Salvador
2013
Intervenção na Saúde Bucal dos escolares entre 6 e 12 anos de
idade da Unidade de Saúde da Família Maria do Carmo N. Alves -
Município de Lagarto-SE
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
UNIVERSIDADE ABERTA DO SUS
Departamento de Medicina Social
Programa de Pós Graduação em Saúde da Família
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS
UNIVERSIDADE ABERTA DO SUS
Departamento de Medicina Social
Programa de Pós Graduação em Saúde da Família
Intervenção na Saúde Bucal dos escolares entre 6 e 12 anos de idade da
Unidade de Saúde da Família Maria do Carmo N. Alves - Município de
Lagarto-SE
Aluna: Larissa Menezes Costa
Orientadora: Luísa Jardim Corrêa de Oliveira
INTRODUÇÃO
Introdução
A incorporação da saúde bucal na Equipe de Saúde
da Família (ESF) tem sido vista como possibilidade de
mudança nas práticas de saúde centradas na doença.
(SOARES, 2007)
A proposta de educação em saúde bucal para
escolares é uma estratégia para mudar o panorama
nacional da saúde bucal, afinal os hábitos construídos
durante a infância perduram por toda a vida.
(GONÇALVES, 2011)
Introdução
Caracterização do Município
 Área 969, 573 km2;
 População 94.861 habitantes;
 Densidade demográfica 97,84 hab./km2. (IBGE,
2010).
 Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 0,614.
(PNUD/2000).
Introdução
Caracterização do Município
A rede de atenção é composta por:
 14 Unidade Básica de Saúde (UBS);
 04 UBS na área urbana;
 10 UBS nos povoados;
 Núcleo de apoio à Saúde da Família (NASF);
 Centro de Especialidades Médicas
 Hospital Regional de Lagarto;
 Centro de Especialidades Odontológicas (CEO).
Introdução
Caracterização da Unidade Básica de Saúde
Introdução
Caracterização da Unidade Básica de Saúde
Introdução
Caracterização da Unidade Básica de Saúde
A equipe de profissionais é composta por:
01 médico ESF;
03 enfermeiras ESF;
09 auxiliares de enfermagem;
16 agentes comunitários de saúde;
02 dentistas ESF;
02 dentistas ambulatoriais de 12h;
03 auxiliares de saúde bucal;
Introdução
Caracterização da Unidade Básica de Saúde
A equipe de profissionais é composta por:
05 médicos clínicos-geral;
02 ginecologista;
02 pediatras;
01 médico especialista em hanseníase;
01 assistente social;
05 recepcionistas.
Objetivo Geral
O objetivo deste trabalho foi melhorar a
atenção à Saúde Bucal de crianças escolares de 6
a 12 anos de idade da área de abrangência da
Unidade de Saúde Maria do Carmo Alves -
Lagarto/Sergipe.
METODOLOGIA
Metodologia
Atendimento Clínico
Metodologia
Atendimento clínico
Metodologia
Ações na escola
Metodologia
Ações na escola
Metodologia
Visita domiciliar
Metodologia
Atendimento clínico
RESULTADOS
Objetivo 1: Ampliar a cobertura da atenção à saúde bucal
Meta 1: Ampliar a cobertura de primeira consulta
odontológica para 15% das crianças de 6 a 12 anos de
idade.
Resultados
270
crianças
cadastradas
Objetivo 1: Ampliar a cobertura da atenção à saúde bucal
Meta 2: Realizar visita domiciliar em 100% de crianças
acamadas ou com problemas de mobilidade física.
Resultados
Objetivo 2: Melhorar a adesão ao atendimento em saúde
bucal
Resultados
80
crianças faltaram
às consultas
65
Receberam busca
ativa
81%
Busca às
faltosas
Meta 4: Capacitar 70% dos profissionais da equipe para o
atendimento integral em saúde da criança.
Meta 3: Fazer busca ativa de 70% das crianças faltosas às
consultas
52
Profissionais na
equipe
35
Receberam
capacitação
67%
Profissionais
capacitados
Objetivo 3: Melhorar a qualidade do atendimento em saúde
bucal da criança
Meta 5: Realizar exame bucal adequado em 90% das
crianças cadastradas.
Resultados
Meta 6: Garantir realização de exames complementares
para 50% das crianças.
Resultados
Objetivo 3: Melhorar a qualidade do atendimento em saúde
bucal da criança
Meta 7: Garantir atendimento especializado para 50%
das crianças.
Resultados
Objetivo 3: Melhorar a qualidade do atendimento em saúde
bucal da criança
Meta 8: Manter registro atualizado em planilha e/ou
prontuário de 100% das crianças cadastradas.
Resultados
Objetivo 4: Melhorar registro das informações
Meta 9: Identificar e acompanhar 10% das crianças com
acúmulo de fatores de risco em saúde bucal.
Resultados
Objetivo 5: Mapear as crianças da área de abrangência com
risco para problemas de saúde bucal
Meta 10: Garantir exame de rastreamento para cárie
dentária em 80% das crianças cadastradas no programa.
Resultados
Objetivo 5: Mapear as crianças da área de abrangência com
risco para problemas de saúde bucal
Meta 11: Rastrear crianças entre 6 e 12 aos que
apresentam fluorose dental.
Resultados
Objetivo 5: Mapear as crianças da área de abrangência com
risco para problemas de saúde bucal
Objetivo 6: Promover a saúde bucal
Meta 12: Fornecer orientações sobre higiene bucal para
100% crianças e seus responsáveis.
Meta 13: Fornecer orientações sobre prevenção da cárie
dentária para 100% das crianças e seus responsáveis.
Meta 14: Fornecer orientações sobre a prevenção da
fluorose dental para 100% das crianças e seus
responsáveis.
Meta 15: Fornecer orientações nutricionais para 100% das
crianças e seus responsáveis.
Resultados
Resultados
Objetivo 6: Promover a saúde bucal
Meta 16: Promover ações educativas e preventivas em
saúde bucal das crianças na Escola Estadual Maria
Augusta Carvalho Ribeiro.
Resultados
Objetivo 6: Promover a saúde bucal
145
estudantes
Resultados
Objetivo 6: Promover a saúde bucal
145
estudantes
Objetivo 7: Realizar ações de promoção à saúde e
prevenção de doenças bucais nas famílias das
crianças
Meta 17: Realizar ações de promoção à saúde e
prevenção de doenças bucais em 100% das famílias das
crianças.
Resultados
Todas as famílias receberam
orientações.
DISCUSSÃO
Discussão
A intervenção proporcionou:
 Ampliação da cobertura da atenção à saúde bucal
das crianças com idade entre 6 e 12 anos;
 Melhoria dos registros;
 Qualificação da atenção odontológica;
 Capacitação da equipe;
 Maior integração entre os profissionais;
 Ações educativas na escola.
Discussão
Apesar dos bons resultados obtidos, o impacto da
intervenção ainda é pouco percebido pela comunidade.
A intervenção está bastante incorporada na rotina do
serviço já que mesmo com o término dos 4 meses
continuo realizando as ações e fazendo as modificações
necessárias para superar as dificuldades enfrentadas.
REFLEXÃO CRÍTICA
Reflexão Crítica sobre seu processo
pessoal de aprendizagem
O curso e a intervenção me fizeram conhecer
melhor a UBS e a comunidade adstrita. Além disso,
promoveu o estreitamento do vínculo com os
usuários e profissionais.
Reflexão Crítica sobre seu processo
pessoal de aprendizagem
Portanto, finalizo o curso bastante satisfeita com
todo o conhecimento adquirido sobre Saúde da
Família e afortunada com os resultados positivos da
minha intervenção na UBS, prosseguindo meu
trabalho na UBS de forma mais capacitada para
contribuir para a melhoria do SUS.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
Referências Bibliográficas
1. BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Adolescente.
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas
Estratégicas. Brasília, 2010.
2. BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde do Adolescente.
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas
Estratégicas. Brasília, 2010.
3. BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno de atenção básica: Saúde
Bucal. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica.
Brasília, 2008.
Referências Bibliográficas
4. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de recomendações para o uso de
fluoretos no Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Brasília, 2009.
5. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Atenção à saúde da criança de
0 a 12 anos. Grupo Hospitalar Conceição. Gerência de Saúde Comunitária.
Hospital Nossa Senhora da Conceição. Porto Alegre, 2009.
6. BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde na Escola. Secretaria de Atenção à
Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília, 2012.
.
Referências Bibliográficas
7. GONÇALVES, Rosana Hollanda de Paula. Construção de um projeto
de intervenção em saúde bucal para uma escola municipal de Cabo
Verde-MG. Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de
especialização em Atenção Básica em Saúde da Família. Universidade
Federal de Minas Gerais. Campos Gerais, 2011.
8. SALIBA, N.A; PEREIRA, A.A; MOIMAZ, A.S; GARBIN, C. A. S; ARCIER,
R.M. Programa de educação em saúde: a experiência da Faculdade de
Odontologia de Araçatuba – UNESP. Odontologia. Clín. – Científ., Recife,
2 (3): 197-200, set/dez., 2003.
Referências Bibliográficas
9. SILVEIRA, Alice Emilia da; OLIVEIRA, Adauto Emmerich;VESCOVI,
Brunelly Oliveira; FERES, Katyuscia Saiter; BAPTISTINI, Marcela Almeida.
A promoção da saúde bucal, o saber popular e a interdisciplinaridade: uma
pesquisa-intervenção. UFES. Rev Odontol. 10(4):24-30. 2008.
10. VASCONCELOS, R; MATTA, M.L; PORDEUS, I.A; PAIVA, S.M. Escola:
um espaço importante de informação em saúde bucal para a população
infantil. PGR- Pós- Grad. Rev. Fac. Odontol. São José dos Campos,
v.4,n.3, set./dez. 2001.

saude bucal

  • 1.
    Salvador 2013 Intervenção na SaúdeBucal dos escolares entre 6 e 12 anos de idade da Unidade de Saúde da Família Maria do Carmo N. Alves - Município de Lagarto-SE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS UNIVERSIDADE ABERTA DO SUS Departamento de Medicina Social Programa de Pós Graduação em Saúde da Família
  • 2.
    UNIVERSIDADE FEDERAL DEPELOTAS UNIVERSIDADE ABERTA DO SUS Departamento de Medicina Social Programa de Pós Graduação em Saúde da Família Intervenção na Saúde Bucal dos escolares entre 6 e 12 anos de idade da Unidade de Saúde da Família Maria do Carmo N. Alves - Município de Lagarto-SE Aluna: Larissa Menezes Costa Orientadora: Luísa Jardim Corrêa de Oliveira
  • 3.
  • 4.
    Introdução A incorporação dasaúde bucal na Equipe de Saúde da Família (ESF) tem sido vista como possibilidade de mudança nas práticas de saúde centradas na doença. (SOARES, 2007) A proposta de educação em saúde bucal para escolares é uma estratégia para mudar o panorama nacional da saúde bucal, afinal os hábitos construídos durante a infância perduram por toda a vida. (GONÇALVES, 2011)
  • 5.
    Introdução Caracterização do Município Área 969, 573 km2;  População 94.861 habitantes;  Densidade demográfica 97,84 hab./km2. (IBGE, 2010).  Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) 0,614. (PNUD/2000).
  • 6.
    Introdução Caracterização do Município Arede de atenção é composta por:  14 Unidade Básica de Saúde (UBS);  04 UBS na área urbana;  10 UBS nos povoados;  Núcleo de apoio à Saúde da Família (NASF);  Centro de Especialidades Médicas  Hospital Regional de Lagarto;  Centro de Especialidades Odontológicas (CEO).
  • 7.
  • 8.
  • 9.
    Introdução Caracterização da UnidadeBásica de Saúde A equipe de profissionais é composta por: 01 médico ESF; 03 enfermeiras ESF; 09 auxiliares de enfermagem; 16 agentes comunitários de saúde; 02 dentistas ESF; 02 dentistas ambulatoriais de 12h; 03 auxiliares de saúde bucal;
  • 10.
    Introdução Caracterização da UnidadeBásica de Saúde A equipe de profissionais é composta por: 05 médicos clínicos-geral; 02 ginecologista; 02 pediatras; 01 médico especialista em hanseníase; 01 assistente social; 05 recepcionistas.
  • 11.
    Objetivo Geral O objetivodeste trabalho foi melhorar a atenção à Saúde Bucal de crianças escolares de 6 a 12 anos de idade da área de abrangência da Unidade de Saúde Maria do Carmo Alves - Lagarto/Sergipe.
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  • 13.
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  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
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  • 20.
    Objetivo 1: Ampliara cobertura da atenção à saúde bucal Meta 1: Ampliar a cobertura de primeira consulta odontológica para 15% das crianças de 6 a 12 anos de idade. Resultados 270 crianças cadastradas
  • 21.
    Objetivo 1: Ampliara cobertura da atenção à saúde bucal Meta 2: Realizar visita domiciliar em 100% de crianças acamadas ou com problemas de mobilidade física. Resultados
  • 22.
    Objetivo 2: Melhorara adesão ao atendimento em saúde bucal Resultados 80 crianças faltaram às consultas 65 Receberam busca ativa 81% Busca às faltosas Meta 4: Capacitar 70% dos profissionais da equipe para o atendimento integral em saúde da criança. Meta 3: Fazer busca ativa de 70% das crianças faltosas às consultas 52 Profissionais na equipe 35 Receberam capacitação 67% Profissionais capacitados
  • 23.
    Objetivo 3: Melhorara qualidade do atendimento em saúde bucal da criança Meta 5: Realizar exame bucal adequado em 90% das crianças cadastradas. Resultados
  • 24.
    Meta 6: Garantirrealização de exames complementares para 50% das crianças. Resultados Objetivo 3: Melhorar a qualidade do atendimento em saúde bucal da criança
  • 25.
    Meta 7: Garantiratendimento especializado para 50% das crianças. Resultados Objetivo 3: Melhorar a qualidade do atendimento em saúde bucal da criança
  • 26.
    Meta 8: Manterregistro atualizado em planilha e/ou prontuário de 100% das crianças cadastradas. Resultados Objetivo 4: Melhorar registro das informações
  • 27.
    Meta 9: Identificare acompanhar 10% das crianças com acúmulo de fatores de risco em saúde bucal. Resultados Objetivo 5: Mapear as crianças da área de abrangência com risco para problemas de saúde bucal
  • 28.
    Meta 10: Garantirexame de rastreamento para cárie dentária em 80% das crianças cadastradas no programa. Resultados Objetivo 5: Mapear as crianças da área de abrangência com risco para problemas de saúde bucal
  • 29.
    Meta 11: Rastrearcrianças entre 6 e 12 aos que apresentam fluorose dental. Resultados Objetivo 5: Mapear as crianças da área de abrangência com risco para problemas de saúde bucal
  • 30.
    Objetivo 6: Promovera saúde bucal Meta 12: Fornecer orientações sobre higiene bucal para 100% crianças e seus responsáveis. Meta 13: Fornecer orientações sobre prevenção da cárie dentária para 100% das crianças e seus responsáveis. Meta 14: Fornecer orientações sobre a prevenção da fluorose dental para 100% das crianças e seus responsáveis. Meta 15: Fornecer orientações nutricionais para 100% das crianças e seus responsáveis. Resultados
  • 31.
  • 32.
    Meta 16: Promoverações educativas e preventivas em saúde bucal das crianças na Escola Estadual Maria Augusta Carvalho Ribeiro. Resultados Objetivo 6: Promover a saúde bucal 145 estudantes
  • 33.
    Resultados Objetivo 6: Promovera saúde bucal 145 estudantes
  • 34.
    Objetivo 7: Realizarações de promoção à saúde e prevenção de doenças bucais nas famílias das crianças Meta 17: Realizar ações de promoção à saúde e prevenção de doenças bucais em 100% das famílias das crianças. Resultados Todas as famílias receberam orientações.
  • 35.
  • 36.
    Discussão A intervenção proporcionou: Ampliação da cobertura da atenção à saúde bucal das crianças com idade entre 6 e 12 anos;  Melhoria dos registros;  Qualificação da atenção odontológica;  Capacitação da equipe;  Maior integração entre os profissionais;  Ações educativas na escola.
  • 37.
    Discussão Apesar dos bonsresultados obtidos, o impacto da intervenção ainda é pouco percebido pela comunidade. A intervenção está bastante incorporada na rotina do serviço já que mesmo com o término dos 4 meses continuo realizando as ações e fazendo as modificações necessárias para superar as dificuldades enfrentadas.
  • 38.
  • 39.
    Reflexão Crítica sobreseu processo pessoal de aprendizagem O curso e a intervenção me fizeram conhecer melhor a UBS e a comunidade adstrita. Além disso, promoveu o estreitamento do vínculo com os usuários e profissionais.
  • 40.
    Reflexão Crítica sobreseu processo pessoal de aprendizagem Portanto, finalizo o curso bastante satisfeita com todo o conhecimento adquirido sobre Saúde da Família e afortunada com os resultados positivos da minha intervenção na UBS, prosseguindo meu trabalho na UBS de forma mais capacitada para contribuir para a melhoria do SUS.
  • 41.
  • 42.
    Referências Bibliográficas 1. BRASIL.Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde da Adolescente. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília, 2010. 2. BRASIL. Ministério da Saúde. Caderneta de Saúde do Adolescente. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Brasília, 2010. 3. BRASIL. Ministério da Saúde. Caderno de atenção básica: Saúde Bucal. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília, 2008.
  • 43.
    Referências Bibliográficas 4. BRASIL.Ministério da Saúde. Guia de recomendações para o uso de fluoretos no Brasil. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília, 2009. 5. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Atenção à saúde da criança de 0 a 12 anos. Grupo Hospitalar Conceição. Gerência de Saúde Comunitária. Hospital Nossa Senhora da Conceição. Porto Alegre, 2009. 6. BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde na Escola. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília, 2012. .
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    Referências Bibliográficas 7. GONÇALVES,Rosana Hollanda de Paula. Construção de um projeto de intervenção em saúde bucal para uma escola municipal de Cabo Verde-MG. Trabalho de conclusão de curso apresentado ao curso de especialização em Atenção Básica em Saúde da Família. Universidade Federal de Minas Gerais. Campos Gerais, 2011. 8. SALIBA, N.A; PEREIRA, A.A; MOIMAZ, A.S; GARBIN, C. A. S; ARCIER, R.M. Programa de educação em saúde: a experiência da Faculdade de Odontologia de Araçatuba – UNESP. Odontologia. Clín. – Científ., Recife, 2 (3): 197-200, set/dez., 2003.
  • 45.
    Referências Bibliográficas 9. SILVEIRA,Alice Emilia da; OLIVEIRA, Adauto Emmerich;VESCOVI, Brunelly Oliveira; FERES, Katyuscia Saiter; BAPTISTINI, Marcela Almeida. A promoção da saúde bucal, o saber popular e a interdisciplinaridade: uma pesquisa-intervenção. UFES. Rev Odontol. 10(4):24-30. 2008. 10. VASCONCELOS, R; MATTA, M.L; PORDEUS, I.A; PAIVA, S.M. Escola: um espaço importante de informação em saúde bucal para a população infantil. PGR- Pós- Grad. Rev. Fac. Odontol. São José dos Campos, v.4,n.3, set./dez. 2001.