Tecnologia de Poliureia
I. Definição de Poliureia e
Noções básicas da
Tecnologia
História
• 1987 - As primeiras formulações de poliureia de aplicação em
spray são criadas.
• 1988 - Uma das primeiras formulações de poliureia de aplicação
por spray é comercializado para aplicação sobre Espuma de
PU em Cobertura.
• 1990 - O interesse da indústria revestimento em sistemas de
pulverização de poliureia provoca a criação de novos
fabricantes de sistemas e novas formulações.
Definição de Poliureia
O revestimento/elastômero de poliureia é o resultado
da reação de um componente poliisocianato(s) com
resina(s) amino terminada.
Para fins de referência, um revestimento de poliureia híbrido é o resultado da reação do
componente de poliisocianato com o componente de mistura de resinas amina terminadas com
polímeros terminados com hidroxilos (poliol).
Poliureia não é um produto, Poliureia é uma Tecnologia
• Poliureia não é um poliuretano
• Poliureia não contém catalisador
• Poliureia tem resistência à umidade
• A cura da Poliureia não é afetada pela temperatura ou umidade
Química Básica
• Aromático
 Isocianatos de uso geral
 Estabilidade de cor Pobre /Desbotamento possível em
exposição aos raios UV
• Alifático
 Alta estabilidade de Cor / Excelente resistência ao
ambiente
A - Isocianato (Prepolimero)
Química Básica
• Polieteraminas
 Primeiras poliureias comerciais produzidas em 1980
usado extensivamente
• Ésteres poliasparticos
 Comercializada em final de 1990
 Oferece uma variedade de velocidades de cura, alta
solidez de cor
 Muitas vezes usado como acabamento (200-250µm) ou
sobre outros revestimentos (poliureia aromática)
B - Resina (Amina)
Química Básica
• Formulações de base aromática (Spray)
Estabilidade de cor limitado em aplicações externas
• Formulações de Base Alifática (Spray)
Excelente estabilidade de cor em aplicações externas
Mais dispendioso do que os sistemas baseados aromáticos
• Formulações com aprovação ANSI / NSF 61 (Água Potável)
• Poliureia Ester Poliaspartico (baixa espessura)
• Selantes e Juntas de cura lenta (Pistola com bico estático ou
cartucho de 600ml)
• Sistemas para reparo (Pincel)
Tipos de Sistema de Poliureia
Tipos de Sistemas de Poliureia
Sistemas Especiais
• Sistemas de retardante de Chama (Classe I – Norma E84.12)
• Sistemas resistentes a produtos químicos
• Sistemas com Dureza diferentes desde a mais macia para juntas
de dilatação até as com Dureza D85 (como fibra de vidro)
• Diferentes formulações para diferentes aplicações
Tipos de Sistemas de Poliureia
Métodos de aplicação
• Sistemas de Spray de Alta e Baixa Pressão
• Sistemas Hot Spray e Cold Spray
• Sistemas Roll-On / Pincel
• Cura lenta / Juntas / Selantes
• Pistola airless (apenas éster poliaspártico)
Resistência à tração, Mpa até 27.57
Dureza Shore A30 a D65
Alongamento,% até 1000
Resistencia Rasgamento, pli 250-600
100% Modulus, Mpa 3,45-13,79
Resistencia á ruptura, MPa 1,72-3,45
Flex / Crack Bridging > 38,1 milímetros (-26°C)
Propriedades Típicas
Performance Poliuréia Poliuretano Poliester Epoxi
Resistencia Mecanica Baixa - Alta Baixa-Média Alta Alta
Alongamento Alta Baixa – Alta Baixa Baixa
Resistencia á Abrasão Alta Media-Alta Média-Alta Alta
Adesão ao Concreto Alta Baixa-Média Média Alta
Encolhimento após cura Baixa Baixa Alta Alta
Permiabilidade Baixa Média-Alta Baixa Baixa-Alta
Resistencia UV Alta Baixa-Alta Média-Alta Baixa
Temperatura limite Alta Média Baixa-Média Baixa
Adaptado do artiigo “Polyurea Spray Coatings Systems” de Dudley J. Primeaux II,
Tabela Comparativa
II. Materiais e
Equipamentos
Equipamentos
Bombas de Alta Pressão
Requisitos Básicos:
•Desenvolver alta pressão / fluxo para uma boa
mistura normalmente 103-206 Bar
•Aumentar a temperatura para reduzir a viscosidade
do material tipicamente 15 a 25°C
Equipamentos
Equipamentos
Existem vários modelos de pistolas no mercado que
oferecem as seguintes variáveis:
• Vazão de saída típicas de <0,5 kg – 2,7 por minuto
• As pressões máximas entre 103-206 Bar
• Formas variáveis do padrão de pulverização -
redondo, ventilador, plano, etc
Pistolas de Alta Pressão
Equipamentos
Equipamentos de Spray Baixa Pressão
Equipamentos
Sistemas de pulverização de baixa pressão
• As Pressões do equipamento são
moderadamente baixas normalmente 3,44 a
13,79 Bar
• "Mistura estática" para Pulverização
• Pode processar materiais à temperatura
ambiente normalmente 21 a 35 C
• No entanto o tempo de gel é > 10 segundos
normalmente 10 a +45 segundos
Equipamentos
Sistemas para Selantes/Enchimento de Juntas
•Sistemas de cura lento,
com excelente fluidez
•Geralmente pode ser
"raspado" após 1 hora
da instalação, mesmo
em ambientes frios
Equipamentos
Equipamentos de Proteção Pessoal
• Óculos de Proteção
• Luvas quimicamente
resistentes.
• Roupas Quimicamente
resistente (Tyvak)
• Mascara de meia face ou face
inteira com pré filtro de
partículas
Equipamentos
III. Aplicação
Dois dos substratos mais comuns onde
são aplicados revestimentos de
poliureia são:
Concreto
e
Aço
Preparação de Substratos
Para revestimento de alta
espessura (100 µm – 3 mm Poliureia aplicada)
recomendamos um perfil entre CSP 3 a
CSP6 para um melhor desempenho e
ancoragem dos sistemas de poliureia
(ICRI Guideline No. 03732)
CSP-3 CSP-4
CSP-5 CSP-6
Preparação de Superficie - Concreto
Normas da Indústria:
Concreto precisa ter sido curado por 28 dias
antes de ser revestido
Consulte a SSPC-SP 13
Outras normas SSPC-TR 5 / ICRI Guideline No. 03741
Ainda não existe uma norma de aplicação
de poliureia Brasileira
Preparação de Superficie - Concreto
Shotblasting / Lixagem / Frezagem
Remove revestimentos antigos e nata de
cimento Abre os poros do concreto e
fornece um bom perfil de ancoragem(CSP 3
a CSP 6)
Preparação de Superficie - Concreto
Questões de umidade
Teor máximo de umidade é <5%
ASTM F 2170 “medidores de umidade”
Transmissão de vapor máxima – 1,5Kg por 1oom² em um período de
24 horas
ASTM F 1869 “Teste de Cloreto de Calcio”
Preparação de Superficie - Concreto
Primers são utilizados devido aos substratos de
concreto serem porosos e para minimizar a saída dos
gases. No entanto, eles também são utilizados para
reforçar o substrato e assim melhorar a adesão.
IMPORTANTE:
O concreto tem uma força máxima de tração de cerca
de 2,78 MPa a poliureia normalmente tem uma
resistência à tração de 17,24 MPa.
Preparação de Superficie - Concreto
• Substrato coeso
• Opção com Priming e sem priming
• Deve estar limpo, livre de contaminantes
• Necessita de jateamento para melhorar a
aderência mecânica (SSPC-SP 5 / NACE No. 1 / ISO 3 ou SP 10 / NACE
No. 2 / ISO 2 ½)
Preparação de Superficies - Metal
• Métodos
SSPC-SP / NACE No. / ISO SA
• Cuidado ao aplicar sobre flash rust / corrosão
Especialmente em aplicações submersas
• Precisa ser especificado um perfil
i.e. 5 – 7.6 µm
Para imersão o perfil mínimo é de 7.6µm
Preparação de Superficies - Metal
Jateamento Abrasivo
• Remove carepa, revestimentos
antigos e alguns contaminantes
•Fornece um bom perfil de
ancoragem
Preparação de Superficies - Metal
O uso de primers não é sempre necessário, mas podem
ser utilizados para aumentar o desempenho global de
aderência ao aço. Uma vez que os sistemas de poliureia
são de cura rápida, constroem viscosidade muito
rapidamente e por isso, não molham a superfície do
substrato tão bem como os sistemas de cura lenta.
IMPORTANTE:
O uso de primers em aço deve ser conjugada com a preparação
adequada da superfície de forma a conseguir também a adesão
mecânica.
Preparação de Superficies - Metal
Outros substratos:
fibra de vidro
Tecido geotêxtil
Espuma
Amianto (encapsulamento)
Madeira
Vidro
asfalto
Consulte o fornecedor de
poliureia para métodos de
preparação adequadas!
Preparação de Superficies - Metal
Primers mais comuns:
• epóxi
• uretano
• acrílico
Consulte o fornecedor de poliureia para seleção de
primer adequado
Primers
Algumas características dos Primers
•Podem ser 100% sólidos ou à base de Solvente
•Mono Componente ou Bicomponente
•Grande variedade de tempos de cura
•São afectados por condições ambientais e/ou com a
temperatura do substrato
•Ajudam na adesão, na integridade e/ou liberação de
gases do substrato
Primers
Espessuras de Aplicação da Poliureia (em média)
Tráfego pedestre: 1,0 – 1,5 mm
Tráfego de veículos: 1.5 - 2,0 mm
Tráfego pesado/Rampas: 2,0 - 3,2 mm)
Aplicações de parede: 0,8 - 1,5 mm
Áreas Submersas: > 2,0 mm
Aplicação
Cálculo de material
Não se levou em consideração fator de perda
1Kg = 1m² / 1 mm
Aplicação
Controle de Qualidade: amostras de campo
Aplicar um metro quadrado sobre uma placa de polietileno ou
placa de alumínio lisa com um desmoldante.
Pulverizar ate atingir a espessura de 1,5 - 2 mm.
Identificar a amostra com data, área, número do lote, projeto, etc.
Caso necessário ou exigido a amostra será envida para a VersaFlex para
procederem aos testes físicos necessários.
Aplicação
Aplicação
Fatores que podem causar falhas do revestimento:
• Preparação do Substrato Inadequada
• Contaminação do Substrato
• Falhas Estruturais do Projeto
• Aplicação fora de proporção (isocianato / resina)
• Seleção errada do sistema de revestimento
Falhas do Revestimentos
IV. Cases e Aplicação
Comercial
Poliureias VersaFlex Ação Substratos Aplicações
Tipo Produto Máquina Pistola °C
UV
Solidez
de Cor
Impermeabilização
Proteção
Anticorrosiva
Retardante
de Chama
Classe I
Metal Concreto Geotextil
Espuma
PU
Fibra
de
Vidro
Pisos Telhados Saneamento
Água
Potavel
Mineração
Aromáticas
Arustruct
Graco EXP2 HXP2
HXP3
Gama H50
Gusmer 25/30
Graco Fusion AP
Fusion MP
GX-7 400
Probler P2
GX 8
65-70°C
**
6 *** *** NR ** ** NR NR *** * * *** NR *
FSS 45DC /VF 320
**
6 *** *** NR *** ** NR ** NR ** * ** NR **
FSS 45 DC FR
**
6 *** *** *** *** ** NR ** NR ** * ** NR **
FSS 45DCF
**
6 *** *** NR *** ** NR ** NR ** ** ** NR **
FSS 50DM /VF 350
**
6 *** *** NR ** *** NR ** NR *** ** *** NR **
FSS 50DM FR
**
6 *** *** *** ** *** NR ** NR *** ** *** NR **
VF 330
**
6 *** *** NR *** ** NR NR NR * * * NR ***
VF 380
**
6 *** *** NR ** *** *** *** NR ** *** * NR *
AV 405
**
6 *** *** NR *** *** NR NR NR * * ** *** *
AV 415
**
6 *** *** NR *** *** NR NR *** * * ** *** *
VF 340
**
6 *** *** *** *** ** NR NR NR ** *** ** NR **
LS 45
Graco-E-10 Reactor
AST-PCH GMP
Graco K2
TAH Indus.
Frio
**
6 *** *** NR *** ** NR ** NR *** * * NR *
LS 75
**
6 ***
*** NR ** *** NR * NR *** * * NR **
Alifáticas
FSS 42D
Graco EXP1 EXP2
HXP2 HXP3
Gama G 250
Fusion AP Fusion
MP GX-7
65-70°C
***
8 **
*** NR ** *** NR ** NR *** *** *** NR **
Gelflex FR
***
8 **
***
*** ** *** NR NR * *** ** ** NR *
Gelflex 1115
***
8 **
*** NR ** *** NR NR * *** ** ** NR *
Poliasparticas
ClearCoat
Rolo Padco
Graco AirLess
Ultra395
Bico 0.017 a
0.021
Frio
***
8 ***
*** NR ** *** NR NR NR *** *** ** NR **
ClearCoat Fast
***
8 ***
*** NR ** *** NR NR NR *** *** ** NR **
Clear Coat Fast FR
***
8 ***
***
*** ** *** NR NR NR *** *** ** NR **
Revestindo Concreto
• Projeto CA/T Boston
• Projeto MBTA Boston
Revestindo Concreto
• Pentagono
Edificio de Entrega Remota
Revestindo Concreto
• Pontes e Viadutos
Água e Saneamento
• Tanques de concreto, clarificadores, separadores, etc
Água e Saneamento
• Armazenamento de água
Revestindo Concreto
• Maritimo
Revestindo Concreto
• Contenção Secundária
Antes Depois
Revestimento sobre Geotextil
• Contenção Secundaria
Revestimento Interno de Tanques
Revestindo Metal
Fibra de Vidro
Peças em Fibra de Vidro
Proteção contra Corrosão e Erosão
Proteção contra Corrosão e Erosão
• Offshore
Pisos Decorativos
Selantes / Preenchimento Juntas
Sistemas de Reparação (manual)
Retorno ao serviço mais rápido do que os sistemas tradicionais
Rápida aplicação e Reduz Custos
Isento de VOC e pouco ou nenhum odor
Cura á temperatura de -31 ºC a 150 ºC
Excelente resistência ao choque térmico
Flexível
Impermeável
Alta resistência á abrasão
Insensibilidade à umidade ambiente
Espessura ilimitada
Produto versátil e Grande durabilidade
Alta resistência química
OBRIGADO!!
Perguntas...
Fernando Costa
fernando@marmai.com.br

Tecnologia de poliureia

  • 1.
  • 2.
    I. Definição dePoliureia e Noções básicas da Tecnologia
  • 3.
    História • 1987 -As primeiras formulações de poliureia de aplicação em spray são criadas. • 1988 - Uma das primeiras formulações de poliureia de aplicação por spray é comercializado para aplicação sobre Espuma de PU em Cobertura. • 1990 - O interesse da indústria revestimento em sistemas de pulverização de poliureia provoca a criação de novos fabricantes de sistemas e novas formulações.
  • 4.
    Definição de Poliureia Orevestimento/elastômero de poliureia é o resultado da reação de um componente poliisocianato(s) com resina(s) amino terminada. Para fins de referência, um revestimento de poliureia híbrido é o resultado da reação do componente de poliisocianato com o componente de mistura de resinas amina terminadas com polímeros terminados com hidroxilos (poliol). Poliureia não é um produto, Poliureia é uma Tecnologia
  • 5.
    • Poliureia nãoé um poliuretano • Poliureia não contém catalisador • Poliureia tem resistência à umidade • A cura da Poliureia não é afetada pela temperatura ou umidade Química Básica
  • 6.
    • Aromático  Isocianatosde uso geral  Estabilidade de cor Pobre /Desbotamento possível em exposição aos raios UV • Alifático  Alta estabilidade de Cor / Excelente resistência ao ambiente A - Isocianato (Prepolimero) Química Básica
  • 7.
    • Polieteraminas  Primeiraspoliureias comerciais produzidas em 1980 usado extensivamente • Ésteres poliasparticos  Comercializada em final de 1990  Oferece uma variedade de velocidades de cura, alta solidez de cor  Muitas vezes usado como acabamento (200-250µm) ou sobre outros revestimentos (poliureia aromática) B - Resina (Amina) Química Básica
  • 8.
    • Formulações debase aromática (Spray) Estabilidade de cor limitado em aplicações externas • Formulações de Base Alifática (Spray) Excelente estabilidade de cor em aplicações externas Mais dispendioso do que os sistemas baseados aromáticos • Formulações com aprovação ANSI / NSF 61 (Água Potável) • Poliureia Ester Poliaspartico (baixa espessura) • Selantes e Juntas de cura lenta (Pistola com bico estático ou cartucho de 600ml) • Sistemas para reparo (Pincel) Tipos de Sistema de Poliureia
  • 9.
    Tipos de Sistemasde Poliureia Sistemas Especiais • Sistemas de retardante de Chama (Classe I – Norma E84.12) • Sistemas resistentes a produtos químicos • Sistemas com Dureza diferentes desde a mais macia para juntas de dilatação até as com Dureza D85 (como fibra de vidro) • Diferentes formulações para diferentes aplicações
  • 10.
    Tipos de Sistemasde Poliureia Métodos de aplicação • Sistemas de Spray de Alta e Baixa Pressão • Sistemas Hot Spray e Cold Spray • Sistemas Roll-On / Pincel • Cura lenta / Juntas / Selantes • Pistola airless (apenas éster poliaspártico)
  • 11.
    Resistência à tração,Mpa até 27.57 Dureza Shore A30 a D65 Alongamento,% até 1000 Resistencia Rasgamento, pli 250-600 100% Modulus, Mpa 3,45-13,79 Resistencia á ruptura, MPa 1,72-3,45 Flex / Crack Bridging > 38,1 milímetros (-26°C) Propriedades Típicas
  • 12.
    Performance Poliuréia PoliuretanoPoliester Epoxi Resistencia Mecanica Baixa - Alta Baixa-Média Alta Alta Alongamento Alta Baixa – Alta Baixa Baixa Resistencia á Abrasão Alta Media-Alta Média-Alta Alta Adesão ao Concreto Alta Baixa-Média Média Alta Encolhimento após cura Baixa Baixa Alta Alta Permiabilidade Baixa Média-Alta Baixa Baixa-Alta Resistencia UV Alta Baixa-Alta Média-Alta Baixa Temperatura limite Alta Média Baixa-Média Baixa Adaptado do artiigo “Polyurea Spray Coatings Systems” de Dudley J. Primeaux II, Tabela Comparativa
  • 13.
  • 14.
  • 15.
    Bombas de AltaPressão Requisitos Básicos: •Desenvolver alta pressão / fluxo para uma boa mistura normalmente 103-206 Bar •Aumentar a temperatura para reduzir a viscosidade do material tipicamente 15 a 25°C Equipamentos
  • 16.
  • 17.
    Existem vários modelosde pistolas no mercado que oferecem as seguintes variáveis: • Vazão de saída típicas de <0,5 kg – 2,7 por minuto • As pressões máximas entre 103-206 Bar • Formas variáveis do padrão de pulverização - redondo, ventilador, plano, etc Pistolas de Alta Pressão Equipamentos
  • 18.
    Equipamentos de SprayBaixa Pressão Equipamentos
  • 19.
    Sistemas de pulverizaçãode baixa pressão • As Pressões do equipamento são moderadamente baixas normalmente 3,44 a 13,79 Bar • "Mistura estática" para Pulverização • Pode processar materiais à temperatura ambiente normalmente 21 a 35 C • No entanto o tempo de gel é > 10 segundos normalmente 10 a +45 segundos Equipamentos
  • 20.
    Sistemas para Selantes/Enchimentode Juntas •Sistemas de cura lento, com excelente fluidez •Geralmente pode ser "raspado" após 1 hora da instalação, mesmo em ambientes frios Equipamentos
  • 21.
    Equipamentos de ProteçãoPessoal • Óculos de Proteção • Luvas quimicamente resistentes. • Roupas Quimicamente resistente (Tyvak) • Mascara de meia face ou face inteira com pré filtro de partículas Equipamentos
  • 22.
  • 23.
    Dois dos substratosmais comuns onde são aplicados revestimentos de poliureia são: Concreto e Aço Preparação de Substratos
  • 24.
    Para revestimento dealta espessura (100 µm – 3 mm Poliureia aplicada) recomendamos um perfil entre CSP 3 a CSP6 para um melhor desempenho e ancoragem dos sistemas de poliureia (ICRI Guideline No. 03732) CSP-3 CSP-4 CSP-5 CSP-6 Preparação de Superficie - Concreto
  • 25.
    Normas da Indústria: Concretoprecisa ter sido curado por 28 dias antes de ser revestido Consulte a SSPC-SP 13 Outras normas SSPC-TR 5 / ICRI Guideline No. 03741 Ainda não existe uma norma de aplicação de poliureia Brasileira Preparação de Superficie - Concreto
  • 26.
    Shotblasting / Lixagem/ Frezagem Remove revestimentos antigos e nata de cimento Abre os poros do concreto e fornece um bom perfil de ancoragem(CSP 3 a CSP 6) Preparação de Superficie - Concreto
  • 27.
    Questões de umidade Teormáximo de umidade é <5% ASTM F 2170 “medidores de umidade” Transmissão de vapor máxima – 1,5Kg por 1oom² em um período de 24 horas ASTM F 1869 “Teste de Cloreto de Calcio” Preparação de Superficie - Concreto
  • 28.
    Primers são utilizadosdevido aos substratos de concreto serem porosos e para minimizar a saída dos gases. No entanto, eles também são utilizados para reforçar o substrato e assim melhorar a adesão. IMPORTANTE: O concreto tem uma força máxima de tração de cerca de 2,78 MPa a poliureia normalmente tem uma resistência à tração de 17,24 MPa. Preparação de Superficie - Concreto
  • 29.
    • Substrato coeso •Opção com Priming e sem priming • Deve estar limpo, livre de contaminantes • Necessita de jateamento para melhorar a aderência mecânica (SSPC-SP 5 / NACE No. 1 / ISO 3 ou SP 10 / NACE No. 2 / ISO 2 ½) Preparação de Superficies - Metal
  • 30.
    • Métodos SSPC-SP /NACE No. / ISO SA • Cuidado ao aplicar sobre flash rust / corrosão Especialmente em aplicações submersas • Precisa ser especificado um perfil i.e. 5 – 7.6 µm Para imersão o perfil mínimo é de 7.6µm Preparação de Superficies - Metal
  • 31.
    Jateamento Abrasivo • Removecarepa, revestimentos antigos e alguns contaminantes •Fornece um bom perfil de ancoragem Preparação de Superficies - Metal
  • 32.
    O uso deprimers não é sempre necessário, mas podem ser utilizados para aumentar o desempenho global de aderência ao aço. Uma vez que os sistemas de poliureia são de cura rápida, constroem viscosidade muito rapidamente e por isso, não molham a superfície do substrato tão bem como os sistemas de cura lenta. IMPORTANTE: O uso de primers em aço deve ser conjugada com a preparação adequada da superfície de forma a conseguir também a adesão mecânica. Preparação de Superficies - Metal
  • 33.
    Outros substratos: fibra devidro Tecido geotêxtil Espuma Amianto (encapsulamento) Madeira Vidro asfalto Consulte o fornecedor de poliureia para métodos de preparação adequadas! Preparação de Superficies - Metal
  • 34.
    Primers mais comuns: •epóxi • uretano • acrílico Consulte o fornecedor de poliureia para seleção de primer adequado Primers
  • 35.
    Algumas características dosPrimers •Podem ser 100% sólidos ou à base de Solvente •Mono Componente ou Bicomponente •Grande variedade de tempos de cura •São afectados por condições ambientais e/ou com a temperatura do substrato •Ajudam na adesão, na integridade e/ou liberação de gases do substrato Primers
  • 36.
    Espessuras de Aplicaçãoda Poliureia (em média) Tráfego pedestre: 1,0 – 1,5 mm Tráfego de veículos: 1.5 - 2,0 mm Tráfego pesado/Rampas: 2,0 - 3,2 mm) Aplicações de parede: 0,8 - 1,5 mm Áreas Submersas: > 2,0 mm Aplicação
  • 37.
    Cálculo de material Nãose levou em consideração fator de perda 1Kg = 1m² / 1 mm Aplicação
  • 38.
    Controle de Qualidade:amostras de campo Aplicar um metro quadrado sobre uma placa de polietileno ou placa de alumínio lisa com um desmoldante. Pulverizar ate atingir a espessura de 1,5 - 2 mm. Identificar a amostra com data, área, número do lote, projeto, etc. Caso necessário ou exigido a amostra será envida para a VersaFlex para procederem aos testes físicos necessários. Aplicação
  • 39.
  • 40.
    Fatores que podemcausar falhas do revestimento: • Preparação do Substrato Inadequada • Contaminação do Substrato • Falhas Estruturais do Projeto • Aplicação fora de proporção (isocianato / resina) • Seleção errada do sistema de revestimento Falhas do Revestimentos
  • 41.
    IV. Cases eAplicação Comercial
  • 42.
    Poliureias VersaFlex AçãoSubstratos Aplicações Tipo Produto Máquina Pistola °C UV Solidez de Cor Impermeabilização Proteção Anticorrosiva Retardante de Chama Classe I Metal Concreto Geotextil Espuma PU Fibra de Vidro Pisos Telhados Saneamento Água Potavel Mineração Aromáticas Arustruct Graco EXP2 HXP2 HXP3 Gama H50 Gusmer 25/30 Graco Fusion AP Fusion MP GX-7 400 Probler P2 GX 8 65-70°C ** 6 *** *** NR ** ** NR NR *** * * *** NR * FSS 45DC /VF 320 ** 6 *** *** NR *** ** NR ** NR ** * ** NR ** FSS 45 DC FR ** 6 *** *** *** *** ** NR ** NR ** * ** NR ** FSS 45DCF ** 6 *** *** NR *** ** NR ** NR ** ** ** NR ** FSS 50DM /VF 350 ** 6 *** *** NR ** *** NR ** NR *** ** *** NR ** FSS 50DM FR ** 6 *** *** *** ** *** NR ** NR *** ** *** NR ** VF 330 ** 6 *** *** NR *** ** NR NR NR * * * NR *** VF 380 ** 6 *** *** NR ** *** *** *** NR ** *** * NR * AV 405 ** 6 *** *** NR *** *** NR NR NR * * ** *** * AV 415 ** 6 *** *** NR *** *** NR NR *** * * ** *** * VF 340 ** 6 *** *** *** *** ** NR NR NR ** *** ** NR ** LS 45 Graco-E-10 Reactor AST-PCH GMP Graco K2 TAH Indus. Frio ** 6 *** *** NR *** ** NR ** NR *** * * NR * LS 75 ** 6 *** *** NR ** *** NR * NR *** * * NR ** Alifáticas FSS 42D Graco EXP1 EXP2 HXP2 HXP3 Gama G 250 Fusion AP Fusion MP GX-7 65-70°C *** 8 ** *** NR ** *** NR ** NR *** *** *** NR ** Gelflex FR *** 8 ** *** *** ** *** NR NR * *** ** ** NR * Gelflex 1115 *** 8 ** *** NR ** *** NR NR * *** ** ** NR * Poliasparticas ClearCoat Rolo Padco Graco AirLess Ultra395 Bico 0.017 a 0.021 Frio *** 8 *** *** NR ** *** NR NR NR *** *** ** NR ** ClearCoat Fast *** 8 *** *** NR ** *** NR NR NR *** *** ** NR ** Clear Coat Fast FR *** 8 *** *** *** ** *** NR NR NR *** *** ** NR **
  • 43.
    Revestindo Concreto • ProjetoCA/T Boston • Projeto MBTA Boston
  • 44.
  • 45.
  • 46.
    Água e Saneamento •Tanques de concreto, clarificadores, separadores, etc
  • 47.
    Água e Saneamento •Armazenamento de água
  • 48.
  • 49.
    Revestindo Concreto • ContençãoSecundária Antes Depois
  • 50.
    Revestimento sobre Geotextil •Contenção Secundaria
  • 51.
    Revestimento Interno deTanques Revestindo Metal
  • 52.
    Fibra de Vidro Peçasem Fibra de Vidro
  • 53.
  • 54.
    Proteção contra Corrosãoe Erosão • Offshore
  • 55.
  • 56.
  • 57.
  • 58.
    Retorno ao serviçomais rápido do que os sistemas tradicionais Rápida aplicação e Reduz Custos Isento de VOC e pouco ou nenhum odor Cura á temperatura de -31 ºC a 150 ºC Excelente resistência ao choque térmico Flexível Impermeável Alta resistência á abrasão Insensibilidade à umidade ambiente Espessura ilimitada Produto versátil e Grande durabilidade Alta resistência química
  • 59.
  • 60.