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RDF/RDF Schema


       Grupo:
     Alex Dayrell
     Diego Maia
    Felipe Torres
    Hugo Richard
      Max Sales
   Vinicius Pereira
História do RDF
                                W3C

    W3C ou World Wide Web Consortium é a principal organização
    padrão internacional para a rede mundial de computadores (World
    Wide Web). Foi organizado como uma associação aonde membros
    mantém uma equipe totalmente dedicada para a proposta de
    trabalho unificado no desenvolvimento de padrões para a WEB. Em
    Fevereiro de 2008, a organização tinha 434 membros.

      A W3C ainda está engajada na educação e serviços para a
    comunidade, desenvolvendo softwares e servidores como um fórum
    aberto com o objetivo de discutir sobre a WEB.

       A W3C é chefiada por “Sir Tim Berners-Lee”, criador do primeiro
    browser para internet e o autor primário das especificações do URL
    original, HTTP e HTML, as principais tecnologias que foram as bases
    para a WEB.
Equipe W3C
História do RDF
                               RDF

    O RDF é pertencente á família do W3C.

    Teve como predecessor mais próximo o MCF, um projeto iniciado por
    Ramanathan V. Guha, enquanto trabalhava na Apple Computer

     A W3C publicou uma especificação do modelo de dados do RDF e
    da sintaxe do XML como uma recomendação em 1999. Foi então
    iniciado um trabalho em uma nova versão que foi publicada em 2004,
    com base no conjunto das especificações anteriormente relatadas
    pela W3C.

    Ainda havia algumas implementações baseada nas recomendações
    de 1999 que tinham que ser completamente atualizadas, a adoção
    dessas especificações melhoradas foram rápidas desde que foram
    desenvolvidas para o público aberto, ao contrário de algumas
    tecnologias mais novas da W3C. A maioria dos novatos da RDF não
    têm noção que as especificações antigas do sistema ainda existem.
Motivação

    A idéia da Web Semântica surgiu em 2001, quando Tim Berners-Lee,
    James Hendler e Ora Lassila publicaram um artigo na revista
    Scientific American, intitulado: “Web Semântica: um novo formato de
    conteúdo para a Web que tem significado para computadores vai
    iniciar uma revolução de novas possibilidades.”

    Web Semântica é uma proposta para tornar o conteúdo da internet
    interpretável por máquinas, o que facilitaria a integração de sistemas
    e bancos de dados na Internet.

     A web semântica não está somente relacionada ao conteúdo de um
    recurso, mas também à forma de como este se relaciona com os
    demais recursos na web. Portanto, é essencial que os recursos
    disponibilizados sejam expressivos o bastante para que as máquinas
    ou agentes sejam capazes de processar e entender o real significado
    do dado, intermediando as necessidades de cada usuário e as fontes
    de informações disponíveis.
Motivação

    Atualmente, existem projetos em desenvolvimento em várias
    comunidades científicas internacionais visando criar ferramentas
    para descrição de recursos eletrônicos, ou seja, para que os
    computadores consigam interpretar a linguagem humana e até
    mesmo indexar de forma eletrônica os documentos inseridos na
    Internet ou nas bases de dados destas próprias comunidades
    científicas. São exemplos destes projetos:


    Scorpion Project, desenvolvido pela comunidade americana;

    Projeto INDEXA, desenvolvido no Brasil;

    DESIRE - Development of a European Service for Information on
    Researchand Education, da Comunidade Européia.
Motivação


    Berners-Lee (2001), idealizador da nova web, cita um exemplo do
    que a Web Semântica será capaz de fazer. Neste exemplo, um
    usuário pede ao computador que ele encontre um médico de uma
    determinada área da medicina e dá à máquina algumas restrições,
    tais como: este médico deve ter seu consultório no mesmo bairro que
    o usuário e deve estar ligado à comunidade acadêmica. O
    computador navega pela rede e encontra algumas opções. De uma
    maneira inteligente e automática, ele deve comparar a agenda do
    usuário com a agenda do médico e oferecer opções de horários para
    consulta. O usuário só terá o trabalho de escolher o horário que
    melhor lhe convém.

    O RDF é o coração da WEB Semântica!!!
Tim Berners-Lee
Introdução

     RDF significa Resource Description Framework, que em português é algo
    como Framework de Descrição de Recursos.

    A internet é como uma biblioteca sem ordem alguma. Não temos um banco
    de dados sobre a internet organizado, listando o conteúdo, seus autores,
    data de criação, preços de produtos, localização de lojas e diversas outras
    características. Isso se chama metainformação (informação sobre
    informação).

    Com o RDF, a proposta não é centralizar essa metainformação sobre a
    internet em um único banco, mas criar uma maneira com a qual cada
    página, cada recurso possa criar sua própria metainformação e torná-la
    disponível para quem precisar.

    O RDF não é uma linguagem, embora faça uso de algumas linguagens pra
    se expressar. As mais comuns são o XML (formando RDF/XML), e o
    TURTLE (uma linguagem feita para expressar RDF de maneira simples).
Introdução

    O RDF é um sistema para auxílio ao desenvolvimento de metadados
    cuja finalidade é promover a interoperabilidade entre aplicações que
    compartilham informações que sejam entendidas por sistemas na
    web (ZANETE, 2002). Metadados representados em RDF são
    usados para dar significado aos recursos da Web Semântica por
    permitir que estes sejam manipulados e compreendidos por
    máquinas.


    Ele não predefine qualquer semântica nem pressupõe um domínio
    específico de conhecimento. Trata-se assim de um mecanismo de
    descrição neutro, que serve para descrever recursos de qualquer
    área do conhecimento (RDF, 1999 apud BAX; REZENDE, 2001).
Introdução


    Em RDF, um domínio de conhecimento é definido via um RDF
    Schema (RDF, 1998). É no RDF Schema, portanto, que é definida a
    semântica e as características de uma propriedade. Uma aplicação
    que crie metadados em RDF e outra que utilize estes metadados
    devem utilizar o mesmo Schema para um funcionamento adequado.
Conhecimentos Necessários para
         Uso do RDF

    HTML :
    HTML (acrônimo para a expressão inglesa HyperText Markup
    Language, que significa Linguagem de Marcação de Hipertexto) é
    uma linguagem de marcação utilizada para produzir páginas na Web.



    XHTML:
    XHTML, ou eXtensible Hypertext Markup Language, é uma
    reformulação da linguagem de marcação HTML baseada em XML.
    Combina as tags de marcação HTML com regras da XML; este
    processo de padronização tem em vista a exibição de páginas Web
    em diversos dispositivos (televisão, palm, celular, etc). A intenção é
    melhorar a acessibilidade.
Conhecimentos Necessários para
         Uso do RDF

    XML:
    XML (eXtensible Markup Language) é uma recomendação da W3C
    para gerar linguagens de marcação para necessidades especiais. É
    um subtipo de SGML (acrônimo de Standard Generalized Markup
    Language, ou Linguagem Padronizada de Marcação Genérica) capaz
    de descrever diversos tipos de dados. Seu propósito principal é a
    facilidade de compartilhamento de informações através da Internet.



    XML Namespaces:
    Extensão do XML criada para evitar o conflito de nomes de
    elementos.
RDF e a Busca de Informações na
             WEB

    O RDF é um método geral para decompor qualquer tipo de
    conhecimento em pedaços pequenos, com algumas regras sobre a
    semântica, ou significado desses pedaços.



    O ponto é ter um método tão simples que pode expressar qualquer
    informação, e ainda assim estruturado de tal forma que se possam
    fazer coisas úteis com isso no computador.



    RDF é projetado para representar conhecimento em um mundo
    distribuído. Isto significa que o RDF está particularmente preocupado
    com o significado.
RDF e a Busca de Informações na
             WEB


    Tudo que é mencionado no RDF significa algo, se é uma referência
    para algo concreto, um conceito abstrato, ou uma informação.
    Padrões construídos em RDF descrevem inferências lógicas entre
    informações e como procura-las em um grande banco de dados do
    RDF.



    O que faz o RDF ser adaptado para o conhecimento distribuído na
    rede é que com o uso de suas aplicações é possível reunir arquivos
    de RDF postados por diferentes pessoas ao redor da Internet.
RDF e a Busca de Informações na
             WEB

    Através disso, pode-se aprender facilmente mais coisas,
    conseguindo mais informações sobre o assunto, do que na leitura de
    um único documento. Isto é feito de dois modos, primeiro são feitos
    links entre documentos com vocabulários em comum, e em segundo
    lugar é permitido para qualquer documento o uso de qualquer
    vocabulário.



    Essa flexibilidade é claramente única do RDF, de modo que facilita a
    busca de informações na internet, já que partindo do pressuposto
    que documentos com o mesmo vocabulário geralmente terão o
    mesmo tema em comum, com o uso do RDF as pesquisas podem ter
    um melhor resultado para o usuário.
RDF e a Busca de Informações na WEB
                           Casos de Uso



    Integração de dados de diferentes fontes sem uma linguagem de
    programação em comum.

    Oferecimento de dados pra re-utilização por outros grupos.

    Descentralização de dados, para que um único grupo não “possua”
    todas as informações..

    Fazer algo que requer grandes quantidade de dados (browse, query,
    match, extract). Para isso é desenvolvida uma ferramenta genérica
    que permita faze-lo em cima do modelo de dados do RDF (com a
    vantagem de não ser amarrada á uma única tecnologia de
    representação de dados, como um banco de dados específico, por
    exemplo).
RDF e a Busca de Informações na WEB
                   Exemplo Prático de Uso




    E-bay e Amazon são exemplos de sites que utilizam o RDF na
    estrutura de pesquisa para correlacionar dados de fontes
    diferentes, no caso os vários produtos publicados por diferentes
    vendedores no site.




    Já que ambos são mercados virtuais o uso do RDF auxilia
    bastante aos compradores a encontrar os produtos desejados e
    em preços acessíveis, relacionando para cada, caso haja,
    vários vendedores e as informações do produto desejado.
RDF e a Busca de Informações na WEB
        Exemplo Prático de Uso
RDF e a Busca de Informações na WEB
                    Exemplo Prático de Uso




    Aqui vai ser mostrado um cenário em que a informação
    compartilhada e distribuída na internet faz muito sentido: um banco
    de dados com produtos de múltiplos vendedores, com o comentário
    desses produtos sendo feito também por vários avaliadores.





    Nenhum vendedor está sendo responsável por manter um banco de
    dados central para este projeto, especialmente, já que este conterá
    informações de produtos competidores e avaliações negativas sobre
    os produtos. Igualmente, não é possível um dos avaliadores terem
    recursos para manter um banco de dados desse porte sempre
    atualizado.
RDF e a Busca de Informações na WEB
                    Exemplo Prático de Uso



    O RDF foi montado especialmente para este tipo de projeto. Com o
    uso deste, cada vendedor e avaliador publicará as informações em
    RDF nos próprios sites. Os vendedores escolherão URIs (um
    identificador global utilizado pelo RDF para linkar nomes com o
    mesmo significado) para os produtos deles, e os avaliadores usarão
    esse URIs ao compor seus comentários.




    Os vendedores não precisam concordar em um esquema comum
    para a nomeação de seus produtos e os avaliadores não são
    “amarrados” pelo formato de dados utilizado pelos vendedores. O
    RDF permite para os vendedores e avaliadores trabalharem com
    seus dados, sem forçá-los a utilizar um único vocabulário e
    representação dos dados.
RDF e a Busca de Informações na WEB
        Exemplo Prático de Uso
RDF e a Busca de Informações na WEB
                RDF – Mais Exemplos de Uso

    Descrevendo propriedades para itens á venda, como o preço e
    disponibilidade (como visto no exemplo anterior)

    Descrevendo planejamento de tempo para eventos na web

    Descrevendo informações sobre web pages, como conteúdo, autor,
    data de criação e modificação

    Descrevendo conteúdo e avaliação para figuras da web

    Descrevendo conteúdo para métodos de pesquisa

    Descrevendo bibliotecas eletrônicas
A Sintaxe do RDF


    O RDF usa identificadores Web, conhecidos como URIs, para
    identificar recursos.

    Ele descreve esses recursos usando os pares propriedade e valor da
    proprieade.

    Um recurso é qualquer entidade que pode ter um URI, como
    http://www.meusite.com.br/RDF.

    Uma propriedade é um recurso que tem um nome, como 'autor' ou
    'home page'.

    Um valor de propriedade é algo como 'Hugo Alves Richard' ou 'http://
    www.meusite.com.br/.'
A Sintaxe do RDF: Exemplo 1


     Exemplo simplificado de um documento RDF:
<?xml version="1.0"?>
<RDF>
    <Description about="http://www.meusite.com.br/RDF">
     <author>Hugo Alves Richard</author>
     <homepage>http://www.meusite.com/</homepage>
    </Description>
</RDF>
A Sintaxe do RDF


    A combinação de um recurso, uma propriedade e um valor de
    propriedade forma o que se chama declaração – também conhecidos
    como sujeito, predicado e objeto da daclaração.

    Por exemplo:
Declaração: 'O autor de http://www.meusite.com.br/RDF é Hugo Alves
  Richard'
O sujeito da declaração é 'http://www.meusite.com.br/RDF'.
O predicado é 'autor'.
E o objeto é 'Hugo Alves Richard'

    Tudo muito simples e intuitivo, não é mesmo?
A Sintaxe do RDF: Exemplo 2


    Vejamos mais um exemplo:


          Title       Artist   Country   Company    Price   Year
          Empire      Bob Dylan USA      Columbia   10.90   1985
          Burlesque
          Hide your   Bonnie   UK        CBS        9.90    1988
          Heart       Tyler              Records
          ...
A Sintaxe do RDF: Exemplo 2
<?xml version="1.0"?>
<rdf:RDF
xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#"
xmlns:cd="http://www.recshop.fake/cd#">
<rdf:Description
rdf:about="http://www.recshop.fake/cd/Empire Burlesque">
 <cd:artist>Bob Dylan</cd:artist>
 <cd:country>USA</cd:country>
 <cd:company>Columbia</cd:company>
 <cd:price>10.90</cd:price>
 <cd:year>1985</cd:year>
A Sintaxe do RDF: Exemplo 2
</rdf:Description>
<rdf:Description
rdf:about="http://www.recshop.fake/cd/Hide your heart">
 <cd:artist>Bonnie Tyler</cd:artist>
 <cd:country>UK</cd:country>
 <cd:company>CBS Records</cd:company>
 <cd:price>9.90</cd:price>
 <cd:year>1988</cd:year>
</rdf:Description> ...
</rdf:RDF>
A Sintaxe do RDF


    A primeira linha do documento RDF é uma declaração XML.

    Essa declaração é seguida pelo elemento raíz do documento RDF:
    <rdf:RDF>.

    O elemento <rdf:Description> contém a descrição do recurso
    identificado pelo atributo rdf:about.

    Os elementos <cd:artist>, <cd:country>, <cd:company>, etc., são as
    propriedades do recurso.

    Para facilitar a visualização e o aprendizado do RDF o W3C criou o
    W3C's RDF Validation Service.

    Esse simples validador analisa sintaticamente o seu documento RDF
    e gera visões tabulares e/ou gráficas do documento analisado.
A Sintaxe do RDF: Containers

    Existe um outro recurso interessante no RDF que são os chamados
    elementos containers.

    Eles são usado para descrever grupos de coisas.

    Exemplo: listar os autores de um livro ou os componentes de uma
    banda.

    O elemento container <rdf:Bag> é usado para descrever membros
    cuja ordem não é importante.

    O elemento container <rdf:Seq> é usado para descrever membros
    cuja ordem é importante – por exemplo, os elementos estão em
    ordem alfabética.

    Por fim, o elemento container <rdf:Alt> é usado para descrever
    membros em que se deve fazer uma escolha por um, e apenas um,
    deles.
Modelo de containers

    O RDF define três tipos de objetos de containers, a saber:

    Bag. É uma lista não ordenada de recursos ou literal, ou seja, é usada para
    declarar que uma propriedade tem múltiplos valores e que não importa a
    ordem em que esses valores são dados.

    Sequence. É uma lista ordenada de recursos ou literal, ou seja, é usada
    para declarar que uma propriedade tem múltiplos valores e que a ordem em
    que esses valores são dados é significante.

    Alternative. É uma lista de recursos ou literal que representa alternativa de
    valores para uma propriedade. Neste caso, qualquer um dos valores na lista
    pode ser escolhido como apropriado.

    Para representar um container, a RDF usa a propriedade type para
    identificar uma coleção específica, que deve ser declarada como sendo
    uma instância de um dos objetos de containers. A relação entre os
    membros do container e seus recursos é definida por um conjunto de
    propriedades nomeadas simplesmente por “_1”, “_2”, “_3”, etc.
A Sintaxe do RDF: <rdf:Bag>
<rdf:Description
rdf:about="http://www.recshop.fake/cd/Beatles">
<cd:artist>
 <rdf:Bag>
   <rdf:li>John</rdf:li>
   <rdf:li>Paul</rdf:li>
   <rdf:li>George</rdf:li>
   <rdf:li>Ringo</rdf:li>
 </rdf:Bag>
 </cd:artist>
</rdf:Description>
A Sintaxe do RDF: <rdf:Seq>
<rdf:Description
rdf:about="http://www.recshop.fake/cd/Beatles">
<cd:artist>
 <rdf:Seq>
   <rdf:li>George</rdf:li>
   <rdf:li>John</rdf:li>
   <rdf:li>Paul</rdf:li>
   <rdf:li>Ringo</rdf:li>
 </rdf:Seq>
 </cd:artist>
</rdf:Description>
A Sintaxe do RDF: <rdf:Alt>
<rdf:Description
rdf:about="http://www.recshop.fake/cd/Beatles">
<cd:format>
 <rdf:Alt>
   <rdf:li>CD</rdf:li>
   <rdf:li>Record</rdf:li>
   <rdf:li>Tape</rdf:li>
 </rdf:Alt>
 </cd:format>
</rdf:Description>
A Sintaxe do RDF: Coleção



    Existe ainda um recurso no RDF chamado coleção.



    Esse recurso é usado para descrever grupos que contêm somente os
    membros especificados.



    Uma coleção é descrita pelo atributo rdf:parseType=”Collection”
A Sintaxe do RDF: Coleção

<rdf:Description
rdf:about="http://recshop.fake/cd/Beatles">
 <cd:artist rdf:parseType="Collection">
  <rdf:Description rdf:about="http://recshop.fake/cd/Beatles/George"/>
  <rdf:Description rdf:about="http://recshop.fake/cd/Beatles/John"/>
  <rdf:Description rdf:about="http://recshop.fake/cd/Beatles/Paul"/>
  <rdf:Description rdf:about="http://recshop.fake/cd/Beatles/Ringo"/>
 </cd:artist>
</rdf:Description>
RDF Schema

    RDF- Representam relacionamentos entre recursos.
           RDF Schema - provê mecanismos para declaração dessas
    propriedades.



     A especificação da RDF Schema foi diretamente pensada levando
    em consideração problemas específicos e imediatos.



    Os problemas em questão são:
              - PICS (Platform for Internet Content Selection)
                    - os metadados simples da Web,
                           - mapa de sites e outras ferramentas de
    navegação                             - P3P (Platform for Privacy
    Preferences Project), descritos a seguir.
RDF Schema


    PICS. O modelo e sintaxe RDF é adequado para representar rótulos
    de PICS, que foi originalmente desenvolvido para ajudar pais e
    professores a controlar o que as crianças acessam na Internet, além de
    facilitar outros usos de rótulos, incluindo assinatura de código e
    privacidade. A RDF Schema, no entanto, não fornece um mapeamento
    de propósito geral de sistemas de avaliação de PICS dentro de uma
    representação de RDF.


    Metadados simples da Web. Uma aplicação óbvia da RDF está na
    descrição de páginas da Web. Essa é uma das funções básicas da
    iniciativa Dublin Core. O Dublin Core [DCMI,2001] é um conjunto de
    15 elementos largamente aplicáveis para descrever recursos da Web
    para habilitar sua descoberta
RDF Schema

    Mapa de sites e outras ferramentas de navegação. A especificação
    da RDF Schema fornece recursos suficientes para criar modelos RDF
    que representam sistemas hierárquicos para representar taxonomia de
    assuntos. Mapas de sites, dicionários e esquemas de classificação de
    bibliotecas são exemplos bem conhecidos de sistemas hierárquicos.

    P3P. A plataforma Projeto de Preferências de Privacidade requer uma
    gramática para construção de declarações sobre práticas de coleção de
    dados e preferências pessoais como exercício sobre estas práticas,
    assim como uma sintaxe de dados estruturados de troca. O uso de um
    esquema de metadados para descrever a estrutura formal de descrição
    de práticas de privacidade permitirá privacidade na prática de dados
    para serem utilizados junto com outros metadados em uma consulta
    durante descoberta de recurso, e permitirá a um agente de software
    agir de acordo com a privacidade dos metadados usando as mesmas
    técnicas como utilizadas para outros metadados descritivos.
RDF Schema


    RDF Schema define propriedades específicas que podem ser
    utilizadas para definir esquemas.




    É um sistema de classes extensível e genérico que pode ser utilizado
    como base para esquemas de um domínio específico. Esses
    esquemas podem ser compartilhados e estendidos através de
    refinamento de subclasses. Além disso, definições de metadados
    podem ser reutilizadas através do compartilhamento de esquemas.




    Um esquema para as publicações e autores pode ser definido em
    RDF(S). Por questões de espaço, são mostradas apenas as
    definições das classes Autor, Publicação e Artigo.
RDF Schema



    Como tudo em RDF é considerado um recurso, RDF Schema
    estabelece que esses recursos podem ser organizados em classes.
    Um recurso pode ser instância de uma ou mais classes. As classes
    podem estar organizadas em uma hierarquia de subclasses. Isso
    significa que qualquer recurso de um tipo que é subclasse de outro, é
    também considerado como sendo do tipo da superclasse. O sistema
    de tipos de RDF Schema define propriedades em termos das classes
    de recursos aos quais elas se aplicam.
RDF Schema



    RDF Schema considera que os recursos rdfs são classes.





    Todas as coisas que estão sendo descritas por expressões RDF são
    chamadas Recursos e são consideradas instâncias da classe rdfs.





    Todo modelo RDF que utiliza o mecanismo de esquema fornece
RDF Schema
Críticas sobre o RDF

    RDF foi criticado em 2001 quanto as seguintes questões:

    A sintaxe XML para RDF é muito verbosa.

    A notação do trio sujeito, predicado e objeto não é expressiva o
    suficiente.

    A habilidade do RDF de consolidar enunciados é lidada de maneira
    ambígua.
Futuro

    Há muitos esforços concentrados na evolução do RDF e há ainda muito por
    se fazer para que ela esteja consolidada. Soluções práticas incluem:

    (a) a derivação de RDF a partir de fontes XML;

    (b) a convergência de mapas de tópicos (topic maps) com RDF;

    (c) a emergência de “motores” e de banco de dados em RDF;

    (d) interfaces com o usuário (gerais ou específicas) para dados RDF,
    implementando dessa forma novos websites.
     −   Estas soluções ficam aqui consideradas como
         sugestões para trabalhos futuros.
Código RDF na prática



http://www.kanzaki.com/works/2003/imagedesc/yakito
http://www.cs.rpi.edu/~puninj/XMLJ/classes/class8/all
Referências




    http://www.w3.org/RDF/



    http://www.rdfabout.com/



    http://www.w3c.org/rdf

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Tópico 3 - RDF

  • 1. RDF/RDF Schema Grupo: Alex Dayrell Diego Maia Felipe Torres Hugo Richard Max Sales Vinicius Pereira
  • 2. História do RDF W3C  W3C ou World Wide Web Consortium é a principal organização padrão internacional para a rede mundial de computadores (World Wide Web). Foi organizado como uma associação aonde membros mantém uma equipe totalmente dedicada para a proposta de trabalho unificado no desenvolvimento de padrões para a WEB. Em Fevereiro de 2008, a organização tinha 434 membros.  A W3C ainda está engajada na educação e serviços para a comunidade, desenvolvendo softwares e servidores como um fórum aberto com o objetivo de discutir sobre a WEB.  A W3C é chefiada por “Sir Tim Berners-Lee”, criador do primeiro browser para internet e o autor primário das especificações do URL original, HTTP e HTML, as principais tecnologias que foram as bases para a WEB.
  • 4. História do RDF RDF  O RDF é pertencente á família do W3C.  Teve como predecessor mais próximo o MCF, um projeto iniciado por Ramanathan V. Guha, enquanto trabalhava na Apple Computer  A W3C publicou uma especificação do modelo de dados do RDF e da sintaxe do XML como uma recomendação em 1999. Foi então iniciado um trabalho em uma nova versão que foi publicada em 2004, com base no conjunto das especificações anteriormente relatadas pela W3C.  Ainda havia algumas implementações baseada nas recomendações de 1999 que tinham que ser completamente atualizadas, a adoção dessas especificações melhoradas foram rápidas desde que foram desenvolvidas para o público aberto, ao contrário de algumas tecnologias mais novas da W3C. A maioria dos novatos da RDF não têm noção que as especificações antigas do sistema ainda existem.
  • 5. Motivação  A idéia da Web Semântica surgiu em 2001, quando Tim Berners-Lee, James Hendler e Ora Lassila publicaram um artigo na revista Scientific American, intitulado: “Web Semântica: um novo formato de conteúdo para a Web que tem significado para computadores vai iniciar uma revolução de novas possibilidades.”  Web Semântica é uma proposta para tornar o conteúdo da internet interpretável por máquinas, o que facilitaria a integração de sistemas e bancos de dados na Internet.  A web semântica não está somente relacionada ao conteúdo de um recurso, mas também à forma de como este se relaciona com os demais recursos na web. Portanto, é essencial que os recursos disponibilizados sejam expressivos o bastante para que as máquinas ou agentes sejam capazes de processar e entender o real significado do dado, intermediando as necessidades de cada usuário e as fontes de informações disponíveis.
  • 6. Motivação  Atualmente, existem projetos em desenvolvimento em várias comunidades científicas internacionais visando criar ferramentas para descrição de recursos eletrônicos, ou seja, para que os computadores consigam interpretar a linguagem humana e até mesmo indexar de forma eletrônica os documentos inseridos na Internet ou nas bases de dados destas próprias comunidades científicas. São exemplos destes projetos:  Scorpion Project, desenvolvido pela comunidade americana;  Projeto INDEXA, desenvolvido no Brasil;  DESIRE - Development of a European Service for Information on Researchand Education, da Comunidade Européia.
  • 7. Motivação  Berners-Lee (2001), idealizador da nova web, cita um exemplo do que a Web Semântica será capaz de fazer. Neste exemplo, um usuário pede ao computador que ele encontre um médico de uma determinada área da medicina e dá à máquina algumas restrições, tais como: este médico deve ter seu consultório no mesmo bairro que o usuário e deve estar ligado à comunidade acadêmica. O computador navega pela rede e encontra algumas opções. De uma maneira inteligente e automática, ele deve comparar a agenda do usuário com a agenda do médico e oferecer opções de horários para consulta. O usuário só terá o trabalho de escolher o horário que melhor lhe convém.  O RDF é o coração da WEB Semântica!!!
  • 9. Introdução  RDF significa Resource Description Framework, que em português é algo como Framework de Descrição de Recursos.  A internet é como uma biblioteca sem ordem alguma. Não temos um banco de dados sobre a internet organizado, listando o conteúdo, seus autores, data de criação, preços de produtos, localização de lojas e diversas outras características. Isso se chama metainformação (informação sobre informação).  Com o RDF, a proposta não é centralizar essa metainformação sobre a internet em um único banco, mas criar uma maneira com a qual cada página, cada recurso possa criar sua própria metainformação e torná-la disponível para quem precisar.  O RDF não é uma linguagem, embora faça uso de algumas linguagens pra se expressar. As mais comuns são o XML (formando RDF/XML), e o TURTLE (uma linguagem feita para expressar RDF de maneira simples).
  • 10. Introdução  O RDF é um sistema para auxílio ao desenvolvimento de metadados cuja finalidade é promover a interoperabilidade entre aplicações que compartilham informações que sejam entendidas por sistemas na web (ZANETE, 2002). Metadados representados em RDF são usados para dar significado aos recursos da Web Semântica por permitir que estes sejam manipulados e compreendidos por máquinas.  Ele não predefine qualquer semântica nem pressupõe um domínio específico de conhecimento. Trata-se assim de um mecanismo de descrição neutro, que serve para descrever recursos de qualquer área do conhecimento (RDF, 1999 apud BAX; REZENDE, 2001).
  • 11. Introdução  Em RDF, um domínio de conhecimento é definido via um RDF Schema (RDF, 1998). É no RDF Schema, portanto, que é definida a semântica e as características de uma propriedade. Uma aplicação que crie metadados em RDF e outra que utilize estes metadados devem utilizar o mesmo Schema para um funcionamento adequado.
  • 12. Conhecimentos Necessários para Uso do RDF  HTML : HTML (acrônimo para a expressão inglesa HyperText Markup Language, que significa Linguagem de Marcação de Hipertexto) é uma linguagem de marcação utilizada para produzir páginas na Web.  XHTML: XHTML, ou eXtensible Hypertext Markup Language, é uma reformulação da linguagem de marcação HTML baseada em XML. Combina as tags de marcação HTML com regras da XML; este processo de padronização tem em vista a exibição de páginas Web em diversos dispositivos (televisão, palm, celular, etc). A intenção é melhorar a acessibilidade.
  • 13. Conhecimentos Necessários para Uso do RDF  XML: XML (eXtensible Markup Language) é uma recomendação da W3C para gerar linguagens de marcação para necessidades especiais. É um subtipo de SGML (acrônimo de Standard Generalized Markup Language, ou Linguagem Padronizada de Marcação Genérica) capaz de descrever diversos tipos de dados. Seu propósito principal é a facilidade de compartilhamento de informações através da Internet.  XML Namespaces: Extensão do XML criada para evitar o conflito de nomes de elementos.
  • 14. RDF e a Busca de Informações na WEB  O RDF é um método geral para decompor qualquer tipo de conhecimento em pedaços pequenos, com algumas regras sobre a semântica, ou significado desses pedaços.  O ponto é ter um método tão simples que pode expressar qualquer informação, e ainda assim estruturado de tal forma que se possam fazer coisas úteis com isso no computador.  RDF é projetado para representar conhecimento em um mundo distribuído. Isto significa que o RDF está particularmente preocupado com o significado.
  • 15. RDF e a Busca de Informações na WEB  Tudo que é mencionado no RDF significa algo, se é uma referência para algo concreto, um conceito abstrato, ou uma informação. Padrões construídos em RDF descrevem inferências lógicas entre informações e como procura-las em um grande banco de dados do RDF.  O que faz o RDF ser adaptado para o conhecimento distribuído na rede é que com o uso de suas aplicações é possível reunir arquivos de RDF postados por diferentes pessoas ao redor da Internet.
  • 16. RDF e a Busca de Informações na WEB  Através disso, pode-se aprender facilmente mais coisas, conseguindo mais informações sobre o assunto, do que na leitura de um único documento. Isto é feito de dois modos, primeiro são feitos links entre documentos com vocabulários em comum, e em segundo lugar é permitido para qualquer documento o uso de qualquer vocabulário.  Essa flexibilidade é claramente única do RDF, de modo que facilita a busca de informações na internet, já que partindo do pressuposto que documentos com o mesmo vocabulário geralmente terão o mesmo tema em comum, com o uso do RDF as pesquisas podem ter um melhor resultado para o usuário.
  • 17. RDF e a Busca de Informações na WEB Casos de Uso  Integração de dados de diferentes fontes sem uma linguagem de programação em comum.  Oferecimento de dados pra re-utilização por outros grupos.  Descentralização de dados, para que um único grupo não “possua” todas as informações..  Fazer algo que requer grandes quantidade de dados (browse, query, match, extract). Para isso é desenvolvida uma ferramenta genérica que permita faze-lo em cima do modelo de dados do RDF (com a vantagem de não ser amarrada á uma única tecnologia de representação de dados, como um banco de dados específico, por exemplo).
  • 18. RDF e a Busca de Informações na WEB Exemplo Prático de Uso  E-bay e Amazon são exemplos de sites que utilizam o RDF na estrutura de pesquisa para correlacionar dados de fontes diferentes, no caso os vários produtos publicados por diferentes vendedores no site.  Já que ambos são mercados virtuais o uso do RDF auxilia bastante aos compradores a encontrar os produtos desejados e em preços acessíveis, relacionando para cada, caso haja, vários vendedores e as informações do produto desejado.
  • 19. RDF e a Busca de Informações na WEB Exemplo Prático de Uso
  • 20. RDF e a Busca de Informações na WEB Exemplo Prático de Uso  Aqui vai ser mostrado um cenário em que a informação compartilhada e distribuída na internet faz muito sentido: um banco de dados com produtos de múltiplos vendedores, com o comentário desses produtos sendo feito também por vários avaliadores.  Nenhum vendedor está sendo responsável por manter um banco de dados central para este projeto, especialmente, já que este conterá informações de produtos competidores e avaliações negativas sobre os produtos. Igualmente, não é possível um dos avaliadores terem recursos para manter um banco de dados desse porte sempre atualizado.
  • 21. RDF e a Busca de Informações na WEB Exemplo Prático de Uso  O RDF foi montado especialmente para este tipo de projeto. Com o uso deste, cada vendedor e avaliador publicará as informações em RDF nos próprios sites. Os vendedores escolherão URIs (um identificador global utilizado pelo RDF para linkar nomes com o mesmo significado) para os produtos deles, e os avaliadores usarão esse URIs ao compor seus comentários.  Os vendedores não precisam concordar em um esquema comum para a nomeação de seus produtos e os avaliadores não são “amarrados” pelo formato de dados utilizado pelos vendedores. O RDF permite para os vendedores e avaliadores trabalharem com seus dados, sem forçá-los a utilizar um único vocabulário e representação dos dados.
  • 22. RDF e a Busca de Informações na WEB Exemplo Prático de Uso
  • 23. RDF e a Busca de Informações na WEB RDF – Mais Exemplos de Uso  Descrevendo propriedades para itens á venda, como o preço e disponibilidade (como visto no exemplo anterior)  Descrevendo planejamento de tempo para eventos na web  Descrevendo informações sobre web pages, como conteúdo, autor, data de criação e modificação  Descrevendo conteúdo e avaliação para figuras da web  Descrevendo conteúdo para métodos de pesquisa  Descrevendo bibliotecas eletrônicas
  • 24. A Sintaxe do RDF  O RDF usa identificadores Web, conhecidos como URIs, para identificar recursos.  Ele descreve esses recursos usando os pares propriedade e valor da proprieade.  Um recurso é qualquer entidade que pode ter um URI, como http://www.meusite.com.br/RDF.  Uma propriedade é um recurso que tem um nome, como 'autor' ou 'home page'.  Um valor de propriedade é algo como 'Hugo Alves Richard' ou 'http:// www.meusite.com.br/.'
  • 25. A Sintaxe do RDF: Exemplo 1  Exemplo simplificado de um documento RDF: <?xml version="1.0"?> <RDF> <Description about="http://www.meusite.com.br/RDF"> <author>Hugo Alves Richard</author> <homepage>http://www.meusite.com/</homepage> </Description> </RDF>
  • 26. A Sintaxe do RDF  A combinação de um recurso, uma propriedade e um valor de propriedade forma o que se chama declaração – também conhecidos como sujeito, predicado e objeto da daclaração.  Por exemplo: Declaração: 'O autor de http://www.meusite.com.br/RDF é Hugo Alves Richard' O sujeito da declaração é 'http://www.meusite.com.br/RDF'. O predicado é 'autor'. E o objeto é 'Hugo Alves Richard'  Tudo muito simples e intuitivo, não é mesmo?
  • 27. A Sintaxe do RDF: Exemplo 2  Vejamos mais um exemplo: Title Artist Country Company Price Year Empire Bob Dylan USA Columbia 10.90 1985 Burlesque Hide your Bonnie UK CBS 9.90 1988 Heart Tyler Records ...
  • 28. A Sintaxe do RDF: Exemplo 2 <?xml version="1.0"?> <rdf:RDF xmlns:rdf="http://www.w3.org/1999/02/22-rdf-syntax-ns#" xmlns:cd="http://www.recshop.fake/cd#"> <rdf:Description rdf:about="http://www.recshop.fake/cd/Empire Burlesque"> <cd:artist>Bob Dylan</cd:artist> <cd:country>USA</cd:country> <cd:company>Columbia</cd:company> <cd:price>10.90</cd:price> <cd:year>1985</cd:year>
  • 29. A Sintaxe do RDF: Exemplo 2 </rdf:Description> <rdf:Description rdf:about="http://www.recshop.fake/cd/Hide your heart"> <cd:artist>Bonnie Tyler</cd:artist> <cd:country>UK</cd:country> <cd:company>CBS Records</cd:company> <cd:price>9.90</cd:price> <cd:year>1988</cd:year> </rdf:Description> ... </rdf:RDF>
  • 30. A Sintaxe do RDF  A primeira linha do documento RDF é uma declaração XML.  Essa declaração é seguida pelo elemento raíz do documento RDF: <rdf:RDF>.  O elemento <rdf:Description> contém a descrição do recurso identificado pelo atributo rdf:about.  Os elementos <cd:artist>, <cd:country>, <cd:company>, etc., são as propriedades do recurso.  Para facilitar a visualização e o aprendizado do RDF o W3C criou o W3C's RDF Validation Service.  Esse simples validador analisa sintaticamente o seu documento RDF e gera visões tabulares e/ou gráficas do documento analisado.
  • 31. A Sintaxe do RDF: Containers  Existe um outro recurso interessante no RDF que são os chamados elementos containers.  Eles são usado para descrever grupos de coisas.  Exemplo: listar os autores de um livro ou os componentes de uma banda.  O elemento container <rdf:Bag> é usado para descrever membros cuja ordem não é importante.  O elemento container <rdf:Seq> é usado para descrever membros cuja ordem é importante – por exemplo, os elementos estão em ordem alfabética.  Por fim, o elemento container <rdf:Alt> é usado para descrever membros em que se deve fazer uma escolha por um, e apenas um, deles.
  • 32. Modelo de containers  O RDF define três tipos de objetos de containers, a saber:  Bag. É uma lista não ordenada de recursos ou literal, ou seja, é usada para declarar que uma propriedade tem múltiplos valores e que não importa a ordem em que esses valores são dados.  Sequence. É uma lista ordenada de recursos ou literal, ou seja, é usada para declarar que uma propriedade tem múltiplos valores e que a ordem em que esses valores são dados é significante.  Alternative. É uma lista de recursos ou literal que representa alternativa de valores para uma propriedade. Neste caso, qualquer um dos valores na lista pode ser escolhido como apropriado.  Para representar um container, a RDF usa a propriedade type para identificar uma coleção específica, que deve ser declarada como sendo uma instância de um dos objetos de containers. A relação entre os membros do container e seus recursos é definida por um conjunto de propriedades nomeadas simplesmente por “_1”, “_2”, “_3”, etc.
  • 33. A Sintaxe do RDF: <rdf:Bag> <rdf:Description rdf:about="http://www.recshop.fake/cd/Beatles"> <cd:artist> <rdf:Bag> <rdf:li>John</rdf:li> <rdf:li>Paul</rdf:li> <rdf:li>George</rdf:li> <rdf:li>Ringo</rdf:li> </rdf:Bag> </cd:artist> </rdf:Description>
  • 34. A Sintaxe do RDF: <rdf:Seq> <rdf:Description rdf:about="http://www.recshop.fake/cd/Beatles"> <cd:artist> <rdf:Seq> <rdf:li>George</rdf:li> <rdf:li>John</rdf:li> <rdf:li>Paul</rdf:li> <rdf:li>Ringo</rdf:li> </rdf:Seq> </cd:artist> </rdf:Description>
  • 35. A Sintaxe do RDF: <rdf:Alt> <rdf:Description rdf:about="http://www.recshop.fake/cd/Beatles"> <cd:format> <rdf:Alt> <rdf:li>CD</rdf:li> <rdf:li>Record</rdf:li> <rdf:li>Tape</rdf:li> </rdf:Alt> </cd:format> </rdf:Description>
  • 36. A Sintaxe do RDF: Coleção  Existe ainda um recurso no RDF chamado coleção.  Esse recurso é usado para descrever grupos que contêm somente os membros especificados.  Uma coleção é descrita pelo atributo rdf:parseType=”Collection”
  • 37. A Sintaxe do RDF: Coleção <rdf:Description rdf:about="http://recshop.fake/cd/Beatles"> <cd:artist rdf:parseType="Collection"> <rdf:Description rdf:about="http://recshop.fake/cd/Beatles/George"/> <rdf:Description rdf:about="http://recshop.fake/cd/Beatles/John"/> <rdf:Description rdf:about="http://recshop.fake/cd/Beatles/Paul"/> <rdf:Description rdf:about="http://recshop.fake/cd/Beatles/Ringo"/> </cd:artist> </rdf:Description>
  • 38. RDF Schema  RDF- Representam relacionamentos entre recursos. RDF Schema - provê mecanismos para declaração dessas propriedades.  A especificação da RDF Schema foi diretamente pensada levando em consideração problemas específicos e imediatos.  Os problemas em questão são: - PICS (Platform for Internet Content Selection) - os metadados simples da Web, - mapa de sites e outras ferramentas de navegação - P3P (Platform for Privacy Preferences Project), descritos a seguir.
  • 39. RDF Schema  PICS. O modelo e sintaxe RDF é adequado para representar rótulos de PICS, que foi originalmente desenvolvido para ajudar pais e professores a controlar o que as crianças acessam na Internet, além de facilitar outros usos de rótulos, incluindo assinatura de código e privacidade. A RDF Schema, no entanto, não fornece um mapeamento de propósito geral de sistemas de avaliação de PICS dentro de uma representação de RDF.  Metadados simples da Web. Uma aplicação óbvia da RDF está na descrição de páginas da Web. Essa é uma das funções básicas da iniciativa Dublin Core. O Dublin Core [DCMI,2001] é um conjunto de 15 elementos largamente aplicáveis para descrever recursos da Web para habilitar sua descoberta
  • 40. RDF Schema  Mapa de sites e outras ferramentas de navegação. A especificação da RDF Schema fornece recursos suficientes para criar modelos RDF que representam sistemas hierárquicos para representar taxonomia de assuntos. Mapas de sites, dicionários e esquemas de classificação de bibliotecas são exemplos bem conhecidos de sistemas hierárquicos.  P3P. A plataforma Projeto de Preferências de Privacidade requer uma gramática para construção de declarações sobre práticas de coleção de dados e preferências pessoais como exercício sobre estas práticas, assim como uma sintaxe de dados estruturados de troca. O uso de um esquema de metadados para descrever a estrutura formal de descrição de práticas de privacidade permitirá privacidade na prática de dados para serem utilizados junto com outros metadados em uma consulta durante descoberta de recurso, e permitirá a um agente de software agir de acordo com a privacidade dos metadados usando as mesmas técnicas como utilizadas para outros metadados descritivos.
  • 41. RDF Schema  RDF Schema define propriedades específicas que podem ser utilizadas para definir esquemas.  É um sistema de classes extensível e genérico que pode ser utilizado como base para esquemas de um domínio específico. Esses esquemas podem ser compartilhados e estendidos através de refinamento de subclasses. Além disso, definições de metadados podem ser reutilizadas através do compartilhamento de esquemas.  Um esquema para as publicações e autores pode ser definido em RDF(S). Por questões de espaço, são mostradas apenas as definições das classes Autor, Publicação e Artigo.
  • 42. RDF Schema  Como tudo em RDF é considerado um recurso, RDF Schema estabelece que esses recursos podem ser organizados em classes. Um recurso pode ser instância de uma ou mais classes. As classes podem estar organizadas em uma hierarquia de subclasses. Isso significa que qualquer recurso de um tipo que é subclasse de outro, é também considerado como sendo do tipo da superclasse. O sistema de tipos de RDF Schema define propriedades em termos das classes de recursos aos quais elas se aplicam.
  • 43. RDF Schema  RDF Schema considera que os recursos rdfs são classes.  Todas as coisas que estão sendo descritas por expressões RDF são chamadas Recursos e são consideradas instâncias da classe rdfs.  Todo modelo RDF que utiliza o mecanismo de esquema fornece
  • 45. Críticas sobre o RDF  RDF foi criticado em 2001 quanto as seguintes questões:  A sintaxe XML para RDF é muito verbosa.  A notação do trio sujeito, predicado e objeto não é expressiva o suficiente.  A habilidade do RDF de consolidar enunciados é lidada de maneira ambígua.
  • 46. Futuro  Há muitos esforços concentrados na evolução do RDF e há ainda muito por se fazer para que ela esteja consolidada. Soluções práticas incluem:  (a) a derivação de RDF a partir de fontes XML;  (b) a convergência de mapas de tópicos (topic maps) com RDF;  (c) a emergência de “motores” e de banco de dados em RDF;  (d) interfaces com o usuário (gerais ou específicas) para dados RDF, implementando dessa forma novos websites. − Estas soluções ficam aqui consideradas como sugestões para trabalhos futuros.
  • 47. Código RDF na prática http://www.kanzaki.com/works/2003/imagedesc/yakito http://www.cs.rpi.edu/~puninj/XMLJ/classes/class8/all
  • 48. Referências  http://www.w3.org/RDF/  http://www.rdfabout.com/  http://www.w3c.org/rdf