Objetivo
Mostrar que o AVC é uma patologia que
acomete cada vez mais pessoas e que
com a intervenção da Enfermagem é
possível melhorar e devolver a
qualidade de vida do paciente.
AVC
O Acidente Vascular Cerebral(ou encefálico) (AVC ou
AVE ) ou popularmente chamado “derrame cerebral" é uma
emergência médica em que parte do cérebro é privado de
oxigênio. Ocasionado por um déficit neurológico, geralmente
focal, de instalação súbita ou com rápida evolução, de
insuficiência vascular do cérebro de origem arterial:
espasmo, isquemia, hemorragia, trombose.
Quanto mais tempo o cérebro vai ficando sem
sangue oxigenado, maiores as chances de
danos permanentes.
Epidemiologia
Afeta a maioria dos idosos;
20% dos AVC’s, ocorre em indivíduos 65 anos;
atinge mais a raça negra e o sexo masculino;
85% dos acidentes vasculares encefálicos têm origem
isquêmica;
15% restantes são hemorrágicos;
2º causa de perdas cognitivas;
Terceira causa de morte no mundo;
Primeira causa de morte no Brasil (MS)
TIPOS
Tipos de AVC Subtipos de AVC
Isquêmico
Lacunar
Trombótico
Embólico
Hemorrágico
Cerebral (Intracerebral)
Meníngeo (Subaracnóide)
AVC isquêmico (AVCI)
Ocorre devido a uma falta de irrigação sanguínea
(por obstrução de uma artéria) em um determinado
território cerebral, causando morte de
tecido nervoso.
Tipos de AVCI:
Embólico
Trombótico
Lacunar
Anormalidades neurológicas do AVCI
Hemisfério E
Hemisfério D
Fisiopatologia AVC
O tecido nervoso aporte sanguíneo células nervosas
ativas não possui reservas.
Interrupção sanguínea falta de glicose e O2 alteração
do metabolismo parada da atividade funcional da área do
cérebro afetada.
Se a interrupção:
- 3 minutos, a alteração é reversível.
+3 minutos, a alteração pode ser irreversível.
AVC hemorrágico (AVCH)
Ocorre pela ruptura de um vaso
sanguíneo intracraniano, levando a
uma hemorragia e a formação de um
coágulo.
Tipos de AVCH
Cerebral
Meningeo
Principais causas de acidente
vascular
Trombos;
Embolismo;
Traumatismo craniocervical;
Hipertensão arterial;
Enfarte e hemorragia cerebral;
Meningite/encefalite
Crises convulsivas;
Enxaqueca c/ sinais neurológicos persistentes;
Hiper e hipoglicemia
Abuso de drogas;
Principais sinais e sintomas
Tríade clássica: cefaléia súbita, náuseas e vômitos –
60%
Cefaléias sentinelas – 30%
Rigidez de nuca – 75%
Alteração do nível de consciência – 50%
Déficit neurológico – 60%
Convulsões – 25%
Diagnóstico do AVE
Os médicos possuem várias técnicas e equipamentos que ajudam
no diagnóstico de AVC rapidamente e com precisão.
Exame neurológico ou avaliação do sistema nervoso;
Sintomas e sintomas;
Testes de sangue,
Eletrocardiograma,
Ecocardiograma transesofágico ;
Testes físicos e mentais ;
TC, RM.
Fatores de Risco
Hipertensão arterial (fator de risco mais significante);
Doença cardíaca;
Colesterol elevado;
Tabagismo e bebidas alcoólicas;
Estresse;
Diabete melito;
Idade;
Dieta rica em sal e gorduras;
Anticoncepcionais orais;
Sedentarismo;
Obesidade.
Sinais Indicativos
Sintomas, sinais e gravidade dependem do local afetado,extensão da
lesão e possibilidade de estabelecimento de fluxo colateral.
Perda de força;
Cefaléia súbita;
Alteração visual;
Dificuldade de equilíbrio;
Perda da fala;
Alteração súbita da sensibilidade;
Instabilidade, vertigem súbita;
Náuseas ou vômitos;
Aumento da fadiga;
Mudanças na personalidade, emoções ou humor.
Prevenção do AVC
Controlar a pressão alta;
Evitar fumar;
Controlar a diabetes;
Dieta saudável e exercícios físicos.
Controlar o colesterol alto;
Controlar o peso.
Tratamento
Uso de terapias antitrombóticas( AAS e Heparina)
Emergência médica;
A reabilitação pós-acidente vascular cerebral;
Controlar outras complicações;
Instituição de fisioterapia;
neurocirurgia.
Cuidados de Enfermagem
Detecção Precoce e Avaliação Inicial
Cuidados Agudos
Prevenção de Complicações
Apoio Emocional e Educação
Diagnosticos de Enfermagem
Manutenção do lar alterada, relacionada com déficits neurológicos
irreversíveis secundários ao AVC, caracterizado por (dificuldade de
locomoção, baixo auto-estima, visão debilitada).
Comunicação verbal prejudicada, relacionada com lesão neurológica do
centro cerebral da fala secundária ao AVC, caracterizada por (afasia ou
disfasia, disartria, apraxia).
Risco de baixo auto-estima relacionado a alteração súbita da função
corporal.
Intervenção de Enfermagem
Na fase aguda deve-se afrouxar as roupas apertadas e manter a
oxigenação adequada; caso o cliente esteja inconsciente ele deve ser
deitada em posição de segurança, se necessário, aspirar as secreções;
auxiliar na introdução de uma via respiratória artificial e administrar
oxigênio suplementar, se for necessário
.
O equilíbrio hidreletrolítico deve ser mantido, administrar líquido IV de
acordo com a prescrição, vagarosamente; oferecer ingestão de líquido
dentro das restrições.
A higiene oral deve ser completa e cuidadosamente feita, se o cliente
utilizar próteses dentárias elas devem ser bem limpas. A higiene ocular
também deve ser feita cuidadosamente, utilize colírios de acordo com a
prescrição e aplique tampão se o cliente não Fo capaz de fechar a
pálpebra.
Deve ser feitas atividades de mobilização ativa e passiva tanto com o lado
normal quanto com o lado afetado.
REFERÊNCIAS
Stroke - prevention is better than cure (Editorial). The Lancet 2007;
(Manuila, Lewalle e Nicoulin, 2003);
(Sullivan, 1993);
(Resck, Botelho, Herculano, Namorato, Freire, 2004; William Pryse-
Phillips, 1995;
Sites:
healthline.com,
merckmanuals.com;
portalsaofrancisco.com.br;
acidentevascularcerebral.com;
hospitalita.com.br

avc2-121130215140-phpapp02 (1).ppt.pdfsff

  • 2.
    Objetivo Mostrar que oAVC é uma patologia que acomete cada vez mais pessoas e que com a intervenção da Enfermagem é possível melhorar e devolver a qualidade de vida do paciente.
  • 3.
    AVC O Acidente VascularCerebral(ou encefálico) (AVC ou AVE ) ou popularmente chamado “derrame cerebral" é uma emergência médica em que parte do cérebro é privado de oxigênio. Ocasionado por um déficit neurológico, geralmente focal, de instalação súbita ou com rápida evolução, de insuficiência vascular do cérebro de origem arterial: espasmo, isquemia, hemorragia, trombose. Quanto mais tempo o cérebro vai ficando sem sangue oxigenado, maiores as chances de danos permanentes.
  • 4.
    Epidemiologia Afeta a maioriados idosos; 20% dos AVC’s, ocorre em indivíduos 65 anos; atinge mais a raça negra e o sexo masculino; 85% dos acidentes vasculares encefálicos têm origem isquêmica; 15% restantes são hemorrágicos; 2º causa de perdas cognitivas; Terceira causa de morte no mundo; Primeira causa de morte no Brasil (MS)
  • 5.
    TIPOS Tipos de AVCSubtipos de AVC Isquêmico Lacunar Trombótico Embólico Hemorrágico Cerebral (Intracerebral) Meníngeo (Subaracnóide)
  • 6.
    AVC isquêmico (AVCI) Ocorredevido a uma falta de irrigação sanguínea (por obstrução de uma artéria) em um determinado território cerebral, causando morte de tecido nervoso. Tipos de AVCI: Embólico Trombótico Lacunar Anormalidades neurológicas do AVCI Hemisfério E Hemisfério D
  • 8.
    Fisiopatologia AVC O tecidonervoso aporte sanguíneo células nervosas ativas não possui reservas. Interrupção sanguínea falta de glicose e O2 alteração do metabolismo parada da atividade funcional da área do cérebro afetada. Se a interrupção: - 3 minutos, a alteração é reversível. +3 minutos, a alteração pode ser irreversível.
  • 9.
    AVC hemorrágico (AVCH) Ocorrepela ruptura de um vaso sanguíneo intracraniano, levando a uma hemorragia e a formação de um coágulo. Tipos de AVCH Cerebral Meningeo
  • 10.
    Principais causas deacidente vascular Trombos; Embolismo; Traumatismo craniocervical; Hipertensão arterial; Enfarte e hemorragia cerebral; Meningite/encefalite Crises convulsivas; Enxaqueca c/ sinais neurológicos persistentes; Hiper e hipoglicemia Abuso de drogas;
  • 13.
    Principais sinais esintomas Tríade clássica: cefaléia súbita, náuseas e vômitos – 60% Cefaléias sentinelas – 30% Rigidez de nuca – 75% Alteração do nível de consciência – 50% Déficit neurológico – 60% Convulsões – 25%
  • 14.
    Diagnóstico do AVE Osmédicos possuem várias técnicas e equipamentos que ajudam no diagnóstico de AVC rapidamente e com precisão. Exame neurológico ou avaliação do sistema nervoso; Sintomas e sintomas; Testes de sangue, Eletrocardiograma, Ecocardiograma transesofágico ; Testes físicos e mentais ; TC, RM.
  • 15.
    Fatores de Risco Hipertensãoarterial (fator de risco mais significante); Doença cardíaca; Colesterol elevado; Tabagismo e bebidas alcoólicas; Estresse; Diabete melito; Idade; Dieta rica em sal e gorduras; Anticoncepcionais orais; Sedentarismo; Obesidade.
  • 16.
    Sinais Indicativos Sintomas, sinaise gravidade dependem do local afetado,extensão da lesão e possibilidade de estabelecimento de fluxo colateral. Perda de força; Cefaléia súbita; Alteração visual; Dificuldade de equilíbrio; Perda da fala; Alteração súbita da sensibilidade; Instabilidade, vertigem súbita; Náuseas ou vômitos; Aumento da fadiga; Mudanças na personalidade, emoções ou humor.
  • 17.
    Prevenção do AVC Controlara pressão alta; Evitar fumar; Controlar a diabetes; Dieta saudável e exercícios físicos. Controlar o colesterol alto; Controlar o peso.
  • 18.
    Tratamento Uso de terapiasantitrombóticas( AAS e Heparina) Emergência médica; A reabilitação pós-acidente vascular cerebral; Controlar outras complicações; Instituição de fisioterapia; neurocirurgia.
  • 19.
    Cuidados de Enfermagem DetecçãoPrecoce e Avaliação Inicial Cuidados Agudos Prevenção de Complicações Apoio Emocional e Educação
  • 20.
    Diagnosticos de Enfermagem Manutençãodo lar alterada, relacionada com déficits neurológicos irreversíveis secundários ao AVC, caracterizado por (dificuldade de locomoção, baixo auto-estima, visão debilitada). Comunicação verbal prejudicada, relacionada com lesão neurológica do centro cerebral da fala secundária ao AVC, caracterizada por (afasia ou disfasia, disartria, apraxia). Risco de baixo auto-estima relacionado a alteração súbita da função corporal.
  • 21.
    Intervenção de Enfermagem Nafase aguda deve-se afrouxar as roupas apertadas e manter a oxigenação adequada; caso o cliente esteja inconsciente ele deve ser deitada em posição de segurança, se necessário, aspirar as secreções; auxiliar na introdução de uma via respiratória artificial e administrar oxigênio suplementar, se for necessário . O equilíbrio hidreletrolítico deve ser mantido, administrar líquido IV de acordo com a prescrição, vagarosamente; oferecer ingestão de líquido dentro das restrições. A higiene oral deve ser completa e cuidadosamente feita, se o cliente utilizar próteses dentárias elas devem ser bem limpas. A higiene ocular também deve ser feita cuidadosamente, utilize colírios de acordo com a prescrição e aplique tampão se o cliente não Fo capaz de fechar a pálpebra. Deve ser feitas atividades de mobilização ativa e passiva tanto com o lado normal quanto com o lado afetado.
  • 23.
    REFERÊNCIAS Stroke - preventionis better than cure (Editorial). The Lancet 2007; (Manuila, Lewalle e Nicoulin, 2003); (Sullivan, 1993); (Resck, Botelho, Herculano, Namorato, Freire, 2004; William Pryse- Phillips, 1995; Sites: healthline.com, merckmanuals.com; portalsaofrancisco.com.br; acidentevascularcerebral.com; hospitalita.com.br