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2008-04-16
SOA e BPM, duas disciplinas, um só objectivo
Service Oriented Architecture (SOA) e Business Process Management (BPM)
são um dos temas mais discutidos na actualidade, estando na agenda dos
responsáveis de IT e decisores de negócio como uma iniciativa prioritária ou
relevante.
Ambas prometem ajudar as organizações a criar valor através da reutilização dos
investimentos já efectuados, assim como, através de um esforço concertado de
reutilização de activos desenvolvidos nos vários projectos, de forma a atingir
patamares de agilidade e flexibilidade com custos de estrutura reduzidos. Estas
duas disciplinas são muitas vezes confundidas e descritas da mesma forma, mesmo
que os benefícios esperados possam ser semelhantes. No entanto, são iniciativas
diferentes.
Enquanto o SOA tem como principal objectivo criar uma arquitectura mais flexível e
que possa ser aplicada em múltiplos domínios ou dimensões, o BPM está mais
focado nos processos de negócio, na própria mecânica dos fluxos de trabalho e na
forma como podem ser optimizados para atingir máxima eficiência. Mesmo que
possam viver isoladas, estas iniciativas alcançam um maior benefício ao serem
conjugadas entre si, aportando um maior valor à solução final.
BPM surge como um complemento natural ao SOA, potenciando este último para
níveis elevados de complexidade de negócio criando, desta forma, altos desafios de
negócio e valor para a organização. Adoptando uma aproximação SOA, serão
alcançados os benefícios esperados de flexibilidade, reutilização e adaptabilidade
que este tipo de aproximação confere, contudo, através da aplicação/utilização de
maior complexidade concedida pelo BPM é possível medir/analisar o ROI
directamente, uma vez que é traduzido num impacto directo no negócio da
organização e directamente visível pelo utilizador final.
Com uma abordagem que promove a agilidade, os processos de negócio podem
ser implementados de forma mais rápida através da reutilização de activos
existentes. Por outro lado, uma reutilização mais efectiva, permite também uma
padronização e conformidade transversal a toda a organização. Através de uma
maior flexibilidade, os processos de negócio facilmente respondem a novas
realidades, ficando mais independentes das particularidades técnicas inerentes aos
sistemas envolvidos.
Aplicando uma lógica SOA loose coupling, a arquitectura das soluções evoluem de
forma mais natural evitando quebrar os contratos estabelecidos com a lógica da
orquestração dos processos de negócio. Com soluções BPM, por outro lado,
podemos retirar dos processos os indicadores necessários para assegurar uma
qualidade serviço ajustada às políticas e SLA’s estabelecidos, mantendo desta
forma um forte controle sobre todo o ciclo de vida dos processos.
Visando uma colaboração entre IT e negócio, o BPM introduz uma mudança
significativa na agilidade da organização, através de uma visão comum centrada na
optimização de processos, partilhando um conjunto de ferramentas que permitem
uma colaboração mais próxima entre os vários interlocutores do processo.
Assim, enquanto os analistas de negócio estão preocupados em desenhar o
processo de negócio, o IT está preocupado em disponibilizar mais serviços,
contribuindo de forma mais efectiva para eliminação do atrito entre negócio e IT.
Torna-se, então, evidente o aparecimento de um novo horizonte de possibilidades,
permitindo “desenhar” novos modelos de negócio, quer seja pela flexibilidade
como os serviços existentes são orquestrados, quer seja pela facilidade de adicionar
novos serviços internos ou externos (contratos a terceiros).
Uma análise às duas iniciativas (SOA e BPM), permite-nos perceber que ambas são
complementares e que não concorrem entre si. Podemos até entender este
“casamento” como uma simbiose tecnológica perfeita, encorajando a existência de
realidades diferentes mas partilhando uma estratégia comum, conferindo uma clara
vantagem competitiva para as organizações que pretendam enveredar por este
caminho.
Fonte: Semana Informática
Autor: Mário Martins, Associate Manager da Novabase Consulting
Novabase https://web.archive.org/web/20081022011512/http://www.novabase.pt...
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SOA e BPM, duas disciplinas, um só objectivo

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    :: Newsletter ::Contacte-nos :: Mapa do Site Pesquisar: Institucional Mercados Soluções Clientes Investor Relations Notícias e Eventos Carreiras Você está aqui: Home > Soluções > Resources Resources 2008-04-16 SOA e BPM, duas disciplinas, um só objectivo Service Oriented Architecture (SOA) e Business Process Management (BPM) são um dos temas mais discutidos na actualidade, estando na agenda dos responsáveis de IT e decisores de negócio como uma iniciativa prioritária ou relevante. Ambas prometem ajudar as organizações a criar valor através da reutilização dos investimentos já efectuados, assim como, através de um esforço concertado de reutilização de activos desenvolvidos nos vários projectos, de forma a atingir patamares de agilidade e flexibilidade com custos de estrutura reduzidos. Estas duas disciplinas são muitas vezes confundidas e descritas da mesma forma, mesmo que os benefícios esperados possam ser semelhantes. No entanto, são iniciativas diferentes. Enquanto o SOA tem como principal objectivo criar uma arquitectura mais flexível e que possa ser aplicada em múltiplos domínios ou dimensões, o BPM está mais focado nos processos de negócio, na própria mecânica dos fluxos de trabalho e na forma como podem ser optimizados para atingir máxima eficiência. Mesmo que possam viver isoladas, estas iniciativas alcançam um maior benefício ao serem conjugadas entre si, aportando um maior valor à solução final. BPM surge como um complemento natural ao SOA, potenciando este último para níveis elevados de complexidade de negócio criando, desta forma, altos desafios de negócio e valor para a organização. Adoptando uma aproximação SOA, serão alcançados os benefícios esperados de flexibilidade, reutilização e adaptabilidade que este tipo de aproximação confere, contudo, através da aplicação/utilização de maior complexidade concedida pelo BPM é possível medir/analisar o ROI directamente, uma vez que é traduzido num impacto directo no negócio da organização e directamente visível pelo utilizador final. Com uma abordagem que promove a agilidade, os processos de negócio podem ser implementados de forma mais rápida através da reutilização de activos existentes. Por outro lado, uma reutilização mais efectiva, permite também uma padronização e conformidade transversal a toda a organização. Através de uma maior flexibilidade, os processos de negócio facilmente respondem a novas realidades, ficando mais independentes das particularidades técnicas inerentes aos sistemas envolvidos. Aplicando uma lógica SOA loose coupling, a arquitectura das soluções evoluem de forma mais natural evitando quebrar os contratos estabelecidos com a lógica da orquestração dos processos de negócio. Com soluções BPM, por outro lado, podemos retirar dos processos os indicadores necessários para assegurar uma qualidade serviço ajustada às políticas e SLA’s estabelecidos, mantendo desta forma um forte controle sobre todo o ciclo de vida dos processos. Visando uma colaboração entre IT e negócio, o BPM introduz uma mudança significativa na agilidade da organização, através de uma visão comum centrada na optimização de processos, partilhando um conjunto de ferramentas que permitem uma colaboração mais próxima entre os vários interlocutores do processo. Assim, enquanto os analistas de negócio estão preocupados em desenhar o processo de negócio, o IT está preocupado em disponibilizar mais serviços, contribuindo de forma mais efectiva para eliminação do atrito entre negócio e IT. Torna-se, então, evidente o aparecimento de um novo horizonte de possibilidades, permitindo “desenhar” novos modelos de negócio, quer seja pela flexibilidade como os serviços existentes são orquestrados, quer seja pela facilidade de adicionar novos serviços internos ou externos (contratos a terceiros). Uma análise às duas iniciativas (SOA e BPM), permite-nos perceber que ambas são complementares e que não concorrem entre si. Podemos até entender este “casamento” como uma simbiose tecnológica perfeita, encorajando a existência de realidades diferentes mas partilhando uma estratégia comum, conferindo uma clara vantagem competitiva para as organizações que pretendam enveredar por este caminho. Fonte: Semana Informática Autor: Mário Martins, Associate Manager da Novabase Consulting Novabase https://web.archive.org/web/20081022011512/http://www.novabase.pt... 1 de 2 01/04/2017 19:37
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