A falta de investimento em saneamento básico em Maceió e em Alagoas resultou em baixas taxas de cobertura de esgoto, com apenas 24% da população de Maceió e 15% dos alagoanos atendidos. Isso polui praias, rios e lagoas, colocando a saúde pública em risco. Para cumprir as metas de universalização, seria necessário investir pelo menos R$ 15 bilhões por ano, mas os gastos não chegaram a R$ 8 bilhões.