Introdução 
Classificações clássicas das rochas carbonáticas 
Principais constituintes 
Definição dos termos utilizados na classificação proposta 
Considerações finais
•Dunham (1962). 
•Folk (1962). 
•Embry e Klovan (1971). 
Modificação e adaptação
Termos adequados/consagrados
Termos adequados/consagrados 
Novos termos indispensáveis
Termos adequados/consagrados 
Novos termos indispensáveis 
Termos descritivos
Termos adequados/consagrados 
Novos termos indispensáveis 
Termos descritivos 
Peculiaridades Brasileiras
1962: AAPG 1972: Embry e Klovan 
Dunham 
Folk
Folk (1962)
Folk (1962)
Dunham (1962)
Dunham (1962)
Dunham (1962)
Dunham (1962)
Dunham (1962)
Dunham (1962)
Dunham (1962)
Dunham (1962)
“Dunham (1962)” 
Embry e Klovan (1971)
Embry e Klovan (1971)
Embry e Klovan (1971)
Matriz carbonática Cimento Grãos aloquímicos
Matriz carbonática 
Calcita microcristalina em condições de luz transmitida polarizada. 
Composição 
Fonte: Domingues, 2011.
Matriz carbonática 
Calcita microcristalina em condições de luz transmitida polarizada. 
Composição Limites granulométricos 
Fonte: Domingues, 2011.
Matriz carbonática 
Calcita microcristalina em condições de luz transmitida polarizada. 
Composição 
Limites granulométricos 
Origem 
Fonte: Domingues, 2011.
Cimento 
Composição 
Fenda de dissolução preenchida por cimento de calcita espática blocoso a nicóis cruzados. 
Fonte: Rangel, 2002.
Cimento 
Composição 
Origem 
Fenda de dissolução preenchida por cimento de calcita espática blocoso a nicóis cruzados. 
Fonte: Rangel, 2002.
Cimento 
Composição Origem Tipos 
Fonte: Domingues, 2011. 
Sintaxial 
Drusiforme 
Fibroso 
Menisco
Grãos aloquímicos 
Oólito
Grãos aloquímicos 
Oólito 
Oosparito com oólitos calcíticos da Formação Carmel, Utah/EUA. 
Fonte: Domingues, 2011.
Grãos aloquímicos Oólito Oncólito
Grãos aloquímicos 
Oólito 
Oncólito 
Fonte: Neuma e Valença, 2012.
Grãos aloquímicos 
Oólito 
Oncólito 
Peloide
Grãos aloquímicos Oólito Oncólito Peloide 
Peloides em sedimentos recentes na Lagoa Coorong, sul da Austrália. 
Fonte: Domingues, 2011.
Grãos aloquímicos Oólito Oncólito Peloide Esferutlito
Grãos aloquímicos Oólito Oncólito Peloide Esferutlito Intraclasto
Grãos aloquímicos 
Oólito 
Oncólito 
Peloide 
Esferutlito 
Intraclasto 
Grainstone/Packstone intraclástico, com presença de cimento microespático, Bacia do Sergipe-Brasil 
Fonte: Rangel, 2002.
Grãos aloquímicos 
Oólito 
Oncólito 
Peloide 
Esferutlito 
Intraclasto 
Bioclasto
Grãos aloquímicos 
Oólito 
Oncólito 
Peloide 
Esferutlito 
Intraclasto 
Bioclasto 
Grainstone/packstone intraclástico exibindo fragmentos de algas vermelhas e um espinho de equinóide, Bacia do Sergipe-Brasil. 
Grainstone/packstone intraclástico exibindo fragmentos de gastrópodes (1), algas vermelhas (2), algas verdes dasicladáceas (3), e foraminíferos bentônicos aglutinantes (4), Bacia do Sergipe-Brasil. 
Fonte: Rangel, 2002. 
Fonte: Rangel, 2002.
Elementos não ligados durante a formação 
Textura original não reconhecível Elementos ligados ou não Elementos ligados durante a formação In situ
Elementos não ligados durante a formação Mudstone 
(Dunham, 1962) Rocha carbonática suportada pela matriz com menos de 10% de grãos areia ou maior. Pode-se completar incluindo a preposição com, mais um termo composicional. Ex: mudstone com oólitos.
Elementos não ligados durante a formação Mudstone 
Mudstone. Fm Itaituba, Permo- Carbonífero, Bacia do Amazonas.
Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone 
(Dunham, 1962) 
Rocha carbonática suportada pela matriz com mais de 10% de grãos areia ou maior. 
Pode-se completar incluindo a preposição com, mais um termo composicional. 
Ex: wackestone com bioclastos.
Wackestone com fusulinídeos, 
Fm. Cruzeiro do Sul, Permiano, Bacia do Acre. 
Elementos não ligados durante a formação 
Mudstone 
Wackestone
Elementos não ligados durante a formação 
Mudstone 
Wackestone 
Packstone 
(Dunham, 1962) 
Rocha carbonática suportada pelos grãos com matriz. 
Pode-se completar incluindo um termo composicional. 
Ex: packestone oncolítico.
Packstone oncolítico, Fm. Ponta do Mel, Cretáceo, Bacia Potiguar. 
Elementos não ligados durante a formação 
Mudstone 
Wackestone 
Packstone
Elementos não ligados durante a formação 
Mudstone 
Wackestone 
Packstone 
Grainstone 
(Dunham, 1962) 
Rocha carbonática suportada pelos grãos sem matriz (máximo 5%). 
Pode-se completar incluindo um termo composicional. 
Ex: grainstone oolítico.
Grainstone oolítico. Fm. Guarujá, Cretáceo, Bacia de Santos. Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone
Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone 
(modificado de Embry e Klovan, 1971) Rocha carbonática suportada pela matriz com mais de 10% de grãos maiores que 2mm. Pode-se completar incluindo a preposição com, mais um termo composicional. Ex: floatstone com bioclastos.
Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone 
(modificado de Embry e Klovan, 1971) 
Na classificação original de Embry e Klovan, o termo weckestone é utilizado somente quando os grãos presentes tem tamanho menor que 2mm, para evitar a duplicidade floatstone=wackestone.
Floatstone com amonoides, Fm. Riachuelo, Cretáceo, Bacia Sergipe-Alagoas. 
Elementos não ligados durante a formação 
Mudstone 
Wackestone 
Packstone 
Grainstone 
Floatstone
Elementos não ligados durante a formação 
Mudstone 
Wackestone 
Packstone 
Grainstone 
Floatstone 
Rudstone 
(modificado de Embry e Klovan, 1971) 
Rocha carbonática suportada pelos grãos com mais de 10% de grãos maiores que 2mm. 
Pode-se completar incluindo um termo composicional. 
Ex: rudstone intraclástico.
Elementos não ligados durante a formação 
Mudstone 
Wackestone 
Packstone 
Grainstone 
Floatstone 
Rudstone 
(modificado de Embry e Klovan, 1971) 
Na classificação original de Embry e 
Klovan, os termos packstone e grainstone somente são utilizados quando os grãos presentes possuem 
tamanho menor que 2mm, para evitar a duplicidade 
rudstone=packstone/grainstone.
Rudstone. Fm. Ponta do Mel, Cretáceo, Bacia Potiguar. 
Elementos não ligados durante a formação 
Mudstone 
Wackestone 
Packstone 
Grainstone 
Floatstone 
Rudstone
Elementos não ligados durante a formação 
Mudstone 
Wackestone 
Packstone 
Grainstone 
Floatstone 
Rudstone 
Bioacumulado 
(modificado de Carozzi et al., 1972) 
Rocha carbonática constituída por um tipo dominante de organismo, com tamanho areia ou maior e, praticamente, sem retrabalhamento in situ. 
Pode-se complementar a denominação incluindo um termo do principal organismo formador 
Ex: bioacumulado de ostracode.
Bioacumulado de macroforaminíferos, Fm. Amapá, Paleógeno, Bacia da Foz do Amazonas. Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone Rudstone Bioacumulado
Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone Rudstone Bioacumulado Brecha 
(Pettijohn, 1974, Flügel, 2004) Termo largamente utilizado na sedimentologia para rochas carbonáticas suportada pelos grãos com mais de 50% dos grãos angulosos maiores que 2mm.
Brecha. Gr. Macaé, Cretáceo, Bacia de Campos. 
Elementos não ligados durante a formação 
Mudstone 
Wackestone 
Packstone 
Grainstone 
Floatstone 
Rudstone 
Bioacumulado 
Brecha
(Dunham, 1962) Rocha carbonática formada in situ, cujos componentes da trama original foram ligados durante a deposição. Pode-se complementar a denominação incluindo um termo do principal organismo formador. Ex: boundstone coralgal. 
Elementos ligados durante a formação 
Boundstone
Boundstone coralgal. Fm. Ponta do Mel, Cretáceo, Bacia Potiguar. 
Elementos ligados durante a formação 
Boundstone
(modificado de Riding, 2000) 
Deposito de estrutura laminada e em geral convexa, podendo apresentar feições de crescimento/ramificações para o topo. Na maioria das vezes de 
origem microbial. 
Elementos ligados durante a formação 
Boundstone 
Estromatólito
Arborescente – quando os componentes internos se organizam de forma ramificada e divergente e possuem comprimento maior que a largura. 
Arbustiforme – quando os componentes internos se organizam de forma ramificada ou não desde a base e a razão altura/largura e aproximadamente 1:1. 
Densriforme – quando os componentes internos se organizam de forma intensamente ramificada e divergente e 
possuem comprimento muito maior que a largura. 
Elementos ligados durante a formação 
Boundstone 
Estromatólito
Estromatólito. Fm. Salitre, Proterozóico Superior, Bacia do São Francisco. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito
(Riding, 2000) Depósito de textura macroscópica coagulada maciça e dômica. Na maioria das vezes de origem microbial. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito
Trombolito, Fm. Riachuelo, Cretáceo, Bacia Sergipe-Alagoas. 
Elementos ligados durante a formação 
Boundstone 
Estromatólito 
Trombolito
(Riding, 2000) Depósito microbial de estrutura dendrítica formada por cianobactérias esqueletais. 
Elementos ligados durante a formação 
Boundstone 
Estromatólito 
Trombolito 
Dendrolito
(Riding, 2000) 
Deposito microbial dômico, sem laminação ou coágulos. 
Elementos ligados durante a formação 
Boundstone 
Estromatólito 
Trombolito 
Dendrolito 
Leiolito
Rocha composta por partículas de formas esféricas ou subesféricas de contornos lisos ou lobados (esferulitos), de tamanho geralmente inferior a 2mm e que podem ocorrer de forma amalgamada ou isolados. 
Elementos ligados durante a formação 
Boundstone 
Estromatólito 
Trombolito 
Dendrolito 
Leiolito 
Esferulito
Esferulito-suportado com argila (>10%) = Esferulito com argila. Argila-suportado, com esferulitos = Argilito com esferulitos. No caso da argila ocorrer em lamelas = Argilito lamelar com esferulitos. 
Elementos ligados durante a formação 
Boundstone 
Estromatólito 
Trombolito 
Dendrolito 
Leiolito 
Esferulito
Esferulitito com argila. Fm. Barra Velha, Cretáceo, Bacia de Santos. 
Elementos ligados durante a formação 
Boundstone 
Estromatólito 
Trombolito 
Dendrolito 
Leiolito 
Esferulito
(modificado de Riding, 2000, Pettijohn, 1957) Rocha carbonática bandeada formada pela precipitação em superfície de soluções concentradas em CaCO3 ao redor de fontes (em geral quentes) devido a perda de CO2 por evaporação. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito Dendrolito Leiolito Esferulito Travertino e Tufa
Travertino, origem Tivoli, Itália. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito Dendrolito Leiolito Esferulito Travertino e Tufa
(modificado de Demicco e Hardie, 1994) Rocha carbonática de granulação fina formada pela recorrência de laminações delgadas. As laminações tendem a ser planoparalelas, com superfície lisa (origem microbial ou não) ou crenulada (origem microbial). 
Elementos ligados (ou não) durante formação 
Laminito
Laminito Crenulado, Fm. Barra Velha, Cretáceo, Bacia de Santos. 
Laminito Liso, Fm. Barra Velha, Cretáceo, Bacia de Santos.
(Folk, 1962, Dunham, 1962) 
Rocha carbonática totalmente dolomitizada, não sendo possível identificar sua textura deposicional original. 
Textura original não reconhecíveis 
Dolomito
Dolomito. Gr. Macaé, Cretáceo, Bacia de 
Campos. 
Textura original não reconhecíveis 
Dolomito
(Folk, 1962, Dunham, 1962) Rocha carbonática totalmente recristalizada, não sendo possível identificar sua textura deposicional original. 
Textura original não reconhecíveis 
Dolomito 
Calcário cristalino
Calcário cristalino. Fm. Salitre, Proterozoico 
Superior, Bacia do São Francisco. 
Textura original não reconhecíveis 
Dolomito 
Calcário cristalino
•A classificacao proposta é adaptada para realidade brasileira. 
•Amostragem de poços... limita o tamanho das amostra analisadas. 
•A aplicação prática eficiente.
DOMINGUES, D. L. P. Caracterização geológica e geomecânica de travertinos. Dissertação de Mestrado, Rios de Janeiro, 2011. RANGEL, C. V. G. T. Estudo paleoambiental dos carbonatos do Albiano Superior na Bacia de Sergipe – uma abordagem microfaciológica. Dissertação de Mestrado, Rio de Janeiro, 2002. NEUMANN, V. H.; VALENÇA, L. M. M. Rochas carbonáticas: petrografia, diagênese e porosidade. Notas de Aula, Pernambuco, 2012.
TERRA, G. S. L.; SPADINI, A. R.; FRANÇA, A. B.; SOMBRA, C. L.; ZAMBONATO, E. E.; JUSCHAKS, L. C. S.; ARIENTI, L. M.; ERTHA, M. M.; BLAUTH, M.; FRANCO, M. P.; MATSUDA, N. S.; DA SILVA, N. G. C.; JUNIOR, P. A. M.; D’AVILA, R. B. F.; DE SOUZA, R. S.; TONIETTO, S. N.; DOS ANJOS, S. M. C.; CAMPINHO, V. S.; WINTER, W. R. Classificação de rochas carbonáticas aplicável às bacias sedimentares brasileiras. B. Geoci. Petrobras, Rio de Janeiro, v. 18, n. 1, p. 9-29, nov. 2009/maio 2010.

Seminário classificação de rochas carbonáticas

  • 2.
    Introdução Classificações clássicasdas rochas carbonáticas Principais constituintes Definição dos termos utilizados na classificação proposta Considerações finais
  • 5.
    •Dunham (1962). •Folk(1962). •Embry e Klovan (1971). Modificação e adaptação
  • 6.
  • 7.
    Termos adequados/consagrados Novostermos indispensáveis
  • 8.
    Termos adequados/consagrados Novostermos indispensáveis Termos descritivos
  • 9.
    Termos adequados/consagrados Novostermos indispensáveis Termos descritivos Peculiaridades Brasileiras
  • 10.
    1962: AAPG 1972:Embry e Klovan Dunham Folk
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
  • 20.
  • 21.
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    Matriz carbonática CimentoGrãos aloquímicos
  • 25.
    Matriz carbonática Calcitamicrocristalina em condições de luz transmitida polarizada. Composição Fonte: Domingues, 2011.
  • 26.
    Matriz carbonática Calcitamicrocristalina em condições de luz transmitida polarizada. Composição Limites granulométricos Fonte: Domingues, 2011.
  • 27.
    Matriz carbonática Calcitamicrocristalina em condições de luz transmitida polarizada. Composição Limites granulométricos Origem Fonte: Domingues, 2011.
  • 28.
    Cimento Composição Fendade dissolução preenchida por cimento de calcita espática blocoso a nicóis cruzados. Fonte: Rangel, 2002.
  • 29.
    Cimento Composição Origem Fenda de dissolução preenchida por cimento de calcita espática blocoso a nicóis cruzados. Fonte: Rangel, 2002.
  • 30.
    Cimento Composição OrigemTipos Fonte: Domingues, 2011. Sintaxial Drusiforme Fibroso Menisco
  • 31.
  • 32.
    Grãos aloquímicos Oólito Oosparito com oólitos calcíticos da Formação Carmel, Utah/EUA. Fonte: Domingues, 2011.
  • 33.
  • 34.
    Grãos aloquímicos Oólito Oncólito Fonte: Neuma e Valença, 2012.
  • 35.
    Grãos aloquímicos Oólito Oncólito Peloide
  • 36.
    Grãos aloquímicos OólitoOncólito Peloide Peloides em sedimentos recentes na Lagoa Coorong, sul da Austrália. Fonte: Domingues, 2011.
  • 37.
    Grãos aloquímicos OólitoOncólito Peloide Esferutlito
  • 38.
    Grãos aloquímicos OólitoOncólito Peloide Esferutlito Intraclasto
  • 39.
    Grãos aloquímicos Oólito Oncólito Peloide Esferutlito Intraclasto Grainstone/Packstone intraclástico, com presença de cimento microespático, Bacia do Sergipe-Brasil Fonte: Rangel, 2002.
  • 40.
    Grãos aloquímicos Oólito Oncólito Peloide Esferutlito Intraclasto Bioclasto
  • 41.
    Grãos aloquímicos Oólito Oncólito Peloide Esferutlito Intraclasto Bioclasto Grainstone/packstone intraclástico exibindo fragmentos de algas vermelhas e um espinho de equinóide, Bacia do Sergipe-Brasil. Grainstone/packstone intraclástico exibindo fragmentos de gastrópodes (1), algas vermelhas (2), algas verdes dasicladáceas (3), e foraminíferos bentônicos aglutinantes (4), Bacia do Sergipe-Brasil. Fonte: Rangel, 2002. Fonte: Rangel, 2002.
  • 42.
    Elementos não ligadosdurante a formação Textura original não reconhecível Elementos ligados ou não Elementos ligados durante a formação In situ
  • 43.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone (Dunham, 1962) Rocha carbonática suportada pela matriz com menos de 10% de grãos areia ou maior. Pode-se completar incluindo a preposição com, mais um termo composicional. Ex: mudstone com oólitos.
  • 44.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone Mudstone. Fm Itaituba, Permo- Carbonífero, Bacia do Amazonas.
  • 45.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone Wackestone (Dunham, 1962) Rocha carbonática suportada pela matriz com mais de 10% de grãos areia ou maior. Pode-se completar incluindo a preposição com, mais um termo composicional. Ex: wackestone com bioclastos.
  • 46.
    Wackestone com fusulinídeos, Fm. Cruzeiro do Sul, Permiano, Bacia do Acre. Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone
  • 47.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone Wackestone Packstone (Dunham, 1962) Rocha carbonática suportada pelos grãos com matriz. Pode-se completar incluindo um termo composicional. Ex: packestone oncolítico.
  • 48.
    Packstone oncolítico, Fm.Ponta do Mel, Cretáceo, Bacia Potiguar. Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone
  • 49.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone (Dunham, 1962) Rocha carbonática suportada pelos grãos sem matriz (máximo 5%). Pode-se completar incluindo um termo composicional. Ex: grainstone oolítico.
  • 50.
    Grainstone oolítico. Fm.Guarujá, Cretáceo, Bacia de Santos. Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone
  • 51.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone (modificado de Embry e Klovan, 1971) Rocha carbonática suportada pela matriz com mais de 10% de grãos maiores que 2mm. Pode-se completar incluindo a preposição com, mais um termo composicional. Ex: floatstone com bioclastos.
  • 52.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone (modificado de Embry e Klovan, 1971) Na classificação original de Embry e Klovan, o termo weckestone é utilizado somente quando os grãos presentes tem tamanho menor que 2mm, para evitar a duplicidade floatstone=wackestone.
  • 53.
    Floatstone com amonoides,Fm. Riachuelo, Cretáceo, Bacia Sergipe-Alagoas. Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone
  • 54.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone Rudstone (modificado de Embry e Klovan, 1971) Rocha carbonática suportada pelos grãos com mais de 10% de grãos maiores que 2mm. Pode-se completar incluindo um termo composicional. Ex: rudstone intraclástico.
  • 55.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone Rudstone (modificado de Embry e Klovan, 1971) Na classificação original de Embry e Klovan, os termos packstone e grainstone somente são utilizados quando os grãos presentes possuem tamanho menor que 2mm, para evitar a duplicidade rudstone=packstone/grainstone.
  • 56.
    Rudstone. Fm. Pontado Mel, Cretáceo, Bacia Potiguar. Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone Rudstone
  • 57.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone Rudstone Bioacumulado (modificado de Carozzi et al., 1972) Rocha carbonática constituída por um tipo dominante de organismo, com tamanho areia ou maior e, praticamente, sem retrabalhamento in situ. Pode-se complementar a denominação incluindo um termo do principal organismo formador Ex: bioacumulado de ostracode.
  • 58.
    Bioacumulado de macroforaminíferos,Fm. Amapá, Paleógeno, Bacia da Foz do Amazonas. Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone Rudstone Bioacumulado
  • 59.
    Elementos não ligadosdurante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone Rudstone Bioacumulado Brecha (Pettijohn, 1974, Flügel, 2004) Termo largamente utilizado na sedimentologia para rochas carbonáticas suportada pelos grãos com mais de 50% dos grãos angulosos maiores que 2mm.
  • 60.
    Brecha. Gr. Macaé,Cretáceo, Bacia de Campos. Elementos não ligados durante a formação Mudstone Wackestone Packstone Grainstone Floatstone Rudstone Bioacumulado Brecha
  • 61.
    (Dunham, 1962) Rochacarbonática formada in situ, cujos componentes da trama original foram ligados durante a deposição. Pode-se complementar a denominação incluindo um termo do principal organismo formador. Ex: boundstone coralgal. Elementos ligados durante a formação Boundstone
  • 62.
    Boundstone coralgal. Fm.Ponta do Mel, Cretáceo, Bacia Potiguar. Elementos ligados durante a formação Boundstone
  • 63.
    (modificado de Riding,2000) Deposito de estrutura laminada e em geral convexa, podendo apresentar feições de crescimento/ramificações para o topo. Na maioria das vezes de origem microbial. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito
  • 64.
    Arborescente – quandoos componentes internos se organizam de forma ramificada e divergente e possuem comprimento maior que a largura. Arbustiforme – quando os componentes internos se organizam de forma ramificada ou não desde a base e a razão altura/largura e aproximadamente 1:1. Densriforme – quando os componentes internos se organizam de forma intensamente ramificada e divergente e possuem comprimento muito maior que a largura. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito
  • 65.
    Estromatólito. Fm. Salitre,Proterozóico Superior, Bacia do São Francisco. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito
  • 66.
    (Riding, 2000) Depósitode textura macroscópica coagulada maciça e dômica. Na maioria das vezes de origem microbial. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito
  • 67.
    Trombolito, Fm. Riachuelo,Cretáceo, Bacia Sergipe-Alagoas. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito
  • 68.
    (Riding, 2000) Depósitomicrobial de estrutura dendrítica formada por cianobactérias esqueletais. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito Dendrolito
  • 69.
    (Riding, 2000) Depositomicrobial dômico, sem laminação ou coágulos. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito Dendrolito Leiolito
  • 70.
    Rocha composta porpartículas de formas esféricas ou subesféricas de contornos lisos ou lobados (esferulitos), de tamanho geralmente inferior a 2mm e que podem ocorrer de forma amalgamada ou isolados. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito Dendrolito Leiolito Esferulito
  • 71.
    Esferulito-suportado com argila(>10%) = Esferulito com argila. Argila-suportado, com esferulitos = Argilito com esferulitos. No caso da argila ocorrer em lamelas = Argilito lamelar com esferulitos. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito Dendrolito Leiolito Esferulito
  • 72.
    Esferulitito com argila.Fm. Barra Velha, Cretáceo, Bacia de Santos. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito Dendrolito Leiolito Esferulito
  • 73.
    (modificado de Riding,2000, Pettijohn, 1957) Rocha carbonática bandeada formada pela precipitação em superfície de soluções concentradas em CaCO3 ao redor de fontes (em geral quentes) devido a perda de CO2 por evaporação. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito Dendrolito Leiolito Esferulito Travertino e Tufa
  • 74.
    Travertino, origem Tivoli,Itália. Elementos ligados durante a formação Boundstone Estromatólito Trombolito Dendrolito Leiolito Esferulito Travertino e Tufa
  • 75.
    (modificado de Demiccoe Hardie, 1994) Rocha carbonática de granulação fina formada pela recorrência de laminações delgadas. As laminações tendem a ser planoparalelas, com superfície lisa (origem microbial ou não) ou crenulada (origem microbial). Elementos ligados (ou não) durante formação Laminito
  • 76.
    Laminito Crenulado, Fm.Barra Velha, Cretáceo, Bacia de Santos. Laminito Liso, Fm. Barra Velha, Cretáceo, Bacia de Santos.
  • 77.
    (Folk, 1962, Dunham,1962) Rocha carbonática totalmente dolomitizada, não sendo possível identificar sua textura deposicional original. Textura original não reconhecíveis Dolomito
  • 78.
    Dolomito. Gr. Macaé,Cretáceo, Bacia de Campos. Textura original não reconhecíveis Dolomito
  • 79.
    (Folk, 1962, Dunham,1962) Rocha carbonática totalmente recristalizada, não sendo possível identificar sua textura deposicional original. Textura original não reconhecíveis Dolomito Calcário cristalino
  • 80.
    Calcário cristalino. Fm.Salitre, Proterozoico Superior, Bacia do São Francisco. Textura original não reconhecíveis Dolomito Calcário cristalino
  • 81.
    •A classificacao propostaé adaptada para realidade brasileira. •Amostragem de poços... limita o tamanho das amostra analisadas. •A aplicação prática eficiente.
  • 82.
    DOMINGUES, D. L.P. Caracterização geológica e geomecânica de travertinos. Dissertação de Mestrado, Rios de Janeiro, 2011. RANGEL, C. V. G. T. Estudo paleoambiental dos carbonatos do Albiano Superior na Bacia de Sergipe – uma abordagem microfaciológica. Dissertação de Mestrado, Rio de Janeiro, 2002. NEUMANN, V. H.; VALENÇA, L. M. M. Rochas carbonáticas: petrografia, diagênese e porosidade. Notas de Aula, Pernambuco, 2012.
  • 83.
    TERRA, G. S.L.; SPADINI, A. R.; FRANÇA, A. B.; SOMBRA, C. L.; ZAMBONATO, E. E.; JUSCHAKS, L. C. S.; ARIENTI, L. M.; ERTHA, M. M.; BLAUTH, M.; FRANCO, M. P.; MATSUDA, N. S.; DA SILVA, N. G. C.; JUNIOR, P. A. M.; D’AVILA, R. B. F.; DE SOUZA, R. S.; TONIETTO, S. N.; DOS ANJOS, S. M. C.; CAMPINHO, V. S.; WINTER, W. R. Classificação de rochas carbonáticas aplicável às bacias sedimentares brasileiras. B. Geoci. Petrobras, Rio de Janeiro, v. 18, n. 1, p. 9-29, nov. 2009/maio 2010.