ESTAFILECTOMIA
PARA TRATAMENTO CIRÚRGICO DA
SÍNDROME BRAQUICEFÁLICA
EM CÃO DA RAÇA PUG
Relato de caso
UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA-UNIVERSO-GOIÂNIA
CURSO BACHARELADO EM MEDICINA VETERINÁRIA
JUNHO, 2024
Acadêmicos: Aysa Julia Gomes
Douglas Castro
Sávio Tiradentes
ÍNDICE
2. INTRODUÇÃO
4. METODOLOGIA E RESULTADOS
5. DISCUSSÃO
6. CONCLUSÃO
7. REFERÊNCIAS
8. AGRADECIMENTOS
3. OBJETIVOS
1. APRESENTAÇÃO DO GRUPO
APRESENTAÇÃO
Conclusão
Introdução - Fisiopatogenia e sinais clínicos
Relato de caso - Exames complementares
Discussão - Anatomia e Tratamento
Apresentação - discussão, objetivo e conclusão
Atividades
Aysa
Douglas
Sávio
Introdução - Diagnóstico, Tratamento e Prognóstico
Relato de caso - Tratamento
Discussão - Diagnóstico e exames complementares
Apresentação - Metodologia, resultados e formatação
Resumo e Introdução- Histórico, Anatomia e SB
Relato de caso - Anamnese e exame físico
Discussão - Tratamento
Apresentação- Introdução
Síndrome braquicefálica:
Cruzamentos seletivos e características anatômicas
presentes em diversas raças
Características que tem sido estudadas, pois na história
foram selecionadas para fins específicos
Alterações anatômicas primárias e secundárias
INTRODUÇÃO
(Koch et al.,2003)
(Ekenstedt et al.,2023)
1. INTRODUÇÃO
Fonte: Adaptado de Ekenstedt et al.,2020.
1. INTRODUÇÃO
FISIOPATOGENIA SINAIS CLÍNICOS DIAGNÓSTICO TRATAMENTO
Esforço
inspiratório
Aumento da
pressão
negativa
Hiperplasia
dos tecidos
Varia de acordo com a
gravidade do animal
Respiração com
ruídos (roncos)
Intolerância a
exercícios e calor
Estresse
Cianose
Anamnese detalhada
Exames físicos e
clínicos
Observar e avaliar as
narinas
Avaliar alterações na
cavidade bucofaringea
Exame Radiográfico
Tratamento clínico é
recomendado em
algumas situações
Correções cirúrgicas:
Estenose das narinas
(rinoplastia)
1.
Prolongamento de
palato mole
(estafilectomia)
2.
Condições
obstrutivas
respiratórias
3.
(Fawcett et al.,2018 ;
Allemand,2013)
(Packer et al.,2019)
(Liu et al.,2016)
(Dupré ; Heidenreich,2016) (Batista,2018)
(Lodato ; Mauterer,2014)
OBJETIVOS
Principal: Relatar e discutir relato de caso de uma pug
com síndrome braquicefálica.
Especifico: Descrever o relato de caso e discutir seus
principais métodos de tratamento e correção da
síndrome de acordo com a literatura.
Canina
Fêmea
Pug
5 anos
12, kg
METODOLOGIA E RESULTADOS
Fonte: Arquivo pessoal (2024).
9 de abril
RELATO DE CASO
Anamnese Exame físico
Exames
laboratoriais
Exame Clínico
Cianose
Avaliação cardíaca
Crise respiratória
Bioquímica
Eletrocardiograma
Hemograma
Ecocardiograma
FC: 136 bpm;
Temp: 37º;
MC NC;
TPC: 2<
Alerta
Prolongamento do
palato mole
Estenose de
narina moderada
Taquipnéia
Crise respiratória
Taquipnéia
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
Fonte: Arquivo pessoal (2024).
Através do exame clínico e físico constatou-se...
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
Inicialmente
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
Exame Valores Obt. Valores Ref.
Hemácias 6, 1 5,5 a 8,5 x10⁶/mm³
Hematócrito 30 37 a 55 %
Hemoglobina 10 12 a 18 g%
VCM 49,2 60 a 77 fl
HCM 16,4 19,5 a 24,5 Pg
Hemograma
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
Exame Valores Obt. Valores Ref.
Linfócitos 231 1000 a 4800 mm³
Série vermelha
Série branca
Exame Valores Obt. Valores Ref.
Contagem de
plaquetas
48.000
200.000 a 900.000
mm³
Exame Valores Obt. Valores Ref.
ALT/TGP 94 10-80 U/L
FA 165 10-92 U/L
Bioquímicas
Anemia microcítica
normocrômica
Trombocitopenia
Linfopenia
Plano clínico
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
Investigação
Estafilectomia
Rinoplastia
Investigação
Rinoplastia
Estafilectomia
Plano clínico
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
TRATAMENTO
Anestesia Técnica utilizada
Pós cirúrgico Receita
Indução
Bloqueio regional
MPA
Alimentação
Medicação
Internação
Aplicação de gaze
Posicionamento
Retorno
Alta
Tração e ancoragem
Manutenção LigaSure
Medicação
Anestesia
Indução
Bloqueio regional
MPA
Manutenção
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
Peditina (4 mg/kg);
Acepromazina (0,03 mg/kg).
Propofol (3 mg/kg);
Lidocaína (2 mg/ kg);
Cetamina (1 mg/kg).
Palato;
Região periglótica.
Isoflurano.
Fonte: Universidade de Cambridge (2008).
Técnica utilizada
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
Aplicação de gaze
Posicionamento
Tração e ancoragem
LigaSure
Fonte: Arquivo pessoal (2024).
Decúbito dorsal
Abertura bucal
Ao redor da sonda
traqueal
Cranialmente
Fio nylon 2-0
Tração rostral
Técnica utilizada
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
LigaSure
Fonte: Arquivo pessoal (2024).
Cauterização e a secção simultânea
Pós cirúrgico
4 dias
Monitoramento
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
Alimentação
Medicação
Internação
Controlada;
Pastosa;
Baixa temperatura.
Dipirona (0,52ml IV TID);
Tramadol 50mg/ml (1ml, IV, TID);
Clindamicina 150mg/ml (0,76ml IV TID;)
Hidrocortisona (0,1ml IV BID).
Fonte: AlimentPET (2022).
Receita
14 de abril
4. METODOLOGIA E
RESULTADOS
Retorno
Alta
Medicação
Fonte: Arquivo pessoal (2024).
Omeprazol (Gastroblock®, 1 comprimido, SID por 28 dias);
Doxiciclina (Doxifin tabs® 50 mg, 1 e ½ comprimido, BID, por 28 dias);
Suplemento (Nuxcell plus®, 2 g, SID, por 3 dias).
Após 15 dias;
Melhora nos sinais respiratórios;
Melhora no estado clínico em geral.
Fonte: Petlove (2023).
DISCUSSÃO
Quanto mais anormalidades anatômicas presentes no
animal, mais alto sera o grau de obstrução das vias.
Descrito na literatura, os achados na paciente, é levada a
alterações anatômicas, visualizadas no exame fisico e
clinico.
(Dupré e Heidenreich, 2016)
Segundo Liu et al (2016), avaliação é feita de acordo com
a classificação do grau de narinas se há ou não
estenose.
De acordo com a literatura, paciente constatada com
narinas moderamentes estenosadas
5. DISCUSSÃO
Fonte: Adaptado de Liu et al (2016).
Estafilectomia método de correção cirúrgica, utilizado
para retirada de excesso do palato mole
Viabilidade econômica da Tutora
5. DISCUSSÃO
(Oechtering, et al.,2010)
Tratamento empírico
Avaliação do palato é
realizada com animal
sedado
Visualização do palato no
momento da consulta, sem
necessidade de sedação
HT e HB Oxigenação
Compensação do
organismo
FR
Paciente SB positivo
Quadro agravado
Crise respiratória, cianose e
taquipneia
Técnicas a laser e eletro
cirúrgica
Minimização dos riscos
LigaSure
5. DISCUSSÃO
(Oechtering, et al.,2010)
(Thrall et al., 2007)
(Riecks; Birchard;
Stephens, 2007)
CONCLUSÃO
Síndrome braquicefálica tem alta incidência na pratica
clinica;
Reformular a importância dos padrões de cruzamentos das
raças braquicefálicas;
Técnicas cirúrgicas adotadas para resolução das
deformidades.
REFERÊNCIAS
ALLEMAND, V. C. D.; QUINZANI, M.; BERL, C. A. Síndrome respiratória dos cães
braquicefálicos: relato de caso. Rev. de Ed. Cont. em Med. Vet. e Zoot. do CRMV-SP, São
Paulo, v. 11, n. 2, p. 42-47, 2013.
BANNASCH, D. et al. Localization of canine brachycephaly using na across breed mapping
approach. PloS one, v. 5, n. 3, p. e9632, 2010.
BATISTA, J. Evolução clínica dos cães braquicéfalos após cirurgia corretiva, na visão do
proprietário. Universidade de Lisboa, 2018.
DUPRÉ, G.; HEIDENREICH, D. Brachycephalic syndrome. Veterinary Clinics of North
America: Small Animal Pratice, v.46, n.1, p.691–707, 2016. doi:
10.1016/j.cvsm.2016.02.002
EKENSTEDT, J.K.; CROSSE, R.K.; RISSELADA,M.Canine Brachycephaly:Anatomy,
Pathology, Genetics and Welfare. Journal of comparative pathology, v.176,p.109115,2020.
Disponível em:HTTPS://www.ncbi.nlm.nih.gov/PMC/articles/PMC7380493
REFERÊNCIAS
FAWCETT, A. et al. Consequences and Management of Canine Brachycephaly in
Veterinary Practice: Perspectives from Australian Veterinarians and Veterinary Specialists.
Animals: an open access journal from MDPI, v.9, n.1, p.1-25, 2018. Disponível em:
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6356869/.
KOCH, D.; ARNOLD, S.; MONTAVON, P. Brachycephalic Syndrome in Dogs. Compend.
Contin. Educ. Pract. Vet. - Zurich, 25, 53-59, jan. 2003.
LIU, N. C. et al. Whole-Body Barometric Plethysmography Characterizes Upper Airway
Obstruction in 3 Brachycephalic Breeds of Dogs. Journal of Veterinary Internal Medicine, v.
30, n. 3, p. 853–865, maio 2016.
LODATO, D.; MAUTERER, J. Techniques for Performing Corrective Surgery: Dogs with
Brachycephalic Airway Syndrome. SurGical Skills, 2014.
OECHTERING, Gerhard. Brachycephalic syndrome: new information on an old congenital
disease. Veterinary Focus, v. 20, p. 2-9, 2010.
AGRADECIMENTO
Obrigado!!
Obrigado!!

Sindrome braquicefálica relato de um caso

  • 1.
    ESTAFILECTOMIA PARA TRATAMENTO CIRÚRGICODA SÍNDROME BRAQUICEFÁLICA EM CÃO DA RAÇA PUG Relato de caso UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA-UNIVERSO-GOIÂNIA CURSO BACHARELADO EM MEDICINA VETERINÁRIA JUNHO, 2024 Acadêmicos: Aysa Julia Gomes Douglas Castro Sávio Tiradentes
  • 2.
    ÍNDICE 2. INTRODUÇÃO 4. METODOLOGIAE RESULTADOS 5. DISCUSSÃO 6. CONCLUSÃO 7. REFERÊNCIAS 8. AGRADECIMENTOS 3. OBJETIVOS 1. APRESENTAÇÃO DO GRUPO
  • 3.
    APRESENTAÇÃO Conclusão Introdução - Fisiopatogeniae sinais clínicos Relato de caso - Exames complementares Discussão - Anatomia e Tratamento Apresentação - discussão, objetivo e conclusão Atividades Aysa Douglas Sávio Introdução - Diagnóstico, Tratamento e Prognóstico Relato de caso - Tratamento Discussão - Diagnóstico e exames complementares Apresentação - Metodologia, resultados e formatação Resumo e Introdução- Histórico, Anatomia e SB Relato de caso - Anamnese e exame físico Discussão - Tratamento Apresentação- Introdução
  • 4.
    Síndrome braquicefálica: Cruzamentos seletivose características anatômicas presentes em diversas raças Características que tem sido estudadas, pois na história foram selecionadas para fins específicos Alterações anatômicas primárias e secundárias INTRODUÇÃO (Koch et al.,2003) (Ekenstedt et al.,2023)
  • 5.
    1. INTRODUÇÃO Fonte: Adaptadode Ekenstedt et al.,2020.
  • 6.
    1. INTRODUÇÃO FISIOPATOGENIA SINAISCLÍNICOS DIAGNÓSTICO TRATAMENTO Esforço inspiratório Aumento da pressão negativa Hiperplasia dos tecidos Varia de acordo com a gravidade do animal Respiração com ruídos (roncos) Intolerância a exercícios e calor Estresse Cianose Anamnese detalhada Exames físicos e clínicos Observar e avaliar as narinas Avaliar alterações na cavidade bucofaringea Exame Radiográfico Tratamento clínico é recomendado em algumas situações Correções cirúrgicas: Estenose das narinas (rinoplastia) 1. Prolongamento de palato mole (estafilectomia) 2. Condições obstrutivas respiratórias 3. (Fawcett et al.,2018 ; Allemand,2013) (Packer et al.,2019) (Liu et al.,2016) (Dupré ; Heidenreich,2016) (Batista,2018) (Lodato ; Mauterer,2014)
  • 7.
    OBJETIVOS Principal: Relatar ediscutir relato de caso de uma pug com síndrome braquicefálica. Especifico: Descrever o relato de caso e discutir seus principais métodos de tratamento e correção da síndrome de acordo com a literatura.
  • 8.
    Canina Fêmea Pug 5 anos 12, kg METODOLOGIAE RESULTADOS Fonte: Arquivo pessoal (2024). 9 de abril
  • 9.
    RELATO DE CASO AnamneseExame físico Exames laboratoriais Exame Clínico Cianose Avaliação cardíaca Crise respiratória Bioquímica Eletrocardiograma Hemograma Ecocardiograma FC: 136 bpm; Temp: 37º; MC NC; TPC: 2< Alerta Prolongamento do palato mole Estenose de narina moderada Taquipnéia
  • 10.
    Crise respiratória Taquipnéia 4. METODOLOGIAE RESULTADOS Fonte: Arquivo pessoal (2024).
  • 11.
    Através do exameclínico e físico constatou-se... 4. METODOLOGIA E RESULTADOS Inicialmente
  • 12.
  • 13.
    Exame Valores Obt.Valores Ref. Hemácias 6, 1 5,5 a 8,5 x10⁶/mm³ Hematócrito 30 37 a 55 % Hemoglobina 10 12 a 18 g% VCM 49,2 60 a 77 fl HCM 16,4 19,5 a 24,5 Pg Hemograma 4. METODOLOGIA E RESULTADOS Exame Valores Obt. Valores Ref. Linfócitos 231 1000 a 4800 mm³ Série vermelha Série branca Exame Valores Obt. Valores Ref. Contagem de plaquetas 48.000 200.000 a 900.000 mm³ Exame Valores Obt. Valores Ref. ALT/TGP 94 10-80 U/L FA 165 10-92 U/L Bioquímicas Anemia microcítica normocrômica Trombocitopenia Linfopenia
  • 14.
    Plano clínico 4. METODOLOGIAE RESULTADOS Investigação Estafilectomia Rinoplastia
  • 15.
  • 16.
    TRATAMENTO Anestesia Técnica utilizada Póscirúrgico Receita Indução Bloqueio regional MPA Alimentação Medicação Internação Aplicação de gaze Posicionamento Retorno Alta Tração e ancoragem Manutenção LigaSure Medicação
  • 17.
    Anestesia Indução Bloqueio regional MPA Manutenção 4. METODOLOGIAE RESULTADOS Peditina (4 mg/kg); Acepromazina (0,03 mg/kg). Propofol (3 mg/kg); Lidocaína (2 mg/ kg); Cetamina (1 mg/kg). Palato; Região periglótica. Isoflurano. Fonte: Universidade de Cambridge (2008).
  • 18.
    Técnica utilizada 4. METODOLOGIAE RESULTADOS Aplicação de gaze Posicionamento Tração e ancoragem LigaSure Fonte: Arquivo pessoal (2024). Decúbito dorsal Abertura bucal Ao redor da sonda traqueal Cranialmente Fio nylon 2-0 Tração rostral
  • 19.
    Técnica utilizada 4. METODOLOGIAE RESULTADOS LigaSure Fonte: Arquivo pessoal (2024). Cauterização e a secção simultânea
  • 20.
    Pós cirúrgico 4 dias Monitoramento 4.METODOLOGIA E RESULTADOS Alimentação Medicação Internação Controlada; Pastosa; Baixa temperatura. Dipirona (0,52ml IV TID); Tramadol 50mg/ml (1ml, IV, TID); Clindamicina 150mg/ml (0,76ml IV TID;) Hidrocortisona (0,1ml IV BID). Fonte: AlimentPET (2022).
  • 21.
    Receita 14 de abril 4.METODOLOGIA E RESULTADOS Retorno Alta Medicação Fonte: Arquivo pessoal (2024). Omeprazol (Gastroblock®, 1 comprimido, SID por 28 dias); Doxiciclina (Doxifin tabs® 50 mg, 1 e ½ comprimido, BID, por 28 dias); Suplemento (Nuxcell plus®, 2 g, SID, por 3 dias). Após 15 dias; Melhora nos sinais respiratórios; Melhora no estado clínico em geral. Fonte: Petlove (2023).
  • 22.
    DISCUSSÃO Quanto mais anormalidadesanatômicas presentes no animal, mais alto sera o grau de obstrução das vias. Descrito na literatura, os achados na paciente, é levada a alterações anatômicas, visualizadas no exame fisico e clinico. (Dupré e Heidenreich, 2016)
  • 23.
    Segundo Liu etal (2016), avaliação é feita de acordo com a classificação do grau de narinas se há ou não estenose. De acordo com a literatura, paciente constatada com narinas moderamentes estenosadas 5. DISCUSSÃO Fonte: Adaptado de Liu et al (2016).
  • 24.
    Estafilectomia método decorreção cirúrgica, utilizado para retirada de excesso do palato mole Viabilidade econômica da Tutora 5. DISCUSSÃO (Oechtering, et al.,2010) Tratamento empírico
  • 25.
    Avaliação do palatoé realizada com animal sedado Visualização do palato no momento da consulta, sem necessidade de sedação HT e HB Oxigenação Compensação do organismo FR Paciente SB positivo Quadro agravado Crise respiratória, cianose e taquipneia Técnicas a laser e eletro cirúrgica Minimização dos riscos LigaSure 5. DISCUSSÃO (Oechtering, et al.,2010) (Thrall et al., 2007) (Riecks; Birchard; Stephens, 2007)
  • 26.
    CONCLUSÃO Síndrome braquicefálica temalta incidência na pratica clinica; Reformular a importância dos padrões de cruzamentos das raças braquicefálicas; Técnicas cirúrgicas adotadas para resolução das deformidades.
  • 27.
    REFERÊNCIAS ALLEMAND, V. C.D.; QUINZANI, M.; BERL, C. A. Síndrome respiratória dos cães braquicefálicos: relato de caso. Rev. de Ed. Cont. em Med. Vet. e Zoot. do CRMV-SP, São Paulo, v. 11, n. 2, p. 42-47, 2013. BANNASCH, D. et al. Localization of canine brachycephaly using na across breed mapping approach. PloS one, v. 5, n. 3, p. e9632, 2010. BATISTA, J. Evolução clínica dos cães braquicéfalos após cirurgia corretiva, na visão do proprietário. Universidade de Lisboa, 2018. DUPRÉ, G.; HEIDENREICH, D. Brachycephalic syndrome. Veterinary Clinics of North America: Small Animal Pratice, v.46, n.1, p.691–707, 2016. doi: 10.1016/j.cvsm.2016.02.002 EKENSTEDT, J.K.; CROSSE, R.K.; RISSELADA,M.Canine Brachycephaly:Anatomy, Pathology, Genetics and Welfare. Journal of comparative pathology, v.176,p.109115,2020. Disponível em:HTTPS://www.ncbi.nlm.nih.gov/PMC/articles/PMC7380493
  • 28.
    REFERÊNCIAS FAWCETT, A. etal. Consequences and Management of Canine Brachycephaly in Veterinary Practice: Perspectives from Australian Veterinarians and Veterinary Specialists. Animals: an open access journal from MDPI, v.9, n.1, p.1-25, 2018. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6356869/. KOCH, D.; ARNOLD, S.; MONTAVON, P. Brachycephalic Syndrome in Dogs. Compend. Contin. Educ. Pract. Vet. - Zurich, 25, 53-59, jan. 2003. LIU, N. C. et al. Whole-Body Barometric Plethysmography Characterizes Upper Airway Obstruction in 3 Brachycephalic Breeds of Dogs. Journal of Veterinary Internal Medicine, v. 30, n. 3, p. 853–865, maio 2016. LODATO, D.; MAUTERER, J. Techniques for Performing Corrective Surgery: Dogs with Brachycephalic Airway Syndrome. SurGical Skills, 2014. OECHTERING, Gerhard. Brachycephalic syndrome: new information on an old congenital disease. Veterinary Focus, v. 20, p. 2-9, 2010.
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