O documento discute a legalidade das contratações realizadas pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) frente aos concursos públicos realizados por universidades, como a Universidade Federal da Bahia (UFBA). Aponta que os concursos públicos já realizados devem ter prevalência sobre novas contratações, de acordo com a Constituição. Além disso, argumenta que a terceirização de serviços pela EBSERH não pode burlar os direitos dos candidatos aprovados nos concursos das universidades.