Sensores de temperatura
1.Conceitos básicos
2.Termistores (Thermally Sensitive Resistor)
* PTC (Positive Temperature Coeficient)
* NTC (Negative Temperature coeficient)
1.Termoresistência
* Termoresistência de platina
* Tipos de montagem
1.Pirômetros
INSTRUMANTAÇÃO
21/11/16 1JOÃO NOGUEIRA
Grandeza física relacionada com o grau de
vibração dos átomos e/ou moléculas que
constituem o corpo.
Grandeza física relacionada com o grau de
vibração dos átomos e/ou moléculas que
constituem o corpo.
CONCEITOS BÁSICOS
TemperaturaTemperatura
Energia térmica em trânsito de um corpo de
maior temperatura para um corpo de menor
temperatura.
Energia térmica em trânsito de um corpo de
maior temperatura para um corpo de menor
temperatura.CalorCalor
21/11/16 2JOÃO NOGUEIRA
Sensores térmicos
termoresistências
metálicas
semicondutoras
interruptores térmicos
termodíodos
termotransístores
termopares
de ruído
activos
passivos
sensores de contacto:
condução
Tipos de sensores térmicos
21/11/16 3JOÃO NOGUEIRA
TERMISTORES
Os termistores são semicondutores cerâmicos que também tem sua resistência
alterada como efeito direto da temperatura, mas que geralmente possui um
coeficiente de variação maior que os RTDs (Resistance Temperature Detector –
Resistência Detector de temperatura).
A palavra termistor vem de thermally sensitive resistor.
Estes dispositivos são formados pela mistura de óxidos metálicos prensados e
sinterizados em diversas formas ou em filmes finos, podendo ser encapsulados em
vidro (hermético para maior estabilidade) ou epoxi.
São designados como NTC (negative temperature coeficient) quando apresentam
um coeficiente de temperatura negativo e como PTC (positive temperature coeficient)
quando apresentam um coeficiente de temperatura positivo.
Estes dispositivos não são lineares e apresentam uma sensibilidade elevada
(típica 3% a 5% por °C) com faixa de operação típica de -100°C a +300°C. (danos ao
dispositivo por sobre/subtemperatura).
Os termistores são disponibilizados em tamanhos e formas variadas. A sua
faixa de tolerância de fabricação também varia (tipicamente de 5 a 20%).
21/11/16 4JOÃO NOGUEIRA
Tamanhos e formas bastante variados
(0,005” a 0,05” de diâmetro)
PTC – Resistência aumenta com a
temperatura
NTC – Resistência decresci com
aumento da temperatura
Vidro
Gota (bead) Epoxi Montagem de superfície
21/11/16 5JOÃO NOGUEIRA
Ponteira em Aço Inox Ponteira em Aço Inox
com Flange
Alumínio
Superfície Micro Ponteira
TO-5
21/11/16 6JOÃO NOGUEIRA
PTCs – Coeficiente de temperatura positivo
Os PTCs aumentam a sua resistência com o aumento da temperatura. Podem ser
construídos de silício, e conseqüentemente suas características dependem deste
semicondutor dopado. Durante muito tempo o olho foi utilizado como “sensor de
temperatura”.
Outros termistores com coeficiente positivo são construídos com Titanatos de
Bário, Chumbo e Estrôncio. Em temperaturas muito baixas (abaixo de 0°C) o valor de
resistência é baixo e a curva da resistência x temperatura exibe uma pequena faixa de
coeficiente negativo de temperatura. Com o aumento da temperatura este coeficiente
torna-se positivo e a resistência começa a aumentar e só pára de aumentar quando
chega em seu limite, onde novamente ocorre uma inversão do coeficiente de
temperatura, tornando-se negativo.
Alguns termistores PTC
baseados na dopagem por silício
mostram um declive baixo com a
temperatura e são chamados de
Tempsistores ou Silistores e na
faixa de temperatura de -60°C a
+150°C.
21/11/16 7JOÃO NOGUEIRA
NTCs – Coeficiente de temperatura negativo
Os termistores do tipo NTC consistem de óxidos metálicos tais como Cromo,
Níquel, Cobre, Ferro, Manganês e Titânio. Estes componentes diminuem a sua
resistência elétrica com o aumento da temperatura.
As limitações dos termistores para a medição da temperatura e outras quantidades
físicas são similares aos RTDs. Porém, os termistores são menos estáveis do que os
RTDs. Os termistores são amplamente utilizados, apresentando alta sensibilidade e
alta resolução para medição de temperatura. Sua alta resistividade permite massa
pequena com rápida resposta e cabos de conexão longos.
21/11/16 8JOÃO NOGUEIRA
Transdutores Termoresistivos
21/11/16 9JOÃO NOGUEIRA
Características principais
Condutor metálico, sendo a platina o material mais utilizado.
Praticamente lineares com Sensibilidade Baixa e Positiva.
Dependendo do metal são muito estáveis.
Faixa de Operação (-200 a +850 °C).
Baixíssima tolerância de fabricação (0,06% a 0,15%).
Considerados sensores de alta precisão e ótima repetitividade de leitura.
Bobina bifilar metálica (em geral platina) enrolada sobre um substrato (cerâmica) e
encapsulado (cerâmica, polímero ou vidro)
Ni
W
Cu
Pt
0
100
200
300
400
500
600
-100 100 300 500 700
R (Ω)
T (ºC)
Ω= 100º0 CR
semicondutora
21/11/16 10JOÃO NOGUEIRA
Filme Metálico depositado sobre substrato cerâmico encapsulado (polímero ou vidro)
21/11/16 11JOÃO NOGUEIRA
TERMORESISTÊNCIA
As termoresistências de Platina mais usuais são: PT-25,5Ω, PT-100Ω, PT-120Ω, PT-
130Ω, PT-500Ω, sendo que o mais conhecido e usado industrialmente é o PT-100 Ω. Estas
siglas significam o metal (PT – Platina) e a resistência a temperatura de 0°C.
Um sensor de filme de platina para aplicação industrial pode atuar na faixa de –50 a
260 °C.
Sensores de enrolamentos de fio de platina atuam entre –200 e 648 °C
Os sensores de platina também são bastante conhecidos por serem estáveis e
manter suas características por um longo período de tempo. Apesar de não ser o
sensor mais
sensível, esta é a razão pela qual a platina é mais utilizada que o níquel.
21/11/16 12JOÃO NOGUEIRA
Tipos de Montagens
Na montagem convencional com bainha preenchida, tem-se o sensor montado em
um bulbo metálico com uma extremidade fechada e preenchido todos os espaços com
óxido de magnésio, permitindo uma boa troca térmica e protegendo o sensor de
choques mecânicos. A ligação do bulbo é feita com fios de cobre, prata ou níquel
isolados entre si; sendo a extremidade aberta, selada com resina epoxi, vedando o
sensor do ambiente em que vai atuar.
21/11/16 13JOÃO NOGUEIRA
Montagens
Circuitos em ponte: 2 fios, 3 fios, 4 fios.
Ligação a dois fios
21/11/16 14JOÃO NOGUEIRA
R(kΩ)
0,0
1,0
2,0
3,0
4,0
5,0
6,0
-100 -50 0 50 100 150 200 250 300 350
KTY81-2
KTY83-1
KTY84-1
KTY81-1
T
(ºC)
Fabricantes especificam de R
com tabelas KTY81-1
Sensor Valor nominal (Ω) Gama de temperaturas (ºC) α (Ω/Ω/ºC) β (Ω/Ω/ºC
2
)
KTY81-1 990-1050 - 55 a 150 7,87E-03 1,87E-05
KTY81-2 1980-2100 - 55 a 150 7,87E-03 1,87E-05
KTY83-1 990-1050 - 55 a 150 7,64E-03 1,73E-05
KTY84-1 970-1050 0 a 300 6,12E-03 1,03E-05
5,0
6,0
21/11/16 15JOÃO NOGUEIRA
Vantagens e Desvantagens na Escolha do Bulbo
de ResistênciaVantagens
a) Possuem maior precisão dentro da faixa de utilização do que outros tipos de sensores.
b) Tem boas características de estabilidade e repetibilidade.
c) Com ligação adequada, não existe limitação para distância de operação.
d) Dispensa o uso de fios e cabos especiais, sendo necessário somente fios de cobre
comuns.
e) Se adequadamente protegido (poços e tubos de proteção), permite a utilização em
qualquer ambiente.
f) Curva de Resistência x Temperatura mais linear.
g) Menos influência por ruídos elétricos.
Desvantagens
a) São mais caros do que os outros sensores utilizados nesta mesma faixa.
b) Baixo alcance de medição (máx. 630ºC).
c) Deterioram-se com mais facilidade, caso ultrapasse a temperatura máxima de
utilização.
d) É necessário que todo o corpo do bulbo esteja com a temperatura estabilizada para a
correta indicação.
e) Possui um tempo de resposta elevado.
f) Mais frágil mecanicamente.
g) Autoaquecimento, exigindo instrumentação sofisticada.21/11/16 16JOÃO NOGUEIRA
PIRÔMETROS
Empregando os princípios da radiação, métodos foram desenvolvidos para medir a
temperatura de superfícies sem que haja contato do sensor com a superfície. Esses
métodos eliminaram os problemas de estabilidade e isolamento inerentes às medições,
por contato, de altas temperaturas.
A região do infravermelho é utilizada dentro do espectro eletromagnético para
caracterizar temperatura, medindo sua radiação térmica.
21/11/16 17JOÃO NOGUEIRA
Princípios de Radiação
As ondas eletromagnéticas e partículas emitidas da superfície de um corpo são
denominadas radiação. A radiação emitida de uma superfície aquecida tem muitos
comprimentos de onda diferentes. O espectro eletromagnético cobre uma grande faixa
de comprimentos de onda, porém a radiação térmica relaciona-se apenas com o espectro
da luz. Pode-se obter o valor da energia de radiação de um comprimento de onda
através da temperatura absoluta. A energia total emitida por uma superfície é dada,
portanto, pela soma das energias de radiação de cada comprimento de onda.
21/11/16 18JOÃO NOGUEIRA
O Pirômetro Óptico
O pirômetro óptico é usado para medir temperaturas em uma faixa de 700°C até 4000°C.
A energia de radiação emitida pelo corpo é coletada e focada por uma lente objetiva na
lâmpada do pirômetro. A energia radiante é, então, passada por um filtro e transmitida
a uma outra lente objetiva e então a uma lente ocular. A imagem vista pelo pirômetro é
o do filamento da lâmpada em um fundo de intensidade devida ao corpo observado.
Deve-se ajustar a corrente para fazer com que o brilho da lâmpada seja equiparado ao
do fundo de modo que os dois se confundam, fazendo o filamento sumir. Através da
medição da corrente necessária para fazer o filamento desaparecer, obtém-se a
temperatura do corpo.
21/11/16 19JOÃO NOGUEIRA
Pirômetros Infravermelhos
Em baixas temperaturas, as emissões de radiação se concentram nas regiões
infravermelhas do espectro. Os pirômetros infravermelhos coletam a radiação
infravermelha da região de uma superfície através de uma lente. A radiação é, então,
refletida e focada em um sensor de temperatura (um termopar, por exemplo) por um
espelho côncavo. A partir da magnitude de radiação absorvida pelo sensor, pode-se ter
o valor da temperatura da superfície emissora.
21/11/16 20JOÃO NOGUEIRA
Aplicações -Termocâmeras
21/11/16 21JOÃO NOGUEIRA
Termógrafo
Podem ser unidimensionais: termógrafos de linha. Nesse caso é feito uma varredura em
uma linha, levantado o perfil de temperatura da mesma.
21/11/16 22JOÃO NOGUEIRA
Imagem térmica de um corpo e Termógrafo
21/11/16 23JOÃO NOGUEIRA
Pirômetros de radiação implementados com
sensores óticos
21/11/16 24JOÃO NOGUEIRA
Podem ser bidimensionais, levantando o perfil de uma superfície.
21/11/16 25JOÃO NOGUEIRA
Referências Bibliográficas
SENAI. ES. Instrumentação - Instrumentação Básica I - Pressão e Nível. 1999
SENAI. ES. Instrumentação - Instrumentação Básica II - Vazão, Temperatura e Analítica.
1999.
21/11/16 26JOÃO NOGUEIRA
•www.help-temperatura.com.br
• www.arquimedes.net
• www.controles.com
• www.fisicarecreativa.com
•www.arquimedes.tv/sens/sensor_Pt100.htm
•www.magnetosgerais.com.br/index2.htm

Sensoresetemperatura 100224112635-phpapp02

  • 1.
    Sensores de temperatura 1.Conceitosbásicos 2.Termistores (Thermally Sensitive Resistor) * PTC (Positive Temperature Coeficient) * NTC (Negative Temperature coeficient) 1.Termoresistência * Termoresistência de platina * Tipos de montagem 1.Pirômetros INSTRUMANTAÇÃO 21/11/16 1JOÃO NOGUEIRA
  • 2.
    Grandeza física relacionadacom o grau de vibração dos átomos e/ou moléculas que constituem o corpo. Grandeza física relacionada com o grau de vibração dos átomos e/ou moléculas que constituem o corpo. CONCEITOS BÁSICOS TemperaturaTemperatura Energia térmica em trânsito de um corpo de maior temperatura para um corpo de menor temperatura. Energia térmica em trânsito de um corpo de maior temperatura para um corpo de menor temperatura.CalorCalor 21/11/16 2JOÃO NOGUEIRA
  • 3.
    Sensores térmicos termoresistências metálicas semicondutoras interruptores térmicos termodíodos termotransístores termopares deruído activos passivos sensores de contacto: condução Tipos de sensores térmicos 21/11/16 3JOÃO NOGUEIRA
  • 4.
    TERMISTORES Os termistores sãosemicondutores cerâmicos que também tem sua resistência alterada como efeito direto da temperatura, mas que geralmente possui um coeficiente de variação maior que os RTDs (Resistance Temperature Detector – Resistência Detector de temperatura). A palavra termistor vem de thermally sensitive resistor. Estes dispositivos são formados pela mistura de óxidos metálicos prensados e sinterizados em diversas formas ou em filmes finos, podendo ser encapsulados em vidro (hermético para maior estabilidade) ou epoxi. São designados como NTC (negative temperature coeficient) quando apresentam um coeficiente de temperatura negativo e como PTC (positive temperature coeficient) quando apresentam um coeficiente de temperatura positivo. Estes dispositivos não são lineares e apresentam uma sensibilidade elevada (típica 3% a 5% por °C) com faixa de operação típica de -100°C a +300°C. (danos ao dispositivo por sobre/subtemperatura). Os termistores são disponibilizados em tamanhos e formas variadas. A sua faixa de tolerância de fabricação também varia (tipicamente de 5 a 20%). 21/11/16 4JOÃO NOGUEIRA
  • 5.
    Tamanhos e formasbastante variados (0,005” a 0,05” de diâmetro) PTC – Resistência aumenta com a temperatura NTC – Resistência decresci com aumento da temperatura Vidro Gota (bead) Epoxi Montagem de superfície 21/11/16 5JOÃO NOGUEIRA
  • 6.
    Ponteira em AçoInox Ponteira em Aço Inox com Flange Alumínio Superfície Micro Ponteira TO-5 21/11/16 6JOÃO NOGUEIRA
  • 7.
    PTCs – Coeficientede temperatura positivo Os PTCs aumentam a sua resistência com o aumento da temperatura. Podem ser construídos de silício, e conseqüentemente suas características dependem deste semicondutor dopado. Durante muito tempo o olho foi utilizado como “sensor de temperatura”. Outros termistores com coeficiente positivo são construídos com Titanatos de Bário, Chumbo e Estrôncio. Em temperaturas muito baixas (abaixo de 0°C) o valor de resistência é baixo e a curva da resistência x temperatura exibe uma pequena faixa de coeficiente negativo de temperatura. Com o aumento da temperatura este coeficiente torna-se positivo e a resistência começa a aumentar e só pára de aumentar quando chega em seu limite, onde novamente ocorre uma inversão do coeficiente de temperatura, tornando-se negativo. Alguns termistores PTC baseados na dopagem por silício mostram um declive baixo com a temperatura e são chamados de Tempsistores ou Silistores e na faixa de temperatura de -60°C a +150°C. 21/11/16 7JOÃO NOGUEIRA
  • 8.
    NTCs – Coeficientede temperatura negativo Os termistores do tipo NTC consistem de óxidos metálicos tais como Cromo, Níquel, Cobre, Ferro, Manganês e Titânio. Estes componentes diminuem a sua resistência elétrica com o aumento da temperatura. As limitações dos termistores para a medição da temperatura e outras quantidades físicas são similares aos RTDs. Porém, os termistores são menos estáveis do que os RTDs. Os termistores são amplamente utilizados, apresentando alta sensibilidade e alta resolução para medição de temperatura. Sua alta resistividade permite massa pequena com rápida resposta e cabos de conexão longos. 21/11/16 8JOÃO NOGUEIRA
  • 9.
  • 10.
    Características principais Condutor metálico,sendo a platina o material mais utilizado. Praticamente lineares com Sensibilidade Baixa e Positiva. Dependendo do metal são muito estáveis. Faixa de Operação (-200 a +850 °C). Baixíssima tolerância de fabricação (0,06% a 0,15%). Considerados sensores de alta precisão e ótima repetitividade de leitura. Bobina bifilar metálica (em geral platina) enrolada sobre um substrato (cerâmica) e encapsulado (cerâmica, polímero ou vidro) Ni W Cu Pt 0 100 200 300 400 500 600 -100 100 300 500 700 R (Ω) T (ºC) Ω= 100º0 CR semicondutora 21/11/16 10JOÃO NOGUEIRA
  • 11.
    Filme Metálico depositadosobre substrato cerâmico encapsulado (polímero ou vidro) 21/11/16 11JOÃO NOGUEIRA
  • 12.
    TERMORESISTÊNCIA As termoresistências dePlatina mais usuais são: PT-25,5Ω, PT-100Ω, PT-120Ω, PT- 130Ω, PT-500Ω, sendo que o mais conhecido e usado industrialmente é o PT-100 Ω. Estas siglas significam o metal (PT – Platina) e a resistência a temperatura de 0°C. Um sensor de filme de platina para aplicação industrial pode atuar na faixa de –50 a 260 °C. Sensores de enrolamentos de fio de platina atuam entre –200 e 648 °C Os sensores de platina também são bastante conhecidos por serem estáveis e manter suas características por um longo período de tempo. Apesar de não ser o sensor mais sensível, esta é a razão pela qual a platina é mais utilizada que o níquel. 21/11/16 12JOÃO NOGUEIRA
  • 13.
    Tipos de Montagens Namontagem convencional com bainha preenchida, tem-se o sensor montado em um bulbo metálico com uma extremidade fechada e preenchido todos os espaços com óxido de magnésio, permitindo uma boa troca térmica e protegendo o sensor de choques mecânicos. A ligação do bulbo é feita com fios de cobre, prata ou níquel isolados entre si; sendo a extremidade aberta, selada com resina epoxi, vedando o sensor do ambiente em que vai atuar. 21/11/16 13JOÃO NOGUEIRA
  • 14.
    Montagens Circuitos em ponte:2 fios, 3 fios, 4 fios. Ligação a dois fios 21/11/16 14JOÃO NOGUEIRA
  • 15.
    R(kΩ) 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 -100 -50 050 100 150 200 250 300 350 KTY81-2 KTY83-1 KTY84-1 KTY81-1 T (ºC) Fabricantes especificam de R com tabelas KTY81-1 Sensor Valor nominal (Ω) Gama de temperaturas (ºC) α (Ω/Ω/ºC) β (Ω/Ω/ºC 2 ) KTY81-1 990-1050 - 55 a 150 7,87E-03 1,87E-05 KTY81-2 1980-2100 - 55 a 150 7,87E-03 1,87E-05 KTY83-1 990-1050 - 55 a 150 7,64E-03 1,73E-05 KTY84-1 970-1050 0 a 300 6,12E-03 1,03E-05 5,0 6,0 21/11/16 15JOÃO NOGUEIRA
  • 16.
    Vantagens e Desvantagensna Escolha do Bulbo de ResistênciaVantagens a) Possuem maior precisão dentro da faixa de utilização do que outros tipos de sensores. b) Tem boas características de estabilidade e repetibilidade. c) Com ligação adequada, não existe limitação para distância de operação. d) Dispensa o uso de fios e cabos especiais, sendo necessário somente fios de cobre comuns. e) Se adequadamente protegido (poços e tubos de proteção), permite a utilização em qualquer ambiente. f) Curva de Resistência x Temperatura mais linear. g) Menos influência por ruídos elétricos. Desvantagens a) São mais caros do que os outros sensores utilizados nesta mesma faixa. b) Baixo alcance de medição (máx. 630ºC). c) Deterioram-se com mais facilidade, caso ultrapasse a temperatura máxima de utilização. d) É necessário que todo o corpo do bulbo esteja com a temperatura estabilizada para a correta indicação. e) Possui um tempo de resposta elevado. f) Mais frágil mecanicamente. g) Autoaquecimento, exigindo instrumentação sofisticada.21/11/16 16JOÃO NOGUEIRA
  • 17.
    PIRÔMETROS Empregando os princípiosda radiação, métodos foram desenvolvidos para medir a temperatura de superfícies sem que haja contato do sensor com a superfície. Esses métodos eliminaram os problemas de estabilidade e isolamento inerentes às medições, por contato, de altas temperaturas. A região do infravermelho é utilizada dentro do espectro eletromagnético para caracterizar temperatura, medindo sua radiação térmica. 21/11/16 17JOÃO NOGUEIRA
  • 18.
    Princípios de Radiação Asondas eletromagnéticas e partículas emitidas da superfície de um corpo são denominadas radiação. A radiação emitida de uma superfície aquecida tem muitos comprimentos de onda diferentes. O espectro eletromagnético cobre uma grande faixa de comprimentos de onda, porém a radiação térmica relaciona-se apenas com o espectro da luz. Pode-se obter o valor da energia de radiação de um comprimento de onda através da temperatura absoluta. A energia total emitida por uma superfície é dada, portanto, pela soma das energias de radiação de cada comprimento de onda. 21/11/16 18JOÃO NOGUEIRA
  • 19.
    O Pirômetro Óptico Opirômetro óptico é usado para medir temperaturas em uma faixa de 700°C até 4000°C. A energia de radiação emitida pelo corpo é coletada e focada por uma lente objetiva na lâmpada do pirômetro. A energia radiante é, então, passada por um filtro e transmitida a uma outra lente objetiva e então a uma lente ocular. A imagem vista pelo pirômetro é o do filamento da lâmpada em um fundo de intensidade devida ao corpo observado. Deve-se ajustar a corrente para fazer com que o brilho da lâmpada seja equiparado ao do fundo de modo que os dois se confundam, fazendo o filamento sumir. Através da medição da corrente necessária para fazer o filamento desaparecer, obtém-se a temperatura do corpo. 21/11/16 19JOÃO NOGUEIRA
  • 20.
    Pirômetros Infravermelhos Em baixastemperaturas, as emissões de radiação se concentram nas regiões infravermelhas do espectro. Os pirômetros infravermelhos coletam a radiação infravermelha da região de uma superfície através de uma lente. A radiação é, então, refletida e focada em um sensor de temperatura (um termopar, por exemplo) por um espelho côncavo. A partir da magnitude de radiação absorvida pelo sensor, pode-se ter o valor da temperatura da superfície emissora. 21/11/16 20JOÃO NOGUEIRA
  • 21.
  • 22.
    Termógrafo Podem ser unidimensionais:termógrafos de linha. Nesse caso é feito uma varredura em uma linha, levantado o perfil de temperatura da mesma. 21/11/16 22JOÃO NOGUEIRA
  • 23.
    Imagem térmica deum corpo e Termógrafo 21/11/16 23JOÃO NOGUEIRA
  • 24.
    Pirômetros de radiaçãoimplementados com sensores óticos 21/11/16 24JOÃO NOGUEIRA
  • 25.
    Podem ser bidimensionais,levantando o perfil de uma superfície. 21/11/16 25JOÃO NOGUEIRA
  • 26.
    Referências Bibliográficas SENAI. ES.Instrumentação - Instrumentação Básica I - Pressão e Nível. 1999 SENAI. ES. Instrumentação - Instrumentação Básica II - Vazão, Temperatura e Analítica. 1999. 21/11/16 26JOÃO NOGUEIRA •www.help-temperatura.com.br • www.arquimedes.net • www.controles.com • www.fisicarecreativa.com •www.arquimedes.tv/sens/sensor_Pt100.htm •www.magnetosgerais.com.br/index2.htm