O governo propõe uma nova versão de critérios para o despedimento de trabalhadores, desafiando uma decisão anterior do tribunal constitucional que considerou a proposta anterior inconstitucional. A proposta atual mantém a vaga exigência de 'critérios relevantes e não discriminatórios', permitindo ampla interpretação pelas entidades patronais. A resistência dos trabalhadores contra essas mudanças continua, destacando a luta pela proteção dos direitos adquiridos ao longo do tempo.