72ª Convenção Internacional da Sociedade Brasileira de Eubiose
São Lourenço MG, 22/2/2020
Eduardo Nunes de Carvalho, brazilfacts@gmail.com
Fonte: diversos sites (url) na internet, pesquisas feitas até 16/2/2020.
Cidade no SGSM
Povo
2010 Cor nome
Tônica das
ciências Topônimo
POUSO ALTO
6.218 Laranja
Química e
Alquimia Sociotopônimo
ITANHANDU
14.175 Violeta
Artes em
geral Zootopônimo
CARMO DE MINAS
13.750 Vermelho
Política,
Ética e
Estética Hierotopônimo
MARIA DA FÉ
14.216 Amarelo Mecânica Androtopônimo
SÃO TOMÉ DAS LETRAS
6.655 Púrpura Letras Hagiotopônimo
CONCEIÇÃO DO RIO
VERDE 12.949 Azul Filosofia Hierotopônimo
AIURUOCA
6.162 Verde
Medicina e
Teurgia Ecotopônimo
Laranja
Branco
POUSO ALTO
Toponímia. Sociotopônimo. Denominação anterior: Nossa Senhora da
Conceição do Pouso Alto. Região elevada onde os bandeirantes,
tropeiros e viajantes hospedavam-se em um rancho de folhas de
palmeira, hoje a igreja matriz.
Tônica. Alquimia e química em geral. O escritor Júlio Ribeiro, autor
do romance A Carne; o poeta Manuel Bandeira; e o diplomata, poeta
e escritor Ribeiro Couto que escreveu a livro e novela A Cabocla,
viveram lá. Na nobiliarquia brasileira há dois Barões: Barão de
Pouso Alto (Francisco Teodoro da Silva) e Barão de Monte Verde
(Joaquim Pereira da Silva). Incêndio que destruiu parte da memória
municipal no Século XX na velha matriz. Logística de conflitos: a)
povos indígenas caingangues, tupiniquins, tupinambás e puris; b)
guerra dos emboabas; c) Revolução de 1930; e d) Revolução
Constitucionalista de 1932. Batismo de fogo político de JK em Passa
Quatro: encontro de Eurico Gaspar Dutra, futuro ministro da Guerra
e futuro presidente da República; os capitães Ernesto Dornelles e
Zacarias de Assunção, futuros governadores do RS e do PA; o doutor
Benedito Valadares Ribeiro, futuro interventor e futuro governador
de MG; e o doutor Juscelino Kubitschek de Oliveira, que será
governador de MG e presidente da República. Passagem do
naturalista Saint-Hilaire, de Dom Pedro II e da Princesa Izabel.
Estrada de ferro, túnel e ligação da serra ao Vale do Paraíba.
Padroeira Nossa Senhora da Conceição.
Brasão e bandeira. De autoria da Professora Djanira Laus,
Eubiose RJ. Escudo peninsular esquartelado, ostentando, à
destra, no I quartel, no Chefe, uma balança e uma espada de ouro,
em campo goles, símbolo do comércio da lavoura. No II quartel, no
chefe, à sinistra, as cinco estrelas do Cruzeiro do Sul em prata,
sobre campo blau. No III quartel, à destra do contrachefe, uma
Siriema batalhante e uma Serpente de prata sobre campo
alaranjado, simbolizando a proteção e o comércio de aves. O IV
quartel, à sinistra, é gotejado de branco sobre campo sable,
simbolizando a terra e a Cachoeira CEÇARI - OLHOS QUE
CHORAM. Os suportes em suas cores naturais, estilizados, à
destra, o MILHO, e à sinistra, o ARROZ, simbolizando as virtudes
das terras da cidade. Listel duplo de Ouro e Prata, em caracteres
de cor púrpura, ostentando, à destra, o ano de fundação da cidade
(1878), e à sinistra, o ano de instituição do BRASÃO DE ARMAS
MUNICIPAIS (1978). No 2° listel, a legenda: "PER ASPERA AD
ASTRA" (Pelo esforço, chega-se ao Céu). Encimando o escudo, a
coroa mural de prata, com cinco torres, caracterizando município.
Na bandeira, destaque nas faixas extremas ao azul da terra e
amarelo de sua riqueza, tendo o brasão ao centro.
ITANHANDU
ITANHANDU
Toponímia. Zootopônimo. Em
língua tupi, "ema de pedra", por
meio da junção dos termos itá
("pedra") e nhandu ("ema –
Rhea americana, ave
corredora").
Foi chamada inicialmente de
Barra do Rio Verde decorrente
da Fazenda Rio Verde, ponto de
paragem dos bandeirantes.
Já a Embocadura Inhacundá
significa “corrente sinuosa”.
Tônica. Arte e Poesia.
Vista aérea mostra a ponta de um violão
em centro. Cantora e compositora Ceumar
Coelho. Estação das Artes e Centro
Cultural da Eubiose. Festival de Música
desde 1969. Em 1953, o Sr. Benedito
Lázaro Ribeiro, conhecido como Seu Bibi,
fez o projeto da Praça Prefeito Amador
Guedes, com o formato estilizado do corpo
do violão, cujo braço é complementado
pelos canteiros laterais da Igreja Matriz. A
praça é uma homenagem aos músicos da
época, dentre os quais se encontrava o
próprio Bibi, que tocava em um grupo
musical da cidade. Nossa Senhora da
Conceição.
ITANHANDUBrasão. Autoria do heraldista Prof. Arcinoé
Antonio Peixoto de Faria. Escudo samitico (estilo
francês e evocativo da raça povoadora) encimado
pela coroa mural (sede de comarca) de 8 torres
de argente e iluminada góles, em campo de bláu,
firmada em chefe, a panópila constituída pelo
crescente encimado da flor-de-liz (simbolizando
N. Sra. da Conceição), tudo de argente, ao termo
um aguado de argente e ondado de blau
(Ribeirão Itanhandu), tendo brocante uma pedra
de góles, onde pousa uma ema de argente que se
projeta em abismo do campo de escudo, como
tenentes, à destra um boiadeiro e sinistra um
granjeiro, ambos de carnação em vestimentas
típicas (representam a pecuária leiteira e a
avicultura), contendo em letras argentinas o
topônimo “Itanhandu” ladeado pela data “07-09-
1923”, data da sua emancipação política.
Azul: justiça, nobreza, lealdade,
zelo, recreação e formosura;
Prata: paz, amizade, trabalho,
pureza e religiosidade; e
Vermelho: amor pátrio, audácia e
coragem.
ITANHANDU
Bandeira esquartelada em sautor, sendo os
quartéis de azul constituídos por faixas
brancas de dois módulos de largura,
carregadas de sobre-faixas vermelhas de
um módulo dispostas em banda e em barra
entrecruzando-se ao centro, tendo neste
ponto, brocante, um círculo branco de oito
módulos de circunferência, onde o brasão
municipal é aplicado. O Brasão aplicado na
bandeira representa o Governo Municipal e
o círculo branco onde é contido representa a
própria Cidade-Sede do Município. As
faixas brancas de sobre-faixas vermelhas,
representam a irradiação do Poder
Municipal que se expande a todos os
quadrantes de seu território. Os quartéis de
azul, assim constituídos, representam as
Propriedades Rurais existentes na cidade.
CARMO DE MINAS
CARMO DE
MINAS
Toponímia. Silvestre Ferraz –
Antropotopônimo. Topônimo em
homenagem ao líder político mineiro,
Sylvestre Dias Ferraz Junior, natural de
Cristina, parlamentar que lutou pelo
Projeto de implantação da Estrada de
Ferro do Vale do Sapucaí, a primeira
estrada de ferro construída no sul de
Minas. Denominações anteriores: Carmo
de Cristina, Carmo do Pouso Alto, Carmo
do Rio Verde. • Em 1901 (Lei 319, de
16/9/1901) cria-se o município com o
nome de Silvestre Ferraz. Em 1953 (Lei
1039, de 13/12/1953), o topônimo é
alterado para o hierotopônimo Carmo de
Minas, mantendo-se assim até hoje.
CARMO DE
MINASTônica. Ética, política e estética.
Ordem do Carmo. Silvestre Ferraz e
família. Café premium e gado
girolando. Educação (Atenas sul-
mineira) em farmácia, odontologia,
agricultura e outros. Estrada de
Ferro do Vale do Sapucaí. Escritor
Godofredo Rangel, membro da AML –
Academia Mineira de Letras e amigo
de Monteiro Lobato. Educador e
Coronel Jerônimo Guedes Fernandez
e Olga e a pomicultura (pioneirismo
na aclimação de espécies exóticas) na
Chácara da Conceição. Cursos e ações
da Eubiose. Atriz Nina Sanzi.
CARMO DE MINAS
Brasão. Escudo francês com planos em
fundo blau: 1) águia transporta um livro,
simbolizando o valor pela Educação; 2)
brasão da tradicional Ordem do Carmo (*);
e 3) terra verde com gado e rio sinuoso, no
caso o Rio Verde. Listel de blau com letras
de prata “16-09-1901 Carmo de Minas”:
emancipação política e topônimo. Ladeado
por ramos de milho e café, símbolos de
prosperidade. Por timbre, uma coroa mural
de prata, com oito torres: município.
Bandeira de prata (simboliza paz,
pureza e multiplicidade harmônica)
tendo o brasão ao centro.
(*) Referência ao Monte Carmelo e a visão de Elias de
uma nuvem se levantando do mar, onde a futura Mãe
do Salvador aparece. A estrela inferior representa a
Virgem Maria e as outras 2 os profetas Elias e Eliseu.
A sagração imperial de Dom Pedro I e II, o batismo e
o casamento da Princesa Isabel foram conduzidos
pela Ordem na Capela Imperial do RJ.
MARIA DE FÉ
Toponímia. Antropotopônimo. Topônimo alusivo a
D. Maria Vilas Boas Machado, mulher muito
piedosa e, também, de grande iniciativa e coragem.
Junto com seu marido, foi proprietária da fazenda
Campos, localizada na região onde se situa o
município. Denominação anterior: Campos de
Maria da Fé.
Tônica. Mecânica, ciências físicas. Fazenda Epamig
(Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas
Gerais) cultiva a produção de oliveiras, azeites e
ervas medicinais, além de possuir um maravilhoso
santuário de bromélias. Oficina Gente de Fibra,
produção artesanal de bens à base de fibra de
banana. Estação de ferro. A Igreja Matriz de Nossa
Senhora de Lourdes possui murais de Pietro
Gentilli, pintor italiano.
Brasão e bandeira. Coroa mural de município no
topo. Ao centro escudo português tendo a
cornucópia carregada de batata, cebolas e cenouras,
representando a riqueza da terra em campo ouro e
ao seu lado o cruzeiro por onde se edificou a igreja
matriz, representando a fé do povo e em baixo
representação da beleza de uma das cidades mais
frias do estado (cerca de 1.200 metros de altitude)
com suas montanhas, verde e lindo céu, incluindo o
Pico da Bandeira. Abaixo em verde identificação do
nome do município, ladeado por ramos de algodão,
outro símbolo da riqueza local. Bandeira destaca
em três faixas as cores destaques do brasão, tendo o
brasão ao centro.
SÃO TOMÉ DAS LETRAS
Toponímia. Hagiotopônimo. Mescla do
achado da imagem de São Thomé unido às
inscrições existentes na entrada da gruta,
supostamente feitas pelos índios
Cataguases. A cidade foi de Baependi.
Tônica. Lenda da estatueta de São
Thomé, o escravo João Antão, homem
branco de cajado, a carta, o patriarca luso
João Francisco Junqueira e a ermida
construída (hoje a igreja matriz). Pegadas
de Sumé. Sítios arqueológicos. Eremita
Chico Taquara (curandeiro, parteiro,
rezador e terapeuta holístico).
Comunidades místicas, hippies e ufólogas.
Fundação Harmonia. Quartzito “pedra de
são tomé”. Barão de Alfenas (Gabriel F.
Junqueira). Peça de George de Andrade,
“Pedreira das Almas”.
Brasão e bandeira. Escudo ibérico e redondo,
partido e cortado em três campos: de blau
(azul), uma estrela de ouro de cinco pontas,
tendo no centro, em fundo púrpura, as cinco
estrelas características do Cruzeiro do Sul; de
mesmo esmalte azul, a representação dos dois
picos mais altos, o Pião e o Gavião; de sinople
(verde), uma faixa de prata ondulada, que é
em heráldica o simbolismo específico de curso
d’água: neste caso, é o Rio do Peixe e um listel
de blau com forro de goles (vermelho), em
letras de ouro, a legenda “São Thomé das
Letras”. Por timbre, uma coroa mural de
prata, com oito torres que é simbolismo
heráldico de município.
Bandeira terciada em pala, tendo a faixa da
direita em sinople (verde), a central em
branco, onde se aplica o brasão, e, à esquerda
em blau (azul), em conformidade com as
normas heráldicas de aplicação dos esmaltes.
CONCEIÇÃO DO RIO VERDE
Toponímia. Hierotopônimo. Emancipado em
1911 de Lambari, recebeu o nome atual em
1839 (Lei 114, de 9/3/1839). Anteriormente,
teve as denominações: Campina do Rio Verde,
Nossa Senhora da Conceição do Rio Verde. O
nome faz referência à padroeira Nossa
Senhora da Conceição e também ao Rio Verde
que banha a região.
Tônica. Filosofia, línguas e religiões. Dom
José Lafayette Ferreira Álvares sacerdote
católico brasileiro que faleceu como bispo
emérito de Bragança Paulista-SP. Padroeira
Nossa Senhora da Conceição. Cantor
Paulinho Reis do gênero “brega chique” autor
de “Saudade diz para ela”. Basílica Matriz
Nossa Senhora da Conceição. Beata Nhá
Chica da vizinha Baependi. Hino municipal
foi idealizado por Helena Jefferson de Souza.
Brasão e bandeira. Coroa mural para
identificação de município. Escudo luso. Flor de
lis símbolo de Nossa Senhora da Conceição.
Linhas sinuosas prata sobre campo verde,
representação dos rios Verde e Baependi. Fonte
d’água para o Parque das Águas de Contendas
(onde fica a Pedra do Imperador). Tríade de
fundo azul para destacar as montanhas da
cidade. Cabeça de gado para representar a
produção econômica, assim como os ramos de
café e de milho. 1732, ano em que Inácio Carlos
da Silveira obtém sesmaria e 1911, ano da
emancipação municipal. Na bandeira, o
retângulo verde cortado por faixa cruzada em
branco destacam o Rio Verde e a geografia
municipal, tendo o brasão ao centro.
AIURUOCA
Toponímia. Ecotopônimo. “Iuruoca, Juruoca,
Jeruoca, Ieruoca, Ioruoca, Ajuruoca, Ayuruoca,
Ajurloka (caverna da luz)” são as denominações
dadas à cidade jina, desde a criação da freguesia
em 1718 por ato episcopal e mantido quando vira
município em 1834.
Termo tupi que pode significar:
1. “casa de papagaios”;
2. “lugar onde há muitos papagaios”;
3. “refúgio ou esconderijo dos papagaios de peito
roxo (Amazonas vinácea)”.
Tônica. Medicina e teurgia. Foi nativo o Dr.
Júlio Arantes Sanderson de Queiroz,
médico fundador da Escola de Auxiliares de
Enfermagem, Secretário de Saúde do Rio de
Janeiro, criador da Residência Médica,
Secretário de Planejamento do Ministério
da Saúde, diretor do Depto. Cultural da
Associação Médica Brasileira e autor de
livros como “A Morte é Notícia – A Cura é
Anônima”, “Heróis de Curar” e outros.
Hospital de Aiuruoca, construído pelo pai
do Dr. Júlio. Padroeira Nossa Senhora da
Conceição. Terra aprazível, fértil, bela e rica
em água (festa junina da Água Limpa). Pico
do Papagaio e sua esfinge e embocadura.
Lenda de Teresópolis. Isis Valverde, atriz.
Brasão e bandeira. Escudo Francês em Campo
de Blau (Azul) carregado em chefe por uma flor
de liz e uma Meia Lua – representando a
padroeira Nossa Senhora da Conceição - e duas
cabeças bovinas todos argente (Prata), tendo a
seus pés uma faixa ondulante em blau (azul)
representando um rio – Rio Aiuruoca, como
suportes envolvendo o campo do Brasão a
direita e a esquerda dois Pés de Cana e Milho,
ambas frutadas, saintes de um listel de goles
(Vermelho) ostentando de argente (Prata) os
seguintes dizeres Aiuruoca 14 de agosto de
1834 – dia da sua emancipação política, além
das Datas 1706 – fundação do arraial - a
direita, 1868 – elevação à cidade - a esquerda.
Tudo encimado pela Coroa Mural de Cinco
Torres Argente (Prata) e Portas na cor Goles
(Vermelho) tendo por Baixo a data de 1692 –
descoberta bandeirante - na cor Goles
(vermelho).
São 346 Cidades que levam o escudo
francês em seus brasões municipais,
incluindo Aiuruoca, conforme Jocélio
Santiago Andrade em Grande Almanaque:
brasões municipais do Brasil.
Cabeças bovinas e pés de cana e milho
representam a força econômica da cidade.
Três picos em ouro para o Pico do
Papagaio, tendo um papagaio em
destaque.
O “X” formado na bandeira enfatiza o Rio
Aiuruoca, referência para as descobertas
bandeirantes e com nascente mais alta
(2450 m) na Serra do Itatiaia. O amarelo
destaca o ouro de aluvião encontrado na
região. O azul representa a terra, além da
função da “coluna amor” em complemento
a “coluna rigor” da cor vermelha.
Toponímia. Hagiotopônimo. Lourenço
Castanho Tazques conseguiu vencer os
Cataguases em 1675 e fundou na região um
pequeno acampamento que passou a ser
chamado "Pouso do Lourenço". Logo depois
receberia o nome de "Sítio do Mendanha", e
depois “Águas do Viana” em função do novo
proprietário, o Sr. João Francisco Viana e
Camilo de Lellis Pinto. O comendador
Bernardo Saturnino da Veiga adquiriu as
terras para construir a Cia de Águas
Minerais São Lourenço. Data de 1892 a
construção da ermida Bom Jesus do Monte,
consagrada a São Lourenço, uma
homenagem ao pioneiro Cel. Lourenço
Xavier da Veiga (pai do comendador Veiga).
A região cresceu em função das fontes de
água.
Brasão. Escudo português ostentando os
símbolos: 1) das chamas que consumiram
o mártir São Lourenço; 2) da Sociedade
Brasileira de Eubiose; 3) internacional do
turismo; e 4) ondulado representando o
Rio Verde. Suporte simbolizando à
direita, as seis fontes de água mineral que
brotam do solo; e à esquerda, a grelha
onde foi executado o Santo Padroeiro.
Listel duplo de ouro e prata ostentando à
direita, o ano da Emancipação
Administrativa do Município (1927), à
esquerda, o ano da instituição do Brasão
de Armas de São Lourenço (1969) e o
dístico latino: “AQUA VITAE IGNIS
FIDEI” que exprime os aspectos
essenciais da riqueza espiritual e
econòmica. No topo, a coroa mural de
prata, simbolizando município.
No museu da Eubiose em São Lourenço –
MG há uma réplica bordada da bandeira,
presente do autor Manuel Noronha ao
Professor Henrique José de Souza,
fundador da S. B. de Eubiose.
O brasão e a bandeira foi criada pelo
Vereador “Manuel Noronha Bento”, que
mandou o Projeto de Lei nº 142/1969 e
ensejou a Lei Municipal nº 847/1969.
Bandeira. Terciada em pala com
aplicação do brasão ao centro.
Inspirada no mote da cidade, as cores
das palas representam a frase abaixo
na sequencia azul, branco e vermelho.
Com alegria, lealdade, discernimento e capacidade
o povo de São Lourenço caminha para vitória
conduzido pelo seu valor e seu sentido de grandeza.
Em 24/2/2018, Eduardo Nunes conversou
com o V. I. Francisco Noronha (irmão do Saulo
Noronha da guarda e filho do V.. I. e saudoso
Manoel Noronha Bento., criador do brasão de
São Lourenço).
Em 1969 a pomba da paz foi uma forma de
inserir um símbolo universal apoiado pela
Eubiose. Deste símbolo, surgiu a sugestão do
Vidal para que ela conste na Comenda do
Graal que o JK recebeu. O Brasão inicialmente
foi recusado pela prefeitura e só passou após
três sessões na câmara. Seu pai sofreu
ameaças, conforme notícias do Dr. Emilio
Abdon Póvoa, prefeito na época.
Posteriormente, se realizou Ritual Nobre com
o quadro do brasão. O criador do brasão
estudou no IHSP Alberto Lira heráldico.
Anotações do V.. I. Sálvio Albenor
Sr Solaira (cuja filha foi proprietária de
hotel em São Lourenço) e Manoel
Noronha, no Término da Construção do
Templo da Eubiose, de São Lourenço.
Sobre as fontes de água, é digno de nota
que nos anos 90, o então jovem Ricardo
Vieira, membro da Sociedade Brasileira de
Eubiose, no qual descobriu nas margem do
Rio Verde a Sétima Água. Também digno
de nota que existem na Estancia uma
Oitava, revelada pelo Professor Henrique
José de Souza, em determinado Ponto da
Cidade, que num futuro será revelada
pelos Obreiros desta Nobre Cidade.
“Água da Vida, Fogo da Fé”, um listel que soube
refletir a Essência de São Lourenço, capital
espiritual do Porvir. Água é símbolo da vida, da
mulher, da mãe, do Poder Plasmador e seu uso
consciente pode levar o Ser Humano à felicidade
e à evolução. As águas de Terras Altas da
Mantiqueira em desequilíbrio afetaria a
produção de alimentos e energia do Cone Sul,
dada sua interligação à bacia do Prata.
No Carnaval do Rio 2014, a escola de samba
"GRES Arranco do Engenho de Dentro“
homenageou São Lourenço e seu mote.
Em 1969, ano da criação do brasão, havia seis
fontes de água identificadas. Hoje, só no Parque
das Águas já constam nove fontes minerais:
Oriente, Primavera, Vichy, José Carlos de
Andrade, Ferruginosa, Sotto Mayor, Alcalina,
Andrade Figueira e Sulfurosa.
O hispano São Lourenço sofreu o martírio
durante a perseguição de Valeriano, em 258.
Como diácono, ele tinha o encargo de
administrar os bens da Igreja, dentre outras
funções. Foi executado 4 dias depois da
morte de Sisto II. Preso, foi intimado a
comparecer diante do prefeito de Cornelius
Saecularis, a fim de prestar contas dos bens
e das riquezas que a Igreja possuía.
Pediu, então, um prazo para fazê-lo, dizendo
que entregaria a riqueza da Igreja. Foram-
lhe concedidos três dias. São Lourenço
reuniu cegos, coxos, aleijados, enfermos,
crianças e velhos. Indignado, o governador
concedeu-o a um suplício especialmente
cruel: Amarrado sobre uma grelha, foi
assado vivo e lentamente.
Fonte: Site: beinbetter.wordpress.com de 8/10/2010.
SÃO LOURENÇO
Análise esotérica. Natureza andrógina com o azul e o vermelho,
tendo o branco como síntese vitoriosa (Arcano 22), assim como o
fogo e a água.
Cor AZUL – Água, Lua, Chaitânia, Mekatulan, atividade interna
e passividade externa, Princípio Feminino corporificando o
Segundo Trono Celeste e a Fohat penetrando o Akasha.
Cor VERMELHA – Fogo, Sol, Moreb, Terra, atividade externa e
passividade interna, Princípio Masculino corporificando o
Terceiro Trono Terrestre e a Kundalini animando a Prakriti.
Cor BRANCA – Síntese das cores, a que une os opostos, dando o
Andrógino Alado do Futuro que já se constrói sob o lema Adveniat
Regnum Tuum, cuja Grã-Cruz fixa-se na Bandeira de São
Lourenço. Esta cidade, sendo esotericamente a síntese de todas só
podia ter a cor branca no centro da bandeira, expressiva da Mãe
Divina trazendo à Terra o Reinado do Espírito Santo, o que
também é augurado na Pomba presente no mesmo lábaro.
SÃO LOURENÇO é o LAUREADO, o LAURENTUS, mas
também a LAURENTA como Arcano 22 marcando o final do
Itinerário de Ió na presente Raça-Mãe.
Fonte: Vitor M. Adrião.
“Spes messis in semine”
Brasil, terra do Fogo Sagrado, Tu és o Santuário da Iniciação moral do gênero
humano a caminho da sociedade futura, Henrique José de Souza.
Eubiose é viver em perfeita harmonia com as leis universais. Em outras
palavras, é a ciência da vida, a sabedoria iniciática das idades. É vivenciar um
conjunto de conhecimentos, cujo objetivo primordial é congregar, construir e
religar integralmente as dimensões do sagrado, profano, divino e humano.
Há inscrições para cursos. Para inscrição, contate o departamento mais
próximo ou o site www.eubiose.org.br

Sgsm heraldica e toponimia 22fev2020

  • 1.
    72ª Convenção Internacionalda Sociedade Brasileira de Eubiose São Lourenço MG, 22/2/2020 Eduardo Nunes de Carvalho, brazilfacts@gmail.com Fonte: diversos sites (url) na internet, pesquisas feitas até 16/2/2020.
  • 2.
    Cidade no SGSM Povo 2010Cor nome Tônica das ciências Topônimo POUSO ALTO 6.218 Laranja Química e Alquimia Sociotopônimo ITANHANDU 14.175 Violeta Artes em geral Zootopônimo CARMO DE MINAS 13.750 Vermelho Política, Ética e Estética Hierotopônimo MARIA DA FÉ 14.216 Amarelo Mecânica Androtopônimo SÃO TOMÉ DAS LETRAS 6.655 Púrpura Letras Hagiotopônimo CONCEIÇÃO DO RIO VERDE 12.949 Azul Filosofia Hierotopônimo AIURUOCA 6.162 Verde Medicina e Teurgia Ecotopônimo Laranja Branco
  • 3.
  • 4.
    Toponímia. Sociotopônimo. Denominaçãoanterior: Nossa Senhora da Conceição do Pouso Alto. Região elevada onde os bandeirantes, tropeiros e viajantes hospedavam-se em um rancho de folhas de palmeira, hoje a igreja matriz. Tônica. Alquimia e química em geral. O escritor Júlio Ribeiro, autor do romance A Carne; o poeta Manuel Bandeira; e o diplomata, poeta e escritor Ribeiro Couto que escreveu a livro e novela A Cabocla, viveram lá. Na nobiliarquia brasileira há dois Barões: Barão de Pouso Alto (Francisco Teodoro da Silva) e Barão de Monte Verde (Joaquim Pereira da Silva). Incêndio que destruiu parte da memória municipal no Século XX na velha matriz. Logística de conflitos: a) povos indígenas caingangues, tupiniquins, tupinambás e puris; b) guerra dos emboabas; c) Revolução de 1930; e d) Revolução Constitucionalista de 1932. Batismo de fogo político de JK em Passa Quatro: encontro de Eurico Gaspar Dutra, futuro ministro da Guerra e futuro presidente da República; os capitães Ernesto Dornelles e Zacarias de Assunção, futuros governadores do RS e do PA; o doutor Benedito Valadares Ribeiro, futuro interventor e futuro governador de MG; e o doutor Juscelino Kubitschek de Oliveira, que será governador de MG e presidente da República. Passagem do naturalista Saint-Hilaire, de Dom Pedro II e da Princesa Izabel. Estrada de ferro, túnel e ligação da serra ao Vale do Paraíba. Padroeira Nossa Senhora da Conceição.
  • 5.
    Brasão e bandeira.De autoria da Professora Djanira Laus, Eubiose RJ. Escudo peninsular esquartelado, ostentando, à destra, no I quartel, no Chefe, uma balança e uma espada de ouro, em campo goles, símbolo do comércio da lavoura. No II quartel, no chefe, à sinistra, as cinco estrelas do Cruzeiro do Sul em prata, sobre campo blau. No III quartel, à destra do contrachefe, uma Siriema batalhante e uma Serpente de prata sobre campo alaranjado, simbolizando a proteção e o comércio de aves. O IV quartel, à sinistra, é gotejado de branco sobre campo sable, simbolizando a terra e a Cachoeira CEÇARI - OLHOS QUE CHORAM. Os suportes em suas cores naturais, estilizados, à destra, o MILHO, e à sinistra, o ARROZ, simbolizando as virtudes das terras da cidade. Listel duplo de Ouro e Prata, em caracteres de cor púrpura, ostentando, à destra, o ano de fundação da cidade (1878), e à sinistra, o ano de instituição do BRASÃO DE ARMAS MUNICIPAIS (1978). No 2° listel, a legenda: "PER ASPERA AD ASTRA" (Pelo esforço, chega-se ao Céu). Encimando o escudo, a coroa mural de prata, com cinco torres, caracterizando município. Na bandeira, destaque nas faixas extremas ao azul da terra e amarelo de sua riqueza, tendo o brasão ao centro.
  • 6.
  • 7.
    ITANHANDU Toponímia. Zootopônimo. Em línguatupi, "ema de pedra", por meio da junção dos termos itá ("pedra") e nhandu ("ema – Rhea americana, ave corredora"). Foi chamada inicialmente de Barra do Rio Verde decorrente da Fazenda Rio Verde, ponto de paragem dos bandeirantes. Já a Embocadura Inhacundá significa “corrente sinuosa”.
  • 8.
    Tônica. Arte ePoesia. Vista aérea mostra a ponta de um violão em centro. Cantora e compositora Ceumar Coelho. Estação das Artes e Centro Cultural da Eubiose. Festival de Música desde 1969. Em 1953, o Sr. Benedito Lázaro Ribeiro, conhecido como Seu Bibi, fez o projeto da Praça Prefeito Amador Guedes, com o formato estilizado do corpo do violão, cujo braço é complementado pelos canteiros laterais da Igreja Matriz. A praça é uma homenagem aos músicos da época, dentre os quais se encontrava o próprio Bibi, que tocava em um grupo musical da cidade. Nossa Senhora da Conceição.
  • 9.
    ITANHANDUBrasão. Autoria doheraldista Prof. Arcinoé Antonio Peixoto de Faria. Escudo samitico (estilo francês e evocativo da raça povoadora) encimado pela coroa mural (sede de comarca) de 8 torres de argente e iluminada góles, em campo de bláu, firmada em chefe, a panópila constituída pelo crescente encimado da flor-de-liz (simbolizando N. Sra. da Conceição), tudo de argente, ao termo um aguado de argente e ondado de blau (Ribeirão Itanhandu), tendo brocante uma pedra de góles, onde pousa uma ema de argente que se projeta em abismo do campo de escudo, como tenentes, à destra um boiadeiro e sinistra um granjeiro, ambos de carnação em vestimentas típicas (representam a pecuária leiteira e a avicultura), contendo em letras argentinas o topônimo “Itanhandu” ladeado pela data “07-09- 1923”, data da sua emancipação política. Azul: justiça, nobreza, lealdade, zelo, recreação e formosura; Prata: paz, amizade, trabalho, pureza e religiosidade; e Vermelho: amor pátrio, audácia e coragem.
  • 10.
    ITANHANDU Bandeira esquartelada emsautor, sendo os quartéis de azul constituídos por faixas brancas de dois módulos de largura, carregadas de sobre-faixas vermelhas de um módulo dispostas em banda e em barra entrecruzando-se ao centro, tendo neste ponto, brocante, um círculo branco de oito módulos de circunferência, onde o brasão municipal é aplicado. O Brasão aplicado na bandeira representa o Governo Municipal e o círculo branco onde é contido representa a própria Cidade-Sede do Município. As faixas brancas de sobre-faixas vermelhas, representam a irradiação do Poder Municipal que se expande a todos os quadrantes de seu território. Os quartéis de azul, assim constituídos, representam as Propriedades Rurais existentes na cidade.
  • 11.
  • 12.
    CARMO DE MINAS Toponímia. SilvestreFerraz – Antropotopônimo. Topônimo em homenagem ao líder político mineiro, Sylvestre Dias Ferraz Junior, natural de Cristina, parlamentar que lutou pelo Projeto de implantação da Estrada de Ferro do Vale do Sapucaí, a primeira estrada de ferro construída no sul de Minas. Denominações anteriores: Carmo de Cristina, Carmo do Pouso Alto, Carmo do Rio Verde. • Em 1901 (Lei 319, de 16/9/1901) cria-se o município com o nome de Silvestre Ferraz. Em 1953 (Lei 1039, de 13/12/1953), o topônimo é alterado para o hierotopônimo Carmo de Minas, mantendo-se assim até hoje.
  • 13.
    CARMO DE MINASTônica. Ética,política e estética. Ordem do Carmo. Silvestre Ferraz e família. Café premium e gado girolando. Educação (Atenas sul- mineira) em farmácia, odontologia, agricultura e outros. Estrada de Ferro do Vale do Sapucaí. Escritor Godofredo Rangel, membro da AML – Academia Mineira de Letras e amigo de Monteiro Lobato. Educador e Coronel Jerônimo Guedes Fernandez e Olga e a pomicultura (pioneirismo na aclimação de espécies exóticas) na Chácara da Conceição. Cursos e ações da Eubiose. Atriz Nina Sanzi.
  • 14.
    CARMO DE MINAS Brasão.Escudo francês com planos em fundo blau: 1) águia transporta um livro, simbolizando o valor pela Educação; 2) brasão da tradicional Ordem do Carmo (*); e 3) terra verde com gado e rio sinuoso, no caso o Rio Verde. Listel de blau com letras de prata “16-09-1901 Carmo de Minas”: emancipação política e topônimo. Ladeado por ramos de milho e café, símbolos de prosperidade. Por timbre, uma coroa mural de prata, com oito torres: município. Bandeira de prata (simboliza paz, pureza e multiplicidade harmônica) tendo o brasão ao centro. (*) Referência ao Monte Carmelo e a visão de Elias de uma nuvem se levantando do mar, onde a futura Mãe do Salvador aparece. A estrela inferior representa a Virgem Maria e as outras 2 os profetas Elias e Eliseu. A sagração imperial de Dom Pedro I e II, o batismo e o casamento da Princesa Isabel foram conduzidos pela Ordem na Capela Imperial do RJ.
  • 15.
  • 16.
    Toponímia. Antropotopônimo. Topônimoalusivo a D. Maria Vilas Boas Machado, mulher muito piedosa e, também, de grande iniciativa e coragem. Junto com seu marido, foi proprietária da fazenda Campos, localizada na região onde se situa o município. Denominação anterior: Campos de Maria da Fé. Tônica. Mecânica, ciências físicas. Fazenda Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais) cultiva a produção de oliveiras, azeites e ervas medicinais, além de possuir um maravilhoso santuário de bromélias. Oficina Gente de Fibra, produção artesanal de bens à base de fibra de banana. Estação de ferro. A Igreja Matriz de Nossa Senhora de Lourdes possui murais de Pietro Gentilli, pintor italiano.
  • 17.
    Brasão e bandeira.Coroa mural de município no topo. Ao centro escudo português tendo a cornucópia carregada de batata, cebolas e cenouras, representando a riqueza da terra em campo ouro e ao seu lado o cruzeiro por onde se edificou a igreja matriz, representando a fé do povo e em baixo representação da beleza de uma das cidades mais frias do estado (cerca de 1.200 metros de altitude) com suas montanhas, verde e lindo céu, incluindo o Pico da Bandeira. Abaixo em verde identificação do nome do município, ladeado por ramos de algodão, outro símbolo da riqueza local. Bandeira destaca em três faixas as cores destaques do brasão, tendo o brasão ao centro.
  • 18.
  • 19.
    Toponímia. Hagiotopônimo. Mesclado achado da imagem de São Thomé unido às inscrições existentes na entrada da gruta, supostamente feitas pelos índios Cataguases. A cidade foi de Baependi. Tônica. Lenda da estatueta de São Thomé, o escravo João Antão, homem branco de cajado, a carta, o patriarca luso João Francisco Junqueira e a ermida construída (hoje a igreja matriz). Pegadas de Sumé. Sítios arqueológicos. Eremita Chico Taquara (curandeiro, parteiro, rezador e terapeuta holístico). Comunidades místicas, hippies e ufólogas. Fundação Harmonia. Quartzito “pedra de são tomé”. Barão de Alfenas (Gabriel F. Junqueira). Peça de George de Andrade, “Pedreira das Almas”.
  • 20.
    Brasão e bandeira.Escudo ibérico e redondo, partido e cortado em três campos: de blau (azul), uma estrela de ouro de cinco pontas, tendo no centro, em fundo púrpura, as cinco estrelas características do Cruzeiro do Sul; de mesmo esmalte azul, a representação dos dois picos mais altos, o Pião e o Gavião; de sinople (verde), uma faixa de prata ondulada, que é em heráldica o simbolismo específico de curso d’água: neste caso, é o Rio do Peixe e um listel de blau com forro de goles (vermelho), em letras de ouro, a legenda “São Thomé das Letras”. Por timbre, uma coroa mural de prata, com oito torres que é simbolismo heráldico de município. Bandeira terciada em pala, tendo a faixa da direita em sinople (verde), a central em branco, onde se aplica o brasão, e, à esquerda em blau (azul), em conformidade com as normas heráldicas de aplicação dos esmaltes.
  • 21.
  • 22.
    Toponímia. Hierotopônimo. Emancipadoem 1911 de Lambari, recebeu o nome atual em 1839 (Lei 114, de 9/3/1839). Anteriormente, teve as denominações: Campina do Rio Verde, Nossa Senhora da Conceição do Rio Verde. O nome faz referência à padroeira Nossa Senhora da Conceição e também ao Rio Verde que banha a região. Tônica. Filosofia, línguas e religiões. Dom José Lafayette Ferreira Álvares sacerdote católico brasileiro que faleceu como bispo emérito de Bragança Paulista-SP. Padroeira Nossa Senhora da Conceição. Cantor Paulinho Reis do gênero “brega chique” autor de “Saudade diz para ela”. Basílica Matriz Nossa Senhora da Conceição. Beata Nhá Chica da vizinha Baependi. Hino municipal foi idealizado por Helena Jefferson de Souza.
  • 23.
    Brasão e bandeira.Coroa mural para identificação de município. Escudo luso. Flor de lis símbolo de Nossa Senhora da Conceição. Linhas sinuosas prata sobre campo verde, representação dos rios Verde e Baependi. Fonte d’água para o Parque das Águas de Contendas (onde fica a Pedra do Imperador). Tríade de fundo azul para destacar as montanhas da cidade. Cabeça de gado para representar a produção econômica, assim como os ramos de café e de milho. 1732, ano em que Inácio Carlos da Silveira obtém sesmaria e 1911, ano da emancipação municipal. Na bandeira, o retângulo verde cortado por faixa cruzada em branco destacam o Rio Verde e a geografia municipal, tendo o brasão ao centro.
  • 24.
  • 25.
    Toponímia. Ecotopônimo. “Iuruoca,Juruoca, Jeruoca, Ieruoca, Ioruoca, Ajuruoca, Ayuruoca, Ajurloka (caverna da luz)” são as denominações dadas à cidade jina, desde a criação da freguesia em 1718 por ato episcopal e mantido quando vira município em 1834. Termo tupi que pode significar: 1. “casa de papagaios”; 2. “lugar onde há muitos papagaios”; 3. “refúgio ou esconderijo dos papagaios de peito roxo (Amazonas vinácea)”.
  • 26.
    Tônica. Medicina eteurgia. Foi nativo o Dr. Júlio Arantes Sanderson de Queiroz, médico fundador da Escola de Auxiliares de Enfermagem, Secretário de Saúde do Rio de Janeiro, criador da Residência Médica, Secretário de Planejamento do Ministério da Saúde, diretor do Depto. Cultural da Associação Médica Brasileira e autor de livros como “A Morte é Notícia – A Cura é Anônima”, “Heróis de Curar” e outros. Hospital de Aiuruoca, construído pelo pai do Dr. Júlio. Padroeira Nossa Senhora da Conceição. Terra aprazível, fértil, bela e rica em água (festa junina da Água Limpa). Pico do Papagaio e sua esfinge e embocadura. Lenda de Teresópolis. Isis Valverde, atriz.
  • 27.
    Brasão e bandeira.Escudo Francês em Campo de Blau (Azul) carregado em chefe por uma flor de liz e uma Meia Lua – representando a padroeira Nossa Senhora da Conceição - e duas cabeças bovinas todos argente (Prata), tendo a seus pés uma faixa ondulante em blau (azul) representando um rio – Rio Aiuruoca, como suportes envolvendo o campo do Brasão a direita e a esquerda dois Pés de Cana e Milho, ambas frutadas, saintes de um listel de goles (Vermelho) ostentando de argente (Prata) os seguintes dizeres Aiuruoca 14 de agosto de 1834 – dia da sua emancipação política, além das Datas 1706 – fundação do arraial - a direita, 1868 – elevação à cidade - a esquerda. Tudo encimado pela Coroa Mural de Cinco Torres Argente (Prata) e Portas na cor Goles (Vermelho) tendo por Baixo a data de 1692 – descoberta bandeirante - na cor Goles (vermelho).
  • 28.
    São 346 Cidadesque levam o escudo francês em seus brasões municipais, incluindo Aiuruoca, conforme Jocélio Santiago Andrade em Grande Almanaque: brasões municipais do Brasil. Cabeças bovinas e pés de cana e milho representam a força econômica da cidade. Três picos em ouro para o Pico do Papagaio, tendo um papagaio em destaque. O “X” formado na bandeira enfatiza o Rio Aiuruoca, referência para as descobertas bandeirantes e com nascente mais alta (2450 m) na Serra do Itatiaia. O amarelo destaca o ouro de aluvião encontrado na região. O azul representa a terra, além da função da “coluna amor” em complemento a “coluna rigor” da cor vermelha.
  • 30.
    Toponímia. Hagiotopônimo. Lourenço CastanhoTazques conseguiu vencer os Cataguases em 1675 e fundou na região um pequeno acampamento que passou a ser chamado "Pouso do Lourenço". Logo depois receberia o nome de "Sítio do Mendanha", e depois “Águas do Viana” em função do novo proprietário, o Sr. João Francisco Viana e Camilo de Lellis Pinto. O comendador Bernardo Saturnino da Veiga adquiriu as terras para construir a Cia de Águas Minerais São Lourenço. Data de 1892 a construção da ermida Bom Jesus do Monte, consagrada a São Lourenço, uma homenagem ao pioneiro Cel. Lourenço Xavier da Veiga (pai do comendador Veiga). A região cresceu em função das fontes de água.
  • 31.
    Brasão. Escudo portuguêsostentando os símbolos: 1) das chamas que consumiram o mártir São Lourenço; 2) da Sociedade Brasileira de Eubiose; 3) internacional do turismo; e 4) ondulado representando o Rio Verde. Suporte simbolizando à direita, as seis fontes de água mineral que brotam do solo; e à esquerda, a grelha onde foi executado o Santo Padroeiro. Listel duplo de ouro e prata ostentando à direita, o ano da Emancipação Administrativa do Município (1927), à esquerda, o ano da instituição do Brasão de Armas de São Lourenço (1969) e o dístico latino: “AQUA VITAE IGNIS FIDEI” que exprime os aspectos essenciais da riqueza espiritual e econòmica. No topo, a coroa mural de prata, simbolizando município. No museu da Eubiose em São Lourenço – MG há uma réplica bordada da bandeira, presente do autor Manuel Noronha ao Professor Henrique José de Souza, fundador da S. B. de Eubiose.
  • 32.
    O brasão ea bandeira foi criada pelo Vereador “Manuel Noronha Bento”, que mandou o Projeto de Lei nº 142/1969 e ensejou a Lei Municipal nº 847/1969. Bandeira. Terciada em pala com aplicação do brasão ao centro. Inspirada no mote da cidade, as cores das palas representam a frase abaixo na sequencia azul, branco e vermelho. Com alegria, lealdade, discernimento e capacidade o povo de São Lourenço caminha para vitória conduzido pelo seu valor e seu sentido de grandeza.
  • 33.
    Em 24/2/2018, EduardoNunes conversou com o V. I. Francisco Noronha (irmão do Saulo Noronha da guarda e filho do V.. I. e saudoso Manoel Noronha Bento., criador do brasão de São Lourenço). Em 1969 a pomba da paz foi uma forma de inserir um símbolo universal apoiado pela Eubiose. Deste símbolo, surgiu a sugestão do Vidal para que ela conste na Comenda do Graal que o JK recebeu. O Brasão inicialmente foi recusado pela prefeitura e só passou após três sessões na câmara. Seu pai sofreu ameaças, conforme notícias do Dr. Emilio Abdon Póvoa, prefeito na época. Posteriormente, se realizou Ritual Nobre com o quadro do brasão. O criador do brasão estudou no IHSP Alberto Lira heráldico.
  • 34.
    Anotações do V..I. Sálvio Albenor Sr Solaira (cuja filha foi proprietária de hotel em São Lourenço) e Manoel Noronha, no Término da Construção do Templo da Eubiose, de São Lourenço. Sobre as fontes de água, é digno de nota que nos anos 90, o então jovem Ricardo Vieira, membro da Sociedade Brasileira de Eubiose, no qual descobriu nas margem do Rio Verde a Sétima Água. Também digno de nota que existem na Estancia uma Oitava, revelada pelo Professor Henrique José de Souza, em determinado Ponto da Cidade, que num futuro será revelada pelos Obreiros desta Nobre Cidade.
  • 35.
    “Água da Vida,Fogo da Fé”, um listel que soube refletir a Essência de São Lourenço, capital espiritual do Porvir. Água é símbolo da vida, da mulher, da mãe, do Poder Plasmador e seu uso consciente pode levar o Ser Humano à felicidade e à evolução. As águas de Terras Altas da Mantiqueira em desequilíbrio afetaria a produção de alimentos e energia do Cone Sul, dada sua interligação à bacia do Prata. No Carnaval do Rio 2014, a escola de samba "GRES Arranco do Engenho de Dentro“ homenageou São Lourenço e seu mote. Em 1969, ano da criação do brasão, havia seis fontes de água identificadas. Hoje, só no Parque das Águas já constam nove fontes minerais: Oriente, Primavera, Vichy, José Carlos de Andrade, Ferruginosa, Sotto Mayor, Alcalina, Andrade Figueira e Sulfurosa.
  • 36.
    O hispano SãoLourenço sofreu o martírio durante a perseguição de Valeriano, em 258. Como diácono, ele tinha o encargo de administrar os bens da Igreja, dentre outras funções. Foi executado 4 dias depois da morte de Sisto II. Preso, foi intimado a comparecer diante do prefeito de Cornelius Saecularis, a fim de prestar contas dos bens e das riquezas que a Igreja possuía. Pediu, então, um prazo para fazê-lo, dizendo que entregaria a riqueza da Igreja. Foram- lhe concedidos três dias. São Lourenço reuniu cegos, coxos, aleijados, enfermos, crianças e velhos. Indignado, o governador concedeu-o a um suplício especialmente cruel: Amarrado sobre uma grelha, foi assado vivo e lentamente. Fonte: Site: beinbetter.wordpress.com de 8/10/2010.
  • 37.
    SÃO LOURENÇO Análise esotérica.Natureza andrógina com o azul e o vermelho, tendo o branco como síntese vitoriosa (Arcano 22), assim como o fogo e a água. Cor AZUL – Água, Lua, Chaitânia, Mekatulan, atividade interna e passividade externa, Princípio Feminino corporificando o Segundo Trono Celeste e a Fohat penetrando o Akasha. Cor VERMELHA – Fogo, Sol, Moreb, Terra, atividade externa e passividade interna, Princípio Masculino corporificando o Terceiro Trono Terrestre e a Kundalini animando a Prakriti. Cor BRANCA – Síntese das cores, a que une os opostos, dando o Andrógino Alado do Futuro que já se constrói sob o lema Adveniat Regnum Tuum, cuja Grã-Cruz fixa-se na Bandeira de São Lourenço. Esta cidade, sendo esotericamente a síntese de todas só podia ter a cor branca no centro da bandeira, expressiva da Mãe Divina trazendo à Terra o Reinado do Espírito Santo, o que também é augurado na Pomba presente no mesmo lábaro. SÃO LOURENÇO é o LAUREADO, o LAURENTUS, mas também a LAURENTA como Arcano 22 marcando o final do Itinerário de Ió na presente Raça-Mãe. Fonte: Vitor M. Adrião.
  • 38.
    “Spes messis insemine” Brasil, terra do Fogo Sagrado, Tu és o Santuário da Iniciação moral do gênero humano a caminho da sociedade futura, Henrique José de Souza. Eubiose é viver em perfeita harmonia com as leis universais. Em outras palavras, é a ciência da vida, a sabedoria iniciática das idades. É vivenciar um conjunto de conhecimentos, cujo objetivo primordial é congregar, construir e religar integralmente as dimensões do sagrado, profano, divino e humano. Há inscrições para cursos. Para inscrição, contate o departamento mais próximo ou o site www.eubiose.org.br