Como cultivar interações
com confiança
Um esforço para a sustentabilidade
dos sistemas interativos
@ Sónia Sousa, 2015 1
!
UAb
O Contexto
@ Sónia Sousa, 2015 2
• O papel dos sistemas informáticos na aprendizagem
– Ambientes de aprendizagem colaborativa suportados por
computador
• Computer Suported Collaborative Learning
– Plataformas de gestão da aprendizagem
• Learning Management Systems
– Ambientes de aprendizagem personalizada
• Personal Learning Environment
• Implicam mudanças de paradigmas de ensino e
aprendizagem.
UAb
O contexto
• Fazem surgir novas abordagens
– No uso dos espaços de informação e comunicação;
– Na partilha e participação; e
– Na interação em comunidade e em rede.
• Ou mudam a forma como...
– Encaramos o papel da tecnologia;
– Agimos em sociedade;
– Nos relacionamos em grupo ou individualmente;
– Partilhamos informação e conhecimento; e
– Aprendemos em contextos a distância.
@ Sónia Sousa, 2015 3UAb
O contexto
• Aumentando a relevância de elementos como:
– A construção social do conhecimento;
– Concepção de ações que fomentem...
• A predisposição para cooperar; e
• A participação dos seus atores na resolução de
problemas.
• Fazendo surgir no processo de ensino e
aprendizagem
– A centralidade do(s) aprendente(s);
– A especificidade do(s) contexto(s).
@ Sónia Sousa, 2015 4UAb
Porquê a confiança?
@ Sónia Sousa, 2015 5UAb
Objectivo
• Contribuir para
– A redução do insucesso na aprendizagem;
– A diminuição do abandono dos programas
educativos.
• Usar como alavanca para
– A promoção do sucesso;
– A participação efetiva.
• Diminuir o insucesso e o abandono.
@ Sónia Sousa, 2015 6UAb
Porquê a confiança?
• Porque é um fator estruturante de uma
relação, em contextos online esta
– Suporta atividades de partilha e colaboração;
– Incentiva a vontade de interagir e aprender em
rede;
– Facilita a adopção dos artefactos tecnológicos;
– Proporciona mais concentração nos conteúdos.
@ Sónia Sousa, 2015 7UAb
O problema
• O foco de ação...
– A relação entre confiança e os processos de
interação leva a
• Estimular a predisposição para a cooperação;
• Fomentar a intenção de partilha online.
@ Sónia Sousa, 2015 8UAb
Como…
• Primeiro:
– Estudamos a relação entre a confiança e as
comunidades de aprendizagem;
• Com o intuito de
– Perceber a confiança como uma construção
conceptual; e
– Estabelecer um modelo sociotécnico que
• Representa a relação entre a confiança e os sistemas
sociotécnicos.
@ Sónia Sousa, 2015 9UAb
Ainda em falta
• Transpor o conhecimento adquirido
– Da teoria para a prática
• Uma forma pragmática de cultivar interações com
confiança.
• Criar um procedimento adequado através de
– Estratégias de investigação que resultem no
• Desenho, implementação e avaliação dos instrumentos
facilitadores da partilha e da cooperação.
@ Sónia Sousa, 2015 10UAb
Objetivos do workshop
@ Sónia Sousa, 2015 11UAb
Pretende-se perceber...
• A confiança na experiência: utilização como
– Dimensão subjetiva;
– Mediação interpessoal.
• A apresentação de metodologias de suporte
ao desenvolvimento de software interativo
– Métodos de análise e avaliação de que ajudem a
encontrar práticas que incentivem
• A partilha; e
• A cooperação.
@ Sónia Sousa, 2015 12UAb
Terminamos
• Refletindo sobre novas abordagens de
desenho de interação que
– Permitam cultivar interações com confiança;
– Promovam atitudes de cooperação e partilha em
contextos de aprendizagem online e a distância.
@ Sónia Sousa, 2015 13UAb
1
14@ Sónia Sousa, 2015
O conceito confiança
UAb
O conceito confiança
• Difícil de se perceber ou definir...
• Não é um estado "estático" e
“restrito”.
• Assume... noções e abordagens
distintas difíceis de comparar.
• É um conceito intangível e dinâmico,
logo difícil de medir.
• Depende do contexto de análise.
@ Sónia Sousa, 2015 15
1
[O conceito]
UAb
O conceito confiança
• Uma noção interdisciplinar
– Sociologia, biologia social (e.g. Good, 1998; Dasgupta,
2000; Batenson, 1998).
– Economia, ciência política (e.g. Dasgupta, 2000;
Luhmann, 2000).
– Psicologia, ciências cognitivas (e.g. Bachrach and
Gambetta, 2001)
– Educação (e.g. Hoy and Tschannen-Moran, 2003).
– Ciência da computação (e.g. Mcknight, H., and Chervany,
N. L., 1996; Preece and Shneiderman, 2009).
@ Sónia Sousa, 2015 16
1
[O conceito]
UAb
O conceito confiança
• Os esforços incidem em perceber a confiança
como elemento facilitador
– Dos processos económicos e políticos;
– De atitudes cooperativas e de relacionamento
social; e
– Da criação de
• Protocolos de Segurança e privacidade.
@ Sónia Sousa, 2015 17
1
[O conceito]
UAb
O Modelo
Sociotécnico de Confiança
2
18@ Sónia Sousa, 2015
Como se
estabelece e
evolui a
confiança?
Modelo social e
comportamental
de confiança
Mapa conceptual
de confiança
Profunda revisão
da bibliografia
A confiança
e as interações
sociais online
Factores
predominantes
no processo de
interação
UAb
O Modelo
Sociotécnico de Confiança
2
19@ Sónia Sousa, 2015
Como se
relaciona?
A confiança
e processo de
partilha em
contextos abertos
Confiam nos
processos de
partilha abertos
com de certos
A confiança
e processo de
interação a
distância em
contextos
colaborativos
Confiança
suporta o
processo de
trabalho em
grupo
A confiança
e a privacidade
Maior noção de
privacidade maior
e a necessidade
de
UAb
Como se estabelece
• O processo de confiar depende
– Da vontade de acreditar que...
• Alguém ou algo se irá comportar de acordo com o
esperado; e
– De um entendimento claro e transparente
• Entre todos elementos envolvidos.
• As noções de confiança envolvem
– Uma implícita permissão e vontade das partes
envolvidas para se relacionarem.
@ Sónia Sousa, 2015 20
2
[O modelo]
UAb
• Em situações que decorrem
– De serviços prestados e/ou
– De interação em sociedade.
• Desenvolve-se em ambientes que beneficiem
os interesses
– Individuais e colectivos;
– Pessoais, do grupo, da comunidade.
21@ Sónia Sousa, 2015
Como se estabelece 2
[O modelo]
UAb
• Confiar é um elemento importante
– No relacionamento social
• Seja este entre pessoas, com um objecto ou um
sistema.
– No desenvolvimento comunitário,
– No desenvolvimento de capital social;
– Na necessidade de partilhar e aprender; e
– No uso da tecnologia.
22@ Sónia Sousa, 2015
Como se estabelece 2
[O modelo]
UAb
Confiança
• Confiar é uma atitude
– Facilitadora da interação entre os intervenientes;
• Confiar reflete uma predisposição para
acreditar
– Nos membros da rede;
– Nos conteúdos disponíveis;
– Nas atividades proporcionadas; ou
– Nos artefactos tecnológicos.
@ Sónia Sousa, 2015 23
take into account
Predisposition to
trust
TRUST
results from
a process
2
[O modelo]
UAb
Confiança
• Indica a predisposição para acreditar que
certa
– Pessoa, tecnologia ou espaço de interação é
confiável.
• Como a assumimos? Tentamos equilibrar
– Compromissos individuais com benefícios e riscos
que advêm do processo de relacionamento.
@ Sónia Sousa, 2015 24
2
[O modelo]
UAb
Como o fazemos…
• Observamos certos “sinais” que nos levam
– A acreditar que certa pessoa, tecnologia ou
espaço de interação é confiável;
– A reconhecer os indicadores.
@ Sónia Sousa, 2015 25
Motivação
Disposição
Expectativas
Competência
Previsibilidade
Percepção racional
Reciprocity
Benovelence
Honesty
Percepção
emocional
2
[O modelo]
UAb
Predisposição para
confiar
Competência
Previsibilidade
Reciprocity
Benovelence
Honesty
Motivação
Disposição
Expectativas
Percepção racional
Percepção
emocional
Relacionar
Contribuí
Contribuí
Compromisso
Intenções
Predisposição para Cooperar
Predisposição para se relacionar
Comportamentos
Compromisso
Indicadores Crenças Intenções Atitude 26
2
[O modelo]
UAb @ Sónia Sousa, 2015
@ Sónia Sousa, 2015 27
Trust
Agent
Trustee
& trustor
Individuo
Object Tool
Website
Pre-requisite
predisposition
to trust
Context
Timeframe
Willingness to
depend
Facets
Trust
predisposition
Intentions to
relate
Reciprocate
Competency
Benovelence
Predictability
Honesty
Decisions
Trust or not
Attitudes
Intentions/
beliefs
Behaviours
Like
includes
can be represented by
Like
in another
in a specific
Situated in
has
includes
has
includes
to
taking into account
influence
influences
1
[O conceito]
UAb
Indicadores
• Expectativas
– Incentivar ou motivar
• Representa capacidade de acreditar (mesmo em
condições de vulnerabilidade e dependência) que certa
pessoa ou artefacto tecnológico tem a capacidade de
realizar as ações esperadas.
– Fomentar a disposição para interagir
• Reflete vontade de usar determinado artefacto para
execução de uma determinada ação (após
considerando o riscos e incentivos).
@ Sónia Sousa, 2015 28UAb
Indicadores
• Percepção racional
– Competência
• Viabiliza ações que demonstram a eficácia e eficiência
do artefacto tecnológico como meio de mediação.
– Previsibilidade
• É a capacidade de prever o comportamento de um
artefacto digital.
@ Sónia Sousa, 2015 29UAb
Indicadores
• Percepção emocional
– Benevolência
• Reflete a necessidade de perceber se a maioria das pessoas
com quem interagimos partilham comportamentos e valores
semelhantes.
– Reciprocidade
• Representa a necessidade de, ao nos sentirmos parte de um
grupo, nos sentirmos estimulados pela ação de fazer algo
com retribuição.
– Honestidade
• Reflete uma qualidade que diminui a apreensão/medo da
possibilidade de ser enganado.
@ Sónia Sousa, 2015 30UAb
Software interativo
Metodologias de suporte ao
desenvolvimento
@ Sónia Sousa, 2015 31UAb
O Desafio na concepção de SW…
• Está na interdisciplinaridade do conceito.
– Duas abordagens distintas:
• Abordagem operacional
– associada a uma análise de risco;
• Abordagem social/cognitiva
– Associada à qualidade individual.
• Apesar das 2 abordagens parecerem distintas
estas complementam-se
– Sistemas sociotécnicos.
@ Sónia Sousa, 2015 32UAb
O Desafio…
• Tendência para
– Associar a confiança como uma dimensão
puramente técnica
• Ignorando a componente social dos sistemas.
– Ignorar a noção de confiança como dimensão
subjetiva
• Associando-a à Interação Humano computador (HCI)
que
– Fomenta experiências de utilização positivas; e
– Incentiva a mediação interpessoal.
@ Sónia Sousa, 2015 33UAb
Interação Humano computador
• Interação Humano computador
– Ou interação homem-computador
– Estuda metodologias de concepção de SW que:
• Facilitam a mediação entre o humano e a tecnologia;
• Facilitam a mediação interpessoal;
• Proporcionam experiências de utilização positivas e
usáveis, isto é, a usabilidade.
@ Sónia Sousa, 2015 34UAb
A mais valia da confiança…
• Confiar é um elemento que reforça segurança
Só acontece se percebermos certo objecto ou
pessoa como confiável; infelizmente isso nem
sempre acontece pois os SW não são desenhados
com o intuito de fomentar a confiança nos
utilizadores mas sim para
• Tornar a tecnologia mais segura; e/ou
• Aumentar a sua privacidade.
@ Sónia Sousa, 2015 35UAb
Complemento social
• Conceber ferramentas que
– Cultivem interações com confiança;
– Incentivem os seus utilizadores a acreditar que
certo objecto ou pessoa é confiável.
@ Sónia Sousa, 2015 36UAb
Metodologias
@ Sónia Sousa, 2015 37
Driving questions
Motivation Willingness Predictability Competency Reciprocity Honesty Benovelence Ranking
Feauture 1 1 1 1 1 1 1 1 7
Feauture 2 1 1 1 1 1 1 1 7
Feauture 3 1 1 1 1 1 1 1 7
Feauture 4 1 1 1 1 1 1 1 7
Feauture 5 1 1 1 1 1 1 1 7
Feauture 6 1 1 1 1 1 1 1 7
Feauture 7 1 1 1 1 1 1 1 7
Feauture 8 1 1 1 1 1 1 1 7
Feauture 9 1 1 1 1 1 1 1 7
What features support the user's
belief in the integrity of the system
and its users?
What features support the
user's confidence in
someone or something to
perform a particular desired
action?
What supports user's
believes that the
system features will
benefit them?
UAb
Metodologias
@ Sónia Sousa, 2015 38
Driving questions Ob Qualities ReDesign proposal 1 ReDesign proposal 2
Motivation
Searching is easy
providing clear motivation hints on
why to choose the tool
Willingness Fostering incentive to
use
providing clear motivation hints
what user's gain by using it
user support sharing
mechanisms
enable incentive to trial and
service exploration
Competency Easy of use, aesthetics help guidelines
Simple activity guidings
Predictability
coherent design
Honesty circle of trust similar interests group
Reciprocity
recommender system
small support group communities.
Enabling friend
Benevolency
forgiveness feature
promote kindness/goodwill
mechanisms through emotion
"buttons"
What supports user's
believes that the system
features will benefit them?
What features support the
user's confidence in
someone or something to
perform a particular desired
What features support the
user's belief in the integrity
of the system and its
users?
UAb
Metodologias
• Heurísticas
– Semelhante às criadas por Jakob Nielsen
• 10 Heuristics for User Interface Design
@ Sónia Sousa, 2015 39UAb
Metodologias
• Persona (5 minutos)
– Para escolher um estudante tipo
• Pensa em duas ou três características:
– a tecnologia que usa;
– as preferências que manifesta;
– os seus padrões de aprendizagem.
– Para escolher um tópico, lição ou tema
• Pesquisa, seleciona e partilha recursos na internet.
@ Sónia Sousa, 2015 40UAb
@ Sónia Sousa, 2015 41UAb
Recursos
• Value creation through trust in technologically-
mediated social participation.
– Technology, Innovation and Education, 1 - 9.
• Cultivar interações confiáveis.
– CISTI 2014 - 9th Iberian Conference on Information
Systems and Technologies. I.E.E.E. Press, 2014.
• Blog:
– https://humancomputertrust.wordpress.com
• Artigos
– https://www.researchgate.net/profile/Sonia_Sousa6
@ Sónia Sousa, 2015 42UAb

Trust workshop

  • 1.
    Como cultivar interações comconfiança Um esforço para a sustentabilidade dos sistemas interativos @ Sónia Sousa, 2015 1 ! UAb
  • 2.
    O Contexto @ SóniaSousa, 2015 2 • O papel dos sistemas informáticos na aprendizagem – Ambientes de aprendizagem colaborativa suportados por computador • Computer Suported Collaborative Learning – Plataformas de gestão da aprendizagem • Learning Management Systems – Ambientes de aprendizagem personalizada • Personal Learning Environment • Implicam mudanças de paradigmas de ensino e aprendizagem. UAb
  • 3.
    O contexto • Fazemsurgir novas abordagens – No uso dos espaços de informação e comunicação; – Na partilha e participação; e – Na interação em comunidade e em rede. • Ou mudam a forma como... – Encaramos o papel da tecnologia; – Agimos em sociedade; – Nos relacionamos em grupo ou individualmente; – Partilhamos informação e conhecimento; e – Aprendemos em contextos a distância. @ Sónia Sousa, 2015 3UAb
  • 4.
    O contexto • Aumentandoa relevância de elementos como: – A construção social do conhecimento; – Concepção de ações que fomentem... • A predisposição para cooperar; e • A participação dos seus atores na resolução de problemas. • Fazendo surgir no processo de ensino e aprendizagem – A centralidade do(s) aprendente(s); – A especificidade do(s) contexto(s). @ Sónia Sousa, 2015 4UAb
  • 5.
    Porquê a confiança? @Sónia Sousa, 2015 5UAb
  • 6.
    Objectivo • Contribuir para –A redução do insucesso na aprendizagem; – A diminuição do abandono dos programas educativos. • Usar como alavanca para – A promoção do sucesso; – A participação efetiva. • Diminuir o insucesso e o abandono. @ Sónia Sousa, 2015 6UAb
  • 7.
    Porquê a confiança? •Porque é um fator estruturante de uma relação, em contextos online esta – Suporta atividades de partilha e colaboração; – Incentiva a vontade de interagir e aprender em rede; – Facilita a adopção dos artefactos tecnológicos; – Proporciona mais concentração nos conteúdos. @ Sónia Sousa, 2015 7UAb
  • 8.
    O problema • Ofoco de ação... – A relação entre confiança e os processos de interação leva a • Estimular a predisposição para a cooperação; • Fomentar a intenção de partilha online. @ Sónia Sousa, 2015 8UAb
  • 9.
    Como… • Primeiro: – Estudamosa relação entre a confiança e as comunidades de aprendizagem; • Com o intuito de – Perceber a confiança como uma construção conceptual; e – Estabelecer um modelo sociotécnico que • Representa a relação entre a confiança e os sistemas sociotécnicos. @ Sónia Sousa, 2015 9UAb
  • 10.
    Ainda em falta •Transpor o conhecimento adquirido – Da teoria para a prática • Uma forma pragmática de cultivar interações com confiança. • Criar um procedimento adequado através de – Estratégias de investigação que resultem no • Desenho, implementação e avaliação dos instrumentos facilitadores da partilha e da cooperação. @ Sónia Sousa, 2015 10UAb
  • 11.
    Objetivos do workshop @Sónia Sousa, 2015 11UAb
  • 12.
    Pretende-se perceber... • Aconfiança na experiência: utilização como – Dimensão subjetiva; – Mediação interpessoal. • A apresentação de metodologias de suporte ao desenvolvimento de software interativo – Métodos de análise e avaliação de que ajudem a encontrar práticas que incentivem • A partilha; e • A cooperação. @ Sónia Sousa, 2015 12UAb
  • 13.
    Terminamos • Refletindo sobrenovas abordagens de desenho de interação que – Permitam cultivar interações com confiança; – Promovam atitudes de cooperação e partilha em contextos de aprendizagem online e a distância. @ Sónia Sousa, 2015 13UAb
  • 14.
    1 14@ Sónia Sousa,2015 O conceito confiança UAb
  • 15.
    O conceito confiança •Difícil de se perceber ou definir... • Não é um estado "estático" e “restrito”. • Assume... noções e abordagens distintas difíceis de comparar. • É um conceito intangível e dinâmico, logo difícil de medir. • Depende do contexto de análise. @ Sónia Sousa, 2015 15 1 [O conceito] UAb
  • 16.
    O conceito confiança •Uma noção interdisciplinar – Sociologia, biologia social (e.g. Good, 1998; Dasgupta, 2000; Batenson, 1998). – Economia, ciência política (e.g. Dasgupta, 2000; Luhmann, 2000). – Psicologia, ciências cognitivas (e.g. Bachrach and Gambetta, 2001) – Educação (e.g. Hoy and Tschannen-Moran, 2003). – Ciência da computação (e.g. Mcknight, H., and Chervany, N. L., 1996; Preece and Shneiderman, 2009). @ Sónia Sousa, 2015 16 1 [O conceito] UAb
  • 17.
    O conceito confiança •Os esforços incidem em perceber a confiança como elemento facilitador – Dos processos económicos e políticos; – De atitudes cooperativas e de relacionamento social; e – Da criação de • Protocolos de Segurança e privacidade. @ Sónia Sousa, 2015 17 1 [O conceito] UAb
  • 18.
    O Modelo Sociotécnico deConfiança 2 18@ Sónia Sousa, 2015 Como se estabelece e evolui a confiança? Modelo social e comportamental de confiança Mapa conceptual de confiança Profunda revisão da bibliografia A confiança e as interações sociais online Factores predominantes no processo de interação UAb
  • 19.
    O Modelo Sociotécnico deConfiança 2 19@ Sónia Sousa, 2015 Como se relaciona? A confiança e processo de partilha em contextos abertos Confiam nos processos de partilha abertos com de certos A confiança e processo de interação a distância em contextos colaborativos Confiança suporta o processo de trabalho em grupo A confiança e a privacidade Maior noção de privacidade maior e a necessidade de UAb
  • 20.
    Como se estabelece •O processo de confiar depende – Da vontade de acreditar que... • Alguém ou algo se irá comportar de acordo com o esperado; e – De um entendimento claro e transparente • Entre todos elementos envolvidos. • As noções de confiança envolvem – Uma implícita permissão e vontade das partes envolvidas para se relacionarem. @ Sónia Sousa, 2015 20 2 [O modelo] UAb
  • 21.
    • Em situaçõesque decorrem – De serviços prestados e/ou – De interação em sociedade. • Desenvolve-se em ambientes que beneficiem os interesses – Individuais e colectivos; – Pessoais, do grupo, da comunidade. 21@ Sónia Sousa, 2015 Como se estabelece 2 [O modelo] UAb
  • 22.
    • Confiar éum elemento importante – No relacionamento social • Seja este entre pessoas, com um objecto ou um sistema. – No desenvolvimento comunitário, – No desenvolvimento de capital social; – Na necessidade de partilhar e aprender; e – No uso da tecnologia. 22@ Sónia Sousa, 2015 Como se estabelece 2 [O modelo] UAb
  • 23.
    Confiança • Confiar éuma atitude – Facilitadora da interação entre os intervenientes; • Confiar reflete uma predisposição para acreditar – Nos membros da rede; – Nos conteúdos disponíveis; – Nas atividades proporcionadas; ou – Nos artefactos tecnológicos. @ Sónia Sousa, 2015 23 take into account Predisposition to trust TRUST results from a process 2 [O modelo] UAb
  • 24.
    Confiança • Indica apredisposição para acreditar que certa – Pessoa, tecnologia ou espaço de interação é confiável. • Como a assumimos? Tentamos equilibrar – Compromissos individuais com benefícios e riscos que advêm do processo de relacionamento. @ Sónia Sousa, 2015 24 2 [O modelo] UAb
  • 25.
    Como o fazemos… •Observamos certos “sinais” que nos levam – A acreditar que certa pessoa, tecnologia ou espaço de interação é confiável; – A reconhecer os indicadores. @ Sónia Sousa, 2015 25 Motivação Disposição Expectativas Competência Previsibilidade Percepção racional Reciprocity Benovelence Honesty Percepção emocional 2 [O modelo] UAb
  • 26.
  • 27.
    @ Sónia Sousa,2015 27 Trust Agent Trustee & trustor Individuo Object Tool Website Pre-requisite predisposition to trust Context Timeframe Willingness to depend Facets Trust predisposition Intentions to relate Reciprocate Competency Benovelence Predictability Honesty Decisions Trust or not Attitudes Intentions/ beliefs Behaviours Like includes can be represented by Like in another in a specific Situated in has includes has includes to taking into account influence influences 1 [O conceito] UAb
  • 28.
    Indicadores • Expectativas – Incentivarou motivar • Representa capacidade de acreditar (mesmo em condições de vulnerabilidade e dependência) que certa pessoa ou artefacto tecnológico tem a capacidade de realizar as ações esperadas. – Fomentar a disposição para interagir • Reflete vontade de usar determinado artefacto para execução de uma determinada ação (após considerando o riscos e incentivos). @ Sónia Sousa, 2015 28UAb
  • 29.
    Indicadores • Percepção racional –Competência • Viabiliza ações que demonstram a eficácia e eficiência do artefacto tecnológico como meio de mediação. – Previsibilidade • É a capacidade de prever o comportamento de um artefacto digital. @ Sónia Sousa, 2015 29UAb
  • 30.
    Indicadores • Percepção emocional –Benevolência • Reflete a necessidade de perceber se a maioria das pessoas com quem interagimos partilham comportamentos e valores semelhantes. – Reciprocidade • Representa a necessidade de, ao nos sentirmos parte de um grupo, nos sentirmos estimulados pela ação de fazer algo com retribuição. – Honestidade • Reflete uma qualidade que diminui a apreensão/medo da possibilidade de ser enganado. @ Sónia Sousa, 2015 30UAb
  • 31.
    Software interativo Metodologias desuporte ao desenvolvimento @ Sónia Sousa, 2015 31UAb
  • 32.
    O Desafio naconcepção de SW… • Está na interdisciplinaridade do conceito. – Duas abordagens distintas: • Abordagem operacional – associada a uma análise de risco; • Abordagem social/cognitiva – Associada à qualidade individual. • Apesar das 2 abordagens parecerem distintas estas complementam-se – Sistemas sociotécnicos. @ Sónia Sousa, 2015 32UAb
  • 33.
    O Desafio… • Tendênciapara – Associar a confiança como uma dimensão puramente técnica • Ignorando a componente social dos sistemas. – Ignorar a noção de confiança como dimensão subjetiva • Associando-a à Interação Humano computador (HCI) que – Fomenta experiências de utilização positivas; e – Incentiva a mediação interpessoal. @ Sónia Sousa, 2015 33UAb
  • 34.
    Interação Humano computador •Interação Humano computador – Ou interação homem-computador – Estuda metodologias de concepção de SW que: • Facilitam a mediação entre o humano e a tecnologia; • Facilitam a mediação interpessoal; • Proporcionam experiências de utilização positivas e usáveis, isto é, a usabilidade. @ Sónia Sousa, 2015 34UAb
  • 35.
    A mais valiada confiança… • Confiar é um elemento que reforça segurança Só acontece se percebermos certo objecto ou pessoa como confiável; infelizmente isso nem sempre acontece pois os SW não são desenhados com o intuito de fomentar a confiança nos utilizadores mas sim para • Tornar a tecnologia mais segura; e/ou • Aumentar a sua privacidade. @ Sónia Sousa, 2015 35UAb
  • 36.
    Complemento social • Conceberferramentas que – Cultivem interações com confiança; – Incentivem os seus utilizadores a acreditar que certo objecto ou pessoa é confiável. @ Sónia Sousa, 2015 36UAb
  • 37.
    Metodologias @ Sónia Sousa,2015 37 Driving questions Motivation Willingness Predictability Competency Reciprocity Honesty Benovelence Ranking Feauture 1 1 1 1 1 1 1 1 7 Feauture 2 1 1 1 1 1 1 1 7 Feauture 3 1 1 1 1 1 1 1 7 Feauture 4 1 1 1 1 1 1 1 7 Feauture 5 1 1 1 1 1 1 1 7 Feauture 6 1 1 1 1 1 1 1 7 Feauture 7 1 1 1 1 1 1 1 7 Feauture 8 1 1 1 1 1 1 1 7 Feauture 9 1 1 1 1 1 1 1 7 What features support the user's belief in the integrity of the system and its users? What features support the user's confidence in someone or something to perform a particular desired action? What supports user's believes that the system features will benefit them? UAb
  • 38.
    Metodologias @ Sónia Sousa,2015 38 Driving questions Ob Qualities ReDesign proposal 1 ReDesign proposal 2 Motivation Searching is easy providing clear motivation hints on why to choose the tool Willingness Fostering incentive to use providing clear motivation hints what user's gain by using it user support sharing mechanisms enable incentive to trial and service exploration Competency Easy of use, aesthetics help guidelines Simple activity guidings Predictability coherent design Honesty circle of trust similar interests group Reciprocity recommender system small support group communities. Enabling friend Benevolency forgiveness feature promote kindness/goodwill mechanisms through emotion "buttons" What supports user's believes that the system features will benefit them? What features support the user's confidence in someone or something to perform a particular desired What features support the user's belief in the integrity of the system and its users? UAb
  • 39.
    Metodologias • Heurísticas – Semelhanteàs criadas por Jakob Nielsen • 10 Heuristics for User Interface Design @ Sónia Sousa, 2015 39UAb
  • 40.
    Metodologias • Persona (5minutos) – Para escolher um estudante tipo • Pensa em duas ou três características: – a tecnologia que usa; – as preferências que manifesta; – os seus padrões de aprendizagem. – Para escolher um tópico, lição ou tema • Pesquisa, seleciona e partilha recursos na internet. @ Sónia Sousa, 2015 40UAb
  • 41.
    @ Sónia Sousa,2015 41UAb
  • 42.
    Recursos • Value creationthrough trust in technologically- mediated social participation. – Technology, Innovation and Education, 1 - 9. • Cultivar interações confiáveis. – CISTI 2014 - 9th Iberian Conference on Information Systems and Technologies. I.E.E.E. Press, 2014. • Blog: – https://humancomputertrust.wordpress.com • Artigos – https://www.researchgate.net/profile/Sonia_Sousa6 @ Sónia Sousa, 2015 42UAb