Livro da  vida Sta Teresa V.1 *biografia: pai, mãe e numerosos irmãos; *falecimento da mãe; V.2, *romances de Cavalaria = aventuras amorosas; V.2,1 *Vaidosa; V.2,2
V.3 *Convento das Agostinianas; doença vai para casa do tio e da irmã; V.4 * Fuga para o mosteiro Carmelita da Encarnação de Ávila V4.1-2; *Doente – leitura do Terceiro Abecedário – oração de recolhimento V.4,4-7 *Teresa fala da boas leituras para oração V.4,8-9
V.5 Doente : “   Se das mãos do Senhor recebemos os bens porque não sofremos também os males “ Jo 2,10 V.5,9-10 *Dada por morta, quase enterrada viva V. 6 *Proteção de S. José
V.7 *reconhece seu estado de dar ouvido às más conversações que a afastam de vida de oração; *doença e morte do pai;V.7,14 *recobra a vida de confissão e eucaristia, propõe conselhos: “ Aconselharia aos que tem oração que, especialmente no princípio, procurem ter amizade e relações com pessoas que se ocupem da mesma coisa” V.7,20
V.8 Sta Teresa fala do grande bem em não se afastar da vida de oração. “ ...quem começou a ter oração não deve  deixá-la por mais pecados que cometa” V.8,5
“O senhor é bom amigo” V.8,6 Sta Teresa faz alusão a oração como porta que posteriormente falará no  Castelo Interior  e das grandes graças recebidas por meio da oração. “ Digo apenas que a oração foi a porta que me levou às grandes graças que recebi...” V. 8,9
Conversão V.9 * Começou a sentir  em si a presença  de Deus; * Despertar da alma Vida 10 Começa a declarar as graças que Deus lhe concede na oração. “ A alma fica suspensa de tal modo que parece estar fora de si” V.10,1
 
 
 
“ Vejamos, agora, as diferentes maneiras de regar o jardim, para que entendamos o que temos de fazer e o trabalho que nos há-de custar...” “ Parece-me a mim  que se pode regar  de quatro maneras” Vida 11,7ss
(Primeiro grau de oração) “ Os que começam a ter oração, podemos dizer que são  os que tiram água do poço,  o que dá muito trabalho,  e que se hão-de cansar em  recolher os sentidos...” (V 11,9ss)
Cap. 12 lv.  Ao pensarmos no que o Senhor passou por nós, alcançarmos a compaixão, encontrando sabor nesse sofrimento e nas lágrimas que dele vêm, pensar na glória que esperamos, no amor que o Senhor teve por nós e em Sua ressurreição nos dá um prazer que não é de todo espiritual nem dos sentidos, mas é um prazer virtuoso e um pesar muito meritório.  Assim são todas as coisas que causam devoção quando o entendimento está envolvido, muito embora, se Deus não a desse.
Cap. 13- Tentações:  Fala-nos das tentações que experimentou, e que ocorrem no principio , bem como alertar para s coisas que parecem importantes. Ter alegria e liberdade,  É bom temer a si mesmo, não confiando em si, para não se por em situações nas quais se ofenda a Deus, é necessário até que as virtudes se assente sólidas raízes na alma.  Em tudo é preciso ter discrição. Devemos ter grande confiança,  “Em  Deus tudo se pode” (S. Paulo) Daí-me o que me ordenais e ordenai-me o que quiserdes (Sto Agostinho) São determinações excelentes nestes primeiro grau de oração, É preciso caminhar com lentidão e prudência seguindo o que o um mestre disser.
Falemos agora do segundo modo de tirar água...  para que, com o engenho de um torno  e alcatruzes, o jardineiro tire mais água  e com menos esforço,  e assim possa descansar mais  sem estar sempre a trabalhar. Pois este modo aplicado à oração, que chamam de quietude, é o que agora quero tratar...” (V 14,1ss)
O Senhor do jardim ordenou, para que, mediante um torno e alcatruzes, o jardineiro tirasse mais água com menos trabalho .  Tratar desse modo , aplicando-se à oração , a que chamam de quietude.  A água está mais perto porque a graça se dá a conhecer com  mais clareza à alma.  (cap. 14 V)
Recolher-se as  POTÊNCIAS  dentro de si, para gozar daquele contento com mais gosto... (V 14,2). POTÊNCIAS DA ALMA Memória Inteligência Vontade  O valor do passado,como auxílio para o autoconhecimento
Como perseverar na oração de quietude E importa muito que a alma;em chegando aqui, conheça a grande dignidade em que está e a grande mercê que O Senhor tem lhe feito e como, em boa razão, não deveria já ser da terra, pois parece  que Ele, em sua bondade, a fez cidadã do céu, se ela o não estorvar por culpa sua.  (V 15,2)
Vamos falar agora da terceira água com que se rega esta horta, que é água corrente do rio ou de uma fonte, com a qual se rega mais com menos trabalho, ainda que dê algum com o encaminhar  da água. Quer o Senhor aqui ajudar o hortelão, de forma que Ele se torna o hortelão e o que faz tudo...” (V. 16,1; 17,2-3)
Pode-se regar com o muito chover, que o rega el Senhor sem nenhum trabalho nosso, e é sem comparação muito melhor do que tudo o que fica dito... Falando desta água que vem do céu, para com a sua abundância encher e fartar toda esta horta de água, e se nunca deixar de dar tudo ao Senhor... nunca lhe faltarão flores e frutos...” (V. 18,9; 19-3)
 

Sta teresa resumo

  • 1.
  • 2.
    Livro da vida Sta Teresa V.1 *biografia: pai, mãe e numerosos irmãos; *falecimento da mãe; V.2, *romances de Cavalaria = aventuras amorosas; V.2,1 *Vaidosa; V.2,2
  • 3.
    V.3 *Convento dasAgostinianas; doença vai para casa do tio e da irmã; V.4 * Fuga para o mosteiro Carmelita da Encarnação de Ávila V4.1-2; *Doente – leitura do Terceiro Abecedário – oração de recolhimento V.4,4-7 *Teresa fala da boas leituras para oração V.4,8-9
  • 4.
    V.5 Doente :“ Se das mãos do Senhor recebemos os bens porque não sofremos também os males “ Jo 2,10 V.5,9-10 *Dada por morta, quase enterrada viva V. 6 *Proteção de S. José
  • 5.
    V.7 *reconhece seuestado de dar ouvido às más conversações que a afastam de vida de oração; *doença e morte do pai;V.7,14 *recobra a vida de confissão e eucaristia, propõe conselhos: “ Aconselharia aos que tem oração que, especialmente no princípio, procurem ter amizade e relações com pessoas que se ocupem da mesma coisa” V.7,20
  • 6.
    V.8 Sta Teresafala do grande bem em não se afastar da vida de oração. “ ...quem começou a ter oração não deve deixá-la por mais pecados que cometa” V.8,5
  • 7.
    “O senhor ébom amigo” V.8,6 Sta Teresa faz alusão a oração como porta que posteriormente falará no Castelo Interior e das grandes graças recebidas por meio da oração. “ Digo apenas que a oração foi a porta que me levou às grandes graças que recebi...” V. 8,9
  • 8.
    Conversão V.9 *Começou a sentir em si a presença de Deus; * Despertar da alma Vida 10 Começa a declarar as graças que Deus lhe concede na oração. “ A alma fica suspensa de tal modo que parece estar fora de si” V.10,1
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
    “ Vejamos, agora,as diferentes maneiras de regar o jardim, para que entendamos o que temos de fazer e o trabalho que nos há-de custar...” “ Parece-me a mim que se pode regar de quatro maneras” Vida 11,7ss
  • 13.
    (Primeiro grau deoração) “ Os que começam a ter oração, podemos dizer que são os que tiram água do poço, o que dá muito trabalho, e que se hão-de cansar em recolher os sentidos...” (V 11,9ss)
  • 14.
    Cap. 12 lv. Ao pensarmos no que o Senhor passou por nós, alcançarmos a compaixão, encontrando sabor nesse sofrimento e nas lágrimas que dele vêm, pensar na glória que esperamos, no amor que o Senhor teve por nós e em Sua ressurreição nos dá um prazer que não é de todo espiritual nem dos sentidos, mas é um prazer virtuoso e um pesar muito meritório. Assim são todas as coisas que causam devoção quando o entendimento está envolvido, muito embora, se Deus não a desse.
  • 15.
    Cap. 13- Tentações: Fala-nos das tentações que experimentou, e que ocorrem no principio , bem como alertar para s coisas que parecem importantes. Ter alegria e liberdade, É bom temer a si mesmo, não confiando em si, para não se por em situações nas quais se ofenda a Deus, é necessário até que as virtudes se assente sólidas raízes na alma. Em tudo é preciso ter discrição. Devemos ter grande confiança, “Em Deus tudo se pode” (S. Paulo) Daí-me o que me ordenais e ordenai-me o que quiserdes (Sto Agostinho) São determinações excelentes nestes primeiro grau de oração, É preciso caminhar com lentidão e prudência seguindo o que o um mestre disser.
  • 16.
    Falemos agora dosegundo modo de tirar água... para que, com o engenho de um torno e alcatruzes, o jardineiro tire mais água e com menos esforço, e assim possa descansar mais sem estar sempre a trabalhar. Pois este modo aplicado à oração, que chamam de quietude, é o que agora quero tratar...” (V 14,1ss)
  • 17.
    O Senhor dojardim ordenou, para que, mediante um torno e alcatruzes, o jardineiro tirasse mais água com menos trabalho . Tratar desse modo , aplicando-se à oração , a que chamam de quietude. A água está mais perto porque a graça se dá a conhecer com mais clareza à alma. (cap. 14 V)
  • 18.
    Recolher-se as POTÊNCIAS dentro de si, para gozar daquele contento com mais gosto... (V 14,2). POTÊNCIAS DA ALMA Memória Inteligência Vontade O valor do passado,como auxílio para o autoconhecimento
  • 19.
    Como perseverar naoração de quietude E importa muito que a alma;em chegando aqui, conheça a grande dignidade em que está e a grande mercê que O Senhor tem lhe feito e como, em boa razão, não deveria já ser da terra, pois parece que Ele, em sua bondade, a fez cidadã do céu, se ela o não estorvar por culpa sua. (V 15,2)
  • 20.
    Vamos falar agorada terceira água com que se rega esta horta, que é água corrente do rio ou de uma fonte, com a qual se rega mais com menos trabalho, ainda que dê algum com o encaminhar da água. Quer o Senhor aqui ajudar o hortelão, de forma que Ele se torna o hortelão e o que faz tudo...” (V. 16,1; 17,2-3)
  • 21.
    Pode-se regar como muito chover, que o rega el Senhor sem nenhum trabalho nosso, e é sem comparação muito melhor do que tudo o que fica dito... Falando desta água que vem do céu, para com a sua abundância encher e fartar toda esta horta de água, e se nunca deixar de dar tudo ao Senhor... nunca lhe faltarão flores e frutos...” (V. 18,9; 19-3)
  • 22.