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ReVir – Programabilidade em Redes Virtualizadas
UFRGS
Liane Maria Rockenbach Tarouco; Ricardo Luis dos Santos; Wanderson Paim de Jesus


UFPR
Elias P. Duarte Jr.; Gustavo Bassil Heimovski


UFRJ
Luci Pirmez; Renato Pinheiro de Souza


                                    Instituto de Informática – UFRGS
Agenda


• Introdução
• Virtualização de Redes
• Programabilidade de Redes - Propostas Históricas
   – Redes Ativas
   – Agentes Móveis
   – MIBs DISMAN
• Programabilidade de Redes - Propostas Atuais
   –   IOS (CISCO)
   –   JunOS (Juniper)
   –   Click
   –   OpenFlow
• Considerações Finais
• Status do Projeto
                                                     2
Introdução


• Internet
   – É um dos principais alicerces da sociedade atual
   – Popularização dos serviços de Internet
   – Facilidade para implementação, aliado ao baixo custo das tecnologias
• Serviços da Internet
   – Borda
      • O “valor” da Internet, para o usuário final, está principalmente nas
        bordas
      • Aplicações (DropBox, Skype, BitTorrent, Twitter)
   – Núcleo
      • Comunicação


                                                                            3
Introdução


• Ossificação da Internet
• Programabilidade de Redes
   – Foi concebida como uma forma para desenvolver novos serviços
   – É definida como a capacidade de um dispositivo de rede (e.g., um
     roteador) executar código no próprio dispositivo (LAZAR, 1997)
• Várias propostas que encontraram uma grande resistência,
  por parte dos administradores de rede
   –   Impacto de possíveis erros na aplicação de novas soluções
   –   Erros podem causar indisponibilidade de serviços importantes
   –   Equipamentos e soluções proprietárias dificultam a implementação
   –   Sem padronização


                                                                          4
VIRTUALIZAÇÃO DE REDES


                         5
Virtualização de Redes


• A virtualização de redes é vislumbrada como uma alternativa
  para experimentar e implementar novas funcionalidades
  sobre a rede de produção
• Alguns dos principais benefícios da utilização da virtualização
  de redes
   – Isolamento
   – Flexibilidade e disponibilidade
   – Escalabilidade
   – Redução de custos
   – Segurança

                                                                    6
Virtualização de Redes




                         7
Virtualização de Redes


• Soluções que permitem a virtualização de hosts
   – VMWare
   – VirtualBox
   – Xen
   – ...
• Alguns exemplos de sistemas operacionais de dispositivos de
  rede que podem ser utilizados para virtualização de redes
   – Open vSwitch – OvS
   – Quagga
   – Vyatta
   – ...
                                                                8
PROGRAMABILIDADE DE REDES


                            9
Propostas Históricas
Redes Ativas




• Redes Ativas
   – São caracterizadas pela possibilidade dos nós da rede realizarem
     alterações ou computações no conteúdo de um pacote
   – Propõe-se que dispositivos executem aplicações
   – Os apps podem ser enviados aos nós através da própria rede
   – Pacotes ativos precisam ser diferenciados dos pacotes comuns
• Abordagens
   – Nós ativos
   – Pacotes ativos
   – Híbridas




                                                                        10
Propostas Históricas
Redes Ativas




• Algumas aplicações possíveis
   – Gerência de Redes
       • O monitoramento atual exige pooling
       • Com o crescimento das redes isso é um problema
       • Com Redes Ativas diversos centros de gerenciamento poderiam
         ser configurados, deslocando o ponto de decisão para perto do nó
   – Implementação de cache para beneficiar multicasting
• Limitações
   – Segurança
      • Quais códigos podem ser executados?
      • Trade-off entre flexibilidade e segurança
      • Dependendo da solução seriam necessárias constantes
        atualizações nos nodos
                                                                        11
Propostas Históricas
Agentes Móveis




• Agentes Móveis
   – Agente trafega livremente entre os hosts da rede, decidindo seu
     destino e ações
   – Transfere tanto o código como o status anterior para o novo host,
     continuando sua execução de onde havia parado
   – Hosts devem estar preparados para executar os agentes móveis
• Benefícios
   –   Propõem mover o algoritmo para perto dos dados e não o contrário
   –   Menor latência
   –   Execução assíncrona e autônoma
   –   Tolerância a falhas



                                                                          12
Propostas Históricas
Agentes Móveis




• Limitações
   – Exigem hosts compatíveis para execução dos agentes
   – Equipamentos heterogêneos espalhados pela Internet (diferentes
     capacidades de processamento e memória)
   – Segurança
       • Uma vez disparados os agentes móveis não dependem do
         dispositivo que os originou
       • Agente trafega livremente entre os hosts da rede, decidindo seu
         destino e ações
       • Como definir o que executar na rede?




                                                                           13
Propostas Históricas
MIBs DISMAN




• DISMAN (Distributed Management)
   –   RFC 3165 (Script MIB)
   –   RFC 2981 (Event MIB)
   –   RFC 2982 (Expression MIB)
   –   RFC 4560 (Remote Operations MIB)
   –   RFC 3231 (Schedule MIB)




                                          14
Propostas Históricas
MIBs DISMAN




• Script MIB
   – Define um ambiente de execução que permite a criação de operações
     mais complexas codificadas em scripts
   – Além de permitir a manipulação dos scripts através de requisições
     SNMP, o ambiente de execução possibilita
      • A instalação de scripts nos nós da rede através de requisições
         SNMP
      • Escrita destes scripts em qualquer linguagem de programação,
         desde que esta seja suportada pelo ambiente de execução




                                                                     15
Propostas Históricas
MIBs DISMAN




• Permite a delegação de scripts para gerentes distribuídos
  fornecendo os seguintes atributos
   – Transferência de scripts para locais distribuídos (push ou pull)
   – Gerenciamento dos scripts (inicialização, suspensão, reinicialização e
     finalização)
   – Passagem de parâmetros
   – Monitoramento e controle dos scripts que estão em execução
   – Transferência para o gerente dos resultados produzidos
• Limitações
   – Necessidade de liberar acesso de administrador para inserir códigos
     nos dispositivos
   – Escopo limitado ao Gerenciamento de Redes

                                                                              16
Propostas Atuais
JunOS (Juniper)




• JunOS
    – Baseado em FreeBSD
    – Está dividido em 3 camadas: Plano de Controle, Dados e Serviço
       • Plano de Controle: Gerenciar e controlar o funcionamento do
          equipamento como um todo, incluindo os dois outros planos
       • Plano de Dados ou Packet Forwarding Engine (PFE): Hardware
          dedicado com a função de encaminhar ou filtrar o tráfego de
          acordo com a tabela de roteamento
       • Plano de Serviço: Extensão opcional do Plano de Dados que
          executa funções não nativas no PFE
    – Cada plano é executado em módulos de hardware instaláveis nos
      equipamentos Juniper


                                                                        17
Propostas Atuais
JunOS (Juniper)




• JunOS SDK
    – Funciona integrado ao Sistema Operacional de Rede JunOS
    – Provê APIs que permitem a incorporação de aplicações no JunOS
    – Uma vez implantados, as aplicações rodam nativamente nos
      equipamentos
    – Com o objetivo de evitar possíveis conflitos, a área de instalação dos
      módulos é controlada
       • São instalados em locais diferentes
       • Precisam de um ID fornecido pela Juniper extraído de um
         certificado assinado




                                                                               18
Propostas Atuais
IOS (CISCO)




• IOS (Internetwork Operating System)
   – Utilizado nos equipamentos da CISCO
   – Sistema operacional multitarefas que integra soluções de:
       • Roteamento
       • Switching
       • Interligação de redes (Internetworking)
       • Telecomunicações




                                                                 19
Propostas Atuais
IOS (CISCO)




• Cisco AON (Application-Oriented Networking)
   – Atua na camada de aplicação
   – Permite alterações no conteúdo dos pacotes
   – Exige equipamento dedicado (CADE – Cisco Application Deployment
     Engine)
   – Switches ou roteadores redirecionam o tráfego para o equipamento
     AON de maneira transparente, o qual aplica as políticas definidas
• Aplicações
   – Pode atuar como gateway entre empresas parceiras, tratando
     autenticação e autorização de acesso
   – Pode assumir papel de IDS, criar logs de ataques
   – Controlar qualidade de serviço, atribuindo prioridades

                                                                         20
Propostas Atuais
Click Modular Router




• Click Modular Router
   – Roteador baseado em software que implementa as funcionalidades de
     um roteador através de módulos
   – Os módulos podem ser escritos em C/C++
• Exemplo Contador de Pacotes




                                                                    21
Propostas Atuais
Click Modular Router




• Modos de operações
   – Kernel (alto desempenho para um roteador baseado em software)
   – UserLevel (nível de aplicação)
   – Simulação (módulo do NS-2 NSClick)
• Novos elementos podem ser desenvolvidos ou baixados da
  biblioteca de elementos prontos no site do Click
• Ferramenta gratuita e de código aberto
• Limitações
   – Não suporta migração de código e estado de execução
   – Carece de mecanismos que garantam seu funcionamento em caso de
     falha na rede


                                                                     22
Propostas Atuais
Openflow




• OpenFlow
   – Utiliza tabelas de fluxo internas e uma interface padronizada para
     adicionar e remover fluxos
   – Exige que os dispositivos de rede tenham suporte à OpenFlow
   – Utiliza modelo em camadas
      • Camada de controle
      • Camada de dados
   – Componentes
      • OpenFlow Switch/Router
      • Controlador
      • Protocolo



                                                                          23
Propostas Atuais
Openflow




                   [Brandon Heller, Srini Seetharaman]

                                             24
Propostas Atuais
Openflow




• Vantagens
   – Visão geral da topologia de rede
   – Por ser uma solução livre, pode reduzir os custos finais dos
     equipamentos
   – Segurança
   – Aplicações podem ser desenvolvidas em Java, C/C++ e Python
• Limitações
   – O controlador é um ponto de falha centralizado
   – Não suporta processamento por pacotes, apenas por fluxos
   – Escalabilidade limitada, devido à exigência de equipamentos de rede
     com suporte à OpenFlow



                                                                           25
Considerações Finais


• Propostas da comunidade científica
   – Recentemente, Agentes Móveis e OpenFlow têm sido foco de um
     grande número de pesquisas
   – As MIBs do DISMAN foram atualizadas diversas vezes ao longo da
     ultima década e muitos equipamentos oferecem suporte
   – A Script MIB permite a execução de scripts desenvolvidos em
     diferentes linguagens de programação, porém limita-se ao escopo do
     gerenciamento de redes
   – O OpenFlow possui a capacidade de separar os fluxos isolando as
     aplicações que compartilham os mesmos equipamentos
   – Porém, todas as tecnologias estudadas pecam na segurança, pois para
     executar os programas desenvolvidos nos dispositivos de rede, o
     administrador deverá fornecer acesso total aos equipamentos

                                                                      26
Considerações Finais


• Tecnologias disponíveis no mercado
   – Por serem soluções proprietárias, tanto o Cisco IOS quanto o JunOS
     SDK, possuem diversas semelhanças
       • Possuem otimizações e funcionam perfeitamente nos hardwares
         que oferecem suporte
       • Exigem equipamentos de um fabricante específico
       • Custo tanto dos equipamentos, quanto do suporte é elevado
   – O JunOS SDK destaca-se por limitar o que cada aplicação pode realizar,
     bem como a maneira como estas afetam o tráfego
   – O Click peca pela falta de mecanismos que garantam seu
     funcionamento em caso de falha na rede, bem como em relação a
     segurança


                                                                         27
Considerações Finais


• Tendências
   – OpenFlow
   – Apoio de diversas empresas
       • Google, IBM, Yahoo!, Juniper, CISCO, HP ... ONF (Open Networking
         Foundation)
   – Economia na compra de software de rede
   – Testbeds com suporte à OpenFlow: Ofelia, GENI
   – Ponto de falha central (controlador)
• Apesar de inserir “inteligência” nos dispositivos de rede, ainda
  são necessárias pesquisas para disponibilizar uma plataforma
  de rede programável pelo usuário final


                                                                        28
Status do Projeto


• Atividades concluídas
   – Estudo Teórico sobre virtualização e programabilidade de redes
• Atividades em desenvolvimento
   – Projeto de uma plataforma para programabilidade em redes
     virtualizadas
• Próximas atividades
   – Avaliação do projeto da plataforma – uma avaliação do design da
     plataforma será realizada por operadores de rede afim de aprimorar o
     projeto
   – Implementação – de posse de um projeto preliminar consistente com
     a opinião dos operadores, na etapa de implementação serão criados
     protótipos de roteadores e switches programáveis


                                                                       29
Status do Projeto


• Próximas atividades
   – Implantação/piloto – nesta etapa os protótipos desenvolvidos serão
     colocadas em um ambiente próximo ao ambiente de produção, de
     forma a analisar o comportamento da solução
   – Avaliação – a etapa de avaliação será de fato contínua e fornecerá
     resultados intermediários para que os desenvolvimentos nas etapas
     anteriores possam ser constantemente aprimorados




                                                                          30
Status do Projeto


• Pesquisas Ativas
   – Gustavo Bassil Heimovski (UFPR)
      Utilizando Redes Programáveis oferecer suporte à Anycast
   – Renato Pinheiro de Souza (UFRJ)
      Análise da influência na rede, ocasionada pela separação dos planos
      de controle e de dados em redes com suporte à OpenFlow
   – Ricardo Luis dos Santos (UFRGS)
      Desenvolver uma solução para programabilidade que habilite o
      desenvolvimento de serviços e aplicações sobre a rede núcleo
   – Wanderson Paim de Jesus (UFRGS)
      Desenvolver uma solução que permita disponibilizar para o cliente
      uma infraestrutura de rede virtual baseada em suas especificações


                                                                        31
ReVir
Programabilidade em Redes Virtualizadas




   Perguntas?
                              32

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Programabilidade em Redes Virtualizadas

  • 1. ReVir – Programabilidade em Redes Virtualizadas UFRGS Liane Maria Rockenbach Tarouco; Ricardo Luis dos Santos; Wanderson Paim de Jesus UFPR Elias P. Duarte Jr.; Gustavo Bassil Heimovski UFRJ Luci Pirmez; Renato Pinheiro de Souza Instituto de Informática – UFRGS
  • 2. Agenda • Introdução • Virtualização de Redes • Programabilidade de Redes - Propostas Históricas – Redes Ativas – Agentes Móveis – MIBs DISMAN • Programabilidade de Redes - Propostas Atuais – IOS (CISCO) – JunOS (Juniper) – Click – OpenFlow • Considerações Finais • Status do Projeto 2
  • 3. Introdução • Internet – É um dos principais alicerces da sociedade atual – Popularização dos serviços de Internet – Facilidade para implementação, aliado ao baixo custo das tecnologias • Serviços da Internet – Borda • O “valor” da Internet, para o usuário final, está principalmente nas bordas • Aplicações (DropBox, Skype, BitTorrent, Twitter) – Núcleo • Comunicação 3
  • 4. Introdução • Ossificação da Internet • Programabilidade de Redes – Foi concebida como uma forma para desenvolver novos serviços – É definida como a capacidade de um dispositivo de rede (e.g., um roteador) executar código no próprio dispositivo (LAZAR, 1997) • Várias propostas que encontraram uma grande resistência, por parte dos administradores de rede – Impacto de possíveis erros na aplicação de novas soluções – Erros podem causar indisponibilidade de serviços importantes – Equipamentos e soluções proprietárias dificultam a implementação – Sem padronização 4
  • 6. Virtualização de Redes • A virtualização de redes é vislumbrada como uma alternativa para experimentar e implementar novas funcionalidades sobre a rede de produção • Alguns dos principais benefícios da utilização da virtualização de redes – Isolamento – Flexibilidade e disponibilidade – Escalabilidade – Redução de custos – Segurança 6
  • 8. Virtualização de Redes • Soluções que permitem a virtualização de hosts – VMWare – VirtualBox – Xen – ... • Alguns exemplos de sistemas operacionais de dispositivos de rede que podem ser utilizados para virtualização de redes – Open vSwitch – OvS – Quagga – Vyatta – ... 8
  • 10. Propostas Históricas Redes Ativas • Redes Ativas – São caracterizadas pela possibilidade dos nós da rede realizarem alterações ou computações no conteúdo de um pacote – Propõe-se que dispositivos executem aplicações – Os apps podem ser enviados aos nós através da própria rede – Pacotes ativos precisam ser diferenciados dos pacotes comuns • Abordagens – Nós ativos – Pacotes ativos – Híbridas 10
  • 11. Propostas Históricas Redes Ativas • Algumas aplicações possíveis – Gerência de Redes • O monitoramento atual exige pooling • Com o crescimento das redes isso é um problema • Com Redes Ativas diversos centros de gerenciamento poderiam ser configurados, deslocando o ponto de decisão para perto do nó – Implementação de cache para beneficiar multicasting • Limitações – Segurança • Quais códigos podem ser executados? • Trade-off entre flexibilidade e segurança • Dependendo da solução seriam necessárias constantes atualizações nos nodos 11
  • 12. Propostas Históricas Agentes Móveis • Agentes Móveis – Agente trafega livremente entre os hosts da rede, decidindo seu destino e ações – Transfere tanto o código como o status anterior para o novo host, continuando sua execução de onde havia parado – Hosts devem estar preparados para executar os agentes móveis • Benefícios – Propõem mover o algoritmo para perto dos dados e não o contrário – Menor latência – Execução assíncrona e autônoma – Tolerância a falhas 12
  • 13. Propostas Históricas Agentes Móveis • Limitações – Exigem hosts compatíveis para execução dos agentes – Equipamentos heterogêneos espalhados pela Internet (diferentes capacidades de processamento e memória) – Segurança • Uma vez disparados os agentes móveis não dependem do dispositivo que os originou • Agente trafega livremente entre os hosts da rede, decidindo seu destino e ações • Como definir o que executar na rede? 13
  • 14. Propostas Históricas MIBs DISMAN • DISMAN (Distributed Management) – RFC 3165 (Script MIB) – RFC 2981 (Event MIB) – RFC 2982 (Expression MIB) – RFC 4560 (Remote Operations MIB) – RFC 3231 (Schedule MIB) 14
  • 15. Propostas Históricas MIBs DISMAN • Script MIB – Define um ambiente de execução que permite a criação de operações mais complexas codificadas em scripts – Além de permitir a manipulação dos scripts através de requisições SNMP, o ambiente de execução possibilita • A instalação de scripts nos nós da rede através de requisições SNMP • Escrita destes scripts em qualquer linguagem de programação, desde que esta seja suportada pelo ambiente de execução 15
  • 16. Propostas Históricas MIBs DISMAN • Permite a delegação de scripts para gerentes distribuídos fornecendo os seguintes atributos – Transferência de scripts para locais distribuídos (push ou pull) – Gerenciamento dos scripts (inicialização, suspensão, reinicialização e finalização) – Passagem de parâmetros – Monitoramento e controle dos scripts que estão em execução – Transferência para o gerente dos resultados produzidos • Limitações – Necessidade de liberar acesso de administrador para inserir códigos nos dispositivos – Escopo limitado ao Gerenciamento de Redes 16
  • 17. Propostas Atuais JunOS (Juniper) • JunOS – Baseado em FreeBSD – Está dividido em 3 camadas: Plano de Controle, Dados e Serviço • Plano de Controle: Gerenciar e controlar o funcionamento do equipamento como um todo, incluindo os dois outros planos • Plano de Dados ou Packet Forwarding Engine (PFE): Hardware dedicado com a função de encaminhar ou filtrar o tráfego de acordo com a tabela de roteamento • Plano de Serviço: Extensão opcional do Plano de Dados que executa funções não nativas no PFE – Cada plano é executado em módulos de hardware instaláveis nos equipamentos Juniper 17
  • 18. Propostas Atuais JunOS (Juniper) • JunOS SDK – Funciona integrado ao Sistema Operacional de Rede JunOS – Provê APIs que permitem a incorporação de aplicações no JunOS – Uma vez implantados, as aplicações rodam nativamente nos equipamentos – Com o objetivo de evitar possíveis conflitos, a área de instalação dos módulos é controlada • São instalados em locais diferentes • Precisam de um ID fornecido pela Juniper extraído de um certificado assinado 18
  • 19. Propostas Atuais IOS (CISCO) • IOS (Internetwork Operating System) – Utilizado nos equipamentos da CISCO – Sistema operacional multitarefas que integra soluções de: • Roteamento • Switching • Interligação de redes (Internetworking) • Telecomunicações 19
  • 20. Propostas Atuais IOS (CISCO) • Cisco AON (Application-Oriented Networking) – Atua na camada de aplicação – Permite alterações no conteúdo dos pacotes – Exige equipamento dedicado (CADE – Cisco Application Deployment Engine) – Switches ou roteadores redirecionam o tráfego para o equipamento AON de maneira transparente, o qual aplica as políticas definidas • Aplicações – Pode atuar como gateway entre empresas parceiras, tratando autenticação e autorização de acesso – Pode assumir papel de IDS, criar logs de ataques – Controlar qualidade de serviço, atribuindo prioridades 20
  • 21. Propostas Atuais Click Modular Router • Click Modular Router – Roteador baseado em software que implementa as funcionalidades de um roteador através de módulos – Os módulos podem ser escritos em C/C++ • Exemplo Contador de Pacotes 21
  • 22. Propostas Atuais Click Modular Router • Modos de operações – Kernel (alto desempenho para um roteador baseado em software) – UserLevel (nível de aplicação) – Simulação (módulo do NS-2 NSClick) • Novos elementos podem ser desenvolvidos ou baixados da biblioteca de elementos prontos no site do Click • Ferramenta gratuita e de código aberto • Limitações – Não suporta migração de código e estado de execução – Carece de mecanismos que garantam seu funcionamento em caso de falha na rede 22
  • 23. Propostas Atuais Openflow • OpenFlow – Utiliza tabelas de fluxo internas e uma interface padronizada para adicionar e remover fluxos – Exige que os dispositivos de rede tenham suporte à OpenFlow – Utiliza modelo em camadas • Camada de controle • Camada de dados – Componentes • OpenFlow Switch/Router • Controlador • Protocolo 23
  • 24. Propostas Atuais Openflow [Brandon Heller, Srini Seetharaman] 24
  • 25. Propostas Atuais Openflow • Vantagens – Visão geral da topologia de rede – Por ser uma solução livre, pode reduzir os custos finais dos equipamentos – Segurança – Aplicações podem ser desenvolvidas em Java, C/C++ e Python • Limitações – O controlador é um ponto de falha centralizado – Não suporta processamento por pacotes, apenas por fluxos – Escalabilidade limitada, devido à exigência de equipamentos de rede com suporte à OpenFlow 25
  • 26. Considerações Finais • Propostas da comunidade científica – Recentemente, Agentes Móveis e OpenFlow têm sido foco de um grande número de pesquisas – As MIBs do DISMAN foram atualizadas diversas vezes ao longo da ultima década e muitos equipamentos oferecem suporte – A Script MIB permite a execução de scripts desenvolvidos em diferentes linguagens de programação, porém limita-se ao escopo do gerenciamento de redes – O OpenFlow possui a capacidade de separar os fluxos isolando as aplicações que compartilham os mesmos equipamentos – Porém, todas as tecnologias estudadas pecam na segurança, pois para executar os programas desenvolvidos nos dispositivos de rede, o administrador deverá fornecer acesso total aos equipamentos 26
  • 27. Considerações Finais • Tecnologias disponíveis no mercado – Por serem soluções proprietárias, tanto o Cisco IOS quanto o JunOS SDK, possuem diversas semelhanças • Possuem otimizações e funcionam perfeitamente nos hardwares que oferecem suporte • Exigem equipamentos de um fabricante específico • Custo tanto dos equipamentos, quanto do suporte é elevado – O JunOS SDK destaca-se por limitar o que cada aplicação pode realizar, bem como a maneira como estas afetam o tráfego – O Click peca pela falta de mecanismos que garantam seu funcionamento em caso de falha na rede, bem como em relação a segurança 27
  • 28. Considerações Finais • Tendências – OpenFlow – Apoio de diversas empresas • Google, IBM, Yahoo!, Juniper, CISCO, HP ... ONF (Open Networking Foundation) – Economia na compra de software de rede – Testbeds com suporte à OpenFlow: Ofelia, GENI – Ponto de falha central (controlador) • Apesar de inserir “inteligência” nos dispositivos de rede, ainda são necessárias pesquisas para disponibilizar uma plataforma de rede programável pelo usuário final 28
  • 29. Status do Projeto • Atividades concluídas – Estudo Teórico sobre virtualização e programabilidade de redes • Atividades em desenvolvimento – Projeto de uma plataforma para programabilidade em redes virtualizadas • Próximas atividades – Avaliação do projeto da plataforma – uma avaliação do design da plataforma será realizada por operadores de rede afim de aprimorar o projeto – Implementação – de posse de um projeto preliminar consistente com a opinião dos operadores, na etapa de implementação serão criados protótipos de roteadores e switches programáveis 29
  • 30. Status do Projeto • Próximas atividades – Implantação/piloto – nesta etapa os protótipos desenvolvidos serão colocadas em um ambiente próximo ao ambiente de produção, de forma a analisar o comportamento da solução – Avaliação – a etapa de avaliação será de fato contínua e fornecerá resultados intermediários para que os desenvolvimentos nas etapas anteriores possam ser constantemente aprimorados 30
  • 31. Status do Projeto • Pesquisas Ativas – Gustavo Bassil Heimovski (UFPR) Utilizando Redes Programáveis oferecer suporte à Anycast – Renato Pinheiro de Souza (UFRJ) Análise da influência na rede, ocasionada pela separação dos planos de controle e de dados em redes com suporte à OpenFlow – Ricardo Luis dos Santos (UFRGS) Desenvolver uma solução para programabilidade que habilite o desenvolvimento de serviços e aplicações sobre a rede núcleo – Wanderson Paim de Jesus (UFRGS) Desenvolver uma solução que permita disponibilizar para o cliente uma infraestrutura de rede virtual baseada em suas especificações 31
  • 32. ReVir Programabilidade em Redes Virtualizadas Perguntas? 32