O autor descreve como a representação de Jesus na cruz evoluiu ao longo dos séculos, passando de uma cruz vazia para imagens cada vez mais realistas de sofrimento. No entanto, sempre se evitou mostrar Jesus completamente nu, escondendo sua circuncisão e identidade judaica. Esse "pequeno pedaço de pano" teria grandes consequências, levando a uma visão de Cristo como não-judeu e removendo a verdade última de seu sacrifício.