AVE ACIDENTE VASCULAS
ENCEFÁLICO
NOMES:
CURSO: MODULO:
DISCIPLINA:
PROFESSOR:
ESBOÇO DA APRESENTAÇÃO
INTRODUÇÃO TRATAMENTO
CONCEITO PRESCRIÇÃO
TIPOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM
SINAIS E SINTOMAS PERGUNTAS PARA SALA
FATORES PREDISPONENTES FONTE DA PESQUISA
1 6
2 7
3 8
4 9
5 10
INTRODUÇAO
O acidente vascular encefálico (AVE) é uma síndrome neurológica complexa envolvendo
anormalidade usualmente súbita do funcionamento cerebral decorrente de uma interrupção
da circulação cerebral ou de hemorragia.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o AVE é a segunda principal causa
de morte no mundo, ocorrendo predominantemente em adultos de meia idade e idosos. Em
2005, a doença foi responsável por 5,7 milhões de mortes em todo mundo, equivalendo a
9,9% de todas as mortes. A maioria dessas mortes ocorreu em habitantes de países de baixa e
média renda e 2/3 ocorreram em pessoas acima de 70 anos de idade. No Brasil, atualmente,
constitui a principal causa de morte, sendo responsável por mais de 90mil óbitos/ano,
considerada a maior taxa da América Latina. Além da elevada mortalidade, é uma doença
altamente incapacitante, sendo responsável por seqüelas motoras, de fala e de deglutição.
O encéfalo é vascularizado pelos sistemas carotídeo interno e vértebro-basilar. Após penetrar no
encéfalo pelo canal carotídeo do osso temporal, a artéria carótida interna atravessa o seio
cavernoso e emite dois ramos terminais (artéria cerebral anterior e artéria cerebral média) e
quatro ramos colaterais (artérias oftálmica, hipofisária, coróidea anterior e comunicante
posterior). As duas artérias cerebrais anteriores estão interligadas pela artéria comunicante
anterior no polígono de Willys, um sistema arterial anostomótico na base do encéfalo formado
pelos ramos da artéria carótida interna e vertebral. Já as artérias vertebrais penetram no
encéfalo através do forame magno, seguem pela porção anterior do bulbo e do sulco bulbo-
pontino e unem-se para formar a 2 artéria basilar. As artérias vertebrais originam também as
artérias cerebelares inferiores posteriores e a basilar origina as artérias cerebelares superiores e
cerebelares inferiores anteriores e a artéria do labirinto. A artéria basilar forma ainda as duas
artérias cerebrais posteriores, que se ligam à carótida interna através das comunicantes
posteriores
CONCEITO
O Acidente Vascular Encefálico (AVE) e o Acidente Vascular Cerebral (AVC) são termos usados
para a mesma coisa, referindo-se a uma doença que ocorre quando os vasos sanguíneos que
levam sangue ao cérebro se rompem ou entopem.
O AVE é uma síndrome neurológica que provoca uma anormalidade no funcionamento
cerebral, que pode ser súbita, devido a uma hemorragia ou interrupção da circulação cerebral.
Os sintomas do AVC podem ser únicos ou combinados e se iniciam de forma súbita. Um dos
sintomas é a diminuição ou perda súbita da força em um lado do corpo, na face, braço ou
perna
TIPOS DE AVC
• AVC isquêmico
É o tipo mais comum de AVC, responsável por 85% dos casos. Ocorre quando há
obstrução ou redução do fluxo sanguíneo no cérebro, devido a um coágulo sanguíneo ou
ao estreitamento dos vasos sanguíneos.
• AVC hemorrágico
Ocorre quando um vaso sanguíneo se rompe e extravasa sangue para o cérebro. Este tipo
de AVC está mais associado à hipertensão arterial
CAUSAS
AVC HEMORRAGICO
O AVC hemorrágico tem como causa, principalmente, a pressão alta descontrolada e a
ruptura de um aneurisma. No entanto, também pode ser provocado por outros fatores,
como:
• Hemofilia ou outros distúrbios coagulação do sangue;
• Ferimentos na cabeça ou no pescoço;
• Tratamento com radiação para câncer no pescoço ou cérebro;
• Arritmias cardíacas;
• Doenças das válvulas cardíacas;
• Defeitos cardíacos congênitos;
• Vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos), que pode ser provocada por infecções a
partir de doenças como sífilis, doença de Lyme, vasculite e tuberculose;
• Insuficiência cardíaca;
• Infarto agudo do miocárdio.
CAUSAS
AVC Isquêmico
O AVC isquêmico se divide em quatro subgrupos, com causas distintas:
• AVC isquêmico aterotrombótico: provocado por doença que causa formação de
placas nos vasos sanguíneos maiores (aterosclerose), provocando a oclusão do
vaso sanguíneo ou formação de êmbolos.
• AVC isquêmico cardioembólico: ocorre quando o êmbolo causador do derrame
parte do coração.
• AVC isquêmico de outra etiologia: é mais comum em pessoas jovens e pode estar
relacionado a distúrbios de coagulação no sangue.
• AVC isquêmico criptogênico: ocorre quando a causa do AVC isquêmico não foi
identificada, mesmo após investigação detalhada pela equipe médica.
SINAIS E SINTOMAS
Existem alguns sinais que o corpo dá que ajudam a reconhecer um Acidente Vascular
Cerebral. Os principais sinais de alerta para qualquer tipo de AVC são:
• fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um
lado do corpo;
• confusão mental;
• alteração da fala ou compreensão;
• alteração na visão (em um ou ambos os olhos);
• alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar;
• dor de cabeça súbita, intensa, sem causa aparente
FATORES PREDISPONENTES
• Hipertensão;
• Diabetes tipo 2;
• Colesterol alto;
• Sobrepeso;
• Obesidade;
• Tabagismo;
• Uso excessivo de álcool;
• Idade avançada;
• Sedentarismo;
• Uso de drogas ilícitas;
• Histórico familiar;
• Ser do sexo masculino.
TRATAMENTOS
Controle da hemorragia
Se houver hemorragia, é preciso controlá-la e aliviar a pressão no cérebro.
Medicamentos para pressão arterial
Depois de controlar a hemorragia, são administrados medicamentos para controlar a pressão arterial.
Cirurgia
Se a hemorragia estiver descontrolada, pode ser necessária uma cirurgia para reparar o
vaso sanguíneo.
Trombólise
No caso de AVC isquêmico, pode ser possível tratar com medicamentos trombolíticos nas primeiras 4
a 5 horas após o início dos sintomas.
Ácido acetilsalicílico
Pode ser prescrito como prevenção secundária, independentemente da indicação de trombólise.
O tratamento do AVC é feito nos Centros de Atendimento de Urgência, que são os
estabelecimentos hospitalares que desempenham o papel de referência para
atendimento aos pacientes com AVC. Essas unidades de saúde disponibilizam e realizam
o procedimento com o uso de trombolítico, conforme Protocolo Clínico e Diretrizes
Terapêuticas (PCDT) específico.
A reabilitação pode ser feita nos Centros Especializados em Reabilitação (CERS). A melhor
forma de tratamento, atendimento e reabilitação, que podem contar inclusive com
medicamentos, devem ser prescritos por médico profissional e especialista, conforme
cada caso
PRESCRIÇÃO
Manter o paciente em jejum por 24 horas pelo risco de hemorragia e necessidade
de intervenção cirúrgica de urgência j. Não passar sonda nasoentérica nas
primeiras 24 horas k. Não realizar cateterização venosa central ou punção arterial
nas primeiras 24 horas l. Não passar sonda vesical.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
Os cuidados de enfermagem com pacientes com AVC podem ser divididos em
diferentes etapas, desde o atendimento pré-hospitalar até a reabilitação:
Atendimento pré-hospitalar
É importante identificar e avaliar rapidamente o paciente, e transportá-lo o mais
rápido possível para uma unidade de saúde que possa oferecer o tratamento
adequado.
Internação
Na fase de internação, é importante sistematizar a assistência, usando escalas de
avaliação neurológica e de déficits motores e sensoriais.
Reabilitação
Na unidade de reabilitação, o enfermeiro deve buscar a independência do paciente,
prevenir novos episódios de AVC e outras morbidades.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM
Alguns cuidados de enfermagem com pacientes com AVC incluem:
Controlar a postura do paciente, usando coxins, almofadas, travesseiros e órteses.
Avaliar o nível de consciência, a reação pupilar e as reações motoras do paciente
.
Observar e anotar os sinais vitais do paciente.
Esclarecer o cuidador sobre a continuidade da assistência em domicílio
PERGUNTAS PARA SALA
1
2
FONTE DAEPESQUISA
https://neurosinapse.med.br/ave-derrame-cerebral#:~:text=O%20que
%20%C3%A9%3F,que%20ficou%20sem%20circula%C3%A7%C3%A3o%20san
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/avc

Trabalho de AVC para técnicos de enfermagem

  • 1.
  • 2.
    ESBOÇO DA APRESENTAÇÃO INTRODUÇÃOTRATAMENTO CONCEITO PRESCRIÇÃO TIPOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM SINAIS E SINTOMAS PERGUNTAS PARA SALA FATORES PREDISPONENTES FONTE DA PESQUISA 1 6 2 7 3 8 4 9 5 10
  • 3.
    INTRODUÇAO O acidente vascularencefálico (AVE) é uma síndrome neurológica complexa envolvendo anormalidade usualmente súbita do funcionamento cerebral decorrente de uma interrupção da circulação cerebral ou de hemorragia. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o AVE é a segunda principal causa de morte no mundo, ocorrendo predominantemente em adultos de meia idade e idosos. Em 2005, a doença foi responsável por 5,7 milhões de mortes em todo mundo, equivalendo a 9,9% de todas as mortes. A maioria dessas mortes ocorreu em habitantes de países de baixa e média renda e 2/3 ocorreram em pessoas acima de 70 anos de idade. No Brasil, atualmente, constitui a principal causa de morte, sendo responsável por mais de 90mil óbitos/ano, considerada a maior taxa da América Latina. Além da elevada mortalidade, é uma doença altamente incapacitante, sendo responsável por seqüelas motoras, de fala e de deglutição.
  • 4.
    O encéfalo évascularizado pelos sistemas carotídeo interno e vértebro-basilar. Após penetrar no encéfalo pelo canal carotídeo do osso temporal, a artéria carótida interna atravessa o seio cavernoso e emite dois ramos terminais (artéria cerebral anterior e artéria cerebral média) e quatro ramos colaterais (artérias oftálmica, hipofisária, coróidea anterior e comunicante posterior). As duas artérias cerebrais anteriores estão interligadas pela artéria comunicante anterior no polígono de Willys, um sistema arterial anostomótico na base do encéfalo formado pelos ramos da artéria carótida interna e vertebral. Já as artérias vertebrais penetram no encéfalo através do forame magno, seguem pela porção anterior do bulbo e do sulco bulbo- pontino e unem-se para formar a 2 artéria basilar. As artérias vertebrais originam também as artérias cerebelares inferiores posteriores e a basilar origina as artérias cerebelares superiores e cerebelares inferiores anteriores e a artéria do labirinto. A artéria basilar forma ainda as duas artérias cerebrais posteriores, que se ligam à carótida interna através das comunicantes posteriores
  • 5.
    CONCEITO O Acidente VascularEncefálico (AVE) e o Acidente Vascular Cerebral (AVC) são termos usados para a mesma coisa, referindo-se a uma doença que ocorre quando os vasos sanguíneos que levam sangue ao cérebro se rompem ou entopem. O AVE é uma síndrome neurológica que provoca uma anormalidade no funcionamento cerebral, que pode ser súbita, devido a uma hemorragia ou interrupção da circulação cerebral. Os sintomas do AVC podem ser únicos ou combinados e se iniciam de forma súbita. Um dos sintomas é a diminuição ou perda súbita da força em um lado do corpo, na face, braço ou perna
  • 6.
    TIPOS DE AVC •AVC isquêmico É o tipo mais comum de AVC, responsável por 85% dos casos. Ocorre quando há obstrução ou redução do fluxo sanguíneo no cérebro, devido a um coágulo sanguíneo ou ao estreitamento dos vasos sanguíneos. • AVC hemorrágico Ocorre quando um vaso sanguíneo se rompe e extravasa sangue para o cérebro. Este tipo de AVC está mais associado à hipertensão arterial
  • 7.
    CAUSAS AVC HEMORRAGICO O AVChemorrágico tem como causa, principalmente, a pressão alta descontrolada e a ruptura de um aneurisma. No entanto, também pode ser provocado por outros fatores, como: • Hemofilia ou outros distúrbios coagulação do sangue; • Ferimentos na cabeça ou no pescoço; • Tratamento com radiação para câncer no pescoço ou cérebro; • Arritmias cardíacas; • Doenças das válvulas cardíacas; • Defeitos cardíacos congênitos; • Vasculite (inflamação dos vasos sanguíneos), que pode ser provocada por infecções a partir de doenças como sífilis, doença de Lyme, vasculite e tuberculose; • Insuficiência cardíaca; • Infarto agudo do miocárdio.
  • 8.
    CAUSAS AVC Isquêmico O AVCisquêmico se divide em quatro subgrupos, com causas distintas: • AVC isquêmico aterotrombótico: provocado por doença que causa formação de placas nos vasos sanguíneos maiores (aterosclerose), provocando a oclusão do vaso sanguíneo ou formação de êmbolos. • AVC isquêmico cardioembólico: ocorre quando o êmbolo causador do derrame parte do coração. • AVC isquêmico de outra etiologia: é mais comum em pessoas jovens e pode estar relacionado a distúrbios de coagulação no sangue. • AVC isquêmico criptogênico: ocorre quando a causa do AVC isquêmico não foi identificada, mesmo após investigação detalhada pela equipe médica.
  • 9.
    SINAIS E SINTOMAS Existemalguns sinais que o corpo dá que ajudam a reconhecer um Acidente Vascular Cerebral. Os principais sinais de alerta para qualquer tipo de AVC são: • fraqueza ou formigamento na face, no braço ou na perna, especialmente em um lado do corpo; • confusão mental; • alteração da fala ou compreensão; • alteração na visão (em um ou ambos os olhos); • alteração do equilíbrio, coordenação, tontura ou alteração no andar; • dor de cabeça súbita, intensa, sem causa aparente
  • 10.
    FATORES PREDISPONENTES • Hipertensão; •Diabetes tipo 2; • Colesterol alto; • Sobrepeso; • Obesidade; • Tabagismo; • Uso excessivo de álcool; • Idade avançada; • Sedentarismo; • Uso de drogas ilícitas; • Histórico familiar; • Ser do sexo masculino.
  • 11.
    TRATAMENTOS Controle da hemorragia Sehouver hemorragia, é preciso controlá-la e aliviar a pressão no cérebro. Medicamentos para pressão arterial Depois de controlar a hemorragia, são administrados medicamentos para controlar a pressão arterial. Cirurgia Se a hemorragia estiver descontrolada, pode ser necessária uma cirurgia para reparar o vaso sanguíneo. Trombólise No caso de AVC isquêmico, pode ser possível tratar com medicamentos trombolíticos nas primeiras 4 a 5 horas após o início dos sintomas. Ácido acetilsalicílico Pode ser prescrito como prevenção secundária, independentemente da indicação de trombólise.
  • 12.
    O tratamento doAVC é feito nos Centros de Atendimento de Urgência, que são os estabelecimentos hospitalares que desempenham o papel de referência para atendimento aos pacientes com AVC. Essas unidades de saúde disponibilizam e realizam o procedimento com o uso de trombolítico, conforme Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) específico. A reabilitação pode ser feita nos Centros Especializados em Reabilitação (CERS). A melhor forma de tratamento, atendimento e reabilitação, que podem contar inclusive com medicamentos, devem ser prescritos por médico profissional e especialista, conforme cada caso
  • 13.
    PRESCRIÇÃO Manter o pacienteem jejum por 24 horas pelo risco de hemorragia e necessidade de intervenção cirúrgica de urgência j. Não passar sonda nasoentérica nas primeiras 24 horas k. Não realizar cateterização venosa central ou punção arterial nas primeiras 24 horas l. Não passar sonda vesical.
  • 14.
    CUIDADOS DE ENFERMAGEM Oscuidados de enfermagem com pacientes com AVC podem ser divididos em diferentes etapas, desde o atendimento pré-hospitalar até a reabilitação: Atendimento pré-hospitalar É importante identificar e avaliar rapidamente o paciente, e transportá-lo o mais rápido possível para uma unidade de saúde que possa oferecer o tratamento adequado. Internação Na fase de internação, é importante sistematizar a assistência, usando escalas de avaliação neurológica e de déficits motores e sensoriais. Reabilitação Na unidade de reabilitação, o enfermeiro deve buscar a independência do paciente, prevenir novos episódios de AVC e outras morbidades.
  • 15.
    CUIDADOS DE ENFERMAGEM Algunscuidados de enfermagem com pacientes com AVC incluem: Controlar a postura do paciente, usando coxins, almofadas, travesseiros e órteses. Avaliar o nível de consciência, a reação pupilar e as reações motoras do paciente . Observar e anotar os sinais vitais do paciente. Esclarecer o cuidador sobre a continuidade da assistência em domicílio
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