O documento discute a figura do ciborgue como definidor de uma sociedade sem fronteiras claras entre o humano e o não-humano. A autora Donna Haraway argumenta que máquinas e corpos se fundem, questionando fronteiras de gênero e natureza. O ciborgue representa uma possibilidade de mundo sem identidades fixas, onde pessoas não temem sua afinidade com animais e máquinas.