Universidade do Estado de Mato Grosso
Campus Universitário Renê Barbour
Departamento de Eng. De Produção Agroindustrial
COLHEDORA DE CANA-DE-AÇÚCAR
Docente: Luis Carlos Pascuali
Discentes: Caroline Andressa
Nadjanara Campos
Priscilla Venâncio
Suellene Godoy
Barra do Bugres
2012
Características da Colhedora de
Cana-de-açúcar 3520
 Motor
 Cabine
 Corte de base
 Cortador de pontas e triturador
 Sistema de alimentação
 Sistema de preparo
 Sistema de arrefecimento
 Chassi
 Sistema hidráulico
 Manutenção e segurança
Figura 1: Colhedora de Cana-de-Açúcar
Fonte: Gobesso [21--?].
MOTOR
 Motor agrícola de 9 litros, @ 2100 rpm, 12 válvulas, 6 cilindros em linha;
 Componentes do motor de aço forjado;
 Bomba injetora com governador eletrônico;
 ECU (Engine Control Unit) que controla temperaturas, rotação, falhas,
pressão óleo;
 Potência: 251 kw / 337 hp / 342 cv;
 Turbinado, pós-resfriado (ar- ar);
 Alternador de 200 ampéres;
 Resistência, Durabilidade.
Figura 2: Motor John Deere - 6090T.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
CABINE
 Cabine ampla, silenciosa e confortável;
 Sistema de direção através de um Volante;
 Montada com quatro coxins de borracha que reduzem a vibração;
 Pára-brisa de 1.650 mm de largura;
 Excelente visão do elevador e do conjunto trator e transbordo;
 Piso anti-derrapante dentro e fora da cabine e ao redor do compartimento
de arrefecimento.
 Assoalho duplo da cabine que evita a propagação do calor proveniente do
motor para a cabine;
CABINE
Figura 3: Cabine do Trator John Deere.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
CABINE
 Maior altura do assento do operador;
 Maior visibilidade e controle
operacional;
 Maior segurança em manobras;
 Assento com suspensão a ar e assento
de treinamento;
 Plataforma de controle ergonômica no
braço lateral direito com “joystick”
multifuncional, que se movimenta
acoplada ao assento do operador;
Figura 4: Assento
Fonte: Empresa John Deere [21--?],
Figura 5: Plataforma de controle ergonômica
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
CABINE
 Mudança no botão de acionamento do
elevador, é acionado através do pedal.
 Facilidade de acesso ao motor, com
redução dos tempos de
manutenção/reparação;
 Maior disponibilidade da máquina.
Figura 6: Pedais Ajustáveis do Giro do Elevador.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
Figura 7: Cabine Basculante de fácil manuseio.
CABINE
 Permite visualizar informações sobre o motor (carga, rpm, horas, combustível,
temperaturas, pressão e códigos de serviço);
 O operador pode customizar os displays: uma leitura grande ou quatro pequenas;
 Display superior para as funções do motor;
 Display inferior para as funções da colhedora;
 Indicador de funcionamento do alternador -voltagem baixa da bateria.
 Sistema de alarmes (visuais e sonoros):
• Evitam possíveis danos de maior importância (motor);
• Orientam o processo de diagnóstico;
• Agilizam manutenções e reparações no motor.
Figura 8: Display de Diagnóstico.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
CORTE DE BASE
 O corte de base é efetuado pelo princípio de
corte inercial (sem contra-faca);
 As facas atingem o solo com velocidade de
20-22 m/s pelo que rapidamente perdem o
gume;
 O contato da facas com o solo deve ser
evitado para conservar um corte eficiente e
desta forma reduzir as perdas, o teor de terra
da matéria-prima e reduzir os danos às
soqueiras visando aumentar sua
longevidade.
Figura 9: Vista Esquemática da Descarga da Cana em Montes .
Fonte: Faculdade de Engenharia Agrícola [21--?] .
CORTADOR DE PONTAS
 Estrutura de suporte do cortador reforçada
para operar em condições severas;
 Maior altura de corte do mercado;
 Anéis coletores suportados por baixo
evitando acúmulo de folhas;
 Adequação a diferentes variedades de cana;
 Maior aproveitamento da produção
provenientes de variedades de cana mais
altas;
 Redução de folhas na alimentação da
máquina, reduzindo impurezas vegetais
presentes na carga.
Figura 10: Corte de Pontas.
Fonte: Gobesso [21--?].
TRITURADOR DE PONTAS
 Ao triturar as pontas antes de jogá-
las ao solo, gera uma melhor
distribuição dos resíduos, gerando
uniformidade na cobertura e
favorecendo a cobertura do solo.
Figura 11: Triturador de Pontas.
Fonte: Empresa Case IH (2012).
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO
 Variação da inclinação dos rolos divisores e rolo tombador, ajustados
hidraulicamente da cabine;
 Facilitam alimentação da colhedora em cana tombada;
 Separam melhor a cana entrelaçada, causando menores danos à planta;
 Permitem maior velocidade de colheita pela antecipação da separação;
 Melhor flutuação resulta em menor dano à estrutura;
 Maiores diâmetros (superior e inferior) dos divisores
principais de linha, proporcionando maior superfície
de contato e maior torque para a ação de divisão das
linhas;
 Ângulo de 46,5º que antecipa o contato do divisor de
linha auxiliando a separação da cana.
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO
Figura 12: Colhedora de Cana-de-Açúcar.
Fonte: Empresa Case IH (2012).
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO
 Rolamentos dos rolos alimentadores
montados externamente;
 Rolos alimentadores superiores com
suporte aparafusado;
 Batentes de borracha externo, que servem
como amortecedores;
 Disposição dos rolos com curvatura
reduzida, facilitando a passagem da cana
pelos mecanismos de limpeza e permitindo
uma maior capacidade de alimentação da
máquina;
 Espaço existente entre os rolos de 203mm:
• Redução de perdas
• Facilidade de manutenção
Figura 13: Rolos Alimentadores.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
 Rolo levantador aberto;
 Auxilia na eliminação de impurezas
minerais da cana;
 Favorece um fluxo de cana uniforme
sem obstrução.
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO
Figura 14: Rolos Levantadores.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
 Impulsão acentuada dos toletes para o cesto,
facilitando a ação do extrator primário na
limpeza da cana;
 Reduz ocorrência de retro-alimentação
(perdas);
 Melhoria da limpeza.
SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO
 Ampla entrada de cana para melhor
alimentação da colhedora;
 Maior capacidade de colheita por
hectare;
 Otimização do custo operacional de
movimentação da máquina;
 Maior produtividade.
Figura 15: Rolo Lançador.
Figura 16: Bocal Alimentador.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
Fonte: Empresa John Deere,[21--?].
SISTEMA DE PREPARO
 Possui defletor de 50 mm;
 Possui rolamentos externos;
 Assegura direcionamento da cana para as
facas do picador;
 Gera maior eficiência e limpeza;
 Melhoria na servicibilidade dos eixos do
picador;
 Capa protetora de segurança do picador.
Figura 17: Picador.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
SISTEMA DE PREPARO
 Extrator primário de 1.500 mm de diâmetro,
acoplado diretamente ao motor hidráulico, apoiado
sobre quatro coxins;
 Capuz plástico giratório, acionado hidraulicamente,
dotado de anel de desgaste;
 Maior estabilidade do ventilador do extrator;
 Maior absorção de vibrações;
 Maior chapa de desgaste proporcionando resistência
e durabilidade.
Figura 18: Extrator Primário.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
 Estrutura tubular;
 Extenção de 610 mm – opcional para máquina de esteira;
 Maior resistência ocasionado pela rigidez estrutural;
 Motores hidráulicos montados diretamente sobre engrenagens de
acionamento;
 Eliminação do eixo superior;
 Válvula hidráulica de controle da velocidade dos motores hidráulicos;
 Ajuste da tensão da corrente;
SISTEMA DE PREPARO
 Redução de elementos intermediários;
 Redução de peso estrutural;
 Redução no refluxo de cana;
 Maior vida útil da corrente.
SISTEMA DE PREPARO
Figura 19: Elevador – Eficiência.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
 Defletor de borracha para direcionamento do material:
• Atenuação de impactos estruturais;
• Maior durabilidade do conjunto;
• Maior capacidade de transporte de cana;
• Reversibilidade possível;
• Maior vida útil dos componentes móveis;
• Redução de pontos de fuga no sistema hidráulico;
• Redução na quantidade de peças de desgaste;
• Aumento na capacidade de alimentação.
SISTEMA DE PREPARO
Figura 20: Elevador – Eficiência.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
 Movimentação do elevador efetuada por pistões
hidráulicos na base;
 Amortecedores e batentes para final de curso;
 Acumulador de nitrogênio que funciona como
amortecedor;
 Elevador reversível;
 Taliscas de 178 mm, estruturalmente reforçadas;
 Rodas dentadas nas áreas de maior desgaste;
 Mangueiras reposicionadas para menor incidência de
danos;
SISTEMA DE PREPARO
Figura 21: Sistema de Descarga.
Fonte: Empresa Case IH (2012).
 Cobertura na última seção do elevador, o que força a
passagem de ar por baixo da cana no descarregamento,
melhorando a limpeza;
 Pás retangulares no ventilador do extrator, conferindo maior
superfície de atuação para melhor limpeza;
 Capuz plástico com giro de 360º;
 Redução de impurezas antes do descarregamento;
 Maior capacidade de lançamento das impurezas vegetais no
solo, longe do transbordo;
 Maior fluxo de ar.
SISTEMA DE PREPARO
Figura 22: Extrator Secundário.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
 Sistema de arrefecimento composto de radiador
do motor, pós resfriador (sistema ar- ar), radiador
de diesel, radiador de óleo hidráulico e
condensador do ar condicionado;
 Compartimento pressurizado do motor;
 Sistema localizado atrás da cabine;
 Novo design da tomada de ar, com abertura
lateral de acessibilidade:
• Aumento na capacidade de arrefecimento;
• Melhoria na servicibilidade.
 Hélice reversível do radiador.
SISTEMA DE ARREFECIMENTO
Figura 23: Sistema de Arrefecimento.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
 Estruturas tubulares de seção quadrada, utilizando
aço SAC 50 de 6 mm de espessura;
 Projeto concebido para otimizar resistência e diminuir
peso do conjunto;
 Resistência à trincas por esforços torcionais;
 Melhor distribuição de peso, gerando maior
estabilidade operacional em condições topográficas
variadas.
CHASSI
Figura 24: Chassi.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
SISTEMA HIDRÁULICO
 Números reduzido de mangueiras e conexões;
 Redução de custo de manutenção;
 Todos os rolos alimentadores estão combinados em
um único circuito;
 Circuitos hidrostáticos de fluxo fechado no cortador
de base e picador:
• Menor quantidade de óleo nos sistemas
hidráulicos, reduzindo custo de manutenção;
• Menor demanda de potência, gerando redução
no consumo de combustível.
Figura 25: Sistema Hidráulico.
Fonte: Empresa Case IH (2012).
SISTEMA HIDRÁULICO
 Tanques modulares que facilitam a
manutenção;
 Demanda de óleo necessária reduzida
em 159 litros, tanque com capacidade
de 405 litros;
 Maior capacidade do tanque de
combustível (568 litros) para maior
autonomia de trabalho;
 Redução do custo operacional;
 Aumento na vida útil do motor e
sistemas hidráulicos.
Figura 26: Sistema Hidráulico.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
MANUTENÇÃO E SEGURANÇA
 Caixa do picador de fácil acesso;
 Filtro de ar do motor de fácil e rápido
acesso;
 Pontos de lubrificação reduzidos;
Figura 27: Facilidade de Manutenção.
Fonte: Empresa John Deere [21--?].
MANUTENÇÃO E SEGURANÇA
 Agilidade e facilidade na detecção de eventuais anomalias de funcionamento;
 Maior disponibilidade da máquina;
 Trava dos cilindros da suspensão;
 Trava de segurança da cabine;
 Botão de parada de emergência das funções da colhedora;
 Trava de segurança do cilindro do cortador de pontas;
 Assento com sensor de presença do operador que desliga o sistema de colheita;
ESPECIFICAÇÕES
 Transmissão: Hidrostática com velocidade variável para frente e ré.
• Pneu: 0-24,6 km/h
• Esteira: 0-9 km/h
 Elevador
• Cilindro com acumuladores de nitrogênio
• Descarrega para qualquer lado ou para trás
• Ajuste de tensão da correia por meio de cilindros com graxa
 Peso da Máquina
• Máquina de pneus: 16.400 kg
• Máquina de esteira: 19. 050 kg
1- Desapontador 10- Bojo
2- Disco de Corte Lateral 11- Extrator Primário
3- Divisores de Linha 12- Elevador Giratório
4- Rolo Tombador 13- Mesa do Elevador
5- Rolo Alimentador 14- Extrator Secundário
6- Corte de Base 15- Flap
7- Rolo Levantador 16- Cabine
8- Rolos Alimentadores (trem de rolos) 17- Motor
9- Rolos Picadores 18- Sistema de Arrefecimento
Figura 28: Colhedora de Cana.
Fonte: Empresa Case IH (2012).
Figura 29: Colhedora de Cana-de-Açúcar.
Fonte: Gobesso [21--?].
CONCLUSÃO
O sistema de colheita de cana picada, após ter contribuído com
a produção canavieira do mundo por aproximadamente 50 anos, mostra
atualmente limitações em seus princípios básicos de operação para
atender os requerimentos legais, ambientais, topográficos, econômicos e
sociais do Brasil.
O auxílio mecânico apresenta um desafio no gerenciamento da
maior quantidade de mão-de-obra envolvida, o qual pode não ser
atrativo para os grandes produtores, como é o caso das usinas de
açúcar e álcool, mas representa uma oportunidade para fornecedores de
cana ou de serviços de colheita com menor capacidade de investimento.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CASE IH. Colhedoras de Cana -Série A8000. 2012. Disponível em <
http://www.caseih.com/brazil/Products/Colhedoras-e-Colheitadeiras/A8000-e-
A8800/Documents/Folheto_A8000.pdf >. Acesso em: 20 de Setembro de 2012.
GOBESSO, Marco Antônio. Matéria Estranha na Colheita Mecanizada. [21--?].
Disponível em <http://stab.org.br/impurezas/LIMPEZA.pdf >. Acesso em: 20 de
Setembro de 2012.
JOHN DEER. Especificações Técnicas da Colhedora de Cana John Deere 3520.
2012. Disponível em
http://www.deere.com/pt_BR/ag/products/newequipment/specs/ch3520.html>
.Acesso em: 20 de Setembro de 2012.
UNICAMP. Universidade de Campinas. Colheita de Cana-de-Açúcar com Auxílio
Mecânico. [21--?]. Disponível em
<http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Repositorio/Auxilio_Mecanico_Colheita_Can
a_000fxew1kab02wyiv80soht9h8k862sp.pdf>. Acesso em: 20 de Setembro de
2012.

Slide colhedora de cana (1)

  • 1.
    Universidade do Estadode Mato Grosso Campus Universitário Renê Barbour Departamento de Eng. De Produção Agroindustrial COLHEDORA DE CANA-DE-AÇÚCAR Docente: Luis Carlos Pascuali Discentes: Caroline Andressa Nadjanara Campos Priscilla Venâncio Suellene Godoy Barra do Bugres 2012
  • 2.
    Características da Colhedorade Cana-de-açúcar 3520  Motor  Cabine  Corte de base  Cortador de pontas e triturador  Sistema de alimentação  Sistema de preparo  Sistema de arrefecimento  Chassi  Sistema hidráulico  Manutenção e segurança Figura 1: Colhedora de Cana-de-Açúcar Fonte: Gobesso [21--?].
  • 3.
    MOTOR  Motor agrícolade 9 litros, @ 2100 rpm, 12 válvulas, 6 cilindros em linha;  Componentes do motor de aço forjado;  Bomba injetora com governador eletrônico;  ECU (Engine Control Unit) que controla temperaturas, rotação, falhas, pressão óleo;  Potência: 251 kw / 337 hp / 342 cv;  Turbinado, pós-resfriado (ar- ar);  Alternador de 200 ampéres;  Resistência, Durabilidade. Figura 2: Motor John Deere - 6090T. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 4.
    CABINE  Cabine ampla,silenciosa e confortável;  Sistema de direção através de um Volante;  Montada com quatro coxins de borracha que reduzem a vibração;  Pára-brisa de 1.650 mm de largura;  Excelente visão do elevador e do conjunto trator e transbordo;  Piso anti-derrapante dentro e fora da cabine e ao redor do compartimento de arrefecimento.  Assoalho duplo da cabine que evita a propagação do calor proveniente do motor para a cabine;
  • 5.
    CABINE Figura 3: Cabinedo Trator John Deere. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 6.
    CABINE  Maior alturado assento do operador;  Maior visibilidade e controle operacional;  Maior segurança em manobras;  Assento com suspensão a ar e assento de treinamento;  Plataforma de controle ergonômica no braço lateral direito com “joystick” multifuncional, que se movimenta acoplada ao assento do operador; Figura 4: Assento Fonte: Empresa John Deere [21--?], Figura 5: Plataforma de controle ergonômica Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 7.
    CABINE  Mudança nobotão de acionamento do elevador, é acionado através do pedal.  Facilidade de acesso ao motor, com redução dos tempos de manutenção/reparação;  Maior disponibilidade da máquina. Figura 6: Pedais Ajustáveis do Giro do Elevador. Fonte: Empresa John Deere [21--?]. Fonte: Empresa John Deere [21--?]. Figura 7: Cabine Basculante de fácil manuseio.
  • 8.
    CABINE  Permite visualizarinformações sobre o motor (carga, rpm, horas, combustível, temperaturas, pressão e códigos de serviço);  O operador pode customizar os displays: uma leitura grande ou quatro pequenas;  Display superior para as funções do motor;  Display inferior para as funções da colhedora;  Indicador de funcionamento do alternador -voltagem baixa da bateria.  Sistema de alarmes (visuais e sonoros): • Evitam possíveis danos de maior importância (motor); • Orientam o processo de diagnóstico; • Agilizam manutenções e reparações no motor. Figura 8: Display de Diagnóstico. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 9.
    CORTE DE BASE O corte de base é efetuado pelo princípio de corte inercial (sem contra-faca);  As facas atingem o solo com velocidade de 20-22 m/s pelo que rapidamente perdem o gume;  O contato da facas com o solo deve ser evitado para conservar um corte eficiente e desta forma reduzir as perdas, o teor de terra da matéria-prima e reduzir os danos às soqueiras visando aumentar sua longevidade. Figura 9: Vista Esquemática da Descarga da Cana em Montes . Fonte: Faculdade de Engenharia Agrícola [21--?] .
  • 10.
    CORTADOR DE PONTAS Estrutura de suporte do cortador reforçada para operar em condições severas;  Maior altura de corte do mercado;  Anéis coletores suportados por baixo evitando acúmulo de folhas;  Adequação a diferentes variedades de cana;  Maior aproveitamento da produção provenientes de variedades de cana mais altas;  Redução de folhas na alimentação da máquina, reduzindo impurezas vegetais presentes na carga. Figura 10: Corte de Pontas. Fonte: Gobesso [21--?].
  • 11.
    TRITURADOR DE PONTAS Ao triturar as pontas antes de jogá- las ao solo, gera uma melhor distribuição dos resíduos, gerando uniformidade na cobertura e favorecendo a cobertura do solo. Figura 11: Triturador de Pontas. Fonte: Empresa Case IH (2012).
  • 12.
    SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO Variação da inclinação dos rolos divisores e rolo tombador, ajustados hidraulicamente da cabine;  Facilitam alimentação da colhedora em cana tombada;  Separam melhor a cana entrelaçada, causando menores danos à planta;  Permitem maior velocidade de colheita pela antecipação da separação;
  • 13.
     Melhor flutuaçãoresulta em menor dano à estrutura;  Maiores diâmetros (superior e inferior) dos divisores principais de linha, proporcionando maior superfície de contato e maior torque para a ação de divisão das linhas;  Ângulo de 46,5º que antecipa o contato do divisor de linha auxiliando a separação da cana. SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO Figura 12: Colhedora de Cana-de-Açúcar. Fonte: Empresa Case IH (2012).
  • 14.
    SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO Rolamentos dos rolos alimentadores montados externamente;  Rolos alimentadores superiores com suporte aparafusado;  Batentes de borracha externo, que servem como amortecedores;  Disposição dos rolos com curvatura reduzida, facilitando a passagem da cana pelos mecanismos de limpeza e permitindo uma maior capacidade de alimentação da máquina;  Espaço existente entre os rolos de 203mm: • Redução de perdas • Facilidade de manutenção Figura 13: Rolos Alimentadores. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 15.
     Rolo levantadoraberto;  Auxilia na eliminação de impurezas minerais da cana;  Favorece um fluxo de cana uniforme sem obstrução. SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO Figura 14: Rolos Levantadores. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 16.
     Impulsão acentuadados toletes para o cesto, facilitando a ação do extrator primário na limpeza da cana;  Reduz ocorrência de retro-alimentação (perdas);  Melhoria da limpeza. SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO  Ampla entrada de cana para melhor alimentação da colhedora;  Maior capacidade de colheita por hectare;  Otimização do custo operacional de movimentação da máquina;  Maior produtividade. Figura 15: Rolo Lançador. Figura 16: Bocal Alimentador. Fonte: Empresa John Deere [21--?]. Fonte: Empresa John Deere,[21--?].
  • 17.
    SISTEMA DE PREPARO Possui defletor de 50 mm;  Possui rolamentos externos;  Assegura direcionamento da cana para as facas do picador;  Gera maior eficiência e limpeza;  Melhoria na servicibilidade dos eixos do picador;  Capa protetora de segurança do picador. Figura 17: Picador. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 18.
    SISTEMA DE PREPARO Extrator primário de 1.500 mm de diâmetro, acoplado diretamente ao motor hidráulico, apoiado sobre quatro coxins;  Capuz plástico giratório, acionado hidraulicamente, dotado de anel de desgaste;  Maior estabilidade do ventilador do extrator;  Maior absorção de vibrações;  Maior chapa de desgaste proporcionando resistência e durabilidade. Figura 18: Extrator Primário. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 19.
     Estrutura tubular; Extenção de 610 mm – opcional para máquina de esteira;  Maior resistência ocasionado pela rigidez estrutural;  Motores hidráulicos montados diretamente sobre engrenagens de acionamento;  Eliminação do eixo superior;  Válvula hidráulica de controle da velocidade dos motores hidráulicos;  Ajuste da tensão da corrente; SISTEMA DE PREPARO
  • 20.
     Redução deelementos intermediários;  Redução de peso estrutural;  Redução no refluxo de cana;  Maior vida útil da corrente. SISTEMA DE PREPARO Figura 19: Elevador – Eficiência. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 21.
     Defletor deborracha para direcionamento do material: • Atenuação de impactos estruturais; • Maior durabilidade do conjunto; • Maior capacidade de transporte de cana; • Reversibilidade possível; • Maior vida útil dos componentes móveis; • Redução de pontos de fuga no sistema hidráulico; • Redução na quantidade de peças de desgaste; • Aumento na capacidade de alimentação. SISTEMA DE PREPARO Figura 20: Elevador – Eficiência. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 22.
     Movimentação doelevador efetuada por pistões hidráulicos na base;  Amortecedores e batentes para final de curso;  Acumulador de nitrogênio que funciona como amortecedor;  Elevador reversível;  Taliscas de 178 mm, estruturalmente reforçadas;  Rodas dentadas nas áreas de maior desgaste;  Mangueiras reposicionadas para menor incidência de danos; SISTEMA DE PREPARO Figura 21: Sistema de Descarga. Fonte: Empresa Case IH (2012).
  • 23.
     Cobertura naúltima seção do elevador, o que força a passagem de ar por baixo da cana no descarregamento, melhorando a limpeza;  Pás retangulares no ventilador do extrator, conferindo maior superfície de atuação para melhor limpeza;  Capuz plástico com giro de 360º;  Redução de impurezas antes do descarregamento;  Maior capacidade de lançamento das impurezas vegetais no solo, longe do transbordo;  Maior fluxo de ar. SISTEMA DE PREPARO Figura 22: Extrator Secundário. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 24.
     Sistema dearrefecimento composto de radiador do motor, pós resfriador (sistema ar- ar), radiador de diesel, radiador de óleo hidráulico e condensador do ar condicionado;  Compartimento pressurizado do motor;  Sistema localizado atrás da cabine;  Novo design da tomada de ar, com abertura lateral de acessibilidade: • Aumento na capacidade de arrefecimento; • Melhoria na servicibilidade.  Hélice reversível do radiador. SISTEMA DE ARREFECIMENTO Figura 23: Sistema de Arrefecimento. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 25.
     Estruturas tubularesde seção quadrada, utilizando aço SAC 50 de 6 mm de espessura;  Projeto concebido para otimizar resistência e diminuir peso do conjunto;  Resistência à trincas por esforços torcionais;  Melhor distribuição de peso, gerando maior estabilidade operacional em condições topográficas variadas. CHASSI Figura 24: Chassi. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 26.
    SISTEMA HIDRÁULICO  Númerosreduzido de mangueiras e conexões;  Redução de custo de manutenção;  Todos os rolos alimentadores estão combinados em um único circuito;  Circuitos hidrostáticos de fluxo fechado no cortador de base e picador: • Menor quantidade de óleo nos sistemas hidráulicos, reduzindo custo de manutenção; • Menor demanda de potência, gerando redução no consumo de combustível. Figura 25: Sistema Hidráulico. Fonte: Empresa Case IH (2012).
  • 27.
    SISTEMA HIDRÁULICO  Tanquesmodulares que facilitam a manutenção;  Demanda de óleo necessária reduzida em 159 litros, tanque com capacidade de 405 litros;  Maior capacidade do tanque de combustível (568 litros) para maior autonomia de trabalho;  Redução do custo operacional;  Aumento na vida útil do motor e sistemas hidráulicos. Figura 26: Sistema Hidráulico. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 28.
    MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Caixa do picador de fácil acesso;  Filtro de ar do motor de fácil e rápido acesso;  Pontos de lubrificação reduzidos; Figura 27: Facilidade de Manutenção. Fonte: Empresa John Deere [21--?].
  • 29.
    MANUTENÇÃO E SEGURANÇA Agilidade e facilidade na detecção de eventuais anomalias de funcionamento;  Maior disponibilidade da máquina;  Trava dos cilindros da suspensão;  Trava de segurança da cabine;  Botão de parada de emergência das funções da colhedora;  Trava de segurança do cilindro do cortador de pontas;  Assento com sensor de presença do operador que desliga o sistema de colheita;
  • 30.
    ESPECIFICAÇÕES  Transmissão: Hidrostáticacom velocidade variável para frente e ré. • Pneu: 0-24,6 km/h • Esteira: 0-9 km/h  Elevador • Cilindro com acumuladores de nitrogênio • Descarrega para qualquer lado ou para trás • Ajuste de tensão da correia por meio de cilindros com graxa  Peso da Máquina • Máquina de pneus: 16.400 kg • Máquina de esteira: 19. 050 kg
  • 31.
    1- Desapontador 10-Bojo 2- Disco de Corte Lateral 11- Extrator Primário 3- Divisores de Linha 12- Elevador Giratório 4- Rolo Tombador 13- Mesa do Elevador 5- Rolo Alimentador 14- Extrator Secundário 6- Corte de Base 15- Flap 7- Rolo Levantador 16- Cabine 8- Rolos Alimentadores (trem de rolos) 17- Motor 9- Rolos Picadores 18- Sistema de Arrefecimento Figura 28: Colhedora de Cana. Fonte: Empresa Case IH (2012).
  • 32.
    Figura 29: Colhedorade Cana-de-Açúcar. Fonte: Gobesso [21--?].
  • 33.
    CONCLUSÃO O sistema decolheita de cana picada, após ter contribuído com a produção canavieira do mundo por aproximadamente 50 anos, mostra atualmente limitações em seus princípios básicos de operação para atender os requerimentos legais, ambientais, topográficos, econômicos e sociais do Brasil. O auxílio mecânico apresenta um desafio no gerenciamento da maior quantidade de mão-de-obra envolvida, o qual pode não ser atrativo para os grandes produtores, como é o caso das usinas de açúcar e álcool, mas representa uma oportunidade para fornecedores de cana ou de serviços de colheita com menor capacidade de investimento.
  • 34.
    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CASE IH.Colhedoras de Cana -Série A8000. 2012. Disponível em < http://www.caseih.com/brazil/Products/Colhedoras-e-Colheitadeiras/A8000-e- A8800/Documents/Folheto_A8000.pdf >. Acesso em: 20 de Setembro de 2012. GOBESSO, Marco Antônio. Matéria Estranha na Colheita Mecanizada. [21--?]. Disponível em <http://stab.org.br/impurezas/LIMPEZA.pdf >. Acesso em: 20 de Setembro de 2012. JOHN DEER. Especificações Técnicas da Colhedora de Cana John Deere 3520. 2012. Disponível em http://www.deere.com/pt_BR/ag/products/newequipment/specs/ch3520.html> .Acesso em: 20 de Setembro de 2012. UNICAMP. Universidade de Campinas. Colheita de Cana-de-Açúcar com Auxílio Mecânico. [21--?]. Disponível em <http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Repositorio/Auxilio_Mecanico_Colheita_Can a_000fxew1kab02wyiv80soht9h8k862sp.pdf>. Acesso em: 20 de Setembro de 2012.