Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB
Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais (PPGCiFlor)
Disciplina: Fitossociologia
LEVANTAMENTO FLORÍSTICO E FITOSSOCIOLÓGICO EM UM
FRAGMENTO FLORESTAL NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO
SUDOESTE DA BAHIA - UESB
Discentes: Aline Amorim da Silva – Daniela Lima de Oliveira Matos
Lucas Rafael de Lima Silva – Regiane Azevedo Barbosa
Docente: Prof.º Dr.º Alessandro de Paula
Vitória da Conquista – BA
Julho/2023
LEVANTAMENTO FLORÍSTICO E FITOSSOCIOLÓGICO EM UM
FRAGMENTO FLORESTAL NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO
SUDOESTE DA BAHIA – UESB
• Introdução - objetivos
• Material e Métodos
• Resultados
• Conclusão
• Referências Bibliográficas
Introdução | Material e Métodos | Resultados | Conclusão
Introdução
• Os levantamentos fitossociológicos possibilitam o conhecimento parcial da
distribuição das espécies em uma determinada área;
• Variações estruturais entre os diferentes ecossistemas e a dinâmica de
algumas comunidades;
• É uma ferramenta essencial para compreender a estrutura das comunidades
vegetais e sua interação com o ambiente em que estão presentes.
Introdução | Material e Métodos | Resultados | Conclusão
Introdução
• As informações geradas por esses estudos viabilizam a implementação de
ações mais eficazes para mitigar as consequências da perda de biodiversidade
(TARGA et al., 2017);
• E também fornecem subsídios para a elaboração de planos de recuperação de
ecossistemas florestais (ROSA et al., 2008).
Introdução | Material e Métodos | Resultados | Conclusão
Objetivos
• Propósito deste estudo consistiu em realizar o levantamento florístico e
fitossociologico, utilizando o Método de Quadrantes, em um fragmento florestal
localizado na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Campus de
Vitória da Conquista.
Introdução | Material e Métodos | Resultados | Conclusão
Material e Métodos
Estrutura
Vertical
● Estrutura
Horizontal
● Florística
● Análise de
Dados
Área de
estudo
Figura 1. Localização da área de
Figura 2. Croqui da área amostrada realizada com o Método
de Ponto-quadrante.
• Aleatorizado um ponto de início;
• Distância para determinar os
próximos pontos (30 árvores);
• Maior distância entre as
árvores, multiplicada por 2,2.
DAP, ALTURA E DISTANÇIA
ÂNGULO 220º PARA PROXIMO
PONTO
CARACTERÍSTICAS EM CAMPO
EXSICATAS PARA IDENTIFICAÇÃO
Figura 3. Gap Light Analyzer 2.0 (GLA).
Introdução | Material e Métodos | Resultados | Conclusão
Resultados
Foram amostradas e identificadas 36 espécies botânicas referente a 29
gêneros e oito famílias, das quais sete espécies foram identificadas apenas a
nível de gênero, e 36 indivíduos não foram identificados.
Figura 4. Distribuição de indivíduos por família.
Introdução | Material e Métodos | Resultados | Conclusão
Resultados
50 indivíduos apresentaram alturas entre 2,50 e 5 m, se enquadrando no
estrato médio, e 290 indivíduos possuíam altura superior a 5 m, sendo
agrupadas no estrato superior.
Figura 5. Distribuição de indivíduos por famílias nos estratos inferior, médio e
Introdução | Material e Métodos | Resultados | Conclusão
Resultados
A porcentagem média da densidade do dossel das árvores analisadas
pelo software Gap Light Analyzer – GLA – 2.0 foi de 70,18% da parte da
imagem obstruído pelas copas das árvores.
Introdução | Material e Métodos | Resultados | Conclusão
Conclusão
• Diversidade rica de espécies, com 36 espécies vegetais identificadas,
pertencentes a 29 gêneros e oito famílias.
• Destaca-se a família Fabaceae como especialmente diversificada, com 13
gêneros e 20 espécies representadas.
• A maioria enquadrou-se no estrato superior, totalizando 290 árvores,
enquanto apenas três indivíduos foram agrupados no estrato inferior, todos
eles árvores mortas.
Introdução | Material e Métodos | Resultados | Conclusão
Conclusão
• Vale ressaltar o destaque do gênero Machaerium sp. 1, que se mostrou
dominante no povoamento, apresentando a maior densidade de indivíduos.
• Os resultados fornecem informações valiosas sobre a ecologia e a
composição da vegetação da região, contribuindo para a conservação e o
manejo adequado desses recursos.
Referências Bibliográficas
ALVARES, C. A.; STAPE, J. L.; SENTELHAS, P. C.; GONÇALVES, J. L. M.;
SPAROVEK, G. Mapa de classificação climática de Köppen para o Brasil.
Meteorologische zeitschrift, v. 22, n. 6, pág. 711-728, 2013.
APG IV. 2016. An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for
the orders and families of flowering plants: APG IV. Botanical Journal of the
Linnean Society 181: 1-20.
DURIGAN, G. et al. Valores esperados para atributos de florestas ripárias em
restauração em diferentes idades. Expected values for atributes of riparian forests under
going restoration at different ages. Scientia Forestalis, v. 44, n. 110 p. 463-474, jun.
2016.
MUITO OBRIGADO!

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  • 1.
    Universidade Estadual doSudoeste da Bahia – UESB Programa de Pós-Graduação em Ciências Florestais (PPGCiFlor) Disciplina: Fitossociologia LEVANTAMENTO FLORÍSTICO E FITOSSOCIOLÓGICO EM UM FRAGMENTO FLORESTAL NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA - UESB Discentes: Aline Amorim da Silva – Daniela Lima de Oliveira Matos Lucas Rafael de Lima Silva – Regiane Azevedo Barbosa Docente: Prof.º Dr.º Alessandro de Paula Vitória da Conquista – BA Julho/2023
  • 2.
    LEVANTAMENTO FLORÍSTICO EFITOSSOCIOLÓGICO EM UM FRAGMENTO FLORESTAL NA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA – UESB • Introdução - objetivos • Material e Métodos • Resultados • Conclusão • Referências Bibliográficas
  • 3.
    Introdução | Materiale Métodos | Resultados | Conclusão Introdução • Os levantamentos fitossociológicos possibilitam o conhecimento parcial da distribuição das espécies em uma determinada área; • Variações estruturais entre os diferentes ecossistemas e a dinâmica de algumas comunidades; • É uma ferramenta essencial para compreender a estrutura das comunidades vegetais e sua interação com o ambiente em que estão presentes.
  • 4.
    Introdução | Materiale Métodos | Resultados | Conclusão Introdução • As informações geradas por esses estudos viabilizam a implementação de ações mais eficazes para mitigar as consequências da perda de biodiversidade (TARGA et al., 2017); • E também fornecem subsídios para a elaboração de planos de recuperação de ecossistemas florestais (ROSA et al., 2008).
  • 5.
    Introdução | Materiale Métodos | Resultados | Conclusão Objetivos • Propósito deste estudo consistiu em realizar o levantamento florístico e fitossociologico, utilizando o Método de Quadrantes, em um fragmento florestal localizado na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), Campus de Vitória da Conquista.
  • 6.
    Introdução | Materiale Métodos | Resultados | Conclusão Material e Métodos Estrutura Vertical ● Estrutura Horizontal ● Florística ● Análise de Dados Área de estudo
  • 7.
  • 8.
    Figura 2. Croquida área amostrada realizada com o Método de Ponto-quadrante. • Aleatorizado um ponto de início; • Distância para determinar os próximos pontos (30 árvores); • Maior distância entre as árvores, multiplicada por 2,2.
  • 9.
    DAP, ALTURA EDISTANÇIA
  • 10.
    ÂNGULO 220º PARAPROXIMO PONTO CARACTERÍSTICAS EM CAMPO
  • 11.
  • 12.
    Figura 3. GapLight Analyzer 2.0 (GLA).
  • 13.
    Introdução | Materiale Métodos | Resultados | Conclusão Resultados Foram amostradas e identificadas 36 espécies botânicas referente a 29 gêneros e oito famílias, das quais sete espécies foram identificadas apenas a nível de gênero, e 36 indivíduos não foram identificados. Figura 4. Distribuição de indivíduos por família.
  • 16.
    Introdução | Materiale Métodos | Resultados | Conclusão Resultados 50 indivíduos apresentaram alturas entre 2,50 e 5 m, se enquadrando no estrato médio, e 290 indivíduos possuíam altura superior a 5 m, sendo agrupadas no estrato superior. Figura 5. Distribuição de indivíduos por famílias nos estratos inferior, médio e
  • 17.
    Introdução | Materiale Métodos | Resultados | Conclusão Resultados A porcentagem média da densidade do dossel das árvores analisadas pelo software Gap Light Analyzer – GLA – 2.0 foi de 70,18% da parte da imagem obstruído pelas copas das árvores.
  • 18.
    Introdução | Materiale Métodos | Resultados | Conclusão Conclusão • Diversidade rica de espécies, com 36 espécies vegetais identificadas, pertencentes a 29 gêneros e oito famílias. • Destaca-se a família Fabaceae como especialmente diversificada, com 13 gêneros e 20 espécies representadas. • A maioria enquadrou-se no estrato superior, totalizando 290 árvores, enquanto apenas três indivíduos foram agrupados no estrato inferior, todos eles árvores mortas.
  • 19.
    Introdução | Materiale Métodos | Resultados | Conclusão Conclusão • Vale ressaltar o destaque do gênero Machaerium sp. 1, que se mostrou dominante no povoamento, apresentando a maior densidade de indivíduos. • Os resultados fornecem informações valiosas sobre a ecologia e a composição da vegetação da região, contribuindo para a conservação e o manejo adequado desses recursos.
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    Referências Bibliográficas ALVARES, C.A.; STAPE, J. L.; SENTELHAS, P. C.; GONÇALVES, J. L. M.; SPAROVEK, G. Mapa de classificação climática de Köppen para o Brasil. Meteorologische zeitschrift, v. 22, n. 6, pág. 711-728, 2013. APG IV. 2016. An update of the Angiosperm Phylogeny Group classification for the orders and families of flowering plants: APG IV. Botanical Journal of the Linnean Society 181: 1-20. DURIGAN, G. et al. Valores esperados para atributos de florestas ripárias em restauração em diferentes idades. Expected values for atributes of riparian forests under going restoration at different ages. Scientia Forestalis, v. 44, n. 110 p. 463-474, jun. 2016.
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