O documento discute a relação entre geopolítica, pós-colonialismo e práticas discursivas na formação de professores de inglês, destacando como o colonialismo influencia a pedagogia contemporânea. Argumenta que a imposição de uma pedagogia mainstream homogeneiza o ensino e silencia as vozes locais, enquanto defende a necessidade de uma abordagem intercultural crítica na educação. Além disso, propõe a reinterpretação das narrativas históricas a partir de múltiplas perspectivas para desafiar as estruturas de poder existentes.