SlideShare uma empresa Scribd logo
Mestrado em Ciência da Computação
   Universidade Estado do Rio Grande do Norte – (UERN)
   Universidade Federal Rural do Semi-Árido – (UFERSA)




  Virtual Mobile Nodes for
  Mobile Ad Hoc Networks



  Antonio Denilson, Diego Grosmann,
Fábio Abrantes, Ronnison Reges, Thiago
                 Reis
Sumário
Introdução;
Contribuições;
Trabalhos relacionados;
MANET;
Modelo básico do sistema;
Nós Móveis Virtuais;
VMN-LocalCast;
Correção do Mobile Point Emulator;
Algoritmos;
Discussões e comentários finais;
Mobicast;
Referências Bibliográficas;
      2
Introdução
• Desafio: lidar com o comportamento
  imprevisível e não confiavél;
• Mobile Node Virtual;
• Mobile Point Emulator;




  3
Introdução
• Desenvolver algoritmos para redes móveis
  é difícil;
  – VMN Abstract;
• Desafio: movimento imprevisível de nós;
  – Esta complicação é inevitável;
• Disponibilidade imprevisível dos nós que
  entram e sair do sistema;
• Nós viáveis e movimento previsível;
  – Tarefa simplificada
   4
Introdução
• Ideia: por Hatzi (1999 apud [1]), que define
  o conceito de protocolo obrigatório;
• Chatzigiannakis (2001 apud [1]) evidência
  que os protocolos são simples e eficientes;
• Problema: garantia que os nós móveis se
  movam como desejados;



   5
Contribuições
• Virtual Mobile Node Abstract;
   – Redes móveis ad hoc;
• Mobile Point Emulador;
   – Implementa o VMN;
• Virtual Mobile Node Abstract:
   – Executar os algoritmos em ambos os nós virtuais;
   – Não correlacionados com o movimento dos nós reais;
   – Ex: aplicativo para monitorar o tráfego em uma
     rodovia;



    6
Contribuições
• Implementando o VMN Abstract:
 – Algoritmo que implementar VMN robusto;
 – Permitir que os nós reais estejam próximos ao
   local de um VMN;
 – Replicar o estado de um nó virtual;




  7
Trabalhos relacionados
• Geo Quorums (Dolev et al apud [1])
  – Ponto focal de abstração
• 4 maneiras:
       Ponto Focal           VMN Abstract
       Nós estáticos         Nós dinâmicos
       Objetos Atômicos      Objetos autônomos
       Nenhuma recuperação   Recuperação
       Alto custo            Baixo custo




   8
MANET - Mobile Ad-hoc NETwork
    (Redes Ad Hoc Móveis)
• “São redes de computadores que não precisam
  de uma infraestrutura prévia existente para que
  a comunicação ocorra” [4].
• Os nós são laptops, PDAs, etc.;
• Rede multi-hop;
• Independentes de infraestrutura;




                                                    9
Questões de Projeto relacionada a Nós
  Móveis em Redes Ad-Hoc Móveis

•   Roteamento;
•   Localização;
•   Robustez;
•   Interoperabilidade com redes existentes;
•   Segurança;



                                           10
Modelo básico do sistema
• Nós móveis
  – Altamente dinâmico;
  – Têm identificadores únicos;
• Informação geográfica
  – Cada nó móvel tem um “GPS;
• Serviço de comunicação LocalCast
  – send(m)i resulta em rcv(m)j em que todos
    nós j dentro do raio R dos nó I;
  – Parametrizado pelo raio R.

                                               11
Modelo básico do sistema
  – Todas as mensagens entregues em tempo d;
  – Propriedades do Serviço:
     • Entrega confiável;
     • Integridade;
• O que constituem os Nós Móveis Virtuais;
     •   Protocolos Obrigatórios;
     •   Agentes;
     •   Geografia;
     •   Replicação;
     •   Nós Móveis Virtuais;



                                               12
Nós Móveis Virtuais
• Previsível
  – Viaja em um caminho pré-definido;
  – O “Programa ” tem:
     • Estado local;
     • Caminho fixo de viagem;
• Confiável
  – Recuperação depois da falha;
  – Não falha em regiões densas;


                                        13
Nós Móveis Virtuais

Comunicação
 – Todos os nós “perto”;
    • Distância ≤ Rvirt
 – Clientes (nós reais);
 – Outros VMNs;
 – Pode repetir, reordenar mensagens;




                                        14
Nós Móveis Virtuais

• Modelo de sistema VMN




            Figura:Componentes da abstração VMN
                                                  15
VMN-LocalCast

• três etapas:
  – O cliente utiliza o serviço de RMN-LocalCast;
  – VMN rebroad-casts a mensagem usando o
    serviço TOBcast;
  – cada nó no ponto móvel processa a
    mensagem;
• O mesmo ocorre quando uma VMN envia
  uma mensagem para o cliente.
                                               16
VMN-LocalCast

• Lembre-se que o serviço VMN-LocalCast
  tem uma gama de RVMN e o serviço de
  RMN-LocalCast tem uma gama de RRMN.
  Para que o algoritmo seja correta vamos
  supor que:
           R 2 RVMN   2t geo Vmax



                                       17
VMN-LocalCast

• Há duas razões para o alcance da
  transmissão extra é necessário:
 – De enviar uma mensagem para qualquer
   cliente;
 – Nó real só recebe atualizações sobre sua
   localização a cada unidade de tempo tgeo;




                                          18
Desempenho VMN

• VMN exige no máximo uma mensagem
  TOBcast;
• tempo d + 1
• Teorema 2. O Mobile Point Emulador é o
  serviço      TOBcast       implementar
  corretamente a abstração VMN.


                                      19
Correção do Mobile Point Emulator

 • Implementa corretamente a abstração;

 • Cinco principais condições:
   – Condição 1 – relaciona as mensagens
     recebidas;

   – Condição 2 – relaciona as mensagens de
     saída;
                                          20
Correção do Mobile Point
            Emulator
• Condição 3 – relaciona o estado replicado de
  um Mobile Point Emulator para o estado
  abstrado VMN;

• Condição 4 – é usado para mostrar que a união
  do protocolo funciona;

• Condição 5 – assegura que, se a execução
  inicia um envio, então a VMN pode realizar um
  envio:                                      21
Correção do Mobile Point
           Emulator
• Prova do Teorema 2
• Exemplo o cliente tenta enviar uma
  mensagem ao VMN.
  – Condição 1




                                   22
Algoritmos para Nós Móveis
              Virtuais
   Problema de Roteamento
       Nó virtual que percorre a rede coletando e
        entregando mensagens;
       Geração de serviço de entrega alternativa de
        mensagens, em protocolos obrigatórios;
       Roteamento simplificado;
       Agregação de dados e de consultas a
        processos complexos.


                                                  23
Discussão e Comentários Finais
   Emulação de confiança:
       Informação de localização;
       Serviços de comunicação local;
   Desenvolvimento de algoritmos:
       Abstração de VMN;
       Nível de aplicação;




                                         24
Discussão e Comentários Finais
   Limitações;
   Dependência:
       Serviços de comunicação local;
       Confiabilidade e pontualidade do serviço;
   Algoritmo:
       Volume significativo de comunicação;
       Consumo de energia;


                                                    25
Discussão e Comentários Finais
   Engenharia e experimentação;
       Otimização para fins implementação;
       Determinar a extensão de otimização em
        relação ao overhead de execução;
   Auto-estabilização das VMNs;
       Robustez quanto a falhas transientes.




                                                26
Discussão e Comentários Finais
   Nós móveis virtuais dinâmicos:
       Caminhos previamente fixados;
       Caminhos determinados “on the fly”;
       Busca melhorar a robustez;




                                              27
Mobicast
• Mobicast implica na entrega de
  mensagens para grandes conjuntos
  de nós de uma maneira que satisfaz
  um conjunto potencialmente dinâmico
  de restrições espaço-temporais;




  28
Cenário de uso




                 29
Características da rede para a
      localização de intrusos
• Sensores sem atividade devem adormecer. Só
  alguns devem ficar acordados;
• Ao detectar intruso acordar os outros sensores;
• Não monitorar área sem intruso.;
• Mover a zona de monitoramento junto com o
  intruso.;
• Os nós devem ser acordados no momento
  certo;


                                               30
Problemática




               31
Zona de Transmissão




                      32
33
Otimização

• Projetar uma rede de sensores com alta
  densidade para suportar a comunicação temporal
  espacial;

• Utilizar de uma zona de transmissão menor do
  que o necessário para uma garantia de entrega
  "absoluta“;

• Utilizar de um protocolo que se adapta às
  condições de compacidade local ao invés de uma
  global;

                                              34
Referências Bibliográficas
• [1] D. Shlomi and G. Seth and A. Nancy and S. Elad, Alex A. And
  Shvartsman and L. Jennifer. Virtual Mobile Nodes for Mobile Ad Hoc
  Networks. 8th International Symposium on Distributed Computing
  (DISC04), 2004.

• [2] Q. Huang, C. Lu, and G.-C. Roman. Mobicast. Just-In-Time
  Multicast for Sensor Networks und Spatiotemporal Constraints. In:
  Proceedings of the 2nd International Workshop on Information
  Processing in Sensor Networks (IPSN), Palo Alto, CA, April 2003.

• [3] Q. Huang, C. Lu, and G.-C. Romand. Spatiotemporal Multicast in
  Sensor Networks. Proceedings of the 1st International Conference on
  mbedded Networked Sensor Systems (SenSys), pages 205–217. ACM,
  Los Angeles, CA, November 2003.

• [4] Letf mobile ad hoc networks working group. Disponível em:
  <http://www.ietf.org/html.charters/manet-harter.html>. Junho 2011. 35

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Virtual mobile nodes for mobile ad hoc networks

IP Multimedia Subsystem - Seminário Computação Móvel
IP Multimedia Subsystem - Seminário Computação MóvelIP Multimedia Subsystem - Seminário Computação Móvel
IP Multimedia Subsystem - Seminário Computação Móvel
PwC
 
Conceitos de rede
Conceitos de redeConceitos de rede
VMFIT - Virtual Machine-based Fault and Intrusion Tolerance
VMFIT - Virtual Machine-based Fault and Intrusion ToleranceVMFIT - Virtual Machine-based Fault and Intrusion Tolerance
VMFIT - Virtual Machine-based Fault and Intrusion Tolerance
Leandro Magnabosco
 
La ns sem fio
La ns sem fioLa ns sem fio
La ns sem fio
Fernando Cezar
 
Relatorio VNC (Virtual Network Computing)
Relatorio VNC (Virtual Network Computing)Relatorio VNC (Virtual Network Computing)
Relatorio VNC (Virtual Network Computing)
amarildox2
 
Vod - Video on Demand
Vod - Video on DemandVod - Video on Demand
Vod - Video on Demand
Kleber Bernardo
 
Aula 10 camada de rede
Aula 10   camada de redeAula 10   camada de rede
Aula 10 camada de rede
wab030
 
Mobilidade em IPv6
Mobilidade em IPv6Mobilidade em IPv6
Mobilidade em IPv6
Jorge Matias
 
Microservices Architecture Workshop
Microservices Architecture WorkshopMicroservices Architecture Workshop
Microservices Architecture Workshop
Claudio Acquaviva
 
Service Mesh com Istio e Kubernetes - Wellington Figueira da Silva
Service Mesh com Istio e Kubernetes - Wellington Figueira da SilvaService Mesh com Istio e Kubernetes - Wellington Figueira da Silva
Service Mesh com Istio e Kubernetes - Wellington Figueira da Silva
iMasters
 
Roteamento
RoteamentoRoteamento
Monolith - An epic journey
Monolith - An epic journeyMonolith - An epic journey
Monolith - An epic journey
Fabricio Goncalves
 
Panorama Geral e Tendências em Redes IP - I Workshop CPqD de Inovação Tecnoló...
Panorama Geral e Tendências em Redes IP - I Workshop CPqD de Inovação Tecnoló...Panorama Geral e Tendências em Redes IP - I Workshop CPqD de Inovação Tecnoló...
Panorama Geral e Tendências em Redes IP - I Workshop CPqD de Inovação Tecnoló...
CPqD
 
Microservices & Service Mesh Pattern presentation
Microservices & Service Mesh Pattern presentationMicroservices & Service Mesh Pattern presentation
Microservices & Service Mesh Pattern presentation
Claudio Acquaviva
 
Atividade 2_ COM_MÓVEIS_Luiz_Ricardo_Zeni_da_Silva.pdf
Atividade 2_ COM_MÓVEIS_Luiz_Ricardo_Zeni_da_Silva.pdfAtividade 2_ COM_MÓVEIS_Luiz_Ricardo_Zeni_da_Silva.pdf
Atividade 2_ COM_MÓVEIS_Luiz_Ricardo_Zeni_da_Silva.pdf
LuizZeni
 
Selecionando application procotocols para IoT
Selecionando application procotocols para IoTSelecionando application procotocols para IoT
Selecionando application procotocols para IoT
cesar231084
 
Apo redes
Apo redesApo redes
Apo redes
redesinforma
 
Bancos de dados móveis
Bancos de dados móveisBancos de dados móveis
Bancos de dados móveis
guilhermeeler
 
xinforinfola
xinforinfolaxinforinfola
xinforinfola
guilhermeeler
 
Aula 6 a camada de rede
Aula 6   a camada de redeAula 6   a camada de rede
Aula 6 a camada de rede
O Cara Ivan Silva
 

Semelhante a Virtual mobile nodes for mobile ad hoc networks (20)

IP Multimedia Subsystem - Seminário Computação Móvel
IP Multimedia Subsystem - Seminário Computação MóvelIP Multimedia Subsystem - Seminário Computação Móvel
IP Multimedia Subsystem - Seminário Computação Móvel
 
Conceitos de rede
Conceitos de redeConceitos de rede
Conceitos de rede
 
VMFIT - Virtual Machine-based Fault and Intrusion Tolerance
VMFIT - Virtual Machine-based Fault and Intrusion ToleranceVMFIT - Virtual Machine-based Fault and Intrusion Tolerance
VMFIT - Virtual Machine-based Fault and Intrusion Tolerance
 
La ns sem fio
La ns sem fioLa ns sem fio
La ns sem fio
 
Relatorio VNC (Virtual Network Computing)
Relatorio VNC (Virtual Network Computing)Relatorio VNC (Virtual Network Computing)
Relatorio VNC (Virtual Network Computing)
 
Vod - Video on Demand
Vod - Video on DemandVod - Video on Demand
Vod - Video on Demand
 
Aula 10 camada de rede
Aula 10   camada de redeAula 10   camada de rede
Aula 10 camada de rede
 
Mobilidade em IPv6
Mobilidade em IPv6Mobilidade em IPv6
Mobilidade em IPv6
 
Microservices Architecture Workshop
Microservices Architecture WorkshopMicroservices Architecture Workshop
Microservices Architecture Workshop
 
Service Mesh com Istio e Kubernetes - Wellington Figueira da Silva
Service Mesh com Istio e Kubernetes - Wellington Figueira da SilvaService Mesh com Istio e Kubernetes - Wellington Figueira da Silva
Service Mesh com Istio e Kubernetes - Wellington Figueira da Silva
 
Roteamento
RoteamentoRoteamento
Roteamento
 
Monolith - An epic journey
Monolith - An epic journeyMonolith - An epic journey
Monolith - An epic journey
 
Panorama Geral e Tendências em Redes IP - I Workshop CPqD de Inovação Tecnoló...
Panorama Geral e Tendências em Redes IP - I Workshop CPqD de Inovação Tecnoló...Panorama Geral e Tendências em Redes IP - I Workshop CPqD de Inovação Tecnoló...
Panorama Geral e Tendências em Redes IP - I Workshop CPqD de Inovação Tecnoló...
 
Microservices & Service Mesh Pattern presentation
Microservices & Service Mesh Pattern presentationMicroservices & Service Mesh Pattern presentation
Microservices & Service Mesh Pattern presentation
 
Atividade 2_ COM_MÓVEIS_Luiz_Ricardo_Zeni_da_Silva.pdf
Atividade 2_ COM_MÓVEIS_Luiz_Ricardo_Zeni_da_Silva.pdfAtividade 2_ COM_MÓVEIS_Luiz_Ricardo_Zeni_da_Silva.pdf
Atividade 2_ COM_MÓVEIS_Luiz_Ricardo_Zeni_da_Silva.pdf
 
Selecionando application procotocols para IoT
Selecionando application procotocols para IoTSelecionando application procotocols para IoT
Selecionando application procotocols para IoT
 
Apo redes
Apo redesApo redes
Apo redes
 
Bancos de dados móveis
Bancos de dados móveisBancos de dados móveis
Bancos de dados móveis
 
xinforinfola
xinforinfolaxinforinfola
xinforinfola
 
Aula 6 a camada de rede
Aula 6   a camada de redeAula 6   a camada de rede
Aula 6 a camada de rede
 

Mais de Thiago Reis da Silva

Apostila de Introdução a Programação
Apostila de Introdução a ProgramaçãoApostila de Introdução a Programação
Apostila de Introdução a Programação
Thiago Reis da Silva
 
Introdução a Programação
Introdução a ProgramaçãoIntrodução a Programação
Introdução a Programação
Thiago Reis da Silva
 
The use of games on the teaching of programming: a systematic review
The use of games on the teaching of programming: a systematic reviewThe use of games on the teaching of programming: a systematic review
The use of games on the teaching of programming: a systematic review
Thiago Reis da Silva
 
Desenvolvendo plug-in do Moodle em forma de módulo
Desenvolvendo plug-in do Moodle em forma de móduloDesenvolvendo plug-in do Moodle em forma de módulo
Desenvolvendo plug-in do Moodle em forma de módulo
Thiago Reis da Silva
 
Facilitando o aprendizado na tv digital interativa com a utilização de mapa d...
Facilitando o aprendizado na tv digital interativa com a utilização de mapa d...Facilitando o aprendizado na tv digital interativa com a utilização de mapa d...
Facilitando o aprendizado na tv digital interativa com a utilização de mapa d...
Thiago Reis da Silva
 
O uso de ferramentas pedagógicas no desenvolvimento de objetos de aprendizagem
O uso de ferramentas pedagógicas no desenvolvimento de objetos de aprendizagemO uso de ferramentas pedagógicas no desenvolvimento de objetos de aprendizagem
O uso de ferramentas pedagógicas no desenvolvimento de objetos de aprendizagem
Thiago Reis da Silva
 
Integrando o network simulator 2.0 a um ambiente virtual de aprendizagem
Integrando o network simulator 2.0 a um ambiente virtual de aprendizagemIntegrando o network simulator 2.0 a um ambiente virtual de aprendizagem
Integrando o network simulator 2.0 a um ambiente virtual de aprendizagem
Thiago Reis da Silva
 
Ensino de programação utilizando jogos digitais: uma revisão sistemática da l...
Ensino de programação utilizando jogos digitais: uma revisão sistemática da l...Ensino de programação utilizando jogos digitais: uma revisão sistemática da l...
Ensino de programação utilizando jogos digitais: uma revisão sistemática da l...
Thiago Reis da Silva
 
Survey e Análise Estatística
Survey e Análise Estatística Survey e Análise Estatística
Survey e Análise Estatística
Thiago Reis da Silva
 
Um modelo de objeto de aprendizagem com ênfase no planejamento para o Moodle
Um modelo de objeto de aprendizagem com ênfase no planejamento para o MoodleUm modelo de objeto de aprendizagem com ênfase no planejamento para o Moodle
Um modelo de objeto de aprendizagem com ênfase no planejamento para o Moodle
Thiago Reis da Silva
 
Aplicação de uma técnica de visualização de dados baseado em árvores para au...
Aplicação de uma técnica de visualização de dados baseado  em árvores para au...Aplicação de uma técnica de visualização de dados baseado  em árvores para au...
Aplicação de uma técnica de visualização de dados baseado em árvores para au...
Thiago Reis da Silva
 
OBA-MC: um modelo de objeto de aprendizagem centrado no processo de ensino-ap...
OBA-MC: um modelo de objeto de aprendizagem centrado no processo de ensino-ap...OBA-MC: um modelo de objeto de aprendizagem centrado no processo de ensino-ap...
OBA-MC: um modelo de objeto de aprendizagem centrado no processo de ensino-ap...
Thiago Reis da Silva
 
Ferramentas avaliativas disponíveis em um ambiente virtual de aprendizagem us...
Ferramentas avaliativas disponíveis em um ambiente virtual de aprendizagem us...Ferramentas avaliativas disponíveis em um ambiente virtual de aprendizagem us...
Ferramentas avaliativas disponíveis em um ambiente virtual de aprendizagem us...
Thiago Reis da Silva
 
Ampliando o aprendizado na TV digital com MCD-TV e ginga
Ampliando o aprendizado na TV digital com MCD-TV e gingaAmpliando o aprendizado na TV digital com MCD-TV e ginga
Ampliando o aprendizado na TV digital com MCD-TV e ginga
Thiago Reis da Silva
 
MCD-TV - aprendizagem significativa com objeto de aprendizagem OBA-MC na tv d...
MCD-TV - aprendizagem significativa com objeto de aprendizagem OBA-MC na tv d...MCD-TV - aprendizagem significativa com objeto de aprendizagem OBA-MC na tv d...
MCD-TV - aprendizagem significativa com objeto de aprendizagem OBA-MC na tv d...
Thiago Reis da Silva
 
Minicurso SCRUM
Minicurso SCRUMMinicurso SCRUM
Minicurso SCRUM
Thiago Reis da Silva
 
Análise espacial do perfil dos alunos do ifpi – campus floriano usando técnica...
Análise espacial do perfil dos alunos do ifpi – campus floriano usando técnica...Análise espacial do perfil dos alunos do ifpi – campus floriano usando técnica...
Análise espacial do perfil dos alunos do ifpi – campus floriano usando técnica...
Thiago Reis da Silva
 
Uma proposta de padronização de objetos de aprendizagem com base em objetivos...
Uma proposta de padronização de objetos de aprendizagem com base em objetivos...Uma proposta de padronização de objetos de aprendizagem com base em objetivos...
Uma proposta de padronização de objetos de aprendizagem com base em objetivos...
Thiago Reis da Silva
 
Scrum uma metodologia ágil paragestão e planejamento de projetos de software
Scrum uma metodologia ágil paragestão e planejamento de projetos de softwareScrum uma metodologia ágil paragestão e planejamento de projetos de software
Scrum uma metodologia ágil paragestão e planejamento de projetos de software
Thiago Reis da Silva
 

Mais de Thiago Reis da Silva (20)

Apostila de Introdução a Programação
Apostila de Introdução a ProgramaçãoApostila de Introdução a Programação
Apostila de Introdução a Programação
 
Introdução a Programação
Introdução a ProgramaçãoIntrodução a Programação
Introdução a Programação
 
The use of games on the teaching of programming: a systematic review
The use of games on the teaching of programming: a systematic reviewThe use of games on the teaching of programming: a systematic review
The use of games on the teaching of programming: a systematic review
 
Desenvolvendo plug-in do Moodle em forma de módulo
Desenvolvendo plug-in do Moodle em forma de móduloDesenvolvendo plug-in do Moodle em forma de módulo
Desenvolvendo plug-in do Moodle em forma de módulo
 
Facilitando o aprendizado na tv digital interativa com a utilização de mapa d...
Facilitando o aprendizado na tv digital interativa com a utilização de mapa d...Facilitando o aprendizado na tv digital interativa com a utilização de mapa d...
Facilitando o aprendizado na tv digital interativa com a utilização de mapa d...
 
O uso de ferramentas pedagógicas no desenvolvimento de objetos de aprendizagem
O uso de ferramentas pedagógicas no desenvolvimento de objetos de aprendizagemO uso de ferramentas pedagógicas no desenvolvimento de objetos de aprendizagem
O uso de ferramentas pedagógicas no desenvolvimento de objetos de aprendizagem
 
Integrando o network simulator 2.0 a um ambiente virtual de aprendizagem
Integrando o network simulator 2.0 a um ambiente virtual de aprendizagemIntegrando o network simulator 2.0 a um ambiente virtual de aprendizagem
Integrando o network simulator 2.0 a um ambiente virtual de aprendizagem
 
Ensino de programação utilizando jogos digitais: uma revisão sistemática da l...
Ensino de programação utilizando jogos digitais: uma revisão sistemática da l...Ensino de programação utilizando jogos digitais: uma revisão sistemática da l...
Ensino de programação utilizando jogos digitais: uma revisão sistemática da l...
 
Survey e Análise Estatística
Survey e Análise Estatística Survey e Análise Estatística
Survey e Análise Estatística
 
Um modelo de objeto de aprendizagem com ênfase no planejamento para o Moodle
Um modelo de objeto de aprendizagem com ênfase no planejamento para o MoodleUm modelo de objeto de aprendizagem com ênfase no planejamento para o Moodle
Um modelo de objeto de aprendizagem com ênfase no planejamento para o Moodle
 
Aplicação de uma técnica de visualização de dados baseado em árvores para au...
Aplicação de uma técnica de visualização de dados baseado  em árvores para au...Aplicação de uma técnica de visualização de dados baseado  em árvores para au...
Aplicação de uma técnica de visualização de dados baseado em árvores para au...
 
OBA-MC: um modelo de objeto de aprendizagem centrado no processo de ensino-ap...
OBA-MC: um modelo de objeto de aprendizagem centrado no processo de ensino-ap...OBA-MC: um modelo de objeto de aprendizagem centrado no processo de ensino-ap...
OBA-MC: um modelo de objeto de aprendizagem centrado no processo de ensino-ap...
 
Ferramentas avaliativas disponíveis em um ambiente virtual de aprendizagem us...
Ferramentas avaliativas disponíveis em um ambiente virtual de aprendizagem us...Ferramentas avaliativas disponíveis em um ambiente virtual de aprendizagem us...
Ferramentas avaliativas disponíveis em um ambiente virtual de aprendizagem us...
 
Ampliando o aprendizado na TV digital com MCD-TV e ginga
Ampliando o aprendizado na TV digital com MCD-TV e gingaAmpliando o aprendizado na TV digital com MCD-TV e ginga
Ampliando o aprendizado na TV digital com MCD-TV e ginga
 
MCD-TV - aprendizagem significativa com objeto de aprendizagem OBA-MC na tv d...
MCD-TV - aprendizagem significativa com objeto de aprendizagem OBA-MC na tv d...MCD-TV - aprendizagem significativa com objeto de aprendizagem OBA-MC na tv d...
MCD-TV - aprendizagem significativa com objeto de aprendizagem OBA-MC na tv d...
 
Minicurso SCRUM
Minicurso SCRUMMinicurso SCRUM
Minicurso SCRUM
 
Análise espacial do perfil dos alunos do ifpi – campus floriano usando técnica...
Análise espacial do perfil dos alunos do ifpi – campus floriano usando técnica...Análise espacial do perfil dos alunos do ifpi – campus floriano usando técnica...
Análise espacial do perfil dos alunos do ifpi – campus floriano usando técnica...
 
Uma proposta de padronização de objetos de aprendizagem com base em objetivos...
Uma proposta de padronização de objetos de aprendizagem com base em objetivos...Uma proposta de padronização de objetos de aprendizagem com base em objetivos...
Uma proposta de padronização de objetos de aprendizagem com base em objetivos...
 
Scrum uma metodologia ágil paragestão e planejamento de projetos de software
Scrum uma metodologia ágil paragestão e planejamento de projetos de softwareScrum uma metodologia ágil paragestão e planejamento de projetos de software
Scrum uma metodologia ágil paragestão e planejamento de projetos de software
 
Artigo
ArtigoArtigo
Artigo
 

Último

Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdfCertificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
joaovmp3
 
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docxATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
2m Assessoria
 
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptxLogica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Momento da Informática
 
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdfDESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
Momento da Informática
 
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptxHistória da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
TomasSousa7
 
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdfManual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
WELITONNOGUEIRA3
 
Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas PráticasSegurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Danilo Pinotti
 
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdfTOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
Momento da Informática
 
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdfEscola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Gabriel de Mattos Faustino
 
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
Faga1939
 

Último (10)

Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdfCertificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
Certificado Jornada Python Da Hashtag.pdf
 
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docxATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - ESTRUTURA DE DADOS II - 52_2024.docx
 
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptxLogica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
Logica de Progamacao - Aula (1) (1).pptx
 
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdfDESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE I_aula1-2.pdf
 
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptxHistória da Rádio- 1936-1970 século XIX   .2.pptx
História da Rádio- 1936-1970 século XIX .2.pptx
 
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdfManual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
Manual-de-Credenciamento ANATER 2023.pdf
 
Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas PráticasSegurança Digital Pessoal e Boas Práticas
Segurança Digital Pessoal e Boas Práticas
 
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdfTOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
TOO - TÉCNICAS DE ORIENTAÇÃO A OBJETOS aula 1.pdf
 
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdfEscola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
Escola Virtual - Fundação Bradesco - ITIL - Gabriel Faustino.pdf
 
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
PRODUÇÃO E CONSUMO DE ENERGIA DA PRÉ-HISTÓRIA À ERA CONTEMPORÂNEA E SUA EVOLU...
 

Virtual mobile nodes for mobile ad hoc networks

  • 1. Mestrado em Ciência da Computação Universidade Estado do Rio Grande do Norte – (UERN) Universidade Federal Rural do Semi-Árido – (UFERSA) Virtual Mobile Nodes for Mobile Ad Hoc Networks Antonio Denilson, Diego Grosmann, Fábio Abrantes, Ronnison Reges, Thiago Reis
  • 2. Sumário Introdução; Contribuições; Trabalhos relacionados; MANET; Modelo básico do sistema; Nós Móveis Virtuais; VMN-LocalCast; Correção do Mobile Point Emulator; Algoritmos; Discussões e comentários finais; Mobicast; Referências Bibliográficas; 2
  • 3. Introdução • Desafio: lidar com o comportamento imprevisível e não confiavél; • Mobile Node Virtual; • Mobile Point Emulator; 3
  • 4. Introdução • Desenvolver algoritmos para redes móveis é difícil; – VMN Abstract; • Desafio: movimento imprevisível de nós; – Esta complicação é inevitável; • Disponibilidade imprevisível dos nós que entram e sair do sistema; • Nós viáveis e movimento previsível; – Tarefa simplificada 4
  • 5. Introdução • Ideia: por Hatzi (1999 apud [1]), que define o conceito de protocolo obrigatório; • Chatzigiannakis (2001 apud [1]) evidência que os protocolos são simples e eficientes; • Problema: garantia que os nós móveis se movam como desejados; 5
  • 6. Contribuições • Virtual Mobile Node Abstract; – Redes móveis ad hoc; • Mobile Point Emulador; – Implementa o VMN; • Virtual Mobile Node Abstract: – Executar os algoritmos em ambos os nós virtuais; – Não correlacionados com o movimento dos nós reais; – Ex: aplicativo para monitorar o tráfego em uma rodovia; 6
  • 7. Contribuições • Implementando o VMN Abstract: – Algoritmo que implementar VMN robusto; – Permitir que os nós reais estejam próximos ao local de um VMN; – Replicar o estado de um nó virtual; 7
  • 8. Trabalhos relacionados • Geo Quorums (Dolev et al apud [1]) – Ponto focal de abstração • 4 maneiras: Ponto Focal VMN Abstract Nós estáticos Nós dinâmicos Objetos Atômicos Objetos autônomos Nenhuma recuperação Recuperação Alto custo Baixo custo 8
  • 9. MANET - Mobile Ad-hoc NETwork (Redes Ad Hoc Móveis) • “São redes de computadores que não precisam de uma infraestrutura prévia existente para que a comunicação ocorra” [4]. • Os nós são laptops, PDAs, etc.; • Rede multi-hop; • Independentes de infraestrutura; 9
  • 10. Questões de Projeto relacionada a Nós Móveis em Redes Ad-Hoc Móveis • Roteamento; • Localização; • Robustez; • Interoperabilidade com redes existentes; • Segurança; 10
  • 11. Modelo básico do sistema • Nós móveis – Altamente dinâmico; – Têm identificadores únicos; • Informação geográfica – Cada nó móvel tem um “GPS; • Serviço de comunicação LocalCast – send(m)i resulta em rcv(m)j em que todos nós j dentro do raio R dos nó I; – Parametrizado pelo raio R. 11
  • 12. Modelo básico do sistema – Todas as mensagens entregues em tempo d; – Propriedades do Serviço: • Entrega confiável; • Integridade; • O que constituem os Nós Móveis Virtuais; • Protocolos Obrigatórios; • Agentes; • Geografia; • Replicação; • Nós Móveis Virtuais; 12
  • 13. Nós Móveis Virtuais • Previsível – Viaja em um caminho pré-definido; – O “Programa ” tem: • Estado local; • Caminho fixo de viagem; • Confiável – Recuperação depois da falha; – Não falha em regiões densas; 13
  • 14. Nós Móveis Virtuais Comunicação – Todos os nós “perto”; • Distância ≤ Rvirt – Clientes (nós reais); – Outros VMNs; – Pode repetir, reordenar mensagens; 14
  • 15. Nós Móveis Virtuais • Modelo de sistema VMN Figura:Componentes da abstração VMN 15
  • 16. VMN-LocalCast • três etapas: – O cliente utiliza o serviço de RMN-LocalCast; – VMN rebroad-casts a mensagem usando o serviço TOBcast; – cada nó no ponto móvel processa a mensagem; • O mesmo ocorre quando uma VMN envia uma mensagem para o cliente. 16
  • 17. VMN-LocalCast • Lembre-se que o serviço VMN-LocalCast tem uma gama de RVMN e o serviço de RMN-LocalCast tem uma gama de RRMN. Para que o algoritmo seja correta vamos supor que: R 2 RVMN 2t geo Vmax 17
  • 18. VMN-LocalCast • Há duas razões para o alcance da transmissão extra é necessário: – De enviar uma mensagem para qualquer cliente; – Nó real só recebe atualizações sobre sua localização a cada unidade de tempo tgeo; 18
  • 19. Desempenho VMN • VMN exige no máximo uma mensagem TOBcast; • tempo d + 1 • Teorema 2. O Mobile Point Emulador é o serviço TOBcast implementar corretamente a abstração VMN. 19
  • 20. Correção do Mobile Point Emulator • Implementa corretamente a abstração; • Cinco principais condições: – Condição 1 – relaciona as mensagens recebidas; – Condição 2 – relaciona as mensagens de saída; 20
  • 21. Correção do Mobile Point Emulator • Condição 3 – relaciona o estado replicado de um Mobile Point Emulator para o estado abstrado VMN; • Condição 4 – é usado para mostrar que a união do protocolo funciona; • Condição 5 – assegura que, se a execução inicia um envio, então a VMN pode realizar um envio: 21
  • 22. Correção do Mobile Point Emulator • Prova do Teorema 2 • Exemplo o cliente tenta enviar uma mensagem ao VMN. – Condição 1 22
  • 23. Algoritmos para Nós Móveis Virtuais  Problema de Roteamento  Nó virtual que percorre a rede coletando e entregando mensagens;  Geração de serviço de entrega alternativa de mensagens, em protocolos obrigatórios;  Roteamento simplificado;  Agregação de dados e de consultas a processos complexos. 23
  • 24. Discussão e Comentários Finais  Emulação de confiança:  Informação de localização;  Serviços de comunicação local;  Desenvolvimento de algoritmos:  Abstração de VMN;  Nível de aplicação; 24
  • 25. Discussão e Comentários Finais  Limitações;  Dependência:  Serviços de comunicação local;  Confiabilidade e pontualidade do serviço;  Algoritmo:  Volume significativo de comunicação;  Consumo de energia; 25
  • 26. Discussão e Comentários Finais  Engenharia e experimentação;  Otimização para fins implementação;  Determinar a extensão de otimização em relação ao overhead de execução;  Auto-estabilização das VMNs;  Robustez quanto a falhas transientes. 26
  • 27. Discussão e Comentários Finais  Nós móveis virtuais dinâmicos:  Caminhos previamente fixados;  Caminhos determinados “on the fly”;  Busca melhorar a robustez; 27
  • 28. Mobicast • Mobicast implica na entrega de mensagens para grandes conjuntos de nós de uma maneira que satisfaz um conjunto potencialmente dinâmico de restrições espaço-temporais; 28
  • 30. Características da rede para a localização de intrusos • Sensores sem atividade devem adormecer. Só alguns devem ficar acordados; • Ao detectar intruso acordar os outros sensores; • Não monitorar área sem intruso.; • Mover a zona de monitoramento junto com o intruso.; • Os nós devem ser acordados no momento certo; 30
  • 33. 33
  • 34. Otimização • Projetar uma rede de sensores com alta densidade para suportar a comunicação temporal espacial; • Utilizar de uma zona de transmissão menor do que o necessário para uma garantia de entrega "absoluta“; • Utilizar de um protocolo que se adapta às condições de compacidade local ao invés de uma global; 34
  • 35. Referências Bibliográficas • [1] D. Shlomi and G. Seth and A. Nancy and S. Elad, Alex A. And Shvartsman and L. Jennifer. Virtual Mobile Nodes for Mobile Ad Hoc Networks. 8th International Symposium on Distributed Computing (DISC04), 2004. • [2] Q. Huang, C. Lu, and G.-C. Roman. Mobicast. Just-In-Time Multicast for Sensor Networks und Spatiotemporal Constraints. In: Proceedings of the 2nd International Workshop on Information Processing in Sensor Networks (IPSN), Palo Alto, CA, April 2003. • [3] Q. Huang, C. Lu, and G.-C. Romand. Spatiotemporal Multicast in Sensor Networks. Proceedings of the 1st International Conference on mbedded Networked Sensor Systems (SenSys), pages 205–217. ACM, Los Angeles, CA, November 2003. • [4] Letf mobile ad hoc networks working group. Disponível em: <http://www.ietf.org/html.charters/manet-harter.html>. Junho 2011. 35