O documento discute o lugar a partir do qual se lê e constrói a América Latina. Critica os estudos pós-coloniais por tentarem ler a região a partir de perspectivas externas, ignorando as memórias e tradições locais de leitura. Defende que a América Latina deve ser lida e compreendida a partir de suas próprias categorias históricas e intelectuais, e não a partir de marcos teóricos desenvolvidos fora da região.