Z E N
“Antes de estudar o Zen, as montanhas são montanhas e
 as águas são águas; após uma primeira noção sobre a
   verdade do Zen, as montanhas já não são apenas
 montanhas e as águas já não são apenas águas; mas,
quando se atinge o conhecimento, as montanhas voltam
    a ser montanhas e as águas voltam a ser águas.”
                      (Seigen)
O Zen (sinônimo linguístico de meditação) é uma escola de budismo
 (religião surgida na Índia cerca de 500 a.C. e chegada ao Japão,
através da China, no século XII) que valoriza a prática, a disciplina e
   a interrogação filosófica como meios de auto-conhecimento e
                           auto- realização.
A prática zen surge quer no cotidiano quer em
  manifestações estéticas: a cerimônia do chá; o arranjo
     floral; a arte marcial jiu-jutsu; o desenho a pincel de
   elementos da natureza acompanhado de poemas na
caligrafia tradicional; a música tocada em flauta de bambu;
os breves textos, freqüentemente didáticos, como a poesia,
     o conto ou o koan (enigma ou questão paradoxal).
A iluminação súbita (satori),
  elemento fundamental na
prática zen, surge no alcance
  do abandono de todas as
    preocupações físicas e
  espirituais, no alcance da
   capacidade de sentir a
  realidade tal como ela é.
   Não se trata de reduzir a
mente/inteligência ao vácuo,
    mas de a usar inata e
espontaneamente, através de
    uma atenção calma
      ao aqui e agora.
Esta quietude, esta consciência não- motivada, que confia
  na memória e não teme o desconhecido, que «recebe
     mas nada conserva», é estranha ao entendimento
  ocidental. Mas por ela passa a compreensão da poesia
                   tradicional japonesa.
“O homem perfeito usa a sua mente como um espelho.
        Ela nada aprisiona e nada recusa.
         Recebe mas não conserva.”
                      (Soshi)
FORMATAÇÃO: Mima (Wilma) Badan
     mimabadan@hotmail.com
     wilmabadan@uol.com.br
  INFORMAÇÕES: www.prof2000.pt
MÚSICA: do filme “O último imperador
 (Repasse com os devidos créditos)

Zen

  • 1.
  • 2.
    “Antes de estudaro Zen, as montanhas são montanhas e as águas são águas; após uma primeira noção sobre a verdade do Zen, as montanhas já não são apenas montanhas e as águas já não são apenas águas; mas, quando se atinge o conhecimento, as montanhas voltam a ser montanhas e as águas voltam a ser águas.” (Seigen)
  • 3.
    O Zen (sinônimolinguístico de meditação) é uma escola de budismo (religião surgida na Índia cerca de 500 a.C. e chegada ao Japão, através da China, no século XII) que valoriza a prática, a disciplina e a interrogação filosófica como meios de auto-conhecimento e auto- realização.
  • 4.
    A prática zensurge quer no cotidiano quer em manifestações estéticas: a cerimônia do chá; o arranjo floral; a arte marcial jiu-jutsu; o desenho a pincel de elementos da natureza acompanhado de poemas na caligrafia tradicional; a música tocada em flauta de bambu; os breves textos, freqüentemente didáticos, como a poesia, o conto ou o koan (enigma ou questão paradoxal).
  • 5.
    A iluminação súbita(satori), elemento fundamental na prática zen, surge no alcance do abandono de todas as preocupações físicas e espirituais, no alcance da capacidade de sentir a realidade tal como ela é. Não se trata de reduzir a mente/inteligência ao vácuo, mas de a usar inata e espontaneamente, através de uma atenção calma ao aqui e agora.
  • 6.
    Esta quietude, estaconsciência não- motivada, que confia na memória e não teme o desconhecido, que «recebe mas nada conserva», é estranha ao entendimento ocidental. Mas por ela passa a compreensão da poesia tradicional japonesa.
  • 7.
    “O homem perfeitousa a sua mente como um espelho. Ela nada aprisiona e nada recusa. Recebe mas não conserva.” (Soshi)
  • 8.
    FORMATAÇÃO: Mima (Wilma)Badan mimabadan@hotmail.com wilmabadan@uol.com.br INFORMAÇÕES: www.prof2000.pt MÚSICA: do filme “O último imperador (Repasse com os devidos créditos)