Saneamento Básico
O que é saneamento?
Saneamento é o conjunto de medidas que visa
preservar ou modificar as condições do meio ambiente
com a finalidade de prevenir doenças e promover a saúde e
melhorar a qualidade de vida da população.
No Brasil, o saneamento básico é um direito assegurado
pela Constituição como
o conjunto dos serviços, infraestrutura e Instalações
operacionais de abastecimento de água, esgotamento
sanitário, limpeza urbana, drenagem urbana, manejos de
resíduos sólidos e de águas pluviais.
O que é saneamento?
Todo país para viver com qualidade de vida precisa
ter saneamento BÁSICO.
Todo país desenvolvido tem saneamento básico.
O Brasil é um país desenvolvido ou
subdesenvolvido?
O que é saneamento?
A importância da água
7
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira
 Ciclo
Hidrológico
A Importância da Água
• Usos múltiplos:
–Abastecimento
–Geração de energia
–Navegação
–Recreação e harmonia
paisagística
–Irrigação
–Diluição de resíduos
–Preservação da flora e da
fauna
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 8
Tratamento de Água
• Águas de poços profundos: geralmente só é
necessária a desinfecção
• Águas superficiais: várias fases de tratamento
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 9
Floculador
Decantador
Filtro
Cloração
Consumo
Aquífero Guarani
• O aquífero Guarani é uma reserva
subterrânea de água doce localizada
em países da América do Sul,
abrangendo áreas de Brasil,
Argentina, Paraguai e Uruguai.
• Tem como característica a presença
de grande disponibilidade hídrica
mediante a entrada de água no
sistema subterrâneo.
10
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira
Aquífero Guarani
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 11
Doenças de veiculação hídrica (direta ou
indiretamente)
• Amebíase, Giardíase, Gastroenterite, Febre
tifoide e paratifoide, Hepatite infecciosa
(Hepatite A e E), Cólera, Esquistossomose,
Ascaridíase, Teníase, Oxiuríase.
12
Privadas coletivas da Itália
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 13
•http://www.sewerhistory.org/images/pu/100_pu05.jpg
Privadas coletivas em Roma
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 14
•http://www.sewerhistory.org/images/w/wemi/wemi_Ostia_Latrine.jpg
Penicos ao longo da história
15
“Tronos”
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 16
Sistemas de Tratamento de Esgoto
17
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira
EGSB
Lodos Ativados UASB
Grades
Lagoas
Digestor de lodo
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 18
Tratamento e Disposição do Lodo
• Adensamento: remoção de umidade (adensador por
gravidade)
• Estabilização: remoção de matéria orgânica (digestor
anaeróbio)
• Condicionamento: preparo para a desidratação
(desidratador mecânico)
• Desidratação: remoção de umidade (leito de
secagem)
• Disposição: aterro sanitário, condicionamento de solo
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 19
Sistema de Esgotamento Sanitário
É um conjunto de obras e instalações destinadas a realizar :
coleta, transporte e afastamento, disposição final das águas
residuárias da comunidade, de uma forma adequada do ponto
de vista sanitário.
Benefícios:
 Melhorias das condições sanitárias locais
Eliminação dos focos de poluição e contaminação
Eliminação de problemas estéticos desagradáveis
Melhoria do potencial produtivo do ser humano
Introdução
• Lixo:
– Mistura de resíduos como vidros, plásticos, metais, papel e
matéria orgânica
• Resíduo:
–Apresenta potencial de uso com ou sem tratamento
–Pode ser aproveitado pelo gerador ou outro usuário
• Rejeito:
–Material residual inservível
–Sem possibilidade técnica ou econômica de
reaproveitamento
–Deve ser tratado e descartado de forma adequada
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 24
Responsabilidade
Origem
Possíveis
Classes
Responsável
Domiciliar II - A Prefeitura
Comercial II - A e B Prefeitura
Industrial I, II - A e B Gerador do resíduo
Público II - A e B Prefeitura
Serviços de saúde I, II - A e B Gerador do resíduo
Portos, aeroportos e
terminais ferroviários
I, II - A e B Gerador do resíduo
Agrícola I, II - A e B Gerador do resíduo
Entulho II - B Gerador do resíduo
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 25
Poluentes (ref. natureza)
• Físicos: Geralmente sólidos
–suspensão, sedimentáveis, coloidais ou dissolvidos.
• Químicos:
–compostos orgânicos, inorgânicos, radioativos; compostos
orgânicos sintéticos; derivados do petróleo; metais pesados;
fertilizantes; substâncias tóxicas; nutrientes etc.
• Biológicos:
–bactérias, algas, protozoários, vírus, fungos, organismos
patogênicos.
Decomposição
Resíduo Tempo de Decomposição
Papel 3 meses
Pano 6 meses a 1 ano
Vidro Indeterminado
Filtro de cigarro 1 a 2 anos
Madeira pintada 13 anos
Fralda descartável 600 anos
Plástico 450 anos
Lata de alumínio 200 a 500 anos
Lata de conserva 100 anos
Pneus Indeterminado
Tampa de garrafa 150 anos
Nylon 30 anos
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 27
Seleção de Resíduos
• Local da seleção de resíduos sólidos:
– Seleção de resíduos orgânicos: poderá ser feita na origem para
posterior compostagem
– Seleção de resíduos recicláveis:
• o ideal é que seja feita no próprio local de geração;
• seu estado de conservação interfere no seu valor.
– Seleção de resíduos de saúde, industriais e perigosos: é obrigatório
que seja feita na fonte
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 28
Apresentação, Coleta e Destino
• Resíduos domiciliares:
–Apresentação: sacos plásticos de boa qualidade
–Coleta: sistema de coleta municipal
–Destino: geralmente é o aterro sanitário municipal
• Resíduos de serviços de saúde:
–Apresentação: deverá ser feita em saco plástico especial,
branco leitoso
–Coleta: coleta especial do município
–Destino: incinerador (não recomendado), autoclave,
microondas, tocha de plasma, outros
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 29
30
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira
Coleta e transporte
Lixo comum
Resíduos de
Serviços de
Saúde
Entulho
Coleta Seletiva
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 31
DRENAGEM URBANA
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 32
Drenagem é o
termo empregado na
designação das instalações
destinadas a escoar o
excesso de água, seja em
rodovias, na zona rural ou
na malha urbana.
Causas da Drenagem Urbana
• As inundações
trazem também
uma série de
prejuízos às
comunidades
residentes, tanto na
área urbana como
na rural.
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 33
• O alagamento é
caracterizado pelo acúmulo
localizado de água.
• Os alagamentos ocasionam
vários transtornos na
população, pois aumentam
o risco dos seres humanos
entrarem em contato com a
água contaminada e,
dependendo da magnitude,
podem impossibilitar o
deslocamento de pessoas.
Mas qual é a diferença entre
enchente, inundação e alagamento?
• A enchente é causada sobretudo pela elevada
vazão da chuva.
• A inundação é caracterizada pelo
transbordamento, que inunda a região.
• No que diz respeito ao alagamento, este é
definido pelo acúmulo de água e pelo sistema de
drenagem sem eficácia ou até mesmo em falta.
IMPERMEABILIDADE DO SOLO
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 37
Causas da Drenagem Urbana
• Remoção da cobertura vegetal nativa: o que causa o assoreamento de rios
que influência diretamente no caminho natural percorrido pela agua, além
de erosão, aquecimento e nebulosidade são fatores que não só estão
ligado diretamente na drenagem mas também com o meio ambiente.
• Evitar alagamentos:
• Impermeabilização: os terrenos antes coberto com mata hoje com os
aglomerados urbanos são cobertos com asfalto, calcadas e etc..
• Conscientização da população em geral: com a falta de conscientização da
população sobre o risco que pode haver ao ocupar áreas de mananciais de
forma irregular além de lixo jogado em via pública que entope os bueiros e
boca de lobo.
Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 38
• 4 problemas gerados pelo saneamento básico
inadequado no Brasil
• 2 de julho de 2020•5 mins. de leitura
• Um terço das residências do Brasil não tem
esgotamento sanitário, um grave problema de
saneamento básico e saúde pública
• 1. Maior incidência de doenças
• A ausência de um saneamento adequado está relacionada a
uma maior proliferação de doenças. A destinação
inadequada do lixo e a falta de tratamento de água e do
esgoto aumentam o contato da população com inúmeros
patógenos perigosos.
• As doenças com maiores incidências devido à exposição a
ambientes sem saneamento são leptospirose, disenteria
bacteriana, esquistossomose, febre tifoide, cólera e
parasitoides. A falta de tratamento de lixo e esgotamento
sanitário também pode agravar surtos de epidemias como
dengue, chikungunya e zika.
• 2 Aumento de mortalidade
• Segundo dados da Organização Mundial da Saúde
(OMS), 88% das mortes por diarreia no mundo são
causadas por saneamento inadequado. Desses
óbitos, 84% são de crianças com até 5 anos de idade;
a OMS estima que 1,5 milhão de crianças morrem a
cada ano em decorrência de patologias diarreicas.
• 3 Impacto negativo no sistema único de saúde
• No Brasil, somente no primeiro trimestre de 2020, foram gastos R$
16 milhões com internações causadas por patologias decorrentes
de saneamento inadequado, de acordo com estudo da Associação
Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). Foram mais
de 41 mil internações por falhas no saneamento no período, que
ocuparam 4,2% dos leitos do SUS por três dias, em média. Alguns
estados foram mais afetados por patologias de transmissão fecal-
oral.
• No Maranhão, a ocupação foi de 17,6% dos leitos públicos, o que
custou mais de R$ 1 milhão no período. O estado é seguido por
Pará (11,7%) e Piauí (9,6%). Entre as capitais, Belém (PA) teve 10,5%
dos leitos ocupados com patologias decorrentes de saneamento
inadequado; Manaus (AM), 5,5%; e Fortaleza (CE), 4,6%.
• 4 Dificuldade no combate à pandemia de covid-19
• As internações causadas por enfermidades decorrentes da falta de
saneamento prejudicam o atendimento a pessoas infectadas pelo
coronavírus. A Abes estima que, caso houvesse universalização do
saneamento no Brasil, mais de 13 mil leitos estariam disponíveis por mês,
os quais poderiam ser utilizados no combate à pandemia de covid-19
• .
• Com isso, o País poderia economizar recursos que foram utilizados para a
construção de leitos provisórios em hospitais de campanha e focar os
investimentos em medidas preventivas para contenção da crise sanitária
provocada pelo Sars-Cov-2. Somente no primeiro hospital de campanha
criado pelo governo federal foram gastos R$ 10 milhões para a abertura
de 200 leitos.

Saneamento Basico.pptxlimpezaehigienesaude

  • 1.
  • 2.
    O que ésaneamento?
  • 3.
    Saneamento é oconjunto de medidas que visa preservar ou modificar as condições do meio ambiente com a finalidade de prevenir doenças e promover a saúde e melhorar a qualidade de vida da população. No Brasil, o saneamento básico é um direito assegurado pela Constituição como o conjunto dos serviços, infraestrutura e Instalações operacionais de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana, drenagem urbana, manejos de resíduos sólidos e de águas pluviais. O que é saneamento?
  • 4.
    Todo país paraviver com qualidade de vida precisa ter saneamento BÁSICO. Todo país desenvolvido tem saneamento básico. O Brasil é um país desenvolvido ou subdesenvolvido? O que é saneamento?
  • 6.
  • 7.
    7 Profª. Drª. SoniaV. W. B. de Oliveira  Ciclo Hidrológico
  • 8.
    A Importância daÁgua • Usos múltiplos: –Abastecimento –Geração de energia –Navegação –Recreação e harmonia paisagística –Irrigação –Diluição de resíduos –Preservação da flora e da fauna Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 8
  • 9.
    Tratamento de Água •Águas de poços profundos: geralmente só é necessária a desinfecção • Águas superficiais: várias fases de tratamento Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 9 Floculador Decantador Filtro Cloração Consumo
  • 10.
    Aquífero Guarani • Oaquífero Guarani é uma reserva subterrânea de água doce localizada em países da América do Sul, abrangendo áreas de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. • Tem como característica a presença de grande disponibilidade hídrica mediante a entrada de água no sistema subterrâneo. 10 Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira
  • 11.
    Aquífero Guarani Profª. Drª.Sonia V. W. B. de Oliveira 11
  • 12.
    Doenças de veiculaçãohídrica (direta ou indiretamente) • Amebíase, Giardíase, Gastroenterite, Febre tifoide e paratifoide, Hepatite infecciosa (Hepatite A e E), Cólera, Esquistossomose, Ascaridíase, Teníase, Oxiuríase. 12
  • 13.
    Privadas coletivas daItália Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 13 •http://www.sewerhistory.org/images/pu/100_pu05.jpg
  • 14.
    Privadas coletivas emRoma Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 14 •http://www.sewerhistory.org/images/w/wemi/wemi_Ostia_Latrine.jpg
  • 15.
    Penicos ao longoda história 15
  • 16.
    “Tronos” Profª. Drª. SoniaV. W. B. de Oliveira 16
  • 17.
    Sistemas de Tratamentode Esgoto 17 Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira EGSB Lodos Ativados UASB Grades Lagoas Digestor de lodo
  • 18.
    Profª. Drª. SoniaV. W. B. de Oliveira 18
  • 19.
    Tratamento e Disposiçãodo Lodo • Adensamento: remoção de umidade (adensador por gravidade) • Estabilização: remoção de matéria orgânica (digestor anaeróbio) • Condicionamento: preparo para a desidratação (desidratador mecânico) • Desidratação: remoção de umidade (leito de secagem) • Disposição: aterro sanitário, condicionamento de solo Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 19
  • 21.
    Sistema de EsgotamentoSanitário É um conjunto de obras e instalações destinadas a realizar : coleta, transporte e afastamento, disposição final das águas residuárias da comunidade, de uma forma adequada do ponto de vista sanitário. Benefícios:  Melhorias das condições sanitárias locais Eliminação dos focos de poluição e contaminação Eliminação de problemas estéticos desagradáveis Melhoria do potencial produtivo do ser humano
  • 24.
    Introdução • Lixo: – Misturade resíduos como vidros, plásticos, metais, papel e matéria orgânica • Resíduo: –Apresenta potencial de uso com ou sem tratamento –Pode ser aproveitado pelo gerador ou outro usuário • Rejeito: –Material residual inservível –Sem possibilidade técnica ou econômica de reaproveitamento –Deve ser tratado e descartado de forma adequada Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 24
  • 25.
    Responsabilidade Origem Possíveis Classes Responsável Domiciliar II -A Prefeitura Comercial II - A e B Prefeitura Industrial I, II - A e B Gerador do resíduo Público II - A e B Prefeitura Serviços de saúde I, II - A e B Gerador do resíduo Portos, aeroportos e terminais ferroviários I, II - A e B Gerador do resíduo Agrícola I, II - A e B Gerador do resíduo Entulho II - B Gerador do resíduo Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 25
  • 26.
    Poluentes (ref. natureza) •Físicos: Geralmente sólidos –suspensão, sedimentáveis, coloidais ou dissolvidos. • Químicos: –compostos orgânicos, inorgânicos, radioativos; compostos orgânicos sintéticos; derivados do petróleo; metais pesados; fertilizantes; substâncias tóxicas; nutrientes etc. • Biológicos: –bactérias, algas, protozoários, vírus, fungos, organismos patogênicos.
  • 27.
    Decomposição Resíduo Tempo deDecomposição Papel 3 meses Pano 6 meses a 1 ano Vidro Indeterminado Filtro de cigarro 1 a 2 anos Madeira pintada 13 anos Fralda descartável 600 anos Plástico 450 anos Lata de alumínio 200 a 500 anos Lata de conserva 100 anos Pneus Indeterminado Tampa de garrafa 150 anos Nylon 30 anos Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 27
  • 28.
    Seleção de Resíduos •Local da seleção de resíduos sólidos: – Seleção de resíduos orgânicos: poderá ser feita na origem para posterior compostagem – Seleção de resíduos recicláveis: • o ideal é que seja feita no próprio local de geração; • seu estado de conservação interfere no seu valor. – Seleção de resíduos de saúde, industriais e perigosos: é obrigatório que seja feita na fonte Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 28
  • 29.
    Apresentação, Coleta eDestino • Resíduos domiciliares: –Apresentação: sacos plásticos de boa qualidade –Coleta: sistema de coleta municipal –Destino: geralmente é o aterro sanitário municipal • Resíduos de serviços de saúde: –Apresentação: deverá ser feita em saco plástico especial, branco leitoso –Coleta: coleta especial do município –Destino: incinerador (não recomendado), autoclave, microondas, tocha de plasma, outros Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 29
  • 30.
    30 Profª. Drª. SoniaV. W. B. de Oliveira Coleta e transporte Lixo comum Resíduos de Serviços de Saúde Entulho
  • 31.
    Coleta Seletiva Profª. Drª.Sonia V. W. B. de Oliveira 31
  • 32.
    DRENAGEM URBANA Profª. Drª.Sonia V. W. B. de Oliveira 32 Drenagem é o termo empregado na designação das instalações destinadas a escoar o excesso de água, seja em rodovias, na zona rural ou na malha urbana.
  • 33.
    Causas da DrenagemUrbana • As inundações trazem também uma série de prejuízos às comunidades residentes, tanto na área urbana como na rural. Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 33
  • 34.
    • O alagamentoé caracterizado pelo acúmulo localizado de água. • Os alagamentos ocasionam vários transtornos na população, pois aumentam o risco dos seres humanos entrarem em contato com a água contaminada e, dependendo da magnitude, podem impossibilitar o deslocamento de pessoas.
  • 36.
    Mas qual éa diferença entre enchente, inundação e alagamento? • A enchente é causada sobretudo pela elevada vazão da chuva. • A inundação é caracterizada pelo transbordamento, que inunda a região. • No que diz respeito ao alagamento, este é definido pelo acúmulo de água e pelo sistema de drenagem sem eficácia ou até mesmo em falta.
  • 37.
    IMPERMEABILIDADE DO SOLO Profª.Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 37
  • 38.
    Causas da DrenagemUrbana • Remoção da cobertura vegetal nativa: o que causa o assoreamento de rios que influência diretamente no caminho natural percorrido pela agua, além de erosão, aquecimento e nebulosidade são fatores que não só estão ligado diretamente na drenagem mas também com o meio ambiente. • Evitar alagamentos: • Impermeabilização: os terrenos antes coberto com mata hoje com os aglomerados urbanos são cobertos com asfalto, calcadas e etc.. • Conscientização da população em geral: com a falta de conscientização da população sobre o risco que pode haver ao ocupar áreas de mananciais de forma irregular além de lixo jogado em via pública que entope os bueiros e boca de lobo. Profª. Drª. Sonia V. W. B. de Oliveira 38
  • 39.
    • 4 problemasgerados pelo saneamento básico inadequado no Brasil • 2 de julho de 2020•5 mins. de leitura • Um terço das residências do Brasil não tem esgotamento sanitário, um grave problema de saneamento básico e saúde pública
  • 40.
    • 1. Maiorincidência de doenças • A ausência de um saneamento adequado está relacionada a uma maior proliferação de doenças. A destinação inadequada do lixo e a falta de tratamento de água e do esgoto aumentam o contato da população com inúmeros patógenos perigosos. • As doenças com maiores incidências devido à exposição a ambientes sem saneamento são leptospirose, disenteria bacteriana, esquistossomose, febre tifoide, cólera e parasitoides. A falta de tratamento de lixo e esgotamento sanitário também pode agravar surtos de epidemias como dengue, chikungunya e zika.
  • 41.
    • 2 Aumentode mortalidade • Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 88% das mortes por diarreia no mundo são causadas por saneamento inadequado. Desses óbitos, 84% são de crianças com até 5 anos de idade; a OMS estima que 1,5 milhão de crianças morrem a cada ano em decorrência de patologias diarreicas.
  • 42.
    • 3 Impactonegativo no sistema único de saúde • No Brasil, somente no primeiro trimestre de 2020, foram gastos R$ 16 milhões com internações causadas por patologias decorrentes de saneamento inadequado, de acordo com estudo da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes). Foram mais de 41 mil internações por falhas no saneamento no período, que ocuparam 4,2% dos leitos do SUS por três dias, em média. Alguns estados foram mais afetados por patologias de transmissão fecal- oral. • No Maranhão, a ocupação foi de 17,6% dos leitos públicos, o que custou mais de R$ 1 milhão no período. O estado é seguido por Pará (11,7%) e Piauí (9,6%). Entre as capitais, Belém (PA) teve 10,5% dos leitos ocupados com patologias decorrentes de saneamento inadequado; Manaus (AM), 5,5%; e Fortaleza (CE), 4,6%.
  • 43.
    • 4 Dificuldadeno combate à pandemia de covid-19 • As internações causadas por enfermidades decorrentes da falta de saneamento prejudicam o atendimento a pessoas infectadas pelo coronavírus. A Abes estima que, caso houvesse universalização do saneamento no Brasil, mais de 13 mil leitos estariam disponíveis por mês, os quais poderiam ser utilizados no combate à pandemia de covid-19 • . • Com isso, o País poderia economizar recursos que foram utilizados para a construção de leitos provisórios em hospitais de campanha e focar os investimentos em medidas preventivas para contenção da crise sanitária provocada pelo Sars-Cov-2. Somente no primeiro hospital de campanha criado pelo governo federal foram gastos R$ 10 milhões para a abertura de 200 leitos.