O documento descreve uma pesquisa sobre a eficiência de protótipos de banheiros secos no Brasil. A pesquisa analisou um banheiro seco construído na UFSC e três protótipos em funcionamento, avaliando parâmetros como qualidade do ar, odor, coliformes e parasitas. Os resultados mostraram que o processo de compostagem nos protótipos estudados não é eficiente e que o período de 6 meses para tratamento não é suficiente para garantir a sanitização do composto.