMPLANTAÇÃO DAS ESTRATÉGIAS DE SEGURANÇA DO PACIENTE EM HOSPITAIS UNIVERSITÁRIOS PARANAENSES: PERSPECTIVA DE ENFERMEIROS GESTORES Autores: LAURA MISUE MATSUDA GISLENE APARECIDA XAVIER DOS REIS INGRID MAYARA ALMEIDA VALERA KELLY CRISTINA INOUE ROSAMARY APARECIDA GARCIA STUCHI   Título:  IMPLANTAÇÃO DE INSTRUMENTO DE COMUNICAÇÃO NA TRANSIÇÃO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM Autores: SIOMARA TAVARES FERNANDES YAMAGUTI RITA DE CASSIA PIRES COLI ANA LUCIA CAPUCHO LORENA ABRAHAO   Título:  IMPLANTAÇÃO DO ACOLHIMENTO À DEMANDA ESPONTÂNEA EM UMA UNIDADE SAÚDE DA FAMÍLIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: FABIELI BORGES GLEICY KELLY TELES DA SILVA KALLINY NATHIARA DE OLIVEIRA STRALHOTI ELIS REGINA RAATZ BAÚ   Título:  IMPLANTAÇÃO DO SETOR DE PRÁTICAS ASSISTENCIAIS: OTIMIZAÇÃO E APOIO NA PADRONIZAÇÃO DAS ROTINAS EM ÂMBITO HOSPITALAR Autores: MICHELE NAVARRO FLORES ROSANGELA CLAUDIA NOVEMBRE EUCLYDES DOMINGOS GARCIA FLORENTINO PAULO FERNANDES DOS SANTOS
  8. 8. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  IMPLANTANDO A SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA. Autores: LARISSE FAUSTINO DA SILVA THAYNARA FREITAS DE OLIVEIRA CICYLIA SILVEIRA DE LIMA DANIELLE SANTOS TAVARES VALQUIRIA COELHO PINA PAULINO   Título:  IMPORTÂNCIA DA AUDITORIA EM ENFERMAGEM PARA A QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA E REDUÇÃO DOS CUSTOS HOSPITALARES Autores: CARLA VIVIANE FREITAS DE JESUS DAYSE ROSÂNGELA SANTOS MARQUES ANDREIA PORTELA SILVA   Título:  IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO CONTINUADA DO PROFISSIONAL DE ENFERMAGEM Autores: MARCIA REGINA POLLILO HEFFKO   Título:  IMPORTÂNCIA DO PERFIL GERENCIAL PARA ENFERMEIROS QUE LIDERAM EQUIPES DE SAÚDE Autores: CARLA VIVIANE FREITAS DE JESUS DAYSE ROSÂNGELA SANTOS MARQUES ANDREIA PORTELA SILVA   Título:  INCIDENTES DURANTE O TRANSPORTE INTRA-HOSPITALAR Autores: CLAUDIA MARIA DE SOUSA ANA LÚCIA QUEIROZ BEZERRA CYANEA FERREIRA LIMA GEBRIM REGIANE APARECIDA DOS SANTOS SOARES BARRETO MARINÉSIA APARECIDA DO PRADO   Título:  INCORPORAÇÃO DAS METODOLOGIAS ATIVAS PARA PROBLEMATIZAR A PRÓPRIA REALIDADE REUNIÕES DA GESTÃO DE ENFERMAGEM HOSPITALAR Autores: LUDMILLA ZANGALI DE MATTOS CORRÊA MOREIRA JULIANA ANDRADE LEITE DANIEL SANTOS ÁVILA JULIANA MELO FERREIRA   Título:  INDICADOR DE GESTÃO DE PESSOAS: ANÁLISE DOS DESLIGAMENTOS E DA TAXA DE ROTATIVIDADE DA EQUIPE DE ENFERMAGEM Autores: PAULA BUCK O RUIZ MARCIA GALAN PERROCA MARLI DE CARVALHO JERICÓ BRUNA PRINI RAFALDINI RENATA PRADO BERETA VILELA   Título:  INDICADORES DE QUALIDADE PARA AVALIAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA Autores: REBECCA MARIA OLIVEIRA DE GÓIS TANDARA ELEUTÉRIO CARDOSO VICTÓRIA SILVA SANTANA FERNANDA COSTA MARTINS REBECA GALVÃO FONSECA   Título:  INDICADORES PARA CONFIGURAÇÃO DA LINHA DE CUIDADO INTEGRAL PARA PESSOAS COM FERIDAS CRÔNICAS NA ÓTICA DE ENFERMEIRAS Autores: SONIA MARIA DIAS GRAZIELLE STAMBASSI   Título:  INFLUÊNCIA DA SUPERLOTAÇÃO NO GERENCIAMENTO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM NO PRONTO-SOCORRO Autores: SIMONE KROLL RABELO SUZINARA BEATRIZ SOARES DE LIMA RHEA SILVIA DE AVILA SOARES MARCIANE KESSLER NATHÁLIA SOUZA FARIAS   Título:  INFLUÊNCIAS SOCIODEMOGRÁFICAS E LABORAIS NA SATISFAÇÃO PROFISSIONAL DE ENFERMEIROS EM HOSPITAL PÚBLICO Autores: MARLI TEREZINHA OLIVEIRA VANNUCHI EVELIN DAIANE GABRIEL PINHATTI MARIANA NEVES FARIA TENANI MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD RAQUEL GVOZD   Título:  LIDERANÇA DO ENFERMEIRO E QUALIDADE DO CUIDADO NO AMBIENTE HOSPITALAR Autores: SHARA BIANCA DE PIN ROBERTA JULIANE TONO DE OLIVEIRA FERNANDA HANNAH DA SILVA COPELLI MARIA ELENA ECHEVARRIA GUANILO ALACOQUE LORENZINI ERDMANN   Título:  MONITORAMENTO DE TEMPOS DE ESPERA PARA ATENDIMENTO DE UMA UNIDADE DE PRONTO-SOCORRO: EFICIÊNCIA E QUALIDADE DO ATENDIMENTO Autores: EDVANIA SCHNEIDER DE CAMPOS LUCIANE ROBERTA APARECIDA VIGO TAIS FÁTIMA TONELLI SONIA APARECIDA BATISTA
  9. 9. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  MORTALIDADE INFANTIL: UMA REVISÃO DE LITERATURA Autores: DENISE DE FÁTIMA HOFFMANN RIGO CLAUDIA ROSS   Título:  MUDANÇA ORGANIZACIONAL PLANEJADA E O SEU USO EM PESQUISAS DA ENFERMAGEM Autores: DENIZE BOUTTELET MUNARI LUANA CÁSSIA MIRANDA RIBEIRO BÁRBARA SOUZA ROCHA LUCIELI DIAS PEDRESCHI CHAVES   Título:  MÚSICA - PARÓDIA: UMA ESTRATÉGIA DE ENSINO DA HUMANIZAÇÃO EM GESTÃO EM SAÚDE Autores: PATRÍCIA MOITA GARCIA KAWAKAME CHISTIANE APARECIDA RODRIGUES DE LIMA FERNANDA PERSI MILANIN   Título:  NECESSIDADE DE CUIDADO: EXPLORANDO O SIGNIFICADO DO CONCEITO PARA PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM Autores: CAMILA GONÇALVES ROCHA MARCIA GALAN PERROCA   Título:  NÍVEIS DE ESTRESSE DEMÃES DE RECÉM-NASCIDOS PREMATUROS HOSPITALIZADOS EM UM HOSPITAL PÚBLICO DO OESTE DO PARANÁ Autores: BRUNA MARIA BUGS THAIS VANESSA BUGS CLAUDIA SILVEIRA VIERA ROSA MARIA RODRIGUES BEATRIZ ROSANA GONÇALVES DE OLIVEIRA   Título:  NOTIFICAÇÃO DE INCIDENTES OU QUEIXAS TÉCNICAS APÓS IMPLANTAÇÃO DO VIGIHOSP NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE SERGIPE Autores: ARYELLA DE MEDEIROS CHAVES ROCHA DUTRA SIMONIZE CUNHA BARRETO DE MENDONÇA TAMIRES ANDRADE DE OLIVEIRA TELMA ALMEIDA BARROS IZA MARIA FRAGA LOBO   Título:  NOVA FORMA DE CONTROLE DA ALOPECIA INDUZIDA PELA QUIMIOTERAPIA - TOUCA GELADA Autores: GOTO, SUELY OLIVEIRA, ANA CLAUDIA MOTTA, CAMILA MARINHO, THABATA   Título:  NR 32: UMA REVISÃO DE LITERATURA ENTRE 2005 E 2012 Autores: SAMARA STEPHANNY MORAIS SANTOS MATOS   Título:  O ATENDIMENTO AO ACIDENTADO COM MATERIAL BIOLÓGICO NA PERSPECTIVA DA SUBJETIVIDADE E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Autores: LUANA CÁSSIA MIRANDA RIBEIRO ADENICIA CUSTODIA SILVA E SOUZA MYRIAN KARLA AYRES VERONEZ PEIXOTO MARCELO MEDEIROS HELINY CARNEIRO CUNHA NEVES   Título:  O CUIDADO DE ENFERMAGEM EM UNIDADE DE CENTRO CIRÚRGICO: RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: RAÍSSA OTTES VASCONCELOS DENISE DE FÁTIMA HOFFMAN RIGO CRISTINA DAIANA BOHRER KARINA ISABEL VIVIAN DÉBORA CRISTINA IGNÁCIO ALVES   Título:  O ENFERMEIRO COMO ORDENADOR DO ACOLHIMENTO NO SERVIÇO DE URGÊNCIA: OS DESAFIOS DA GESTÃO Autores: ILZINEY SIMÕES DA SILVA CORREIA MARIANA COSTA LARRÉ TATIANE GRAÇAS MARTINS   Título:  O ENFERMEIRO E O GERENCIAMENTO DE CONFLITOS NA ATENÇÃO BÁSICA À SAÚDE Autores: GRAZIELE GORETE PORTELLA DA FONSECA MARCIO PARCIANELLO SUZINARA BEATRIZ SOARES DE LIMA RHEA SILVIA DE AVILA SOARES MARCIANE KESSLER   Título:  O ENSINO SUPERIOR E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM: DIFICULDADES PERCEBIDAS POR ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM Autores: CRISTINA DAIANA BOHRER SOLANGE DE FÁTIMA REIS CONTERNO ROSA MARIA RODRIGUES   Título:  O ESTILO DE LIDERANÇA NA VISÃO DOS ENFERMEIROS LÍDERES DO HOSPITAL MUNICIPAL MARIANA PENEDO NO MUNICÍPIO -TUCANO/BA Autores: JOYCE DE JESUS SILVA LÚCIA HELENA RAMOS
  10. 10. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  O PAPEL DA GESTÃO NA AMBIÊNCIA DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Autores: CLACI FÁTIMA WEIRICH ROSSO SAMIRA NASCIMENTO MAMED JULIANA PIRES RIBEIRO SUIANY DIAS ROCHA MARTA ROVERY SOUZA   Título:  O PAPEL DO ENFERMEIRO NO CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR DIANTE DAS DIFICULDADES ENCONTRADAS NAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE Autores: SHEILA PEREIRA MENDES SILVIA EVANGELISTA SANTOS ELIANA SANTOS BARBOSA PATRICIA BOTINI NASCIMENTO   Título:  O PAPEL DO TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO SOB A ÓTICA DO GESTOR DO CUIDADO Autores: CLAUDIA ATTIS GUIMARÃES GIERLE DE BARROS PINTO MAITA MUNHOZ MARQUES LEAL LUDMILLA GUIMARÃES DE OLIVEIRA EDNA SANTOS DA SILVA   Título:  O PROCESSO DE TRABALHO DE SUPERVISÃO: A PRÁXIS DA ENFERMEIRA NO CONTEXTO HOSPITALAR Autores: REBECCA MARIA OLIVEIRA DE GÓIS MARIA LÚCIA SILVA SERVO   Título:  O USO DE VACUOTERAPIA NO TRATAMENTO DE FERIDAS Autores: DENISE DE FÁTIMA HOFFMANN RIGO CRISTINA DAIANA BOHRER DANIELLI PIATTI CARVALHO LILI MARLENE HOFSTATTER FABIELI BORGES   Título:  O USO DOS INDICADORES DE QUALIDADE NO CONTEXTO HOSPITALAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: REBECCA MARIA OLIVEIRA DE GÓIS DENISE RINALDA INGRID MELO FERNANDA COSTA MARTINS DAYSE ROSÂNGELA SANTOS MARQUES   Título:  OPINIÃO DE ENFERMEIROS GERENTES DE HOSPITAIS SOBRE INDICADORES DA ASSISTÊNCIA Autores: MARIANA ANGELA ROSSANEIS CARMEN SILVIA GABRIEL MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD RAQUEL GVOZD ANDREA BERNARDES   Título:  ORGANIZAÇÃO DO PROCESSO DE TRABALHO NA PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA: EXPERIÊNCIA ENTRE RESIDENTES DE GERENCIAMENTO EM ENFERMAGEM Autores: DENISE DE FÁTIMA HOFFMANN RIGO DANIELA PATRICIA TRES JESSICA ROSIN REGINALDO PASSONI DOS SANTOS JOÃO LUCAS CAMPOS OLIVEIRA   Título:  PASSAGEM DE PLANTÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NO AMBIENTE HOSPITALAR: ANÁLISE DE FATORES INFLUENTES Autores: DANIELLI RAFAELI CANDIDO PEDRO ANAIR LAZZARI NICOLA JOÃO LUCAS CAMPOS DE OLIVEIRA   Título:  PERCEPÇÃO DE ENFERMEIROS SOBRE A GESTÃO DA QUALIDADE Autores: LIANGE ARRUA RABENSCHLAG SUZINARA BEATRIZ SOARES DE LIMA LORENA FOUREAUX RIBEIRO THAÍS DRESCH EBERHARDT MARCIANE KESSLER   Título:  PERCEPÇÃO DO PERFIL DE LIDERANÇA DA ENFERMAGEM SOB A ÓTICA DOS TRABALHADORES E GRADUANDOS DE ENFERMAGEM Autores: AMANDA RAFAELI DORIA SANTOS LÚCIA HELENA RAMOS   Título:  PERCEPÇÃO E NÍVEL DE SATISFAÇÃO DO PACIENTE/ACOMPANHANTE COM O ATENDIMENTO DE NECESSIDADES DE CUIDADOS Autores: PRISCILA FERNANDES MARTINS MARCIA GALAN PERROCA   Título:  PERFIL DOS GERENTES DE SAÚDE NA ATENÇÃO BÁSICA DOS DISTRITOS DE SAÚDE SUL E NORTE DE CAMPO GRANDE - MS Autores: DÉBORAH CRISTINA SOUZA DUARTE PATRÍCIA MOITA GARCIA KAWAKAME
  11. 11. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  PRINCIPAIS TIPOS DE ASSÉDIO MORAL NA ENFERMAGEM: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA Autores: LAIRA SISDELI MARA SOLANGE GOMES DELLAROZA RAQUEL GVOZD MARLI TEREZINHA OLIVEIRA VANNUCHI   Título:  PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP): ELABORAÇÃO E IMPLANTAÇÃO EM UNIDADE BÁSICA DE SAUDE EM UM MUNICIPIO DE PEQUENO PORTE Autores: DEBORA CRISTINA MARTINS CARLA REGINA LANDGRAFF CARLOS ALEXANDRE MOLENA FERNANDES   Título:  PROCESSO DE ALTA MÉDICA HOSPITALAR COM LIBERAÇÃO PELO ENFERMEIRO EM UM HOSPITAL RELEVANTE NO ESTADO DE SÃO PAULO Autores: ISABELLE MARIA BORTOTTI BERGAMO GILENE ANTONIA DA SILVA MARCIA APARECIDA DE ALMEIDA NATASCHA GONÇALVES FRANCISCO PALMEIRA CLÁUDIA MENDES TAGATA   Título:  PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DA ESCALA DE BRADEN EM UMA UNIDADE DE EMERGÊNCIA HOSPITALAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: FABIELI BORGES ANA PAULA DIAS REGINALDO PASSONI DANIELA PATRÍCIA TRÊS RAFAELA BRAMATI   Título:  PRODUÇÃO, COLETA E DESTINAÇÃO FINAL DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DE SERVIÇO DE SAÚDE NO BRASIL: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Autores: CASSIO RAFAEL DA ROCHA THAIS VANESSA BUGS FERNANDA FRIZON THOMAS KEHRWALD FRUET LAÍS DAYANE WEBER   Título:  PROPOSTA DE ADAPTAÇÃO CULTURAL E VALIDAÇÃO DO INSTRUMENTO RETIREMENT RESOURCES INVENTORY PARA A CULTURA BRASILEIRA Autores: RAQUEL GVOZD MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD   Título:  PROTOCOLO DE MANCHESTER: PERCEPÇÃO DOS ENFERMEIROS CLASSIFICADORES DE RISCO Autores: JULIANA RODRIGUES DE SOUZA VILMA RIBEIRO DA SILVA MARIA LÚCIA IVO   Título:  PROTOCOLO DE ÚLCERA POR PRESSÃO: INSTRUMENTO QUALIFICADOR DO CUIDADO Autores: RHEA SILVIA DE AVILA SOARES SUZINARA BEATRIZ SOARES DE LIMA GRAZIELE GORETE PORTELLA DA FONSECA NATHÁLIA SOUZA FARIAS LIANE ROCHA RODRIGUES   Título:  PROTOCOLOS: FERRAMENTAS DE GESTÃO NA ENFERMAGEM Autores: CLACI FÁTIMA WEIRICH ROSSO MARIA SALETE SILVA PONTIERI NASCIMENTO SAMIRA NASCIMENTO MAMED SUIANY DIAS ROCHA   Título:  QUALIDADE DA MANUTENÇÃO DE CATETERES VESICAIS DE DEMORA: AVALIAÇÃO POR INDICADORES Autores: ALUANA MORAES ANAIR LAZZARI NICOLA JOÃOLUCAS CAMPOS DE OLIVEIRA NELSI SALETE TONINI JACIANE KLASSMANN   Título:  REDUÇÃO DA DENSIDADE DE INFECÇÃO X REDUÇÃO DO NÚMERO DE CATETER VESICAL DE DEMORA EM UNIDADE DE INTERNAÇÃO: CLÍNICA MÉDICA Autores: SHEILA PEREIRA MENDES ERICA TAVARES BELLI WILICLÉCIA CUNHA DA ROCHA FERNANDA RINALD ROSELI GOMES CAVALINI   Título:  REESTRUTURAÇÃO DA PASSAGEM DE PLANTÃO ATRAVÉS DA METODOLOGIA SBAR Autores: RENATA CAMARGO ALVES ADRIANA LIBERATO ANA PAULA TOMÉ MIKULENAS CONCEIÇÃO APARECIDA ZECHINELI ROSANA PELLÍCIA PIRES   Título:  REESTRUTURAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO PROTOCOLO DE DOR Autores: MARIA ISABEL DE ALMEIDA MIETTI RENATA CAMARGO ALVES CELSO AUGUSTO MARTINS PARRA CLÁUDIO FERNANDES CORRÊA
  12. 12. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  REINTEGRAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM COM RECOMENDAÇÕES MÉDICAS DE RESTRIÇÃO DAS ATIVIDADES LABORAIS: RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: CASSIA GUERRA RENATA LOURENZEN DE OLIVEIRA AUDRY ELIZABETH DOS SANTOS IVANA LUCIA PIMENTEL E SIQUEIRA   Título:  RELATO DE CASO NO DESENVOLVIMENTO DE BOOK DE TREINAMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM, FOCADO POR ESPECIALIDADE. Autores: ROBERTA GONÇALVES MARQUES MICHELE JAURES   Título:  RELATO DE EXPERIÊNCIA DA CRIAÇÃO DO PROJETO DE EXTENSÃO: “SEGURANÇA DO PACIENTE: UM DESAFIO NOSSO” Autores: EDENISE MARIA SANTOS DA SILVA BATALHA   Título:  RELATO DE EXPERIÊNCIA NA ELABORAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DO MANUAL PARA AS ATIVIDADES DOS ASSISTENTES ADMINISTRATIVOS NAS UNIDADES DE INTERNAÇÃO Autores: CRISTINA MARIA OLIVEIRA SUADICANI VALDENIZA FOGAÇA JOÃO CARLOS SARAIVA DA COSTA   Título:  RELATO DE EXPERIÊNCIA: DIAGNÓSTICO SITUACIONAL NUM SERVICO DE ENFERMAGEM EM PACIENTES EXTERNOS DE UM HOSPITAL DE ENSINO PÚBLICO ESPECIALIZADO NA SAÚDE DA MULHER. Autores: OLIVEIRA CP DELCORSI AF HIGA R   Título:  RELATO DE EXPERIÊNCIA: INTERFACE ENTRE ENFERMAGEM E AUDITORIA NA MELHORIA DOS PROCESSOS EM UM PS DA ZONA SUL DE SÃO PAULO-MAIO/14 À MAIO/15 Autores: SARAH LIDIANE SANTOS DA SILVA OLIVEIRA FABIANA DA PENHA COLIMOIDE WESLEY LINO DOS SANTOS   Título:  RELATO SOBRE A ATIVIDADE TUTORIAL NO MÓDULO DE ADMINISTRAÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE I Autores: NATALY MESQUITA CARDOSO PATRÍCIA MOITA GARCIA KAWAKAME TAINARA MALDONADO REINOSO TAÍS CAPILÉ RAMIRES   Título:  RESOLUTIVIDADE EM UMA UNIDADE DE PRONTO-SOCORRO: ALTA PRECOCE DO PACIENTE APÓS PROCEDIMENTO DE CARDIOVERSÃO ELETRICA Autores: EDVANIA SCHNEIDER DE CAMPOS LUCIANE ROBERTA APARECIDA VIGO DAYSE APARECIDA PINHEIRO SONIA APARECIDA BATISTA   Título:  RISCO E INCIDÊNCIA DE ÚLCERA POR PRESSÃO SEGUNDO NOTIFICAÇÕES DE EVENTOS ADVERSOS EM UM HOSPITAL PÚBLICO DE MÉDIA COMPLEXIDADE Autores: LÍVIA SANCHES SILVA LEILA GARCIA DE OLIVEIRA PEGORARO RAQUEL GVOZD MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD MARLI TEREZINHA OLIVEIRA VANNUCHI   Título:  RISCOS LABORAIS E O ESPAÇO DE TRABALHO DA ENFERMAGEM NA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE Autores: IASMINE OLINDO DE ALMEIDA LEÃO ANA LÚCIA QUEIROZ BEZERRA CYANEA FERREIRA LIMA GEBRIM MARIA ALVES BARBOSA MARINÉSIA APARECIDA DO PRADO   Título:  RISCOS OCUPACIONAIS E A SAÚDE DO ENFERMEIRO DE UM HOSPITAL ESCOLA: RELAÇÃO COM O AMBIENTE DE TRABALHO Autores: GIORDANI ATK TONINI NS NICOLA AL HOFSTATTER LM OLIVEIRA JLC   Título:  RODADA DE CONVERSA EM UNIDADE DE INTERNAÇÃO CIRÚRGICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Autores: MARISE MÁRCIA THESE BRAHM BETINA FRANCO JAMILE SCHONARDIE   Título:  RODÍZIO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM ENTRE SETORES DE UM HOSPITAL: FERRAMENTA GERENCIAL NA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS Autores: MARLI TEREZINHA OLIVEIRA VANNUCHI EVELIN DAIANE GABRIEL PINHATTI DENISE DA SILVA SCANEIRO SARDINHA MARIA DO CARMO LOURENÇO HADDAD RAQUEL GVOZD
  13. 13. Relação de Trabalhos – Sumário Título:  SEGURANÇA DO PACIENTE: PROCESSO DE HIGIÊNE E DESINFECÇÃO DE APARELHOS ENDOSCÓPICOS Autores: MARIA POMPEIA SANTANA OLIVEIRA MARIA DO ESPIRITO SANTO DA SILVA HERBERT EDUARDO PERES RODRIGUES LIMA ARIADNE BITTENCOURT ROSANA MARIA DE OLIVEIRA SILVA   Título:  TRACE DE RECEITA - TRAÇO DE UNIÃO: ENFERMAGEM E ECONOMIA Autores: DOUGLAS ROMAO MARIA DE LOURDES DIAS BRAZ VICTOR HUGO MELO DA SILVA   Título:  TREINAMENTO IN LOCO: AÇÃO EDUCACIONAL PARA MELHORAR A PERFORMANCE DOS PROFISSIONAIS Autores: MARIA DE FATIMA VENTURA RODRIGUES ADRIANA FERREIRA DOS SANTOS ABDALA   Título:  USO DA PESQUISA-AÇÃO NA ÁREA DO GERENCIAMENTO EM ENFERMAGEM: REVISÃO INTEGRATIVA Autores: DENIZE BOUTTELET MUNARI LUANA CÁSSIA MIRANDA RIBEIRO BÁRBARA SOUZA ROCHA MYRIAM KARLA VERONEZ PEIXOTO CINIRA MAGALI FORTUNA   Título:  UTILIZAÇÃO DO COACHING COMO FERRAMENTA DE GESTÃO PARA DESENVOLVIMENTO DO ENFERMEIRO. Autores: TANIA CRISTINA DA SILVA MOSCALESKI   Título:  VARIAÇÃO DA TEMPERATURA DE UM REFRIGERADOR PARA ARMAZENAMENTO DE MEDICAMENTOS EM AMBIENTE HOSPITALAR Autores: LUIS GUILHERME SBROLINI MARQUES JOÃO LUCAS CAMPOS OLIVEIRA ANAIR LAZZARI NICOLA   Título:  VISITA MULTIPROFISSIONAL NA UTI: UMA ESTRATÉGIA DO PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO EM UM HOSPITAL ESCOLA Autores: SIMONIZE CUNHA BARRETO DE MENDONÇA ARYELLA DE MEDEIROS CHAVES ROCHA DUTRA PABLIANE MATIAS LORDELO MARINHO IZA MARIA FRAGA LOBO DIANA MATOS EUZÉBIO
  14. 14. Relação de Trabalhos Resumos   
  15. 15. A EFETIVIDADE DA APLICAÇÃO DO PEWS (EARLY WARNING SCORES PEDIATRIC) EM CRIANÇAS HOSPITALIZADAS: IDENTIFICAÇÃO DOS SINAIS DE ALERTA PRECOCE DE DETERIORAÇÃO CLÍNICA   Silva MGR, Damasceno EFP Hospital da Luz Contato: edamasceno@hospitaldaluz.com.br Resumo Introdução: O PEWS – Early Warning Scores Pediatric, é uma ferramenta utilizada com o intuito de identificar os primeiros sinais de deterioração com a verificação dos SSVV e de intervir precocemente. Para os pacientes que estão se deteriorando a implementação de um Time de Resposta Rápida é imprescindível e o uso de um escore de alerta precoce oferece direcionamento e precisão na avaliação e tomada de decisão do profissional, este método subdisia conhecimentos de cuidados críticos à criança, através de um algortimo com o aumento do escore de alerta precoce que está associada com a diminuição de admissão na unidade de terapia intensiva e consequentemente apresenta melhor desfecho clínico e evitam acionamento de código amarelo e código azul. Justificativa: Explorar o resultado obtido através da ferramenta PEWS utilizada na unidade de internação pediátrica e pronto socorro infantil em um determinado período, com base no número de internações/ mês na enfermaria e desfecho clínico, analisando o número de acionamentos de código amarelo e azul, verificando a aplicação do PEWS da detecção pecoce dos sinais de alerta da deterioração clínica. Objetivo: Divulgar dados obtidos a partir dos estudos realizados nas unidades de internação pediátrica e pronto socorro infantil da efetividade da aplicação do PEWS em crianças hospitalizadas na identificação dos sinais de alerta precoce na deterioração clínica. Método: Trata-se de um estudo transversal, este trabalho foi desenvolvido no pronto socorro infantil e unidades de internação pediátrica do Hospital da Luz, com o intuito de acompanhar a escala de sinais de alerta precoce de reconhecimento antecipado de deterioração das crianças hospitalizadas, foi realizada análises de seus efeitos, evidenciado através dos 2 prontuários e análises dos indicadores de qualidade. Resultados: A análise foi constituída a partir da avaliação do número de internações e taxa de ocupação mensal, no período de 6 meses da unidade de internação pediátrica, e número de acionamentos de código amarelo e azul na unidade. Inicialmente avaliado o número de internações e taxa de ocupação, obteve-se o seguinte resultado: O tempo médio de permanência no período de 6 meses na unidade pediátrica foi de 5,1 dias de internação, a média do número de internações foi de 169 internações / mês , a taxa de ocupação da unidade ficou na média de 97,5%, o número de internação manteve-se dentro da média, não houve aumento ou diminuição considerável. A aplicação do PEWS é realizada em 100% dos pacientes internados na unidade pediátrica. Comparando ao número de internações, evidenciado que o número de acionamentos de código amarelo é relativamente baixo, e houve apenas um acionamento do código azul no mês de janeiro, a taxa de mortalidade da unidade pediátrica é de 0 % durante o período de avaliação, não evidenciado acionamento de código amarelo que evoluiu para código azul no período. Conclusão: A aplicação do PEWS auxilia e assegura avaliação pontual do enfermeiro e médico sempre que estiver com sinais de alerta e consiste na elaboração de um critério de ativação de alerta médico, em função do grau de risco do paciente, identificando precocemente o risco de deterioração fisiológica e padrão de aferição de Sinais Vitais. Principais Bibliografias: 1. Karen M. Tucker;Tracy L. Brewer; Rachel B. Baker ;Brenda Demeritt1and ; Michael T. Vossmeyer. Prospective evaluation of a pediatric inpatient early warning scoring system; disponível em : onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1744- 6155.2008.00178.x/full 2. Christopher S Parshuram; James Hutchison; Kristen Middaugh. Development initial validation of the Bedside Paediatric Early Warning System,4 Vol 13 No 4 Research 3. Duncan. H; Hutchison J.; Parshuram, C. F.; The pediatric early warning system score: A severity of illness score to predict urgent medical need in hospitalized children. September 2006; Volume 21, Issue 3, Pages 271–278. . JONES, K. M.; MARSDEN J.; WINDLE J. Sistema Manchester de Classificação de Risco: Classificação de Risco na Urgência e Emergência. Tradução: Welfane Cordeiro Júnior; Adriana de Azevedo Mafra. Belo Horizonte: Grupo Brasileiro de Classificação de Risco, 2010. NASCIMENTO E. R. P. et al. Classificação de risco na emergência: avaliação da equipe de enfermagem. Rev enferm UERJ. Rio de Janeiro, v. 19, n. 1, p. 84-88, 2011. Disponível em: < http://www.fen.ufg.br/revista/v13/n4/v13n4a02.htm>. Acesso em: 11 nov. 2013. PAI, D. D.; LAUTERT, L. Sofrimento no trabalho de enfermagem: reflexos do "discurso vazio" no acolhimento com classificação de risco. Esc. Anna Nery. Porto Alegre, v. 15, n. 3, p. 524-530, 2011. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S1414- 81452011000300012>. Acesso em: 11 nov. 2013. PINTO J. D.; SALGADO, P. O.; CHIANCA, T. C. M. Validade preditiva do protocolo de classificação de risco de Manchester: avaliação da evolução dos pacientes admitidos em um pronto atendimento. Rev. Latino-am Enfermagem. Belo Horizonte, v. 20, n. 6, [8 telas], 2012. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.1590/S0104-11692012000600005>. Acesso em: 30 jun. 2013. SANTIAGO, A. K. et al. O acolhimento com avaliação e classificação de risco: percepção dos enfermeiros. Rev. Enferm. UFPE. Recife, v. 6, n. 9, p. 2127-2135, 2012. Disponível em: <http://dx.doi.org/10.5205/reuol.2570-20440-1-LE.0609201217 ISSN: 1981- 8963>. Acesso em: 11 nov. 2013 SOUZA, R. S.; BASTOS, M. A. R. Acolhimento com classificação de risco: o processo vivenciado por profissional enfermeiro. Reme: Rev Mineira Enferm. Belo Horizonte, v. 12, n. 4, p. 581-586.  
  16. 16. A Efetividade da Identificação na Linha do cuidado do Recém Nascido   Franceschini, S Cachucho, P P Medeiros, C L Bugnine, FS Hospital Santa Helena E-mail: sfrances@sham.com.br   Introdução: A identificação correta do paciente é de extrema importância para garantia da segurança do processo assistencial, inclusive podemos dizer que é o início para a correta execução das diversas etapas de segurança. Esse processo otimiza e garante a rastreabilidade correta do binômio, utilizando-se de ferramentas tecnológicas e recursos adequados para obtenção de resultados satisfatórios. Objetivo: Evidenciar os resultados alcançados com a identificação correta do binômio e sua rastreabilidade/checagem via sistema como barreira efetiva para a segurança do paciente. Justificativa: Entender os resultados da correta identificação utilizando o recurso informatizado como ferramenta para a efetivação da rastreabilidade. Método: Diante dos casos de trocas de recém nascidos nas maternidades brasileiras é preciso assegurar que a linha do cuidado tenha um seguimento efetivo e seguro, garantindo que toda a linha assistencial, desde o nascimento, encaminhamento ao berçário, encaminhamento ao quarto, retorno ao berçário e a alta hospitalar esteja sendo monitorada com a finalidade de evitarmos trocas de bebês. Na Maternidade Santa Helena este processo começa na admissão da parturiente, com o vínculo do binômio em sala operatória, até a alta hospitalar. Esse vínculo é feito através de um sistema informatizado, idealizado pela equipe de tecnologia da informação com a participação da equipe assistencial, a partir de uma pulseira com código de barra que é colocada no membro superior direito e no membro inferior esquerdo do recém-nascido e no membro superior direito da mãe com as mesmas informações. A cada transferência feita com o recém-nascido (RN) é realizada uma checagem via coletor de dados que garante a rastreabilidade e a conferência do binômio, além de permitir que os gestores dos processos acompanhem o fluxo em tempo real. Resultado: O presente trabalho trata de uma análise qualiquantitativa do número de pacientes expostos, número de movimentações realizadas e notificação de eventos relacionados ao processo. Foi analisado o processo de rastreabilidade do RN desde o nascimento até a alta hospitalar e, em 2014, observou-se a ocorrência de 2.181 nascidos vivos, com uma movimentação total entre processos de 24.120 vezes, ou seja, em média cada RN foi movimentado 11 vezes durante sua internação; todavia, diante da identificação segura e do uso da tecnologia como aliada da segurança do paciente, não houve nenhuma notificação de evento relacionado a troca de RN neste período. Conclusão: Mediante os resultados obtidos, conclui-se, portanto, que a identificação correta do binômio, o uso de uma ferramenta tecnológica estruturada e uma equipe orientada quanto à importância do processo e suas etapas, permite uma maior segurança no fluxo assistencial do binômio, já que em caso de falhas o coletor de dados emite mensagem de alerta não permitindo a continuidade do processo, assegurando assim uma maior efetividade na linha do cuidado. Palavras -chaves: recém-nascido, binômio, segurança. Bibliografia: 1. http://www.who.int/eportuguese/publications/patient_safety/pt/ 2. Harada, Maria et al. Gestão em Enfermagem: Ferramenta para Prática. Conselho Regional de Enfermagem. 2011. 3. Leão, Eliseth et al. Qualidade em Saúde e Indicadores como Ferramenta de Gestão. 2008.
  17. 17. A IMPORTÂNCIA DA LONGITUDINALIDADE NOS SERVIÇOS DE SAÚDE DE ATENÇÃO PRIMÁRIA Kessler M, Eberhardt TD, Soares RS de A, Lima SBS de, Weiller TH. Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) marciane.kessler@hotmail.com Introdução: Ao longo dos últimos anos ocorreram avanços no processo de estruturação e reorganização da Atenção Primária à Saúde (APS), no entanto, melhorar a qualidade dos serviços prestados neste nível de atenção, ainda é um desafio.1 Assim, estudiosos2,3 citam e conceituam atributos essenciais e derivados que orientam os serviços de APS, sendo considerados importantes indicadores de qualidade da APS. Destaca-se como atributo essencial a longitudinalidade – uma fonte regular de cuidados e/ou continuada de atenção e sua utilização ao longo do tempo, com a presença de relação interpessoal de confiança entre os usuários e profissionais de saúde2, o que justifica a realização deste estudo. Objetivo: buscar evidências científicas que descrevem os benefícios da longitudinalidade no âmbito da Atenção Primária em Saúde. Método: revisão integrativa da literatura, realizada nas bases de dados Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde, National Library of Medicine and National Institutes of Health, Scopus e Web of Science. Utilizou-se como descritor “atencao primaria a saude” (DeCS) e “primary health care” (MeSH), e “longitudinalidade” e “longitudinality” como palavras. Critérios de inclusão: artigos originais com resumos, publicados entre 2001 e 2013, pesquisas realizadas com humanos, publicadas nos idiomas português, inglês ou espanhol; excluindo artigos não disponíveis na íntegra online e gratuitamente; e que não responderam à pergunta de pesquisa. Foram encontradas 108 produções e selecionadas oito. Resultados: A longitudinalidade permite conhecer os usuários, problemas de saúde, e o meio social onde vivem, possibilitando o planejamento dos cuidados e intervenção adequada. Estabelece boa relação entre os usuários e profissionais de saúde, bem como o vínculo, relação interpessoal, e confiança, fortalecendo a segurança e a satisfação do paciente. Com a longitudinalidade, o acompanhamento do usuário não se relaciona só a doença, mas também a ações de promoção em saúde e prevenção de doenças. Esta proporciona maior qualidade dos cuidados, a resolutividade dos problemas de saúde, e maior qualidade de vida do paciente. Ainda, se relacionada ao cuidado nas diferentes fases da vida, e possibilita ao longo do tempo a redução de uso de serviços de alta complexidade, com diminuição de custos na saúde. Conclusão: evidências mostram a importância da longitudinalidade nos serviços da APS, relacionando-a com resultados positivos para a saúde dos indivíduos, da família e da comunidade. Considera-se válido implementar esforços para o alcance e manutenção deste atributo, utilizando a avaliação contínua para a melhoria da qualidade das ações e serviços de saúde. Palavras-chave: Enfermagem; Gestão em Saúde; Atenção Primária à Saúde; Continuidade da Assistência ao Paciente; Qualidade da Assistência à Saúde. Bibliografia: 1.Cunha EM, Giovanella L. Longitudinalidade/continuidade do cuidado: identificando dimensões e variáveis para a avaliação da Atenção Primária no contexto do sistema público de saúde brasileiro. Ciênc saúde colet. 2011; 16(Supl. 1):1029-42. 2.Starfield, B. Atenção primária: equilbrio entre necessidades de saúde, serviços e tecnologia. Brasília:UNESCO, Ministério da Saúde; 2002. 726p. 3.Shi L, Starfield B, Xu J. Validating the Adult Primary Care Assessment Tool. The Journal of Family Practice. 2001; 50(2): 161- 175.
  18. 18. A IMPORTÂNCIA DA SISTEMATIZAÇÃO DE ENFERMAGEM NO HIPERDIA   Descritores: Processos de enfermagem; Hipertensão; Diabetes Mellitus; Grupo HIPERDIA;   Educação em saúde Carvalho JV, Almeida AC, Kato SAM, Centro de Estudo e Pesquisas Dr. João Amorim- CEJAM jecele.vilela@cejam.org.br   Introdução: Segundo especialistas, no Brasil as Doenças crônicas Não Transmissíveis (DCNT), Diabetes Mellitus(DM) e a Hipertensão Arterial(HAS) são responsáveis pelo grande número de internações nas instituições hospitalares devido várias complicações, com isso, o Ministério da Saúde elaborou um programa de Cadastramento e Acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos (Hiperdia) e permite o acompanhamento, a garantia do recebimento de medicamentos, ao mesmo tempo em que, em médio prazo, contribui para a definição do perfil epidemiológico desta população com ênfase a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas e a redução do custo social. Na UNICA (UNIDADE CLÍNICA AMBULATORIAL) para o atendimento dos pacientes do programa Hiperdia há uma interação multidisciplinar, onde é fundamental a realização da sistematização da assistência de enfermagem, viabilizando o planejamento de ações direcionadas para os problemas reais e potenciais do indivíduo, família ou comunidade. Justificativa: Devido à unidade ambulatorial fazer parte do programa DM e HAS do Ministério da Saúde, buscou se a necessidade de identificar qual a importância da Sistematização da Assistência de Enfermagem na Unidade Clinica Ambulatório. Objetivo: Identificar a importância da sistematização da assistência de enfermagem no hiperdia. Método: Foi realizado através de levantamentos bibliográficos na base de dados Scielo, Lilacs, onde foram encontrados bibliografias de 2002 a 2010. O interesse sobre o tema surgiu devido ao alto índice de hipertensos e diabéticos que freqüentam a unidade. Resultados: Na prática diária observamos que os profissionais de enfermagem desenvolvem ações fundamentais aos hipertensos e diabéticos cadastrados no Hiperdia. Conclusão: Verificamos que o estudo nos servirá como base para o desenvolvimento de projetos futuros envolvendo a equipe multiprofissional para realizar uma melhor assistência, onde a população será beneficiada, a educação em saúde é um fator fundamental para minimizar os agravos decorrentes de doenças, como é o caso da HAS e DM e nos da enfermagem temos um papel fundamental para que seja alcançado a assistência humanizada. Referências Biográficas 1. Alves, V.S. Um modelo de educação em saúde para o programa de saúde da família: pela integralidade da atenção e reorientação do modelo assistencial. Interface - Comunicação, Saúde, Educação. v.9, n.16, p.39-52, 2004.   2. Brasil, Ministério da Saúde. Hiperdia Sistema de Cadastramentos e acompanhamento de Hipertensos e Diabéticos. Manual de Operação – Rio de Janeiro, 2002. Disponível em: http://www.saude.sp.gov.br. Acesso em 16 de agosto de 2011.   3. Brasil, Ministério da Saúde. SISHIPERDIA – Sistema de gestão clinica de Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus da Atenção Básica. Departamento de informática do SUS - Brasilia 2008. Disponível em: http://hiperdia.datasus.gov.br/. Acesso em 20 de setembro de 2011.   4. Faeda, A.; Poce de Leon, C.G.R.M. Assistência de enfermagem a um paciente portador de Diabetes Mellitus. Revista Brasileira de Enfermagem. v.59, n.6, p.818-21, 2006.  
  19. 19. A QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM Á SAÚDE DA MULHER NO CICLO GRAVÍDICO – PUERPERAL: DA SURPRESA AO ENCANTAMENTO DA CLIENTE.   VIRGILIO1, Ligia Antunes Cabral; MOURA2, Maria Aparecida Vasconcelos. 1 Mestre em Enfermagem pela Escola de Enfermagem Anna Nery/UFRJ – Membro do Núcleo de Pesquisa da Saúde da Mulher (NUPESM) EEAN/UFRJ. Email: ligiavirgilio@gmail.com 2 Doutora em Enfermagem, Docente da Escola de Enfermagem Anna Nery/UFRJ – Pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Saúde da Mulher (NUPESM) .   Na vertente da assistência humanizada e de qualidade à saúde da mulher ela é a usuária e consumidora do serviço de saúde e passa de objeto para sujeito e se transforma no principal foco da assistência. Neste cenário, o discurso, focado na análise da assistência sob o ângulo da visão da cliente se justifica, ao ampliar, numa dimensão subjetiva, o conhecimento da perspectiva da mulher e desenha caminhos e alternativas capazes de assegurar a assistência oferecida. Os objetivos foram descrever as expectativas e necessidades expressadas pelas puérperas em relação à qualidade da assistência de enfermagem prestada e analisar as possibilidades e limites dessa assistência, tendo em vista a satisfação da clientela. Pautado no referencial teórico da qualidade Karl Albrecht, optou-se pela pesquisa exploratória-descritiva, de natureza qualitativa. Os atores foram puérperas internadas no alojamento conjunto de uma maternidade da cidade do Rio de Janeiro. Os dados foram coletados através da entrevista semi-estruturada. A análise dos depoimentos com base em Bardin (1988). Ao considerar a abordagem da qualidade assistencial, o processo deste estudo permitiu o entendimento da mulher sobre o ser assistido e as relações que se estabelecem nesta assistência; as depoentes relacionaram a qualidade da assistência a satisfação de suas necessidades através das questões em que o relacionamento interpessoal se efetive através de um atendimento humanizado O estudo indicou a satisfação das necessidades relacionada ao próprio processo de ser mãe e o entendimento da singularidade do momento em que ela vivenciou. REFERÊNCIAS ALBRECHT, K. A única coisa que importa: trazendo o poder do cliente para dentro de sua empresa. Karl Albrecht: tradução Nivaldo Montingelli Jr. São Paulo: Pioneira, 1997. ALBRECHT, K. Revolução dos serviços. – São Paulo: Pioneira, 1998. ALMEIDA, S.O. Avaliação pós-consumo: proposição de uma escala para mensuração do encantamento do cliente. Dissertação de Mestrado. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2003. BORK, A. .M. T. A Enfermagem de Excelência: da visão à ação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 201p. GUALDA, D. M. R. Eu conheço minha natureza: a expressão cultural do parto. Curitiba: Ed. Maio, 2002.
  20. 20. A QUALIDADE DE VIDA DOS PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM NO TRABALHO NOTURNO E NA DUPLA JORNADA DE TRABALHO NO AMBIENTE HOSPITALAR: UMA REVISÃO INTEGRATIVA   GÓIS RMO1, ÁVILA PHM2, LIMA PVS3, SILVEIRA, MA4. 1Enfermeira. Mestre em Enfermagem pela Universidade Estadual de Feira de Santana. Docente do curso de Enfermagem da Universidade Tiradentes. Aracaju-SE. E-mail: rebecca.gois@hotmail.com 2 Graduando de Enfermagem da Universidade Tiradentes. Aracaju-SE. 3 Graduanda de Enfermagem da Universidade Tiradentes. Aracaju-SE. 4 Graduanda de Enfermagem da Universidade Tiradentes. Aracaju-SE.   Introdução: O trabalho de enfermagem requer uma assistência continuada, ou seja, ininterrupta, sendo necessário muitas vezes o trabalho noturno e até mesmo a dupla jornada de trabalho, o qual pode acarretar problemas na qualidade de vida do profissional de saúde. Justificativa: O trabalho justifica-se pela necessidade de repensar a qualidade de vida dos profissionais da enfermagem a fim de proporcionar uma melhor assistência prestada. Objetivo: Diante disso, foi realizado um estudo bibliográfico como o objetivo de identificar produções científicas sobre a qualidade de vida do trabalhador de enfermagem no trabalho noturno e na dupla jornada de trabalho no ambiente hospitalar. Método: O estudo trata-se de uma revisão integrativa no período de 2005 a 2014, no qual foram coletadas 20 publicações, as quais 10 foram utilizadas por haver similaridade com o conteúdo proposto, onde foram divididas em duas categorias: Percepções sobre a influência do trabalho noturno na qualidade de vida do profissional de enfermagem, com seis artigos (60%) e Qualidade de vida e a interface na repercussão da saúde dos profissionais de enfermagem, com quatro artigos (40%). Resultados: Desta forma, a qualidade de vida no trabalho define-se como um conjunto de fatores inclusos numa organização, a fim de proporcionar o desenvolvimento integral de suas habilidades físicas, intelectuais, associado ao seu bem-estar biopsicossocial e material, portanto pode ser utilizada como ferramenta das organizações, com o intuito de qualificar as condições dos profissionais. A partir disso as publicações afirmaram que a qualidade de vida do profissional de enfermagem, vem sendo afetada pela dupla jornada de trabalho e pelo trabalho noturno, o que acarreta complicações na saúde desses profissionais, tais como: estresse; síndrome de Burnout; complicações do sono; ganho de peso ponderal; ócio das relações familiares e sociais. Conclusões: Dessa forma, podemos concluir que há uma necessidade de alterações na estrutura das instituições, a fim de adequar um ambiente favorável para o descanso desses profissionais, além de proporcionar uma normatização que possibilite a diminuição da carga horária dos funcionários, com o propósito de evitar-se a exaustão desse profissional. Palavras Chaves: Qualidade de vida; Trabalho noturno; Dupla jornada de trabalho. Bibliografia: BARBOZA, Juliana Inhauser Riceti Acioli; MORAES, Edvaldo Leal de; PEREIRA, Eloísa Aparecida; REIMÃO , Rubens Nelson Amaral de Assis. Avaliação do padrão de sono dos profissionais de Enfermagem dos plantões noturnos em Unidades de Terapia Intensiva. Einstein. 2008; 6(3):296-301. LISBOA, Marcia Tereza Luz; OLIVEIRA, Marcia Moreira de; REIS, Lidiane Dias. O trabalho noturno e a prática de enfermagem: uma percepção dos estudantes de enfermagem. Esc Anna Nery R Enferm 2006 dez; 10 (3): 393 - 8. MENEGHINI, Fernanda; PAZ, Adriana Aparecida; LAUTERT, Liana. Fatores ocupacionais associados aos componentes da Síndrome de Burnout em trabalhadores de enfermagem. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2011 Abr-Jun; 20(2): 225-33. NEVES, Maria José Alves de Oliveira; BRANQUINHO, Nayla Cecília Silvestre da Silva; PARANAGUÁ, ThatiannyTanferri de Brito; BARBOSA, Maria Alves; SIQUEIRA, Karina Machado. Influência do trabalho noturno na qualidade de vida do enfermeiro. Rev. enferm. UERJ, Rio de Janeiro, 2010 jan/mar; 18(1):42-47. OLER, Fabiana G.; JESUS, Alari F. de; BARBOZA, Denise B.; DOMINGOS, Neide Ap. M.. Qualidade de vida da equipe de enfermagem do centro cirúrgico. ArqCiênc Saúde 2005 abr-jun;12(2):102-10. ROCHA, Maria Cecília Pires da; MARTINO, Milva Maria Figueiredo de. O estresse e a qualidade de sono do enfermeiro nos diferentes turnos hospitalares. RevEscEnferm USP 2010; 44(2):280-6. SILVA, Rosângela Marion da; BECK, Carmem Lúcia Colomé; GUIDO, Laura de Azevedo; LOPES, Luis Felipe Dias; SANTOS, José Luís Guedes dos. Análise quantitativa da satisfação profissional dos enfermeiros que atuam no período noturno. Texto Contexto Enferm, Florianópolis, 2009 Abr-Jun; 18(2): 298-305. SILVA, Rosângela Maria da; BECK, Carmem Lúcia Colomé; MAGNAGO, Tânia Solange Bosi de Souza; CARMAGNANI, Maria Isabel Sampaio; TAVARES, Juliana Petri; PRESTES, Francine Cassol. Trabalho noturno e repercussão na saúde dos enfermeiros. Esc Anna Nery (impr.)2011 abr-jun; 15 (2):270-276. SOUZA, Sônia Beatriz Coccaro de; TAVARES, Juliana Petri; MACEDO, Andréia Barcellos Teixeira; MOREIRA, Priscilla Wolff; LAUTERT, Liana. Influência do turno de trabalho e cronotipo na qualidade de vida dos trabalhadores de enfermagem. Rev Gaúcha Enferm. 2012;33(4):79-85. SPILLER, Andréia Pereira Martins; DYNIEWICZ, Ana Maria; SLOMP, Maria Glauce F. S. . Qualidade de vida de profissionais de saúde em Hospital Universitário. CogitareEnferm 2008 Jan/Mar; 13(1):88-95.
  21. 21. A SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA PRÁTICA DO ENFERMEIRO   Silva MSF, Vannuchi MTO, Gvozd R, Haddad MCLF, Rossaneis MA Universidade Estadual de Londrina-PR marlivannuchi@gmail.com   Introdução: A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é um instrumento metodológico para orientação da assistência prestada por esta profissão. Proporciona suporte teórico e agrega valor científico à organização das ações de prestação de cuidado, além de servir como documento legal da prática profissional de enfermagem. É uma metodologia da prática do enfermeiro e deve ocorrer em todos os ambientes onde se desenvolve o cuidado profissional de Enfermagem1,2. Justificativa: Considerando que a SAE é um instrumento gerencial da enfermagem, e que em muitas instituições esta não é devidamente valorizada, considerou-se pertinente realizar uma reflexão dos aspectos que permeiam a abordagem desta ferramenta. Objetivo: Refletir sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) na prática do enfermeiro e sua utilização enquanto instrumento de gestão do cuidado. Metodologia: Trata-se de uma reflexão teórica, com apoio na literatura sobre a temática. Resultados: A SAE, quando utilizada adequadamente, permite uma forte articulação da gerência com o cuidado dos usuários, vindo ao encontro do conceito de gestão do cuidado. No entanto, o que se percebe na prática de alguns enfermeiros é que este instrumento é subestimado em detrimento de tantas outras funções e atividades desenvolvidas no cotidiano desses profissionais. Há três décadas a SAE vem sendo utilizada e os enfermeiros foram criando e recriando formas de adequá-la às suas realidades de trabalho, partindo de elaborações manuscritas muito simples até a informatização. Considerando as dificuldades ainda observadas a respeito da utilização da SAE enquanto instrumento de gestão do cuidado, questiona-se: Quais os motivos que levam o enfermeiro a não utilizar a SAE para o planejamento, organização e avaliação da assistência de enfermagem? Será que estão sendo impostas ao enfermeiro outras atividades que demandam o tempo que deveria ser dispendido à SAE para a gestão do cuidado? Será que a prescrição médica, em detrimento da SAE, continua nucleando o processo de trabalho da equipe de enfermagem a ponto de direcionar o trabalho do enfermeiro e da equipe técnica? Ressalta-se que a SAE auxilia na gestão da instituição, como por exemplo, no dimensionamento de recursos materiais. Ainda por meio da SAE avalia-se o grau de dependência dos clientes determinando a complexidade assistencial, que são fatores que contribuem para o dimensionamento de recursos humanos. Conclusão: Apesar da SAE possibilitar a avaliação diária dos pacientes resultando em melhor qualidade da assistência de enfermagem, há ainda a necessidade de que este instrumento seja priorizado e valorizado pelos enfermeiros, suas equipes e gestores das instituições. O tempo de três décadas desde que a SAE foi regulamentada como instrumento privativo do enfermeiro ainda não foi suficiente para que este profissional a incorpore como instrumento de gestão do cuidado. Recomenda-se que os cursos de graduação, mais do que apresentar ao aluno os fundamentos científicos e a aplicação da SAE na prática da enfermagem, ressaltem a utilização deste instrumento como ferramenta potente para ser utilizada na organização, planejamento e avaliação do cotidiano do processo de trabalho de enfermeiros e suas equipes. Palavras-chave: Enfermagem. Gerência. Processos de Enfermagem. Bibliografia: 1. Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). Resolução COFEN nº 358 de 15 de outubro de 2009. Dispõe sobre a sistematização da assistência de enfermagem (SAE) nas Instituições de saúde brasileiras. Rio de Janeiro: Conselho Federal de Enfermagem; 2009.   2. Torres E, Christovam BP, Fuly PCS, Silvino ZR, Andrade M. Sistematização da assistência de enfermagem como ferramente da gerência do cuidado: estudo de caso. Esc Anna Nery. 2011;15(4):730-6.
  22. 22. ABSENTEÍSMO ENTRE PROFISSIONAIS DE SAÚDE DA ATENÇÃO BÁSICA RELACIONADA A TRANSTORNOS MENTAIS   Cavazotto AM, Tonini NS, Nicola AL, Oliveira JLC, Maraschin MS. Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE Contato: nelsitonini@hotmail.com RESUMO: Introdução: Os profissionais de saúde têm sido objeto de estudos em virtude das peculiaridades dos seus serviços que muitas vezes são associados à gênese do sofrimento e adoecimento provocado pelo trabalho. Nesse sentido, destacam-se fatores que interferem diretamente na saúde desses profissionais, dentre eles questões intrínsecas do indivíduo como o consumismo, individualismo, a competitividade e agressividade, impostos pelo ritmo de trabalho(1). Igualmente, cabe destacar os fatores relacionados às especificidades do trabalho em saúde, como exemplo, o turno noturno, o fato de lidar diretamente com o sofrimento alheio, a baixa remuneração, o ambiente insalubre e a fragilidade dos vínculos(2). Justificativa: Face aos inúmeros afastamentos de profissionais da saúde nos serviços, sem muitas vezes uma causa específica que justificasse tal afastamento, estudos que se debrucem sobre a temática podem ser importantes tanto às práticas de gestão de recursos humanos quanto às voltadas à saúde dos trabalhadores. Objetivo: Investigar as causas do absenteísmo relacionado a transtornos mentais na atenção básica de saúde. Método: Pesquisa documental que foi realizada no departamento de recursos humanos da Secretaria Municipal de Saúde do Município de Cascavel, Paraná. Foram analisados a totalidade dos atestados da equipe da saúde no período de janeiro de 2012 até junho de 2014. O projeto foi aprovado por Comitê de Ética em Pesquisa sob o protocolo 723.988/14. Resultados: Dos 4.785 atestados no período, 737 (15,4%) correspondem a transtornos mentais; o gênero Feminino representou 91% dos trabalhadores; a categoria que mais adoeceu mentalmente foi a enfermagem (32,7%); seguida pelos trabalhadores do serviço de apoio com 14,9% dos afastamentos, agentes comunitários de saúde (12,2%) dos atestados, e médicos (6,8%). Quanto às patologias, o transtorno de humor afetivo 2 representou 66,12%; transtornos neuróticos relacionados ao estresse e transtornos somatoformes representaram 23,86%, em um total de 21.281 dias de afastamentos. Conclusão: Conclui-se que os afastamentos por transtornos mentais devem ser mais problematizados às ações da liderança, com foco especial à equipe de enfermagem que representa o maior contingente do capital humano, e é a categoria que mais adoece. Os dados encontrados poderão subsidiar o aprofundamento teórico e grupos de reflexão para o acompanhamento de ações programáticas visando à melhoria das condições de trabalho dos colaboradores do campo investigado instituição. Como problema de gestão, no que tange ao absenteísmo, é importante planejar, monitorar, avaliar e controlar a assiduidade de seus colaboradores. Ademais, cabe aludir que investir na qualidade de vida do profissional, possivelmente pode haver diminuição nos índices de absenteísmo, bem como trazer motivação, proporcionando um ambiente de trabalho humanizado, com riscos relacionados às atividades laborais reduzidos e jornadas de trabalho menos penosas. Palavras-chave: Absenteísmo; trabalhador; enfermagem. Bibliografia: 1NASCIMENTO, G. M. do. Estudo do absenteísmo dos trabalhadores de enfermagem em uma unidade básica e distrital de saúde do Município de Ribeirão Preto – SP. Dissertação Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP), 2003 2FRANÇA, A.C.L., RODRIGUES, A.L. Stress e trabalho: guia básico com abordagem psicossomática. São Paulo: Atlas; 2006.
  23. 23. ACIDENTE DE TRABALHO COM MATERIAL BIOLOGICO E AS INTERVENÇÕES EDUCATIVAS DE ENFERMAGEM EM UM HOSPITAL ESTADUAL   Pereira MV, Santos EF. Instituição: Hospital Estadual de Bauru e-mail: prof.mariavaleria@gmail.com   Introdução: Acidentes de trabalho são definidos como aqueles que ocorrem a serviço da empresa, ou pelo exercício do trabalho, provocando lesão corporal ou perturbação funcional de caráter temporário ou permanente. Configuram um problema de saúde pública, atingindo milhares de trabalhadores, e profissionais da saúde devido a exposição aos procedimentos. O ambiente de trabalho na área de saúde oferece múltiplos e variados riscos aos profissionais causados por agentes químicos, físicos, biológicos, psicossociais e ergonômicos. Os riscos biológicos representam os principais geradores de periculosidade e insalubridade .No contexto da segurança no trabalho, em 1978/ portaria nº 3214/08 aprovou as Normas Regulamentadoras (NR) relacionadas à segurança e a medicina do trabalho. As NRs propõe potencializar o ambiente de trabalho para a redução e eliminação dos riscos. A NR 32 em 2005, norteou as ações estabelecendo medidas para proteger a segurança e saúde dos trabalhadores em qualquer serviço de saúde, objetivando prevenir acidentes e adoecimento causado pelo trabalho, eliminando ou controlando as condições de risco presentes nos Serviços de Saúde. Método: Pesquisa descritiva, quantitativa, relatando a experiência das ações intervencionistas através das Notificações de Acidentes de Trabalho, registrados em sofware planilha Excel considerando a, local da ocorrência, período de trabalho, horário, experiência profissional e procedimento realizado. Justificativa Levantar as ocorrências de acidentes de trabalho (AT) no ano de 2012 com exposição a material biológico entre os Técnicos de Enfermagem, estabelecendo ações educativas voltadas para a diminuição dos eventos. Objetivo: Estabelecer ações educativas utilizando instrumento de gestão para diminuição dos acidentes de trabalho. Resultados: Os dados de identificação dos acidentados com material biológico nas Unidades Assistenciais são relevantes quanto ao horário da ocorrência 51% (02 horas) antecedendo a passagem de plantão; procedimentos realizados 47% (material perfuro cortante; administração de medicamentos – SC, IM e EV, glicemia capilar, lavagem de material; aspiração de paciente com EOT). Conclusão: Consideramos que as barreiras prevencionistas e intervencionistas são necessárias e importantes para que os profissionais adotem postura adequada na prevenção dos acidentes, sendo o papel dos gestores relevante afim de utilizar os instrumentos de monitoramento e desenvolvimento, buscando a causa do problema e estabelecer ações voltadas para uma educação permanente com a equipe gerando comprometimento das ações afim de direcionar para uma melhor análise do processo e melhoria na qualidade da assistência sem riscos. Bibliografia Brasil. Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991. Dispõe sobre os planos de benefícios da previdência social e dá outras providencias. Diário Oficial da República Federativa do Brasil [Internet]. Brasília (DF),1991 jul 25 [citado 2014 mai 14]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8213cons.htm Marziale MHP. Subnotificação de acidentes com perfurocortante na enfermagem. Brasília- DF. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 56 n. 2, p.121-122; 2003. Sarquis LMM, Cruz EBS, Hausmann M, Felli VEA, Peduzzi, M. Uma Reflexão sobre a Saúde do Trabalhador de Enfermagem e os Avanços da Legislação Trabalhista. 2004. OPS-OMS. ahead of print Epub 17 out 2010.
  24. 24. ACIDENTES DE TRABALHO COM PROFISSIONAIS DE SAÚDE NO BRASIL ENTRE 2008 E 2011   Matos, SSMS Universidade Tiradentes samara.fm.enf@hotmail.com   Introdução: Acidente de trabalho (AT) é o que ocorre pelo exercício do trabalho provocando lesão corporal ou perturbação funcional, de caráter temporário ou permanente. No Brasil, em 2011, foram registrados, aproximadamente 700.000 acidentes, sendo 200.000 entre profissionais de saúde. Justificativa: Identificar as causas e tipos dos acidentes de trabalho que acometem principalmente os profissionais de saúde. Objetivo: Verificar os acidentes de trabalho com profissionais de saúde no Brasil no período de 2008 a 2011. Método: Foi realizado levantamento de dados na Base de dados Históricos de Acidentes de Trabalho do Ministério da Previdência Social, entre 2008 e 2011, de acordo com o CNAE 86 (referentes a profissionais de saúde), motivo/situação do acidente, que ocorreram no Brasil. Os dados foram armazenados e analisados no software estatístico Excel versão 2011. Resultado: No Brasil, no período de 2008 a 2011 houve um total de 2.909.983 Acidentes de trabalho (AT), onde 1.706.885 (58,7%) foram acidentes típicos, 374.473 (12,9%) ocorreram no trajeto ao local de trabalho e 72.186 (2,5%) ocasionaram Doenças do trabalho (DT). Do total de AT, 756.439 (25,9%) não foram registrados no CAT. Entre estes, 221.995 (7,6%) foram acidentes com profissionais de saúde no Brasil. Desses, 163.272 (73,5%) foram acidentes típicos, 33.819 (15,2%) ocorreram no trajeto e 2.607 (1,2%) ocasionaram DT, esses registrados pelo CAT e, o restante, 22.297 (10,1%) sem registro no CAT. Conclusão: Verificou-se que no Brasil, houve uma diminuição dos registros de AT 2008 a 2009 e um aumento entre 2010 e 2011. Os casos aumentaram em todo o período, entre os profissionais de saúde. Este aumento demonstram lacunas no processo de prevenção e promoção destes AT, havendo a necessidade de aplicação de ações de prevenção e promoção, alem da implantação e fiscalização da legislação de saúde e segurança no trabalho, a fim diminuir e/ou eliminar novos casos de AT entre os profissionais de saúde, nos próximos anos. Palavras -chaves: Acidentes de trabalho (AT), Comunicação de Acidente do Trabalho (CA), profissionais de saúde. Bibliografia: BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho. Brasília, MTE : MPS, 2012.928 p. _______Ministério do Trabalho e Emprego. Portaria no 485, de 11 de Novembro de 2005. NR 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 16 nov. 2005. CUNHA, A. C. Aplicabilidade de Norma Regulamentadora 32: visão dos trabalhadores de enfermagem de um hospital público do RJ. [Dissertação] –Programação de Pós -graduação em enfermagem, Rio de Janeiro: UERJ, 2010. · Discente de enfermagem do 8º período Universidade Tiradentes e discente de Física Médica do 7º período Universidade Federal de Sergipe. Email: samara.fm.enf@hotmail.com  
  25. 25. AÇÕES EDUCATIVAS VIVENCIADAS POR ACOMPANHANTES EM CLÍNICA NEURO-ORTOPÉDICA, EM UM HOSPITAL PÚBLICO NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ   Bugs TV, Bugs BM, Rodrigues RM, Viera CS, Conterno S de FR. Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE Contato: theesbugs@hotmail.com   A introdução dos familiares e acompanhantes nos serviços de saúde exige que a equipe de enfermagem os inclua no projeto assistencial, por meio de ações assistenciais e atividades educativas. Ampliando-se a atenção para além do usuário, considerando a importância da família no processo assistencial. Justificativa: A importância do estudo se revela na necessidade de alcançar uma atenção humanizada e de acordo com o princípio de assistência integral, previsto no Art. 198 da Constituição Federal (BRASIL, 1988) ao deslocar o aspecto puramente biológico da atenção à saúde. Objetivo: Investigar as ações educativas dirigidas aos acompanhantes de indivíduos hospitalizados em uma instituição hospitalar pública na região Oeste do Paraná. Método: Estudo exploratório e descritivo tendo como sujeitos, 72 acompanhantes de indivíduos hospitalizados em uma unidade neuro-ortopédica de um hospital público do Oeste do Paraná. Coletaram-se os dados de abril a julho de 2011, através de entrevista semiestruturada; foram distribuídos em frequências simples e analisados a luz da literatura pertinente. Resultados: Dentre os entrevistados, 57 (79,2%)afirmaram ter recebido informações sobre a pessoa que acompanhavam. Quando questionados sobre quais profissionais realizavam as orientações, os acompanhantes citaram os médicos em 38 ocasiões (40,4%), participantes referiram o enfermeiro e a equipe de enfermagem em 37 ocasiões (39,4%). Segundo 33 (57,9%) participantes, o conteúdo das informações oferecidas era relativo a patologia, para 19 (33%) referia-se ao tratamento, ou para 5 (8,8%) prescreviam condutas aos acompanhantes. Trinta e quatro (47,2%) participantes disseram que receberam orientações individuais. O restante (38 -52,8%)afirmou não ter participado de atividades educativas; nenhuma atividade de orientação em grupo foi citada. Vinte e quatro (33%) pesquisados disseram que compreenderam as informações que receberam, oito (11,1%) entrevistados compreenderam as orientações recebidas, pois já eram profissionais da área, quatro (5,5%) afirmaram possuir dúvidas, três (4,2%) não entenderam as informações, um acompanhante afirmou ter entendido devido ao seu interesse e 1 (1,4%) disponibilidade em compreender, um revelou que compreendeu devido à sua fé, e outro (1,4%) afirmou que a linguagem empregada não era adequada ao seu nível de entendimento. Trinta e dois acompanhantes gostariam de mais informações sobre o diagnóstico e o tratamento (44,4%), 20 gostariam de informações sobre a recuperação do paciente (27,8%), 14(19,4%) acompanhantes disseram não necessitar de mais informações, quatro (5,5%) indivíduos sentiram necessidades de orientações para a alta hospitalar, uma pessoa (1,4%) citou necessidade de informações sobre a rotina da unidade de internação.Conclusão: De maneira geral, acontecem atividades de orientação aos acompanhantes. No entanto, estas atividades deveriam empregar uma linguagem mais adequada à compreensão dos sujeitos; solucionar todas as dúvidas e instruir o acompanhante para o cuidado após a alta hospitalar. As ações educativas necessitam de planejamento prévio de acordo as necessidades dos usuários do serviço e devem compor o plano assistencial da enfermagem. Palavras-chave: Enfermagem, educação em saúde, acompanhantes. Bibliografia BRASIL. Presidência da República. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília – DF, 1988. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_ 03/constituicao/constituicao. htm>. Acesso em: 29 abr. 2015.
  26. 26. ACREDITAÇÃO EM HOSPITAL PÚBLICO: PERCEPÇÃO DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL   Camillo NRS, Oliveira JLC, Haddad MCL, Cervilheri AH, Matsuda LM. Universidade Estadual de Maringá, Maringá, Pr. Contato: nadiasuzinicamillo@hotmail.com   RESUMO: Introdução: A Acreditação consiste num método sistemático, periódico e reservado de apreciar uma instituição de saúde, à luz de padrões de qualidade previamente definidos(1). De acordo com a literatura, a Acreditação hospitalar, apesar de pouco expressiva no Brasil, certifica a qualidade de serviços de saúde, com foco na segurança do paciente e no uso racional de instrumentos que fundamentam o processo de melhoria contínua(2,3). Justificativa: A investigação e divulgação de resultados de estudos que abordam a Acreditação hospitalar pode contribuir para que mais instituições de saúde adotem esse processo de avaliação. Objetivo: Apreender a percepção de profissionais de saúde de um hospital público, acerca da Acreditação. Método: Estudo qualitativo, tipo estudo de caso, realizado em maio de 2014, em um hospital público do Paraná, que no momento da pesquisa possuía certificação de hospital Acreditado com Excelência. A população do estudo foi constituída por todos os profissionais do campo de pesquisa, desde que atuassem no hospital, quando a última auditoria de avaliação externa para certificação, fora realizada. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevista individual, semiestruturada, gravada e norteada pela questão: Como você percebe o sistema de Acreditação implantado neste hospital público? O conteúdo coletado foi transcrito na íntegra e submetido à Análise de Conteúdo, na modalidade temática. Todos os preceitos éticos cabíveis foram integralmente respeitados. Resultados: Foram entrevistados 28 profissionais de diferentes níveis hierárquicos e serviços, com destaque à participação de trabalhadores da equipe de enfermagem. Da análise das entrevistas, emergiram três categorias: (1) Vantagens proporcionadas pela Acreditação – nesta categoria se constatou que à Acreditação melhora à estrutura física da instituição, à liderança, à sistematização da assistência/cuidado, à segurança do paciente, à organização do trabalho e à gestão de recursos financeiros; (2) Hospital público acreditado assemelha-se ao serviço privado - nesta categoria, as falas dos participantes denotaram que o serviço hospitalar público acreditado se assemelha ao serviço privado, que é mais aderente aos princípios da Gestão da Qualidade e promove à qualificação e à humanização da assistência prestada ao usuário; (3) Orgulho/satisfação por atuar em um hospital público acreditado – nesta categoria, os profissionais referiram orgulhoso e satisfação em fazer parte da equipe da instituição pública Acreditada. Conclusão: Os participantes deste estudo, percebem a Acreditação como processo que promove melhorias globais na instituição como: liderança, sistematização da assistência/cuidado, segurança do paciente, organização do trabalho, gestão de recursos financeiros, satisfação profissional, dentre outras. Bibliografia 1. Schiesari LMC. Avaliação externa de organizações hospitalares no Brasil: podemos fazer diferente? Revista Ciência & Saúde Coletiva [internet]. 2014 [acesso em março, 2015]; 19(10):4229-234. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php? script=sci_pdf&pid=S141381232014001004229&lng=en&nrm=iso&tlng=pt 2. ONA. Manual das organizações prestadoras de serviços de saúde. Brasília (DF), 2014. 3. Manzo BF, Brito MJM, Corrêa AR. Implicações do processo de Acreditação Hospitalar no cotidiano de profissionais de saúde. Rev. Esc. Enferm. USP [internet]. 2012 [acesso em março, 2015];46(2):388-94. Disponível em: http://www.scie
  27. 27. ACREDITAÇÃO INTERNACIONAL: PERCEPÇÃO DE PROFISSIONAIS DE HOSPITAL BRASILEIRO CERTIFICADO   Ferreira AMD, Oliveira JLC, Souza VS, Inoue KC, Matsuda LM. Universidade Estadual de Maringá – UEM Contato: andressam_dias@yahoo.com.br   Introdução: Hodiernamente, a avaliação externa da qualidade da hospitalar tem potencial para coadunar com os propósitos organizacionais e também, promover o atendimento reduzido de riscos(1). Neste sentido, a Acreditação possui representatividade internacional como processo de avaliação voluntário, sistemático e reservado; podendo diferir quanto à sua forma, a exemplo da acreditação canadense. Justificativa: Considerando que no Brasil as iniciativas de certificação internacional são reduzidas, alude-se que estudos debruçados sobre este tema podem contribuir à disseminação e adesão das instituições de saúde a este sistema de gestão da qualidade, o qual e tem abrangência internacional. Objetivo: Analisar a percepção de profissionais sobre as implicações da Acreditação Internacional em um hospital brasileiro. Método: Pesquisa do tipo Estudo de Caso, descritivo-exploratória, de abordagem qualitativa, realizada em maio de 2014, em um hospital privado, com ênfase para o atendimento de alta complexidade, localizado no Sul do Brasil, certificado pela Acreditação Internacional, modelo Accreditation Canada Internacional, desde 2010. A população de estudo foi constituída por todos os profissionais atuantes no hospital descrito acima. A amostra, do tipo não probabilística por conveniência, respeitou os seguintes critérios de inclusão/exclusão: profissional estivesse atuando no serviço, pelo menos no período da última auditoria para certificação. Sob o aceite formal dos participantes e sua caracterização sociodemográfica e profissional os mesmos foram conduzidos à entrevista semiestruturada, gravada e norteada pela questão: “Conte-me sobre as implicações da Acreditação Internacional neste hospital”. As entrevistas foram transcritas na íntegra e submetidas à Análise de Conteúdo, modalidade temática. Todas as exigências éticas cabíveis foram respeitadas integralmente. Resultados: Foram entrevistados 23 profissionais, com destaque (10) aos pertencentes à equipe de enfermagem. Na análise semântica do conteúdo das entrevistas, emergiram as seguintes categorias temáticas: (1) “A Acreditação gera satisfação ao profissional e reconhecimento pela sua atuação”, que retratou a satisfação dos trabalhadores em atuar numa instituição certificada e também, reconhecimento por seus pares e clientes; (2) “Incentivo à capacitação do profissional e à prática da educação permanente”. Esta se pautou no desenvolvimento de competências e atualização contínua de conhecimentos e; (3) “Melhoria do processo de trabalho atribuídas à Acreditação Internacional”, que destacou à padronização de procedimentos e à promoção da cultura de segurança . CONCLUSÃO: Concluiu-se que, a Acreditação internacional tem potencial para promover níveis elevados de qualidade na assistência e na gestão de recursos. Palavras-Chave: Acreditação hospitalar; Gestão da qualidade; Organização internacional. Enfermagem. BIBLIOGRAFIA 1. ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO. Manual das organizações prestadoras de serviços de saúde. Brasília, DF, 2014. lo.br/pdf/reeusp/v46n2/a17v46n2.pdf
  28. 28.   ADESÃO AO CONTROLE DE TEMPERATURA NO REFRIGERADOR PARA ARMAZENAMENTO DE MEDICAMENTOS NO AMBIENTE HOSPITALAR   Marques LGS, Oliveira JLC, Nicola AL. Universidade Estadual do Oeste do Paraná – UNIOESTE Contato: luisguilhermesm@hotmail.com   RESUMO: Introdução: Na terapêutica medicamentosa, tem-se dado destaque às condições de armazenamento do produto, que, por sua vez, interferem na integridade físico-química do fármaco, sendo essenciais para que o efeito terapêutico desejado seja alcançado. O armazenamento dos produtos farmacêuticos é primordial na manutenção da estabilidade do produto, já que, quando há instabilização do fármaco, pode haver a redução ou ausência do efeito terapêutico, e ainda a reações adversas provocadas por produtos de degradação. O armazenamento, que influi na validade dos medicamentos, é determinado por condições ideais de conservação, consideradas, a saber: temperatura, umidade, luz, dentre outras (BRASIL, 2013). Justificativa: Investigar a adesão ao controle da leitura da temperatura da geladeira para armazenamento de medicamentos é de suma importância, já que isso pode interferir na qualidade do produto a ser administrado nos clientes e, por consequência, se posta como objeto da segurança do atendimento. Objetivo: Verificar a adesão entre turnos de trabalho hospitalar na leitura diária da temperatura do refrigerador de armazenamento de medicamentos. Metodologia: Pesquisa documental, descritiva, transversal e quantitativa. Foi realizada em uma unidade de internação em clínica médica e cirúrgica para adultos de um hospital de ensino público do interior do Paraná. Os dados de interesse perfizeram àqueles referentes a 352 (100%) dias que estavam disponíveis em fonte documental – tabela de controle de temperatura – entre o período de junho de 2013 a maio de 2014. Os dados foram submetidos à análise estatística descritiva simples. Resultados: No período da manhã, houve registro em 272 (77,3%) dias; e em 80 (22,7%) dias houve falta de registro. Destes, dois dias foi explicitado que não foi possível realizar a leitura devido a um defeito no termômetro. Já no período da tarde, em 69 dias (19,6%) foi realizado o registro da temperatura e houve falta de registro em 283 dias (80,4%), sendo um dia registrado como limpeza da geladeira. Em relação ao período noturno, 34 dias (9,7%) cumpriram o registro da temperatura, ao passo que houve falta de registro em 318 dias (90,3%), com um dia registrado como falta de energia e dois dias registrados como limpeza. Pode-se observar também que não houve registro em nenhum dia dos meses de março e novembro de 2013. Do total de dias analisados (n=352), somente cinco dias (1,4%) executaram registro da temperatura nos três períodos: manhã, tarde e noite. Conclusões: Conclui-se que há necessidade eminente de sensibilização dos profissionais atuantes nos turnos da tarde e noite ao controle da temperatura do refrigerador para armazenamento insumos medicamentosos, pois, a notória falta de adesão da equipe destes períodos pode prejudicar a manutenção dos níveis de qualidade dos produtos viabilizados pela temperatura. Palavras-chave: Controle de medicamentos; Temperatura. Gestão da segurança. Bibliografia BRASIL. Secretaria de Vigilância em Saúde. Manual de rede de frio. Ministério da Saúde. Brasília, 2013.
  29. 29.   AGRAVOS CARDIOVASCULARES: AVALIAÇÃO DE ACESSO A REDE DE ATENÇÃO UTILIZANDO TRAÇADORES1 1 Projeto desenvolvido com recursos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), processo 140116/2014-1.   Autores: Balderrama P, Chaves LDP, Goulart BF, Laus AM, Camelo SHH. Instituição: Universidade de São Paulo - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP/USP). E-mail: priscilabalderrama@gmail.com   Introdução: O Decreto Presidencial nº 7508/11 define as redes de atenção em uma perspectiva geográfica de localização, delimitada segundo características culturais, econômicas e sociais, objetivando integrar organização, planejamento e execução de ações e serviços de saúde (¹). Sua efetivação requer articulações em diferentes níveis de complexidade, no âmbito local e regional, estabelecendo referências e mecanismos de acesso regulado, para garantir atenção integral ao paciente (²). Na avaliação da qualidade e acesso a um serviço ou rede de atenção os traçadores constituem-se em um referencial preconizado por Kessner e estão embasados na idéia de que a partir da avaliação da assistência prestada a um conjunto de determinados agravos, pode-se inferir a qualidade da atenção à saúde em geral, incluindo o acesso à atenção secundária e terciária (3). O enfermeiro, por ser um profissional apto à realização de ações gerenciais e no campo da gestão, possui as competências necessárias a proposta de avaliação em saúde. Justificativa: A possibilidade de avançar na avaliação de sistemas regionais e a relevância dos agravos cardiovasculares, tanto nos sistemas de saúde, quanto no trabalho dos profissionais de enfermagem, justificaram a realização desta investigação. Objetivo: Avaliar ações de atenção aos agravos cardiovasculares como traçadores de resultados da atenção de sistema regional de saúde, na perspectiva do acesso. Método: Pesquisa avaliativa, com abordagem quantitativa, realizada em 102 municípios da área de abrangência do Departamento Regional de Saúde de São José do Rio Preto, órgão representante da Secretaria de Estado da Saúde do Estado de São Paulo, composto por, aproximadamente, 1.555.449 habitantes (4). Foi analisada a totalidade de procedimentos ambulatoriais e hospitalares de atenção aos agravos cardiovasculares, de janeiro/2000 a dezembro/2013. Os dados foram armazenados em planilhas Excel. Resultados: Os exames realizados ambulatorialmente apresentaram um aumento significativo no período, indicando maior oferta de procedimentos que permitem diagnóstico precoce e monitoramento de usuários que já manifestam problemas cardiovasculares. Do total de exames, 3,77% foram realizados em 2000 e 12,35% em 2013, com destaque para o aumento de 312,5% na produção de eletrocardiogramas, indicativo de qualificação da atenção básica. A comparação da proporção entre exames e o total de internações permite inferir que os usuários estão sendo atendidos com maior frequência em nível ambulatorial. No ano 2000, a proporção era de 3,11 eletrocardiogramas para uma internação e essa proporção avançou para 11,72 eletrocardiogramas para uma internação em 2013. Dentre as internações, houve diminuição das clínicas e aumento das cirúrgicas, um indicativo de maior acesso a alta complexidade. De um total de 233.487 internações no período, 74,64% foram clínicas. Conclusão: O incremento da produção de exames diagnósticos pode decorrer da expansão de estratégias que favorecem o acesso, promovendo diagnóstico precoce de problemas que requerem atenção especializada e, em muitos casos a internação hospitalar. Tais resultados remetem a necessidade de medidas de organização da atenção básica e de regulação da média e alta complexidade, a fim de garantir acesso equitativo ao usuário. Esse estudo traz como contribuições estabelecimento de parâmetros assistenciais em atenção ambulatorial e hospitalar em cardiologia, subsidiando a organização de sistemas de saúde. Palavras-chave: Avaliação em Saúde, Avaliação de Programas e Projetos de Saúde, Doenças Cardiovasculares. Bibliografia 1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. Plano de ações estratégicas para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no Brasil. 2011-2022 / Ministério da Saúde.   Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Análise de Situação de Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2011. 148 p. 2. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. Regulamentação da Lei 8.080 para fortalecimento do Sistema Único da Saúde: decreto 7508, de 2011. Revista Saúde Pública, São Paulo, v. 45, n.6, p. 1206-07, 2011. 3. Kessner DM, Kalk CE, Singer J, White KL. (eds). Evaluación de la calidad de la salud por el método de los procesos trazadores / Investigaciones sobre servicios de salud: una antología. Washington (DC): Organización Panamericana de la Salud; 1992. p. 555-63. (OPS. Publicación Científica, 534).   4. Brasil. Ministério da Saúde. DATASUS: população residente, estimativas para o TCU, São Paulo. População estimada segundo CIR/município, Regional de Saúde de São José do Rio Preto, 2013. Disponível em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?ibge/cnv/poptsp.def. Acesso em 19 de maio de 2015.  
  30. 30.   ANALISAR ATRAVES DAS BUSCA ATIVA A REDUÇÃO DE INFECÇÃO DE CORRENTE SANGUINEA RELACIONADO A CATETER VENOSO CENTRAL.   Descritores: Infecção da corrente sangüínea associada a cateter venoso central; Infecção relacionada à assistência a saúde; Infecção hospitalar; SANTOS SE, BELLI ET MENDES SP, CAVALINI RG MARTINELLI TT, Hospital das Clinicas Luzia de Pinho Melo- SPDM -UNIFESP silvia.santos@spdm.org.br   Introdução: O Bundle é um pacote de medidas que quando aplicadas de forma correta e em conjunto, são eficazes em prevenir uma determinada infecção hospitalar. Atualmente existe uma infinidade de estratégias desenvolvidas para diminuir o risco de infecção de corrente sanguínea relacionada a cateter venoso central (ICSRC). Esses cuidados são essenciais para a segurança do paciente e quando aplicados juntos geram resultados significantemente melhores. O pacote de medidas de cateter venoso central compreende em cinco componentes são eles: 1-Higienização das mãos, 2-Precauções de barreira máxima: higienização das mãos, uso gorro, máscara, avental e luvas estéreis e campos estéreis grandes que cubram o paciente, 3-Preparo da pele com gluconato de clorexidina 4-Seleção do sítio de inserção de cateter venoso central: utilização da veia subclávia como sítio preferencial para cateter venoso central não tunelizado, 5-Revisão diária da necessidade de permanência do cateter venoso central, com pronta remoção quando não houver indicação. Justificativa: Devido à enfermagem exerce um papel importante na redução de infecção de corrente sangüínea associado a cateter venoso central, desenvolveu-se este estudo para verificar se através das buscas ativas conseguimos compreender se as medidas de prevenção são eficazes. Objetivo: Analisar através das buscas ativa se a medidas preventivas são eficaz no controle de infecção relacionado a cateter venoso central. Método: Trata – se de um estudo retrospectivo com uma abordagem quantitativa. A amostra foi composta por auditoria do mês de Janeiro a Agosto de 2014 a avaliação foi realizada através de busca ativa na unidade de internação, através de impresso institucional. Resultados: Foram realizados a busca ativa de 115 (92%) pacientes em uso de cateter venoso central sendo janeiro 9 (100%), fevereiro 21 100%, março 15 (88%), abril 18 (82%), maio 6 (87%), junho 13 (86%), julho 13 (100%) e Agosto 11 (100%) após a realização da busca ativa foi realizado treinamento e acompanhamento da equipe multiprofissional. Sendo que 8% dos cateter venoso central não foram evidenciados a adesão ao bundle. Conclusão: Com a protocolo (Bundle) aplicado observou-se que as medidas preventivas durante a inserção e manutenção do cateter central são de fundamental importância para redução da taxa de infecção. Nossos esforços estão concentrados em reduzir ainda mais os números de infecções através do aprimoramento dos processos e protocolos institucionais. Referências Biográficas 1. Fernandes AT, Ribeiro NF. Infecção do acesso vascular. In: Fernandes AT, Fernandes MA, Ribeiro NF, organizadores. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. São Paulo: Atheneu; 2000. 2. JARDIM, Jaquelline Maria et al.Avaliação das práticas de prevenção e controle de infecção da corrente sanguínea em um hospital governamental. Rev Esc Enferm USP,2013 3. Silva AJR, Oliveira FMD, Ramos MEP. Infecção associada ao cateter venoso central. Rev Referência. 2009.  
  31. 31.   ANÁLISE DE INDICADORES GERENCIAIS APÓS REDIMENSIOMANENTO DE PESSOAL DE ENFERMAGEM BRAHM MMT, ECHER IC, FRANCO B, MIGLIAVACA SJ, SILVA CG. HOSPITAL DE CLINICAS DE PORTO ALEGRE - RS e-mail: mbrahm@hcpa.edu.br INTRODUÇÃO: O dimensionamento constitui a adequação do pessoal em termos quantitativos e qualitativos, tendo por finalidade a previsão da quantidade de funcionários por categoria, requerida para atender direta, ou indiretamente, as necessidades de assistência de enfermagem aos pacientes1. O dimensionamento de pessoal de enfermagem repercute na qualidade de assistência prestada e nas questões gerenciais2. JUSTIFICATIVA: Investigações relacionadas ao dimensionamento de pessoal na enfermagem contribuem nas questões gerenciais e subsidiam melhor qualidade assistencial e redução de custos. OBJETIVO: Analisar os indicadores gerenciais após adequação do quadro de pessoal em relação à gerência de recursos: número de horas-extras, banco de horas e absenteísmo (licença saúde) em uma unidade de internação cirúrgica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. MÉTODO: Estudo descritivo, retrospectivo com dados obtidos por meio dos sistemas de registros informatizados de um Hospital Universitário do Sul do Brasil. Foram analisados os indicadores: número total de horas extras e licença saúde no período anterior ao aumento do quadro de pessoal (julho de 2013 a junho de 2014) com o período correspondente (julho de 2014 a junho de 2015), após o aumento do quadro de pessoal. Para análise do banco de horas comparou-se o total de saldo do banco de horas em junho de 2014 com o de junho de 2015. Utilizaram-se números absolutos e porcentagens. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Instituição (n° 12-0332). RESULTADOS: O incremento de 20% de seu quadro pessoal com a contratação de quatro enfermeiros e seis técnicos de enfermagem resultou em aumento de aproximadamente 50% no quantitativo de horas licença saúde dos funcionários (1.774 horas x 2.706 horas). No entanto, ocorreu uma redução de 18% nas horas extras comunicadas (1339 horas extras x 1098 horas extras) e redução de 43% no saldo do banco de horas da unidade (1309 horas x 741 horas). CONCLUSÃO: O aumento do quadro funcional não demonstrou redução do absenteísmo, porém mesmo com o aumento de licenças saúde, houve redução do número de horas extras e do banco de horas na unidade, o que demonstra maior flexibilidade para o gerenciamento das ausências ao trabalho. REFERÊNCIAS 1Magalhães AMM, Duarte ERM, Moura GMSS. Estudo das variáveis que participam do dimensionamento de pessoal de enfermagem em hospitais de grande porte. Rev Gaúcha Enferm. 1995;16(1/2):5-16 2Amorim CVT, Façanha AAA, Barros JMHA. Dimensionamento quantitativo e qualitativo dos recursos humanos da unidade Feminina do Hospital Universitário Regional do Paraná. Rev Divulg. saúde debate. 1996; 15:38-42  

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