REVISÃO UERJ PRIMEIRA FASE
TIPOS DE DISCURSO
Discurso Direto
No discurso direto, o narrador dá uma pausa na sua narração e passa a citar
fielmente a fala do personagem.
O objetivo desse tipo de discurso é transmitir autenticidade e espontaneidade.
Assim, o narrador se distancia do discurso, não se responsabilizando pelo que é
dito.
Pode ser também utilizado por questões de humildade - para não falar algo que foi
dito por um estudioso, por exemplo, como se fosse de sua própria autoria.
Características do Discurso Direto
•Utilização dos verbos da categoria dicendi, ou seja, aqueles que têm relação com o
verbo "dizer". São chamados de "verbos de elocução", a saber: falar, responder,
perguntar, indagar, declarar, exclamar, dentre outros.
•Utilização dos sinais de pontuação - travessão, exclamação, interrogação, dois
pontos, aspas.
•Inserção do discurso no meio do texto - não necessariamente numa linha isolada
TIPOS DE DISCURSO
Exemplos de Discurso Direto
1.Os formados repetiam: "Prometo cumprir meus deveres e respeitar
meus semelhantes com firmeza e honestidade.".
2.O réu afirmou: "Sou inocente!"
3.Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar:
— Alô, quem fala?
— Bom dia, com quem quer falar? — respondeu com tom de simpatia.
DISCURSO INDIRETO
Discurso Indireto
No discurso indireto, o narrador da história interfere na fala do
personagem preferindo suas palavras. Aqui não encontramos as
próprias palavras da personagem.
Características do Discurso Indireto
•O discurso é narrado em terceira pessoa.
•Algumas vezes são utilizados os verbos de elocução, por exemplo: falar,
responder, perguntar, indagar, declarar, exclamar. Contudo, não há
utilização do travessão, pois geralmente as orações são subordinadas,
ou seja, dependem de outras orações, o que pode ser marcado através
da conjunção “que” (verbo + que).
DISCURSO INDIRETO
Exemplos de Discurso Indireto
1.Os formados repetiam que iriam cumprir seus deveres e respeitar seus
semelhantes com firmeza e honestidade.
2.O réu afirmou que era inocente.
3.Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar. Cumprimentou e
perguntou quem estava falando. Do outro lado, alguém respondeu ao
cumprimento e perguntou com tom de simpatia com quem a pessoa
queria falar.
DISCURSO INDIRETO LIVRE
Discurso Indireto Livre
No discurso indireto livre há uma fusão dos tipos de discurso (direto e
indireto), ou seja, há intervenções do narrador, bem como da fala dos
personagens.
Não existem marcas que mostrem a mudança do discurso. Por isso, as
falas dos personagens e do narrador - que sabe tudo o que se passa no
pensamento dos personagens - podem ser confundidas.
DISCURSO INDIRETO
Exemplos de Discurso Indireto Livre
1.Fez o que julgava necessário. Não estava arrependido, mas sentia um
peso. Talvez não tenha sido suficientemente justo com as crianças…
2.O despertador tocou um pouco mais
cedo. Vamos lá, eu sei que consigo!
3.Amanheceu
chovendo. Bem, lá vou eu passar o dia assistindo televisão!
Nas orações destacadas os discursos são diretos, embora não tenha
sido sinalizada a mudança da fala do narrador para a do personagem.
EXERCÍCIOS
(Fuvest-2000) Sinhá Vitória falou assim, mas Fabiano resmungou, franziu a
testa, achando a frase extravagante. Aves matarem bois e cabras, que
lembrança! Olhou a mulher, desconfiado, julgou que ela estivesse
tresvariando.
(Graciliano Ramos, Vidas secas)
Uma das características do estilo de Vidas Secas é o uso do discurso indireto
livre, que ocorre no trecho:
a) “sinha Vitória falou assim”.
b) “Fabiano resmungou”.
c) “franziu a testa”.
d) “que lembrança”.
e) “olhou a mulher”
EXERCÍCIOS
(Fuvest-2000) Sinhá Vitória falou assim, mas Fabiano resmungou, franziu a
testa, achando a frase extravagante. Aves matarem bois e cabras, que
lembrança! Olhou a mulher, desconfiado, julgou que ela estivesse
tresvariando.
(Graciliano Ramos, Vidas secas)
Uma das características do estilo de Vidas Secas é o uso do discurso indireto
livre, que ocorre no trecho:
a) “sinha Vitória falou assim”.
b) “Fabiano resmungou”.
c) “franziu a testa”.
d) “que lembrança”.
e) “olhou a mulher”
(Fuvest-2003) Um homem vem caminhando por um parque quando de
repente se vê com sete anos de idade. Está com quarenta, quarenta e
poucos. De repente dá com ele mesmo chutando uma bola perto de um
banco onde está a sua babá fazendo tricô. Não tem a menor dúvida de
que é ele mesmo. Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a
babá. Tem uma vaga lembrança daquela cena. Um dia ele estava
jogando bola no parque quando de repente aproximou-se um homem
e… O homem aproxima-se dele mesmo. Ajoelha-se, põe as mãos nos
seus ombros e olha nos seus olhos. Seus olhos se enchem de lágrimas.
Sente uma coisa no peito. Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o
tempo. Como eu era inocente. Como os meus olhos eram limpos. O
homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer. Apenas
abraça a si mesmo, longamente. Depois sai caminhando, chorando, sem
olhar para trás. O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta.
Também se reconheceu. E fica pensando, aborrecido: quando eu tiver
quarenta, quarenta e poucos anos, como eu vou ser sentimental!
(Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)
O discurso indireto livre é empregado na seguinte passagem:
a) Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o tempo.
b) Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a babá. Tem uma
vaga lembrança daquela cena.
c) Um homem vem caminhando por um parque quando de repente se
vê com sete anos de idade.
d) O homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer.
Apenas abraça a si mesmo, longamente.
e) O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta.
Ver Resposta
O discurso indireto livre é empregado na seguinte passagem:
a) Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o tempo.
b) Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a babá. Tem uma
vaga lembrança daquela cena.
c) Um homem vem caminhando por um parque quando de repente se
vê com sete anos de idade.
d) O homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer.
Apenas abraça a si mesmo, longamente.
e) O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta.
Ver Resposta
FIGURAS DE LINGUAGEM
Figuras de Linguagem, também chamadas de figuras de estilo, são
recursos estilísticos usados para dar maior ênfase à comunicação e torná-la
mais bonita.
Dependendo da sua função, elas são classificadas em:
•Figuras de palavras ou semânticas: estão associadas ao significado das
palavras. Exemplos: metáfora, comparação, metonímia, catacrese,
sinestesia e perífrase.
•Figuras de pensamento: trabalham com a combinação de ideias e
pensamentos. Exemplos: hipérbole, eufemismo, litote, ironia,
personificação, antítese, paradoxo, gradação e apóstrofe.
•Figuras de sintaxe ou construção: interferem na estrutura gramatical da
frase. Exemplos: elipse, zeugma, hipérbato, polissíndeto, assíndeto,
anacoluto, pleonasmo, silepse e anáfora.
•Figuras de som ou harmonia: estão associadas à sonoridade das palavras.
Exemplos: aliteração, paronomásia, assonância e onomatopeia.
No título Soneto da hora
final, para revelar o
tema do poema, recorre-
se à figura de linguagem
denominada:
eufemismo
metonímia
hipérbole
ironia
Ter enxaqueca não era para
todos, (l. 2)
Considerando que a afirmação
acima não pode ser verdadeira,
conclui-se que ela é feita para
expressar outro sentido, menos
literal.
O sentido expresso pela afirmação,
no texto, pode ser definido como:
A metonímico
B hiperbólico
C metafórico
D irônico
A EDUCAÇÃO PELA SEDA
Vestidos muito justos são vulgares. Revelar formas é vulgar. Toda revelação é de uma
vulgaridade abominável.
Os conceitos a vestiram como uma segunda pele, e pode-se adivinhar a norma que lhe
rege a vida ao primeiro olhar.
Rosa Amanda Strausz
Mínimo múltiplo comum: contos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1990
Os conceitos a vestiram como uma segunda pele,
O vocábulo a é comumente utilizado para substituir termos já enunciados. No texto,
entretanto, ele tem um uso incomum, já que permite subentender um termo não
enunciado.
Esse uso indica um recurso assim denominado:
Aelipse
Bcatáfora
Cdesignação
Dmodalização
O texto é todo construído
por meio do emprego de
uma figura de estilo.
Essa figura é denominada
de:
Aelipse
Bmetáfora
Cmetonímia
Dpersonificação
INTERTEXTUALIDADE
A intertextualidade é a relação estabelecida
entre dois ou mais textos. Em outros termos, é
estabelecido um diálogo entre ambos em que
um cita o outro. Para Bakhtin, a linguagem é, por
natureza, dialógica. Em outras palavras, ela
sempre estabelece uma relação/diálogo entre
pelo menos dois seres, dois discursos, duas
palavras.
A intertextualidade implícita não apresenta
marcas linguísticas verificáveis, enquanto a
intertextualidade explícita apresenta marcas
QUAIS SÃO OS TIPOS DE INTERTEXTUALIDADE?
INTERTEXTUALIDADE IMPLÍCITA X
INTERTEXTUALIDADE EXPLÍCITA
Admirável Chip Novo
Pane no sistema
Alguém me desconfigurou
Aonde estão meus olhos de robô?
Eu não sabia, eu não tinha percebido
Eu sempre achei que era vivo
Parafuso e fluido em lugar de articulação
Até achava que aqui batia um coração
Nada é orgânico, é tudo programado
E eu achando que tinha me libertado
Todas elas juntas num só ser
De Jackson do Pandeiro, nem
Cremilda
De Michael Jackson, nem a Billie Jean
De Jimi Hendrix, nem a doce Angel
Nem Ângela nem Lígia, de Jobim
Nem Lia, Lily Braun nem Beatriz
Das doze deusas de Edu e Chico
Até das trinta Leilas de Donato
E de Layla, de Clapton, eu abdico
Só você,
Canto e toco só você

Revisão para vestibular UERJ conteúdos básicos

  • 1.
  • 2.
    TIPOS DE DISCURSO DiscursoDireto No discurso direto, o narrador dá uma pausa na sua narração e passa a citar fielmente a fala do personagem. O objetivo desse tipo de discurso é transmitir autenticidade e espontaneidade. Assim, o narrador se distancia do discurso, não se responsabilizando pelo que é dito. Pode ser também utilizado por questões de humildade - para não falar algo que foi dito por um estudioso, por exemplo, como se fosse de sua própria autoria. Características do Discurso Direto •Utilização dos verbos da categoria dicendi, ou seja, aqueles que têm relação com o verbo "dizer". São chamados de "verbos de elocução", a saber: falar, responder, perguntar, indagar, declarar, exclamar, dentre outros. •Utilização dos sinais de pontuação - travessão, exclamação, interrogação, dois pontos, aspas. •Inserção do discurso no meio do texto - não necessariamente numa linha isolada
  • 3.
    TIPOS DE DISCURSO Exemplosde Discurso Direto 1.Os formados repetiam: "Prometo cumprir meus deveres e respeitar meus semelhantes com firmeza e honestidade.". 2.O réu afirmou: "Sou inocente!" 3.Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar: — Alô, quem fala? — Bom dia, com quem quer falar? — respondeu com tom de simpatia.
  • 4.
    DISCURSO INDIRETO Discurso Indireto Nodiscurso indireto, o narrador da história interfere na fala do personagem preferindo suas palavras. Aqui não encontramos as próprias palavras da personagem. Características do Discurso Indireto •O discurso é narrado em terceira pessoa. •Algumas vezes são utilizados os verbos de elocução, por exemplo: falar, responder, perguntar, indagar, declarar, exclamar. Contudo, não há utilização do travessão, pois geralmente as orações são subordinadas, ou seja, dependem de outras orações, o que pode ser marcado através da conjunção “que” (verbo + que).
  • 5.
    DISCURSO INDIRETO Exemplos deDiscurso Indireto 1.Os formados repetiam que iriam cumprir seus deveres e respeitar seus semelhantes com firmeza e honestidade. 2.O réu afirmou que era inocente. 3.Querendo ouvir sua voz, resolveu telefonar. Cumprimentou e perguntou quem estava falando. Do outro lado, alguém respondeu ao cumprimento e perguntou com tom de simpatia com quem a pessoa queria falar.
  • 6.
    DISCURSO INDIRETO LIVRE DiscursoIndireto Livre No discurso indireto livre há uma fusão dos tipos de discurso (direto e indireto), ou seja, há intervenções do narrador, bem como da fala dos personagens. Não existem marcas que mostrem a mudança do discurso. Por isso, as falas dos personagens e do narrador - que sabe tudo o que se passa no pensamento dos personagens - podem ser confundidas.
  • 7.
    DISCURSO INDIRETO Exemplos deDiscurso Indireto Livre 1.Fez o que julgava necessário. Não estava arrependido, mas sentia um peso. Talvez não tenha sido suficientemente justo com as crianças… 2.O despertador tocou um pouco mais cedo. Vamos lá, eu sei que consigo! 3.Amanheceu chovendo. Bem, lá vou eu passar o dia assistindo televisão! Nas orações destacadas os discursos são diretos, embora não tenha sido sinalizada a mudança da fala do narrador para a do personagem.
  • 8.
    EXERCÍCIOS (Fuvest-2000) Sinhá Vitóriafalou assim, mas Fabiano resmungou, franziu a testa, achando a frase extravagante. Aves matarem bois e cabras, que lembrança! Olhou a mulher, desconfiado, julgou que ela estivesse tresvariando. (Graciliano Ramos, Vidas secas) Uma das características do estilo de Vidas Secas é o uso do discurso indireto livre, que ocorre no trecho: a) “sinha Vitória falou assim”. b) “Fabiano resmungou”. c) “franziu a testa”. d) “que lembrança”. e) “olhou a mulher”
  • 9.
    EXERCÍCIOS (Fuvest-2000) Sinhá Vitóriafalou assim, mas Fabiano resmungou, franziu a testa, achando a frase extravagante. Aves matarem bois e cabras, que lembrança! Olhou a mulher, desconfiado, julgou que ela estivesse tresvariando. (Graciliano Ramos, Vidas secas) Uma das características do estilo de Vidas Secas é o uso do discurso indireto livre, que ocorre no trecho: a) “sinha Vitória falou assim”. b) “Fabiano resmungou”. c) “franziu a testa”. d) “que lembrança”. e) “olhou a mulher”
  • 10.
    (Fuvest-2003) Um homemvem caminhando por um parque quando de repente se vê com sete anos de idade. Está com quarenta, quarenta e poucos. De repente dá com ele mesmo chutando uma bola perto de um banco onde está a sua babá fazendo tricô. Não tem a menor dúvida de que é ele mesmo. Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a babá. Tem uma vaga lembrança daquela cena. Um dia ele estava jogando bola no parque quando de repente aproximou-se um homem e… O homem aproxima-se dele mesmo. Ajoelha-se, põe as mãos nos seus ombros e olha nos seus olhos. Seus olhos se enchem de lágrimas. Sente uma coisa no peito. Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o tempo. Como eu era inocente. Como os meus olhos eram limpos. O homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer. Apenas abraça a si mesmo, longamente. Depois sai caminhando, chorando, sem olhar para trás. O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta. Também se reconheceu. E fica pensando, aborrecido: quando eu tiver quarenta, quarenta e poucos anos, como eu vou ser sentimental! (Luís Fernando Veríssimo, Comédias para se ler na escola)
  • 11.
    O discurso indiretolivre é empregado na seguinte passagem: a) Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o tempo. b) Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a babá. Tem uma vaga lembrança daquela cena. c) Um homem vem caminhando por um parque quando de repente se vê com sete anos de idade. d) O homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer. Apenas abraça a si mesmo, longamente. e) O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta. Ver Resposta
  • 12.
    O discurso indiretolivre é empregado na seguinte passagem: a) Que coisa é a vida. Que coisa pior ainda é o tempo. b) Reconhece a sua própria cara, reconhece o banco e a babá. Tem uma vaga lembrança daquela cena. c) Um homem vem caminhando por um parque quando de repente se vê com sete anos de idade. d) O homem tenta dizer alguma coisa, mas não encontra o que dizer. Apenas abraça a si mesmo, longamente. e) O garoto fica olhando para a sua figura que se afasta. Ver Resposta
  • 13.
    FIGURAS DE LINGUAGEM Figurasde Linguagem, também chamadas de figuras de estilo, são recursos estilísticos usados para dar maior ênfase à comunicação e torná-la mais bonita. Dependendo da sua função, elas são classificadas em: •Figuras de palavras ou semânticas: estão associadas ao significado das palavras. Exemplos: metáfora, comparação, metonímia, catacrese, sinestesia e perífrase. •Figuras de pensamento: trabalham com a combinação de ideias e pensamentos. Exemplos: hipérbole, eufemismo, litote, ironia, personificação, antítese, paradoxo, gradação e apóstrofe. •Figuras de sintaxe ou construção: interferem na estrutura gramatical da frase. Exemplos: elipse, zeugma, hipérbato, polissíndeto, assíndeto, anacoluto, pleonasmo, silepse e anáfora. •Figuras de som ou harmonia: estão associadas à sonoridade das palavras. Exemplos: aliteração, paronomásia, assonância e onomatopeia.
  • 14.
    No título Sonetoda hora final, para revelar o tema do poema, recorre- se à figura de linguagem denominada: eufemismo metonímia hipérbole ironia
  • 16.
    Ter enxaqueca nãoera para todos, (l. 2) Considerando que a afirmação acima não pode ser verdadeira, conclui-se que ela é feita para expressar outro sentido, menos literal. O sentido expresso pela afirmação, no texto, pode ser definido como: A metonímico B hiperbólico C metafórico D irônico
  • 17.
    A EDUCAÇÃO PELASEDA Vestidos muito justos são vulgares. Revelar formas é vulgar. Toda revelação é de uma vulgaridade abominável. Os conceitos a vestiram como uma segunda pele, e pode-se adivinhar a norma que lhe rege a vida ao primeiro olhar. Rosa Amanda Strausz Mínimo múltiplo comum: contos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1990 Os conceitos a vestiram como uma segunda pele, O vocábulo a é comumente utilizado para substituir termos já enunciados. No texto, entretanto, ele tem um uso incomum, já que permite subentender um termo não enunciado. Esse uso indica um recurso assim denominado: Aelipse Bcatáfora Cdesignação Dmodalização
  • 18.
    O texto étodo construído por meio do emprego de uma figura de estilo. Essa figura é denominada de: Aelipse Bmetáfora Cmetonímia Dpersonificação
  • 19.
    INTERTEXTUALIDADE A intertextualidade éa relação estabelecida entre dois ou mais textos. Em outros termos, é estabelecido um diálogo entre ambos em que um cita o outro. Para Bakhtin, a linguagem é, por natureza, dialógica. Em outras palavras, ela sempre estabelece uma relação/diálogo entre pelo menos dois seres, dois discursos, duas palavras. A intertextualidade implícita não apresenta marcas linguísticas verificáveis, enquanto a intertextualidade explícita apresenta marcas
  • 20.
    QUAIS SÃO OSTIPOS DE INTERTEXTUALIDADE?
  • 22.
    INTERTEXTUALIDADE IMPLÍCITA X INTERTEXTUALIDADEEXPLÍCITA Admirável Chip Novo Pane no sistema Alguém me desconfigurou Aonde estão meus olhos de robô? Eu não sabia, eu não tinha percebido Eu sempre achei que era vivo Parafuso e fluido em lugar de articulação Até achava que aqui batia um coração Nada é orgânico, é tudo programado E eu achando que tinha me libertado
  • 23.
    Todas elas juntasnum só ser De Jackson do Pandeiro, nem Cremilda De Michael Jackson, nem a Billie Jean De Jimi Hendrix, nem a doce Angel Nem Ângela nem Lígia, de Jobim Nem Lia, Lily Braun nem Beatriz Das doze deusas de Edu e Chico Até das trinta Leilas de Donato E de Layla, de Clapton, eu abdico Só você, Canto e toco só você