O documento discute a relevância das aplicações móveis, apontando que 31% dos europeus possuem smartphones e 54% utilizam apps, mas a maioria usa apenas algumas delas. Também levanta questões sobre o futuro das aplicações, sugerindo que o navegador pode ser a melhor solução devido à sua versatilidade. Além disso, destaca os desafios da fragmentação de dispositivos e a necessidade de avaliar custos e benefícios na adaptação a diferentes appstores.