Relatório de auto-avaliação

Contexto e caracterização
1. Contexto

1.1 Escola/agrupamento
1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto

1.2 Endereço
Av. 25 de Abril
3280 011 Castanheira de Pera

1.3 Oferta Curricular
2º e 3º Ciclos - ensino diurno.

1.4. Dados Escolares

1.4.1. Taxa média de transição/conclusão
91.00%

1.4.2. Taxa de abandono escolar
0.00%

1.4.3. Nº de alunos com apoios educativos
95


2. Intervenientes no processo de auto-avaliação

Ano / Ciclo de Ensino                                  N.º de Alunos                   N.º de %
                                                                               intervenientes
Pré-Escolar                                                               --                 --         --
1.º Ano                                                                   --                 --         --
2.º Ano                                                                   --                 --         --
3.º Ano                                                                   --                 --         --
4.º Ano                                                                   --                 --         --
                               Total 1.º Ciclo                           0.0               0.0
5.º Ano                                                                  33                  2 6.06%
6.º Ano                                                                  32                  3 9.38%
                               Total 2.º Ciclo                       65.0                  5.0
7.º Ano                                                                  34                  4 11.76%
8.º Ano                                                                  34                  4 11.76%
9.º Ano                                                                  28                  2 7.14%
                               Total 3.º Ciclo                       96.0                 10.0
10.º Ano                                                                  --                 --         --
11.º Ano                                                                  --                 --         --
12.º Ano                                                                  --                 --         --
               Total Ensino Secundário                                   0.0               0.0
Outros cursos (CEF, EFA, …)                                               --                 --         --
                                             Total                 161.0                  15.0
Departamento/ outros                                  N.º de Docentes               N.º de inquiridos        %
intervenientes com funções
pedagógicas
Ciências Sociais e Hums.                                                        5                       1 20.00%
Línguas                                                                         9                       1 11.11%
Educação Especial/Apoios                                                        2                       1 50.00%
TIC                                                                             1                       1 100.00%
Coord. Área de Projecto                                                         1                       1 100.00%
Coord.Proj. Ed. Saúde                                                           1                       1 100.00%
Matem. e Ciências Exp.                                                         10                       3 30.00%
Artes e Expressões                                                              6                       2 33.33%
                                             Total                         35.0                      11.0
Pais/ encarregados de                                                    N.º           N.º de %
educação                                                                            inquiridos
de alunos do 2º e 3º Cicls                                               161                14 8.70%
Outros a definir                                                         N.º           N.º de %
                                                                                    inquiridos
--                                                                        --                 -- --
--                                                                        --                 -- --
--                                                                        --                 -- --
                                             Total                       0.0               0.0




     Relatório de auto-avaliação
     1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto
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Secção A
B. Leitura e literacia


B.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura na escola/agrupamento

Evidências (1)
. Fundo documental actual e apelativo (como “O Livro Inclinado”, dentado – “O Menino que Comia Livros”, em relevos – “O Principezinho”, obras que foram
objecto de adaptação cinematográfica, dando origem a filmes ou séries com êxito entre os mais novos…), adequado às faixas etárias e interesses dos alunos
do Agrupamento e às necessidades curriculares (1) - adquirido a partir de sugestões feitas pelos próprios alunos (por ex., na Caixa de Sugestões da BE), de
professores e do levantamento de necessidades feito pela Coordenadora.

(1) Trata-se não apenas de livros (ficcionais, informativos, entre outros), mas igualmente de:
- revistas e jornais periódicos – VISÃO JÚNIOR, BRAVO, ZONA Y, FUTEBOLISTA, SUPER INTERESSANTE, THE TEACHER’S MAGAZINE,
PROFESSORES, jornais locais e regionais, o JORNAL DE LETRAS;
- DVDs, CDs, cassetes…;
- jogos lúdico-didácticos vários (cerca de 10), nomeadamente de alargamento vocabular - como o Vocabulon Júnior e o Lectron /Learning English, - e de
promoção da literacia.

. Estatísticas de utilização informal da BE desta Escola (com cerca de 160 alunos):
- uma média de 63 alunos por dia;
- um a dois professores por dia.

. Estatísticas de livros consultados na Biblioteca este ano lectivo: 3 661 (para 3146 consultados no ano anterior – 2008/2009);

. Estatísticas de requisições domiciliárias de material livro: 685 (para 449 no ano anterior e 219 no ano de 2008);

. Estatísticas de requisições de material livro para sala de aula: 175 (para 70 no ano anterior e 65 em 2008);

. Registos de requisições de material didáctico (livro e outros) feita pelos professores: 439.

. Registos de utilização do espaço e seus recursos no desenvolvimento de actividades lectivas: 33 aulas das várias disciplinas, áreas curriculares, apoios
educativos, ateliês (1º, 2º e 3º Ciclos) – sobretudo a Língua Portuguesa, Inglês e Ciências Naturais (16 professores, no total). Recursos utilizados: vários tipos
de livro, dicionários, enciclopédias, dossiês temáticos, fichas de trabalho, revistas, jogos, DVDs, registos informativos (sobre efemérides e outros) nos placards
da BE, computadores – Internet, power points…- projector, televisores, leitores de CDs/DVDs e de VHS, “Livros com Afecto” (fichas de participação neste
passatempo).


Actividades/projectos da BE ou desta em articulação e parcerias,
no domínio da Leitura e Literacia:

. Relatórios, fotografias, sumários, actas de Conselho de Turma e de Departamento (particularmente das Línguas), Regulamentos, fichas de inscrição, Provas
Escritas (CNL), Diplomas de Participação, materiais de apoio elaborados para determinadas actividades, questionários (aos elementos da comunidade
escolar), registos de opinião, Jornal Escolar, cujas páginas centrais, a cores, são destinadas à BE, Boletins Culturais mensais, blogue da BE e página do
Agrupamento, actas de reuniões da equipa da BE:
- Projecto Ler+/PNL: através da participação em concursos, como o CNL; através de mais leituras, em contexto de sala de aula ou Biblioteca, como em Língua
Portuguesa e Estudo Acompanhado (sessões que começaram a ser dinamizadas sob proposta da Coordenadora da BE em Conselho Pedagógico;
- Distribuição de dicionários de língua portuguesa (e estrangeira) pelas salas de aula (permanência de 1 em cada sala);
- Projecto Educação para a Saúde: selecção de documentos (da BE) alusivos ao tema da saúde e da educação sexual (sobre Sexualidade, SIDA, etc.) e
montagem conjunta de exposição, na Biblioteca, adicionada por desdobráveis, boletins informativos e preservativos;
- Várias exposições temáticas e das novidades da BE, para divulgação – no próprio espaço da Biblioteca e na Sala dos Professores;
- Disponibilização do catálogo (OPAC);
- Circulação de Pacotes Itinerantes e grupos de livros (PNL) pelas salas/escolas do Agrupamento;
- Itinerâncias de fundo documental da Biblioteca Municipal;
- Serviço de empréstimo de documentos pertença de particulares;
- Organização de um dossiê com material de apoio/orientação à elaboração de trabalhos de pesquisa;
- Dinamização regular da Hora do Conto (sobretudo para a Pré, 2º e 3º Ciclos, mas foi também contemplado o 1º Ciclo) – por elementos da equipa da BE,
funcionárias do Agrupamento, Centro Paroquial e grupo de voluntários (alunos), Pais/Encarregados de Educação, escritora infanto-juvenil, Margarida Almeida;

- Encontros com escritoras e ilustradora, em articulação com o grupo de Língua Portuguesa do 2º e 3º Ciclos, educadoras e professoras do 1º Ciclo, após
trabalhos vários com os alunos, de preparação das sessões: leitura de biografias e resumos de algumas obras, leitura extensiva e compreensão de outras;
realização de fichas de trabalho; elaboração de questionários a dirigir oralmente às convidadas;
- Concurso “Caça Cientistas”, de promoção da leitura informativa;
- Outras actividades realizadas em articulação (com a participação de professores, alunos, Clubes, Ateliês, Centro Paroquial, BM de Figueiró dos Vinhos…):
dramatizações, teatro de sombras e fantoches, leitura e declamação de poesia, nomeadamente por uma professora da Escola, com poemas da sua autoria;
- Ciclos de cinema;
- Comemoração de um vasto leque de efemérides, com actividades diversas, contemplando, por exemplo, o “Mês Internacional da Biblioteca”, “Dia Mundial
da Poesia”, “Dia do Livro Português”, “Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor”, Semana da Leitura;
- Realização de actividades de promoção da leitura e da escrita como concursos, passatempos, - “À Volta dos Livros”, “Livros com Afecto";
- Animação da “árvore das quatro estações” (autêntica) com, entre outros elementos, textos do património cultural;
- Feira do livro em segunda mão;
- Exploração da Biblioteca Digital (Pré, 1º, 2º e 3º Ciclos) e do CD “Todos Podem Ler+ em Família”, do PNL;
- Sessão sobre Laínte (uma gíria local);
- Dinâmicas de marketing da BE e serviços.

. Jornal Escolar, relatórios, fotografias, Boletins Culturais, blogue, página do Agrupamento – meios de divulgação das dinâmicas e recursos da BE.



. Registo das turmas desta Escola envolvidas em trabalhos/actividades no âmbito da Leitura e Literacia: todas / de forma regular.
Registo de professores desta Escola envolvidos nestas dinâmicas – quer em contexto de sala de aula, Biblioteca ou outro: 29 (para 34 professores que a
Escola possui).
Registo de outros elementos da comunidade escolar e local envolvidos: 207 - educadoras, professoras do 1º Ciclo e funcionárias do Agrupamento (13);
crianças (164); Centro Comunitário/Paroquial, Biblioteca Municipal, Pais/Encarregados de Educação, outros (30).
Convidados especiais: escritoras – Madalena Santos (Março) e Margarida Almeida (Outubro e Abril); ilustradora – Márcia Santos; representante da editora
Gailivro – Paulo Cunha; representantes de artes e ofícios em vias de extinção; Domingos Alves, único falante de uma gíria local – o Laínte.



  Relatório de auto-avaliação
  1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto
  2010/10/07 13:41:48
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Outras evidências:
- horário da BE, alargado à hora do almoço;
- questionários aos docentes, aos alunos e encarregados de educação (v. aplicação);
- trabalhos de alunos.




Pontos fortes identificados
. Elevados registos de frequência da BE por parte dos alunos.
. Aumento significativo, que se tem vindo a registar de ano para ano, das requisições para leitura domiciliária e consultas de livros feitas pelos mesmos.
. Aumento significativo de requisições de material didáctico por parte dos professores.
. Aumento de registos de utilização do espaço da Biblioteca e seus recursos no desenvolvimento de actividades lectivas e extra-curriculares.
. A existência de uma dinâmica bastante forte ao nível da animação cultural e da promoção da leitura, que permitiu a existência de um Boletim Cultural
mensal.
. A valorização da BE por parte dos elementos da comunidade escolar e dos pais/encarregados de educação e o envolvimento da comunidade local nas
actividades da BE, por solicitação.
. O interesse e empenho de toda a equipa de trabalho da BE (Coordenadora, professores, funcionárias), cujo trabalho desenvolvido só foi possível com muitas
horas extraordinárias.

Pontos fracos identificados
. A frequência e envolvimento dos pais /encarregados de educação nas actividades da BE, por iniciativa própria, deveriam ser maiores.
. Foram registadas algumas lacunas, ao nível do fundo documental, devido a material solicitado e não existente na BE.
. O comportamento de alguns alunos – tanto no decurso do uso informal da Biblioteca como no decurso de actividades – nem sempre foi o mais adequado.
. O número de horas atribuído ao Coordenador da Biblioteca é muito reduzido para o trabalho existente, o que, com o tempo, leva ao desgaste e saturação. A
restante equipa de trabalho tem, igualmente, um número de horas diminuto.

B.2 Integração da BE nas estratégias e programas de leitura ao nível da escola/agrupamento

Evidências (1)
. Fundo documental adequado, de diversos tipos (informativo, recreativo, ficcional…) e em vários suportes, incluindo periódicos como revistas específicas de
determinadas áreas, de apoio a professores e alunos (científicas, literárias, artísticas, desportivas…).
. Candidatura ao Plano Nacional de Leitura – 3º Ciclo e alargamento deste ao PNL.
. Listagens de material por áreas/disciplinas divulgados e facultados aos departamentos da Escola.
. Desdobráveis da BE (serviços e normas; sensibilização para a leitura/sugestões de leituras) – divulgado pela comunidade escolar e encarregados de
educação.
. Protocolo da formação do Grupo de Trabalho Concelhio, estabelecido com os seguintes parceiros: Biblioteca Escolar, Biblioteca Municipal, Câmara Municipal
e Centro Paroquial.
. Registo de exposições temáticas de fundo documental didáctico e lúdico-didáctico variado.
. Registo de divulgações de livros e autores, com a apresentação das respectivas biografias (em suporte papel – texto e imagem), no placard da Biblioteca.
. Regulamentos, fichas de participação, marcadores, fotografias, relatórios e outros registos de concursos e passatempos em articulação, contando com o
registo da atribuição de prémios (como livros.
. Relatórios, fotografias e outros materiais, como textos de apoio, desdobráveis / Registos da envolvência de encarregados de educação, parceiros de grupo
de trabalho concelhio e outros elementos no desenvolvimento de dinâmicas que, em maior ou menor grau, se encontram relacionadas com a leitura: encontro
com escritora, Hora do Conto, “Ofícios e Vocações” (comemorativa do Dia das Vocações – 14 de Maio).
. Regulamento e listagens dos Pacotes Itinerantes em circulação pelas escolas do 1º Ciclo – da vila e do Bolo.
. Registos da circulação de grupos de livros pelas salas de aula e Pré (PNL).
. Registo fotográfico e listagens de documentos da Biblioteca Municipal que circularam pelas escolas do Agrupamento em pacote itinerante – a Caixa Mágica.
. Relatórios e materiais de trabalho no âmbito do desenvolvimento de actividades do PNL em Estudo Acompanhado e Língua Portuguesa.
. Registo de saída de dicionários para as salas de aula (que aí permaneceram durante o ano, para uso de professores e alunos).
. Guiões de leitura orientada, fichas de leitura e de escrita, em dossiê de apoio à leitura e ao estudo.
. Guiões de apoio à realização de trabalhos de pesquisa (um para o 2º, outro para o 3º Ciclo).
. Dossiês temáticos para consulta/apoio a professores e alunos.
. Dossiês A5 com mini-fichas de trabalho (lúdico-didácticas) de apoio às línguas - portuguesa e estrangeiras no Cantinho das Línguas.
. Registos (fotográficos, de textos impressos, em power point…) de efemérides / actividades comemorativas realizadas quer na BE quer no exterior desta
(paredes dos corredores da Escola, Bar, Sala dos Professores, recinto escolar, salas de aula…).
. Registo de saídas de documentos variados, quanto ao tipo, tema e suporte, para a Sala dos Professores (para divulgação rotativa de novidades em banca
para o efeito) e salas de aula.
. Registos, listagens de documentos, regulamentos, relatórios de actividades, panfletos e desdobráveis, livros…:
- da feira do livro em segunda mão;
- do Projecto Educação para a Saúde: selecção de documentos (da BE) alusivos ao tema da saúde e da educação sexual (sobre Sexualidade, SIDA, etc.) e
montagem conjunta de exposição, na Biblioteca, adicionada por desdobráveis, boletins informativos e preservativos;
- do Projecto Ler+/PNL: através da participação em concursos, como o CNL; através de mais leituras, em contexto de sala de aula ou Biblioteca, como em
Língua Portuguesa e Estudo Acompanhado (sessões que começaram a ser dinamizadas sob proposta da Coordenadora da BE em Conselho Pedagógico.
. Registos de divulgação e realização de ciclos de cinema – “ler” em várias línguas.
. Registos da Hora do Conto, dramatizações/adaptações de contos, encontro com escritoras, envolvendo todo o Agrupamento num trabalho à volta dos livros
e da leitura.

. Registo das turmas desta Escola envolvidas em trabalhos/actividades no âmbito da Leitura e Literacia: todas / de forma regular.
Registo de professores desta Escola envolvidos nestas dinâmicas – quer em contexto de sala de aula, Biblioteca ou outro: 27 (para 34 professores que a
Escola possui).
Registo de outros elementos da comunidade escolar e local envolvidos: 207 - educadoras, professoras do 1º Ciclo e funcionárias do Agrupamento (13);
crianças (164); Centro Comunitário/Paroquial, Biblioteca Municipal, Pais/Encarregados de Educação, outros (30).

. Catálogo disponível a toda a comunidade escolar para consulta (OPAC), com a instalação do programa nos computadores da Biblioteca e da Sala dos
Professores.

. Blogue, criado com o objectivo de vir a ser um espaço de partilha de informação, ideias e materiais.

. Questionários aos docentes e encarregados de educação (v. aplicação).

Pontos fortes identificados
. Sensibilização para a importância da leitura como suporte e progressão das aprendizagens.
. Aumento significativo, que se tem vindo a registar de ano para ano, das requisições para leitura domiciliária e consultas de livros feitas pelos alunos.
. Aumento significativo de requisições de material didáctico por parte dos professores.
. Aumento de registos de utilização do espaço da Biblioteca e seus recursos no desenvolvimento de actividades lectivas e extra-curriculares.
. Maior articulação da parte dos professores, Projectos, Clubes com a BE.
. Promoção do trabalho articulado com departamentos e docentes através da concepção / participação em actividades / projectos relacionados com a leitura.

  Relatório de auto-avaliação
  1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto
  2010/10/07 13:41:48
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. A valorização da BE por parte dos elementos da comunidade escolar.
. O interesse e empenho de toda a equipa de trabalho da BE (Coordenadora, professores, funcionárias), cujo trabalho desenvolvido só foi possível com muitas
horas extraordinárias.

Pontos fracos identificados
. Fraca exploração de novos ambientes digitais (página do Agrupamento, da Biblioteca, blogue, Wiki…):
- para desenvolver a leitura, a escrita e um conjunto diversificado de competências;
- para permitir a discussão de temas, a produção de conteúdos e o trabalho colaborativo.

. Falta de tempo, por parte da equipa de trabalho da BE, de forma a pôr em prática todas as ideias que tem para outras dinâmicas que nunca chegaram a ser
realizadas.

B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia

Evidências (1)
. Estatísticas de requisições domiciliárias de material livro: 685 (para 449 no ano anterior e 219 no ano de 2008).

. Estatísticas de requisições de material livro para sala de aula: 175 (para 70 no ano anterior e 65 em 2008).

. Estatísticas de livros consultados na Biblioteca este ano lectivo: 3 661 (para 3146 consultados no ano anterior – 2008/2009).

. Registos de requisições de material didáctico (livro e outros) feita pelos professores: 439.

. Registos de utilização do espaço e seus recursos no desenvolvimento de actividades lectivas: 33 aulas das várias disciplinas, áreas curriculares, apoios
educativos, ateliês (1º, 2º e 3º Ciclos) – sobretudo a Língua Portuguesa, Inglês e Ciências Naturais (16 professores, no total). Recursos utilizados: vários tipos
de livro, dicionários, enciclopédias, dossiês temáticos, fichas de trabalho, revistas, jogos, DVDs, registos informativos (sobre efemérides e outros) nos placards
da BE, computadores – Internet, power points…- projector, televisores, leitores de CDs/DVDs e de VHS, “Livros com Afecto” (fichas de participação neste
passatempo).

. Questionários aos alunos (QA2) (v. resultados na aplicação), onde, por exemplo, na questão “Compara o que fazes agora com o que fazias no início do ano
lectivo”, de 15 alunos, 14 responderam “Agora leio mais livros”; a maioria (9 alunos) respondeu “Agora leio mais depressa”; 11 alunos responderam “Agora
leio livros com mais texto e textos mais longos”; 12, “Agora leio…e compreendo melhor o que leio”; 12, “Agora tenho melhores resultados escolares, porque
estou mais à vontade na leitura”, etc.
Na questão seguinte, “Em que medida consideras que a BE contribuiu para as tuas competências de leitura e para os teus resultados escolares?”, dos
mesmos 15 alunos, 5 responderam “Muito”; 9 responderam “Medianamente”; 1 respondeu “Pouco” e 0 (nenhum aluno) respondeu “Nada”.

. Questionários aos professores (QD2) (v. resultados na aplicação).

. Grelhas de observação – Participação em actividades de leitura (GO3) – a partir das quais se pode concluir que, embora a progressão não seja muito
significativa, na maior parte das competências, houve, efectivamente, melhorias em três grupos observados e registados.
Foi acrescentada, no questionário, uma questão de extrema importância, interligada com a compreensão de textos, “Lê com correcção e fluência”. Numa
turma não houve registo de progressão, mas em duas houve: de 54% (média atingida pelo grupo/turma), no segundo período, para 65%, no final do ano
escolar; e de 64,5% para 68%, noutro grupo/turma.
Igualmente houve uma melhoria expressa em percentagens nas seguintes competências:
- “Participa de forma activa nos vários aspectos envolvidos na actividade” (nos 3 grupos);
- “Sabe situar os acontecimentos relatados no contexto, se interpelado” (1 grupo);
- “Associa acontecimentos e outras leituras realizadas” (1 grupo);
- “Compreende textos escritos com complexidade e extensão adequadas ao nível de escolaridade” (nos 3 grupos);
- “Revela capacidade de escrita associada às competências de leitura evidenciadas (2 grupos).

. Testemunhos orais favoráveis de professores.

Pontos fortes identificados
. Aumento significativo, que se tem vindo a registar de ano para ano, das requisições para leitura domiciliária e consultas de livros feitas pelos alunos.
. Aumento de registos de utilização do espaço da Biblioteca e seus recursos no desenvolvimento de actividades lectivas e extra-curriculares.
. Promoção do trabalho articulado com departamentos e docentes através da concepção / participação em actividades / projectos relacionados com a leitura.
. Registo de alguma melhoria dos alunos no que diz respeito às competências de leitura.

Pontos fracos identificados
. Exploração de novos ambientes digitais (a melhorar) - página do Agrupamento, da Biblioteca, blogue, Wiki…- para desenvolver a leitura, a escrita e um
conjunto diversificado de competências.
. Falta de tempo, por parte da equipa de trabalho da BE, de forma a pôr em prática todas as ideias que tem para outras dinâmicas que nunca chegaram a ser
realizadas.




(1) Estas evidências resltam da análise e interpretação dos dados obtidos a partir dos diversos instrumentos de recolha de informação.

Quadro Síntese
B. Leitura e literacia

Motivo da escolha do domínio
• Consciência da grande importância da leitura e da literacia na formação integral das crianças/jovens e na promoção do sucesso escolar.
• Tendências pessoais/Gosto pelo trabalho a desenvolver no âmbito da Leitura e Literacia.
• Larga experiência de trabalho, de há vários anos até à data, neste domínio.
.

Nível obtido
4

Acções para melhoria
• Consolidar o trabalho articulado com departamentos, docentes.
• Continuar a encorajar a participação da comunidade local, nomeadamente pais/EE, nas actividades/projectos da BE.
• Convidar especialistas e organizar colóquios/seminários sobre a leitura, a literacia e o papel da BE.

Observações
* O nível atribuído (4) tem em conta:
- o facto de acharmos que, neste domínio, nos enquadramos no respectivo nível, o que pode ser constatado pelas evidências (umas enviadas em suporte

  Relatório de auto-avaliação
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digital, outras não – por não haver tempo para reunir tudo ou por não se encontrarem informatizadas);
- mas, sobretudo, o facto de, num plano desigual (relativamente aos professores bibliotecários a tempo inteiro ou quase), a Coordenadora (com apenas treze
horas registadas no horário), bem como a equipa (14 horas) trabalharam com bastante interesse e empenho, desenvolvendo um trabalho que requereu muitas
horas extraordinárias, para além das que lhes era imposto cumprir. Foi um trabalho de entrega por gosto, no entanto, desgastante, pois feito paralelamente a
muitas outras tarefas na (e para) a Escola, ligadas a actividades lectivas, reuniões, entre outras.


Fontes de evidências
Neste item pode transcrever/ incluir excertos de diferentes documentos.

Documentos de gestão da Escola/ Agrupamento
(Projecto Educativo, Projecto Curricular, Plano de Acção, Regulamento Interno, Plano Anual de Actividades, relatórios de avaliação, currículos profissionais da equipa da BE,
outros.)
Reg. Interno do Agrupamento

Subsecção V – Biblioteca
Âmbito e Objecto
1. A Biblioteca tem um papel fundamental a desempenhar na Escola, facultando à população
escolar a consulta de livros e outros documentos, um espaço sereno e silencioso, propiciador do
estudo e da concentração.
Artigo 81.º
Recrutamento e Mandato do Coordenador da Biblioteca
1. O Coordenador da Biblioteca da escola sede do Agrupamento é um professor, devendo ser um
docente do Quadro da Escola, de preferência com formação específica nesta área, de acordo
com as orientações do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares e da legislação vigente.
2. O Coordenador da Biblioteca é designado anualmente pelo Conselho Executivo.
3. O Coordenador da Biblioteca usufruirá de uma redução a definir anualmente, conforme gestão
do crédito global de horas, calculada com base na legislação em vigor.
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REGULAMENTO INTERNO
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4. Nas Escolas do 1.º Ciclo do Ensino Básico e Jardins de Infância, a responsabilidade da
Biblioteca é dos respectivos professores e educadores.
Artigo 82.º
Regime de Funcionamento
1. O regime de funcionamento do serviço da Biblioteca encontra-se regulamentado em
regulamento próprio.
2. A actualização do regulamento de funcionamento da Biblioteca e a sua afixação em local visível
são da responsabilidade do respectivo Coordenador.
Artigo 83.º
Definição
1. A Biblioteca é um serviço que se destina a apoiar, favorecer e incentivar o enriquecimento
cultural de todos os elementos da comunidade escolar, bem como proporcionar o
desenvolvimento de práticas, capacidades e hábitos de trabalho autónomo ou orientado. Deve,
assim, ser entendida como uma estrutura pedagógica integrada no processo educativo, pólo
dinamizador de novos projectos e novas práticas pedagógicas.
Artigo 84.º
Objectivos
1. A Biblioteca tem como objectivos:
a) Possibilitar a plena utilização dos recursos pedagógicos existentes e dotar o Agrupamento
de um fundo documental adequado às necessidades das diferentes áreas do saber e
projectos de trabalho;
b) Permitir a integração dos materiais impressos, audiovisuais e informáticos e favorecer a
constituição de conjuntos documentais, organizados em função de diferentes temas;
c) Desenvolver nos alunos competências baseadas na consulta, tratamento e produção de
informação, tais como: seleccionar, analisar, criticar e elaborar documentos;
d) Desenvolver nos alunos hábitos de trabalho de pesquisa ou estudo, individualmente ou
em grupo, por solicitação do professor ou por sua própria iniciativa;
e) Desenvolver nos alunos competências para reproduzir sínteses informativas em diferentes
suportes;
f) Ajudar os professores a planificarem as suas actividades de ensino e a diversificarem as
situações de aprendizagem;
g) Estimular nos alunos o prazer de ler e o interesse pela cultura nacional e universal;
h) Associar a leitura, os livros e a frequência de bibliotecas à ocupação lúdica dos tempos
livres.
i) Cooperar com outras bibliotecas, bem como, eventualmente, com outros organismos
culturais de apoio à divulgação da leitura e com actividades de animação cultural;
j) Dinamizar serviços de itinerâncias documentais.
Artigo 85.º
Organização e Gestão
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTANHEIRA DE PERA
REGULAMENTO INTERNO
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1. A organização e gestão da Biblioteca são da responsabilidade do Coordenador, com o apoio da
equipa educativa, em articulação com o Conselho Executivo.
2. A equipa educativa é constituída por professores com competências nos domínios pedagógico,
de gestão de projectos, de gestão da informação e das ciências documentais, devendo a sua
composição salvaguardar as disposições legais vigentes, e por um período mínimo de 3/4 anos,
de forma a viabilizar projectos sequenciais.
3. O mandato do Coordenador poderá cessar a todo o tempo, por pedido do interessado ou por
decisão fundamentada do Presidente do Conselho Executivo, ouvido o Conselho Pedagógico.
4. Compete ao Conselho Executivo, após auscultação do Coordenador da Biblioteca, a designação
dos restantes elementos da equipa educativa, respeitando os requisitos de formação e o perfil
funcional legalmente definido.
5. Os funcionários com experiência e/ou formação específica na área da biblioteconomia deverão
ficar vinculados à equipa da Biblioteca, considerando a especificidade do conteúdo funcional

  Relatório de auto-avaliação
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requerido.
6. Ao Coordenador da Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos caberá desenvolver as
seguintes funções/competências:
a) Coordenar a equipa da Biblioteca;
b) Representar a Biblioteca no Conselho Pedagógico;
c) Promover a integração e valorização da Biblioteca na escola, em termos normativos
(Projecto Educativo, Projecto Curricular, Regulamento Interno) e curriculares;
d) Participar na elaboração/revisão do Regulamento Interno, do Projecto Educativo, do
Projecto Curricular de Agrupamento e do Plano de Formação;
e) Coordenar a gestão, o planeamento e a organização da Biblioteca, no que respeita ao
domínio da informação e também nos aspectos pedagógico, administrativo e de pessoal;
f) Coordenar a elaboração do Regulamento da Biblioteca e propor a sua aprovação pelo
Conselho Pedagógico;
g) Elaborar e executar o Plano Anual de Actividades da Biblioteca;
h) Perspectivar a Biblioteca e as suas funções pedagógicas no contexto do Projecto
Educativo do Agrupamento, promovendo a sua constante actualização e uma utilização
plena dos recursos documentais, por parte dos alunos e professores, quer no âmbito
curricular quer no da ocupação de tempos livres;
i) Definir e operacionalizar, em articulação com o Conselho Executivo, as estratégias e
actividades de política documental do Agrupamento;
j) Assegurar que os recursos de informação são adquiridos e organizados de acordo com
os critérios técnicos de biblioteconomia, nomeadamente, no que se refere à catalogação
e classificação de todo o fundo documental;
k) Definir os mecanismos de articulação da Biblioteca com os diferentes sectores e actores
da escola e zelar pela sua aplicação;
l) Assessorar o Centro de Formação da sua área pedagógica para as questões de formação
dos docentes e não docentes no âmbito das bibliotecas;
m) Estabelecer redes de cooperação, acordos e protocolos, no plano interno e externo, nas
áreas de actividade da Biblioteca;
n) Participar nas reuniões / projectos da Rede de Bibliotecas Concelhias, de acordo com o
protocolo estabelecido;
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REGULAMENTO INTERNO
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o) Cooperar e articular com a Biblioteca Municipal, no sentido do desenvolvimento da
rede concelhia de bibliotecas;
p) Representar externamente a Biblioteca, de acordo e em consonância com o Conselho
Executivo e o Conselho Pedagógico;
q) Delegar funções nos membros da equipa;
r) Fazer cumprir as regras de funcionamento estabelecidas;
7. Os professores da equipa da Biblioteca devem ter competências:
a) Na área do planeamento e gestão (planificação de actividades, gestão do fundo
documental, organização da informação, serviços de referência e fontes de informação,
difusão da informação e marketing);
b) Na área das literacias, em particular nas da leitura e da informação;
c) No desenvolvimento do trabalho em rede;
d) Na área da avaliação;
e) De trabalho em equipa.
8. São atribuições do auxiliar de acção educativa em serviço na Biblioteca:
a) Atendimento aos utilizadores;
b) Controlo da leitura presencial, do empréstimo domiciliário e para as aulas;
c) Controlo do espaço da Biblioteca;
d) Apoio à utilização dos equipamentos;
e) Colaboração com o Coordenador da Biblioteca e outros elementos da equipa no
tratamento técnico dos documentos: registo, carimbagem, cotação, arrumação,
catalogação e informatização;
f) Manter a organização das zonas funcionais do espaço;
g) Participar no desenvolvimento das actividades de animação pedagógica e cultural;
h) Cooperar no tratamento estatístico regular dos dados da avaliação do desempenho da
Biblioteca.
9. A avaliação da Biblioteca far-se-á com regularidade, através da recolha de dados do trabalho
desenvolvido e serviços prestados, de acordo com os princípios do Programa Rede de
Bibliotecas Escolares, com o objectivo de auscultar o grau de satisfação dos utilizadores e
detectar fragilidades que devam ser objecto de intervenção.
10. No final de cada ano, o Coordenador da Biblioteca deverá entregar, no Conselho Executivo,
um Relatório final, a analisar em Conselho Pedagógico.

Documentos pedagógicos da Escola/Agrupamento
(Planificações dos departamentos, ACND, AEC, SAE, PTE-TIC, OTE, projectos curriculares das turmas, orientações/ recomendações do CP, trabalhos de alunos, resultados
de avaliação dos alunos, outros)
Neste livro é narrado o segundo ano de Harry na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts, quando o jovem feiticeiro, então com doze anos, é suspeito de ter
aberto a Câmara dos Segredos, onde, segundo uma lenda, se esconde um terrível monstro capaz de matar todos os feiticeiros de Meio-Sangue da escola.
De acordo com a lenda, Salazar Slytherin, o fundador da casa que leva o seu nome, e um dos quatro feiticeiros que fundou Hogwarts, teria construído uma
Câmara Secreta onde escondeu o monstro, e somente o seu herdeiro poderia reabri-la para que o animal pudesse continuar a sua missão. A suspeita de
Harry ser o herdeiro de Slythrin (e, consequentemente, de ser o responsável pela reabertura da Câmara) deve-se ao facto de Harry ser um ofidioglota, uma
característica rara entre os feiticeiros, que Salazar Slythrin também possuía. Os outros alunos acreditavam que Harry fosse o herdeiro por pensarem que,
tendo ele essa característica, só poderia ter sido herdada do antigo fundador.
O pai de Draco Malfoy, Lucius Malfoy, coloca um diário junto com coisas de Ginny Weasley (o Diário de Riddle). À medida que ela escreve no diário em
branco, a tinta apaga-se e surge uma nova frase escrita por Voldemort (Tom Riddle), ao que ela respondia. Isso fê-la ser possuída por Voldemort e levada à
Câmara dos Segredos. Correndo um grande risco, Harry entra na Câmara por uma passagem nos canos ajudado por Ron Weasley e levando à força Gilderoy
Lockhart e onde luta contra o Basilisk para resgatar Ginny.
Neste livro aparecem, pela primeira vez, a casa dos Weasley, o elfo doméstico Dobby, Lucius Malfoy (o pai de Draco Malfoy) e é feita uma pequena referência
à prisão de Azkaban, muito importante no livro seguinte.




Trabalho realizado por Helena Pereira, nº 7 - 7ªA
  Relatório de auto-avaliação
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ESCOLA EB 2,3 BISSAYA BARRETO


MARIA ALBERTA MENERES




TRABALHO REALIZADO POR
PATRICIA NUNES N º 13 6 º B




BIOGRAFIA:

Maria Alberta Meneres, de seu nome completo Maria Alberta Rovisco Garcia Meneres de Melo e Castro nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1930.
Licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas, pela Universidade Clássica de Lisboa. Foi professora do ensino secundário e colaborou em diversas
publicações nomeadamente Távola Redonda, Diário de Notícias, Cadernos do Meio-Dia e Diário Popular, tendo neste último sido responsável, durante dois
anos, pela secção Iniciação Literária.
A sua primeira obra data de 1952 e intitula-se Intervalo, tendo sido premiada, em 1960, com o seu livro Água-Memória, no Concurso Internacional de Poesia
Giacomo Leopardi.
Maria Alberta Meneres tem dedicado grande parte da sua obra à literatura infantil e juvenil e produziu nesta área programas de televisão, sendo em 1975 sido
nomeada chefe do departamento de programas infantis e juvenis da RTP.
Ao longo da sua carreira tem recebido inúmeros prémios nomeadamente o Prémio de Literatura Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1981. Em
colaboração com Ernesto de Melo e Castro, organizou, em 1979, uma Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa.

MARIA ALVERTA MENERES NASCEU EM VILA NOVA DE GAIA, NO DIA 25 DE AGOSTO DE 1930, FOI PROFESSORA, TRADUTORA, JORNALISTA,
POETISTA E ESCRITORA DE LIVROS INFANTIS, JOVENS E ADULTOS .
FORMOU – SE EM CIENCAS HISTORICO – FILOSOFIAS APESAR DE , QUANDO ERA CRIANÇA , QUERER ESTUDAR UMA ARÉA RELACIONADA COM
O DESANHO.
A SUA PRIMEIRA OBRA DATA DE 1952 E INTITULA – SE INTERVALO , TENDO SIDO PREMIADA , EM 1960 , COM O SEU LIVRO ÁGUA – MEMORIA ,
NO CONCURSO INTERNACIONAL DE POESIA GIOCOMO LEOPARDI .
DE 1965 A 1973 FOI PROFESSORA DO ENSINO TÉCNICO , PREPARATORIO E SECUNDARIO NAS DISCIPLINAS DE LINGUA PORTUGUESA E
HISTORIA .


De 1974 a 1986, dirigiu o Departamento de Programas Infantis e Juvenis da Rádio Televisiva Portuguesa (RTP). Em colaboração com Ernesto de Melo e
Castro, organizou, em 1979, uma Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa.
Em 1986, recebeu o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, "pelo conjunto da sua obra literária e pela manutenção de um
alto nível de qualidade escrita".
A sua obra infanto-juvenil inclui poesia, contos, BD, teatro, novelas, cómicos e a adaptação de clássicos da literatura.

Entre 1990 e 1993 dirigiu a revista Pais. Entretanto, na Provedoria da Justiça, foi-lhe dada a responsabilidade Provedora de Justiça de Crianças.
Trabalhou com outros autores literários ligados à literatura infanto-juvenil, como António Torrado, Carlos Correia e Natércia Rocha.

A maioria dos livros desta autora mostram como é bom o ensino e que devemos trabalhar para obter os melhores resultados possíveis.

Documentos de Gestão da BE
(Plano de Acção, Plano Anual de Actividades, acordos de parceria, Política de Desenvolvimento da Colecção, Manual de Procedimentos, Regimento, horário, relatórios,
plantas, inventários, outros)
AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTANHEIRA DE PÊRA
Escola E.B. 2,3 Dr. Bissaya Barreto
PLANO DE ACTIVIDADES DA BIBLIOTECA ESCOLAR - 2009/2010

ACTIVIDADES AO NÍVEL DA ANIMAÇÃO CULTURAL / PROMOÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA

(Em articulação com a comunidade escolar e outras pessoas/entidades)

OBJECTIVOS
DINAMIZADORES
DESTINATÁRIOS
CALENDARIZ.
RECs. MATERIAIS
VERBA

. Dinamização da actividade «À Descoberta da Biblioteca» - visita guiada, pela professora bibliotecária, com os alunos do 5º ano.
. Aproximar os alunos da realidade Biblioteca/ Centro de Recursos: organização, materiais ao dispor, funcionamento, normas a adoptar...
. Divulgar a organização dos espaços e do fundo documental; os serviços e o modo de funcionamento da B.E.
. Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização (adequada) dos recursos aí existentes.
. Proporcionar meios adequados de planificação de trabalho e estudo.
Coord. B.E.
Alunos do 5º ano.
Set. Guião/
guia do utiliza-dor; fichas de avaliação da actividade…

. Comemoração de diversas efemérides – de Outubro a meados de Junho – em articulação com os Departamentos, com destaque para as comemorações do
“Mês Internacional da Biblioteca”, contando com diversas dinâmicas a divulgar, nomeadamente, entre outras...
- concursos;
- apresentação de histórias, em teatro de fantoches e espectáculo de sombras (pelas animadoras da Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos);
- encontro com a nova escritora infanto-juvenil, Margarida Almeida, que fará a apresentação/lançamento dos seus livros, bem como com a ilustradora Márcia
Santos.
. Comemorar datas importantes/festivas.
. Alargar saberes em vários domínios.
. Desenvolver competências, nomeadamente, de leitura.
. Sensibilizar para aspectos do património cultural.
. Proporcionar momentos de lazer associados à cultura.


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. Organizar actividades que favoreceçam a consciência e a sensibilização para as questões de ordem cultural e social.
. Criar e manter nos mais novos o hábito e o prazer da aprendizagem e da utilização das bibliotecas ao longo da vida.
. Proporcionar actividades que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer.




Coord. e restante equipa.




Comunidade
escolar.



Ao longo do ano.

Outubro.


Livros, papel, placards fantocheiro, foco de luz, lençol
...




. Animação da “árvore das quatro estações” com textos do património cultural.
. Divulgar textos literários e do nosso património cultural de forma lúdica.
Marisa Filipe.
Comunidade escolar.
Ao longo do ano. Tronco de árvore com ramos; papel...

. “Hora do Conto”, com a apresentação de contos, pequenas dramatizações, divulgação de poesia, contando com a colaboração da comunidade escolar e
local, nomeadamente, com Encarregados de Educação e a intervenção das “avós”, com as histórias locais, tradicionais, com o Centro Comunitário, a B.M. de
Figueiró, Ansião, entre outros... .


. Organizar actividades que favoreceçam a consciência e a sensibilização para as questões de ordem cultural e social.
. Proporcionar actividades que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer.
. Promover a leitura e a escrita.
. Divulgar livros e autores.
. Dinamizar a B.E. de forma a entender-se como um espaço ludico-didáctico.
. Permitir que os alunos associem a leitura, os livros e a frequência das bibliotecas à ocupação dos tempos livres.
. Desenvolver o interesse pela cultura nacional e universal.
. Estabelecer uma relação Escola/Meio. Coord., com a interven-
ção da restante equipa, professo-
res, nomeada-
mente do Departa-mento de Línguas, e restante comunid. escolar; outros.



Comunidade escolar.




Ao longo do ano.


Livros, bonecos, fantocheiro, computador e projec-tor…




. Dinamização dos “Pacotes Itinerantes” pelas escolas do 1º Ciclo.
. Itinerâncias de fundo documental com a Biblioteca Municipal.
. Serviço de empréstimo de docs (de particulares). . Proporcionar os meios para o desenvolvivento das competências dos alunos e aumento do sucesso
escolar.
. Desenvolver hábitos de leitura.
. Alargar a oferta, em termos de diversidade de género de documentose ao nível da variedade de género de livros.

Coord.
BE e BM.

Comunidade escolar.

Ao longo do ano. Caixas e fundo docu-mental variado.


. Realização de concursos de promoção da leitura e da escrita, em articulação com os docentes de Língua Portuguesa, como:
- o “Concurso Nacional de Leitura”;
- “Ler é...”;
- “História Rasgada”.
. Promover a leitura.
. Desenvolver competências ao nível da leitura e da escrita.
. Divulgar textos, de alunos, com criatividade. Elementos da equipa da BE: Coordª., Marisa Filipe, Margarida Freire, Isilda Acúrcio.

  Relatório de auto-avaliação
  1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto
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Alunos do 2º e 3º Ciclos.
Ao longo do ano.
Livros, papel, fotocó-pias, papel crepe…

. Dinamização de actividade de divulgação de autores e livros: “À Volta dos Livros”.
. Promover a leitura e a escrita.
. Divulgar livros e autores.
Isilda Acúrcio. Comunidade escolar. Ao longo do ano.
Livros, papel, fotocs…
-----
. Dinamização da actividade de divulgação de livros de estimação “Livros Com Afecto”. . Promover a leitura e a escrita.
. Envolver toda a comunidade escolar em actividades da BE. Coord. BE. Comunidade escolar. 2º e 3º períodos Mini-fichas de leitura, cartolina, impressões.

---------

. Exposições:
- exposições temáticas, de trabalhos de alunos, com a colaboração dos professores das várias disciplinas;
- divulgação do fundo documental, por áreas, em expositores.
. Envolver os alunos (e restante comunidade) em projectos de trabalho que os alicie, lhes permita trabalhar em grupo e desenvolva capacidades.
. Promover a autoestima dos alunos, através da exposição/ divulgação dos seus trabalhos.
. Divulgar o fundo documental existente na B.E.
. Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização dos recursos aí existentes.
. Proporcionar meios adequados de (planificação) de trabalho.
Equipa da BE/
professores.
Comunidade escolar.
Ao longo do ano. Trabalhos de alunos em vários supor
tes; fundo docu-mental.

-----

. Dinamização da Semana da Leitura 2010, (Plano Nacional de Leitura/Ler+), com actividades diversas de promoção do livro e da leitura:
- “Hora do Conto”, contando com professores, funcionários e elementos da comunidade local;
- encontro com a jovem escritora Madalena Santos;
- exposições de trabalhos;
- exploração da Biblioteca Digital e do CD “Todos Podem Ler+ em Família”, do PNL;
- “Vêm aí os Alfarrabistas III”;
- sessões de cinema e audição de CDs.


. Sensibilizar para a importância da leitura.
. Promover o livro e a leitura e desenvolver competências neste domínio.
. Proporcionar momentos de lazer associados à cultura.
. Envolver os alunos (e restante comunidade) em projectos de trabalho que os alicie, lhes permita trabalhar em grupo e desenvolva capacidades e saberes.
. Dinamizar a B.E. de forma a entender-se esta como um espaço ludico-didáctico.
. Estabelecer uma relação Escola/Meio.
. Angariar fundos para a aquisição de documentos necessários.


Coord. BE., contando com a colabora-
ção de profs., alunos, funcs. e outros elementos da comunidade local e convids.



Comunidade escolar.



De 1 a 5 de Março



Livros, DVDs, CDs e outros recursos diversos.




--------

. Concurso “Caça Cientistas. . Conhecer nomes e feitos de destaque ligados às Ciências Físico-Químicas.
. Promover a pesquisa autónoma e a leitura de textos informativos.
Profs. Clara Guiné e Paulo Pinto.
Alunos do 2º e 3º Ciclos.
Ao longo do ano. Cartazes p/a divulgação da activ. e fundo doc.
-----
. Criação de um blog da BE, conjuntamente com alunos, aplicando um logótipo criado igualmente por alunos. . Criar um espaço de encontro dos
frequentadores da BE.
. Divulgar informação.
. Trocar ideias e esclarecer dúvidas.
. Desenvolver competências nos alunos.
Professor TIC e alunos.
Comunidade escolar e local.
2º e 3º períodos.
Computadores.
---------
. Sessão com profissionais locais/encarregados de educação – “Ofícios e Vocações”, contando com a presença de um ex-latoeiro, ex-resineiros, uma ex-
cerzideira, um agricultor/apicultor, igualmente falante de laínte, uma gíria local – a terminar ao som do acordeão, tocado por aluno do 5º ano.
. Alargar conhecimentos relativos ao nosso património cultural.
. Aproximar os alunos da realidade local e profissional.
. Formar para a cidadania.

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Coordenadora BE.
Comunidade escolar.
14 de Maio.
Máquina fotog. e outros.
---------
. Colaboração com o Jornal Escolar, com as páginas da BE, para divulgação da BE e de algumas das dinâmicas aí desenvolvidas. . Sensibilizar para a
importância da BE.
. Divulgar serviços, fundo documental, actividades da BE, entre outras.
Coordenadora BE.
Comunidade escolar e local.
Maio.
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----------
. Ciclo de cinema: passagem rotativa de filmes de qualidade – de ficção e roteiros turísticos (em português, inglês e francês) na última semana de aulas. .
Promover a leitura.
. Proporcionar momentos de lazer associados à cultura.
. Articular com o Departamento de Línguas.
Coord. BE
Comunidade escolar. De 14 a 18 de Junho. DVDs, VHS, CDROMs.
---------

ACTIVIDADES NO ÂMBITO DO PLANO NACIONAL DE LEITURA
OBJECTIVOS
DINAMI-ZADORES
DESTINA-TÁRIOS
CALEN-DARIZ. RECs.
MATE-RIAIS
VERBA
. Coordenação do processo de selecção e aquisição de livros, na sequência da atribuição da verba de 1000 euros pelo Plano Nacional de Leitura, destinada
ao Pré-Escolar, 1º e 2º Ciclos.
. Apetrechar as salas de aula, dos referidos ciclos, de livros para leitura recreativa e orientsda.
. Promover a leitura e desenvolver esta competência nas crianças.
Coordenadora.
Crianças da Pré, 1º e 2º Ciclos do Agrupamento

1º perº. Máquina calculadora, papel, internet, livros…

-----
. Circulação de Pacotes de Livros pelas salas da Pré, 1º, 2º e 3º Ciclos.
. Promover a leitura e desenvolver esta competência nas crianças e jovens.
Coordenadora.
Crianças da Pré, 1º e 2º Ciclos do Agrupamento
1º perº.
Caixa e livros.

-----
. Promoção de leitura recreativa seguida de actividades como a apresentação/divulgação de livros (exposições orais) em contexto de sala de aula – Estudo
Acompanhado (sob proposta da BE) e Língua Portuguesa – no 2º e 3º Ciclos.
. Divulgar livros e promover a leitura.
. Desenvolver nos alunos competências de leitura e expressão oral. BE e docentes da Escola (E.A. e L.P.)
2º e 3º Ciclo.
Ao longo do ano.
Livros…
-----
. Apresentação de projecto/candidatura ao Plano Nacional de Leitura – 3º Ciclo. . Apetrechar as salas de aula do 3º Ciclo de livros para leitura recreativa e
orientsda.

Coord. BE.
3º Ciclo.
1º perº.
Comp.
--------

. Participação em passatempos de leitura/escrita e concursos como o “Concurso Nacional de Leitura 2009-2010” (PNL) – 1ª e 2ª Fases
. Promover a leitura e a escrita.
. Envolver os alunos em actividades a nível interno, distrital e, eventualmente, nacional. Coord. BE e docente de Língua Portuguesa
(3º Ciclo).
Alunos do 3º Ciclo.
2º e 3º perº. Livros, fots…
Transporte/ida e volta/
Pombal.

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. Dinamização da Hora do Conto, na BE, contando com os Pais Contadores de Histórias, bem como de encontros com escritores. . Proporcionar actividades
que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer.
. Promover a leitura e a escrita.
. Divulgar livros e autores.
. Dinamizar a B.E. de forma a entender-se como um espaço ludico-didáctico.
. Aproximar os Enc. de Ed. da escola.

Coord. BE e pais /E. Ed.

Comunidade escolar.



Ao longo do ano.
Livros, bonecos, fantocheiro, computador e projec-tor…
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. Outras (v. Domínio anterior).

EFEMÉRIDES – BE - 2009/2010

1º Período:

Mês Internacional da Biblioteca – Outubro
Implantação da República – 5 de Outubro
Dia de S. Martinho – 11 de Novembro
Dia da Restauração da Independência – 1 de Dezembro
Natal – 18 de Dezembro

2º Período:

Dia de S. Valentim – 14 de Fevereiro
Carnaval – 16 de Fevereiro
Dia Europeu da Vítima – 22 de Fevereiro
Dia Internacional pela Abolição da Pena de Morte – 1 de Março
Centenário da Morte de Chopin – 1 de Março
Dia Internacional da Mulher – 8 de Março
Dia do Pai – 19 de Março
Dia Mundial da Poesia – 21 de Março
Dia do Livro Português – 26 de Março

3º Período:

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor – 23 de Abril
Dia da Liberdade – 25 de Abril
Dia Mundial do Trabalhador – 1 de Maio
Dia da Mãe – 2 de Maio
Dia da Espiga – 13 de Maio
Dia das Vocações – 14 de Maio
Dia Mundial da Criança – 1 de Junho
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas – 10 de Junho


Nota: No âmbito das comemorações assinaladas, a BE desenvolveu diversas dinâmicas como a divulgação de registos informativos, no placard das
Efemérides, curiosidades, passatempos e actividades, incluindo a passagem de filmes, a audição de CDs, a apresentação de trabalhos em Power Point
alusivos às respectivas datas, tertúlias/sessões culturais com elementos da comunidade local.


REGULAMENTO DA BIBLIOTECA ESCOLAR
BE/CRE


1 - Definição

A Biblioteca Escolar é um serviço que se destina a apoiar, favorecer e incentivar o enriquecimento cultural de todos os elementos da comunidade escolar, bem
como proporcionar o desenvolvimento de práticas, capacidades e hábitos de trabalho autónomo ou orientado. Deve, assim, ser entendida como uma estrutura
pedagógica integrada no processo educativo, pólo dinamizador de novos projectos e novas práticas pedagógicas.


2 - Localização e áreas funcionais

A Biblioteca Escolar / CRE localiza-se no 1º andar do Bloco A da escola sede do agrupamento e é constituída por uma ampla sala de 130 metros quadrados,
na qual funciona a zona de atendimento, a zona de leitura informal e audio (com leitor de cassetes e CDs), zonas multimedia (com secção de informática e
audiovisuais), a zona de documentação impressa / sala de leitura e ainda a zona infantil, destinada às crianças do Pré-escolar e do 1º Ciclo, com mobiliário e
documentação adequados a estas faixas etárias.
Frente a esta, do outro lado do corredor, existe uma pequena área fechada para arrumos e arquivo, que serve a B.E.


3 - Objectivos gerais da Biblioteca

a) Possibilitar a plena utilização dos recursos pedagógicos existentes e dotar o Agrupamento de um fundo documental adequado às necessidades das
diferentes áreas do saber e projectos de trabalho.
b) Permitir a integração dos materiais impressos, audiovisuais e informáticos e favorecer a constituição de conjuntos documentais, organizados em função de
diferentes temas.
c) Desenvolver nos alunos competências baseadas na consulta, tratamento e produção de informação, tais como: seleccionar, analisar, criticar e elaborar
documentos.
d) Desenvolver nos alunos hábitos de trabalho de pesquisa ou estudo, individualmente ou em grupo, por solicitação do professor ou por sua própria iniciativa.
e) Desenvolver nos alunos competências para reproduzir sínteses informativas em diferentes suportes.
f) Ajudar os professores a planificarem as suas actividades de ensino e a diversificarem as situações de aprendizagem.
g) Estimular nos alunos o prazer de ler e o interesse pela cultura nacional e universal.
h) Associar a leitura, os livros e a frequência de bibliotecas à ocupação lúdica dos tempos livres.
i) Cooperar com outras bibliotecas, bem como, eventualmente, com outros organismos culturais de apoio à divulgação da leitura e com actividades de
animação cultural.
j) Dinamizar serviços de itinerâncias documentais.


4 - Actividades

A Biblioteca, com vista à prossecução dos seus objectivos, desenvolverá diversas actividades, tais como:

a) A organização e manutenção dos recursos pedagógicos existentes, de forma a possibilitar a sua plena utilização.
b) A aquisição de documentos adequados às necessidades das diferentes áreas curriculares e de projectos de trabalho variados, visando um pleno apoio
pedagógico.


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c) A integração dos materiais impressos, audiovisuais e informáticos.
d) A constituição de fundos documentais diversificados e temáticos.
e) O apoio aos alunos, individualmente ou em grupo, ao nível da consulta, pesquisa, organização, tratamento e produção da informação.
f) A promoção de actividades que estimulem o prazer de ler, de escrever e de interesse pela cultura nacional e universal.
g) A promoção de actividades que associem a frequência da biblioteca à ocupação de tempos livres.
h) O apoio a professores na planificação das suas actividades de ensino e diversificação de estratégias de aprendizagem.
i) A cooperação com outras bibliotecas, nomeadamente com a B. Municipal, bem como, eventualmente, com outros organismos culturais de apoio à
divulgação da leitura e com actividades de animação cultural.
j) A dinamização de itinerâncias, quer dentro quer fora do Agrupamento.


5 - Horário e funcionamento

a) O horário da Biblioteca será estabelecido no início de cada ano lectivo, de acordo com a disponibilidade de funcionamento, bem como com os recursos
humanos da escola, procurando ir ao encontro das necessidades dos utilizadores. Uma vez definido, será afixado à entrada da Biblioteca, em local visível.
b) O espaço da Biblioteca deve apenas ser utilizado para fins relacionados com o livro/leitura/ escrita, actividades ligadas aos suportes e equipamento
multimédia e actividades de dinamização e animação cultural.


6 - Utilizadores

Podem utilizar a Biblioteca:
a) Alunos, professores/ educadores e funcionários do Agrupamento.
b) Outros utilizadores, desde que devidamente identificados e autorizados pelo coordenador da equipa de trabalho da Biblioteca e/ ou pela Direcção.


7 - Direitos do utilizador

São direitos do utilizador:

a) Circular livremente em todo o espaço da sala principal da Biblioteca.
b) Utilizar todos os serviços de livre acesso colocados à sua disposição.
c) Retirar das estantes os documentos que pretendam consultar, ler, ouvir, visionar ou requisitar para empréstimo domiciliário.
d) Apresentar críticas, sugestões e propostas, relativamente ao funcionamento da Biblioteca.
e) Requisitar, para consulta domiciliária, todo o fundo documental destinado para o efeito.
f) Ser auxiliado na selecção e uso do fundo documental.


8 - Deveres do utilizador

O utilizador deve:

a) Cumprir as normas estabelecidas para a utilização da Biblioteca, desde, logo à entrada, colocar as mochilas e outros haveres numa das estantes para o
efeito.
b) Manter em bom estado de conservação as espécies documentais que lhe são facultadas.
c) Preencher os impressos necessários à utilização do acervo documental.

d) Cumprir o prazo estipulado para a devolução dos livros requisitados para leitura domiciliária.

e) Indemnizar a Biblioteca pelos danos ou perdas que forem, comprovadamente, da sua responsabilidade.
f) Contribuir para a manutenção de um bom ambiente nas várias áreas da Biblioteca, não perturbando o bom funcionamento do serviço e acatando as
indicações que lhe forem transmitidas pelos professores ou funcionários de serviço.


9 - Regras de conduta na Biblioteca

a) A permanência nas instalações da Biblioteca, enquanto espaço de trabalho e de pesquisa, obriga à adopção de atitudes de civismo, necessariamente
conducentes ao respeito pelos utilizadores que aí se encontram.
b) A Biblioteca, não deixando de constituir um espaço lúdico e cultural de ocupação de tempos livres, não tem a função de uma sala de convívio.
c) É expressamente proibido fumar, comer e beber no interior da Biblioteca.
d) Qualquer atitude de desvio aos princípios enunciados nas alíneas anteriores será analisada em conformidade com as regras de actuação que constem no
presente Regulamento, podendo o utilizador ser convidado a abandonar as instalações, em caso de se verificar comportamento perturbador.
e) Não é permitido escrever, sublinhar, dobrar, rasgar, utilizar qualquer outra forma de marcar folhas nas obras consultadas ou desviar as mesmas.
f) Caso tal se verifique, o utilizador responsável deve repor o respectivo material.
g) Não é igualmente permitido usar telemóveis neste espaço, sob pena de serem confiscados pelo adulto aí de serviço e entregues aos encarregados de
educação no final do período escolar.
h) Na ausência do professor responsável pela Biblioteca, o funcionário de serviço representa-o, e as suas decisões deverão ser acatadas pelos utilizadores.


10 - Regras de leitura na Biblioteca

a) Todos os leitores têm livre acesso às estantes.
b) Enquanto todo o acervo da Biblioteca não estiver tratado e informatizado, o utilizador poderá orientar a sua pesquisa pela indicação do assunto nas
prateleiras, que está registado em livro próprio.
c) A funcionária ou professor que aí se encontre de serviço poderá auxiliar, esclarecer e encaminhar o leitor.
d) A fim de que os fundos se mantenham devidamente organizados, não devem os leitores colocar nas estantes os documentos acabados de consultar,
devendo depositá-los na estante móvel junto do balcão de atendimento. A sua reposição é da exclusiva competência do professor ou funcionária de serviço.


11 - Leitura domiciliária

a) Todas as obras da Biblioteca poderão ser requisitadas para leitura domiciliária, exceptuando:
• Obras gerais, tais como enciclopédias, dicionários, etc..
• Obras únicas, de elevada procura.
• Obras raras ou consideradas de luxo.
• Obras em mau estado de conservação.
• Livros que, esporadicamente, estejam a ser bastante solicitados, tais como: obras que estejam a ser objecto de estudo nas aulas; livros de apoio, de
preparação para exames ou provas globais (...).


b) A requisição de livros faz-se mediante preenchimento de impresso próprio, podendo o leitor requisitar:
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• livros de leitura extensiva: um - por um período de quinze dias, findo o qual a requisição poderá ser renovada;
• restantes livros: até dois – por um período de três dias.
c) Findo o prazo concedido para a devolução do livro, se o utilizador se mantiver em falta, o responsável pela Biblioteca informará, de preferência por escrito,
em impresso próprio, o Director de Turma ou o Encarregado de Educação do referido utilizador, o qual deverá proceder de forma a resolver rapidamente a
situação.
d) No caso de reincidência no que diz respeito ao incumprimento dos prazos estipulados para entrega de material requisitado, não será concedido um novo
empréstimo pelo período de um mês.
e) O leitor é responsável pela reposição ou pagamento de novo exemplar dos livros não restituídos ou deteriorados, devido a uso anormal, tal como: escrever
nas margens das páginas e/ou nas folhas em branco, sublinhar frases, rasgar folhas, entre outras.
f) Caso não seja possível repor o título desaparecido ou danificado, fica o utilizador obrigado a entregar ao Coordenador da Biblioteca um valor monetário
correspondente à referida obra.
g) A Biblioteca reserva-se o direito de recusar novo empréstimo domiciliário aos utilizadores que não cumpram o disposto nas alíneas e) e f).
h) Todas as obras requisitadas para leitura domiciliária deverão ser entregues até ao dia 9 de Junho, de cada ano lectivo.
i) Poderão ser feitas requisições para férias de Verão, mediante a apresentação de uma requisição assinada pelo Encarregado de Educação, como forma de
responsabilização desse material.
j) Estes empréstimos seguem as normas estipuladas nas alíneas anteriores.


12 - Audiovisuais

a) O acesso ao equipamento audiovisual é possível mediante requisição feita na zona de atendimento da Biblioteca, com indicação do documento a utilizar.
b) A requisição deve ser feita por um utilizador, podendo estar, no máximo, duas pessoas a utilizar cada aparelho (de visionamento ou audição).
c) O equipamento requisitado deve ser sempre utilizado com os respectivos auscultadores.
d) O equipamento será manuseado pelos utilizadores da Biblioteca.
e) Só poderão ser usados documentos existentes na Biblioteca.
f) Pode requisitar-se apenas um documento de cada vez. Depois de entregue, poderá ser requisitado outro.
g) Sempre que houver utilizadores com necessidade de fazer trabalhos com recurso a equipamentos desta secção, estes terão prioridade.
h) Caso seja detectado algum problema no equipamento, resultante da sua má utilização, será chamado à responsabilidade o utilizador que,
comprovadamente, o tenha danificado, procedendo ao pagamento da sua reparação, se for caso disso.
i) Caso se verifique perturbação do bom ambiente de trabalho e lazer da Biblioteca, por parte dos utilizadores desta secção, serão os mesmos inibidos de a
utilizar durante esse dia.
j) Existe empréstimo domiciliário (3 dias), mas, no que diz respeito ao material não livro mais requisitado, este só poderá sair da BE ao fim-de-semana. Deverá
ser levantado no final do intervalo de Sexta-feira e entregue na Segunda-feira, até ao início do intervalo da manhã.
k) Tal como no caso dos livros, o utilizador deste tipo de material é responsável pela reposição ou pagamento de novo exemplar, (CD, DVD, capas, etc.), no
caso de não restituição ou deterioração devido a uso anormal.
l) A Biblioteca reserva-se o direito de recusar novo empréstimo domiciliário a utilizadores responsáveis por posse prolongada e abusiva de material seu (tal
como enunciado no campo do material livro).
m) Todos os documentos requisitados para uso domiciliário deverão ser entregues até ao dia 9 de Junho, de cada ano lectivo.

n) Poderão ser feitas requisições para as férias de Verão, mediante a apresentação de uma requisição assinada pelo Encarregado de Educação, como forma
de responsabilização desse material.
o) Estes empréstimos seguem as normas estipuladas para a leitura domiciliária.


13 - Secção de informática/ Produção gráfica (Espaço principal)

a) O acesso aos computadores é possível mediante uma requisição, feita na zona de atendimento da Biblioteca.
b) A requisição deve ser feita por um utilizador, não devendo estar à frente do monitor mais do que dois utilizadores.
c) Na requisição deve estar indicado, além do nome do requisitante, dia e hora da utilização do computador, a actividade a realizar e a disciplina e/ou a
finalidade do trabalho.
d) A requisição de um computador faz-se por um período máximo de um tempo lectivo.
e) Só os alunos com experiência de trabalho em computador é que o poderão utilizar.
f) As pesquisas para actividades escolares, ou de natureza didáctica, terão prioridade em relação às de natureza lúdica.
g) As pesquisas, por parte dos alunos, para trabalhos de âmbito curricular, terão prioridade em relação à utilização da Internet por parte de professores e
funcionários.
h) O acesso à Internet é gratuito.
i) Não é permitida a realização de jogos sem carácter pedagógico e/ou educativo.
j) Não é permitida a utilização de pens, bem como quaisquer tipos de discos compactos pessoais, a não ser com a finalidade de realização de trabalhos e,
sempre, com a supervisão do adulto responsável pela biblioteca.
k) Em caso de necessidade de gravação de trabalhos, esta deverá ser efectuada no disco do computador, no ficheiro “Meus Documentos” e na pasta da
respectiva turma.
l) Quando for necessário imprimir documentos/trabalhos, estes deverão ser guardados em pen e mandados imprimir no computador do balcão de
atendimento, pela funcionária.
m) Os utilizadores dos computadores não deverão tomar procedimentos susceptíveis de alterar as programações originais, bem como não deverão manipular
os cabos de ligação.
n) No caso de ocorrer alguma anomalia, os utilizadores não devem tentar resolvê-la, mas, sim, informar o funcionário ou o professor de serviço.
o) Caso seja detectado algum problema no equipamento, resultante de má utilização, será chamado à responsabilidade o utilizador que, comprovadamente, o
causou, pagando a sua reparação, se for caso disso, mediante prévia informação ao Encarregado de Educação.
p) Caso se verifique perturbação do bom ambiente de trabalho e lazer da Biblioteca, por parte dos utilizadores desta secção, serão os mesmos inibidos de a
utilizar.
q) Para a zona de produção gráfica, existem tesouras, réguas, lápis e canetas, material que poderá ser requerido na zona de atendimento. (Não será permitida
a utilização do x-ato.)


14 - Utilização de computadores portáteis pessoais

a) Os alunos poderão utilizar os seus portáteis neste espaço, desde que cumpram as seguintes normas:
• Dêem conhecimento do facto ao adulto responsável pela BE no momento.
• Apenas poderão servir-se do seu computador para fins didácticos / realização de trabalhos escolares.
• De igual modo, apenas poderão aceder à Internet para o mesmo efeito do enunciado na alínea anterior.
• Os alunos poderão instalar nos seus portáteis documentos da BE, nomeadamente os CDROM ludico-didácticos aí existentes.
b) No caso de haver desrespeito pelas regras supra citadas, será retirado ao aluno o privilégio do uso do material em causa.


15 - Jogos de mesa e tabuleiro

a) O acesso aos jogos é possível mediante uma requisição, feita na zona de atendimento da Biblioteca.
b) O requisitante deverá registar os nomes de todos os jogadores.

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c) O espaço reservado aos jogos é a zona de produção gráfica (nas duas mesas redondas).
d) No acto da entrega do jogo, a funcionária deverá conferir todas as peças.
e) No caso de perda de peças do jogo, os utilizadores/jogadores terão de repor a peça ou peças extraviadas ou, em último caso, pagar um novo jogo.


16 - Utilização de documentos na sala de aula

a) A utilização de documentos na sala de aula será sujeita ao preenchimento de requisição, não devendo o seu período de utilização exceder o turno lectivo
da manhã ou da tarde.
b) O impresso próprio para este tipo de requisição encontra-se na zona de atendimento da Biblioteca.


17 - Equipa Educativa de serviço na Biblioteca

A Equipa Educativa é constituída por professores com competências nos domínios pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação e das
Ciências Documentais, devendo a sua composição salvaguardar as disposições legais vigentes e, no caso de ser possível, por um período mínimo de 4 anos,
de forma a viabilizar projectos sequenciais.
Nos termos do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril, em cada agrupamento ou escola não agrupada o Director deve seleccionar e designar o(s)
professor(es) bibliotecário(s), de acordo com o estabelecido na Portaria nº 756/2009, de 14 de Julho.


18 - Professor bibliotecário
[Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho]

1 — Ao professor bibliotecário cabe, com apoio da equipa da biblioteca escolar, a gestão da biblioteca da escola não agrupada ou do conjunto das bibliotecas
das escolas do agrupamento.
2 — Sem prejuízo de outras tarefas a definir em regulamento interno, compete ao professor bibliotecário:
a) Assegurar serviço de biblioteca para todos os alunos do agrupamento ou da escola não agrupada;
b) Promover a articulação das actividades da biblioteca com os objectivos do projecto educativo, do projecto curricular de agrupamento/escola e dos projectos
curriculares de turma;
c) Assegurar a gestão dos recursos humanos afectos à(s) biblioteca(s);
d) Garantir a organização do espaço e assegurar a gestão funcional e pedagógica dos recursos materiais afectos à biblioteca;
e) Definir e operacionalizar uma política de gestão dos recursos de informação, promovendo a sua integração nas práticas de professores e alunos;
f) Apoiar as actividades curriculares e favorecer o desenvolvimento dos hábitos e competências de leitura, da literacia da informação e das competências
digitais, trabalhando colaborativamente com todas as estruturas do agrupamento ou escola não agrupada;
g) Apoiar actividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular incluídas no plano de actividades ou projecto educativo do agrupamento ou da
escola não agrupada;
h) Estabelecer redes de trabalho cooperativo, desenvolvendo projectos de parceria com entidades locais;
i) Implementar processos de avaliação dos serviços e elaborar um relatório anual de auto -avaliação a remeter ao Gabinete Coordenador da Rede de
Bibliotecas Escolares (GRBE);
j) Representar a biblioteca escolar no conselho pedagógico, nos termos do regulamento interno.

19 - Equipa [Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho]

1 — Em cada agrupamento ou escola não agrupada é criada uma equipa que coadjuva os professores bibliotecários, nos termos definidos no regulamento
interno.
2 — Os docentes que integram a equipa da biblioteca escolar são designados pelo director do agrupamento ou da escola não agrupada de entre os que
disponham de competências nos domínios pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação, das ciências documentais e das tecnologias de
informação e comunicação.
3 — Na constituição da equipa da biblioteca escolar, deve ser ponderada a titularidade de formação de base que abranja as diferentes áreas do conhecimento
de modo a permitir uma efectiva complementaridade de saberes.


20 – Atribuição de tarefas aos membros da equipa [Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho]

O Coordenador da Biblioteca é responsável pela elaboração de um mapa /organograma de tarefas dos membros da equipa pedagógica.
Deverão, ainda, ser estabelecidos objectivos e metas a atingir por cada membro no final do período/ ano lectivo.


21 - Funções e Competências da Equipa Educativa da BE

a) Competências dos professores da equipa:

• Competências na área do planeamento e gestão (planificação de actividades, gestão do fundo documental, organização da informação, serviços de
referência e fontes de informação, difusão da informação e marketing);
• Competências na área das literacias, em particular nas da leitura e da informação;
• Competências no desenvolvimento do trabalho em rede;
• Competências na área da avaliação;
• Competências de trabalho em equipa.

b) Competências da Assistente Operacional da BE:

• Atendimento aos utilizadores;
• Controlo da leitura presencial, do empréstimo domiciliário e para as aulas;
• Controlo do espaço da BE;
• Apoio à utilização dos equipamentos;
• Colaboração com o(a) Coordenador(a) e outros elementos da equipa no tratamento técnico dos documentos (registo, carimbagem, cotação, arrumação,
catalogação e informatização);
• Manter a organização das zonas funcionais do espaço;
• Dinamizar e participar no desenvolvimento das actividades de animação pedagógica e cultural;
• Cooperar no tratamento estatístico regular dos dados da avaliação do desempenho da BE.


22 - Avaliação

A avaliação da BE far-se-á com regularidade, através da recolha de dados do trabalho desenvolvido e serviços prestados, de acordo com os princípios do
Programa RBE, com o objectivo de auscultar o grau de satisfação dos utilizadores e detectar fragilidades que devam ser objecto de intervenção.
No final de cada ano, o(a) Professor(a) Bibliotecário(a) deverá entregar ao Director da Escola um Relatório final, a analisar em Conselho Pedagógico.



  Relatório de auto-avaliação
  1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto
  2010/10/07 13:41:48
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HORÁRIO DA BIBLIOTECA:


das 8:40h às 17:15h.




Aberta à hora do almoço.

Documentos de funcionamento e dinamização da BE
(Actas/ registos de reuniões/ contactos, registos de projectos/ actividades realizados, estatísticas da BE, materiais de apoio produzidos e editados, catálogo e outras
ferramentas utilizadas, resultados de avaliação da colecção, outros)
ACTA DE REUNIÃO DA EQUIPA DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Aos dezasseis dias do mês de Junho do ano de dois mil e dez, pelas catorze horas, sob a presidência de Maria Cristina Nascimento Delgado, reuniu-se a
equipa de trabalho da Biblioteca Escolar, com a presença dos seguintes elementos:


Prof.
INTERVENIENTES RUBRICA
Coord.: Mª Cristina Delgado
Clara Martins
Isilda Acúrcio
Margarida Freire
Rui Silva

Deu-se início à reunião com a seguinte Ordem de Trabalhos:
Ponto um: Balanço dos trabalhos realizados durante o ano lectivo;
Ponto dois: Propostas de optimização dos serviços para o próximo ano;
Ponto três: Levantamento das tarefas da Biblioteca a realizar antes do período de férias;
Ponto quatro: Outros assuntos.
Feito um balanço, de acordo com o primeiro ponto da Ordem de Trabalhos, foi considerado positivo, pela Coordenadora e pelos elementos da equipa da
Biblioteca Escolar, o trabalho desenvolvido durante este ano lectivo. Estes deram cumprimento ao Plano de Acção da Equipa da BE, elaborado em Setembro
de dois mil e nove, tendo este vindo a sofrer ligeiras alterações ou ajustes com o decorrer dos trabalhos. Foram superadas as expectativas relativamente à
concretização de alguns domínios do Plano Anual de Actividades da Biblioteca, visto que este veio a ser reformulado, ao longo do (...)
É de destacar alguns pontos fortes, como os seguintes:
- realização sistemática e regular de actividades diversas - de animação cultural e de promoção da leitura, entre outras - divulgadas num Boletim Cultural
mensal (em suporte papel e na página do Agrupamento);
- boa articulação, no desenvolvimento de actividades, com a comunidade escolar e local, contando com a deslocação à Escola de Encarregados de Educação,
parceiros concelhios, entre outros, quer para dinamizar quer para participar em actividades diversas;
- a existência de parcerias – com a Biblioteca Municipal, o Centro Paroquial e a Câmara Municipal;
- bastante afluência à BE, por parte dos alunos e de alguns professores, com a finalidade de fazerem uso dos documentos e/ou do equipamento aí existente,
bem como para requisitarem fundo documental, quer para contexto de sala de aula (cento e setenta e cinco, este ano, face aos setenta requisitados no ano
transacto) quer para leitura domiciliária (seiscentas e oitenta e cinco requisições, face às quatrocentas e quarenta e nove do ano transacto);
- deslocação à Biblioteca de Encarregados de Educação e funcionários para requisição de material – escolar e não escolar;
- maior requisição da BE, por parte de professores, para o desenvolvimento de actividades lectivas com pequenos grupos de alunos ou grupos-turma,
sobretudo em Língua Portuguesa, Inglês, Matemática, Estudo Acompanhado, Área de Projecto e Apoio ao Estudo;
- maior contacto das crianças do Pré-Escolar com a Biblioteca do Agrupamento, no âmbito do desenvolvimento de actividades de promoção do livro: encontro
com escritora infanto-juvenil, “Hora do Conto”, entre outras;
- a existência de um colega da área da Informática na equipa de trabalho da BE;
- a criação do blogue da Biblioteca, entre outros.
Alguns aspectos a melhorar:
- o envolvimento dos Pais/Encarregados de Educação na vida escolar, nomeadamente, em actividades de promoção do livro e da leitura na BE, tal como lhes
tem vindo a ser solicitado;
- o ambiente de trabalho no espaço da Biblioteca, devido, por vezes, a comportamentos menos adequados, por parte de alguns alunos (...)
Passando ao segundo Ponto, foram formuladas algumas propostas de optimização dos serviços para o próximo ano escolar (...)


Elaborada em: 16/06/2010 Visto em: ___ / ___ / ___
A Presidente da Reunião A Secretária O Director
______________________ ______________________ ______________________




Trabalhos desenvolvidos no âmbito do
Projecto Ler+/Plano Nacional de Leitura

BALANÇO GLOBAL /actas
(2º 3º Ciclos)

Ao longo do ano, no âmbito do Projecto Ler+/Plano Nacional de Leitura, na Disciplina de Língua Portuguesa, para além da leitura de obras recomendadas pelo
Programa de Língua Portuguesa para “leitura orientada”, em contexto de sala de aula, os alunos ainda fizeram, outras, estas de vários títulos de livros da
Biblioteca Escolar, do PNL.
A partir da leitura extensiva dessas obras como trabalho extra-aula, os alunos realizaram várias tarefas, como o preenchimento de fichas de leitura (algumas
com ilustrações), preparação de recepção a escritoras – Madalena Santos e Margarida Almeida, preparação de exposições orais e apresentações individuais
de todas as obras lidas à turma.
Na Área Curricular Não Disciplinar de Estudo Acompanhado (2º e 3º Ciclos), no âmbito do Plano Nacional da Leitura, foram desenvolvidas, com êxito, as
seguintes actividades, ao longo do ano lectivo (semanal ou quinzenalmente): actividades lúdicas de motivação à leitura autónoma, como por exemplo, leitura
de pequenas histórias e descoberta das suas mensagens; Leitura Recreativa Individual; trabalhos de pesquisa (individuais ou em trabalho de pares) de
autores e apresentação de excertos ou de obras completas dos mesmos, integradas ou não no Plano Nacional de Leitura; tratamento de aspectos
paratextuais (obra, autor, narrador, colecção, editora, ilustrador); exploração de temas e debate sobre os mesmos; interpretação de textos; resumos; recontos.
Alguns dos livros explorados foram os seguintes: da Luísa Ducla Soares - “Seis Histórias às Avessas”; “Três Histórias do Futuro”; “A Princesa e a Chuva”;
“Poemas da Verdade e da Mentira”; de António Torrado - “Histórias à solta na minha rua”; “Vem aí o Zé das Moscas e Outras Histórias”; de Miguel Sousa

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Tavares - “O Segredo do Rio”; de Hergé - Aventuras de Tintim; “A Ilha Negra”; e de Alain Savino - “Ulisses e o Cíclope”.
Estas actividades foram realizadas regularmente até final do ano lectivo, pelo interesse e motivação evidenciados pelos alunos.
No desenvolvimento da competência da escrita, a par da competência da leitura, desenvolveram-se algumas actividades, como por exemplo, produção
textual, (já que uma das lacunas manifestadas pelos alunos, de um modo geral, prende-se precisamente com a dificuldade em estruturar um texto, de forma
clara e coerente). Assim, incidiu-se naquela competência, tentando incutir metodologias de trabalho, ao mesmo tempo que se solicitava, que fizessem
empréstimos de obras à Biblioteca

Escolar para implementação da actividade da Leitura Recreativa Individual. Esta actividade tinha como objectivo o preenchimento de fichas de leitura.
Participou-se, ainda, em diversas actividades/projectos promovidos pela B.E, entre estas, “Hora do Conto”; visita das escritoras Madalena Santos e
Margarida Almeida; comemoração de efemérides; o Cantinho das Línguas com jogos e dossiês de actividades lúdico-didácticas; palestras alusivas a vários
temas.
As turmas, na generalidade, revelaram interesse e empenho no cumprimento das actividades propostas, espírito de colaboração e, a maioria dos alunos foram
demonstrando uma maior capacidade de organização e autonomia no seu processo de aprendizagem, contribuindo desta forma para a melhoria dos
resultados escolares dos alunos.




Avaliação

A docente considera ter contribuído para desenvolver o gosto pela leitura, permitindo que os alunos associem a leitura, os livros e a frequência das bibliotecas
a actividades lúdicas e agradáveis.
Dado o gosto demonstrado pelos alunos relativamente a esta actividade, pode concluir-se que esta deve ser realizada com maior frequência, pois é
fundamental estimular o gosto pela leitura nesta faixa etária, tornando-se este aspecto mais importante num meio em que os níveis de escolaridade dos
encarregados de educação é muito baixo.


Castanheira de Pera, 13 de Julho de 2010

A docente promotora,

______________________

( Isilda Maria Teixeira Acúrcio)


de Castanheira de Pera
Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos Dr. Bissaya Barreto



Relatório de Actividade

Actividade

Hora do Conto

Data e local Promotor(es) Colaborador(es) Intervenientes Destinatários Recursos/Meios

Ao longo do Ano
?
Biblioteca da Escola

Margarida Freire
Biblioteca Escolar ---------- Comunidade Educativa
Livros



Âmbito em que se realiza a actividade:
Plano Anual de Actividades ?
Projecto Curricular de Turma •
Outro • ??Qual?



Objectivos:
? Aquisição de hábitos de leitura;
? Aplicar e aprender técnicas de leitura expressiva;
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? Desenvolver a competência do saber estar.



Descrição da actividade: Esta acção visava promover o gosto de”ler por ler”. Pretendia-se que, com a iniciativa da docente a ler em voz alta e de forma
expressiva, levasse os alunos a assumir também o papel de leitores. Uma leitura que evoluiria, posteriormente, para um patamar mais elevado, com o
objectivo dos alunos assumirem diferentes formas expressivas de ler o mesmo texto (ler a rir, ler com sono, ler tristemente …).
Inicialmente esta actividade decorria de quinze em quinze dias, no entanto por solicitação dos alunos passou a ser realizada todas as semanas.




Relação com o Projecto Educativo (síntese):

Área (s) temática (s): A Comunidade Escolar como um todo – Desenvolvimento do espírito crítico e interventivo na qualidade do envolvimento.

Objectivos do PE: O trabalho desenvolvido visou promover uma educação para a Cidadania, ajudando a desenvolver atitudes de mudança, participação e
cooperação, assegurando o envolvimento e o convívio de todos os sujeitos da comunidade educativa na integração plena dos alunos na escola.


Avaliação (auto e hetero: Pelo que foi auscultado junto dos alunos a actividade proporcionou um espaço de tempo relaxante e que lhes deu prazer. Pelo que
fui obrigada – no bom sentido – a tornar o horário semanal e não quinzenal como estava previsto anteriormente. Quase que se tornou uma tertúlia, onde era
feita a leitura de textos diversificados, ( poesia, romance ou outro tipo de textos) e explicada a própria contextualização da obra e a forma de a abordar de
diferentes maneiras.

Constrangimentos – Dificuldades em encontrar um espaço de tempo em que o horário dos alunos e o
horário da docente permitissem uma interacção mais objectiva e não apenas confinada a um intervalo da manhã. Isso inviabilizou a fidelidade dos alunos à
actividade ainda que demonstrassem interesse em participar nela. Assim como dificultou o envolvimento dos alunos na leitura expressiva para os colegas.

Apreciação global do Conselho Pedagógico de ___/___/___:




O Director: __________________________
Visto em ___/___/___


Castanheira de Pêra, 9 de Julho de 2010


A Docente dinamizadora:

____________________
(Margarida Freire)




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Secção B

Domínio A. Apoio ao desenvolvimento curricular

A.1. Articulação curricular da BE com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e os docentes

Relatório de avaliação
. A Coordenadora da BE teve um papel participativo e colaborativo em Conselho Pedagógico.
. A utilização da Biblioteca foi rentabilizada pelos docentes no âmbito das suas actividades lectivas, desenvolvidas em parceria com a BE ou de forma
autónoma.

. A Biblioteca contribuiu para o enriquecimento do trabalho de Estudo Acompanhado/ Apoio ao Estudo, assegurando a inclusão da BE e dos seus recursos
naquelas actividades.
. A utilização da BE foi rentabilizada pelos docentes em actividades relacionadas com as ACNC ou outros projectos de carácter multidisciplinar, desenvolvidos
em parceria com a BE ou de forma autónoma.

. A BE procurou apoiar, em termos de fundo documental, os Apoios Educativos/Educação Especial e promove actividades que contam com a participação
destes alunos.

. A BE faz parte do PTE e do plano TIC.
. A BE apoiou e articulou com docentes no desenvolvimento de programas e projectos: PNL, PAM, Educação para a Saúde.
. A utilização da BE foi rentabilizada pelos docentes em actividades curriculares e formativas relacionadas com a utilização das TIC.

. A utilização da BE foi rentabilizada em actividades de estudo, leitura e pesquisa orientada, Aulas de Apoio Educativo, Substituição, jogos e filmes educativos,
entre outras.

. A BE criou e dinamizou o «Cantinho das Línguas», com diversos materiais lúdico-didácticos, em diversos suportes, de apoio às línguas portuguesa, inglês e
francês.
. Houve a preocupação de distribuir dicionários – de língua portuguesa e estrangeira – pelas salas de aula.
. A BE produziu/disponibilizou materiais didácticos, guiões de pesquisa e de produção de trabalhos, dossiês temáticos e de apoio ao estudo, com fichas de
trabalho e outros materiais.
. Foram divulgados estes materiais em exposições, em boletins, na página do Agrupamento (e, em breve, os mesmos serão divulgados no blogue da BE).

*Tem havido interesse, por parte dos elementos da equipa de trabalho da BE, em implementar novas dinâmicas que, por falta de tempo, não tem sido possível
realizar.

Evidências que fundamentam o relatório
. Plano de Actividades da BE.
. Actas.
. Registos de saída de livros, nomeadamente, para sala de aula (ex. livros - Estudo Acompanhado (PNL); dicionários - salas).
. Registo de material/fundo documental.
. Registos de frequência por parte de professores e alunos (muitas vezes em grupo/turma) e utilização dos recursos da BE.
. Relatórios, registos fotográficos…
. Materiais de apoio produzidos e disponibilizados (dossiês temáticos, entre outros).

Acções para melhoria
. Promover a participação periódica da BE nas reuniões de planificação das estruturas de coordenação educativa e de supervisão pedagógica.
. Promover reuniões da BE com os docentes responsáveis pelas ACND (Áreas Curriculares Não Disciplinares), com os docentes responsáveis pelos SAE
(Serviços de Apoios Especializados e Educativos), coordenadores de projectos, docentes associados ao plano OTE (Ocupação dos Tempos Escolares).
. Organizar acções informais de formação sobre a BE junto dos docentes.
. Apresentar aos docentes sugestões de trabalho conjunto em torno do tratamento de diferentes unidades de ensino ou temas.
. Integrar o coordenador da equipa/professor bibliotecário da BE na Equipa PTE, de acordo com a legislação em vigor.

(*Tem havido interesse, por parte dos elementos da equipa de trabalho da BE, em implementar novas dinâmicas que, por falta de tempo, não tem sido
possível realizar.)

A.2. Promoção das literacias da informação, tecnológica e digital

Relatório de avaliação
. O plano de trabalho da BE incluiu actividades de formação de utilizadores (2º Ciclo) no sentido de promover o valor da BE, motivar para a sua utilização,
esclarecer sobre as formas como está organizada e ensinar a utilizar os diferentes serviços.
. A BE produziu materiais informativos e/ou lúdicos de apoio à formação dos utilizadores.

. A BE produziu e divulgou, em colaboração com os docentes, guiões de pesquisa e outros materiais de apoio ao trabalho de exploração dos recursos de
informação pelos alunos.

. A equipa da BE apoiou os utilizadores na selecção e utilização de recursos electrónicos e media, de acordo com as suas necessidades.

. Os alunos utilizaram, de acordo com o seu ano/ciclo de escolaridade, linguagens, suportes, modalidades de recepção e de produção de informação e formas
de comunicação variados, entre os quais se destaca o uso de ferramentas e media digitais.
. Os alunos demonstraram, de acordo com o seu ano/ciclo de escolaridade, compreensão sobre os problemas éticos, legais e de responsabilidade social
associados ao acesso, avaliação e uso da informação e das novas tecnologias.
. Os alunos revelaram, em cada ano e ao longo de cada ciclo de escolaridade, progressos no uso de competências tecnológicas, digitais e de informação nas
diferentes disciplinas e áreas curriculares.

. Os alunos aplicaram modalidades de trabalho diversificadas (individual, a pares ou em grupo) e realizaram tarefas diferenciadas, de acordo com a
estruturação espacial e funcional da BE.
. Os alunos revelaram valores de cooperação, autonomia e responsabilidade, conformes a uma aprendizagem autónoma, activa e colaborativa.
. Os alunos demonstraram atitudes de curiosidade, iniciativa, criatividade e reflexão crítica, necessárias a uma aprendizagem baseada em recursos.

. Houve interesse em implementar novas dinâmicas que, por falta de tempo, não foi possível realizar.

Evidências que fundamentam o relatório
. Plano de Actividades.
. Regimento da BE.
. Registo de projectos/actividades.
. Registos de frequência, requisição e uso dos equipamentos e documentos.
. Materiais de apoio produzidos e divulgados.

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. Referências à BE no Projecto Educativo e Curricular, bem como nos Projectos Curriculares das turmas.
. Trabalhos de alunos.
. Análise diacrónica das avaliações dos alunos.

Acções para melhoria
. Planear antecipadamente com os docentes o trabalho de pesquisa a realizar na BE.
. Reforçar a articulação da BE com as áreas de projecto e outras áreas de carácter transversal que fomentem a utilização contextualizada das TIC.
. Reforçar a articulação entre a BE e o trabalho de sala de aula.
. Alargar o grupo dos “amigos” da Biblioteca.

Domínio C. Projectos, parcerias e actividades livres e de abertura à comunidade

C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular

Relatório de avaliação
. A BE apoiou as actividades livres de leitura, pesquisa, estudo e execução de trabalhos escolares, realizadas pelos alunos fora do horário lectivo e dos
contextos formais de aprendizagem.
??Os alunos praticaram técnicas de estudo variadas: exploraram informação de diferentes tipos de documentos, tomaram notas, elaboraram resumos,
identificaram palavras-chave, sublinharam, executaram esquemas, produziram e editaram trabalhos escritos recorrendo sempre que necessário ao uso do
computador e da Internet.

??Os alunos encontraram na BE um conjunto de propostas de actividades visando a utilização criativa dos seus tempos livres, que lhes permitiram
desenvolver a sensibilidade estética e o gosto e interesse pela artes, ciências e humanidades.
. Os alunos usufruiram de um programa de animação cultural, regular e consistente, traduzido num conjunto de iniciativas, de que são exemplo: exposições,
espectáculos, palestras, sessões de poesia, hora do conto, teatro, concursos, jogos, celebração de efemérides, ciclos de música e de cinema, outros.

. Os alunos beneficiaram de acesso livre e permanente à BE.
. Os alunos vieram a adquirir hábitos de utilização livre da BE, cultivando um clima de liberdade e descontracção, mas nem sempre de respeito por normas.
. Os alunos dispõem de condições favoráveis à utilização individual e em pequenos grupos.
. Os alunos desfrutaram de uma colecção satisfatória na área da literatura infantil/juvenil, dos jogos educativos, da música e dos filmes de ficção.

. A BE assegurou a realização de actividades de substituição aquando de algumas faltas dos professores de AEC.
. A ocupação e utilização dos recursos da BE foram rentabilizadas em horário extra-lectivo, quer em actividades livres, quer em AEC.

Evidências que fundamentam o relatório
. Horário da BE.
. Registos de frequência e utilização da BE.
. Registo de contactos.
. Registo de actividades.
. Plano de Actividades da BE.
. Registos sobre o desenvolvimento e avaliação de actividades.
. Resultado da avaliação da colecção documental.

Acções para melhoria
. Distribuir melhor, se possível, o horário da equipa da BE, de modo a assegurar o mais possível a presença permanente de um elemento da equipa na BE.
. Continuar a solicitar o envolvimento e colaboração dos pais/EE e da comunidade na organização e financiamento dos eventos.
. Organizar acções informais de formação sobre a BE junto dos docentes.
. Fomentar o apoio dos alunos mais velhos aos mais jovens e a entreajuda entre todos.

C.2. Projectos e Parcerias

Relatório de avaliação
. A BE esteve implicada em projectos/actividades na comunidade educativa – por sua própria iniciativa ou não.
. A BE desenvolveu, em parceria com outras entidades locais (BM, Centro Paroquial, CM, profissionais locais) actividades culturais e de intervenção ambiental
e cívica, visando uma maior ligação à comunidade educativa e uma maior abertura da escola ao exterior.
. A BE esteve implicada em projectos de âmbito nacional (ex. concursos).
. A BE prestou um contributo significativo para o desenvolvimento de alguns projectos e parcerias.
. A BE desenvolveu actividades e projectos em comum com outras escolas, agrupamentos e BE (ex. Ansião).
. O professor bibliotecário da BE participou com carácter regular em reuniões de trabalho concelhias e interconcelhias.
. A existência de um grupo de trabalho (SABE, GTC, ou outro) acrescentou uma mais-valia às práticas da BE em diferentes domínios: reforço e rentabilização
de recursos e desenvolvimento cooperativo de colecções; disponibilização de infra-estruturas, apoio técnico documental; organização conjunta de projectos e
actividades de promoção da leitura e da literacia, entre outros.
. A BE constituiu um espaço de acolhimento de pais/EE em número reduzido).
. A BE procurou desenvolver projectos/actividades continuadas com os pais/EE em diferentes domínios.
. A BE produziu materiais formativos e de apoio destinados aos pais/EE.

. Houve interesse em implementar novas ideias, outras dinâmicas que, por falta de tempo, não foi possível realizar.

Evidências que fundamentam o relatório
. Plano de Actividades.
. Registo de contactos.
. Registos, relatórios de projectos/actividades, divulgações (impressas/on-line), actas.
. Registos de utilização da BE em contextos de colaboração com outras escolas.
. Registos de empréstimos interbibliotecas.
. Materiais de apoio produzidos e editados.
. Horário da BE.
. Protocolo assinado pelas partes envolvidas no Grupo de Trabalho Concelhio.
. Registo de reuniões.
. Registos de frequência e utilização da BE pela comunidade local/EE.

Acções para melhoria
. Promover a maior participação da BE em projectos, como no Projecto da Educação para a Saúde.
. Articular os planos anuais de actividades da BE e da BM.
. Organizar, no início do ano lectivo, uma sessão de acolhimento e sensibilização da importância da leitura com pais/encarregados de educação.
. Aproveitar mais ocasiões (como feiras do livro ou outras) para trazer os pais à Escola e promover uma “campanha” de oferta de um livro (novo ou usado)
para a BE.
. Continuar a explorar possibilidades de uso da BE pela comunidade local/EE.


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Domínio D. Gestão da biblioteca escolar

D.1. Articulação da BE com a escola/agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE.

Relatório de avaliação
. A Coordenadora da BE já há vários anos que tem assento no Conselho Pedagógico como representante da Biblioteca Escolar. Este Conselho tem servido
como um dos meios de difusão de informação (da BE), como pólo de discussão e apresentação de documentos e como ponte de articulação, nomeadamente,
com os professores, educadoras, Associação de Pais e Encarregados de Educação.
. O Regulamento Interno da Escola contempla a definição, missão e objectivos da BE, Regime de Funcionamento, Recrutamento e Mandato do Coordenador
da Biblioteca, Organização e Gestão.
. A BE tem adequado os seus objectivos, recursos e actividades aos currículos e projectos da Escola.
. O Plano Anual de Actividades da Biblioteca articula-se com o Plano Anual de Actividades do Agrupamento e contempla o apoio ao currículo.

. Os órgãos de administração e gestão têm apoiado a BE e procurado dar resposta às solicitações apresentadas.
. Os órgãos de administração e gestão atribuem uma verba anual para a renovação de equipamentos, para a actualização da colecção e para o
funcionamento da BE.
. A Escola encara a BE como um recurso importante no desenvolvimento do gosto pela leitura, na aquisição das literacias fundamentais, na progressão nas
aprendizagens e no sucesso escolar.
. Os docentes valorizam o papel da BE e integram-na nas suas práticas de ensino-aprendizagem.
. A Escola tem contemplado a BE e os seus recursos nos projectos e actividades educativas e curriculares.

. A BE funciona num horário contínuo, das 8:40h às 17:15h, encontrando-se aberta à hora do almoço, de forma a ser usada pelos alunos em horário extra-
lectivo, como recurso e local de lazer e de trabalho.
. A BE tem procurado sempre apoiar os utilizadores no acesso à colecção, aos equipamentos, à leitura, à pesquisa e ao uso da informação.
. A BE desenvolve projectos com a escola/agrupamento.
. A BE tem sido um centro de animação e difusão cultural.

. A Biblioteca implementa um sistema de autoavaliação contínuo, envolvendo toda a comunidade escolar e não escolar.


. Tem havido interesse, por parte dos elementos da equipa de trabalho da BE, em implementar novas dinâmicas que, por falta de tempo, não tem sido
possível realizar.

Evidências que fundamentam o relatório
. Regimento da Biblioteca e Regulamento Interno do Agrupamento.
. Registo de reuniões (Livro dos Cargos) e contactos.
. Actas (de Departamento, de Conselhos de Turma…), relatórios, fotografias, registos de frequência e requisição de recursos, requisição do espaço da BE para
actividades lectivas, registo de dinamização de actividades, no Livro de Registos, brochuras, desdobráveis, fichas de trabalho, power points, entre outras…
. Dados estatísticos de utilização da BE.
. Caixa de sugestões.
. Questionários aos docentes (QD3).
. Outros questionários, registos de observação.
. Grelhas e fichas de registos da BE.

Acções para melhoria
. Alargar o grupo dos Amigos da BE.
. Articular mais/planificar com departamentos curriculares e docentes.

D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços.

Relatório de avaliação
. Foi desenvolvido um trabalho com base na abertura e comunicação quer com os órgãos de direcção, administração e gestão quer com a comunidade
escolar, nomeadamente, com os professores e educadoras.
. É de registar uma participação efectiva da Coordenadora da BE no Conselho Pedagógico.
. Procedeu-se a uma boa gestão dos recursos materiais, de forma a integrar estes no trabalho da Escola.
. Foram criadas boas relações interpessoais entre a Coordenadora e os restantes elementos da equipa de trabalho da BE.
. Foi realizado um trabalho de articulação com a comunidade escolar (e não só), de apoio ao currículo e de forma a facultar a formação para as diferentes
literacias.
. Foi implementada a autoavaliação dos serviços, com o objectivo de introduzir melhorias contínuas.

. A professora bibliotecária afecta possui formação e competências adequadas às suas funções, bem como os elementos da equipa; estes procuraram sempre
desenvolver um trabalho de apoio aos alunos.
. É desenvolvido um trabalho em articulação com outras bibliotecas, nomeadamente, bibliotecas pertencentes ao Grupo de Trabalho Interconcelhio, bem como
com bibliotecas municipais, com destaque para a Biblioteca Municipal local, com quem foi estabelecida uma parceria; esta faculta algum apoio técnico e ao
nível da promoção da leitura.

. O espaço da BE é adequado, bem como a organização do mesmo, o qual permite o trabalho individual e em grupo.
. O mobiliário é adequado, embora escasso, em termos de estantes para livros.

. Os equipamentos são satisfatórios – em termos de qualidade e quantidade.
. O número de computadores tem se revelado insuficiente.
. Os computadores da Biblioteca encontram-se ligados à Internet.

Evidências que fundamentam o relatório
. Registos de trabalhos realizados em articulação com os departamentos e os docentes.
. Registos de dinâmicas/actividades desenvolvidas pela BE.
. Horário da equipa da BE.
. Currículos profissionais dos elementos da equipa.
. Registos de observação.
. Inventários e levantamento de necessidades.

Acções para melhoria
. Substituir/consertar algum equipamento que se encontra danificado.
. Adquirir mais computadores para a BE.
. Recorrer a diferentes tipos de ferramentas – Web, plataformas… - para incentivar o diálogo e desenvolver processos formativos ou criativos com os
utilizadores e com o agrupamento.
. Planificar conjuntamente com os docentes projectos/actividades inerentes ao cumprimento dos diferentes domínios implicados no funcionamento da BE.

D.3. Gestão da colecção/da informação.

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Relatório de avaliação
. Embora ainda não exista um documento escrito sobre Gestão Documental, é feita, com regularidade, uma análise da colecção, um levantamento de
necessidades e, por vezes, operações de desbaste (estas normalizadas). As aquisições são feitas a partir de todo este trabalho, bem como de propostas
feitas por professores e alunos (Caixa de Sugestões).
. É feita a circulação de grupos de livros pelo Agrupamento através de Pacotes Itinerantes.
. Os órgãos de administração e gestão atribuem anualmente uma verba para actualização da documentação.

. A colecção é adequada e equilibrada e garante condições de acesso e uso a todos os utilizadores. Compreende vários títulos de periódicos que são bastante
consultados, quer por alunos quer por professores. Estes têm ao seu dispor, incluindo em circulação, na Sala dos Professores, algumas revistas de carácter
científico, didáctico e pedagógico, de apoio às aulas.

. A BE implementa o empréstimo domiciliário, que este ano lectivo se estendeu às férias de Verão.
. Os fundos documentais são satisfatórios (em quantidade) para as necessidades dos utilizadores.
. Alunos e docentes recorrem, em grande número, à documentação da BE.
. A BE produz instrumentos de apoio aos utilizadores.

. A colecção está organizada (CDU) e, em grande parte, informatizada (Bibliobase).
. O catálogo é pesquisável on-line.

. A Biblioteca organiza e difunde, amplamente e servindo-se de diversos meios, os seus documentos/recursos, através de: exposições; circulação de
documentos pelo Agrupamento, nomeadamente, pela Sala dos Professores; boletins; listagens de documentos impressos, facultados aos departamentos;
página (on-line) do Agrupamento, entre outros.
. A BE criou um blogue, com a finalidade de servir, entre outras, para difusão da informação.

. BE preocupa-se com a formação dos seus utilizadores, criando dinâmicas para tal, como visitas guiadas a alunos, «À Descoberta de Biblioteca Escolar», e
apresentando temas de conversa, em Formação Cívica, com base no Regulamento da BE.

. Existe um Manual de Procedimentos que tem vindo a ser actualizado.

Evidências que fundamentam o relatório
. Listagens de levantamento de necessidades.
. Caixa de Sugestões.
. Listagens com sugestões feitas pela comunidade escolar e recibos das respectivas aquisições.
. Listagens de Pacotes Itinerantes.
. Plano de Actividades (contemplando a VERBA).
. Regulamento Interno (BE).
. Registos do fundo documental existente.
. Registos de consulta e requisição de documentos – por alunos e docentes.
. Dossiês com material de apoio ao estudo e à realização de trabalhos.
. Catálogo informatizado on-line.
. Instalação do OPAC nos computadores da Escola.
. Relatórios, registos fotográficos, actas, boletins; listagens de documentos impressos, facultados aos departamentos; página (on-line) do Agrupamento, entre
outros.
. Blogue da BE.
. Manual de Procedimentos – em suporte papel e informático.

Acções para melhoria
. Aquisição de mais alguns exemplares de títulos já existentes e bastante solicitados, bem como de alguns novos títulos, em diversos suportes.
. Elaboração do Documento de Política de Desenvolvimento da Colecção.


Fontes de evidências
Neste item pode transcrever/ incluir excertos de diferentes documentos.

Documentos de gestão da Escola/ Agrupamento
(Projecto Educativo, Projecto Curricular, Plano de Acção, Regulamento Interno, Plano Anual de Actividades, relatórios de avaliação, currículos profissionais da equipa da BE,
outros.)
--

Documentos pedagógicos da Escola/Agrupamento
(Planificações dos departamentos, ACND, AEC, SAE, PTE-TIC, OTE, projectos curriculares das turmas, orientações/ recomendações do CP, trabalhos de alunos, resultados
de avaliação dos alunos, outros)
--

Documentos de Gestão da BE
(Plano de Acção, Plano Anual de Actividades, acordos de parceria, Política de Desenvolvimento da Colecção, Manual de Procedimentos, Regimento, horário, relatórios,
plantas, inventários, outros)
REGULAMENTO DA BIBLIOTECA ESCOLAR
BE/CRE


1 - Definição

A Biblioteca Escolar é um serviço que se destina a apoiar, favorecer e incentivar o enriquecimento cultural de todos os elementos da comunidade escolar, bem
como proporcionar o desenvolvimento de práticas, capacidades e hábitos de trabalho autónomo ou orientado. Deve, assim, ser entendida como uma estrutura
pedagógica integrada no processo educativo, pólo dinamizador de novos projectos e novas práticas pedagógicas.


2 - Localização e áreas funcionais

A Biblioteca Escolar / CRE localiza-se no 1º andar do Bloco A da escola sede do agrupamento e é constituída por uma ampla sala de 130 metros quadrados,
na qual funciona a zona de atendimento, a zona de leitura informal e audio (com leitor de cassetes e CDs), zonas multimedia (com secção de informática e
audiovisuais), a zona de documentação impressa / sala de leitura e ainda a zona infantil, destinada às crianças do Pré-escolar e do 1º Ciclo, com mobiliário e
documentação adequados a estas faixas etárias.
Frente a esta, do outro lado do corredor, existe uma pequena área fechada para arrumos e arquivo, que serve a B.E.


3 - Objectivos gerais da Biblioteca


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a) Possibilitar a plena utilização dos recursos pedagógicos existentes e dotar o Agrupamento de um fundo documental adequado às necessidades das
diferentes áreas do saber e projectos de trabalho.
b) Permitir a integração dos materiais impressos, audiovisuais e informáticos e favorecer a constituição de conjuntos documentais, organizados em função de
diferentes temas.
c) Desenvolver nos alunos competências baseadas na consulta, tratamento e produção de informação, tais como: seleccionar, analisar, criticar e elaborar
documentos.
d) Desenvolver nos alunos hábitos de trabalho de pesquisa ou estudo, individualmente ou em grupo, por solicitação do professor ou por sua própria iniciativa.
e) Desenvolver nos alunos competências para reproduzir sínteses informativas em diferentes suportes.
f) Ajudar os professores a planificarem as suas actividades de ensino e a diversificarem as situações de aprendizagem.
g) Estimular nos alunos o prazer de ler e o interesse pela cultura nacional e universal.
h) Associar a leitura, os livros e a frequência de bibliotecas à ocupação lúdica dos tempos livres.
i) Cooperar com outras bibliotecas, bem como, eventualmente, com outros organismos culturais de apoio à divulgação da leitura e com actividades de
animação cultural.
j) Dinamizar serviços de itinerâncias documentais.


4 - Actividades

A Biblioteca, com vista à prossecução dos seus objectivos, desenvolverá diversas actividades, tais como:

a) A organização e manutenção dos recursos pedagógicos existentes, de forma a possibilitar a sua plena utilização.
b) A aquisição de documentos adequados às necessidades das diferentes áreas curriculares e de projectos de trabalho variados, visando um pleno apoio
pedagógico.

c) A integração dos materiais impressos, audiovisuais e informáticos.
d) A constituição de fundos documentais diversificados e temáticos.
e) O apoio aos alunos, individualmente ou em grupo, ao nível da consulta, pesquisa, organização, tratamento e produção da informação.
f) A promoção de actividades que estimulem o prazer de ler, de escrever e de interesse pela cultura nacional e universal.
g) A promoção de actividades que associem a frequência da biblioteca à ocupação de tempos livres.
h) O apoio a professores na planificação das suas actividades de ensino e diversificação de estratégias de aprendizagem.
i) A cooperação com outras bibliotecas, nomeadamente com a B. Municipal, bem como, eventualmente, com outros organismos culturais de apoio à
divulgação da leitura e com actividades de animação cultural.
j) A dinamização de itinerâncias, quer dentro quer fora do Agrupamento.


5 - Horário e funcionamento

a) O horário da Biblioteca será estabelecido no início de cada ano lectivo, de acordo com a disponibilidade de funcionamento, bem como com os recursos
humanos da escola, procurando ir ao encontro das necessidades dos utilizadores. Uma vez definido, será afixado à entrada da Biblioteca, em local visível.
b) O espaço da Biblioteca deve apenas ser utilizado para fins relacionados com o livro/leitura/ escrita, actividades ligadas aos suportes e equipamento
multimédia e actividades de dinamização e animação cultural.


6 - Utilizadores

Podem utilizar a Biblioteca:
a) Alunos, professores/ educadores e funcionários do Agrupamento.
b) Outros utilizadores, desde que devidamente identificados e autorizados pelo coordenador da equipa de trabalho da Biblioteca e/ ou pela Direcção.


7 - Direitos do utilizador

São direitos do utilizador:

a) Circular livremente em todo o espaço da sala principal da Biblioteca.
b) Utilizar todos os serviços de livre acesso colocados à sua disposição.
c) Retirar das estantes os documentos que pretendam consultar, ler, ouvir, visionar ou requisitar para empréstimo domiciliário.
d) Apresentar críticas, sugestões e propostas, relativamente ao funcionamento da Biblioteca.
e) Requisitar, para consulta domiciliária, todo o fundo documental destinado para o efeito.
f) Ser auxiliado na selecção e uso do fundo documental.


8 - Deveres do utilizador

O utilizador deve:

a) Cumprir as normas estabelecidas para a utilização da Biblioteca, desde, logo à entrada, colocar as mochilas e outros haveres numa das estantes para o
efeito.
b) Manter em bom estado de conservação as espécies documentais que lhe são facultadas.
c) Preencher os impressos necessários à utilização do acervo documental.

d) Cumprir o prazo estipulado para a devolução dos livros requisitados para leitura domiciliária.

e) Indemnizar a Biblioteca pelos danos ou perdas que forem, comprovadamente, da sua responsabilidade.
f) Contribuir para a manutenção de um bom ambiente nas várias áreas da Biblioteca, não perturbando o bom funcionamento do serviço e acatando as
indicações que lhe forem transmitidas pelos professores ou funcionários de serviço.


9 - Regras de conduta na Biblioteca

a) A permanência nas instalações da Biblioteca, enquanto espaço de trabalho e de pesquisa, obriga à adopção de atitudes de civismo, necessariamente
conducentes ao respeito pelos utilizadores que aí se encontram.
b) A Biblioteca, não deixando de constituir um espaço lúdico e cultural de ocupação de tempos livres, não tem a função de uma sala de convívio.
c) É expressamente proibido fumar, comer e beber no interior da Biblioteca.
d) Qualquer atitude de desvio aos princípios enunciados nas alíneas anteriores será analisada em conformidade com as regras de actuação que constem no
presente Regulamento, podendo o utilizador ser convidado a abandonar as instalações, em caso de se verificar comportamento perturbador.
e) Não é permitido escrever, sublinhar, dobrar, rasgar, utilizar qualquer outra forma de marcar folhas nas obras consultadas ou desviar as mesmas.
f) Caso tal se verifique, o utilizador responsável deve repor o respectivo material.
g) Não é igualmente permitido usar telemóveis neste espaço, sob pena de serem confiscados pelo adulto aí de serviço e entregues aos encarregados de
educação no final do período escolar.

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h) Na ausência do professor responsável pela Biblioteca, o funcionário de serviço representa-o, e as suas decisões deverão ser acatadas pelos utilizadores.


10 - Regras de leitura na Biblioteca

a) Todos os leitores têm livre acesso às estantes.
b) Enquanto todo o acervo da Biblioteca não estiver tratado e informatizado, o utilizador poderá orientar a sua pesquisa pela indicação do assunto nas
prateleiras, que está registado em livro próprio.
c) A funcionária ou professor que aí se encontre de serviço poderá auxiliar, esclarecer e encaminhar o leitor.
d) A fim de que os fundos se mantenham devidamente organizados, não devem os leitores colocar nas estantes os documentos acabados de consultar,
devendo depositá-los na estante móvel junto do balcão de atendimento. A sua reposição é da exclusiva competência do professor ou funcionária de serviço.


11 - Leitura domiciliária

a) Todas as obras da Biblioteca poderão ser requisitadas para leitura domiciliária, exceptuando:
• Obras gerais, tais como enciclopédias, dicionários, etc..
• Obras únicas, de elevada procura.
• Obras raras ou consideradas de luxo.
• Obras em mau estado de conservação.
• Livros que, esporadicamente, estejam a ser bastante solicitados, tais como: obras que estejam a ser objecto de estudo nas aulas; livros de apoio, de
preparação para exames ou provas globais (...).


b) A requisição de livros faz-se mediante preenchimento de impresso próprio, podendo o leitor requisitar:
• livros de leitura extensiva: um - por um período de quinze dias, findo o qual a requisição poderá ser renovada;
• restantes livros: até dois – por um período de três dias.
c) Findo o prazo concedido para a devolução do livro, se o utilizador se mantiver em falta, o responsável pela Biblioteca informará, de preferência por escrito,
em impresso próprio, o Director de Turma ou o Encarregado de Educação do referido utilizador, o qual deverá proceder de forma a resolver rapidamente a
situação.
d) No caso de reincidência no que diz respeito ao incumprimento dos prazos estipulados para entrega de material requisitado, não será concedido um novo
empréstimo pelo período de um mês.
e) O leitor é responsável pela reposição ou pagamento de novo exemplar dos livros não restituídos ou deteriorados, devido a uso anormal, tal como: escrever
nas margens das páginas e/ou nas folhas em branco, sublinhar frases, rasgar folhas, entre outras.
f) Caso não seja possível repor o título desaparecido ou danificado, fica o utilizador obrigado a entregar ao Coordenador da Biblioteca um valor monetário
correspondente à referida obra.
g) A Biblioteca reserva-se o direito de recusar novo empréstimo domiciliário aos utilizadores que não cumpram o disposto nas alíneas e) e f).
h) Todas as obras requisitadas para leitura domiciliária deverão ser entregues até ao dia 9 de Junho, de cada ano lectivo.
i) Poderão ser feitas requisições para férias de Verão, mediante a apresentação de uma requisição assinada pelo Encarregado de Educação, como forma de
responsabilização desse material.
j) Estes empréstimos seguem as normas estipuladas nas alíneas anteriores.


12 - Audiovisuais

a) O acesso ao equipamento audiovisual é possível mediante requisição feita na zona de atendimento da Biblioteca, com indicação do documento a utilizar.
b) A requisição deve ser feita por um utilizador, podendo estar, no máximo, duas pessoas a utilizar cada aparelho (de visionamento ou audição).
c) O equipamento requisitado deve ser sempre utilizado com os respectivos auscultadores.
d) O equipamento será manuseado pelos utilizadores da Biblioteca.
e) Só poderão ser usados documentos existentes na Biblioteca.
f) Pode requisitar-se apenas um documento de cada vez. Depois de entregue, poderá ser requisitado outro.
g) Sempre que houver utilizadores com necessidade de fazer trabalhos com recurso a equipamentos desta secção, estes terão prioridade.
h) Caso seja detectado algum problema no equipamento, resultante da sua má utilização, será chamado à responsabilidade o utilizador que,
comprovadamente, o tenha danificado, procedendo ao pagamento da sua reparação, se for caso disso.
i) Caso se verifique perturbação do bom ambiente de trabalho e lazer da Biblioteca, por parte dos utilizadores desta secção, serão os mesmos inibidos de a
utilizar durante esse dia.
j) Existe empréstimo domiciliário (3 dias), mas, no que diz respeito ao material não livro mais requisitado, este só poderá sair da BE ao fim-de-semana. Deverá
ser levantado no final do intervalo de Sexta-feira e entregue na Segunda-feira, até ao início do intervalo da manhã.
k) Tal como no caso dos livros, o utilizador deste tipo de material é responsável pela reposição ou pagamento de novo exemplar, (CD, DVD, capas, etc.), no
caso de não restituição ou deterioração devido a uso anormal.
l) A Biblioteca reserva-se o direito de recusar novo empréstimo domiciliário a utilizadores responsáveis por posse prolongada e abusiva de material seu (tal
como enunciado no campo do material livro).
m) Todos os documentos requisitados para uso domiciliário deverão ser entregues até ao dia 9 de Junho, de cada ano lectivo.

n) Poderão ser feitas requisições para as férias de Verão, mediante a apresentação de uma requisição assinada pelo Encarregado de Educação, como forma
de responsabilização desse material.
o) Estes empréstimos seguem as normas estipuladas para a leitura domiciliária.


13 - Secção de informática/ Produção gráfica (Espaço principal)

a) O acesso aos computadores é possível mediante uma requisição, feita na zona de atendimento da Biblioteca.
b) A requisição deve ser feita por um utilizador, não devendo estar à frente do monitor mais do que dois utilizadores.
c) Na requisição deve estar indicado, além do nome do requisitante, dia e hora da utilização do computador, a actividade a realizar e a disciplina e/ou a
finalidade do trabalho.
d) A requisição de um computador faz-se por um período máximo de um tempo lectivo.
e) Só os alunos com experiência de trabalho em computador é que o poderão utilizar.
f) As pesquisas para actividades escolares, ou de natureza didáctica, terão prioridade em relação às de natureza lúdica.
g) As pesquisas, por parte dos alunos, para trabalhos de âmbito curricular, terão prioridade em relação à utilização da Internet por parte de professores e
funcionários.
h) O acesso à Internet é gratuito.
i) Não é permitida a realização de jogos sem carácter pedagógico e/ou educativo.
j) Não é permitida a utilização de pens, bem como quaisquer tipos de discos compactos pessoais, a não ser com a finalidade de realização de trabalhos e,
sempre, com a supervisão do adulto responsável pela biblioteca.
k) Em caso de necessidade de gravação de trabalhos, esta deverá ser efectuada no disco do computador, no ficheiro “Meus Documentos” e na pasta da
respectiva turma.
l) Quando for necessário imprimir documentos/trabalhos, estes deverão ser guardados em pen e mandados imprimir no computador do balcão de
atendimento, pela funcionária.
m) Os utilizadores dos computadores não deverão tomar procedimentos susceptíveis de alterar as programações originais, bem como não deverão manipular
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os cabos de ligação.
n) No caso de ocorrer alguma anomalia, os utilizadores não devem tentar resolvê-la, mas, sim, informar o funcionário ou o professor de serviço.
o) Caso seja detectado algum problema no equipamento, resultante de má utilização, será chamado à responsabilidade o utilizador que, comprovadamente, o
causou, pagando a sua reparação, se for caso disso, mediante prévia informação ao Encarregado de Educação.
p) Caso se verifique perturbação do bom ambiente de trabalho e lazer da Biblioteca, por parte dos utilizadores desta secção, serão os mesmos inibidos de a
utilizar.
q) Para a zona de produção gráfica, existem tesouras, réguas, lápis e canetas, material que poderá ser requerido na zona de atendimento. (Não será permitida
a utilização do x-ato.)


14 - Utilização de computadores portáteis pessoais

a) Os alunos poderão utilizar os seus portáteis neste espaço, desde que cumpram as seguintes normas:
• Dêem conhecimento do facto ao adulto responsável pela BE no momento.
• Apenas poderão servir-se do seu computador para fins didácticos / realização de trabalhos escolares.
• De igual modo, apenas poderão aceder à Internet para o mesmo efeito do enunciado na alínea anterior.
• Os alunos poderão instalar nos seus portáteis documentos da BE, nomeadamente os CDROM ludico-didácticos aí existentes.
b) No caso de haver desrespeito pelas regras supra citadas, será retirado ao aluno o privilégio do uso do material em causa.


15 - Jogos de mesa e tabuleiro

a) O acesso aos jogos é possível mediante uma requisição, feita na zona de atendimento da Biblioteca.
b) O requisitante deverá registar os nomes de todos os jogadores.
c) O espaço reservado aos jogos é a zona de produção gráfica (nas duas mesas redondas).
d) No acto da entrega do jogo, a funcionária deverá conferir todas as peças.
e) No caso de perda de peças do jogo, os utilizadores/jogadores terão de repor a peça ou peças extraviadas ou, em último caso, pagar um novo jogo.


16 - Utilização de documentos na sala de aula

a) A utilização de documentos na sala de aula será sujeita ao preenchimento de requisição, não devendo o seu período de utilização exceder o turno lectivo
da manhã ou da tarde.
b) O impresso próprio para este tipo de requisição encontra-se na zona de atendimento da Biblioteca.


17 - Equipa Educativa de serviço na Biblioteca

A Equipa Educativa é constituída por professores com competências nos domínios pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação e das
Ciências Documentais, devendo a sua composição salvaguardar as disposições legais vigentes e, no caso de ser possível, por um período mínimo de 4 anos,
de forma a viabilizar projectos sequenciais.
Nos termos do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril, em cada agrupamento ou escola não agrupada o Director deve seleccionar e designar o(s)
professor(es) bibliotecário(s), de acordo com o estabelecido na Portaria nº 756/2009, de 14 de Julho.


18 - Professor bibliotecário
[Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho]

1 — Ao professor bibliotecário cabe, com apoio da equipa da biblioteca escolar, a gestão da biblioteca da escola não agrupada ou do conjunto das bibliotecas
das escolas do agrupamento.
2 — Sem prejuízo de outras tarefas a definir em regulamento interno, compete ao professor bibliotecário:
a) Assegurar serviço de biblioteca para todos os alunos do agrupamento ou da escola não agrupada;
b) Promover a articulação das actividades da biblioteca com os objectivos do projecto educativo, do projecto curricular de agrupamento/escola e dos projectos
curriculares de turma;
c) Assegurar a gestão dos recursos humanos afectos à(s) biblioteca(s);
d) Garantir a organização do espaço e assegurar a gestão funcional e pedagógica dos recursos materiais afectos à biblioteca;
e) Definir e operacionalizar uma política de gestão dos recursos de informação, promovendo a sua integração nas práticas de professores e alunos;
f) Apoiar as actividades curriculares e favorecer o desenvolvimento dos hábitos e competências de leitura, da literacia da informação e das competências
digitais, trabalhando colaborativamente com todas as estruturas do agrupamento ou escola não agrupada;
g) Apoiar actividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular incluídas no plano de actividades ou projecto educativo do agrupamento ou da
escola não agrupada;
h) Estabelecer redes de trabalho cooperativo, desenvolvendo projectos de parceria com entidades locais;
i) Implementar processos de avaliação dos serviços e elaborar um relatório anual de auto -avaliação a remeter ao Gabinete Coordenador da Rede de
Bibliotecas Escolares (GRBE);
j) Representar a biblioteca escolar no conselho pedagógico, nos termos do regulamento interno.

19 - Equipa [Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho]

1 — Em cada agrupamento ou escola não agrupada é criada uma equipa que coadjuva os professores bibliotecários, nos termos definidos no regulamento
interno.
2 — Os docentes que integram a equipa da biblioteca escolar são designados pelo director do agrupamento ou da escola não agrupada de entre os que
disponham de competências nos domínios pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação, das ciências documentais e das tecnologias de
informação e comunicação.
3 — Na constituição da equipa da biblioteca escolar, deve ser ponderada a titularidade de formação de base que abranja as diferentes áreas do conhecimento
de modo a permitir uma efectiva complementaridade de saberes.


20 – Atribuição de tarefas aos membros da equipa [Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho]

O Coordenador da Biblioteca é responsável pela elaboração de um mapa /organograma de tarefas dos membros da equipa pedagógica.
Deverão, ainda, ser estabelecidos objectivos e metas a atingir por cada membro no final do período/ ano lectivo.


21 - Funções e Competências da Equipa Educativa da BE

a) Competências dos professores da equipa:

• Competências na área do planeamento e gestão (planificação de actividades, gestão do fundo documental, organização da informação, serviços de
referência e fontes de informação, difusão da informação e marketing);
• Competências na área das literacias, em particular nas da leitura e da informação;

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• Competências no desenvolvimento do trabalho em rede;
• Competências na área da avaliação;
• Competências de trabalho em equipa.

b) Competências da Assistente Operacional da BE:

• Atendimento aos utilizadores;
• Controlo da leitura presencial, do empréstimo domiciliário e para as aulas;
• Controlo do espaço da BE;
• Apoio à utilização dos equipamentos;
• Colaboração com o(a) Coordenador(a) e outros elementos da equipa no tratamento técnico dos documentos (registo, carimbagem, cotação, arrumação,
catalogação e informatização);
• Manter a organização das zonas funcionais do espaço;
• Dinamizar e participar no desenvolvimento das actividades de animação pedagógica e cultural;
• Cooperar no tratamento estatístico regular dos dados da avaliação do desempenho da BE.


22 - Avaliação

A avaliação da BE far-se-á com regularidade, através da recolha de dados do trabalho desenvolvido e serviços prestados, de acordo com os princípios do
Programa RBE, com o objectivo de auscultar o grau de satisfação dos utilizadores e detectar fragilidades que devam ser objecto de intervenção.
No final de cada ano, o(a) Professor(a) Bibliotecário(a) deverá entregar ao Director da Escola um Relatório final, a analisar em Conselho Pedagógico.

Aprovado em Conselho Pedagógico d


Escola E. B. 2,3 Dr. Bissaya Barreto
Horário dos Docentes de Serviço na BE/CRE - 2009/2010
Horas Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
8:40-09:25 Clara Martins Cristina Delgado
09:25-10:10 Clara Martins Cristina Delgado
Isilda Acúrcio
10:30-11:15 Cristina Delgado
Margarida Freire
Clara Martins
Rui Silva
Cristina Delgado
Rui Silva
Isilda Acúrcio
11:15-12:00 Cristina Delgado
Margarida Freire
Elizabete Antunes Cristina Delgado
Isilda Acúrcio
12:05-12:50 Elizabete Antunes Cristina Delgado
Margarida Freire
12:50-13:35 Cristina Delgado Margarida Freire
13:35-14:20 Cristina Delgado
14:20-15:05 Cristina Delgado Cristina Delgado
Marisa Filipe
15:30-16:15 Cristina Delgado Cristina Delgado Isilda Acúrcio
16:15-17:00 Cristina Delgado Margarida Freire


Organização e Gestão de Bibliotecas Escolares




Manual de Procedimentos




Julho de 2007




Introdução


Qualquer biblioteca deve ter registado e organizado um Manual de Procedimentos, que auxilie a organização e a gestão, e onde se indiquem as operações
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correntes da biblioteca, procedimentos, serviços, funcionamento... Tratando-se de um documento interno, constitui um referencial de todo o tratamento técnico
realizado na Biblioteca Escolar (BE), que está em constante evolução, devido às actualizações regulares, e existe em dossier próprio (em suporte papel) e
electrónico (ficheiros em computador ou cd-rom).
O presente Manual de Procedimentos pretende dar um conjunto de indicações inerentes ao tratamento técnico-intelectual do fundo documental e respectivo
circuito do documento, no intuito de normalizar práticas, a nível local, na Biblioteca Escolar, e a nível concelhio, entre a Biblioteca Escolar e a Biblioteca
Municipal.
Este documento referencia ainda algumas orientações relativas à política de gestão e desenvolvimento da colecção da BE.




1 - Política de Desenvolvimento da Colecção: Selecção e Aquisição do Fundo Documental

A selecção e aquisição do fundo documental pautam-se pelos critérios estabelecidos em documento autónomo: Política de Desenvolvimento da Colecção
(PDC) – que está em fase do conclusão.
A coordenadora faz a selecção e a aquisição do fundo documental, muitas vezes a partir de sugestões apresentadas pelos departamentos curriculares,
docentes do 1º CEB e Jardins-de-infância, e dos alunos, em articulação com a direcção executiva do Agrupamento.
Para operacionalizar a política documental da escola/agrupamento, o Coordenador(a) tem em consideração os critérios a seguir enunciados:

1.1 Critérios Gerais
• Avaliar a colecção existente, a fim de definir as lacunas mais evidentes e identificar as obras deterioradas ou cujo conteúdo perdeu a actualidade;
• Identificar materiais inovadores que possam despertar o interesse da comunidade, em parceria com os restantes órgão da escola;
• Identificar as necessidades de informação dos utilizadores, quanto aos conteúdos e formatos, de modo a respeitar o Currículo Nacional, o Projecto
Educativo e o Projecto Curricular da Escola;
• Ajustar o equilíbrio entre os ciclos de ensino servidos pela biblioteca escolar;
• Adequar às necessidades educativas especiais e às origens multiculturais dos alunos;
• Assegurar o equilíbrio entre as áreas curriculares, as de enriquecimento curricular e as lúdicas;
• Respeitar a proporcionalidade de 3:1, relativamente ao material livro e não livro, entre todos os suportes;
• Ter em consideração o justo equilíbrio entre todas as áreas do saber, disciplinares/temáticas e de referência, e o número de alunos que as frequentam;
• Garantir um fundo global mínimo equivalente a 7 vezes o número de alunos.

1.2 Critérios Específicos
1.2.1. Critérios para a Selecção de Obras de Ficção
• Qualidade científico-pedagógica;
• Adequação/utilização ao público-alvo;
• Linguagem adequada às capacidades dos utilizadores;
• A colecção deverá incluir obras de autores clássicos, contemporâneos portugueses e outros;
• Os recursos ficcionais devem incluir livros na língua materna, romances que versam aspectos da história do país, romances passados em diferentes países
e que mostram diferentes culturas, fantasia/ficção científica e contos de fadas, contos tradicionais e populares, lendas de Portugal e de outros países.

1.2.3 Critérios para a Selecção de Obras de Não Ficção
• Competência e objectivo do(s) autor(es);
• Conteúdo: profundidade, interesse e abrangência do assunto;
• Actualidade - reflecte investigação recente nessa área do saber;
• Relevância para o currículo.
• Utilização potencial – dever-se-ão adquirir livros que possam interessar a uma larga gama de utilizadores;
• Capacidades diferenciadas – A BE deve ter em atenção as diferentes capacidades de leitura, os diferentes níveis de compreensão e os diferentes níveis de
interesse;
• Linguagem que estimule os utilizadores à sua leitura;
• Precisão e acuidade;
• Bibliografia referida, pois pode dar sugestões para novas leituras;
• Organização do índice pois é revelador da qualidade do livro e ajuda na pesquisa;
• Diversidade cultural e representatividade de vários pontos de vista (religioso, raça, cultural);
• Ser representativo de vários movimentos, assuntos, géneros ou correntes de significado local, regional ou nacional;
• Apresentação e design;
• Preço.


1.2.4 Critérios para a selecção de Obras de Referência
Os critérios para o material de referência são os mesmos que os aplicados ao material não ficcional. Contudo, o preço, a actualidade e a eventual utilização
podem ainda ser mais importantes, uma vez que os livros de referência são normalmente caros.
Outro aspecto a considerar é o facto de os livros de referência poderem ser substituídos por material noutro suporte, como CD-ROM ou mesmo por bases de
dados ou sites existentes na Internet.

1.2.5 Critérios para a Selecção de Revistas/Periódicos/Jornais
• Objectivos, âmbito e público-alvo da publicação periódica;
• Exactidão e correcção;
• Interesse local;
• Qualidade do formato
• Custo e relação qualidade/custo;
• Procura.

1.2.6 Critérios para a Selecção de Documentos em Formato Electrónico
Tal como para os livros que existem na BE, que são escolhidos criteriosamente (autoridade, circulação, idades aconselhadas, correcção científica, …)
garantindo-se assim que os alunos em formação contactam com material que os forma e enriquece, tendo, para tal, sido esse mesmo material avaliado pelos
responsáveis pela formação dos alunos, é também importante que os sites disponíveis numa BE tenham também sido objecto da mesma apreciação,
garantindo a qualidade dos respectivos conteúdos e sejam organizadas listas de favoritos.

1.2.6.1 Conteúdo
• Autoria
• Editora
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• Correcção/Exactidão
• Circulação
• Parcialidade/
• Formato apropriado
• Público-alvo
• Objectivo

1.2.6.2 Acesso
• Pesquisa
• Organização
• Tempo de Download
• Estabilidade
• Ligações
• Custos


1.2.6.3 Design
• Concepção da página
• Instruções
• Gráficos

1.2.7 Critérios para a Selecção de Multimédia (CD-ROM, software, …)
Muitos dos critérios formulados para os materiais livro (autoridade, circulação, público alvo, facilidade de uso e acesso, exactidão) são também apropriados
para os recursos multimédia e audiovisual. No entanto, estes têm especificidades a serem tidas em conta no processo de selecção
• Conteúdo
• Acesso
• Questões Técnicas
• Custo
• Questões legais (número de licenças, garantias, manutenção, segurança do produto, …)

1.2.8 Critérios para a Selecção de Material Audiovisual
• Orçamento disponível
• Durabilidade do item
• Qualidade dos gráficos e da imagem
• Possibilidade e facilidade de reparação
• Equipamento requerido
• Longevidade deste tipo de tecnologia

1.2.8.1 Documento vídeo e áudio – especificidades:
• Adequação da colecção vídeo e áudio aos objectivos da Biblioteca
• Adequação dos temas aos interesses lúdico-pedagógicos do público-alvo
• Qualidade da imagem e/ou do som
• Existência de legendas




1.2.9 Critérios para a Selecção de Outros Tipos de Material (Mapas, Globos, jogos)
• A escala, o detalhe, a exactidão e correcção, a cor e os símbolos e a actualidade;
• Aspectos importantes para a selecção de jogos são o seu relevo lúdico-pedagógico, recomendações e requisição, objectivo do mesmo e tipo de uso, local
onde vai ser jogado.


2. Critérios de Aquisição
• Traçar um plano para identificar materiais úteis a adquirir
• Determinar a verba disponível para o desenvolvimento da colecção e que quantia se pode destinar a cada categoria ou a determinado tema;
• Apreciar o preço em função da necessidade e qualidade dos materiais para a colecção
• Avaliar os fornecedores para facilitar o processo de aquisições, tendo em conta: os preços que praticam; o “timing” das entregas; o volume de vendas que
processam;
• Adquirir material o mais rápido possível;
• Conseguir um preço mais baixo por unidade;
• Relativamente a obras mais utilizadas pelos alunos, quer se trate de obras de apoio curricular ou de ficção muito requisitadas, devem ser adquiridos mais do
que um exemplar de cada título escolhido. Estão neste caso os dicionários, algumas obras de divulgação científica, alguns títulos de colecções infanto-juvenis
muito procurados.
O processo de aquisições processa-se de acordo com os procedimentos administrativos da escola.


3. Critérios para a Aceitação de Ofertas/Doações
Através de ofertas e doações, a biblioteca pode aumentar a sua colecção. No entanto, porque nem o espaço da Biblioteca Escolar é infinito e a qualidade das
ofertas pode não ser compatível com as necessidades e interesses dos utilizadores, estabeleceram-se os seguintes critérios para as ofertas/doações:
• Necessidades e interesses dos utilizadores;
• Lacunas existentes na colecção;
• Estado de actualização da doação. Por princípio e excepto na situação de grave lacuna na colecção existente para obras de referência ou manuais, livros
com mais de 5 anos não serão aceites;
• Estado de conservação dos documentos;
• Existência de material equivalente ou superior na colecção da Biblioteca;
• Adequação aos princípios explanados neste documento e à missão da Biblioteca Escolar;
• Desejos do doador, quanto à oferta;
• Interesses alheios à Biblioteca Escolar manifestados no acto da oferta.



4. Critérios para o Desbaste da Colecção
Objectivos: facilitar o acesso à informação diminuindo os obstáculos, ou seja eliminar o excesso de materiais obsoletos; melhorar a eficiência e reduzir custos,
nomeadamente pela economia de espaço que se recupera para tornar outros documentos mais acessíveis, pois a biblioteca Escolar tem um espaço limitado.
Assim, devem se retirados da colecção:
• Os materiais obsoletos e/ou desactualizados, sobretudo nas áreas das ciências e enciclopédias ou atlas geográficos que em cinco anos perdem

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rapidamente a actualidade;
• Os documentos fisicamente danificados, rasgados e velhos ou não atraentes;
• Duplicados de cópias que não são solicitadas que poderão ser objecto de permuta entre bibliotecas;
• Documentos que já não correspondem às necessidades dos utilizadores;
• Documentos que não correspondem aos objectivos institucionais devido, por exemplo, a alterações curriculares;
• Documentos que raramente são usados e ocupam lugares em livre-acesso, impedindo outros mais actuais de serem disponibilizados nesta modalidade,
servindo como critério nenhuma requisição domiciliária em cinco anos civis consecutivos;
• Ofertas não solicitadas e não desejadas;
• Periódicos sem índices.


5. Responsável(eis) pela aplicação dos princípios constantes neste documento
Após aprovação em Conselho Pedagógico do documento da Política de Desenvolvimento da Colecção da Biblioteca Escolar, compete à equipa coordenadora
da Biblioteca Escolar (constituída de acordo com orientações procedentes da Rede de Bibliotecas Escolares) a responsabilidade de aplicar as orientações
constantes deste documentos na gestão e desenvolvimento da colecção.
A equipa coordenadora da Biblioteca Escolar será, deste modo, responsável pela selecção, aquisição, análise das ofertas, desbaste, preservação e avaliação
da colecção.
Todas as questões que possam decorrer da aplicação dos critérios acima definidos sobre a política de gestão e desenvolvimento de colecções da Biblioteca
Escolar serão colocadas à equipa coordenadora da Biblioteca através de reclamação escrita, utilizando o Modelo Impresso para Reclamações (v. Anexo 1).

6 - Tratamento Técnico-Documental

Antes de se iniciar o tratamento técnico-documental de qualquer documento (livro e não livro), deve confirmar-se o seu bom estado (se está completo, sem
danificações, ou se funciona...).
6.1 – Registo
Registar é dar entrada no inventário geral, que constitui o fundo documental (FD) de uma Biblioteca. A Biblioteca possui um dossier organizado de facturas e
recibos do fundo documental adquirido.
O número do registo é igual à posição de entrada no inventário geral. Cada unidade física, mesmo que constituindo parte de um documento, deve ter um
número de registo próprio, inequívoco, que deve ser sequencial, existindo apenas um Livro de Registo para todos os suportes, logo que ocorra a sua entrada
na biblioteca (v. Anexo nº 2). Num futuro próximo, este procedimento será substituído pelo Livro de Registo Informatizado, segundo o sistema de BiblioBase.
É de salientar que a cada unidade física corresponde sempre um número de registo próprio, a saber:
a) em documentos repetidos, cada um tem o seu próprio número de registo;
b) uma obra em vários volumes, cada um deles terá um número de registo diferente;
c) o material acompanhante, no mesmo formato ou diferente (livro, CDR, CD-Áudio, DVD), constitui-se como um registo autónomo.

Os periódicos e as revistas não são numerados, mas registados em folhas próprias (Kardex), conforme o anexo 3 Registo de Publicações Periódicas/Revistas,
correspondendo a cada folha um único título.
Existe um dossier exclusivamente destinado para as publicações periódicas, onde as fichas são ordenadas alfabeticamente.
No que diz respeito aos manuais escolares, existe um Livro de Registo próprio, onde constam os manuais escolares adoptados pelos departamentos e áreas
curriculares e em vigência.
São numerados e registados sequencialmente, tal como se faz com outro documento manuscrito, em formato digital Excel.
6.2 – Carimbagem
Todos os documentos, independentemente do seu suporte, devem ser carimbados.
Há dois tipos de carimbo: o chamado carimbo de registo e o de posse ou de instituição. Estes carimbos têm as seguintes dimensões: 3,5 cm de comprimento
(posse); 4,8 cm de comprimento e 2,8 cm de largura (registo)
• O carimbo de registo, para além da identificação da instituição, tem espaço para o nº de registo, para a cota inscrita a lápis e para a data da entrada do
documento na Biblioteca; coloca-se na página de título (rosto), as preliminares do livro - a que contém mais informação (autor, título, e editora)- normalmente,
no canto inferior direito, conforme exemplo do Anexo nº 4.
• O de posse ou instituição é composto apenas pela designação de Biblioteca e coloca-se, normalmente, na página seguinte à página de título, conforme
exemplo do Anexo nº 5, no meio (v. Anexo 6) e no fim (v. Anexo 7), na última página terminada no número 5
Este vai ser substituído, no próximo ano lectivo, por um outro redondo de pequenas dimensões com a identificação do agrupamento: Agrupamento de Escolas
de Castanheira de Pera – BE.


Para todo o material ao qual dificilmente a tinta adere, deve proceder-se da seguinte forma:
• Livro plastificado: no canto inferior direito (no interior) da segunda da capa, cola-se o carimbo de posse ou instituição, onde se inscreve o número de registo
do documento, utilizando para o efeito uma etiqueta autocolante;
• CD e DVD: na capa exterior, coloca-se o carimbo de posse ou instituição, onde se inscreve o número de registo do documento, utilizando para o efeito uma
etiqueta autocolante.
No próprio CD e DVD coloca-se o número de registo, utilizando uma caneta de acetato.
• VHS: o procedimento é o mesmo adoptado para o CD e DVD.

Os documentos intercalados (fotografias, mapas) são carimbados no verso.
Em obras profusamente ilustradas, a carimbagem restringe-se ao carimbo de registo.
No caso de publicações periódicas impressas, apenas são carimbadas com o carimbo de pertença, procedendo-se da seguinte forma:
• Revistas: na capa e na página do sumário;
• Jornais: junto ao título e na última página.

Procedimento semelhante é adoptado para publicações efémeras (brochuras, desdobráveis, folhetos e documentos em folhas volantes).

Para o Material não livro (cassetes áudio, VHS, CD-Áudio, CD-ROM, DVD, Diapositivos), o carimbo aplica-se na capa do documento; com uma caneta de
acetato inscreve-se, no próprio documento, a sigla da instituição e o número de registo.
No caso de material em Suporte iconográfico (postal, fotografia, etc.) e mapas, o carimbo de registo aplica-se no verso do documento.



6.3 – Catalogação
O sistema informático utilizado nas Bibliotecas Escolar e Municipal, para a criação da base de dados bibliográfica, é o BiblioBase.
No triénio 2006-2009, os responsáveis por este trabalho de catalogação são os docentes Ana Paula Ferreira, Rui Abreu e a Funcionária da BE. Carla Nunes.
Os campos (obrigatórios/facultativos) definidos para a catalogação com o BiblioBase, após reunião com a Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares do
distrito de Leiria, são os que constam nos quadros/tabelas numerados (pontos 8 a 8.4 do sumário) a seguir indicados, consoante o tipo de suporte
documental, e respeitam o nível médio de descrição definido pela Agência Bibliográfica Nacional:
Aspectos acertados a nível concelhio: o 1 que antecede o número de registo diz respeito ao fundo documental da Biblioteca Municipal e o 2 à Biblioteca
Escolar.
A sigla da biblioteca utilizada no campo 966 é EB23CP (Biblioteca Escolar Castanheira de Pera)
A criação do logotipo da BE está prevista para o ano lectivo 2007-2008, através da realização de um concurso dirigido aos alunos.




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6.3.1 Política de Descrição Catalográfica
Uma política de catalogação constitui um instrumento essencial de normalização que estabelecerá o nível de descrição a utilizar, bem como um conjunto de
regras/procedimentos que constituem uma adaptação do normativo internacional/nacional à biblioteca pública. Só desta forma poderemos garantir um output
de informação no catálogo que garanta a qualidade e da coerência dos dados.
Uma vantagem acrescida desta definição é, sem dúvida, a redução do nível e multiplicidade dos erros que sempre se verificam.
A Catalogação compreende três partes: a descrição bibliográfica, pontos de acesso e dados de localização. Esta tem como missão individualizar os
documentos, para que não sejam confundidos entre si e a reunir os documentos pelas suas semelhanças, estabelecendo relações entre si e a permitir a
localização de um documento específico numa determinada colecção.
Em termos metodológicos aconselha-se que, em caso de dúvida, as bibliotecas aderentes utilizem as Regras Portuguesas de Catalogação, as diferentes
ISBD’S, o Manual UNIMARC e diversas Informações Técnicas que a Biblioteca Nacional tem publicado.


Tomámos como norma base a utilização do nível intermédio de descrição, tal como é definido internacionalmente, o que significa, em termos de ISBD o
seguinte:




6.3.2 Nível de Descrição Bibliográfica
De seguida, apresentam-se algumas especificações de implementação respeitantes aos vários fundos, tendo em atenção o público-alvo da Biblioteca:

a) Fundo adultos – monografias
São referidas as autorias principais. No caso de ilustradores, editores literários, prefaciadores, etc. devem indicar-se sempre que essa informação vier na
página de rosto ou então caso se verifique pela análise do documento que essa informação é essencial. (Caso essa informação não conste da página de
rosto, deve indicar-se quando se trate de personalidades de reconhecido mérito cultural, nomeadamente portuguesas, ou quando se verificar, através da
análise do documento, que este tipo de informação é pertinente para a recuperação do mesmo).
A indicação geral da natureza do documento não deve ser utilizada.
A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira.
Só em casos muito raros deve ser utilizado mais do que um local de edição e editor.
Aqui devemos salvaguardar o caso do livro antigo, do fundo local e reservados em que esta informação pode ser muito importante.
A nota sobre o título original é obrigatória
A referência à ilustração só deve ser utilizada quando assumir uma importância relevante no conjunto do documento.
A menção de colecção é obrigatória.
A descrição em níveis deve seguir o estipulado pelas Regras Portuguesas de Catalogação (RPC).

b) Fundo Infanto-Juvenil
? Só devem ser referidas as autorias principais, o que no caso deste tipo de documentos inclui obrigatoriamente os ilustradores.
Os ilustradores constituem sempre ponto de acesso, independentemente do seu nível de responsabilidade.
? A indicação geral da natureza do documento não deve ser utilizada.
?A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira.
? Só em casos muito raros deve ser utilizado mais do que um local de edição e editor.
? São obrigatórias as seguintes referências: ilustração, nota sobre o título original e informação respeitante à colecção.
? A descrição em níveis deve seguir o estipulado pelas Regas Portuguesa de Catalogação (RPC).


c) Fundo Áudio
? Os títulos de cada um dos temas que compõem o documento devem ser dados, sempre que se justifique para benefício dos utilizadores, isto é, que possam
ser utilizadas em contexto educativo. A nota sobre o título original é obrigatória
? A referência às autorias deve ser exaustiva quanto a intérpretes, autores de trechos musicais e letras, e, no caso da música pop, a indicação dos produtores.

? No caso da música clássica, o autor do trecho, os intérpretes (individuais ou grupos), os maestros e os solistas devem constituir autorias principais.
? A indicação geral da natureza do documento é obrigatória.
? A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira.
? Só em casos muito raros deve ser utilizado mais do que um local de edição e editor.
? A informação respeitante à colecção é obrigatória.
? A descrição em níveis deve seguir o estipulado pelas Regas Portuguesa de Catalogação (RPC).


d) Fundo Vídeo
? A nota sobre o título original é obrigatória.
? Se um dado filme se basear numa obra literária ou outra, deve estabelecer-se a ligação entre o registo do vídeo e o da monografia, utilizando um dos
campos de ligação do bloco 4 (entradas relacionadas) do UNIMARC, preenchendo o campo 452 Edição em suporte diferente ou utilizando o campo 304, para
além do título original, é também mencionado o caso de adaptação de uma obra literária: Baseado na obra de….
? A referência às autorias deve ser exaustiva quanto a realizadores, produtores, guionistas, intérpretes.
? Devem ser consideradas como autorias principais o realizador e o produtor.
? No caso dos documentários “científicos” os conselheiros técnicos devem ser considerados autorias de segundo nível.
? No caso dos documentários e outros documentos de carácter informativo, e só nestes, a sinopse deve ser dada, sempre que possível, em notas.
? A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira.
? Só em casos muito raros deve ser utilizado mais do que um local de edição e editor.
? É obrigatória a informação respeitante à colecção e à indicação geral da natureza [Registo vídeo/DVD/VHS] do documento.
? A descrição em níveis deve seguir o estipulado pelas Regas Portuguesa de Catalogação (RPC).

e) Recursos Electrónicos (cd rom’s, dvd’s, diskettes com software ou outra informação e recursos de Internet)
Dada a especificidade da descrição deste tipo de recursos e a recente difusão da
nova ISBD, devem adoptar-se as orientações da nova ISBD (ER), assim como o documento da
BN sobre a aplicação do Unimarc a este tipo de documentos. Exemplo FRD – UNIMARCBibliográfico – MULTIMÉDIA (Documentos electrónicos)

f) Material Não Livro (cartazes, programas, folhetos, brochuras de divulgação/informação, fotogramas)

Os documentos serão seleccionados de acordo com os seguintes critérios:
? Documentos que são, por natureza, não livro como é o caso dos cartazes;
? Documentos que apresentem conteúdos não disponíveis noutros suportes.
? Designação genérica de material obrigatória. Aplicam-se os termos definidos na ISBD (NBM);
? Para a designação específica de material devem aplicar-se os termos definidos na ISBD (NBM).



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7. Encabeçamentos e Controlo de Autoridade

7.1 Encabeçamentos
O encabeçamento segue as Regras Portuguesas de Catalogação (RCP). Para além do que estas estipulam, esclarece-se o seguinte:
1- No caso das obras onde a ilustração assume uma importância superior ao texto, o encabeçamento deve ser o ilustrador;
2- No caso da música clássica, o encabeçamento é sempre o autor do trecho/obra;
3- No caso de outros géneros musicais, o encabeçamento deve ser o intérprete;
4- No caso do vídeo, o encabeçamento deve ser o realizador;
5- No caso dos documentos multimédia, o encabeçamento deverá ser produtor;
6- No caso dos sites WEB ou outros recursos de Internet, o encabeçamento deverá ser o autor da informação se tal se encontrar explicito.

7.2 Controlo de Autoridade
As autoridades, na medida em que constituem pontos de acesso a qualquer catálogo, constituem um dos aspectos mais relevantes para assegurar a
qualidade do produto catalográfico e devem ser mantidos de acordo com normas estabelecidas e feito sistematicamente o seu controlo.
Independentemente da metodologia implementada pelo sistema de gestão biblioteconómica, deve verificar-se, sistematicamente e com cuidado, se uma dada
autoridade já existe no sistema e só depois decidir sobre a criação de uma nova entrada.
Assim, estabelecem-se alguns procedimentos para a criação de autoridades/autor:
1- Sempre que for o caso, deve copiar-se o registo de autoridade já existente na PORBASE (Base Nacional de Dados Bibliográficos)
2- Ao criar-se uma nova autoridade (e isto vai acontecer sempre nos documentos áudio, vídeo e multimédia) deve determinar-se com exactidão o nome,
excluindo o mais possível abreviaturas e acrónimos.
3- Deve recolher-se o máximo de informação possível sobre o autor, tal como datas de nascimento e morte, funções desempenhadas quando tal se torne
relevante para identificação inequívoca;
4- REMISSIVAS: deve seguir-se o especificado nas RPC.



8. Formatos de Descrição - UNIMARC Bibliográfico

8.1 Monografias (documentos impressos)
Campo Sub Descrição Notas
010 ^a Número Internacional Normalizado dos Livros – ISBN O Identifica uma única edição de uma obra e o respectivo editor
021 ^a Número do depósito legal – Código do país O PT
^b Número (Nº atribuído p/ Agencia Bibliográfica Nacional nos docs. p/ D.L.) F (caso não se identifique o ISBN)
100 ^a Dados Gerais de Processamento O 20050517d19 k y0pory0101 ba
101 ^a Língua da Publicação – Língua do texto, banda sonora, etc. O Por (predefinido no sistema)
^c Língua do documento no original O Para documentos traduzidos
102 ^a País de Publicação O PT (predefinido no sistema) seleccionar o código do país
200 ^a Título e menção de responsabilidade – Título próprio O Título principal do documento
^d Título e menção de responsabilidade – Título paralelo F Título próprio noutra língua e/ou escrita
^e Título e menção de responsabilidade – Informação de outro título F Subtítulos e informações de outros títulos subordinados ao titulo próprio do doc.
^f Título e menção de responsabilidade – Primeira menção de responsabilidade O Até três autores, (separados por vírgulas – nomes co-autores. Mais de 3 co-
responsáveis, indica-se apenas o 1º autor, seguido de reticências …e da expressão [et al.])
^g Título e menção de responsabilidade – Outras menções de responsabilidade (que não a principal, repetivel p/ menções responsabilidade diferentes) O
Indicar sempre a função, trad., il. (Não mencionar mais do que três autores com a mesma função no mesmo campo)
205 ^a Menção da edição O Indicar a partir da 2ª ed. (Imprescindível para sabermos que edições de uma obra particular existem numa biblioteca)
^b Outras menções de edição (só aplicável caso a edição apresente alterações consideráveis de outra impressões daquela ed. Reimpressão, tiragem, etc.) F
^f Menção da edição – Menção de responsabilidade relativa à edição) F
^g Menção da edição – Outras menções de responsabilidade relativas à edição F
210 ^a Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição, distribuição, etc. O
^c Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor, distribuidor, etc. O
^d Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação, distribuição, etc. O Ou data de copyright (cop.), distribuição ou de impressão (impr.), ou de D.L.
^f Publicação, Distribuindo, etc. – Menção de responsabilidade relativa à edição F Obrigatório para Fundo Local
^g Nome do impressor (Indica-se quando o nome do editor ou distribuidor é desconhecido) F
^h Data da impressão (Indica-se quando a data é diferente da edição e ambas são expressas no documento) F
215 ^a Descrição física – Indicação específica da natureza do documento F Nº de páginas e/ou volumes
(ex. 298, [28] p.)
^c Descrição física – Outras indicações físicas F ilustração, gravuras, mapas, desenhos, etc.
^d Descrição física – Dimensões F em cm
^e Material acompanhante (em separado mas que é parte integrante do doc. mapa, cd …, etc.) O
225 ^a Colecção – Título próprio da colecção O
^v Colecção – Indicação de volume O
^i Nome de uma parte ou secção F
300 ^a Notas Gerais – Texto da nota F Nota sobre qualquer aspecto do doc. ou do registo
304 ^a Notas Relativas a Título e Menção de Responsabilidade F Notas relativas ao título e/ou menção de responsabilidade. Pode indicar a fonte do título ou
palavras q tenham sido omitidas na descrição. Ou um comentário sobre autores. (ex. Tít. orig.: Water)
320 ^a Notas Relativas a Bibliografia (e índices relevantes p/ conteúdo) F ex. bibliografia p. 100
327 ^a Notas Relativas ao Conteúdo F Preenchimento na Descrição a 2 níveis
Nota q indica o conteúdo da obra. (Obra que se compõe de vários volumes.)
517 ^a Outras variantes do título F Preenchimento na descrição a 2 níveis (P/ criar pontos de acesso por títulos)
600 ^a Nome de Pessoa Usado Como Assunto – Palavra de ordem F P/ docs. sobre um autor: estudo ou biografia
^b Nome de Pessoa Usado Como Assunto – Outra parte do nome F
^c Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de Pessoa Usado Como Assunto – Datas F
606 ^a Nome Comum Usado Como Assunto – Elemento de entrada (p/ termos de indexação normalizados, descritores de tesauros) O Até 2 descritores para
Fundo Doc.
^x Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão de assunto O
^y Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão geográfica O
^z Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão cronológica O
675 ^a Classificação Decimal Universal (CDU) – Notação O Entrada de assunto pela CDU Vide Informação técnica BN nº 2/88

^v Classificação Decimal Universal (CDU) – Edição O BN (pré-definido)
^z Classificação Decimal Universal (CDU) – Língua da Edição O por (pré-definido)
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686 ^a Outras classificações – Notação F
^vF
^zF
700 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Palavra de ordem O (Não é repetível, só pode existir um único ponto de acesso por autor
principal)
^b Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Outra parte do nome O
^c Elementos de identificação ou distinção (não são parte do nome) F ex. pseud. Etc.
^f Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Datas F
701 ^a Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Palavra de ordem O (quando são mais do que três autores colocar em 701, porque a Entrada
Principal deve ser por título RPC 2.4)
^b Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Outra parte do nome) O
^c Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Datas F
^4 Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Código da função O (dados codificados c/ código de função q o autor desempenha na publicação)
702 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Palavra de ordem O Vide Informação Técnica nº 3/2006 BN
(só quando se preencher o Campo 200 ^g)

^b Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Outra parte do nome não tomada para palavra ordem O
^c Elementos de identificação ou distinção O
^f Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Datas O
^4 Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Código de função F
710 ^a Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Palavra de ordem F Ex a).01 ^a PORTUGAL.^b Ministério da Educação ^b Direcção Geral de
Inovação Curricular Ex b) 02^aCongresso Nacional …^d6, ^eLisboa^f1999
^b Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Subdivisão F
^c Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F
^4 Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Código da função F
711 ^a Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal – Palavra de ordem F
^b Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal – Subdivisão F
^c Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F
^4 Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal) – Código da função F
712 ^a Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Palavra de ordem F
^b Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Subdivisão F
^c Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Elementos de identificação ou distinção F
^4 Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Código de função) F
801 ^a Fonte de origem – País F PT
^b Fonte de origem – Agência F BES/RBE2,3
^c Fonte de origem – Data da última transacção F Pré-Definido
^g Fonte de origem – Regras de catalogação F RPC
966 ^a N.º de registo (Inventário)
O Identifica o exemplar de forma unívoca e permite o empréstimo do doc. (MCE)
^c N.º de exemplares F (que a BE possui do documento)
^l Sigla da instituição (identifica a instituição e permite a troca de registos) O BECP
^p Preço e observações F (2)
^s Cota O Classificada Alfanumérica (Identificação/localização do documento p/ sua arrumação e recuperação) (3)
^1 Data O Pré-definido
^6 Empréstimo domiciliário O Normalmente selecciona-se 1 (zero=emprestável)
^9 Disponível para empréstimo F Normalmente selecciona-se 1 (zero=emprestável)
F = Facultativo
O = Obrigatório




Preenchimento do campo 100
Posição dos caracteres Valor de preenchimento (pré-definidos) Obs.
0-7 Data de entrada do registo Preencher de acordo com: AAAA-MM-DD (= 931)
8 Tipo de data de publicação d (= 932)
9-12 Data de publicação AAAA Actualizar (= a 210 ^d)
17-19 Código de audiência k Alterar para:
c (primária, idades 5-10)
20 Publicação Governamental y
21 0
22-24 Língua da catalogação por
25 Código de transliteração y
26-29
34-35 Escrita ba
N.B. O correcto preenchimento dos campos de informação codificada (campo 100) assume especial importância dado que permitem caracterizar as várias
tipologias documentais, permitindo um melhor conhecimento da estrutura do fundo documental, fundamental para executar uma política de selecção adequada
ao público e objectivos da BE, entre outros aspectos.

(1) Apesar de não se utilizarem Tesauros, preenche-se o campo 606 com os termos da Lista de Termos Controlados em processo de elaboração. O número
mínimo de descritores ou de termos controlados é de dois.

(2) O preenchimento deste campo permite-nos obter o montante investido pelas instituições em novas aquisições. Esse valor surge no Livro de
Registo/Inventário informatizado.

(3) A etiqueta da cota para impressão no Módulo de Impressão de Código de Barras deve ser composta pelos seguintes dados:
? Nome do Agrupamento e/ou da Escola
? Nº de Registo
? Cota Classificada

Notas suplementares:
O UNIMARC dividiu a organização da informação em 10 blocos
As zonas ISBD foram distribuídas pelos campos e subcampos do UNIMARC
A organização da informação rege-se por normas internacionais e nacionais (RPC, ISBD’s) assentes numa estrutura de dados MARC (Machine Readable
Catalogue), tendo-se adoptado em Portugal o formato UNIMARC (Universal Machine Readable Catalogue)

Preenchimento do Campo 100

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Posição dos caracteres Valor de preenchimento
0-7 Data de entrada do registo Preencher de acordo com: AAAA-MM-DD
8 Tipo de data de publicação D
9-12 Data de publicação YYYY
17-19 Código de audiência
20 Publicação Governamental
21 0
22-24 Língua da catalogação Por
25 Código de transliteração Y
26-29 01 – 03
34-35 Escrita Ba


8.2 Registos Sonoros Musicais
Campo Sub Descrição Notas
021 ^a Número do depósito legal – Código do país O
^b Número do depósito legal – Número O
071 ^a Número do editor (registos sonoros e música) – Número do editor F
^b Número do editor (registos sonoros e música) – Fonte F
100 ^a Dados Gerais de Processamento F 20050517d19 k y0pory0101 ba
101 ^a Dados Gerais de Processamento F
102 ^a País de Publicação F
126 ^a Campo de Dados Cod.: Reg. Sonoros – Atributos Físicos – Dados codificados do registo sonoro (Geral) F
^b Campo de Dados Cod.: Reg. Sonoros – Atributos Físicos – Dados codificados do registo sonoro (Pormenor) F
127 ^a Campo de Dados Cod.: Dur. Reg. Sonoros - Mús. Impressa – Duração F
128 ^a Campo de Dados Cod.: Int. Musicais e Partituras – Forma da composição F
^b Campo de Dados Cod.: Int. Musicais e Partituras – Instrumentos ou vozes para agrupamento F
^c Campo de Dados Cod.: Int. Musicais e Partituras – Instrumentos ou vozes para solistas F
200 ^a Título e menção de responsabilidade – Título próprio O
^b Título e menção de responsabilidade – Indicação geral da natureza do documento O [Registo sonoro]
^e Título e menção de responsabilidade – Informação de outro título F
^f Título e menção de responsabilidade – Primeira menção de responsabilidade O
^g Título e menção de responsabilidade – Outras menções de responsabilidade F (1)
205 ^a Menção da edição F
210 ^a Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição, distribuição, etc. O
^c Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor, distribuidor, etc. O
^d Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação, distribuição, etc. O
215 ^a Descrição física – Indicação específica da natureza do documento O 1 disco óptico (CD) (65 min.)
^c Descrição física – Outras indicações físicas F Stereo /Mono
^e F
225 ^a Colecção – Título próprio da colecção O
^v Colecção – Indicação de volume O
300 ^a Notas gerais F
323 Notas do elenco F (2)
327 Notas de conteúdo F Contém 10 Músicas; CD1 CD2: (3)
510 Título paralelo F
517 Outras variantes do título F
532 Título desenvolvido F Usado para desdobramento de siglas e numerais
600 ^a Palavra de Ordem F
^b Outra Parte do Nome Não Tomada Para Palavra de Ordem F
^c Elementos de Identificação ou distinção F
^f Datas F
606 ^a Elemento de Entrada O
^x Subdivisão de Assunto O
^y Subdivisão Geográfica O
^x Subdivisão de assunto O
^2 Código do sistema O
686 ^a^c^2 Outras Classificações F
700 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Palavra de ordem O
^b Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Outra parte do nome O
^c Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Datas F
701 ^a Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Palavra de ordem O
^b Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Outra parte do nome O
^c Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Datas F
^ 4 Código de função O
702 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Palavra de ordem O
^b Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Outra parte do nome não tomada para palavra ordem O
^c Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Datas F
^ 4 Código de função F
966 ^a Número de Registo O
^c Número de exemplares O
^l Sigla da Instituição O BECP
^s Cota O (seguida das três primeiras letras do apelido, em maiúsculas)
^6 Empréstimo domiciliário O (Normalmente selecciona-se 1 (zero=emprestável)
F = Facultativo
O = Obrigatório

(1) No que toca aos responsáveis intelectuais, optou-se por aligeirar neste campo o nº de menções, sendo apenas indicados os nomes daqueles que
assumem um papel relevante na criação da obra ou a nível da sua execução ou interpretação e que aparecem destacados na fonte de informação. Assim,
para os registos que têm mais do que um responsável, são considerados apenas os responsáveis a seguir mencionados e, de acordo com a seguinte ordem:
interprete solista, orquestra, director de orquestra, para a música clássica, o produtor com responsabilidade artística ou intelectual, para o pop rock. As
restantes menções indicadas no campo notas: 323.
Ex: 323: ^aDavid Byrne, guitarra e voz; Chris Frantz, bateria e percussão; Tina Weymouth, baixo; Jerry Harrison, teclas, guitarra e voz, Brian Eno,
sintetizadores, piano, guitarra, percussão e voz.

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(2) São indicadas outras menções de responsabilidade, consideradas relevantes, quando não indicadas no campo 200, como por exemplo membros de uma
banda cujo nome é apenas designado genericamente no 200, associados à respectiva função.

(3) Optou-se por não fazer uma descrição detalhada do conteúdo das músicas, exceptuando alguns casos na música clássica, em que o CD apresenta na
contracapa a descrição das principais peças musicais que o compõem (entre 3 a 5). Como contrapartida, e por analogia com os livros, é indicado o nº total de
músicas que o CD contém ou de cada CD, quando a obra é constituída por mais do que 1: CD1: Contém 12 músicas; CD2: Contém 9 músicas.

(4) Nos campos no bloco 7, são criados pontos de acesso para todos as menções de responsabilidade ditas secundárias, indicadas no campo 200 ^g e campo
323.
Preenchimento do Campo 100
Posição dos caracteres Valor de preenchimento
0-7 Data de entrada do registo Preencher de acordo com: AAAA-MM-DD
8 Tipo de data de publicação D
9-12 Data de publicação YYYY
17-19 Código de audiência M
20 Publicação Governamental Y
21 0
22-24 Língua da catalogação Por
25 Código de transliteração Y
26-29 01 – 03
34-35 Escrita Ba


8.3 Material de Projecção e Vídeo
Campo Sub Descrição Notas
021 ^a Número do depósito legal – Código do país O
^b Número do depósito legal – Número O
071 ^a Número do Editor F
100 ^a Dados Gerais de Processamento O 20050623d19 k y0pory0101 ba
101 ^a Língua do Texto, Banda Sonora,Etc. O
102 ^a País da Publicação O
115 ^a Campo de Dados Codif.: Proj. Visuais, Reg. Vídeo... – Dados codificados – Gera F
^b Campo de Dados Codif.: Proj. Visuais, Reg. Vídeo... – Dados codificados dos filmes animados – Arquivo F
200 ^a Título e menção de responsabilidade – Título próprio O
^b Título e menção de responsabilidade – Indicação geral da natureza do documento O [Registo vídeo]
^e Título e menção de responsabilidade – Informação de outro título F
^f Título e menção de responsabilidade – Primeira menção de responsabilidade O
^g Título e menção de responsabilidade – Outras menções de responsabilidade F (1)
205 ^a Menção da edição F
210 ^a Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição, distribuição, etc. O
^c Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor, distribuidor, etc. O
^d Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação, distribuição, etc. O
215 ^a Descrição física – Indicação específica da natureza do documento O 1 cassete de vídeo (VHS9 (85 min.) (2)
^c Descrição física – Outras indicações físicas – Cor F Color ou p&b;son. ou mudo
^d Descrição física – Duração F
225 ^a Colecção – Título próprio da colecção O
^v Colecção – Indicação de volume O
300 Notas gerais F
303 Notas informação descritiva F (3)
304 Notas/Título/responsabilidade F (4)
305 Notas Edição F (5)
322 Notas responsáveis artísticos F (6)
323 Notas elenco F (7)
327 Notas de conteúdo F (8)
333 Notas utilizadores F (9)
337 Notas pormenores técnicos F (10)
510 Título paralelo F
517 Outras variantes do título F
532 Título desenvolvido F
600 ^a Subdivisão Geográfica F
^b Subdivisão de assunto F
^c Código do sistema F
^f Subdivisão Geográfica F
606 ^a Nome Comum Usado Como Assunto – Elemento de entrada O
^x Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão de assunto O
^y Subdivisão Geográfica O
^x Subdivisão de assunto O
^2 Código do sistema O
686 Outras classificações F
700 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Palavra de ordem O
^b Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Outra parte do nome O
^c Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Datas F
701 ^a Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Palavra de ordem O
^b Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Outra parte do nome O
^c Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Datas F
^4 Código de função O
702 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Palavra de ordem O (11)
^b Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Outra parte do nome não tomada para palavra ordem O
^c Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Datas F
^ 4 Código de função O
856 Local de acesso electrónico - URL F
966 ^a Número de Registo O
^c Número de exemplares O

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^l Sigla da Instituição O BECP
^s Cota O (seguida da sigla de identificação do tipo de suporte ex: DVD/VHS)
^6 Empréstimo domiciliário O (Normalmente selecciona-se 1 (zero=emprestável)
F = Facultativo
O = Obrigatório

(1) No campo 200, a nível de responsabilidades, optou-se por indicar apenas 3 tipos diferentes (^f realizador^g argumento, fotografia ou música), sendo as
restantes, quando consideradas relevantes, indicadas no campo notas 322.

(2) No campo 215, indica-se a duração do filme logo a seguir à designação do material entre parêntesis, e não no subcampo ^d relativo às dimensões:^a1
disco óptico (DVD) (113 min.).

(3) (especificações para DVD) No campo 303, 1ª ocorrência, é indicada a língua original do documento seguida da indicação entre parêntesis das
especificações dos canais ou saídas de som, tal como aparece indicado na fonte de informação: ^aLíngua original: Russo (Dolby Digital 5.1)
Na 2ª ocorrência, são indicadas as línguas em que o documento aparece legendado tal como aparece indicado na fonte de informação: ^aLegendado em
português, inglês, francês, espanhol, italiano e alemão.

(4) No campo 304, para além do título original, é também mencionado o caso de adaptação de uma obra literária: Baseado na obra de….

(5) No campo 305, é indicado caso de o caso de uma edição especial: edição restaurada, remasterizada, etc.

(6) No campo 322 são indicadas outras menções de responsabilidade, quando consideradas relevantes, não indicadas no campo 200: guarda-roupa, cenário,
efeitos especiais, etc.

( 7) No campo 323, notas relativas ao elenco, são destacados nomes de actores até ao nº limite de 5: ^aElenco: Charles Chaplin, Claire Bloom, Sydney
Chaplin, Buster Keaton, Marjore Bennett.

(8) No campo 327, notas de conteúdo, indica-se a nível dos DVD, os extras, para além do filme, que são mencionados na fonte de informação: ^aContém:
Capítulos; Trailer; Fotos; Biofilmografia de David Lynch; Imprensa; DVD-ROM (artigos e dossier de imprensa, fotos).

(9) No campo 333, é indicada a faixa etária mencionada na fonte de informação: ^aMaiores de 12 anos.

(10) No campo 337, nota relativa aos pormenores técnicos, são indicados os requisitos do sistema, ou seja, as características técnicas indicadas na fonte de
informação de acordo com a seguinte ordem: tipo de DVD (9, 5); PAL ou outro sistema; Formato; Écran…:^a Requisitos do sistema: DVD 9; PAL zona 2;
Formato 1.33:1; Écran 4:3 compatível.

(11) São criadas entradas, nos campos 70-, para todos os responsáveis intelectuais descritos no documento.
Preenchimento do campo 100
Posição dos caracteres Valor de preenchimento
0-7 Data de entrada do registo Preencher de acordo com: AAAA-MM-DD
8 Tipo de data de publicação D
9-12 Data de publicação YYYY
17-19 Código de audiência ?
20 Publicação Governamental ?
21 0
22-24 Língua da catalogação Por
25 Código de transliteração Y
26-29 01 – 03
34-35 Escrita Ba

A metodologia referida para a ligação entre registos vídeo que sejam adaptações de obras literárias ou outras deve ser implementada com recurso ao campo
488 – Outras obras relacionadas.

Campo Subcampo Preenchimento
488 ^a (Autor) O
^c (Local de Publicação) O
^d (Data de publicação) O
^p (Descrição física) O
^t (Título) O
^u (URL) O se aplicável
^v (Nº do volume) O se aplicável
O = Obrigatório


8.4 Documentos Electrónicos
Campo Sub Descrição Notas
010 ^a Número Internacional Normalizado dos Livros – ISBN O Caso exista no item
021 ^a Número do depósito legal – Código do país O Caso exista no item
^b Número O
100 ^a Dados Gerais de processamento O 20050517
101 ^a Língua da Publicação O
102 ^a País de Publicação O
200 ^a Título e menção de responsabilidade – Título próprio O
^b Natureza do documento F [documento electrónico]
^e Título e menção de responsabilidade – Informação de outro título F
^f Título e menção de responsabilidade – Primeira menção de responsabilidade O
^g Título e menção de responsabilidade – Outras menções de responsabilidade F
210 ^a Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição, distribuição, etc. O
^c Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor, distribuidor, etc. O
^d Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação, distribuição, etc. O
215 ^a Descrição física – Indicação específica da natureza do documento F 1 disco óptico
225 ^a Título próprio da Colecção O
230 ^a Documentos electrónicos – Design/Extensão F (1)
300 ^a Notas gerais F
304 ^a Notas Título/responsabilidade F (2)
327 ^a Notas de conteúdo F
333 ^a Notas utilizadores F
336 ^a Ficheiro de computador F (3)
337 ^a Notas pormenores técnicos F Requisitos do sistema (4)
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  34/72
510 ^a Título paralelo F
517 ^a Outras variantes do título F
532 ^a Título desenvolvido F
600 ^a Palavra de Ordem F
^b Outra Parte do Nome Não Tomada Para Palavra de Ordem F
^c Elementos de Identificação ou distinção F
^f Datas F
606 ^a Nome Comum Usado Como Assunto – Elemento de entrada O
^x Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão de assunto O
^y Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão geográfica O
^x Subdivisão de Assunto O
^2 Código do Sistema O 2lc
675 ^a Notação O
^v Edição O
^z Língua da Edição O
700 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Palavra de ordem O
^b Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Outra parte do nome) O
^c Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Datas F
701 ^a Nome de autor-pessoa física (coresp. int. principal) – Palavra de ordem O
^b Nome de autor-pessoa física (coresp. int. principal) – Outra parte do nome O
^c Nome de autor-pessoa física (coresp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de autor-pessoa física (coresp. int. principal) – Datas F
^4 Código de função O
702 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Palavra de ordem O
^b Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Outra parte do nome não tomada para palavra ordem O
^c Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Datas F
^4 Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Código de função 0
710 ^a Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Palavra de ordem O
^ b Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Subdivisão O
^c Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F
^f Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Código da função F
^4 Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal – Palavra de ordem O
711 ^a Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal – Subdivisão O
^b Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção O
^c Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal) – Código da função F
^f Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Palavra de ordem F
^4 Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Subdivisão O
712 ^a Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Elementos de identificação ou distinção O
^b Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Código de função) F
^c Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Palavra de ordem F
^f Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Subdivisão F
^4 Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção O
856 ^a Localização de documentos remotos – Host F
^b Localização de documentos remotos – Número de Acesso F
^d Localização de documentos remotos – Endereço F
^f Localização de documentos remotos – Caminho electrónico F
^g Localização de documentos remotos – Nome uniforme do recurso F
^u Localização de documentos remotos – URL F
^v (clique aqui)
966 ^a Número de Registo O
^c Número de exemplares O
^l Sigla da Instituição O BECP
^s Cota O (seguida das três primeiras letras do título, em maiúsculas)
^6 Empréstimo domiciliário O (Normalmente selecciona-se 1 (zero=emprestável)
F = Facultativo
O = Obrigatório

(1) No campo 230, indica-se a designação e extensão de alguns tipos de materiais: ^aMultimedia interactivo; ou Dados e programas; ou Dados (2 ficheiros:
2Mb); ou Programas (1 ficheiro: 1Mb).

(2) No campo 304, notas sobre a fonte do título próprio, é indicada a fonte onde é retirado o título próprio: ^aTítulo retirado da caixa do CD; ou Título retirado
do ecran do computador.

(3) No campo 336, nota relativa ao tipo de documento electrónico, são indicados dados adicionais sobre o tipo e extensão e extensão do doc. não indicados
no campo 230: ^a Dados numéricos (estatísticas); Dados textuais (relatórios e resumos de legislação); Dados gráficos...

(4) No campo 337, nota relativa aos pormenores técnicos, são indicadas as informações técnicas do documento electrónico que aparecem na fonte de
informação, devendo a sua descrição obedecer a uma determinada ordem. A indicação de cada requisito distinto é separado por (;). Se o documento
apresentar requisitos de sistema diferentes, por exemplo sistemas operativos distintos, podem-se registar de duas formas: em nota única, separando os
requisitos apenas por ( ; ), ou, em nota separada, repetindo o campo. Esta situação também é válida quando o documento é composto por dois ou mais
suportes físicos distintos com requisitos de sistema diferentes (disco electrónico e videodisco).

^aRequisitos do sistema: nome, modelo e/ou nº da máquina; quantidade de memória; nome do sistema operativo; requisitos do software (inclui linguagem de
programação); periféricos necessários; modificações internas do hardware, etc.
Exemplos:
^aRequisitos do sistema: configuração PC processador: Pentium a 133 MHZ; 16 MB memória RAM; 14 MB de espaço livre no disco rígido; software
desenvolvido para Windows 95, 98 ou Me;
^aRequisitos do sistema: configuração Mac: 68030 mínimo Power PC; 8Mo RAM; …
^aRequisitos do sistema: leitor de videodisco, conector do cabo RS232…
Em caso se dúvida, dever-se-á consultar as Informações Técnicas (Anexos 8-12)????



9. Importação de Registos

É possível fazer-se a importação de registos para o BIBLIObase, a partir do interface de pesquisa Sirius da Biblioteca Nacional http://sirius.bn.pt e de outras

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bibliotecas. Acedendo ao conteúdo dos registos informáticos em formato Unimarc directo, será facilitada a incorporação dos registos no catálogo sem ter que
os catalogar.
Eis os passos que se deverão levar a cabo para efectuar uma cópia directa da BN para o Módulo de catalogação:
1º Abra o Word numa janela e minimize-o;
2º Aceda ao sítio http://sirius.bn.pt a partir do seu Browsre de acesso à Internet;
3º Pesquise o documento pretendido (se for uma monografia, dever-se-á procurar pelo apelido do autor);
4º Faça um clique no número que precede o registo para o ver em formato UNIMARC;
5º Seleccione todo o conteúdo do registo em formato Unimarc e copie-o para a memória (Menu Editar/Copiar);
6º Abra o Módulo de Catalogação e seleccione uma base de dados;
7º Na lista de registos fica automaticamente activa a opção “Colar Especial Marc”;
8º O registo será apresentado numa interface que permite, antes da salvaguarda, a inserção, correcção ou eliminação de campos. Neste passo, dever-se-á
seleccionar a informação contida do campo 010 até ao campo 8, inclusive, e apagar o campo 095.
9º Para guardar o registo na base, basta seleccionar o ícone disponível no topo (disquete);
10º Se a origem do registo for de uma base de dados que não utiliza o formato UNIMARC (por exemplo a Biblioteca do Congresso – Marc21) antes de
guardar, deve fazer-se a conversão, recorrendo à opção disponível.

NOTA: Quando editar o registo através das folhas de recolha, poderá ser necessário alterar o tipo de documento, devido ao facto de essa informação não
constar no registo. Se for necessário alterar o tipo de documento, deve premir-se o botão do lado direito do rato em cima do registo (lista de registos) e
seleccionar a opção “Alterar tipo de documento”. Da lista deve escolher-se os códigos respectivos.
Para mais esclarecimentos, veja-se o vídeo em http://www.bibliosoft.pt/suporte/movies/importacao_bn _viewlet_swf.html.



10. Política de Classificação e Indexação
A indexação pressupõe dois procedimentos que não devem ser dissociados e que resultam de uma análise do documento: a Classificação e a Indexação.
A indexação é a fase do tratamento documental que tem como objectivo principal permitir a pesquisa e localização dos documentos, por assunto.
É por isso a operação documental mais importante da Biblioteca Escolar, visando a recuperação da informação por parte do utilizador.
Esta tarefa deve ser da responsabilidade do Professor Coordenador ou da equipa por ele nomeada para o efeito.

A indexação implica uma análise já não dos elementos formais (descrição física) do documento, mas do seu conteúdo informativo (assunto). A indexação,
segundo a definição dada na NP 3715 é a "acção que consiste em descrever ou caracterizar um documento relativamente ao seu conteúdo, representando
esse conteúdo numa linguagem documental.”

É nesta fase de análise que são seleccionados os conceitos a reter e escolhidos os descritores considerados apropriados para a recuperação da informação.
De acordo com a NP4036 "descritor é o "termo que se utiliza na indexação para representar um determinado conceito, por vezes chamado termo
preferencial”.

Operacionalização dos procedimentos de indexação:

1- Análise, do conteúdo temático/informativo do documento e consequente reconhecimento (identificação e selecção) das palavras designadas conceitos, que
traduzem o assunto da informação contida no(s) documento(s) a indexar.
2- Representação dos conceitos seleccionados em linguagem documental: categorial e combinatória.

? Primeira fase:

1- Análise
Requer a apreensão do conteúdo global do documento.
No processo de análise deverão estar sempre presentes as seguintes premissas:
- o respeito pelo pensamento do autor do documento,
- os interesses e necessidades de informação pertinente do utilizador
- as características e objectivos do fundo bibliográfico existente.

? Para documentos impressos/escritos, essa apreensão deve fazer-se pela leitura/análise dos seguintes elementos: título; sumário; introdução, frases dos
capítulos e/ou parágrafos, gráficos, quadros de números, figuras, legendas, noções em destaque por algum artifício tipográfico, conclusão

? Para outro tipo de documentos (material não livro/documentos não impressos), a apreensão do seu conteúdo será obrigatoriamente diferente, devendo-se
considerar: análise de descrições existentes, material acompanhante, ou o visionamento, audição de partes do documento e no caso dos CD-Rom’s, a sua
instalação e experimentação de algumas potencialidades.

Apreendido o conteúdo, identificam-se e seleccionam-se os conceitos que o possam traduzir de forma inequívoca.

? Segunda fase:

2 – Representação em linguagem documental

Existem dois tipos de linguagem documental: a categorial e a combinatória.


10.1 Classificação
Linguagem categorial – é aquela em que os conceitos são ordenados a priori, de acordo com um determinado assunto/tema (sendo atribuído a cada um, uma
notação - indicação numérica), existindo entre eles uma relação de subordinação hierárquica. Caso das classificações divididas em classes e subclasses.
A este tipo de linguagem pertence o sistema de Classificação Decimal Universal (CDU) utilizado na maioria das Bibliotecas e Serviços de Documentação.
A Classificação Decimal Universal (CDU) é a mais utilizada e também adoptada em Portugal, por recomendação da Biblioteca Nacional que é a Agência
Bibliográfica Nacional.
No anexo 13 consta o Quadro dos Sinais/Símbolos e Auxiliares mais utilizados/importantes na CDU.

A classificação é usada como linguagem comum de indexação e pesquisa por assuntos que serve para recuperar uma obra, através de pesquisa por assuntos
em linguagem categorial CDU).
Pretende-se com a utilização da tabela de autoridades (CDU) a arrumação das espécies documentais por áreas temáticas e a recuperação de informação por
assunto.

Após a análise feita, ficamos de posse dos conceitos mais importantes para determinar qual o assunto principal que ele representa e através de uma
linguagem documental de tipo categórico, como a CDU (engloba todas as áreas do conhecimento numa notação numérica da classe ou subclasse do
conhecimento), consegue-se a atribuição de uma notação alfanumérica (referência à notação numérica de classe ou subclasse do conhecimento, mais a
utilização das três ou quatro primeiras letras do apelido do autor ou do título da obra ou da colecção) da qual resultará a cota que vai possibilitar uma
arrumação das espécies documentais por áreas temáticas sem as fixar às estantes.
A CDU divide-se em 10 classes (de 0 a 9) que se subdividem segundo o princípio dos números decimais.


10.2 Indexação

  Relatório de auto-avaliação
  1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto
  2010/10/07 13:41:48
  36/72
Linguagem combinatória - é aquela que permite a descrição do conteúdo de um documento através de termos, isto é, expressões vocabulares definidas.
É uma linguagem de termos soltos (livres da frase) passíveis de serem combinados e aparece normalmente ordenada alfabeticamente, sendo exemplo os
tesauros e as listas de cabeçalhos.
Tesauro é definido na NP4036, como o "vocabulário de uma linguagem de indexação controlada, organizado formalmente de maneira a explicitar as relações
estabelecidas a priori entre os conceitos, por exemplo relação genérica e específica”.
Deste modo, o tesauro é um instrumento de indexação que utiliza uma linguagem cujos termos podem combinar-se entre si, para exprimir conceitos
complexos. Normalmente, corresponde a um domínio particular do conhecimento (educação, economia, medicina, etc...), é ordenado alfabeticamente e é
estruturado (através de relações: hierárquicas, de equivalência e associativas... entre os termos).
Ao analisarmos o conteúdo de um documento, extraímos dele palavras da linguagem natural que consideramos os conceitos representativos desse
documento. Estes, quando convertidos para a linguagem de um tesauro ou de uma lista de cabeçalhos que pode ser construída pela BE, chamam-se
descritores ou termos de indexação. A sua função é descrever o conteúdo do documento, o mais rigorosamente possível, sem ambiguidades evitando por
exemplo, casos de sinonímia e polissemia.

Na área das bibliotecas escolares, não existe nenhum Tesauro construído, por isso as bibliotecas que já iniciaram este trabalho, normalmente vão construindo
a sua própria listagem. A construção do Tesauros da BE está prevista para o próximo ano lectivo. Os conteúdos/conceitos curriculares deverão constituir
termos de indexação, reforçando a acção da Biblioteca Escolar ao serviço das aprendizagens, acentuando, assim as suas funções educativa e informativa.
Deste modo, organizamos a informação sob um conjunto de conceitos normalizados e ou de palavras-chave adequadas e utilizadas por um determinado
público, possibilitando-lhe um acesso mais rápido ao catálogo de assuntos.
A indexação é muito subjectiva, daí a discrepância do número de encabeçamentos ou descritores usados por diferentes indexadores e Bibliotecas. Portanto,
embora se possam definir mais de trinta palavras-chave para cada documento, o mais normal será extrair de cada obra três conceitos que vão servir para
alimentar o Catálogo de assuntos.
O uso de sinónimos ou polissemia em exagero pode confundir o utilizador, provocando o chamado ruído na recuperação da informação.
11 - Cotação
A classificação faz-se seguindo a Classificação Decimal Universal (CDU). Os procedimentos habituais passam, primeiro, pela leitura, na diagonal, do
documento, seguindo-se a observação do índice e/ou prefácios, de modo a ter uma noção geral do(s) tema(s) do documento, para assim se fazer a
classificação pelo assunto principal.
O código utilizado para arrumação nas estantes é o estabelecido na Classificação Decimal Universal (CDU), adaptado ao público-alvo frequentador da
Biblioteca, seguido de barra e das 3 primeiras letras do apelido do autor; no caso das obras gerais de referência, o procedimento é o mesmo, só que em vez
das 3 primeiras letras do apelido do autor, utilizam-se as 3 primeiras letras que identificam a obra de referência (ex: 030/DIC, no caso de um dicionário ou 030
ENC, no caso de uma enciclopédia).
No documento livro, a forma e a localização da aplicação de cotas são as seguintes: os dados anteriormente referidos são escritos numa etiqueta que se
coloca na lombada, parte superior, sem que esta impossibilite a leitura de dados importantes do documento e a sua rápida localização.
No documento não livro (material áudio e vídeo), os procedimentos de classificação/cotação são os mesmos.

12 - Arrumação
As etapas utilizadas na biblioteca são as seguintes:
1º Identificar os grandes temas do documento;
2º Seguir as grandes divisões da CDU (Guia de Utilizador/CDU simplificada para cotação/arrumação (v. Anexo 14)
3º Arrumar o documento obedecendo aos títulos que identificam as estantes e prateleiras. Este é arrumado pela cota (notação da CDU) e alfabeticamente,
pelo apelido do autor.
4º As estantes têm a indicação das grandes classes da CDU, havendo ainda subdivisões que se consideraram as necessárias em função do fundo
documental existente e o público utilizador da Biblioteca.
5º A colocação de fundos nas estantes obedece ainda ao seguinte critério: da esquerda para a direita e de cima para baixo.
6º O material não livro é arrumado em estantes próprias, bem como os periódicos e revistas, respeitando-se em ambos os documentos os títulos que
identificam as estantes e as prateleiras. A arrumação do material não livro é feita por ordem alfabética do título.

Por razões de segurança/preservação do material não livro, apenas estão expostos aos utilizadores os invólucros dos mesmos. O utilizador preenche a
respectiva Ficha de Requisição e, após a sua utilização, devolve o material requisitado, procedendo-se de imediato à “baixa” do registo.
A breve prazo irá implementar-se o módulo de circulação e empréstimo com a leitura de dados através de código de barras dado que o nosso sistema dispõe
desta potencialidade.
13 - Arquivo/Difusão

Existe arquivo/depósito, não estando rigidamente organizado. Assim:
• Os manuais escolares são encaminhados para a Sala de Estudo, sempre que estejam desactualizados e se verifique falta de espaço na estante;
• As publicações periódicas são abatidas após um mês da sua publicação, estando um colaborador da Biblioteca responsável por organizar dossiers de
recortes de imprensa e/ou dossiers temáticos;
• As formas de difusão de informação utilizadas na biblioteca são expositor de novidades, Guia de Utilizador, listas bibliográficas, de forma verbal através do
Conselho Pedagógico com posterior divulgação aos Departamentos, prevendo-se também o recurso à página Web da escola, que se encontra em fase de
construção.
• Exposições temáticas, pacotes itinerantes pelas escolas do 1º CEB.




BIBLIOGRAFIA de REFERÊNCIA

ALMEIDA, Ana Cristina, ed. lit. ; SANTOS, Manuela, ed. lit. - CDU: Classificação Decimal Universal: tabela de autoridade. 3ª ed. Lisboa: B.N., 2005. ISBN 972-
565-395-5
ARIZONA STATES LIBRARY, ARCHIVES AND PUBLIC RECORDS, Selection of Library Resources, in Collection Development Training (CDT), disponível em
http://www.dlapr.lib.az.us/cdt/selection.htm [acedido em 23.1.06]
BIBLIOTECA NACIONAL – Indexação. Terminologia e controle de autoridades (Manual). Org. e selecção Manuela Santos. Lisboa: BN: Ministério da Cultura,
2003. (Publicações Técnicas). ISBN 972-565-366-1.
BLANC-MONTMAYEUR, Martine; DANSET, Françoise – Lista de Cabeçalhos de Assunto para Bibliotecas. Lisboa: Caminho, 1999.
CARVALHO, Rosa; ROLO, Conceição- Técnicas de documentação. Lisboa: Direcção Geral dos Ensinos Básico e Secundário, D.L.1993.4 vol.
GUSMÃO, Armando Nobre de, coord. ; CAMPOS, Fernanda Maria Guedes de,; SOTOMAIOR, José Carlos, - Regras portuguesas de catalogação. 3ª reimp.
Lisboa: Biblioteca Nacional, 2000.2 v. - Vol. 1: Cabeçalhos, descrição de monografias, descrição de publicações em série. ISBN 972-565-242-8
HOLT, Brian P., ed. lit. ; MAC CALLUM, Sally H., ed. lit. ; LONG, A. B., ed. lit. ; CAMPOS, Fernanda Maria Guedes de, ed. lit. - Manual Unimarc. Ed. em língua
portuguesa. Lisboa : Bib. Nacional, 1989-1990. 2 v. ISBN 972-565-079-4
  Relatório de auto-avaliação
  1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto
  2010/10/07 13:41:48
  37/72
HORA, Isabel Piteira da - Organizar para despertar o desejo de aprender: a biblioteca escolar: regras para o tratamento da documentação. Lisboa: Instituto de
Inovação Educacional, 1995.
IFLA - ISBD (NBM) : descrição bibliográfica internacional de material não livro. Ed. rev. Coimbra: SIIB-Centro, 1990.
IFLA - ISBD(M): Descrição bibliográfica internacional normalizada para as publicações monográficas: revisão de 2002. Lisboa: Jostis, 2005. ISBN 972-99550-
0-X
IFLA- Internacional Federation Of Library Associations and Institucions, Family of ISBDs: PUBLICATION LIST, 2005, disponível em
http://www.ifla.org/VI/3/nd1/isbdlist.htm [acedido em 19.1.06]
IFLA- Internacional Federation Of Library Associations and Institucions - ISBD (M): Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para as Publicações
Monográficas, rev.2002, Tradução portuguesa da versão original inglesa, disponível em http://www.ifla.org/VI/3/nd1/isbdM-pt.pdf [acedido em 23.1.06]
NP 3715. 1989, Documentação – Método para a análise de documentos, determinação do seu conteúdo e selecção de termos de indexação. Lisboa: IPQ.
NP 4036. 1992, Documentação – Tesauros monolingues: directivas para a sua construção e desenvolvimento. Lisboa: IPQ.
NP 405-3: 2000: Informação e documentação. Referências bibliográficas. Caparica: Instituto Português de Qualidade, 2002.
PESSOA, Ana Maria - A Biblioteca Escolar: Organização para uma pedagogia diferente do 1º Ciclo do Ensino Básico ao final do ensino Secundário. 1ª ed.
Porto: Campo das Letras, 1994.
Política de descrição documental. Manual de procedimentos de catalogação. Lisboa: 2005. [consult. 21 Julho 2005]. Disponível em URL: http://rcbp.iplb.pt/
PORTILHEIRO, Joaquim; RODRIGUES, Júlio Vaz – Classificação e Cotação de Documentos Audiovisuais em Bibliotecas de Leitura Pública, In Congresso
Nacional de Bibliotecários Arquivistas e Documentalistas, 5, Lisboa 1994 – Multiculturalismo: actas. Lisboa: BAD, 1987, vol.I, p.221-259, disponível em
http://www.iplb.pt [acedido em 23.1.06]
PORTUGAL. Ministério da Cultura. Biblioteca Nacional -C.D.U: Classificação Decimal Universal: Tabela de Autoridade. 3ª Edição. Lisboa, 2005

PORTUGAL. Ministério da Cultura. Instituto Português do Património Cultural - Regras Portuguesas de Catalogação. Lisboa: Instituto Português do Património
Cultural. Departamento de Bibliotecas, Arquivos e Serviços de Documentação. 1934. 1º vol.




NOVIDADE: está já ao dispor da comunidade escolar um processo de rápida pesquisa, por computador, dos documentos da BE/CRE que se encontram
informatizados.



Procedimentos a tomar:
- abrir o documento «OPAC», no Ambiente de Trabalho;
- de seguida, clicar na lupa onde diz: “Para iniciar uma sessão de pesquisa prima aqui”;
- aparece uma página de registo de dados, que permitirá proceder à pesquisa.

Com o preenchimento de qualquer dos campos, nessa página, poder-se-á, por exemplo, sondar se determinada obra existe na Biblioteca (desde que esteja já
catalogada), quais os livros aí existentes da autoria de determinado escritor - através de registo do nome deste (iniciando pelo sobrenome, vírgula, seguida do
nome próprio)...




HORÁRIO DA BIBLIOTECA:


das 8:40h às 17:15h.




Aberta à hora do almoço.


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTANHEIRA DE PERA
Escola E.B. 2,3 Dr. Bissaya Barreto

PLANO DE ACTIVIDADES DA BIBLIOTECA ESCOLAR - 2009/2010


ACTIVIDADES AO NÍVEL DA GESTÃO E ORGANIZAÇÃO
OBJECTIVOS DINAMI-ZADORES DESTINA-TÁRIOS CALEN-DARIZ. RECURSOS MATE-RIAIS VER-
BA
. Elaboração do Plano de Actividades da BE/CRE, do Plano de Acção da Biblioteca 2009-2013 e do organograma com as tarefas dos elementos da equipa da
BE. . Criar um plano de trabalho, para o corrente ano lectivo, ao nível da organização - visando criar serviços de qualidade - e da animação cultural da
Biblioteca, procurando o envolvimento de toda a comunidade escolar (e, sempre que possível, da comunidade local).
. Estabelecer metas importantes a atingir, nos vários campos de acção, no prazo de quatro anos.
Coord. B.E. com a colaboração da equipa.

Comunidade escolar.

Set. Papel, compu-tador, impressora e fotocó-pias.
-----
. Aquisição prolongada de alguns periódicos que a Escola/BE já adquiria (Bravo, Visão Júnior, Zona Y), acrescendo outros títulos: Professores, The Teacher’s
Magazine, ONSK8 e Futebolista.
. Estimular nos alunos o prazer de ler.
. Ocupar os seus tempos livres.
. Proporcionar fontes de informação diversificada.
Coord. B.E.
Comunidade escolar.
Set. Periódicos a adquirir na papela-
ria local.
130 euros
(ano)
. Coordenação no processo de selecção e aquisição de novo fundo documental, a partir da verba atribuída ao Agrupamento (1000 euros), pelo “Plano
Nacional de Leitura”, destinado às salas do Pré-Escolar, 1º e 2º Ciclos.
. Dar prossecução ao Plano Nacional de Leitura e assegurar meios de promoção da leitura, de trabalho e estudo.

  Relatório de auto-avaliação
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  38/72
Coord. B.E., com a colabora-
ção das colegas.
Pré-escolar, 1º e 2º Ciclos.


Set.
Internet, catálogos, livros…
-----

. Instalação de mais computadores para os alunos.
. Dotar adequadamente a BE/CRE de equipamento, de forma a responder às necessidades dos alunos, que afluem bastante à Zona da Informática para
desenvolverem trabalhos escolares. Equipa da BE, direcção da Escola, Coordenador TIC.
Agrupa-
mento.
?
Compu-tadores.
-----
. Continuação do trabalho de indexação, colocação de cotas, número de registo e arrumação de fundo documental.
. Continuação do processo de informatização em Bibliobase do fundo documental existente (à excepção do que se encontra em arquivo).
. Disponibilização do catálogo on-line (OPAC, página do Agrupamento) . Organizar e gerir a biblioteca escolar de acordo com padrões profissionais.
. Facilitar a localização e consulta de documentos.
. Favorecer a constituição de conjuntos documentais organizados em função de diferentes temas.
. Facultar um catálogo informático, do fundo documental existente na BE., aos utentes.


Equipa da BE.
Comunid. escolar/ utentes da BE.
Ao longo do ano.
. Actualizações do «Manual de Procedimentos». . Registar, para consulta e orientação posterior, uma série de normas de procedimento relativas à
organização e gestão da nossa B.E. Coord. e equipa da BE. Equipas de trab. da B.E. Ao longo do ano. Compu-tador. -----
. Levantamento de necessidades da BE/CRE relativamento a fundo documental livro e não livro, incluindo o solicitado pelos alunos e Departamentos
Curriculares, jogos didácticos e de concentração, auscultadores. Aquisição dos mesmos.
. Despesas correntes.
. Possibilitar um maior acesso a um leque diversificado de fundo documental em diversos suportes, cada vez mais adequado às necessidades das diferentes
disciplinas, áreas, projectos, e de acordo com os interesses dos alunos.
. Optimizar os serviços e permitir a realização de algumas actividades no âmbito do Plano Anual.
. Modernizar a B.E., colocando-a ao nível das restantes bibliotecas integradas na Rede há mais tempo, bem como de outras bibs. Públicas.

Coord. BE. e órgão de gestão.
Comunid. escolar/ utentes da BE.


Em data oportu-na. Fundo docu-mental livro e não livro; equipa-
mento.
750 euros.
. Criação dos Amigos da BE, alunos que se disponibilizam para colaborar com a equipa e funcionária, desenvolvendo tarefas várias de apoio na BE. . Ocupar
os alunos nos tempos livres e fazê-los sentirem-se úteis.
. Criar neles o gosto pelos livros, pelas bibliotecas.
. Adquirir conhecimentos ao nível da organização de uma biblioteca, entre outros.
Equipa trab. BE
Alunos/ Comunidade escolar.
Ao longo do ano.
-------
-----

. Atribuição de prémios em concursos da BE.
. Criar estímulos para a prática da leitura recreativa.
. Recompensar os mais esforçados.

Coord. BE.
Alunos do 2º e 3º Ciclos. Por altura dos concursos. Livros e/ou material escolar.
70 euros.
. Trabalho de optimização dos espaços e dos serviços.
. Contínua verificação e manutenção de todo o material e equipamento. . Tornar a Biblioteca um espaço cada vez mais convidativo e acolhedor.
. Facilitar a localização e consulta de documentos.
. Proporcionar aos utentes meios para uma plena utilização da BE/CRE.

Func. /
Coord. B.E.
Utentes da BE.
Ao longo do ano.
-------
?
. Realização de reuniões:
?com alguma regularidade: com a equipa e com os orgãos de gestão;
?pontuais: com outros coordenadores, bibliots., Grupo de Trabalho Interconcelhio e Concelhio... . Desenvolver um trabalho concertado entre vários elementos
/ entidades, de forma a obter uma boa organização da B.E. e uma prestação de meios e serviços cada vez melhor, mais adequada (dentro de deteminadas
linhas orientadoras), tendo em vista o utilizador.
Coord. BE. e outros.
Comunidade escolar.
Ao longo do ano.
-------
-----
. Continuação do trabalho de intercâmbio com outras entidades, bibliotecas, nomeadamente, com a B.M. e Centro Comunitário.
. Realizar um trabalho em equipa, tendo sempre como base a melhoria ao nível da organização e prestação de serviços da Biblioteca.
. Articular ao nível da animação cultura.

Coord. BE. Comunidade escolar / utentes. Ao longo do ano.

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-------
-----
. Distribuição de dicionários da Biblioteca, de língua portuguesa e estrangeira, pelas salas do Bloco B. . Promover o uso correcto do dicionário.
. Alargar o vocabulário.
. Promover a literacia.
Coord. BE. Alunos do 3º Ciclo. Ao longo do ano.
Dicionários.
-----
. Assuntos de expediente (mails, ofícios, entre outros...)
. Tratamento de dados estatísticos (relativos à frequência da Biblioteca, consulta de documentos e requisições...).
. Dar resposta a solicitações externas, nomeadamente da Rede de Bibliotecas Escolares e da DREC.
. Avaliar os pontos fortes e fracos da B.E., ao nível de todos os recursos.
Coord. BE. e func.
RBE / ME. DREC
Escola.
Ao longo do ano.
-------
-----



. Preenchimento de grelhas várias, nomeadamente as de avaliação dos serviços, funcionamento e recursos existentes na B.E.
. Dar resposta a solicitações externas, nomeadamente da Rede de Bibliotecas Escolares e da DREC.
. Avaliar os pontos fortes e fracos da B.E., ao nível de todos os recursos.

Coord. BE e func.
RBE/ ME/
DREC /
Escola.
Ao longo do ano.
-------
-----
ACTIVIDADES AO NÍVEL ...

DA ARTICULAÇÃO COM OS DEPARTAMENTOS CURRICULARES E OUTRAS ESTRUTURAS PEDAGÓGICAS /

DO APOIO AO CURRÍCULO /

DA LITERACIA DA INFORMAÇÃO


OBJECTIVOS


DINAMI-ZADORES


DESTINA-TÁRIOS


CALEN-DARIZ.


RECURSOS MATERIAIS


VERBA

. Dinamização da actividade «À Descoberta da Biblioteca» - visita guiada, pela professora bibliotecária, com os alunos do 5º ano.
. Aproximar os alunos da realidade Biblioteca/ Centro de Recursos: organização, materiais ao dispor, funcionamento, normas a adoptar...
. Divulgar a organização dos espaços e do fundo documental; os serviços e o modo de funcionamento da B.E.
. Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização (adequada) dos recursos aí existentes.
. Proporcionar meios adequados de planificação de trabalho e estudo.

Coord. B.E.
Alunos do 5º ano.
Set.
Guião/
guia do utilizador; R.I., fotocó-pias…

-----
. Exposições temáticas, na BE/CRE, de fundo documental – didáctico e ludico-didáctico . das diversas áreas disciplinares e não disciplinares.
. Actualização e disponibilização, aos Departamentos, de listagens desses documentos da BE.
. Divulgar o fundo documental existente na B.E.
. Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização dos recursos aí existentes.
. Proporcionar meios adequados de (planificação) de trabalho.
Equipa da BE.
Professores e alunos.
Ao longo do ano.
Compu-tador e fotocópias.

-----
. Disponibilização do catálogo (do material livro da BE) em rede, para toda a comunidade – através do módulo OPAC e do site do Agrupamento.
. Proporcionar um melhor e mais rápido acesso ao catálogo dos documentos da BE/CRE.

Equipa/
Prof. TIC
Comunidade escolar.
Ao longo do ano.
Compu-

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tadores.
-----
. Animação de expositores, na Sala dos Professores, com informação vária, nomeadamente, actividades culturais na BE... (no placard) e com documentos de
apoio aos currículos, em sistema de rotatividade, para divulgação/requisição
. Divulgação de revistas de apoio aos professores, na Sala dos Profs., como Professores, The Teacher’s Magazine, Visão Júnior e Super Interessante.
. Divulgar o fundo documental existente na B.E.
. Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização dos recursos aí existentes.
. Proporcionar meios adequados de (planificação) de trabalho.

Coord. BE.

Professores do Agrupamento

Ao longo do ano.


Livros e revistas da BE/CRE

-----
. Disponibilização de dicionários para as salas de aula do Bloco B. . Tornar mais acessível o uso do dicionário, em contexto de sala de aula, como meio de
alargamento e enriquecimento vocabular. Coord. BE. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Dicionários em língua portuguesa e estrangeira.
-----
. Dinamização, na Biblioteca, do “Cantinho das Línguas”, com materiais diversos em língua estrangeira.
. Organização de dossiês com fichas lúdico-didácticas de Inglês e Francês para o “Cantinho”.
. Motivar para o estudo das línguas estrangeiras – Francês e Inglês.
. Proporcionar uma aprendizagem destas línguas através de recursos lúdicos.
Coord. BE.
Comunidade escolar.
Ao longo do ano. Jogos, livros, dossiês com fichas de trab., CDs, DVDs, revistas, posters..

-----
. Organização de um dossiê, para o “Cantinho das Línguas”, com material de apoio a Língua Portuguesa (leitura e escrita), bem como a Estudo
Acompanhado, aulas de Apoio, Substituição...
. Facultar instrumentos de trabalho aos docentes.
. Desenvolver nos alunos competências, nomeadamente, de leitura, oralidade, funcionamento da língua e escrita.
Coord. BE.
Comunidade escolar.
3º período.
Dossiê e fotocópias.

------
. Organização de um dossiê com material de apoio à elaboração de trabalhos de pesquisa. . Promover a literacia da informação.
. Proporcionar aos alunos orientações para a organização/ apresentação de trabalhos de pesquisa. Coord. BE e prof. Margarida Freire. Alunos do
Agrupamento. 3º período. Dossiê, fotocópias, power point.
------
. Circulação de Pacotes Itinerantes pelas escolas do 1º Ciclo do Agrupamento, com material lúdico-didáctico. . Proporcionar os meios para o desenvolvivento
das competências dos alunos e aumento do sucesso escolar.
. Desenvolver hábitos de leitura.
Coord. BE. Alunos e professores do 1º Ciclo.
Ao longo do ano. Caixas e fundo docu-mental variado.
-----

. Itinerâncias de fundo documental com a Biblioteca Municipal.
. Proporcionar os meios para o desenvolvivento das competências dos alunos e aumento do sucesso escolar.
. Desenvolver hábitos de leitura.
. Alargar a oferta, em termos de diversidade de género de documentos e ao nível da variedade de género de livros.
BE e BM.
Comunidade escolar.
2º período
Caixas e fundo docu-mental variado.
-----

. Apoio a alunos, nomeadamente, ao nível da selecção de documentos, pesquisa e tratamento da informação. . Proporcionar aos alunos meios para um
desenvolvivento das competências e aumento do sucesso escolar.
. Desenvolver, nos alunos, competências e hábitos de trabalho, nomeadamente, na consulta, tratamento e produção da informação.
. Contribuir para a literacia da informação.
Prof. inf. e restante equipa.

Alunos / utentes.
Ao longo do ano.
Compu-tadores.
-----
. Distribuição de dicionários da Biblioteca, de língua portuguesa e estrangeira, pelas salas do Bloco B. . Promover o uso correcto do dicionário.
. Alargar o vocabulário.
. Promover a literacia.
Coord. BE. Alunos do 3º Ciclo. Ao longo do ano.
Dicionários.
-----

. Colaboração com o Projecto Para a Saúde na montagem de exposição alusiva ao tema “Saúde” e “Educação Sexual”.

. Promover comportamentos saudáveis isentos de riscos.
. Promover a leitura informativa.
Coord. do P.P.S., Carla Lopes, e Coord BE.

Comunidade escolar.
30 de Nov. Livros, DVDs, desdobráveis, folhetos informativos, preservativos.
-----

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. Concurso “Caça Cientistas. . Conhecer nomes e feitos de destaque ligados às Ciências Físico-Químicas.
. Promover a pesquisa autónoma e a leitura de textos informativos.
Profs. Clara Guiné e Paulo Pinto.
Alunos do 2º e 3º Ciclos.
Ao longo do ano. Cartazes p/a divulgação da activ. e fundo doc.
-----
. Apresentação de uma dramatização, «O Bolinhas», sobre o bullying e distribuição de desdobráveis informativos alusivos ao tema. . Comemorar o Dia Escolar
da Não Violência e da Educação para a Paz.
. Chamar a atenção para um problema que atinge proporções cada vez maiores.
. Levar as pessoas a reflectir sobre esta questão.
Atelier do teatro.
Comunidade escolar.
29 de Janeiro.
Desdobráveis, etc... A cargo do atelier.
. Presença da professora bibliotecária no Conselho Pedagógico como representante da BE/CRE. . Transmitir informações úteis relativas a recursos, entre
outras...
. Proporcionar a articulação entre a BE/CRE, os Departamentos e outras estruturas pedagógicas.

-----------------
----------------- Ao longo do ano.
-------
--------
. Auscultação, por parte da mesma, de propostas de aquisição de fundo documental, feitas pelos alunos, docentes e restante comunidade escolar –
nomeadamente, através da Caixa de Sugestões (na BE/CRE), do Conselho Pedagógico, de reuniões de Departamento...
. Dotar a BE/CRE de fundo documental variado e de acordo com os interesses e necessidades de todo o Agrupamento.
. Prestar um apoio adequado aos currículos.
Coord. BE.

Comunidade escolar.
Ao longo do ano.
Caixa
de suges-tões…
-----
. Auscultação de necessidades específicas de formação.

. Proporcionar formação adequada aos elementos da equipa da BE.
Coord. BE. Equipa da BE/
Agrupam.
1º perº.
-------
-----
. Ciclo de cinema: passagem rotativa de filmes de qualidade – de ficção e roteiros turísticos (em português, inglês e francês) na última semana de aulas. .
Promover a leitura.
. Proporcionar momentos de lazer associados à cultura.
. Articular com o Departamento de Línguas.
Coord. BE
Comunidade escolar. De 14 a 18 de Junho. DVDs, VHS, CDROMs.
---------
ACTIVIDADES AO NÍVEL DA ANIMAÇÃO CULTURAL / PROMOÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA

(Em articulação com a comunidade escolar e outras pessoas/entidades)

OBJECTIVOS
DINAMI-ZADORES
DESTINA-TÁRIOS
CALEN-DARIZ.
RECs. MATE-RIAIS
VERBA

. Dinamização da actividade «À Descoberta da Biblioteca» - visita guiada, pela professora bibliotecária, com os alunos do 5º ano.
. Aproximar os alunos da realidade Biblioteca/ Centro de Recursos: organização, materiais ao dispor, funcionamento, normas a adoptar...
. Divulgar a organização dos espaços e do fundo documental; os serviços e o modo de funcionamento da B.E.
. Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização (adequada) dos recursos aí existentes.
. Proporcionar meios adequados de planificação de trabalho e estudo.
Coord. B.E.
Alunos do 5º ano.
Set. Guião/
guia do utiliza-dor; fichas de avaliação da actividade…


-----
. Comemoração de diversas efemérides – de Outubro a meados de Junho – em articulação com os Departamentos, com destaque para as comemorações do
“Mês Internacional da Biblioteca”, contando com diversas dinâmicas a divulgar, nomeadamente, entre outras...
- concursos;
- apresentação de histórias, em teatro de fantoches e espectáculo de sombras (pelas animadoras da Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos);
- encontro com a nova escritora infanto-juvenil, Margarida Almeida, que fará a apresentação/lançamento dos seus livros, bem como com a ilustradora Márcia
Santos.
. Comemorar datas importantes/festivas.
. Alargar saberes em vários domínios.
. Desenvolver competências, nomeadamente, de leitura.
. Sensibilizar para aspectos do património cultural.
. Proporcionar momentos de lazer associados à cultura.

. Organizar actividades que favoreceçam a consciência e a sensibilização para as questões de ordem cultural e social.
. Criar e manter nos mais novos o hábito e o prazer da aprendizagem e da utilização das bibliotecas ao longo da vida.
. Proporcionar actividades que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer.



  Relatório de auto-avaliação
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Coord. e restante equipa.




Comunidade
escolar.



Ao longo do ano.

Outubro.


Livros, papel, placards fantocheiro, foco de luz, lençol
...




----------

. Animação da “árvore das quatro estações” com textos do património cultural.
. Divulgar textos literários e do nosso património cultural de forma lúdica.
Marisa Filipe.
Comunidade escolar.
Ao longo do ano. Tronco de árvore com ramos; papel.

----------

. “Hora do Conto”, com a apresentação de contos, pequenas dramatizações, divulgação de poesia, contando com a colaboração da comunidade escolar e
local, nomeadamente, com Encarregados de Educação e a intervenção das “avós”, com as histórias locais, tradicionais, com o Centro Comunitário, a B.M. de
Figueiró, Ansião, entre outros... .


. Organizar actividades que favoreceçam a consciência e a sensibilização para as questões de ordem cultural e social.
. Proporcionar actividades que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer.
. Promover a leitura e a escrita.
. Divulgar livros e autores.
. Dinamizar a B.E. de forma a entender-se como um espaço ludico-didáctico.
. Permitir que os alunos associem a leitura, os livros e a frequência das bibliotecas à ocupação dos tempos livres.
. Desenvolver o interesse pela cultura nacional e universal.
. Estabelecer uma relação Escola/Meio. Coord., com a interven-
ção da restante equipa, professo-
res, nomeada-
mente do Departa-mento de Línguas, e restante comunid. escolar; outros.



Comunidade escolar.




Ao longo do ano.


Livros, bonecos, fantocheiro, computador e projec-tor…




--------
. Dinamização dos “Pacotes Itinerantes” pelas escolas do 1º Ciclo.
. Itinerâncias de fundo documental com a Biblioteca Municipal.
. Serviço de empréstimo de docs (de particulares). . Proporcionar os meios para o desenvolvivento das competências dos alunos e aumento do sucesso
escolar.
. Desenvolver hábitos de leitura.
. Alargar a oferta, em termos de diversidade de género de documentose ao nível da variedade de género de livros.

Coord.
BE e BM.

Comunidade escolar.

Ao longo do ano. Caixas e fundo docu-mental variado.

-----
. Realização de concursos de promoção da leitura e da escrita, em articulação com os docentes de Língua Portuguesa, como:
- o “Concurso Nacional de Leitura”;
- “Ler é...”;
- “História Rasgada”.
. Promover a leitura.

   Relatório de auto-avaliação
   1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto
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. Desenvolver competências ao nível da leitura e da escrita.
. Divulgar textos, de alunos, com criatividade. Elementos da equipa da BE: Coordª., Marisa Filipe, Margarida Freire, Isilda Acúrcio.
Alunos do 2º e 3º Ciclos.
Ao longo do ano.
Livros, papel, fotocó-pias, papel crepe…

-----
. Dinamização de actividade de divulgação de autores e livros: “À Volta dos Livros”.
. Promover a leitura e a escrita.
. Divulgar livros e autores.
Isilda Acúrcio. Comunidade escolar. Ao longo do ano.
Livros, papel, fotocs…
-----
. Dinamização da actividade de divulgação de livros de estimação “Livros Com Afecto”. . Promover a leitura e a escrita.
. Envolver toda a comunidade escolar em actividades da BE. Coord. BE. Comunidade escolar. 2º e 3º períodos Mini-fichas de leitura, cartolina, impressões.

---------

. Exposições:
- exposições temáticas, de trabalhos de alunos, com a colaboração dos professores das várias disciplinas;
- divulgação do fundo documental, por áreas, em expositores.
. Envolver os alunos (e restante comunidade) em projectos de trabalho que os alicie, lhes permita trabalhar em grupo e desenvolva capacidades.
. Promover a autoestima dos alunos, através da exposição/ divulgação dos seus trabalhos.
. Divulgar o fundo documental existente na B.E.
. Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização dos recursos aí existentes.
. Proporcionar meios adequados de (planificação) de trabalho.
Equipa da BE/
professores.
Comunidade escolar.
Ao longo do ano. Trabalhos de alunos em vários supor
tes; fundo docu-mental.

-----

. Dinamização da Semana da Leitura 2010, (Plano Nacional de Leitura/Ler+), com actividades diversas de promoção do livro e da leitura:
- “Hora do Conto”, contando com professores, funcionários e elementos da comunidade local;
- encontro com a jovem escritora Madalena Santos;
- exposições de trabalhos;
- exploração da Biblioteca Digital e do CD “Todos Podem Ler+ em Família”, do PNL;
- “Vêm aí os Alfarrabistas III”;
- sessões de cinema e audição de CDs.


. Sensibilizar para a importância da leitura.
. Promover o livro e a leitura e desenvolver competências neste domínio.
. Proporcionar momentos de lazer associados à cultura.
. Envolver os alunos (e restante comunidade) em projectos de trabalho que os alicie, lhes permita trabalhar em grupo e desenvolva capacidades e saberes.
. Dinamizar a B.E. de forma a entender-se esta como um espaço ludico-didáctico.
. Estabelecer uma relação Escola/Meio.
. Angariar fundos para a aquisição de documentos necessários.


Coord. BE., contando com a colabora-
ção de profs., alunos, funcs. e outros elementos da comunidade local e convids.



Comunidade escolar.



De 1 a 5 de Março



Livros, DVDs, CDs e outros recursos diversos.




--------

. Concurso “Caça Cientistas. . Conhecer nomes e feitos de destaque ligados às Ciências Físico-Químicas.
. Promover a pesquisa autónoma e a leitura de textos informativos.
Profs. Clara Guiné e Paulo Pinto.
Alunos do 2º e 3º Ciclos.
Ao longo do ano. Cartazes p/a divulgação da activ. e fundo doc.
-----
. Criação de um blog da BE, conjuntamente com alunos, aplicando um logótipo criado igualmente por alunos. . Criar um espaço de encontro dos
frequentadores da BE.
. Divulgar informação.
. Trocar ideias e esclarecer dúvidas.
. Desenvolver competências nos alunos.
Professor TIC e alunos.
Comunidade escolar e local.
2º e 3º períodos.
Computadores.
---------
. Sessão com profissionais locais/encarregados de educação – “Ofícios e Vocações”, contando com a presença de um ex-latoeiro, ex-resineiros, uma ex-
cerzideira, um agricultor/apicultor, igualmente falante de laínte, uma gíria local – a terminar ao som do acordeão, tocado por aluno do 5º ano.

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. Alargar conhecimentos relativos ao nosso património cultural.
. Aproximar os alunos da realidade local e profissional.
. Formar para a cidadania.
Coordenadora BE.
Comunidade escolar.
14 de Maio.
Máquina fotog. e outros.
---------
. Colaboração com o Jornal Escolar, com as páginas da BE, para divulgação da BE e de algumas das dinâmicas aí desenvolvidas. . Sensibilizar para a
importância da BE.
. Divulgar serviços, fundo documental, actividades da BE, entre outras.
Coordenadora BE.
Comunidade escolar e local.
Maio.
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. Ciclo de cinema: passagem rotativa de filmes de qualidade – de ficção e roteiros turísticos (em português, inglês e francês) na última semana de aulas. .
Promover a leitura.
. Proporcionar momentos de lazer associados à cultura.
. Articular com o Departamento de Línguas.
Coord. BE
Comunidade escolar. De 14 a 18 de Junho. DVDs, VHS, CDROMs.
---------

ACTIVIDADES NO ÂMBITO DO PLANO NACIONAL DE LEITURA
OBJECTIVOS
DINAMI-ZADORES
DESTINA-TÁRIOS
CALEN-DARIZ. RECs.
MATE-RIAIS
VERBA
. Coordenação do processo de selecção e aquisição de livros, na sequência da atribuição da verba de 1000 euros pelo Plano Nacional de Leitura, destinada
ao Pré-Escolar, 1º e 2º Ciclos.
. Apetrechar as salas de aula, dos referidos ciclos, de livros para leitura recreativa e orientsda.
. Promover a leitura e desenvolver esta competência nas crianças.
Coordenadora.
Crianças da Pré, 1º e 2º Ciclos do Agrupamento

1º perº. Máquina calculadora, papel, internet, livros…

-----
. Circulação de Pacotes de Livros pelas salas da Pré, 1º, 2º e 3º Ciclos.
. Promover a leitura e desenvolver esta competência nas crianças e jovens.
Coordenadora.
Crianças da Pré, 1º e 2º Ciclos do Agrupamento
1º perº.
Caixa e livros.

-----
. Promoção de leitura recreativa seguida de actividades como a apresentação/divulgação de livros (exposições orais) em contexto de sala de aula – Estudo
Acompanhado (sob proposta da BE) e Língua Portuguesa – no 2º e 3º Ciclos.
. Divulgar livros e promover a leitura.
. Desenvolver nos alunos competências de leitura e expressão oral. BE e docentes da Escola (E.A. e L.P.)
2º e 3º Ciclo.
Ao longo do ano.
Livros…
-----
. Apresentação de projecto/candidatura ao Plano Nacional de Leitura – 3º Ciclo. . Apetrechar as salas de aula do 3º Ciclo de livros para leitura recreativa e
orientsda.

Coord. BE.
3º Ciclo.
1º perº.
Comp.
--------

. Participação em passatempos de leitura/escrita e concursos como o “Concurso Nacional de Leitura 2009-2010” (PNL) – 1ª e 2ª Fases
. Promover a leitura e a escrita.
. Envolver os alunos em actividades a nível interno, distrital e, eventualmente, nacional. Coord. BE e docente de Língua Portuguesa
(3º Ciclo).
Alunos do 3º Ciclo.
2º e 3º perº. Livros, fots…
Transporte/ida e volta/
Pombal.

--------

. Dinamização da Hora do Conto, na BE, contando com os Pais Contadores de Histórias, bem como de encontros com escritores. . Proporcionar actividades
que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer.
. Promover a leitura e a escrita.
. Divulgar livros e autores.
. Dinamizar a B.E. de forma a entender-se como um espaço ludico-didáctico.
. Aproximar os Enc. de Ed. da escola.

Coord. BE e pais /E. Ed.

Comunidade escolar.


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Ao longo do ano.
Livros, bonecos, fantocheiro, computador e projec-tor…


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. Outras (v. Domínio anterior).

AVALIAÇÃO

OBJECTIVOS
DINAMI-ZADORES
DESTINA-TÁRIOS
CALEN-DARIZ. RECs. MATE-RIAIS
VERBA
. Caixa de Sugestões. . Auscultar a opinião dos utilizadores relativamente aos serviços, sugestões de documentos a adquirir, de forma a proporcionar uma
biblioteca de qualidade. Coord. e funcª. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Peq. caixa. -----
. Aplicação dos Inquéritos de Avaliação da Biblioteca aos utilizadores, sobre o serviço, funcionamento da BE/CRE, actividades desenvolvidas... . Auscultar a
opinião dos utilizadores relativamente aos serviços, de forma a proporcionar uma biblioteca de qualidade.
Coord. BE
Comunidade escolar.
Ao longo do ano.
Fotocópias. -----
. Auscultação oral dos utentes. “ “ “ “ “ “ “ “ Coord., equipa BE… Comunidade escolar. Ao longo do ano. ------- -----
. Preenchimento de grelhas e fichas de registos (requisições, frequência...), a preencher pelos utilizadores, Coordenadora e funcionária da BE. . Ser avaliado o
nível de frequência, utilização, qualidade do serviço e funcionamento da BE, passando pelos recursos materiais e humanos...
Coord. BE., funcionária e utilizadores.
RBE
Ao longo do ano.
Fotocópias
--------
. Preenchimento de inquéritos e grelhas várias de avaliação, em vários domínios, a preencher pela professora bibliotecária on-line (Rede). . Ser avaliado o
nível de qualidade do serviço e funcionamento da BE, passando pelos recursos materiais e humanos.
Coord. BE. e funcionária.
RBE
Ao longo do ano.
Comp.
--------
. Elaboração de relatórios de actividades.
. Elaboração do Relatório final de Avaliação da Biblioteca.
. Dar a conhecer o trabalho desenvolvido, destacando os pontos fortes e fracos da BE, visando a melhoria dos serviços e do trabalho cooperativo.


Coord. BE.
RBE e Conselho Executivo.
Final de ano lectivo.

Comp.
-----
TOTAL:950e

Documentos de funcionamento e dinamização da BE
(Actas/ registos de reuniões/ contactos, registos de projectos/ actividades realizados, estatísticas da BE, materiais de apoio produzidos e editados, catálogo e outras
ferramentas utilizadas, resultados de avaliação da colecção, outros)
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Secção C

Domínio A. Apoio ao desenvolvimento curricular

A.1. Articulação curricular da BE com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e os docentes

Nível obtido
--

Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio.
--

Ano de incidência da auto-avaliação.
--

Data de apresentação ao Conselho Pedagógico.
--

Recomendações do Conselho Pedagógico
--

A.2. Promoção das literacias da informação, tecnológica e digital

Nível obtido
--

Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio.
--

Ano de incidência da auto-avaliação.
--

Data de apresentação ao Conselho Pedagógico.
--

Recomendações do Conselho Pedagógico
--
Domínio B. Leitura e literacia

Nível obtido
--

Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio.
--

Ano de incidência da auto-avaliação.
--

Data de apresentação ao Conselho Pedagógico.
--

Recomendações do Conselho Pedagógico
--
Domínio C. Projectos, parcerias e actividades livres e de abertura à comunidade

C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular

Nível obtido
--

Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio.
--

Ano de incidência da auto-avaliação.
--

Data de apresentação ao Conselho Pedagógico.
--

Recomendações do Conselho Pedagógico
--

C.2. Projectos e Parcerias

Nível obtido
--

Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio.
--

Ano de incidência da auto-avaliação.
--

Data de apresentação ao Conselho Pedagógico.
--

Recomendações do Conselho Pedagógico
--
Domínio D. Gestão da biblioteca escolar
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D.1. Articulação da BE com a escola/agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE.

Nível obtido
--

Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio.
--

Ano de incidência da auto-avaliação.
--

Data de apresentação ao Conselho Pedagógico.
--

Recomendações do Conselho Pedagógico
--

D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços.

Nível obtido
--

Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio.
--

Ano de incidência da auto-avaliação.
--

Data de apresentação ao Conselho Pedagógico.
--

Recomendações do Conselho Pedagógico
--

D.3. Gestão da colecção/da informação.

Nível obtido
--

Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio.
--

Ano de incidência da auto-avaliação.
--

Data de apresentação ao Conselho Pedagógico.
--

Recomendações do Conselho Pedagógico
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Observações
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QA2. Questionário aos alunos

1. Identificação
Masculino 6 40.0%
Feminino 9 60.0%




2. Frequento o ano de escolaridade seguinte:
5.º              2         13.3%
6.º              3         20.0%
7.º              4         26.7%
8.º              4         26.7%
9.º              2         13.3%




3. Vais à Biblioteca Escolar (BE) ou usas os livros, revistas, … que ela faz circular para ler:
Todos os dias                                                           3      20.0%
Uma ou duas vezes por semana                                            11     73.3%
Uma ou duas vezes por mês                                               1      6.7%




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4. Em que situações mais utilizas a BE nas tuas actividades de leitura?
Indica as três situações mais frequentes.

4.1 Situação 1
Sozinho(a) ou com colegas                            12 44.4%
Com o(a) professor(a)                                3 11.1%
Em actividades que a BE organiza 5 18.5%
Nos intervalos                                       6 22.2%
Nas férias                                           1 3.7%




4.2 Situação 2
sem respostas

4.3 Situação 3
sem respostas

5. Requisitas livros para ler?
Diariamente                                                               1 6.7%
Uma ou duas vezes por semana                                              4 26.7%
Uma ou duas vezes por mês                                                 4 26.7%
Uma ou duas vezes durante cada período                                    2 13.3%
Muito raramente ou nunca, porque em casa arranjo os livros de que gosto 4 26.7%




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6. Se requisitas livros, quando é que o fazes?
Durante o período de aulas                      12 100.0%

7. Quando vais à BE para ler ou requisitar um livro, a equipa da BE dá-te sugestões e apoia-te, se pedires?
Sempre                                                                          10   66.7%
Quase sempre                                                                    5    33.3%




8. Quando procuras livros para ler ou para fazer trabalhos, encontras o que queres?
Sempre                                                               3   20.0%
Quase sempre                                                         9   60.0%
Às vezes                                                             2   13.3%
Nunca                                                                1   6.7%




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9. Os teus professores incentivam-te a ler?
Sempre                                 10      66.7%
Quase sempre                           4       26.7%
Às vezes                               1       6.7%




10. Costumas participar em actividades de leitura na BE acompanhado(a) do teu professor e dos teus colegas?
Sempre                                                               5      33.3%
Quase sempre                                                         4      26.7%
Às vezes                                                             5      33.3%
Nunca                                                                1      6.7%




11. Como classificarias as tuas competências de leitura?
Excelentes                                    1           6.7%
Boas                                          10          66.7%
Médias                                        2           13.3%
Fracas                                        2           13.3%




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12. Qual a tua opinião sobre o trabalho realizado pela biblioteca escolar?
Motiva-te para ler mais                                                                                                14 17.1%
Ajuda-te a encontrar livros interessantes                                                                              13 15.9%
Tem actividades que me fazem gostar mais de ler (divulgação de livros, clubes, encontros com escritores, concursos, ...) 14 17.1%
Informa-te sobre livros e outras publicações ou acerca de outras novidades ou actividades relacionadas com livros      13 15.9%
Oferece formas de exprimir as minhas opiniões (blogues, jornal, fóruns, ...)                                           13 15.9%
Ajuda-te a conhecer escritores e pessoas ligadas aos livros                                                            15 18.3%




13. Como classificas as seguintes actividades realizadas pela BE?

13.1. Divulgação do escritor do mês.
Muito interessante                  3     20.0%
Interessante                        12 80.0%




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13.2 Guiões de leitura sobre autores ou obras.
Muito interessante                           3       20.0%
Interessante                                 11      73.3%
Nada interessante                            1       6.7%




13.3 Exposições/actividades temáticas relacionadas com autores ou obras.
Muito interessante                                                   6   40.0%
Interessante                                                         9   60.0%




13.4 Celebração de datas significativas (dia da poesia, dia do livro infantil, dia da biblioteca escolar...).
Muito interessante                                                               2    13.3%
Interessante                                                                     11   73.3%
Pouco interessante                                                               2    13.3%




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13.5 Participação em projectos de leitura com o docente e a turma.
Muito interessante                                                   5   33.3%
Interessante                                                         9   60.0%
Pouco interessante                                                   1   6.7%




13.6 Realização de sessões de leitura, de apresentação/ debate sobre livros ou temáticas relacionadas com os livros.
Muito interessante                                                               3       20.0%
Interessante                                                                     10      66.7%
Pouco interessante                                                               2       13.3%




14. Já participaste em algumas destas actividades?
Sessões de leitura, de reconto na BE                           9 24.3%
Projectos de leitura                                           7 18.9%
Jornal da BE/ Newsletter                                       6 16.2%
Blogue/ Fórum de discussão                                     2 5.4%
Concursos de leitura                                           7 18.9%
Clubes de leitura                                              6 16.2%




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15. Compara o que fazes agora com o que fazias no início do ano lectivo.
Agora leio mais livros.                                                                            14 15.9%
Agora leio mais depressa.                                                                          9 10.2%
Agora leio livros com mais texto e textos mais longos.                                             11 12.5%
Agora leio qualquer tipo de texto e compreendo melhor o que leio.                                  12 13.6%
Agora perco-me menos, quando procuro informação na Internet.                                       11 12.5%
Agora gosto mais de falar e de escrever sobre livros ou sobre outros assuntos.                     9 10.2%
Agora estou mais à vontade para discutir/ dialogar sobre preferências de leitura ou outros assuntos. 10 11.4%
Agora tenho melhores resultados escolares, porque estou mais à vontade na leitura.                 12 13.6%




16. Em que medida consideras que a BE contribuiu para as tuas competências de leitura e para os teus resultados escolares?
Muito                                                                            5       33.3%
Medianamente                                                                     9       60.0%
Pouco                                                                            1       6.7%




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QD2. Questionário aos docentes

Ciclo de ensino
2.º Ciclo 5 45.5%
3.º Ciclo 6 54.5%




1. Costuma integrar a BE e os seus recursos nas suas funções docentes relacionadas com o desenvolvimento de competências relacionadas com a leitura?
Se responder Sim, assinale as três situações mais frequentes
Sim                                                                  10         90.9%
Não                                                                  1          9.1%




1.1 Situação 1
Incentivar os alunos a ir à BE para ler e requisitar livros relacionados com temas da sua disciplina. 9 25.0%
Usar a BE com os alunos em situações de leitura.                                                    3 8.3%
Fazer empréstimo domiciliário com a turma.                                                          1 2.8%
Participar em actividades organizadas pela BE e relacionadas com a leitura.                         5 13.9%
Requisitar materiais para a sala de aula.                                                           8 22.2%
Recorrer a material de leitura (informativa e/ ou ficção) para as suas aulas.                       3 8.3%
Aceder aos computadores para realizar trabalhos.                                                    7 19.4%




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1.2 Situação 2
sem respostas

1.3 Situação 3
sem respostas

2. Classifique o nível dos recursos documentais facultados pela BE ou postos a circular no agrupamento, relacionados com a leitura de temas na sua área
disciplinar.
Muito bom                                                                               2            20.0%
Bom                                                                                     7            70.0%
Suficiente                                                                              1            10.0%




3. Com que frequência se envolve em actividades propostas ou articuladas com a BE?

3.1 Envolvimento na discussão das problemáticas referentes aos resultados dos alunos ao nível das competências de leitura e das literacias.
Sempre                                                                                      1      11.1%
Quase sempre                                                                                3      33.3%
Às vezes                                                                                    5      55.6%




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3.2 Planificação de projectos e actividades conjuntas.
Sempre                                    2       22.2%
Às vezes                                  7       77.8%




3.3 Participação em projectos decorrentes do Projecto Educativo de Escola, de projectos curriculares e outros.
Sempre                                                                4       36.4%
Quase sempre                                                          5       45.5%
Às vezes                                                              2       18.2%




3.4 Colaboração na criação/ exploração de novos ambientes digitais (blogues, Wikis, …) para desenvolver a leitura, a escrita e um conjunto diversificado de
competências.
Sempre                                                                        2               25.0%
Nunca                                                                         6               75.0%

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3.5 Colaboração em eventos culturais (encontros com escritores, encontros científicos, exposições temáticas, celebração de datas), associando-os ao
desenvolvimento de competências ao nível da leitura/literacias.
Sempre                                                                                            3          27.3%
Quase sempre                                                                                      1          9.1%
Às vezes                                                                                          7          63.6%




3.6 Colaboração no âmbito de actividades relacionadas com o Plano Nacional de Leitura.
Sempre                                                               4   36.4%
Quase sempre                                                         4   36.4%
Às vezes                                                             1   9.1%
Nunca                                                                2   18.2%




3.7 Colaboração no sentido do envolvimento das famílias em actividades relacionadas com a melhoria das competências de leitura.

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Sempre                                                                                2       22.2%
Às vezes                                                                              4       44.4%
Nunca                                                                                 3       33.3%




4. Classifique o nível do trabalho realizado pela BE no âmbito da leitura e literacia.
Muito bom                                                             4   36.4%
Bom                                                                   7   63.6%




5. Expresse a sua concordância ou discordância relativamente às afirmações seguintes, no que se refere ao trabalho da BE no âmbito da leitura.

5.1 Desenvolve um trabalho sistemático e continuado no âmbito da promoção da leitura.
Concordo plenamente                                                               7   63.6%
Concordo                                                                          4   36.4%




5.2 Promove a leitura literária e a discussão sobre temas, autores e livros.

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Concordo plenamente                                                  7   70.0%
Concordo                                                             3   30.0%




5.3 Promove actividades diversificadas de leitura, associando diferentes formas de comunicação e de expressão.
Concordo plenamente                                                                          6   54.5%
Concordo                                                                                     5   45.5%




5.4 Cria condições de espaço e de tempo para a leitura individual e por prazer.
Concordo plenamente                                                      6   54.5%
Concordo                                                                 5   45.5%




5.5 Promove a leitura informativa e o desenvolvimento da reflexão e do pensamento crítico.
Concordo plenamente                                                           1      9.1%
Concordo                                                                      10     90.9%

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5.6 Disponibiliza recursos documentais actualizados muito adequados ao trabalho no âmbito da leitura e da literacia.
Concordo plenamente                                                              1           9.1%
Concordo                                                                         10          90.9%




5.7 Acompanha os alunos durante o acesso e apoia-os na selecção de documentação e no uso e produção da informação.
Concordo plenamente                                                                      6      54.5%
Concordo                                                                                 5      45.5%




5.8 Desenvolve actividades e projectos conjuntos no âmbito da leitura.
Concordo plenamente                                                  7   63.6%
Concordo                                                             4   36.4%




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5.9 Mobiliza para o desenvolvimento do PNL e apoia as actividades relacionadas
Concordo plenamente                                                  7   63.6%
Concordo                                                             4   36.4%




5.10 Trabalha com recurso a ambientes digitais e ferramentas da Web2.0 (blogue, Wiki, Twitter, plataforma de aprendizagem) que permitem a discussão de
temas, a produção de conteúdos e o trabalho colaborativo.
Concordo plenamente                                                                                             2        22.2%
Concordo                                                                                                        7        77.8%




5.11 Desenvolve actividades diversificadas (divulgação de livros, clubes, encontros com escritores, concursos...) que motivam para leitura e promovem a
discussão e o trabalho escolar, desenvolvendo diferentes literacias.
Concordo plenamente                                                                                             9        81.8%
Concordo                                                                                                        2        18.2%


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6. Em que medida considera que a BE e os recursos que disponibiliza contribuem para o desenvolvimento das competências de leitura e para os resultados
escolares dos seus alunos?
Muito                                                                                             6         54.5%
Medianamente                                                                                      5         45.5%




7. Que impacto considera que a BE tem nas competências de leitura dos seus alunos?
Melhoria das competências de compreensão                                                        9 23.7%
Aumento da diversidade das escolhas no sentido da opção por leituras mais extensas e complexas 6 15.8%
Aumento do gosto pela leitura                                                                   10 26.3%
Melhoria ao nível da oralidade e da escrita                                                     9 23.7%
Melhoria no uso de ambientes digitais de leitura e das literacias digitais e da informação      4 10.5%




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QEE1. Questionário aos pais e encarregados de educação

Ano de escolaridade do educando
5.º         3       21.4%
6.º         4       28.6%
7.º         1       7.1%
8.º         4       28.6%
9.º         2       14.3%




1. Conhece a biblioteca escolar que serve a escola do seu filho/ educando?
Sim                                    9              64.3%
Não                                    5              35.7%




2. Costuma acompanhar as leituras do seu filho em casa, apoiando-o ou sugerindo-lhe leituras?
Sempre                                                               5   35.7%
Regularmente                                                         5   35.7%
Ocasionalmente                                                       3   21.4%
Nunca                                                                1   7.1%




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3. Desloca-se a título pessoal à biblioteca escolar ou acompanha o seu filho/ educando à biblioteca para actividades de leitura/ consulta de documentação ou
de empréstimo domiciliário?
Ocasionalmente                                                                                           5        35.7%
Nunca                                                                                                    9        64.3%




4. Costuma deslocar-se à escola para participar em actividades dinamizadas pela biblioteca escolar?
(Feira do livro, sessões de contos, festa de Natal, Semana da Leitura, colóquios, exposições, outros.)
Regularmente                                                              3      21.4%
Ocasionalmente                                                            2      14.3%
Nunca                                                                     9      64.3%




5. Costuma receber informações sobre actividades desenvolvidas pela biblioteca escolar?
Sempre                                                               3   23.1%
Regularmente                                                         3   23.1%
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Ocasionalmente                                                       5   38.5%
Nunca                                                                2   15.4%




6. Já tem colaborado ou sido envolvido no trabalho ou organização de actividades da biblioteca escolar?
Sempre                                                                     2     14.3%
Regularmente                                                               2     14.3%
Ocasionalmente                                                             1     7.1%
Nunca                                                                      9     64.3%




6.1 Em caso afirmativo, indique em que situações – pode assinalar uma ou várias hipóteses:
Como orador ou interveniente.                                                           1 20.0%
Como formador                                                                           1 20.0%
Como leitor/animador de leitura.                                                        1 20.0%
Como apoiante, contribuindo com recursos materiais ou financeiros.                      2 40.0%




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7. Considera que as actividades realizadas pela biblioteca escolar contribuem para estimular o interesse do seu filho/educando pela leitura?
Sim                                                        14        100.0%

8. Que importância atribui à biblioteca escolar para a aprendizagem e formação global do seu filho/educando?
Muito importante                                                        11        78.6%
Importante                                                              3         21.4%




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GO3. Grelha de observação – Participação em actividades de leitura

a) Em relação à actividade:

1. Demonstra interesse e motivação pela actividade.
3           28                 100.0%

2. Participa de forma activa nos vários aspectos envolvidos na actividade.
2                 14                           50.0%
3                 14                           50.0%




b) Em relação à situação de leitura:

3. Sabe situar os acontecimentos relatados no contexto, se interpelado.
3              28                       100.0%

4. Realiza antecipações, inferências, deduções.
2         28               100.0%

5. Interpreta, reflecte e tece comentários sobre personagens ou acontecimentos.
2                28                          100.0%

6. Associa acontecimentos e outras leituras realizadas.
2          28                  100.0%

7. Interage facilmente com diferentes suportes de leitura (ecrã, livro, jornal, outros).
2                 28                            100.0%

8. Compreende textos escritos com complexidade e extensão adequadas ao nível de escolaridade.
2                   28                                 100.0%

9. Revela capacidade de escrita associada às competências de leituras evidenciadas.
2                28                             100.0%

Nota
A grelha pode ser usada numa mesma ocasião ou em situações distintas; pode ser utilizada para registo individual ou relativo às competências globalmente demonstradas por
um determinado grupo. Devem ser seleccionadas as competências (em função do ano/ciclo de escolaridade) mais significativas para a observação a realizar. Esta análise
pode ser realizada em colaboração com o docente da turma. A grelha pode também ser utilizada para obter uma perspectiva diacrónica sobre um determinado aluno ou grupo
de alunos; neste caso, no cabeçalho identifica-se o aluno/os alunos e nas colunas indica-se a data em que é realizada a observação/ registo, possibilitando o registo do
panorama ao longo de um ano lectivo, por exemplo. Neste caso, a primeira observação corresponderá à situação inicial do aluno ou grupo de alunos, servindo de referência e
de elemento de comparação na análise evolutiva.




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GO4. Grelha de observação – Motivação para a leitura

1. Recorre a diferentes tipos de leitura, recreativa ou informativa, de acordo com as suas motivações.
sem respostas

2. Sabe seleccionar o que lê de acordo com os seus interesses ou necessidades de informação, revelando-se um leitor crítico e independente.
sem respostas

3. Lê e usa informação em diferentes suportes (digital, livro, jornal, outros).
sem respostas

4. Frequenta a biblioteca autonomamente para actividades de leitura.
sem respostas

5. Amplia os seus interesses de leitura, pesquisando, seguindo sugestões, outros.
sem respostas

6. Partilha leituras e pontos de vista sobre livros (p. ex., em clubes de leitura, fóruns, outros).
sem respostas

Nota
A grelha pode ser usada numa mesma ocasião ou em situações distintas; pode ser utilizada para registo individual ou relativo às competências globalmente demonstradas por
um determinado grupo. Devem ser seleccionadas as competências (em função do ano/ciclo de escolaridade) mais significativas para a observação a realizar. Esta análise
pode ser realizada em colaboração com o docente da turma. A grelha pode também ser utilizada para obter uma perspectiva diacrónica sobre um determinado aluno ou grupo
de alunos; neste caso, no cabeçalho identifica-se o aluno/os alunos e nas colunas indica-se a data em que é realizada a observação/ registo, possibilitando o registo do
panorama ao longo de um ano lectivo, por exemplo. Neste caso, a primeira observação corresponderá à situação inicial do aluno ou grupo de alunos, servindo de referência e
de elemento de comparação na análise evolutiva.




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Relatório da BE 2009-10, pdf

  • 1.
    Relatório de auto-avaliação Contextoe caracterização 1. Contexto 1.1 Escola/agrupamento 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 1.2 Endereço Av. 25 de Abril 3280 011 Castanheira de Pera 1.3 Oferta Curricular 2º e 3º Ciclos - ensino diurno. 1.4. Dados Escolares 1.4.1. Taxa média de transição/conclusão 91.00% 1.4.2. Taxa de abandono escolar 0.00% 1.4.3. Nº de alunos com apoios educativos 95 2. Intervenientes no processo de auto-avaliação Ano / Ciclo de Ensino N.º de Alunos N.º de % intervenientes Pré-Escolar -- -- -- 1.º Ano -- -- -- 2.º Ano -- -- -- 3.º Ano -- -- -- 4.º Ano -- -- -- Total 1.º Ciclo 0.0 0.0 5.º Ano 33 2 6.06% 6.º Ano 32 3 9.38% Total 2.º Ciclo 65.0 5.0 7.º Ano 34 4 11.76% 8.º Ano 34 4 11.76% 9.º Ano 28 2 7.14% Total 3.º Ciclo 96.0 10.0 10.º Ano -- -- -- 11.º Ano -- -- -- 12.º Ano -- -- -- Total Ensino Secundário 0.0 0.0 Outros cursos (CEF, EFA, …) -- -- -- Total 161.0 15.0 Departamento/ outros N.º de Docentes N.º de inquiridos % intervenientes com funções pedagógicas Ciências Sociais e Hums. 5 1 20.00% Línguas 9 1 11.11% Educação Especial/Apoios 2 1 50.00% TIC 1 1 100.00% Coord. Área de Projecto 1 1 100.00% Coord.Proj. Ed. Saúde 1 1 100.00% Matem. e Ciências Exp. 10 3 30.00% Artes e Expressões 6 2 33.33% Total 35.0 11.0 Pais/ encarregados de N.º N.º de % educação inquiridos de alunos do 2º e 3º Cicls 161 14 8.70% Outros a definir N.º N.º de % inquiridos -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- Total 0.0 0.0 Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 1/72
  • 2.
    Secção A B. Leiturae literacia B.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura na escola/agrupamento Evidências (1) . Fundo documental actual e apelativo (como “O Livro Inclinado”, dentado – “O Menino que Comia Livros”, em relevos – “O Principezinho”, obras que foram objecto de adaptação cinematográfica, dando origem a filmes ou séries com êxito entre os mais novos…), adequado às faixas etárias e interesses dos alunos do Agrupamento e às necessidades curriculares (1) - adquirido a partir de sugestões feitas pelos próprios alunos (por ex., na Caixa de Sugestões da BE), de professores e do levantamento de necessidades feito pela Coordenadora. (1) Trata-se não apenas de livros (ficcionais, informativos, entre outros), mas igualmente de: - revistas e jornais periódicos – VISÃO JÚNIOR, BRAVO, ZONA Y, FUTEBOLISTA, SUPER INTERESSANTE, THE TEACHER’S MAGAZINE, PROFESSORES, jornais locais e regionais, o JORNAL DE LETRAS; - DVDs, CDs, cassetes…; - jogos lúdico-didácticos vários (cerca de 10), nomeadamente de alargamento vocabular - como o Vocabulon Júnior e o Lectron /Learning English, - e de promoção da literacia. . Estatísticas de utilização informal da BE desta Escola (com cerca de 160 alunos): - uma média de 63 alunos por dia; - um a dois professores por dia. . Estatísticas de livros consultados na Biblioteca este ano lectivo: 3 661 (para 3146 consultados no ano anterior – 2008/2009); . Estatísticas de requisições domiciliárias de material livro: 685 (para 449 no ano anterior e 219 no ano de 2008); . Estatísticas de requisições de material livro para sala de aula: 175 (para 70 no ano anterior e 65 em 2008); . Registos de requisições de material didáctico (livro e outros) feita pelos professores: 439. . Registos de utilização do espaço e seus recursos no desenvolvimento de actividades lectivas: 33 aulas das várias disciplinas, áreas curriculares, apoios educativos, ateliês (1º, 2º e 3º Ciclos) – sobretudo a Língua Portuguesa, Inglês e Ciências Naturais (16 professores, no total). Recursos utilizados: vários tipos de livro, dicionários, enciclopédias, dossiês temáticos, fichas de trabalho, revistas, jogos, DVDs, registos informativos (sobre efemérides e outros) nos placards da BE, computadores – Internet, power points…- projector, televisores, leitores de CDs/DVDs e de VHS, “Livros com Afecto” (fichas de participação neste passatempo). Actividades/projectos da BE ou desta em articulação e parcerias, no domínio da Leitura e Literacia: . Relatórios, fotografias, sumários, actas de Conselho de Turma e de Departamento (particularmente das Línguas), Regulamentos, fichas de inscrição, Provas Escritas (CNL), Diplomas de Participação, materiais de apoio elaborados para determinadas actividades, questionários (aos elementos da comunidade escolar), registos de opinião, Jornal Escolar, cujas páginas centrais, a cores, são destinadas à BE, Boletins Culturais mensais, blogue da BE e página do Agrupamento, actas de reuniões da equipa da BE: - Projecto Ler+/PNL: através da participação em concursos, como o CNL; através de mais leituras, em contexto de sala de aula ou Biblioteca, como em Língua Portuguesa e Estudo Acompanhado (sessões que começaram a ser dinamizadas sob proposta da Coordenadora da BE em Conselho Pedagógico; - Distribuição de dicionários de língua portuguesa (e estrangeira) pelas salas de aula (permanência de 1 em cada sala); - Projecto Educação para a Saúde: selecção de documentos (da BE) alusivos ao tema da saúde e da educação sexual (sobre Sexualidade, SIDA, etc.) e montagem conjunta de exposição, na Biblioteca, adicionada por desdobráveis, boletins informativos e preservativos; - Várias exposições temáticas e das novidades da BE, para divulgação – no próprio espaço da Biblioteca e na Sala dos Professores; - Disponibilização do catálogo (OPAC); - Circulação de Pacotes Itinerantes e grupos de livros (PNL) pelas salas/escolas do Agrupamento; - Itinerâncias de fundo documental da Biblioteca Municipal; - Serviço de empréstimo de documentos pertença de particulares; - Organização de um dossiê com material de apoio/orientação à elaboração de trabalhos de pesquisa; - Dinamização regular da Hora do Conto (sobretudo para a Pré, 2º e 3º Ciclos, mas foi também contemplado o 1º Ciclo) – por elementos da equipa da BE, funcionárias do Agrupamento, Centro Paroquial e grupo de voluntários (alunos), Pais/Encarregados de Educação, escritora infanto-juvenil, Margarida Almeida; - Encontros com escritoras e ilustradora, em articulação com o grupo de Língua Portuguesa do 2º e 3º Ciclos, educadoras e professoras do 1º Ciclo, após trabalhos vários com os alunos, de preparação das sessões: leitura de biografias e resumos de algumas obras, leitura extensiva e compreensão de outras; realização de fichas de trabalho; elaboração de questionários a dirigir oralmente às convidadas; - Concurso “Caça Cientistas”, de promoção da leitura informativa; - Outras actividades realizadas em articulação (com a participação de professores, alunos, Clubes, Ateliês, Centro Paroquial, BM de Figueiró dos Vinhos…): dramatizações, teatro de sombras e fantoches, leitura e declamação de poesia, nomeadamente por uma professora da Escola, com poemas da sua autoria; - Ciclos de cinema; - Comemoração de um vasto leque de efemérides, com actividades diversas, contemplando, por exemplo, o “Mês Internacional da Biblioteca”, “Dia Mundial da Poesia”, “Dia do Livro Português”, “Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor”, Semana da Leitura; - Realização de actividades de promoção da leitura e da escrita como concursos, passatempos, - “À Volta dos Livros”, “Livros com Afecto"; - Animação da “árvore das quatro estações” (autêntica) com, entre outros elementos, textos do património cultural; - Feira do livro em segunda mão; - Exploração da Biblioteca Digital (Pré, 1º, 2º e 3º Ciclos) e do CD “Todos Podem Ler+ em Família”, do PNL; - Sessão sobre Laínte (uma gíria local); - Dinâmicas de marketing da BE e serviços. . Jornal Escolar, relatórios, fotografias, Boletins Culturais, blogue, página do Agrupamento – meios de divulgação das dinâmicas e recursos da BE. . Registo das turmas desta Escola envolvidas em trabalhos/actividades no âmbito da Leitura e Literacia: todas / de forma regular. Registo de professores desta Escola envolvidos nestas dinâmicas – quer em contexto de sala de aula, Biblioteca ou outro: 29 (para 34 professores que a Escola possui). Registo de outros elementos da comunidade escolar e local envolvidos: 207 - educadoras, professoras do 1º Ciclo e funcionárias do Agrupamento (13); crianças (164); Centro Comunitário/Paroquial, Biblioteca Municipal, Pais/Encarregados de Educação, outros (30). Convidados especiais: escritoras – Madalena Santos (Março) e Margarida Almeida (Outubro e Abril); ilustradora – Márcia Santos; representante da editora Gailivro – Paulo Cunha; representantes de artes e ofícios em vias de extinção; Domingos Alves, único falante de uma gíria local – o Laínte. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 2/72
  • 3.
    Outras evidências: - horárioda BE, alargado à hora do almoço; - questionários aos docentes, aos alunos e encarregados de educação (v. aplicação); - trabalhos de alunos. Pontos fortes identificados . Elevados registos de frequência da BE por parte dos alunos. . Aumento significativo, que se tem vindo a registar de ano para ano, das requisições para leitura domiciliária e consultas de livros feitas pelos mesmos. . Aumento significativo de requisições de material didáctico por parte dos professores. . Aumento de registos de utilização do espaço da Biblioteca e seus recursos no desenvolvimento de actividades lectivas e extra-curriculares. . A existência de uma dinâmica bastante forte ao nível da animação cultural e da promoção da leitura, que permitiu a existência de um Boletim Cultural mensal. . A valorização da BE por parte dos elementos da comunidade escolar e dos pais/encarregados de educação e o envolvimento da comunidade local nas actividades da BE, por solicitação. . O interesse e empenho de toda a equipa de trabalho da BE (Coordenadora, professores, funcionárias), cujo trabalho desenvolvido só foi possível com muitas horas extraordinárias. Pontos fracos identificados . A frequência e envolvimento dos pais /encarregados de educação nas actividades da BE, por iniciativa própria, deveriam ser maiores. . Foram registadas algumas lacunas, ao nível do fundo documental, devido a material solicitado e não existente na BE. . O comportamento de alguns alunos – tanto no decurso do uso informal da Biblioteca como no decurso de actividades – nem sempre foi o mais adequado. . O número de horas atribuído ao Coordenador da Biblioteca é muito reduzido para o trabalho existente, o que, com o tempo, leva ao desgaste e saturação. A restante equipa de trabalho tem, igualmente, um número de horas diminuto. B.2 Integração da BE nas estratégias e programas de leitura ao nível da escola/agrupamento Evidências (1) . Fundo documental adequado, de diversos tipos (informativo, recreativo, ficcional…) e em vários suportes, incluindo periódicos como revistas específicas de determinadas áreas, de apoio a professores e alunos (científicas, literárias, artísticas, desportivas…). . Candidatura ao Plano Nacional de Leitura – 3º Ciclo e alargamento deste ao PNL. . Listagens de material por áreas/disciplinas divulgados e facultados aos departamentos da Escola. . Desdobráveis da BE (serviços e normas; sensibilização para a leitura/sugestões de leituras) – divulgado pela comunidade escolar e encarregados de educação. . Protocolo da formação do Grupo de Trabalho Concelhio, estabelecido com os seguintes parceiros: Biblioteca Escolar, Biblioteca Municipal, Câmara Municipal e Centro Paroquial. . Registo de exposições temáticas de fundo documental didáctico e lúdico-didáctico variado. . Registo de divulgações de livros e autores, com a apresentação das respectivas biografias (em suporte papel – texto e imagem), no placard da Biblioteca. . Regulamentos, fichas de participação, marcadores, fotografias, relatórios e outros registos de concursos e passatempos em articulação, contando com o registo da atribuição de prémios (como livros. . Relatórios, fotografias e outros materiais, como textos de apoio, desdobráveis / Registos da envolvência de encarregados de educação, parceiros de grupo de trabalho concelhio e outros elementos no desenvolvimento de dinâmicas que, em maior ou menor grau, se encontram relacionadas com a leitura: encontro com escritora, Hora do Conto, “Ofícios e Vocações” (comemorativa do Dia das Vocações – 14 de Maio). . Regulamento e listagens dos Pacotes Itinerantes em circulação pelas escolas do 1º Ciclo – da vila e do Bolo. . Registos da circulação de grupos de livros pelas salas de aula e Pré (PNL). . Registo fotográfico e listagens de documentos da Biblioteca Municipal que circularam pelas escolas do Agrupamento em pacote itinerante – a Caixa Mágica. . Relatórios e materiais de trabalho no âmbito do desenvolvimento de actividades do PNL em Estudo Acompanhado e Língua Portuguesa. . Registo de saída de dicionários para as salas de aula (que aí permaneceram durante o ano, para uso de professores e alunos). . Guiões de leitura orientada, fichas de leitura e de escrita, em dossiê de apoio à leitura e ao estudo. . Guiões de apoio à realização de trabalhos de pesquisa (um para o 2º, outro para o 3º Ciclo). . Dossiês temáticos para consulta/apoio a professores e alunos. . Dossiês A5 com mini-fichas de trabalho (lúdico-didácticas) de apoio às línguas - portuguesa e estrangeiras no Cantinho das Línguas. . Registos (fotográficos, de textos impressos, em power point…) de efemérides / actividades comemorativas realizadas quer na BE quer no exterior desta (paredes dos corredores da Escola, Bar, Sala dos Professores, recinto escolar, salas de aula…). . Registo de saídas de documentos variados, quanto ao tipo, tema e suporte, para a Sala dos Professores (para divulgação rotativa de novidades em banca para o efeito) e salas de aula. . Registos, listagens de documentos, regulamentos, relatórios de actividades, panfletos e desdobráveis, livros…: - da feira do livro em segunda mão; - do Projecto Educação para a Saúde: selecção de documentos (da BE) alusivos ao tema da saúde e da educação sexual (sobre Sexualidade, SIDA, etc.) e montagem conjunta de exposição, na Biblioteca, adicionada por desdobráveis, boletins informativos e preservativos; - do Projecto Ler+/PNL: através da participação em concursos, como o CNL; através de mais leituras, em contexto de sala de aula ou Biblioteca, como em Língua Portuguesa e Estudo Acompanhado (sessões que começaram a ser dinamizadas sob proposta da Coordenadora da BE em Conselho Pedagógico. . Registos de divulgação e realização de ciclos de cinema – “ler” em várias línguas. . Registos da Hora do Conto, dramatizações/adaptações de contos, encontro com escritoras, envolvendo todo o Agrupamento num trabalho à volta dos livros e da leitura. . Registo das turmas desta Escola envolvidas em trabalhos/actividades no âmbito da Leitura e Literacia: todas / de forma regular. Registo de professores desta Escola envolvidos nestas dinâmicas – quer em contexto de sala de aula, Biblioteca ou outro: 27 (para 34 professores que a Escola possui). Registo de outros elementos da comunidade escolar e local envolvidos: 207 - educadoras, professoras do 1º Ciclo e funcionárias do Agrupamento (13); crianças (164); Centro Comunitário/Paroquial, Biblioteca Municipal, Pais/Encarregados de Educação, outros (30). . Catálogo disponível a toda a comunidade escolar para consulta (OPAC), com a instalação do programa nos computadores da Biblioteca e da Sala dos Professores. . Blogue, criado com o objectivo de vir a ser um espaço de partilha de informação, ideias e materiais. . Questionários aos docentes e encarregados de educação (v. aplicação). Pontos fortes identificados . Sensibilização para a importância da leitura como suporte e progressão das aprendizagens. . Aumento significativo, que se tem vindo a registar de ano para ano, das requisições para leitura domiciliária e consultas de livros feitas pelos alunos. . Aumento significativo de requisições de material didáctico por parte dos professores. . Aumento de registos de utilização do espaço da Biblioteca e seus recursos no desenvolvimento de actividades lectivas e extra-curriculares. . Maior articulação da parte dos professores, Projectos, Clubes com a BE. . Promoção do trabalho articulado com departamentos e docentes através da concepção / participação em actividades / projectos relacionados com a leitura. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 3/72
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    . A valorizaçãoda BE por parte dos elementos da comunidade escolar. . O interesse e empenho de toda a equipa de trabalho da BE (Coordenadora, professores, funcionárias), cujo trabalho desenvolvido só foi possível com muitas horas extraordinárias. Pontos fracos identificados . Fraca exploração de novos ambientes digitais (página do Agrupamento, da Biblioteca, blogue, Wiki…): - para desenvolver a leitura, a escrita e um conjunto diversificado de competências; - para permitir a discussão de temas, a produção de conteúdos e o trabalho colaborativo. . Falta de tempo, por parte da equipa de trabalho da BE, de forma a pôr em prática todas as ideias que tem para outras dinâmicas que nunca chegaram a ser realizadas. B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e da literacia Evidências (1) . Estatísticas de requisições domiciliárias de material livro: 685 (para 449 no ano anterior e 219 no ano de 2008). . Estatísticas de requisições de material livro para sala de aula: 175 (para 70 no ano anterior e 65 em 2008). . Estatísticas de livros consultados na Biblioteca este ano lectivo: 3 661 (para 3146 consultados no ano anterior – 2008/2009). . Registos de requisições de material didáctico (livro e outros) feita pelos professores: 439. . Registos de utilização do espaço e seus recursos no desenvolvimento de actividades lectivas: 33 aulas das várias disciplinas, áreas curriculares, apoios educativos, ateliês (1º, 2º e 3º Ciclos) – sobretudo a Língua Portuguesa, Inglês e Ciências Naturais (16 professores, no total). Recursos utilizados: vários tipos de livro, dicionários, enciclopédias, dossiês temáticos, fichas de trabalho, revistas, jogos, DVDs, registos informativos (sobre efemérides e outros) nos placards da BE, computadores – Internet, power points…- projector, televisores, leitores de CDs/DVDs e de VHS, “Livros com Afecto” (fichas de participação neste passatempo). . Questionários aos alunos (QA2) (v. resultados na aplicação), onde, por exemplo, na questão “Compara o que fazes agora com o que fazias no início do ano lectivo”, de 15 alunos, 14 responderam “Agora leio mais livros”; a maioria (9 alunos) respondeu “Agora leio mais depressa”; 11 alunos responderam “Agora leio livros com mais texto e textos mais longos”; 12, “Agora leio…e compreendo melhor o que leio”; 12, “Agora tenho melhores resultados escolares, porque estou mais à vontade na leitura”, etc. Na questão seguinte, “Em que medida consideras que a BE contribuiu para as tuas competências de leitura e para os teus resultados escolares?”, dos mesmos 15 alunos, 5 responderam “Muito”; 9 responderam “Medianamente”; 1 respondeu “Pouco” e 0 (nenhum aluno) respondeu “Nada”. . Questionários aos professores (QD2) (v. resultados na aplicação). . Grelhas de observação – Participação em actividades de leitura (GO3) – a partir das quais se pode concluir que, embora a progressão não seja muito significativa, na maior parte das competências, houve, efectivamente, melhorias em três grupos observados e registados. Foi acrescentada, no questionário, uma questão de extrema importância, interligada com a compreensão de textos, “Lê com correcção e fluência”. Numa turma não houve registo de progressão, mas em duas houve: de 54% (média atingida pelo grupo/turma), no segundo período, para 65%, no final do ano escolar; e de 64,5% para 68%, noutro grupo/turma. Igualmente houve uma melhoria expressa em percentagens nas seguintes competências: - “Participa de forma activa nos vários aspectos envolvidos na actividade” (nos 3 grupos); - “Sabe situar os acontecimentos relatados no contexto, se interpelado” (1 grupo); - “Associa acontecimentos e outras leituras realizadas” (1 grupo); - “Compreende textos escritos com complexidade e extensão adequadas ao nível de escolaridade” (nos 3 grupos); - “Revela capacidade de escrita associada às competências de leitura evidenciadas (2 grupos). . Testemunhos orais favoráveis de professores. Pontos fortes identificados . Aumento significativo, que se tem vindo a registar de ano para ano, das requisições para leitura domiciliária e consultas de livros feitas pelos alunos. . Aumento de registos de utilização do espaço da Biblioteca e seus recursos no desenvolvimento de actividades lectivas e extra-curriculares. . Promoção do trabalho articulado com departamentos e docentes através da concepção / participação em actividades / projectos relacionados com a leitura. . Registo de alguma melhoria dos alunos no que diz respeito às competências de leitura. Pontos fracos identificados . Exploração de novos ambientes digitais (a melhorar) - página do Agrupamento, da Biblioteca, blogue, Wiki…- para desenvolver a leitura, a escrita e um conjunto diversificado de competências. . Falta de tempo, por parte da equipa de trabalho da BE, de forma a pôr em prática todas as ideias que tem para outras dinâmicas que nunca chegaram a ser realizadas. (1) Estas evidências resltam da análise e interpretação dos dados obtidos a partir dos diversos instrumentos de recolha de informação. Quadro Síntese B. Leitura e literacia Motivo da escolha do domínio • Consciência da grande importância da leitura e da literacia na formação integral das crianças/jovens e na promoção do sucesso escolar. • Tendências pessoais/Gosto pelo trabalho a desenvolver no âmbito da Leitura e Literacia. • Larga experiência de trabalho, de há vários anos até à data, neste domínio. . Nível obtido 4 Acções para melhoria • Consolidar o trabalho articulado com departamentos, docentes. • Continuar a encorajar a participação da comunidade local, nomeadamente pais/EE, nas actividades/projectos da BE. • Convidar especialistas e organizar colóquios/seminários sobre a leitura, a literacia e o papel da BE. Observações * O nível atribuído (4) tem em conta: - o facto de acharmos que, neste domínio, nos enquadramos no respectivo nível, o que pode ser constatado pelas evidências (umas enviadas em suporte Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 4/72
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    digital, outras não– por não haver tempo para reunir tudo ou por não se encontrarem informatizadas); - mas, sobretudo, o facto de, num plano desigual (relativamente aos professores bibliotecários a tempo inteiro ou quase), a Coordenadora (com apenas treze horas registadas no horário), bem como a equipa (14 horas) trabalharam com bastante interesse e empenho, desenvolvendo um trabalho que requereu muitas horas extraordinárias, para além das que lhes era imposto cumprir. Foi um trabalho de entrega por gosto, no entanto, desgastante, pois feito paralelamente a muitas outras tarefas na (e para) a Escola, ligadas a actividades lectivas, reuniões, entre outras. Fontes de evidências Neste item pode transcrever/ incluir excertos de diferentes documentos. Documentos de gestão da Escola/ Agrupamento (Projecto Educativo, Projecto Curricular, Plano de Acção, Regulamento Interno, Plano Anual de Actividades, relatórios de avaliação, currículos profissionais da equipa da BE, outros.) Reg. Interno do Agrupamento Subsecção V – Biblioteca Âmbito e Objecto 1. A Biblioteca tem um papel fundamental a desempenhar na Escola, facultando à população escolar a consulta de livros e outros documentos, um espaço sereno e silencioso, propiciador do estudo e da concentração. Artigo 81.º Recrutamento e Mandato do Coordenador da Biblioteca 1. O Coordenador da Biblioteca da escola sede do Agrupamento é um professor, devendo ser um docente do Quadro da Escola, de preferência com formação específica nesta área, de acordo com as orientações do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares e da legislação vigente. 2. O Coordenador da Biblioteca é designado anualmente pelo Conselho Executivo. 3. O Coordenador da Biblioteca usufruirá de uma redução a definir anualmente, conforme gestão do crédito global de horas, calculada com base na legislação em vigor. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTANHEIRA DE PERA REGULAMENTO INTERNO Página 39 de 74 4. Nas Escolas do 1.º Ciclo do Ensino Básico e Jardins de Infância, a responsabilidade da Biblioteca é dos respectivos professores e educadores. Artigo 82.º Regime de Funcionamento 1. O regime de funcionamento do serviço da Biblioteca encontra-se regulamentado em regulamento próprio. 2. A actualização do regulamento de funcionamento da Biblioteca e a sua afixação em local visível são da responsabilidade do respectivo Coordenador. Artigo 83.º Definição 1. A Biblioteca é um serviço que se destina a apoiar, favorecer e incentivar o enriquecimento cultural de todos os elementos da comunidade escolar, bem como proporcionar o desenvolvimento de práticas, capacidades e hábitos de trabalho autónomo ou orientado. Deve, assim, ser entendida como uma estrutura pedagógica integrada no processo educativo, pólo dinamizador de novos projectos e novas práticas pedagógicas. Artigo 84.º Objectivos 1. A Biblioteca tem como objectivos: a) Possibilitar a plena utilização dos recursos pedagógicos existentes e dotar o Agrupamento de um fundo documental adequado às necessidades das diferentes áreas do saber e projectos de trabalho; b) Permitir a integração dos materiais impressos, audiovisuais e informáticos e favorecer a constituição de conjuntos documentais, organizados em função de diferentes temas; c) Desenvolver nos alunos competências baseadas na consulta, tratamento e produção de informação, tais como: seleccionar, analisar, criticar e elaborar documentos; d) Desenvolver nos alunos hábitos de trabalho de pesquisa ou estudo, individualmente ou em grupo, por solicitação do professor ou por sua própria iniciativa; e) Desenvolver nos alunos competências para reproduzir sínteses informativas em diferentes suportes; f) Ajudar os professores a planificarem as suas actividades de ensino e a diversificarem as situações de aprendizagem; g) Estimular nos alunos o prazer de ler e o interesse pela cultura nacional e universal; h) Associar a leitura, os livros e a frequência de bibliotecas à ocupação lúdica dos tempos livres. i) Cooperar com outras bibliotecas, bem como, eventualmente, com outros organismos culturais de apoio à divulgação da leitura e com actividades de animação cultural; j) Dinamizar serviços de itinerâncias documentais. Artigo 85.º Organização e Gestão AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTANHEIRA DE PERA REGULAMENTO INTERNO Página 40 de 74 1. A organização e gestão da Biblioteca são da responsabilidade do Coordenador, com o apoio da equipa educativa, em articulação com o Conselho Executivo. 2. A equipa educativa é constituída por professores com competências nos domínios pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação e das ciências documentais, devendo a sua composição salvaguardar as disposições legais vigentes, e por um período mínimo de 3/4 anos, de forma a viabilizar projectos sequenciais. 3. O mandato do Coordenador poderá cessar a todo o tempo, por pedido do interessado ou por decisão fundamentada do Presidente do Conselho Executivo, ouvido o Conselho Pedagógico. 4. Compete ao Conselho Executivo, após auscultação do Coordenador da Biblioteca, a designação dos restantes elementos da equipa educativa, respeitando os requisitos de formação e o perfil funcional legalmente definido. 5. Os funcionários com experiência e/ou formação específica na área da biblioteconomia deverão ficar vinculados à equipa da Biblioteca, considerando a especificidade do conteúdo funcional Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 5/72
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    requerido. 6. Ao Coordenadorda Biblioteca Escolar/Centro de Recursos Educativos caberá desenvolver as seguintes funções/competências: a) Coordenar a equipa da Biblioteca; b) Representar a Biblioteca no Conselho Pedagógico; c) Promover a integração e valorização da Biblioteca na escola, em termos normativos (Projecto Educativo, Projecto Curricular, Regulamento Interno) e curriculares; d) Participar na elaboração/revisão do Regulamento Interno, do Projecto Educativo, do Projecto Curricular de Agrupamento e do Plano de Formação; e) Coordenar a gestão, o planeamento e a organização da Biblioteca, no que respeita ao domínio da informação e também nos aspectos pedagógico, administrativo e de pessoal; f) Coordenar a elaboração do Regulamento da Biblioteca e propor a sua aprovação pelo Conselho Pedagógico; g) Elaborar e executar o Plano Anual de Actividades da Biblioteca; h) Perspectivar a Biblioteca e as suas funções pedagógicas no contexto do Projecto Educativo do Agrupamento, promovendo a sua constante actualização e uma utilização plena dos recursos documentais, por parte dos alunos e professores, quer no âmbito curricular quer no da ocupação de tempos livres; i) Definir e operacionalizar, em articulação com o Conselho Executivo, as estratégias e actividades de política documental do Agrupamento; j) Assegurar que os recursos de informação são adquiridos e organizados de acordo com os critérios técnicos de biblioteconomia, nomeadamente, no que se refere à catalogação e classificação de todo o fundo documental; k) Definir os mecanismos de articulação da Biblioteca com os diferentes sectores e actores da escola e zelar pela sua aplicação; l) Assessorar o Centro de Formação da sua área pedagógica para as questões de formação dos docentes e não docentes no âmbito das bibliotecas; m) Estabelecer redes de cooperação, acordos e protocolos, no plano interno e externo, nas áreas de actividade da Biblioteca; n) Participar nas reuniões / projectos da Rede de Bibliotecas Concelhias, de acordo com o protocolo estabelecido; AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTANHEIRA DE PERA REGULAMENTO INTERNO Página 41 de 74 o) Cooperar e articular com a Biblioteca Municipal, no sentido do desenvolvimento da rede concelhia de bibliotecas; p) Representar externamente a Biblioteca, de acordo e em consonância com o Conselho Executivo e o Conselho Pedagógico; q) Delegar funções nos membros da equipa; r) Fazer cumprir as regras de funcionamento estabelecidas; 7. Os professores da equipa da Biblioteca devem ter competências: a) Na área do planeamento e gestão (planificação de actividades, gestão do fundo documental, organização da informação, serviços de referência e fontes de informação, difusão da informação e marketing); b) Na área das literacias, em particular nas da leitura e da informação; c) No desenvolvimento do trabalho em rede; d) Na área da avaliação; e) De trabalho em equipa. 8. São atribuições do auxiliar de acção educativa em serviço na Biblioteca: a) Atendimento aos utilizadores; b) Controlo da leitura presencial, do empréstimo domiciliário e para as aulas; c) Controlo do espaço da Biblioteca; d) Apoio à utilização dos equipamentos; e) Colaboração com o Coordenador da Biblioteca e outros elementos da equipa no tratamento técnico dos documentos: registo, carimbagem, cotação, arrumação, catalogação e informatização; f) Manter a organização das zonas funcionais do espaço; g) Participar no desenvolvimento das actividades de animação pedagógica e cultural; h) Cooperar no tratamento estatístico regular dos dados da avaliação do desempenho da Biblioteca. 9. A avaliação da Biblioteca far-se-á com regularidade, através da recolha de dados do trabalho desenvolvido e serviços prestados, de acordo com os princípios do Programa Rede de Bibliotecas Escolares, com o objectivo de auscultar o grau de satisfação dos utilizadores e detectar fragilidades que devam ser objecto de intervenção. 10. No final de cada ano, o Coordenador da Biblioteca deverá entregar, no Conselho Executivo, um Relatório final, a analisar em Conselho Pedagógico. Documentos pedagógicos da Escola/Agrupamento (Planificações dos departamentos, ACND, AEC, SAE, PTE-TIC, OTE, projectos curriculares das turmas, orientações/ recomendações do CP, trabalhos de alunos, resultados de avaliação dos alunos, outros) Neste livro é narrado o segundo ano de Harry na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts, quando o jovem feiticeiro, então com doze anos, é suspeito de ter aberto a Câmara dos Segredos, onde, segundo uma lenda, se esconde um terrível monstro capaz de matar todos os feiticeiros de Meio-Sangue da escola. De acordo com a lenda, Salazar Slytherin, o fundador da casa que leva o seu nome, e um dos quatro feiticeiros que fundou Hogwarts, teria construído uma Câmara Secreta onde escondeu o monstro, e somente o seu herdeiro poderia reabri-la para que o animal pudesse continuar a sua missão. A suspeita de Harry ser o herdeiro de Slythrin (e, consequentemente, de ser o responsável pela reabertura da Câmara) deve-se ao facto de Harry ser um ofidioglota, uma característica rara entre os feiticeiros, que Salazar Slythrin também possuía. Os outros alunos acreditavam que Harry fosse o herdeiro por pensarem que, tendo ele essa característica, só poderia ter sido herdada do antigo fundador. O pai de Draco Malfoy, Lucius Malfoy, coloca um diário junto com coisas de Ginny Weasley (o Diário de Riddle). À medida que ela escreve no diário em branco, a tinta apaga-se e surge uma nova frase escrita por Voldemort (Tom Riddle), ao que ela respondia. Isso fê-la ser possuída por Voldemort e levada à Câmara dos Segredos. Correndo um grande risco, Harry entra na Câmara por uma passagem nos canos ajudado por Ron Weasley e levando à força Gilderoy Lockhart e onde luta contra o Basilisk para resgatar Ginny. Neste livro aparecem, pela primeira vez, a casa dos Weasley, o elfo doméstico Dobby, Lucius Malfoy (o pai de Draco Malfoy) e é feita uma pequena referência à prisão de Azkaban, muito importante no livro seguinte. Trabalho realizado por Helena Pereira, nº 7 - 7ªA Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 6/72
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    ESCOLA EB 2,3BISSAYA BARRETO MARIA ALBERTA MENERES TRABALHO REALIZADO POR PATRICIA NUNES N º 13 6 º B BIOGRAFIA: Maria Alberta Meneres, de seu nome completo Maria Alberta Rovisco Garcia Meneres de Melo e Castro nasceu em Vila Nova de Gaia, em 1930. Licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas, pela Universidade Clássica de Lisboa. Foi professora do ensino secundário e colaborou em diversas publicações nomeadamente Távola Redonda, Diário de Notícias, Cadernos do Meio-Dia e Diário Popular, tendo neste último sido responsável, durante dois anos, pela secção Iniciação Literária. A sua primeira obra data de 1952 e intitula-se Intervalo, tendo sido premiada, em 1960, com o seu livro Água-Memória, no Concurso Internacional de Poesia Giacomo Leopardi. Maria Alberta Meneres tem dedicado grande parte da sua obra à literatura infantil e juvenil e produziu nesta área programas de televisão, sendo em 1975 sido nomeada chefe do departamento de programas infantis e juvenis da RTP. Ao longo da sua carreira tem recebido inúmeros prémios nomeadamente o Prémio de Literatura Infantil da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1981. Em colaboração com Ernesto de Melo e Castro, organizou, em 1979, uma Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa. MARIA ALVERTA MENERES NASCEU EM VILA NOVA DE GAIA, NO DIA 25 DE AGOSTO DE 1930, FOI PROFESSORA, TRADUTORA, JORNALISTA, POETISTA E ESCRITORA DE LIVROS INFANTIS, JOVENS E ADULTOS . FORMOU – SE EM CIENCAS HISTORICO – FILOSOFIAS APESAR DE , QUANDO ERA CRIANÇA , QUERER ESTUDAR UMA ARÉA RELACIONADA COM O DESANHO. A SUA PRIMEIRA OBRA DATA DE 1952 E INTITULA – SE INTERVALO , TENDO SIDO PREMIADA , EM 1960 , COM O SEU LIVRO ÁGUA – MEMORIA , NO CONCURSO INTERNACIONAL DE POESIA GIOCOMO LEOPARDI . DE 1965 A 1973 FOI PROFESSORA DO ENSINO TÉCNICO , PREPARATORIO E SECUNDARIO NAS DISCIPLINAS DE LINGUA PORTUGUESA E HISTORIA . De 1974 a 1986, dirigiu o Departamento de Programas Infantis e Juvenis da Rádio Televisiva Portuguesa (RTP). Em colaboração com Ernesto de Melo e Castro, organizou, em 1979, uma Antologia da Novíssima Poesia Portuguesa. Em 1986, recebeu o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, "pelo conjunto da sua obra literária e pela manutenção de um alto nível de qualidade escrita". A sua obra infanto-juvenil inclui poesia, contos, BD, teatro, novelas, cómicos e a adaptação de clássicos da literatura. Entre 1990 e 1993 dirigiu a revista Pais. Entretanto, na Provedoria da Justiça, foi-lhe dada a responsabilidade Provedora de Justiça de Crianças. Trabalhou com outros autores literários ligados à literatura infanto-juvenil, como António Torrado, Carlos Correia e Natércia Rocha. A maioria dos livros desta autora mostram como é bom o ensino e que devemos trabalhar para obter os melhores resultados possíveis. Documentos de Gestão da BE (Plano de Acção, Plano Anual de Actividades, acordos de parceria, Política de Desenvolvimento da Colecção, Manual de Procedimentos, Regimento, horário, relatórios, plantas, inventários, outros) AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTANHEIRA DE PÊRA Escola E.B. 2,3 Dr. Bissaya Barreto PLANO DE ACTIVIDADES DA BIBLIOTECA ESCOLAR - 2009/2010 ACTIVIDADES AO NÍVEL DA ANIMAÇÃO CULTURAL / PROMOÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA (Em articulação com a comunidade escolar e outras pessoas/entidades) OBJECTIVOS DINAMIZADORES DESTINATÁRIOS CALENDARIZ. RECs. MATERIAIS VERBA . Dinamização da actividade «À Descoberta da Biblioteca» - visita guiada, pela professora bibliotecária, com os alunos do 5º ano. . Aproximar os alunos da realidade Biblioteca/ Centro de Recursos: organização, materiais ao dispor, funcionamento, normas a adoptar... . Divulgar a organização dos espaços e do fundo documental; os serviços e o modo de funcionamento da B.E. . Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização (adequada) dos recursos aí existentes. . Proporcionar meios adequados de planificação de trabalho e estudo. Coord. B.E. Alunos do 5º ano. Set. Guião/ guia do utiliza-dor; fichas de avaliação da actividade… . Comemoração de diversas efemérides – de Outubro a meados de Junho – em articulação com os Departamentos, com destaque para as comemorações do “Mês Internacional da Biblioteca”, contando com diversas dinâmicas a divulgar, nomeadamente, entre outras... - concursos; - apresentação de histórias, em teatro de fantoches e espectáculo de sombras (pelas animadoras da Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos); - encontro com a nova escritora infanto-juvenil, Margarida Almeida, que fará a apresentação/lançamento dos seus livros, bem como com a ilustradora Márcia Santos. . Comemorar datas importantes/festivas. . Alargar saberes em vários domínios. . Desenvolver competências, nomeadamente, de leitura. . Sensibilizar para aspectos do património cultural. . Proporcionar momentos de lazer associados à cultura. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 7/72
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    . Organizar actividadesque favoreceçam a consciência e a sensibilização para as questões de ordem cultural e social. . Criar e manter nos mais novos o hábito e o prazer da aprendizagem e da utilização das bibliotecas ao longo da vida. . Proporcionar actividades que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer. Coord. e restante equipa. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Outubro. Livros, papel, placards fantocheiro, foco de luz, lençol ... . Animação da “árvore das quatro estações” com textos do património cultural. . Divulgar textos literários e do nosso património cultural de forma lúdica. Marisa Filipe. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Tronco de árvore com ramos; papel... . “Hora do Conto”, com a apresentação de contos, pequenas dramatizações, divulgação de poesia, contando com a colaboração da comunidade escolar e local, nomeadamente, com Encarregados de Educação e a intervenção das “avós”, com as histórias locais, tradicionais, com o Centro Comunitário, a B.M. de Figueiró, Ansião, entre outros... . . Organizar actividades que favoreceçam a consciência e a sensibilização para as questões de ordem cultural e social. . Proporcionar actividades que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer. . Promover a leitura e a escrita. . Divulgar livros e autores. . Dinamizar a B.E. de forma a entender-se como um espaço ludico-didáctico. . Permitir que os alunos associem a leitura, os livros e a frequência das bibliotecas à ocupação dos tempos livres. . Desenvolver o interesse pela cultura nacional e universal. . Estabelecer uma relação Escola/Meio. Coord., com a interven- ção da restante equipa, professo- res, nomeada- mente do Departa-mento de Línguas, e restante comunid. escolar; outros. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Livros, bonecos, fantocheiro, computador e projec-tor… . Dinamização dos “Pacotes Itinerantes” pelas escolas do 1º Ciclo. . Itinerâncias de fundo documental com a Biblioteca Municipal. . Serviço de empréstimo de docs (de particulares). . Proporcionar os meios para o desenvolvivento das competências dos alunos e aumento do sucesso escolar. . Desenvolver hábitos de leitura. . Alargar a oferta, em termos de diversidade de género de documentose ao nível da variedade de género de livros. Coord. BE e BM. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Caixas e fundo docu-mental variado. . Realização de concursos de promoção da leitura e da escrita, em articulação com os docentes de Língua Portuguesa, como: - o “Concurso Nacional de Leitura”; - “Ler é...”; - “História Rasgada”. . Promover a leitura. . Desenvolver competências ao nível da leitura e da escrita. . Divulgar textos, de alunos, com criatividade. Elementos da equipa da BE: Coordª., Marisa Filipe, Margarida Freire, Isilda Acúrcio. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 8/72
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    Alunos do 2ºe 3º Ciclos. Ao longo do ano. Livros, papel, fotocó-pias, papel crepe… . Dinamização de actividade de divulgação de autores e livros: “À Volta dos Livros”. . Promover a leitura e a escrita. . Divulgar livros e autores. Isilda Acúrcio. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Livros, papel, fotocs… ----- . Dinamização da actividade de divulgação de livros de estimação “Livros Com Afecto”. . Promover a leitura e a escrita. . Envolver toda a comunidade escolar em actividades da BE. Coord. BE. Comunidade escolar. 2º e 3º períodos Mini-fichas de leitura, cartolina, impressões. --------- . Exposições: - exposições temáticas, de trabalhos de alunos, com a colaboração dos professores das várias disciplinas; - divulgação do fundo documental, por áreas, em expositores. . Envolver os alunos (e restante comunidade) em projectos de trabalho que os alicie, lhes permita trabalhar em grupo e desenvolva capacidades. . Promover a autoestima dos alunos, através da exposição/ divulgação dos seus trabalhos. . Divulgar o fundo documental existente na B.E. . Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização dos recursos aí existentes. . Proporcionar meios adequados de (planificação) de trabalho. Equipa da BE/ professores. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Trabalhos de alunos em vários supor tes; fundo docu-mental. ----- . Dinamização da Semana da Leitura 2010, (Plano Nacional de Leitura/Ler+), com actividades diversas de promoção do livro e da leitura: - “Hora do Conto”, contando com professores, funcionários e elementos da comunidade local; - encontro com a jovem escritora Madalena Santos; - exposições de trabalhos; - exploração da Biblioteca Digital e do CD “Todos Podem Ler+ em Família”, do PNL; - “Vêm aí os Alfarrabistas III”; - sessões de cinema e audição de CDs. . Sensibilizar para a importância da leitura. . Promover o livro e a leitura e desenvolver competências neste domínio. . Proporcionar momentos de lazer associados à cultura. . Envolver os alunos (e restante comunidade) em projectos de trabalho que os alicie, lhes permita trabalhar em grupo e desenvolva capacidades e saberes. . Dinamizar a B.E. de forma a entender-se esta como um espaço ludico-didáctico. . Estabelecer uma relação Escola/Meio. . Angariar fundos para a aquisição de documentos necessários. Coord. BE., contando com a colabora- ção de profs., alunos, funcs. e outros elementos da comunidade local e convids. Comunidade escolar. De 1 a 5 de Março Livros, DVDs, CDs e outros recursos diversos. -------- . Concurso “Caça Cientistas. . Conhecer nomes e feitos de destaque ligados às Ciências Físico-Químicas. . Promover a pesquisa autónoma e a leitura de textos informativos. Profs. Clara Guiné e Paulo Pinto. Alunos do 2º e 3º Ciclos. Ao longo do ano. Cartazes p/a divulgação da activ. e fundo doc. ----- . Criação de um blog da BE, conjuntamente com alunos, aplicando um logótipo criado igualmente por alunos. . Criar um espaço de encontro dos frequentadores da BE. . Divulgar informação. . Trocar ideias e esclarecer dúvidas. . Desenvolver competências nos alunos. Professor TIC e alunos. Comunidade escolar e local. 2º e 3º períodos. Computadores. --------- . Sessão com profissionais locais/encarregados de educação – “Ofícios e Vocações”, contando com a presença de um ex-latoeiro, ex-resineiros, uma ex- cerzideira, um agricultor/apicultor, igualmente falante de laínte, uma gíria local – a terminar ao som do acordeão, tocado por aluno do 5º ano. . Alargar conhecimentos relativos ao nosso património cultural. . Aproximar os alunos da realidade local e profissional. . Formar para a cidadania. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 9/72
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    Coordenadora BE. Comunidade escolar. 14de Maio. Máquina fotog. e outros. --------- . Colaboração com o Jornal Escolar, com as páginas da BE, para divulgação da BE e de algumas das dinâmicas aí desenvolvidas. . Sensibilizar para a importância da BE. . Divulgar serviços, fundo documental, actividades da BE, entre outras. Coordenadora BE. Comunidade escolar e local. Maio. ----------- ---------- . Ciclo de cinema: passagem rotativa de filmes de qualidade – de ficção e roteiros turísticos (em português, inglês e francês) na última semana de aulas. . Promover a leitura. . Proporcionar momentos de lazer associados à cultura. . Articular com o Departamento de Línguas. Coord. BE Comunidade escolar. De 14 a 18 de Junho. DVDs, VHS, CDROMs. --------- ACTIVIDADES NO ÂMBITO DO PLANO NACIONAL DE LEITURA OBJECTIVOS DINAMI-ZADORES DESTINA-TÁRIOS CALEN-DARIZ. RECs. MATE-RIAIS VERBA . Coordenação do processo de selecção e aquisição de livros, na sequência da atribuição da verba de 1000 euros pelo Plano Nacional de Leitura, destinada ao Pré-Escolar, 1º e 2º Ciclos. . Apetrechar as salas de aula, dos referidos ciclos, de livros para leitura recreativa e orientsda. . Promover a leitura e desenvolver esta competência nas crianças. Coordenadora. Crianças da Pré, 1º e 2º Ciclos do Agrupamento 1º perº. Máquina calculadora, papel, internet, livros… ----- . Circulação de Pacotes de Livros pelas salas da Pré, 1º, 2º e 3º Ciclos. . Promover a leitura e desenvolver esta competência nas crianças e jovens. Coordenadora. Crianças da Pré, 1º e 2º Ciclos do Agrupamento 1º perº. Caixa e livros. ----- . Promoção de leitura recreativa seguida de actividades como a apresentação/divulgação de livros (exposições orais) em contexto de sala de aula – Estudo Acompanhado (sob proposta da BE) e Língua Portuguesa – no 2º e 3º Ciclos. . Divulgar livros e promover a leitura. . Desenvolver nos alunos competências de leitura e expressão oral. BE e docentes da Escola (E.A. e L.P.) 2º e 3º Ciclo. Ao longo do ano. Livros… ----- . Apresentação de projecto/candidatura ao Plano Nacional de Leitura – 3º Ciclo. . Apetrechar as salas de aula do 3º Ciclo de livros para leitura recreativa e orientsda. Coord. BE. 3º Ciclo. 1º perº. Comp. -------- . Participação em passatempos de leitura/escrita e concursos como o “Concurso Nacional de Leitura 2009-2010” (PNL) – 1ª e 2ª Fases . Promover a leitura e a escrita. . Envolver os alunos em actividades a nível interno, distrital e, eventualmente, nacional. Coord. BE e docente de Língua Portuguesa (3º Ciclo). Alunos do 3º Ciclo. 2º e 3º perº. Livros, fots… Transporte/ida e volta/ Pombal. -------- . Dinamização da Hora do Conto, na BE, contando com os Pais Contadores de Histórias, bem como de encontros com escritores. . Proporcionar actividades que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer. . Promover a leitura e a escrita. . Divulgar livros e autores. . Dinamizar a B.E. de forma a entender-se como um espaço ludico-didáctico. . Aproximar os Enc. de Ed. da escola. Coord. BE e pais /E. Ed. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Livros, bonecos, fantocheiro, computador e projec-tor… Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 10/72
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    -------- . Outras (v.Domínio anterior). EFEMÉRIDES – BE - 2009/2010 1º Período: Mês Internacional da Biblioteca – Outubro Implantação da República – 5 de Outubro Dia de S. Martinho – 11 de Novembro Dia da Restauração da Independência – 1 de Dezembro Natal – 18 de Dezembro 2º Período: Dia de S. Valentim – 14 de Fevereiro Carnaval – 16 de Fevereiro Dia Europeu da Vítima – 22 de Fevereiro Dia Internacional pela Abolição da Pena de Morte – 1 de Março Centenário da Morte de Chopin – 1 de Março Dia Internacional da Mulher – 8 de Março Dia do Pai – 19 de Março Dia Mundial da Poesia – 21 de Março Dia do Livro Português – 26 de Março 3º Período: Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor – 23 de Abril Dia da Liberdade – 25 de Abril Dia Mundial do Trabalhador – 1 de Maio Dia da Mãe – 2 de Maio Dia da Espiga – 13 de Maio Dia das Vocações – 14 de Maio Dia Mundial da Criança – 1 de Junho Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas – 10 de Junho Nota: No âmbito das comemorações assinaladas, a BE desenvolveu diversas dinâmicas como a divulgação de registos informativos, no placard das Efemérides, curiosidades, passatempos e actividades, incluindo a passagem de filmes, a audição de CDs, a apresentação de trabalhos em Power Point alusivos às respectivas datas, tertúlias/sessões culturais com elementos da comunidade local. REGULAMENTO DA BIBLIOTECA ESCOLAR BE/CRE 1 - Definição A Biblioteca Escolar é um serviço que se destina a apoiar, favorecer e incentivar o enriquecimento cultural de todos os elementos da comunidade escolar, bem como proporcionar o desenvolvimento de práticas, capacidades e hábitos de trabalho autónomo ou orientado. Deve, assim, ser entendida como uma estrutura pedagógica integrada no processo educativo, pólo dinamizador de novos projectos e novas práticas pedagógicas. 2 - Localização e áreas funcionais A Biblioteca Escolar / CRE localiza-se no 1º andar do Bloco A da escola sede do agrupamento e é constituída por uma ampla sala de 130 metros quadrados, na qual funciona a zona de atendimento, a zona de leitura informal e audio (com leitor de cassetes e CDs), zonas multimedia (com secção de informática e audiovisuais), a zona de documentação impressa / sala de leitura e ainda a zona infantil, destinada às crianças do Pré-escolar e do 1º Ciclo, com mobiliário e documentação adequados a estas faixas etárias. Frente a esta, do outro lado do corredor, existe uma pequena área fechada para arrumos e arquivo, que serve a B.E. 3 - Objectivos gerais da Biblioteca a) Possibilitar a plena utilização dos recursos pedagógicos existentes e dotar o Agrupamento de um fundo documental adequado às necessidades das diferentes áreas do saber e projectos de trabalho. b) Permitir a integração dos materiais impressos, audiovisuais e informáticos e favorecer a constituição de conjuntos documentais, organizados em função de diferentes temas. c) Desenvolver nos alunos competências baseadas na consulta, tratamento e produção de informação, tais como: seleccionar, analisar, criticar e elaborar documentos. d) Desenvolver nos alunos hábitos de trabalho de pesquisa ou estudo, individualmente ou em grupo, por solicitação do professor ou por sua própria iniciativa. e) Desenvolver nos alunos competências para reproduzir sínteses informativas em diferentes suportes. f) Ajudar os professores a planificarem as suas actividades de ensino e a diversificarem as situações de aprendizagem. g) Estimular nos alunos o prazer de ler e o interesse pela cultura nacional e universal. h) Associar a leitura, os livros e a frequência de bibliotecas à ocupação lúdica dos tempos livres. i) Cooperar com outras bibliotecas, bem como, eventualmente, com outros organismos culturais de apoio à divulgação da leitura e com actividades de animação cultural. j) Dinamizar serviços de itinerâncias documentais. 4 - Actividades A Biblioteca, com vista à prossecução dos seus objectivos, desenvolverá diversas actividades, tais como: a) A organização e manutenção dos recursos pedagógicos existentes, de forma a possibilitar a sua plena utilização. b) A aquisição de documentos adequados às necessidades das diferentes áreas curriculares e de projectos de trabalho variados, visando um pleno apoio pedagógico. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 11/72
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    c) A integraçãodos materiais impressos, audiovisuais e informáticos. d) A constituição de fundos documentais diversificados e temáticos. e) O apoio aos alunos, individualmente ou em grupo, ao nível da consulta, pesquisa, organização, tratamento e produção da informação. f) A promoção de actividades que estimulem o prazer de ler, de escrever e de interesse pela cultura nacional e universal. g) A promoção de actividades que associem a frequência da biblioteca à ocupação de tempos livres. h) O apoio a professores na planificação das suas actividades de ensino e diversificação de estratégias de aprendizagem. i) A cooperação com outras bibliotecas, nomeadamente com a B. Municipal, bem como, eventualmente, com outros organismos culturais de apoio à divulgação da leitura e com actividades de animação cultural. j) A dinamização de itinerâncias, quer dentro quer fora do Agrupamento. 5 - Horário e funcionamento a) O horário da Biblioteca será estabelecido no início de cada ano lectivo, de acordo com a disponibilidade de funcionamento, bem como com os recursos humanos da escola, procurando ir ao encontro das necessidades dos utilizadores. Uma vez definido, será afixado à entrada da Biblioteca, em local visível. b) O espaço da Biblioteca deve apenas ser utilizado para fins relacionados com o livro/leitura/ escrita, actividades ligadas aos suportes e equipamento multimédia e actividades de dinamização e animação cultural. 6 - Utilizadores Podem utilizar a Biblioteca: a) Alunos, professores/ educadores e funcionários do Agrupamento. b) Outros utilizadores, desde que devidamente identificados e autorizados pelo coordenador da equipa de trabalho da Biblioteca e/ ou pela Direcção. 7 - Direitos do utilizador São direitos do utilizador: a) Circular livremente em todo o espaço da sala principal da Biblioteca. b) Utilizar todos os serviços de livre acesso colocados à sua disposição. c) Retirar das estantes os documentos que pretendam consultar, ler, ouvir, visionar ou requisitar para empréstimo domiciliário. d) Apresentar críticas, sugestões e propostas, relativamente ao funcionamento da Biblioteca. e) Requisitar, para consulta domiciliária, todo o fundo documental destinado para o efeito. f) Ser auxiliado na selecção e uso do fundo documental. 8 - Deveres do utilizador O utilizador deve: a) Cumprir as normas estabelecidas para a utilização da Biblioteca, desde, logo à entrada, colocar as mochilas e outros haveres numa das estantes para o efeito. b) Manter em bom estado de conservação as espécies documentais que lhe são facultadas. c) Preencher os impressos necessários à utilização do acervo documental. d) Cumprir o prazo estipulado para a devolução dos livros requisitados para leitura domiciliária. e) Indemnizar a Biblioteca pelos danos ou perdas que forem, comprovadamente, da sua responsabilidade. f) Contribuir para a manutenção de um bom ambiente nas várias áreas da Biblioteca, não perturbando o bom funcionamento do serviço e acatando as indicações que lhe forem transmitidas pelos professores ou funcionários de serviço. 9 - Regras de conduta na Biblioteca a) A permanência nas instalações da Biblioteca, enquanto espaço de trabalho e de pesquisa, obriga à adopção de atitudes de civismo, necessariamente conducentes ao respeito pelos utilizadores que aí se encontram. b) A Biblioteca, não deixando de constituir um espaço lúdico e cultural de ocupação de tempos livres, não tem a função de uma sala de convívio. c) É expressamente proibido fumar, comer e beber no interior da Biblioteca. d) Qualquer atitude de desvio aos princípios enunciados nas alíneas anteriores será analisada em conformidade com as regras de actuação que constem no presente Regulamento, podendo o utilizador ser convidado a abandonar as instalações, em caso de se verificar comportamento perturbador. e) Não é permitido escrever, sublinhar, dobrar, rasgar, utilizar qualquer outra forma de marcar folhas nas obras consultadas ou desviar as mesmas. f) Caso tal se verifique, o utilizador responsável deve repor o respectivo material. g) Não é igualmente permitido usar telemóveis neste espaço, sob pena de serem confiscados pelo adulto aí de serviço e entregues aos encarregados de educação no final do período escolar. h) Na ausência do professor responsável pela Biblioteca, o funcionário de serviço representa-o, e as suas decisões deverão ser acatadas pelos utilizadores. 10 - Regras de leitura na Biblioteca a) Todos os leitores têm livre acesso às estantes. b) Enquanto todo o acervo da Biblioteca não estiver tratado e informatizado, o utilizador poderá orientar a sua pesquisa pela indicação do assunto nas prateleiras, que está registado em livro próprio. c) A funcionária ou professor que aí se encontre de serviço poderá auxiliar, esclarecer e encaminhar o leitor. d) A fim de que os fundos se mantenham devidamente organizados, não devem os leitores colocar nas estantes os documentos acabados de consultar, devendo depositá-los na estante móvel junto do balcão de atendimento. A sua reposição é da exclusiva competência do professor ou funcionária de serviço. 11 - Leitura domiciliária a) Todas as obras da Biblioteca poderão ser requisitadas para leitura domiciliária, exceptuando: • Obras gerais, tais como enciclopédias, dicionários, etc.. • Obras únicas, de elevada procura. • Obras raras ou consideradas de luxo. • Obras em mau estado de conservação. • Livros que, esporadicamente, estejam a ser bastante solicitados, tais como: obras que estejam a ser objecto de estudo nas aulas; livros de apoio, de preparação para exames ou provas globais (...). b) A requisição de livros faz-se mediante preenchimento de impresso próprio, podendo o leitor requisitar: Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 12/72
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    • livros deleitura extensiva: um - por um período de quinze dias, findo o qual a requisição poderá ser renovada; • restantes livros: até dois – por um período de três dias. c) Findo o prazo concedido para a devolução do livro, se o utilizador se mantiver em falta, o responsável pela Biblioteca informará, de preferência por escrito, em impresso próprio, o Director de Turma ou o Encarregado de Educação do referido utilizador, o qual deverá proceder de forma a resolver rapidamente a situação. d) No caso de reincidência no que diz respeito ao incumprimento dos prazos estipulados para entrega de material requisitado, não será concedido um novo empréstimo pelo período de um mês. e) O leitor é responsável pela reposição ou pagamento de novo exemplar dos livros não restituídos ou deteriorados, devido a uso anormal, tal como: escrever nas margens das páginas e/ou nas folhas em branco, sublinhar frases, rasgar folhas, entre outras. f) Caso não seja possível repor o título desaparecido ou danificado, fica o utilizador obrigado a entregar ao Coordenador da Biblioteca um valor monetário correspondente à referida obra. g) A Biblioteca reserva-se o direito de recusar novo empréstimo domiciliário aos utilizadores que não cumpram o disposto nas alíneas e) e f). h) Todas as obras requisitadas para leitura domiciliária deverão ser entregues até ao dia 9 de Junho, de cada ano lectivo. i) Poderão ser feitas requisições para férias de Verão, mediante a apresentação de uma requisição assinada pelo Encarregado de Educação, como forma de responsabilização desse material. j) Estes empréstimos seguem as normas estipuladas nas alíneas anteriores. 12 - Audiovisuais a) O acesso ao equipamento audiovisual é possível mediante requisição feita na zona de atendimento da Biblioteca, com indicação do documento a utilizar. b) A requisição deve ser feita por um utilizador, podendo estar, no máximo, duas pessoas a utilizar cada aparelho (de visionamento ou audição). c) O equipamento requisitado deve ser sempre utilizado com os respectivos auscultadores. d) O equipamento será manuseado pelos utilizadores da Biblioteca. e) Só poderão ser usados documentos existentes na Biblioteca. f) Pode requisitar-se apenas um documento de cada vez. Depois de entregue, poderá ser requisitado outro. g) Sempre que houver utilizadores com necessidade de fazer trabalhos com recurso a equipamentos desta secção, estes terão prioridade. h) Caso seja detectado algum problema no equipamento, resultante da sua má utilização, será chamado à responsabilidade o utilizador que, comprovadamente, o tenha danificado, procedendo ao pagamento da sua reparação, se for caso disso. i) Caso se verifique perturbação do bom ambiente de trabalho e lazer da Biblioteca, por parte dos utilizadores desta secção, serão os mesmos inibidos de a utilizar durante esse dia. j) Existe empréstimo domiciliário (3 dias), mas, no que diz respeito ao material não livro mais requisitado, este só poderá sair da BE ao fim-de-semana. Deverá ser levantado no final do intervalo de Sexta-feira e entregue na Segunda-feira, até ao início do intervalo da manhã. k) Tal como no caso dos livros, o utilizador deste tipo de material é responsável pela reposição ou pagamento de novo exemplar, (CD, DVD, capas, etc.), no caso de não restituição ou deterioração devido a uso anormal. l) A Biblioteca reserva-se o direito de recusar novo empréstimo domiciliário a utilizadores responsáveis por posse prolongada e abusiva de material seu (tal como enunciado no campo do material livro). m) Todos os documentos requisitados para uso domiciliário deverão ser entregues até ao dia 9 de Junho, de cada ano lectivo. n) Poderão ser feitas requisições para as férias de Verão, mediante a apresentação de uma requisição assinada pelo Encarregado de Educação, como forma de responsabilização desse material. o) Estes empréstimos seguem as normas estipuladas para a leitura domiciliária. 13 - Secção de informática/ Produção gráfica (Espaço principal) a) O acesso aos computadores é possível mediante uma requisição, feita na zona de atendimento da Biblioteca. b) A requisição deve ser feita por um utilizador, não devendo estar à frente do monitor mais do que dois utilizadores. c) Na requisição deve estar indicado, além do nome do requisitante, dia e hora da utilização do computador, a actividade a realizar e a disciplina e/ou a finalidade do trabalho. d) A requisição de um computador faz-se por um período máximo de um tempo lectivo. e) Só os alunos com experiência de trabalho em computador é que o poderão utilizar. f) As pesquisas para actividades escolares, ou de natureza didáctica, terão prioridade em relação às de natureza lúdica. g) As pesquisas, por parte dos alunos, para trabalhos de âmbito curricular, terão prioridade em relação à utilização da Internet por parte de professores e funcionários. h) O acesso à Internet é gratuito. i) Não é permitida a realização de jogos sem carácter pedagógico e/ou educativo. j) Não é permitida a utilização de pens, bem como quaisquer tipos de discos compactos pessoais, a não ser com a finalidade de realização de trabalhos e, sempre, com a supervisão do adulto responsável pela biblioteca. k) Em caso de necessidade de gravação de trabalhos, esta deverá ser efectuada no disco do computador, no ficheiro “Meus Documentos” e na pasta da respectiva turma. l) Quando for necessário imprimir documentos/trabalhos, estes deverão ser guardados em pen e mandados imprimir no computador do balcão de atendimento, pela funcionária. m) Os utilizadores dos computadores não deverão tomar procedimentos susceptíveis de alterar as programações originais, bem como não deverão manipular os cabos de ligação. n) No caso de ocorrer alguma anomalia, os utilizadores não devem tentar resolvê-la, mas, sim, informar o funcionário ou o professor de serviço. o) Caso seja detectado algum problema no equipamento, resultante de má utilização, será chamado à responsabilidade o utilizador que, comprovadamente, o causou, pagando a sua reparação, se for caso disso, mediante prévia informação ao Encarregado de Educação. p) Caso se verifique perturbação do bom ambiente de trabalho e lazer da Biblioteca, por parte dos utilizadores desta secção, serão os mesmos inibidos de a utilizar. q) Para a zona de produção gráfica, existem tesouras, réguas, lápis e canetas, material que poderá ser requerido na zona de atendimento. (Não será permitida a utilização do x-ato.) 14 - Utilização de computadores portáteis pessoais a) Os alunos poderão utilizar os seus portáteis neste espaço, desde que cumpram as seguintes normas: • Dêem conhecimento do facto ao adulto responsável pela BE no momento. • Apenas poderão servir-se do seu computador para fins didácticos / realização de trabalhos escolares. • De igual modo, apenas poderão aceder à Internet para o mesmo efeito do enunciado na alínea anterior. • Os alunos poderão instalar nos seus portáteis documentos da BE, nomeadamente os CDROM ludico-didácticos aí existentes. b) No caso de haver desrespeito pelas regras supra citadas, será retirado ao aluno o privilégio do uso do material em causa. 15 - Jogos de mesa e tabuleiro a) O acesso aos jogos é possível mediante uma requisição, feita na zona de atendimento da Biblioteca. b) O requisitante deverá registar os nomes de todos os jogadores. 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    c) O espaçoreservado aos jogos é a zona de produção gráfica (nas duas mesas redondas). d) No acto da entrega do jogo, a funcionária deverá conferir todas as peças. e) No caso de perda de peças do jogo, os utilizadores/jogadores terão de repor a peça ou peças extraviadas ou, em último caso, pagar um novo jogo. 16 - Utilização de documentos na sala de aula a) A utilização de documentos na sala de aula será sujeita ao preenchimento de requisição, não devendo o seu período de utilização exceder o turno lectivo da manhã ou da tarde. b) O impresso próprio para este tipo de requisição encontra-se na zona de atendimento da Biblioteca. 17 - Equipa Educativa de serviço na Biblioteca A Equipa Educativa é constituída por professores com competências nos domínios pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação e das Ciências Documentais, devendo a sua composição salvaguardar as disposições legais vigentes e, no caso de ser possível, por um período mínimo de 4 anos, de forma a viabilizar projectos sequenciais. Nos termos do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril, em cada agrupamento ou escola não agrupada o Director deve seleccionar e designar o(s) professor(es) bibliotecário(s), de acordo com o estabelecido na Portaria nº 756/2009, de 14 de Julho. 18 - Professor bibliotecário [Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho] 1 — Ao professor bibliotecário cabe, com apoio da equipa da biblioteca escolar, a gestão da biblioteca da escola não agrupada ou do conjunto das bibliotecas das escolas do agrupamento. 2 — Sem prejuízo de outras tarefas a definir em regulamento interno, compete ao professor bibliotecário: a) Assegurar serviço de biblioteca para todos os alunos do agrupamento ou da escola não agrupada; b) Promover a articulação das actividades da biblioteca com os objectivos do projecto educativo, do projecto curricular de agrupamento/escola e dos projectos curriculares de turma; c) Assegurar a gestão dos recursos humanos afectos à(s) biblioteca(s); d) Garantir a organização do espaço e assegurar a gestão funcional e pedagógica dos recursos materiais afectos à biblioteca; e) Definir e operacionalizar uma política de gestão dos recursos de informação, promovendo a sua integração nas práticas de professores e alunos; f) Apoiar as actividades curriculares e favorecer o desenvolvimento dos hábitos e competências de leitura, da literacia da informação e das competências digitais, trabalhando colaborativamente com todas as estruturas do agrupamento ou escola não agrupada; g) Apoiar actividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular incluídas no plano de actividades ou projecto educativo do agrupamento ou da escola não agrupada; h) Estabelecer redes de trabalho cooperativo, desenvolvendo projectos de parceria com entidades locais; i) Implementar processos de avaliação dos serviços e elaborar um relatório anual de auto -avaliação a remeter ao Gabinete Coordenador da Rede de Bibliotecas Escolares (GRBE); j) Representar a biblioteca escolar no conselho pedagógico, nos termos do regulamento interno. 19 - Equipa [Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho] 1 — Em cada agrupamento ou escola não agrupada é criada uma equipa que coadjuva os professores bibliotecários, nos termos definidos no regulamento interno. 2 — Os docentes que integram a equipa da biblioteca escolar são designados pelo director do agrupamento ou da escola não agrupada de entre os que disponham de competências nos domínios pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação, das ciências documentais e das tecnologias de informação e comunicação. 3 — Na constituição da equipa da biblioteca escolar, deve ser ponderada a titularidade de formação de base que abranja as diferentes áreas do conhecimento de modo a permitir uma efectiva complementaridade de saberes. 20 – Atribuição de tarefas aos membros da equipa [Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho] O Coordenador da Biblioteca é responsável pela elaboração de um mapa /organograma de tarefas dos membros da equipa pedagógica. Deverão, ainda, ser estabelecidos objectivos e metas a atingir por cada membro no final do período/ ano lectivo. 21 - Funções e Competências da Equipa Educativa da BE a) Competências dos professores da equipa: • Competências na área do planeamento e gestão (planificação de actividades, gestão do fundo documental, organização da informação, serviços de referência e fontes de informação, difusão da informação e marketing); • Competências na área das literacias, em particular nas da leitura e da informação; • Competências no desenvolvimento do trabalho em rede; • Competências na área da avaliação; • Competências de trabalho em equipa. b) Competências da Assistente Operacional da BE: • Atendimento aos utilizadores; • Controlo da leitura presencial, do empréstimo domiciliário e para as aulas; • Controlo do espaço da BE; • Apoio à utilização dos equipamentos; • Colaboração com o(a) Coordenador(a) e outros elementos da equipa no tratamento técnico dos documentos (registo, carimbagem, cotação, arrumação, catalogação e informatização); • Manter a organização das zonas funcionais do espaço; • Dinamizar e participar no desenvolvimento das actividades de animação pedagógica e cultural; • Cooperar no tratamento estatístico regular dos dados da avaliação do desempenho da BE. 22 - Avaliação A avaliação da BE far-se-á com regularidade, através da recolha de dados do trabalho desenvolvido e serviços prestados, de acordo com os princípios do Programa RBE, com o objectivo de auscultar o grau de satisfação dos utilizadores e detectar fragilidades que devam ser objecto de intervenção. No final de cada ano, o(a) Professor(a) Bibliotecário(a) deverá entregar ao Director da Escola um Relatório final, a analisar em Conselho Pedagógico. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 14/72
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    HORÁRIO DA BIBLIOTECA: das8:40h às 17:15h. Aberta à hora do almoço. Documentos de funcionamento e dinamização da BE (Actas/ registos de reuniões/ contactos, registos de projectos/ actividades realizados, estatísticas da BE, materiais de apoio produzidos e editados, catálogo e outras ferramentas utilizadas, resultados de avaliação da colecção, outros) ACTA DE REUNIÃO DA EQUIPA DA BIBLIOTECA ESCOLAR Aos dezasseis dias do mês de Junho do ano de dois mil e dez, pelas catorze horas, sob a presidência de Maria Cristina Nascimento Delgado, reuniu-se a equipa de trabalho da Biblioteca Escolar, com a presença dos seguintes elementos: Prof. INTERVENIENTES RUBRICA Coord.: Mª Cristina Delgado Clara Martins Isilda Acúrcio Margarida Freire Rui Silva Deu-se início à reunião com a seguinte Ordem de Trabalhos: Ponto um: Balanço dos trabalhos realizados durante o ano lectivo; Ponto dois: Propostas de optimização dos serviços para o próximo ano; Ponto três: Levantamento das tarefas da Biblioteca a realizar antes do período de férias; Ponto quatro: Outros assuntos. Feito um balanço, de acordo com o primeiro ponto da Ordem de Trabalhos, foi considerado positivo, pela Coordenadora e pelos elementos da equipa da Biblioteca Escolar, o trabalho desenvolvido durante este ano lectivo. Estes deram cumprimento ao Plano de Acção da Equipa da BE, elaborado em Setembro de dois mil e nove, tendo este vindo a sofrer ligeiras alterações ou ajustes com o decorrer dos trabalhos. Foram superadas as expectativas relativamente à concretização de alguns domínios do Plano Anual de Actividades da Biblioteca, visto que este veio a ser reformulado, ao longo do (...) É de destacar alguns pontos fortes, como os seguintes: - realização sistemática e regular de actividades diversas - de animação cultural e de promoção da leitura, entre outras - divulgadas num Boletim Cultural mensal (em suporte papel e na página do Agrupamento); - boa articulação, no desenvolvimento de actividades, com a comunidade escolar e local, contando com a deslocação à Escola de Encarregados de Educação, parceiros concelhios, entre outros, quer para dinamizar quer para participar em actividades diversas; - a existência de parcerias – com a Biblioteca Municipal, o Centro Paroquial e a Câmara Municipal; - bastante afluência à BE, por parte dos alunos e de alguns professores, com a finalidade de fazerem uso dos documentos e/ou do equipamento aí existente, bem como para requisitarem fundo documental, quer para contexto de sala de aula (cento e setenta e cinco, este ano, face aos setenta requisitados no ano transacto) quer para leitura domiciliária (seiscentas e oitenta e cinco requisições, face às quatrocentas e quarenta e nove do ano transacto); - deslocação à Biblioteca de Encarregados de Educação e funcionários para requisição de material – escolar e não escolar; - maior requisição da BE, por parte de professores, para o desenvolvimento de actividades lectivas com pequenos grupos de alunos ou grupos-turma, sobretudo em Língua Portuguesa, Inglês, Matemática, Estudo Acompanhado, Área de Projecto e Apoio ao Estudo; - maior contacto das crianças do Pré-Escolar com a Biblioteca do Agrupamento, no âmbito do desenvolvimento de actividades de promoção do livro: encontro com escritora infanto-juvenil, “Hora do Conto”, entre outras; - a existência de um colega da área da Informática na equipa de trabalho da BE; - a criação do blogue da Biblioteca, entre outros. Alguns aspectos a melhorar: - o envolvimento dos Pais/Encarregados de Educação na vida escolar, nomeadamente, em actividades de promoção do livro e da leitura na BE, tal como lhes tem vindo a ser solicitado; - o ambiente de trabalho no espaço da Biblioteca, devido, por vezes, a comportamentos menos adequados, por parte de alguns alunos (...) Passando ao segundo Ponto, foram formuladas algumas propostas de optimização dos serviços para o próximo ano escolar (...) Elaborada em: 16/06/2010 Visto em: ___ / ___ / ___ A Presidente da Reunião A Secretária O Director ______________________ ______________________ ______________________ Trabalhos desenvolvidos no âmbito do Projecto Ler+/Plano Nacional de Leitura BALANÇO GLOBAL /actas (2º 3º Ciclos) Ao longo do ano, no âmbito do Projecto Ler+/Plano Nacional de Leitura, na Disciplina de Língua Portuguesa, para além da leitura de obras recomendadas pelo Programa de Língua Portuguesa para “leitura orientada”, em contexto de sala de aula, os alunos ainda fizeram, outras, estas de vários títulos de livros da Biblioteca Escolar, do PNL. A partir da leitura extensiva dessas obras como trabalho extra-aula, os alunos realizaram várias tarefas, como o preenchimento de fichas de leitura (algumas com ilustrações), preparação de recepção a escritoras – Madalena Santos e Margarida Almeida, preparação de exposições orais e apresentações individuais de todas as obras lidas à turma. Na Área Curricular Não Disciplinar de Estudo Acompanhado (2º e 3º Ciclos), no âmbito do Plano Nacional da Leitura, foram desenvolvidas, com êxito, as seguintes actividades, ao longo do ano lectivo (semanal ou quinzenalmente): actividades lúdicas de motivação à leitura autónoma, como por exemplo, leitura de pequenas histórias e descoberta das suas mensagens; Leitura Recreativa Individual; trabalhos de pesquisa (individuais ou em trabalho de pares) de autores e apresentação de excertos ou de obras completas dos mesmos, integradas ou não no Plano Nacional de Leitura; tratamento de aspectos paratextuais (obra, autor, narrador, colecção, editora, ilustrador); exploração de temas e debate sobre os mesmos; interpretação de textos; resumos; recontos. Alguns dos livros explorados foram os seguintes: da Luísa Ducla Soares - “Seis Histórias às Avessas”; “Três Histórias do Futuro”; “A Princesa e a Chuva”; “Poemas da Verdade e da Mentira”; de António Torrado - “Histórias à solta na minha rua”; “Vem aí o Zé das Moscas e Outras Histórias”; de Miguel Sousa Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 15/72
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    Tavares - “OSegredo do Rio”; de Hergé - Aventuras de Tintim; “A Ilha Negra”; e de Alain Savino - “Ulisses e o Cíclope”. Estas actividades foram realizadas regularmente até final do ano lectivo, pelo interesse e motivação evidenciados pelos alunos. No desenvolvimento da competência da escrita, a par da competência da leitura, desenvolveram-se algumas actividades, como por exemplo, produção textual, (já que uma das lacunas manifestadas pelos alunos, de um modo geral, prende-se precisamente com a dificuldade em estruturar um texto, de forma clara e coerente). Assim, incidiu-se naquela competência, tentando incutir metodologias de trabalho, ao mesmo tempo que se solicitava, que fizessem empréstimos de obras à Biblioteca Escolar para implementação da actividade da Leitura Recreativa Individual. Esta actividade tinha como objectivo o preenchimento de fichas de leitura. Participou-se, ainda, em diversas actividades/projectos promovidos pela B.E, entre estas, “Hora do Conto”; visita das escritoras Madalena Santos e Margarida Almeida; comemoração de efemérides; o Cantinho das Línguas com jogos e dossiês de actividades lúdico-didácticas; palestras alusivas a vários temas. As turmas, na generalidade, revelaram interesse e empenho no cumprimento das actividades propostas, espírito de colaboração e, a maioria dos alunos foram demonstrando uma maior capacidade de organização e autonomia no seu processo de aprendizagem, contribuindo desta forma para a melhoria dos resultados escolares dos alunos. Avaliação A docente considera ter contribuído para desenvolver o gosto pela leitura, permitindo que os alunos associem a leitura, os livros e a frequência das bibliotecas a actividades lúdicas e agradáveis. Dado o gosto demonstrado pelos alunos relativamente a esta actividade, pode concluir-se que esta deve ser realizada com maior frequência, pois é fundamental estimular o gosto pela leitura nesta faixa etária, tornando-se este aspecto mais importante num meio em que os níveis de escolaridade dos encarregados de educação é muito baixo. Castanheira de Pera, 13 de Julho de 2010 A docente promotora, ______________________ ( Isilda Maria Teixeira Acúrcio) de Castanheira de Pera Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos Dr. Bissaya Barreto Relatório de Actividade Actividade Hora do Conto Data e local Promotor(es) Colaborador(es) Intervenientes Destinatários Recursos/Meios Ao longo do Ano ? Biblioteca da Escola Margarida Freire Biblioteca Escolar ---------- Comunidade Educativa Livros Âmbito em que se realiza a actividade: Plano Anual de Actividades ? Projecto Curricular de Turma • Outro • ??Qual? Objectivos: ? Aquisição de hábitos de leitura; ? Aplicar e aprender técnicas de leitura expressiva; Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 16/72
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    ? Desenvolver acompetência do saber estar. Descrição da actividade: Esta acção visava promover o gosto de”ler por ler”. Pretendia-se que, com a iniciativa da docente a ler em voz alta e de forma expressiva, levasse os alunos a assumir também o papel de leitores. Uma leitura que evoluiria, posteriormente, para um patamar mais elevado, com o objectivo dos alunos assumirem diferentes formas expressivas de ler o mesmo texto (ler a rir, ler com sono, ler tristemente …). Inicialmente esta actividade decorria de quinze em quinze dias, no entanto por solicitação dos alunos passou a ser realizada todas as semanas. Relação com o Projecto Educativo (síntese): Área (s) temática (s): A Comunidade Escolar como um todo – Desenvolvimento do espírito crítico e interventivo na qualidade do envolvimento. Objectivos do PE: O trabalho desenvolvido visou promover uma educação para a Cidadania, ajudando a desenvolver atitudes de mudança, participação e cooperação, assegurando o envolvimento e o convívio de todos os sujeitos da comunidade educativa na integração plena dos alunos na escola. Avaliação (auto e hetero: Pelo que foi auscultado junto dos alunos a actividade proporcionou um espaço de tempo relaxante e que lhes deu prazer. Pelo que fui obrigada – no bom sentido – a tornar o horário semanal e não quinzenal como estava previsto anteriormente. Quase que se tornou uma tertúlia, onde era feita a leitura de textos diversificados, ( poesia, romance ou outro tipo de textos) e explicada a própria contextualização da obra e a forma de a abordar de diferentes maneiras. Constrangimentos – Dificuldades em encontrar um espaço de tempo em que o horário dos alunos e o horário da docente permitissem uma interacção mais objectiva e não apenas confinada a um intervalo da manhã. Isso inviabilizou a fidelidade dos alunos à actividade ainda que demonstrassem interesse em participar nela. Assim como dificultou o envolvimento dos alunos na leitura expressiva para os colegas. Apreciação global do Conselho Pedagógico de ___/___/___: O Director: __________________________ Visto em ___/___/___ Castanheira de Pêra, 9 de Julho de 2010 A Docente dinamizadora: ____________________ (Margarida Freire) Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 17/72
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    Secção B Domínio A.Apoio ao desenvolvimento curricular A.1. Articulação curricular da BE com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e os docentes Relatório de avaliação . A Coordenadora da BE teve um papel participativo e colaborativo em Conselho Pedagógico. . A utilização da Biblioteca foi rentabilizada pelos docentes no âmbito das suas actividades lectivas, desenvolvidas em parceria com a BE ou de forma autónoma. . A Biblioteca contribuiu para o enriquecimento do trabalho de Estudo Acompanhado/ Apoio ao Estudo, assegurando a inclusão da BE e dos seus recursos naquelas actividades. . A utilização da BE foi rentabilizada pelos docentes em actividades relacionadas com as ACNC ou outros projectos de carácter multidisciplinar, desenvolvidos em parceria com a BE ou de forma autónoma. . A BE procurou apoiar, em termos de fundo documental, os Apoios Educativos/Educação Especial e promove actividades que contam com a participação destes alunos. . A BE faz parte do PTE e do plano TIC. . A BE apoiou e articulou com docentes no desenvolvimento de programas e projectos: PNL, PAM, Educação para a Saúde. . A utilização da BE foi rentabilizada pelos docentes em actividades curriculares e formativas relacionadas com a utilização das TIC. . A utilização da BE foi rentabilizada em actividades de estudo, leitura e pesquisa orientada, Aulas de Apoio Educativo, Substituição, jogos e filmes educativos, entre outras. . A BE criou e dinamizou o «Cantinho das Línguas», com diversos materiais lúdico-didácticos, em diversos suportes, de apoio às línguas portuguesa, inglês e francês. . Houve a preocupação de distribuir dicionários – de língua portuguesa e estrangeira – pelas salas de aula. . A BE produziu/disponibilizou materiais didácticos, guiões de pesquisa e de produção de trabalhos, dossiês temáticos e de apoio ao estudo, com fichas de trabalho e outros materiais. . Foram divulgados estes materiais em exposições, em boletins, na página do Agrupamento (e, em breve, os mesmos serão divulgados no blogue da BE). *Tem havido interesse, por parte dos elementos da equipa de trabalho da BE, em implementar novas dinâmicas que, por falta de tempo, não tem sido possível realizar. Evidências que fundamentam o relatório . Plano de Actividades da BE. . Actas. . Registos de saída de livros, nomeadamente, para sala de aula (ex. livros - Estudo Acompanhado (PNL); dicionários - salas). . Registo de material/fundo documental. . Registos de frequência por parte de professores e alunos (muitas vezes em grupo/turma) e utilização dos recursos da BE. . Relatórios, registos fotográficos… . Materiais de apoio produzidos e disponibilizados (dossiês temáticos, entre outros). Acções para melhoria . Promover a participação periódica da BE nas reuniões de planificação das estruturas de coordenação educativa e de supervisão pedagógica. . Promover reuniões da BE com os docentes responsáveis pelas ACND (Áreas Curriculares Não Disciplinares), com os docentes responsáveis pelos SAE (Serviços de Apoios Especializados e Educativos), coordenadores de projectos, docentes associados ao plano OTE (Ocupação dos Tempos Escolares). . Organizar acções informais de formação sobre a BE junto dos docentes. . Apresentar aos docentes sugestões de trabalho conjunto em torno do tratamento de diferentes unidades de ensino ou temas. . Integrar o coordenador da equipa/professor bibliotecário da BE na Equipa PTE, de acordo com a legislação em vigor. (*Tem havido interesse, por parte dos elementos da equipa de trabalho da BE, em implementar novas dinâmicas que, por falta de tempo, não tem sido possível realizar.) A.2. Promoção das literacias da informação, tecnológica e digital Relatório de avaliação . O plano de trabalho da BE incluiu actividades de formação de utilizadores (2º Ciclo) no sentido de promover o valor da BE, motivar para a sua utilização, esclarecer sobre as formas como está organizada e ensinar a utilizar os diferentes serviços. . A BE produziu materiais informativos e/ou lúdicos de apoio à formação dos utilizadores. . A BE produziu e divulgou, em colaboração com os docentes, guiões de pesquisa e outros materiais de apoio ao trabalho de exploração dos recursos de informação pelos alunos. . A equipa da BE apoiou os utilizadores na selecção e utilização de recursos electrónicos e media, de acordo com as suas necessidades. . Os alunos utilizaram, de acordo com o seu ano/ciclo de escolaridade, linguagens, suportes, modalidades de recepção e de produção de informação e formas de comunicação variados, entre os quais se destaca o uso de ferramentas e media digitais. . Os alunos demonstraram, de acordo com o seu ano/ciclo de escolaridade, compreensão sobre os problemas éticos, legais e de responsabilidade social associados ao acesso, avaliação e uso da informação e das novas tecnologias. . Os alunos revelaram, em cada ano e ao longo de cada ciclo de escolaridade, progressos no uso de competências tecnológicas, digitais e de informação nas diferentes disciplinas e áreas curriculares. . Os alunos aplicaram modalidades de trabalho diversificadas (individual, a pares ou em grupo) e realizaram tarefas diferenciadas, de acordo com a estruturação espacial e funcional da BE. . Os alunos revelaram valores de cooperação, autonomia e responsabilidade, conformes a uma aprendizagem autónoma, activa e colaborativa. . Os alunos demonstraram atitudes de curiosidade, iniciativa, criatividade e reflexão crítica, necessárias a uma aprendizagem baseada em recursos. . Houve interesse em implementar novas dinâmicas que, por falta de tempo, não foi possível realizar. Evidências que fundamentam o relatório . Plano de Actividades. . Regimento da BE. . Registo de projectos/actividades. . Registos de frequência, requisição e uso dos equipamentos e documentos. . Materiais de apoio produzidos e divulgados. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 18/72
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    . Referências àBE no Projecto Educativo e Curricular, bem como nos Projectos Curriculares das turmas. . Trabalhos de alunos. . Análise diacrónica das avaliações dos alunos. Acções para melhoria . Planear antecipadamente com os docentes o trabalho de pesquisa a realizar na BE. . Reforçar a articulação da BE com as áreas de projecto e outras áreas de carácter transversal que fomentem a utilização contextualizada das TIC. . Reforçar a articulação entre a BE e o trabalho de sala de aula. . Alargar o grupo dos “amigos” da Biblioteca. Domínio C. Projectos, parcerias e actividades livres e de abertura à comunidade C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular Relatório de avaliação . A BE apoiou as actividades livres de leitura, pesquisa, estudo e execução de trabalhos escolares, realizadas pelos alunos fora do horário lectivo e dos contextos formais de aprendizagem. ??Os alunos praticaram técnicas de estudo variadas: exploraram informação de diferentes tipos de documentos, tomaram notas, elaboraram resumos, identificaram palavras-chave, sublinharam, executaram esquemas, produziram e editaram trabalhos escritos recorrendo sempre que necessário ao uso do computador e da Internet. ??Os alunos encontraram na BE um conjunto de propostas de actividades visando a utilização criativa dos seus tempos livres, que lhes permitiram desenvolver a sensibilidade estética e o gosto e interesse pela artes, ciências e humanidades. . Os alunos usufruiram de um programa de animação cultural, regular e consistente, traduzido num conjunto de iniciativas, de que são exemplo: exposições, espectáculos, palestras, sessões de poesia, hora do conto, teatro, concursos, jogos, celebração de efemérides, ciclos de música e de cinema, outros. . Os alunos beneficiaram de acesso livre e permanente à BE. . Os alunos vieram a adquirir hábitos de utilização livre da BE, cultivando um clima de liberdade e descontracção, mas nem sempre de respeito por normas. . Os alunos dispõem de condições favoráveis à utilização individual e em pequenos grupos. . Os alunos desfrutaram de uma colecção satisfatória na área da literatura infantil/juvenil, dos jogos educativos, da música e dos filmes de ficção. . A BE assegurou a realização de actividades de substituição aquando de algumas faltas dos professores de AEC. . A ocupação e utilização dos recursos da BE foram rentabilizadas em horário extra-lectivo, quer em actividades livres, quer em AEC. Evidências que fundamentam o relatório . Horário da BE. . Registos de frequência e utilização da BE. . Registo de contactos. . Registo de actividades. . Plano de Actividades da BE. . Registos sobre o desenvolvimento e avaliação de actividades. . Resultado da avaliação da colecção documental. Acções para melhoria . Distribuir melhor, se possível, o horário da equipa da BE, de modo a assegurar o mais possível a presença permanente de um elemento da equipa na BE. . Continuar a solicitar o envolvimento e colaboração dos pais/EE e da comunidade na organização e financiamento dos eventos. . Organizar acções informais de formação sobre a BE junto dos docentes. . Fomentar o apoio dos alunos mais velhos aos mais jovens e a entreajuda entre todos. C.2. Projectos e Parcerias Relatório de avaliação . A BE esteve implicada em projectos/actividades na comunidade educativa – por sua própria iniciativa ou não. . A BE desenvolveu, em parceria com outras entidades locais (BM, Centro Paroquial, CM, profissionais locais) actividades culturais e de intervenção ambiental e cívica, visando uma maior ligação à comunidade educativa e uma maior abertura da escola ao exterior. . A BE esteve implicada em projectos de âmbito nacional (ex. concursos). . A BE prestou um contributo significativo para o desenvolvimento de alguns projectos e parcerias. . A BE desenvolveu actividades e projectos em comum com outras escolas, agrupamentos e BE (ex. Ansião). . O professor bibliotecário da BE participou com carácter regular em reuniões de trabalho concelhias e interconcelhias. . A existência de um grupo de trabalho (SABE, GTC, ou outro) acrescentou uma mais-valia às práticas da BE em diferentes domínios: reforço e rentabilização de recursos e desenvolvimento cooperativo de colecções; disponibilização de infra-estruturas, apoio técnico documental; organização conjunta de projectos e actividades de promoção da leitura e da literacia, entre outros. . A BE constituiu um espaço de acolhimento de pais/EE em número reduzido). . A BE procurou desenvolver projectos/actividades continuadas com os pais/EE em diferentes domínios. . A BE produziu materiais formativos e de apoio destinados aos pais/EE. . Houve interesse em implementar novas ideias, outras dinâmicas que, por falta de tempo, não foi possível realizar. Evidências que fundamentam o relatório . Plano de Actividades. . Registo de contactos. . Registos, relatórios de projectos/actividades, divulgações (impressas/on-line), actas. . Registos de utilização da BE em contextos de colaboração com outras escolas. . Registos de empréstimos interbibliotecas. . Materiais de apoio produzidos e editados. . Horário da BE. . Protocolo assinado pelas partes envolvidas no Grupo de Trabalho Concelhio. . Registo de reuniões. . Registos de frequência e utilização da BE pela comunidade local/EE. Acções para melhoria . Promover a maior participação da BE em projectos, como no Projecto da Educação para a Saúde. . Articular os planos anuais de actividades da BE e da BM. . Organizar, no início do ano lectivo, uma sessão de acolhimento e sensibilização da importância da leitura com pais/encarregados de educação. . Aproveitar mais ocasiões (como feiras do livro ou outras) para trazer os pais à Escola e promover uma “campanha” de oferta de um livro (novo ou usado) para a BE. . Continuar a explorar possibilidades de uso da BE pela comunidade local/EE. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 19/72
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    Domínio D. Gestãoda biblioteca escolar D.1. Articulação da BE com a escola/agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE. Relatório de avaliação . A Coordenadora da BE já há vários anos que tem assento no Conselho Pedagógico como representante da Biblioteca Escolar. Este Conselho tem servido como um dos meios de difusão de informação (da BE), como pólo de discussão e apresentação de documentos e como ponte de articulação, nomeadamente, com os professores, educadoras, Associação de Pais e Encarregados de Educação. . O Regulamento Interno da Escola contempla a definição, missão e objectivos da BE, Regime de Funcionamento, Recrutamento e Mandato do Coordenador da Biblioteca, Organização e Gestão. . A BE tem adequado os seus objectivos, recursos e actividades aos currículos e projectos da Escola. . O Plano Anual de Actividades da Biblioteca articula-se com o Plano Anual de Actividades do Agrupamento e contempla o apoio ao currículo. . Os órgãos de administração e gestão têm apoiado a BE e procurado dar resposta às solicitações apresentadas. . Os órgãos de administração e gestão atribuem uma verba anual para a renovação de equipamentos, para a actualização da colecção e para o funcionamento da BE. . A Escola encara a BE como um recurso importante no desenvolvimento do gosto pela leitura, na aquisição das literacias fundamentais, na progressão nas aprendizagens e no sucesso escolar. . Os docentes valorizam o papel da BE e integram-na nas suas práticas de ensino-aprendizagem. . A Escola tem contemplado a BE e os seus recursos nos projectos e actividades educativas e curriculares. . A BE funciona num horário contínuo, das 8:40h às 17:15h, encontrando-se aberta à hora do almoço, de forma a ser usada pelos alunos em horário extra- lectivo, como recurso e local de lazer e de trabalho. . A BE tem procurado sempre apoiar os utilizadores no acesso à colecção, aos equipamentos, à leitura, à pesquisa e ao uso da informação. . A BE desenvolve projectos com a escola/agrupamento. . A BE tem sido um centro de animação e difusão cultural. . A Biblioteca implementa um sistema de autoavaliação contínuo, envolvendo toda a comunidade escolar e não escolar. . Tem havido interesse, por parte dos elementos da equipa de trabalho da BE, em implementar novas dinâmicas que, por falta de tempo, não tem sido possível realizar. Evidências que fundamentam o relatório . Regimento da Biblioteca e Regulamento Interno do Agrupamento. . Registo de reuniões (Livro dos Cargos) e contactos. . Actas (de Departamento, de Conselhos de Turma…), relatórios, fotografias, registos de frequência e requisição de recursos, requisição do espaço da BE para actividades lectivas, registo de dinamização de actividades, no Livro de Registos, brochuras, desdobráveis, fichas de trabalho, power points, entre outras… . Dados estatísticos de utilização da BE. . Caixa de sugestões. . Questionários aos docentes (QD3). . Outros questionários, registos de observação. . Grelhas e fichas de registos da BE. Acções para melhoria . Alargar o grupo dos Amigos da BE. . Articular mais/planificar com departamentos curriculares e docentes. D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. Relatório de avaliação . Foi desenvolvido um trabalho com base na abertura e comunicação quer com os órgãos de direcção, administração e gestão quer com a comunidade escolar, nomeadamente, com os professores e educadoras. . É de registar uma participação efectiva da Coordenadora da BE no Conselho Pedagógico. . Procedeu-se a uma boa gestão dos recursos materiais, de forma a integrar estes no trabalho da Escola. . Foram criadas boas relações interpessoais entre a Coordenadora e os restantes elementos da equipa de trabalho da BE. . Foi realizado um trabalho de articulação com a comunidade escolar (e não só), de apoio ao currículo e de forma a facultar a formação para as diferentes literacias. . Foi implementada a autoavaliação dos serviços, com o objectivo de introduzir melhorias contínuas. . A professora bibliotecária afecta possui formação e competências adequadas às suas funções, bem como os elementos da equipa; estes procuraram sempre desenvolver um trabalho de apoio aos alunos. . É desenvolvido um trabalho em articulação com outras bibliotecas, nomeadamente, bibliotecas pertencentes ao Grupo de Trabalho Interconcelhio, bem como com bibliotecas municipais, com destaque para a Biblioteca Municipal local, com quem foi estabelecida uma parceria; esta faculta algum apoio técnico e ao nível da promoção da leitura. . O espaço da BE é adequado, bem como a organização do mesmo, o qual permite o trabalho individual e em grupo. . O mobiliário é adequado, embora escasso, em termos de estantes para livros. . Os equipamentos são satisfatórios – em termos de qualidade e quantidade. . O número de computadores tem se revelado insuficiente. . Os computadores da Biblioteca encontram-se ligados à Internet. Evidências que fundamentam o relatório . Registos de trabalhos realizados em articulação com os departamentos e os docentes. . Registos de dinâmicas/actividades desenvolvidas pela BE. . Horário da equipa da BE. . Currículos profissionais dos elementos da equipa. . Registos de observação. . Inventários e levantamento de necessidades. Acções para melhoria . Substituir/consertar algum equipamento que se encontra danificado. . Adquirir mais computadores para a BE. . Recorrer a diferentes tipos de ferramentas – Web, plataformas… - para incentivar o diálogo e desenvolver processos formativos ou criativos com os utilizadores e com o agrupamento. . Planificar conjuntamente com os docentes projectos/actividades inerentes ao cumprimento dos diferentes domínios implicados no funcionamento da BE. D.3. Gestão da colecção/da informação. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 20/72
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    Relatório de avaliação .Embora ainda não exista um documento escrito sobre Gestão Documental, é feita, com regularidade, uma análise da colecção, um levantamento de necessidades e, por vezes, operações de desbaste (estas normalizadas). As aquisições são feitas a partir de todo este trabalho, bem como de propostas feitas por professores e alunos (Caixa de Sugestões). . É feita a circulação de grupos de livros pelo Agrupamento através de Pacotes Itinerantes. . Os órgãos de administração e gestão atribuem anualmente uma verba para actualização da documentação. . A colecção é adequada e equilibrada e garante condições de acesso e uso a todos os utilizadores. Compreende vários títulos de periódicos que são bastante consultados, quer por alunos quer por professores. Estes têm ao seu dispor, incluindo em circulação, na Sala dos Professores, algumas revistas de carácter científico, didáctico e pedagógico, de apoio às aulas. . A BE implementa o empréstimo domiciliário, que este ano lectivo se estendeu às férias de Verão. . Os fundos documentais são satisfatórios (em quantidade) para as necessidades dos utilizadores. . Alunos e docentes recorrem, em grande número, à documentação da BE. . A BE produz instrumentos de apoio aos utilizadores. . A colecção está organizada (CDU) e, em grande parte, informatizada (Bibliobase). . O catálogo é pesquisável on-line. . A Biblioteca organiza e difunde, amplamente e servindo-se de diversos meios, os seus documentos/recursos, através de: exposições; circulação de documentos pelo Agrupamento, nomeadamente, pela Sala dos Professores; boletins; listagens de documentos impressos, facultados aos departamentos; página (on-line) do Agrupamento, entre outros. . A BE criou um blogue, com a finalidade de servir, entre outras, para difusão da informação. . BE preocupa-se com a formação dos seus utilizadores, criando dinâmicas para tal, como visitas guiadas a alunos, «À Descoberta de Biblioteca Escolar», e apresentando temas de conversa, em Formação Cívica, com base no Regulamento da BE. . Existe um Manual de Procedimentos que tem vindo a ser actualizado. Evidências que fundamentam o relatório . Listagens de levantamento de necessidades. . Caixa de Sugestões. . Listagens com sugestões feitas pela comunidade escolar e recibos das respectivas aquisições. . Listagens de Pacotes Itinerantes. . Plano de Actividades (contemplando a VERBA). . Regulamento Interno (BE). . Registos do fundo documental existente. . Registos de consulta e requisição de documentos – por alunos e docentes. . Dossiês com material de apoio ao estudo e à realização de trabalhos. . Catálogo informatizado on-line. . Instalação do OPAC nos computadores da Escola. . Relatórios, registos fotográficos, actas, boletins; listagens de documentos impressos, facultados aos departamentos; página (on-line) do Agrupamento, entre outros. . Blogue da BE. . Manual de Procedimentos – em suporte papel e informático. Acções para melhoria . Aquisição de mais alguns exemplares de títulos já existentes e bastante solicitados, bem como de alguns novos títulos, em diversos suportes. . Elaboração do Documento de Política de Desenvolvimento da Colecção. Fontes de evidências Neste item pode transcrever/ incluir excertos de diferentes documentos. Documentos de gestão da Escola/ Agrupamento (Projecto Educativo, Projecto Curricular, Plano de Acção, Regulamento Interno, Plano Anual de Actividades, relatórios de avaliação, currículos profissionais da equipa da BE, outros.) -- Documentos pedagógicos da Escola/Agrupamento (Planificações dos departamentos, ACND, AEC, SAE, PTE-TIC, OTE, projectos curriculares das turmas, orientações/ recomendações do CP, trabalhos de alunos, resultados de avaliação dos alunos, outros) -- Documentos de Gestão da BE (Plano de Acção, Plano Anual de Actividades, acordos de parceria, Política de Desenvolvimento da Colecção, Manual de Procedimentos, Regimento, horário, relatórios, plantas, inventários, outros) REGULAMENTO DA BIBLIOTECA ESCOLAR BE/CRE 1 - Definição A Biblioteca Escolar é um serviço que se destina a apoiar, favorecer e incentivar o enriquecimento cultural de todos os elementos da comunidade escolar, bem como proporcionar o desenvolvimento de práticas, capacidades e hábitos de trabalho autónomo ou orientado. Deve, assim, ser entendida como uma estrutura pedagógica integrada no processo educativo, pólo dinamizador de novos projectos e novas práticas pedagógicas. 2 - Localização e áreas funcionais A Biblioteca Escolar / CRE localiza-se no 1º andar do Bloco A da escola sede do agrupamento e é constituída por uma ampla sala de 130 metros quadrados, na qual funciona a zona de atendimento, a zona de leitura informal e audio (com leitor de cassetes e CDs), zonas multimedia (com secção de informática e audiovisuais), a zona de documentação impressa / sala de leitura e ainda a zona infantil, destinada às crianças do Pré-escolar e do 1º Ciclo, com mobiliário e documentação adequados a estas faixas etárias. Frente a esta, do outro lado do corredor, existe uma pequena área fechada para arrumos e arquivo, que serve a B.E. 3 - Objectivos gerais da Biblioteca Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 21/72
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    a) Possibilitar aplena utilização dos recursos pedagógicos existentes e dotar o Agrupamento de um fundo documental adequado às necessidades das diferentes áreas do saber e projectos de trabalho. b) Permitir a integração dos materiais impressos, audiovisuais e informáticos e favorecer a constituição de conjuntos documentais, organizados em função de diferentes temas. c) Desenvolver nos alunos competências baseadas na consulta, tratamento e produção de informação, tais como: seleccionar, analisar, criticar e elaborar documentos. d) Desenvolver nos alunos hábitos de trabalho de pesquisa ou estudo, individualmente ou em grupo, por solicitação do professor ou por sua própria iniciativa. e) Desenvolver nos alunos competências para reproduzir sínteses informativas em diferentes suportes. f) Ajudar os professores a planificarem as suas actividades de ensino e a diversificarem as situações de aprendizagem. g) Estimular nos alunos o prazer de ler e o interesse pela cultura nacional e universal. h) Associar a leitura, os livros e a frequência de bibliotecas à ocupação lúdica dos tempos livres. i) Cooperar com outras bibliotecas, bem como, eventualmente, com outros organismos culturais de apoio à divulgação da leitura e com actividades de animação cultural. j) Dinamizar serviços de itinerâncias documentais. 4 - Actividades A Biblioteca, com vista à prossecução dos seus objectivos, desenvolverá diversas actividades, tais como: a) A organização e manutenção dos recursos pedagógicos existentes, de forma a possibilitar a sua plena utilização. b) A aquisição de documentos adequados às necessidades das diferentes áreas curriculares e de projectos de trabalho variados, visando um pleno apoio pedagógico. c) A integração dos materiais impressos, audiovisuais e informáticos. d) A constituição de fundos documentais diversificados e temáticos. e) O apoio aos alunos, individualmente ou em grupo, ao nível da consulta, pesquisa, organização, tratamento e produção da informação. f) A promoção de actividades que estimulem o prazer de ler, de escrever e de interesse pela cultura nacional e universal. g) A promoção de actividades que associem a frequência da biblioteca à ocupação de tempos livres. h) O apoio a professores na planificação das suas actividades de ensino e diversificação de estratégias de aprendizagem. i) A cooperação com outras bibliotecas, nomeadamente com a B. Municipal, bem como, eventualmente, com outros organismos culturais de apoio à divulgação da leitura e com actividades de animação cultural. j) A dinamização de itinerâncias, quer dentro quer fora do Agrupamento. 5 - Horário e funcionamento a) O horário da Biblioteca será estabelecido no início de cada ano lectivo, de acordo com a disponibilidade de funcionamento, bem como com os recursos humanos da escola, procurando ir ao encontro das necessidades dos utilizadores. Uma vez definido, será afixado à entrada da Biblioteca, em local visível. b) O espaço da Biblioteca deve apenas ser utilizado para fins relacionados com o livro/leitura/ escrita, actividades ligadas aos suportes e equipamento multimédia e actividades de dinamização e animação cultural. 6 - Utilizadores Podem utilizar a Biblioteca: a) Alunos, professores/ educadores e funcionários do Agrupamento. b) Outros utilizadores, desde que devidamente identificados e autorizados pelo coordenador da equipa de trabalho da Biblioteca e/ ou pela Direcção. 7 - Direitos do utilizador São direitos do utilizador: a) Circular livremente em todo o espaço da sala principal da Biblioteca. b) Utilizar todos os serviços de livre acesso colocados à sua disposição. c) Retirar das estantes os documentos que pretendam consultar, ler, ouvir, visionar ou requisitar para empréstimo domiciliário. d) Apresentar críticas, sugestões e propostas, relativamente ao funcionamento da Biblioteca. e) Requisitar, para consulta domiciliária, todo o fundo documental destinado para o efeito. f) Ser auxiliado na selecção e uso do fundo documental. 8 - Deveres do utilizador O utilizador deve: a) Cumprir as normas estabelecidas para a utilização da Biblioteca, desde, logo à entrada, colocar as mochilas e outros haveres numa das estantes para o efeito. b) Manter em bom estado de conservação as espécies documentais que lhe são facultadas. c) Preencher os impressos necessários à utilização do acervo documental. d) Cumprir o prazo estipulado para a devolução dos livros requisitados para leitura domiciliária. e) Indemnizar a Biblioteca pelos danos ou perdas que forem, comprovadamente, da sua responsabilidade. f) Contribuir para a manutenção de um bom ambiente nas várias áreas da Biblioteca, não perturbando o bom funcionamento do serviço e acatando as indicações que lhe forem transmitidas pelos professores ou funcionários de serviço. 9 - Regras de conduta na Biblioteca a) A permanência nas instalações da Biblioteca, enquanto espaço de trabalho e de pesquisa, obriga à adopção de atitudes de civismo, necessariamente conducentes ao respeito pelos utilizadores que aí se encontram. b) A Biblioteca, não deixando de constituir um espaço lúdico e cultural de ocupação de tempos livres, não tem a função de uma sala de convívio. c) É expressamente proibido fumar, comer e beber no interior da Biblioteca. d) Qualquer atitude de desvio aos princípios enunciados nas alíneas anteriores será analisada em conformidade com as regras de actuação que constem no presente Regulamento, podendo o utilizador ser convidado a abandonar as instalações, em caso de se verificar comportamento perturbador. e) Não é permitido escrever, sublinhar, dobrar, rasgar, utilizar qualquer outra forma de marcar folhas nas obras consultadas ou desviar as mesmas. f) Caso tal se verifique, o utilizador responsável deve repor o respectivo material. g) Não é igualmente permitido usar telemóveis neste espaço, sob pena de serem confiscados pelo adulto aí de serviço e entregues aos encarregados de educação no final do período escolar. 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    h) Na ausênciado professor responsável pela Biblioteca, o funcionário de serviço representa-o, e as suas decisões deverão ser acatadas pelos utilizadores. 10 - Regras de leitura na Biblioteca a) Todos os leitores têm livre acesso às estantes. b) Enquanto todo o acervo da Biblioteca não estiver tratado e informatizado, o utilizador poderá orientar a sua pesquisa pela indicação do assunto nas prateleiras, que está registado em livro próprio. c) A funcionária ou professor que aí se encontre de serviço poderá auxiliar, esclarecer e encaminhar o leitor. d) A fim de que os fundos se mantenham devidamente organizados, não devem os leitores colocar nas estantes os documentos acabados de consultar, devendo depositá-los na estante móvel junto do balcão de atendimento. A sua reposição é da exclusiva competência do professor ou funcionária de serviço. 11 - Leitura domiciliária a) Todas as obras da Biblioteca poderão ser requisitadas para leitura domiciliária, exceptuando: • Obras gerais, tais como enciclopédias, dicionários, etc.. • Obras únicas, de elevada procura. • Obras raras ou consideradas de luxo. • Obras em mau estado de conservação. • Livros que, esporadicamente, estejam a ser bastante solicitados, tais como: obras que estejam a ser objecto de estudo nas aulas; livros de apoio, de preparação para exames ou provas globais (...). b) A requisição de livros faz-se mediante preenchimento de impresso próprio, podendo o leitor requisitar: • livros de leitura extensiva: um - por um período de quinze dias, findo o qual a requisição poderá ser renovada; • restantes livros: até dois – por um período de três dias. c) Findo o prazo concedido para a devolução do livro, se o utilizador se mantiver em falta, o responsável pela Biblioteca informará, de preferência por escrito, em impresso próprio, o Director de Turma ou o Encarregado de Educação do referido utilizador, o qual deverá proceder de forma a resolver rapidamente a situação. d) No caso de reincidência no que diz respeito ao incumprimento dos prazos estipulados para entrega de material requisitado, não será concedido um novo empréstimo pelo período de um mês. e) O leitor é responsável pela reposição ou pagamento de novo exemplar dos livros não restituídos ou deteriorados, devido a uso anormal, tal como: escrever nas margens das páginas e/ou nas folhas em branco, sublinhar frases, rasgar folhas, entre outras. f) Caso não seja possível repor o título desaparecido ou danificado, fica o utilizador obrigado a entregar ao Coordenador da Biblioteca um valor monetário correspondente à referida obra. g) A Biblioteca reserva-se o direito de recusar novo empréstimo domiciliário aos utilizadores que não cumpram o disposto nas alíneas e) e f). h) Todas as obras requisitadas para leitura domiciliária deverão ser entregues até ao dia 9 de Junho, de cada ano lectivo. i) Poderão ser feitas requisições para férias de Verão, mediante a apresentação de uma requisição assinada pelo Encarregado de Educação, como forma de responsabilização desse material. j) Estes empréstimos seguem as normas estipuladas nas alíneas anteriores. 12 - Audiovisuais a) O acesso ao equipamento audiovisual é possível mediante requisição feita na zona de atendimento da Biblioteca, com indicação do documento a utilizar. b) A requisição deve ser feita por um utilizador, podendo estar, no máximo, duas pessoas a utilizar cada aparelho (de visionamento ou audição). c) O equipamento requisitado deve ser sempre utilizado com os respectivos auscultadores. d) O equipamento será manuseado pelos utilizadores da Biblioteca. e) Só poderão ser usados documentos existentes na Biblioteca. f) Pode requisitar-se apenas um documento de cada vez. Depois de entregue, poderá ser requisitado outro. g) Sempre que houver utilizadores com necessidade de fazer trabalhos com recurso a equipamentos desta secção, estes terão prioridade. h) Caso seja detectado algum problema no equipamento, resultante da sua má utilização, será chamado à responsabilidade o utilizador que, comprovadamente, o tenha danificado, procedendo ao pagamento da sua reparação, se for caso disso. i) Caso se verifique perturbação do bom ambiente de trabalho e lazer da Biblioteca, por parte dos utilizadores desta secção, serão os mesmos inibidos de a utilizar durante esse dia. j) Existe empréstimo domiciliário (3 dias), mas, no que diz respeito ao material não livro mais requisitado, este só poderá sair da BE ao fim-de-semana. Deverá ser levantado no final do intervalo de Sexta-feira e entregue na Segunda-feira, até ao início do intervalo da manhã. k) Tal como no caso dos livros, o utilizador deste tipo de material é responsável pela reposição ou pagamento de novo exemplar, (CD, DVD, capas, etc.), no caso de não restituição ou deterioração devido a uso anormal. l) A Biblioteca reserva-se o direito de recusar novo empréstimo domiciliário a utilizadores responsáveis por posse prolongada e abusiva de material seu (tal como enunciado no campo do material livro). m) Todos os documentos requisitados para uso domiciliário deverão ser entregues até ao dia 9 de Junho, de cada ano lectivo. n) Poderão ser feitas requisições para as férias de Verão, mediante a apresentação de uma requisição assinada pelo Encarregado de Educação, como forma de responsabilização desse material. o) Estes empréstimos seguem as normas estipuladas para a leitura domiciliária. 13 - Secção de informática/ Produção gráfica (Espaço principal) a) O acesso aos computadores é possível mediante uma requisição, feita na zona de atendimento da Biblioteca. b) A requisição deve ser feita por um utilizador, não devendo estar à frente do monitor mais do que dois utilizadores. c) Na requisição deve estar indicado, além do nome do requisitante, dia e hora da utilização do computador, a actividade a realizar e a disciplina e/ou a finalidade do trabalho. d) A requisição de um computador faz-se por um período máximo de um tempo lectivo. e) Só os alunos com experiência de trabalho em computador é que o poderão utilizar. f) As pesquisas para actividades escolares, ou de natureza didáctica, terão prioridade em relação às de natureza lúdica. g) As pesquisas, por parte dos alunos, para trabalhos de âmbito curricular, terão prioridade em relação à utilização da Internet por parte de professores e funcionários. h) O acesso à Internet é gratuito. i) Não é permitida a realização de jogos sem carácter pedagógico e/ou educativo. j) Não é permitida a utilização de pens, bem como quaisquer tipos de discos compactos pessoais, a não ser com a finalidade de realização de trabalhos e, sempre, com a supervisão do adulto responsável pela biblioteca. k) Em caso de necessidade de gravação de trabalhos, esta deverá ser efectuada no disco do computador, no ficheiro “Meus Documentos” e na pasta da respectiva turma. l) Quando for necessário imprimir documentos/trabalhos, estes deverão ser guardados em pen e mandados imprimir no computador do balcão de atendimento, pela funcionária. m) Os utilizadores dos computadores não deverão tomar procedimentos susceptíveis de alterar as programações originais, bem como não deverão manipular Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 23/72
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    os cabos deligação. n) No caso de ocorrer alguma anomalia, os utilizadores não devem tentar resolvê-la, mas, sim, informar o funcionário ou o professor de serviço. o) Caso seja detectado algum problema no equipamento, resultante de má utilização, será chamado à responsabilidade o utilizador que, comprovadamente, o causou, pagando a sua reparação, se for caso disso, mediante prévia informação ao Encarregado de Educação. p) Caso se verifique perturbação do bom ambiente de trabalho e lazer da Biblioteca, por parte dos utilizadores desta secção, serão os mesmos inibidos de a utilizar. q) Para a zona de produção gráfica, existem tesouras, réguas, lápis e canetas, material que poderá ser requerido na zona de atendimento. (Não será permitida a utilização do x-ato.) 14 - Utilização de computadores portáteis pessoais a) Os alunos poderão utilizar os seus portáteis neste espaço, desde que cumpram as seguintes normas: • Dêem conhecimento do facto ao adulto responsável pela BE no momento. • Apenas poderão servir-se do seu computador para fins didácticos / realização de trabalhos escolares. • De igual modo, apenas poderão aceder à Internet para o mesmo efeito do enunciado na alínea anterior. • Os alunos poderão instalar nos seus portáteis documentos da BE, nomeadamente os CDROM ludico-didácticos aí existentes. b) No caso de haver desrespeito pelas regras supra citadas, será retirado ao aluno o privilégio do uso do material em causa. 15 - Jogos de mesa e tabuleiro a) O acesso aos jogos é possível mediante uma requisição, feita na zona de atendimento da Biblioteca. b) O requisitante deverá registar os nomes de todos os jogadores. c) O espaço reservado aos jogos é a zona de produção gráfica (nas duas mesas redondas). d) No acto da entrega do jogo, a funcionária deverá conferir todas as peças. e) No caso de perda de peças do jogo, os utilizadores/jogadores terão de repor a peça ou peças extraviadas ou, em último caso, pagar um novo jogo. 16 - Utilização de documentos na sala de aula a) A utilização de documentos na sala de aula será sujeita ao preenchimento de requisição, não devendo o seu período de utilização exceder o turno lectivo da manhã ou da tarde. b) O impresso próprio para este tipo de requisição encontra-se na zona de atendimento da Biblioteca. 17 - Equipa Educativa de serviço na Biblioteca A Equipa Educativa é constituída por professores com competências nos domínios pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação e das Ciências Documentais, devendo a sua composição salvaguardar as disposições legais vigentes e, no caso de ser possível, por um período mínimo de 4 anos, de forma a viabilizar projectos sequenciais. Nos termos do Decreto-Lei nº 75/2008, de 22 de Abril, em cada agrupamento ou escola não agrupada o Director deve seleccionar e designar o(s) professor(es) bibliotecário(s), de acordo com o estabelecido na Portaria nº 756/2009, de 14 de Julho. 18 - Professor bibliotecário [Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho] 1 — Ao professor bibliotecário cabe, com apoio da equipa da biblioteca escolar, a gestão da biblioteca da escola não agrupada ou do conjunto das bibliotecas das escolas do agrupamento. 2 — Sem prejuízo de outras tarefas a definir em regulamento interno, compete ao professor bibliotecário: a) Assegurar serviço de biblioteca para todos os alunos do agrupamento ou da escola não agrupada; b) Promover a articulação das actividades da biblioteca com os objectivos do projecto educativo, do projecto curricular de agrupamento/escola e dos projectos curriculares de turma; c) Assegurar a gestão dos recursos humanos afectos à(s) biblioteca(s); d) Garantir a organização do espaço e assegurar a gestão funcional e pedagógica dos recursos materiais afectos à biblioteca; e) Definir e operacionalizar uma política de gestão dos recursos de informação, promovendo a sua integração nas práticas de professores e alunos; f) Apoiar as actividades curriculares e favorecer o desenvolvimento dos hábitos e competências de leitura, da literacia da informação e das competências digitais, trabalhando colaborativamente com todas as estruturas do agrupamento ou escola não agrupada; g) Apoiar actividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular incluídas no plano de actividades ou projecto educativo do agrupamento ou da escola não agrupada; h) Estabelecer redes de trabalho cooperativo, desenvolvendo projectos de parceria com entidades locais; i) Implementar processos de avaliação dos serviços e elaborar um relatório anual de auto -avaliação a remeter ao Gabinete Coordenador da Rede de Bibliotecas Escolares (GRBE); j) Representar a biblioteca escolar no conselho pedagógico, nos termos do regulamento interno. 19 - Equipa [Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho] 1 — Em cada agrupamento ou escola não agrupada é criada uma equipa que coadjuva os professores bibliotecários, nos termos definidos no regulamento interno. 2 — Os docentes que integram a equipa da biblioteca escolar são designados pelo director do agrupamento ou da escola não agrupada de entre os que disponham de competências nos domínios pedagógico, de gestão de projectos, de gestão da informação, das ciências documentais e das tecnologias de informação e comunicação. 3 — Na constituição da equipa da biblioteca escolar, deve ser ponderada a titularidade de formação de base que abranja as diferentes áreas do conhecimento de modo a permitir uma efectiva complementaridade de saberes. 20 – Atribuição de tarefas aos membros da equipa [Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho] O Coordenador da Biblioteca é responsável pela elaboração de um mapa /organograma de tarefas dos membros da equipa pedagógica. Deverão, ainda, ser estabelecidos objectivos e metas a atingir por cada membro no final do período/ ano lectivo. 21 - Funções e Competências da Equipa Educativa da BE a) Competências dos professores da equipa: • Competências na área do planeamento e gestão (planificação de actividades, gestão do fundo documental, organização da informação, serviços de referência e fontes de informação, difusão da informação e marketing); • Competências na área das literacias, em particular nas da leitura e da informação; Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 24/72
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    • Competências nodesenvolvimento do trabalho em rede; • Competências na área da avaliação; • Competências de trabalho em equipa. b) Competências da Assistente Operacional da BE: • Atendimento aos utilizadores; • Controlo da leitura presencial, do empréstimo domiciliário e para as aulas; • Controlo do espaço da BE; • Apoio à utilização dos equipamentos; • Colaboração com o(a) Coordenador(a) e outros elementos da equipa no tratamento técnico dos documentos (registo, carimbagem, cotação, arrumação, catalogação e informatização); • Manter a organização das zonas funcionais do espaço; • Dinamizar e participar no desenvolvimento das actividades de animação pedagógica e cultural; • Cooperar no tratamento estatístico regular dos dados da avaliação do desempenho da BE. 22 - Avaliação A avaliação da BE far-se-á com regularidade, através da recolha de dados do trabalho desenvolvido e serviços prestados, de acordo com os princípios do Programa RBE, com o objectivo de auscultar o grau de satisfação dos utilizadores e detectar fragilidades que devam ser objecto de intervenção. No final de cada ano, o(a) Professor(a) Bibliotecário(a) deverá entregar ao Director da Escola um Relatório final, a analisar em Conselho Pedagógico. Aprovado em Conselho Pedagógico d Escola E. B. 2,3 Dr. Bissaya Barreto Horário dos Docentes de Serviço na BE/CRE - 2009/2010 Horas Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira 8:40-09:25 Clara Martins Cristina Delgado 09:25-10:10 Clara Martins Cristina Delgado Isilda Acúrcio 10:30-11:15 Cristina Delgado Margarida Freire Clara Martins Rui Silva Cristina Delgado Rui Silva Isilda Acúrcio 11:15-12:00 Cristina Delgado Margarida Freire Elizabete Antunes Cristina Delgado Isilda Acúrcio 12:05-12:50 Elizabete Antunes Cristina Delgado Margarida Freire 12:50-13:35 Cristina Delgado Margarida Freire 13:35-14:20 Cristina Delgado 14:20-15:05 Cristina Delgado Cristina Delgado Marisa Filipe 15:30-16:15 Cristina Delgado Cristina Delgado Isilda Acúrcio 16:15-17:00 Cristina Delgado Margarida Freire Organização e Gestão de Bibliotecas Escolares Manual de Procedimentos Julho de 2007 Introdução Qualquer biblioteca deve ter registado e organizado um Manual de Procedimentos, que auxilie a organização e a gestão, e onde se indiquem as operações Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 25/72
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    correntes da biblioteca,procedimentos, serviços, funcionamento... Tratando-se de um documento interno, constitui um referencial de todo o tratamento técnico realizado na Biblioteca Escolar (BE), que está em constante evolução, devido às actualizações regulares, e existe em dossier próprio (em suporte papel) e electrónico (ficheiros em computador ou cd-rom). O presente Manual de Procedimentos pretende dar um conjunto de indicações inerentes ao tratamento técnico-intelectual do fundo documental e respectivo circuito do documento, no intuito de normalizar práticas, a nível local, na Biblioteca Escolar, e a nível concelhio, entre a Biblioteca Escolar e a Biblioteca Municipal. Este documento referencia ainda algumas orientações relativas à política de gestão e desenvolvimento da colecção da BE. 1 - Política de Desenvolvimento da Colecção: Selecção e Aquisição do Fundo Documental A selecção e aquisição do fundo documental pautam-se pelos critérios estabelecidos em documento autónomo: Política de Desenvolvimento da Colecção (PDC) – que está em fase do conclusão. A coordenadora faz a selecção e a aquisição do fundo documental, muitas vezes a partir de sugestões apresentadas pelos departamentos curriculares, docentes do 1º CEB e Jardins-de-infância, e dos alunos, em articulação com a direcção executiva do Agrupamento. Para operacionalizar a política documental da escola/agrupamento, o Coordenador(a) tem em consideração os critérios a seguir enunciados: 1.1 Critérios Gerais • Avaliar a colecção existente, a fim de definir as lacunas mais evidentes e identificar as obras deterioradas ou cujo conteúdo perdeu a actualidade; • Identificar materiais inovadores que possam despertar o interesse da comunidade, em parceria com os restantes órgão da escola; • Identificar as necessidades de informação dos utilizadores, quanto aos conteúdos e formatos, de modo a respeitar o Currículo Nacional, o Projecto Educativo e o Projecto Curricular da Escola; • Ajustar o equilíbrio entre os ciclos de ensino servidos pela biblioteca escolar; • Adequar às necessidades educativas especiais e às origens multiculturais dos alunos; • Assegurar o equilíbrio entre as áreas curriculares, as de enriquecimento curricular e as lúdicas; • Respeitar a proporcionalidade de 3:1, relativamente ao material livro e não livro, entre todos os suportes; • Ter em consideração o justo equilíbrio entre todas as áreas do saber, disciplinares/temáticas e de referência, e o número de alunos que as frequentam; • Garantir um fundo global mínimo equivalente a 7 vezes o número de alunos. 1.2 Critérios Específicos 1.2.1. Critérios para a Selecção de Obras de Ficção • Qualidade científico-pedagógica; • Adequação/utilização ao público-alvo; • Linguagem adequada às capacidades dos utilizadores; • A colecção deverá incluir obras de autores clássicos, contemporâneos portugueses e outros; • Os recursos ficcionais devem incluir livros na língua materna, romances que versam aspectos da história do país, romances passados em diferentes países e que mostram diferentes culturas, fantasia/ficção científica e contos de fadas, contos tradicionais e populares, lendas de Portugal e de outros países. 1.2.3 Critérios para a Selecção de Obras de Não Ficção • Competência e objectivo do(s) autor(es); • Conteúdo: profundidade, interesse e abrangência do assunto; • Actualidade - reflecte investigação recente nessa área do saber; • Relevância para o currículo. • Utilização potencial – dever-se-ão adquirir livros que possam interessar a uma larga gama de utilizadores; • Capacidades diferenciadas – A BE deve ter em atenção as diferentes capacidades de leitura, os diferentes níveis de compreensão e os diferentes níveis de interesse; • Linguagem que estimule os utilizadores à sua leitura; • Precisão e acuidade; • Bibliografia referida, pois pode dar sugestões para novas leituras; • Organização do índice pois é revelador da qualidade do livro e ajuda na pesquisa; • Diversidade cultural e representatividade de vários pontos de vista (religioso, raça, cultural); • Ser representativo de vários movimentos, assuntos, géneros ou correntes de significado local, regional ou nacional; • Apresentação e design; • Preço. 1.2.4 Critérios para a selecção de Obras de Referência Os critérios para o material de referência são os mesmos que os aplicados ao material não ficcional. Contudo, o preço, a actualidade e a eventual utilização podem ainda ser mais importantes, uma vez que os livros de referência são normalmente caros. Outro aspecto a considerar é o facto de os livros de referência poderem ser substituídos por material noutro suporte, como CD-ROM ou mesmo por bases de dados ou sites existentes na Internet. 1.2.5 Critérios para a Selecção de Revistas/Periódicos/Jornais • Objectivos, âmbito e público-alvo da publicação periódica; • Exactidão e correcção; • Interesse local; • Qualidade do formato • Custo e relação qualidade/custo; • Procura. 1.2.6 Critérios para a Selecção de Documentos em Formato Electrónico Tal como para os livros que existem na BE, que são escolhidos criteriosamente (autoridade, circulação, idades aconselhadas, correcção científica, …) garantindo-se assim que os alunos em formação contactam com material que os forma e enriquece, tendo, para tal, sido esse mesmo material avaliado pelos responsáveis pela formação dos alunos, é também importante que os sites disponíveis numa BE tenham também sido objecto da mesma apreciação, garantindo a qualidade dos respectivos conteúdos e sejam organizadas listas de favoritos. 1.2.6.1 Conteúdo • Autoria • Editora Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 26/72
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    • Correcção/Exactidão • Circulação •Parcialidade/ • Formato apropriado • Público-alvo • Objectivo 1.2.6.2 Acesso • Pesquisa • Organização • Tempo de Download • Estabilidade • Ligações • Custos 1.2.6.3 Design • Concepção da página • Instruções • Gráficos 1.2.7 Critérios para a Selecção de Multimédia (CD-ROM, software, …) Muitos dos critérios formulados para os materiais livro (autoridade, circulação, público alvo, facilidade de uso e acesso, exactidão) são também apropriados para os recursos multimédia e audiovisual. No entanto, estes têm especificidades a serem tidas em conta no processo de selecção • Conteúdo • Acesso • Questões Técnicas • Custo • Questões legais (número de licenças, garantias, manutenção, segurança do produto, …) 1.2.8 Critérios para a Selecção de Material Audiovisual • Orçamento disponível • Durabilidade do item • Qualidade dos gráficos e da imagem • Possibilidade e facilidade de reparação • Equipamento requerido • Longevidade deste tipo de tecnologia 1.2.8.1 Documento vídeo e áudio – especificidades: • Adequação da colecção vídeo e áudio aos objectivos da Biblioteca • Adequação dos temas aos interesses lúdico-pedagógicos do público-alvo • Qualidade da imagem e/ou do som • Existência de legendas 1.2.9 Critérios para a Selecção de Outros Tipos de Material (Mapas, Globos, jogos) • A escala, o detalhe, a exactidão e correcção, a cor e os símbolos e a actualidade; • Aspectos importantes para a selecção de jogos são o seu relevo lúdico-pedagógico, recomendações e requisição, objectivo do mesmo e tipo de uso, local onde vai ser jogado. 2. Critérios de Aquisição • Traçar um plano para identificar materiais úteis a adquirir • Determinar a verba disponível para o desenvolvimento da colecção e que quantia se pode destinar a cada categoria ou a determinado tema; • Apreciar o preço em função da necessidade e qualidade dos materiais para a colecção • Avaliar os fornecedores para facilitar o processo de aquisições, tendo em conta: os preços que praticam; o “timing” das entregas; o volume de vendas que processam; • Adquirir material o mais rápido possível; • Conseguir um preço mais baixo por unidade; • Relativamente a obras mais utilizadas pelos alunos, quer se trate de obras de apoio curricular ou de ficção muito requisitadas, devem ser adquiridos mais do que um exemplar de cada título escolhido. Estão neste caso os dicionários, algumas obras de divulgação científica, alguns títulos de colecções infanto-juvenis muito procurados. O processo de aquisições processa-se de acordo com os procedimentos administrativos da escola. 3. Critérios para a Aceitação de Ofertas/Doações Através de ofertas e doações, a biblioteca pode aumentar a sua colecção. No entanto, porque nem o espaço da Biblioteca Escolar é infinito e a qualidade das ofertas pode não ser compatível com as necessidades e interesses dos utilizadores, estabeleceram-se os seguintes critérios para as ofertas/doações: • Necessidades e interesses dos utilizadores; • Lacunas existentes na colecção; • Estado de actualização da doação. Por princípio e excepto na situação de grave lacuna na colecção existente para obras de referência ou manuais, livros com mais de 5 anos não serão aceites; • Estado de conservação dos documentos; • Existência de material equivalente ou superior na colecção da Biblioteca; • Adequação aos princípios explanados neste documento e à missão da Biblioteca Escolar; • Desejos do doador, quanto à oferta; • Interesses alheios à Biblioteca Escolar manifestados no acto da oferta. 4. Critérios para o Desbaste da Colecção Objectivos: facilitar o acesso à informação diminuindo os obstáculos, ou seja eliminar o excesso de materiais obsoletos; melhorar a eficiência e reduzir custos, nomeadamente pela economia de espaço que se recupera para tornar outros documentos mais acessíveis, pois a biblioteca Escolar tem um espaço limitado. Assim, devem se retirados da colecção: • Os materiais obsoletos e/ou desactualizados, sobretudo nas áreas das ciências e enciclopédias ou atlas geográficos que em cinco anos perdem Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 27/72
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    rapidamente a actualidade; •Os documentos fisicamente danificados, rasgados e velhos ou não atraentes; • Duplicados de cópias que não são solicitadas que poderão ser objecto de permuta entre bibliotecas; • Documentos que já não correspondem às necessidades dos utilizadores; • Documentos que não correspondem aos objectivos institucionais devido, por exemplo, a alterações curriculares; • Documentos que raramente são usados e ocupam lugares em livre-acesso, impedindo outros mais actuais de serem disponibilizados nesta modalidade, servindo como critério nenhuma requisição domiciliária em cinco anos civis consecutivos; • Ofertas não solicitadas e não desejadas; • Periódicos sem índices. 5. Responsável(eis) pela aplicação dos princípios constantes neste documento Após aprovação em Conselho Pedagógico do documento da Política de Desenvolvimento da Colecção da Biblioteca Escolar, compete à equipa coordenadora da Biblioteca Escolar (constituída de acordo com orientações procedentes da Rede de Bibliotecas Escolares) a responsabilidade de aplicar as orientações constantes deste documentos na gestão e desenvolvimento da colecção. A equipa coordenadora da Biblioteca Escolar será, deste modo, responsável pela selecção, aquisição, análise das ofertas, desbaste, preservação e avaliação da colecção. Todas as questões que possam decorrer da aplicação dos critérios acima definidos sobre a política de gestão e desenvolvimento de colecções da Biblioteca Escolar serão colocadas à equipa coordenadora da Biblioteca através de reclamação escrita, utilizando o Modelo Impresso para Reclamações (v. Anexo 1). 6 - Tratamento Técnico-Documental Antes de se iniciar o tratamento técnico-documental de qualquer documento (livro e não livro), deve confirmar-se o seu bom estado (se está completo, sem danificações, ou se funciona...). 6.1 – Registo Registar é dar entrada no inventário geral, que constitui o fundo documental (FD) de uma Biblioteca. A Biblioteca possui um dossier organizado de facturas e recibos do fundo documental adquirido. O número do registo é igual à posição de entrada no inventário geral. Cada unidade física, mesmo que constituindo parte de um documento, deve ter um número de registo próprio, inequívoco, que deve ser sequencial, existindo apenas um Livro de Registo para todos os suportes, logo que ocorra a sua entrada na biblioteca (v. Anexo nº 2). Num futuro próximo, este procedimento será substituído pelo Livro de Registo Informatizado, segundo o sistema de BiblioBase. É de salientar que a cada unidade física corresponde sempre um número de registo próprio, a saber: a) em documentos repetidos, cada um tem o seu próprio número de registo; b) uma obra em vários volumes, cada um deles terá um número de registo diferente; c) o material acompanhante, no mesmo formato ou diferente (livro, CDR, CD-Áudio, DVD), constitui-se como um registo autónomo. Os periódicos e as revistas não são numerados, mas registados em folhas próprias (Kardex), conforme o anexo 3 Registo de Publicações Periódicas/Revistas, correspondendo a cada folha um único título. Existe um dossier exclusivamente destinado para as publicações periódicas, onde as fichas são ordenadas alfabeticamente. No que diz respeito aos manuais escolares, existe um Livro de Registo próprio, onde constam os manuais escolares adoptados pelos departamentos e áreas curriculares e em vigência. São numerados e registados sequencialmente, tal como se faz com outro documento manuscrito, em formato digital Excel. 6.2 – Carimbagem Todos os documentos, independentemente do seu suporte, devem ser carimbados. Há dois tipos de carimbo: o chamado carimbo de registo e o de posse ou de instituição. Estes carimbos têm as seguintes dimensões: 3,5 cm de comprimento (posse); 4,8 cm de comprimento e 2,8 cm de largura (registo) • O carimbo de registo, para além da identificação da instituição, tem espaço para o nº de registo, para a cota inscrita a lápis e para a data da entrada do documento na Biblioteca; coloca-se na página de título (rosto), as preliminares do livro - a que contém mais informação (autor, título, e editora)- normalmente, no canto inferior direito, conforme exemplo do Anexo nº 4. • O de posse ou instituição é composto apenas pela designação de Biblioteca e coloca-se, normalmente, na página seguinte à página de título, conforme exemplo do Anexo nº 5, no meio (v. Anexo 6) e no fim (v. Anexo 7), na última página terminada no número 5 Este vai ser substituído, no próximo ano lectivo, por um outro redondo de pequenas dimensões com a identificação do agrupamento: Agrupamento de Escolas de Castanheira de Pera – BE. Para todo o material ao qual dificilmente a tinta adere, deve proceder-se da seguinte forma: • Livro plastificado: no canto inferior direito (no interior) da segunda da capa, cola-se o carimbo de posse ou instituição, onde se inscreve o número de registo do documento, utilizando para o efeito uma etiqueta autocolante; • CD e DVD: na capa exterior, coloca-se o carimbo de posse ou instituição, onde se inscreve o número de registo do documento, utilizando para o efeito uma etiqueta autocolante. No próprio CD e DVD coloca-se o número de registo, utilizando uma caneta de acetato. • VHS: o procedimento é o mesmo adoptado para o CD e DVD. Os documentos intercalados (fotografias, mapas) são carimbados no verso. Em obras profusamente ilustradas, a carimbagem restringe-se ao carimbo de registo. No caso de publicações periódicas impressas, apenas são carimbadas com o carimbo de pertença, procedendo-se da seguinte forma: • Revistas: na capa e na página do sumário; • Jornais: junto ao título e na última página. Procedimento semelhante é adoptado para publicações efémeras (brochuras, desdobráveis, folhetos e documentos em folhas volantes). Para o Material não livro (cassetes áudio, VHS, CD-Áudio, CD-ROM, DVD, Diapositivos), o carimbo aplica-se na capa do documento; com uma caneta de acetato inscreve-se, no próprio documento, a sigla da instituição e o número de registo. No caso de material em Suporte iconográfico (postal, fotografia, etc.) e mapas, o carimbo de registo aplica-se no verso do documento. 6.3 – Catalogação O sistema informático utilizado nas Bibliotecas Escolar e Municipal, para a criação da base de dados bibliográfica, é o BiblioBase. No triénio 2006-2009, os responsáveis por este trabalho de catalogação são os docentes Ana Paula Ferreira, Rui Abreu e a Funcionária da BE. Carla Nunes. Os campos (obrigatórios/facultativos) definidos para a catalogação com o BiblioBase, após reunião com a Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares do distrito de Leiria, são os que constam nos quadros/tabelas numerados (pontos 8 a 8.4 do sumário) a seguir indicados, consoante o tipo de suporte documental, e respeitam o nível médio de descrição definido pela Agência Bibliográfica Nacional: Aspectos acertados a nível concelhio: o 1 que antecede o número de registo diz respeito ao fundo documental da Biblioteca Municipal e o 2 à Biblioteca Escolar. A sigla da biblioteca utilizada no campo 966 é EB23CP (Biblioteca Escolar Castanheira de Pera) A criação do logotipo da BE está prevista para o ano lectivo 2007-2008, através da realização de um concurso dirigido aos alunos. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 28/72
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    6.3.1 Política deDescrição Catalográfica Uma política de catalogação constitui um instrumento essencial de normalização que estabelecerá o nível de descrição a utilizar, bem como um conjunto de regras/procedimentos que constituem uma adaptação do normativo internacional/nacional à biblioteca pública. Só desta forma poderemos garantir um output de informação no catálogo que garanta a qualidade e da coerência dos dados. Uma vantagem acrescida desta definição é, sem dúvida, a redução do nível e multiplicidade dos erros que sempre se verificam. A Catalogação compreende três partes: a descrição bibliográfica, pontos de acesso e dados de localização. Esta tem como missão individualizar os documentos, para que não sejam confundidos entre si e a reunir os documentos pelas suas semelhanças, estabelecendo relações entre si e a permitir a localização de um documento específico numa determinada colecção. Em termos metodológicos aconselha-se que, em caso de dúvida, as bibliotecas aderentes utilizem as Regras Portuguesas de Catalogação, as diferentes ISBD’S, o Manual UNIMARC e diversas Informações Técnicas que a Biblioteca Nacional tem publicado. Tomámos como norma base a utilização do nível intermédio de descrição, tal como é definido internacionalmente, o que significa, em termos de ISBD o seguinte: 6.3.2 Nível de Descrição Bibliográfica De seguida, apresentam-se algumas especificações de implementação respeitantes aos vários fundos, tendo em atenção o público-alvo da Biblioteca: a) Fundo adultos – monografias São referidas as autorias principais. No caso de ilustradores, editores literários, prefaciadores, etc. devem indicar-se sempre que essa informação vier na página de rosto ou então caso se verifique pela análise do documento que essa informação é essencial. (Caso essa informação não conste da página de rosto, deve indicar-se quando se trate de personalidades de reconhecido mérito cultural, nomeadamente portuguesas, ou quando se verificar, através da análise do documento, que este tipo de informação é pertinente para a recuperação do mesmo). A indicação geral da natureza do documento não deve ser utilizada. A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira. Só em casos muito raros deve ser utilizado mais do que um local de edição e editor. Aqui devemos salvaguardar o caso do livro antigo, do fundo local e reservados em que esta informação pode ser muito importante. A nota sobre o título original é obrigatória A referência à ilustração só deve ser utilizada quando assumir uma importância relevante no conjunto do documento. A menção de colecção é obrigatória. A descrição em níveis deve seguir o estipulado pelas Regras Portuguesas de Catalogação (RPC). b) Fundo Infanto-Juvenil ? Só devem ser referidas as autorias principais, o que no caso deste tipo de documentos inclui obrigatoriamente os ilustradores. Os ilustradores constituem sempre ponto de acesso, independentemente do seu nível de responsabilidade. ? A indicação geral da natureza do documento não deve ser utilizada. ?A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira. ? Só em casos muito raros deve ser utilizado mais do que um local de edição e editor. ? São obrigatórias as seguintes referências: ilustração, nota sobre o título original e informação respeitante à colecção. ? A descrição em níveis deve seguir o estipulado pelas Regas Portuguesa de Catalogação (RPC). c) Fundo Áudio ? Os títulos de cada um dos temas que compõem o documento devem ser dados, sempre que se justifique para benefício dos utilizadores, isto é, que possam ser utilizadas em contexto educativo. A nota sobre o título original é obrigatória ? A referência às autorias deve ser exaustiva quanto a intérpretes, autores de trechos musicais e letras, e, no caso da música pop, a indicação dos produtores. ? No caso da música clássica, o autor do trecho, os intérpretes (individuais ou grupos), os maestros e os solistas devem constituir autorias principais. ? A indicação geral da natureza do documento é obrigatória. ? A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira. ? Só em casos muito raros deve ser utilizado mais do que um local de edição e editor. ? A informação respeitante à colecção é obrigatória. ? A descrição em níveis deve seguir o estipulado pelas Regas Portuguesa de Catalogação (RPC). d) Fundo Vídeo ? A nota sobre o título original é obrigatória. ? Se um dado filme se basear numa obra literária ou outra, deve estabelecer-se a ligação entre o registo do vídeo e o da monografia, utilizando um dos campos de ligação do bloco 4 (entradas relacionadas) do UNIMARC, preenchendo o campo 452 Edição em suporte diferente ou utilizando o campo 304, para além do título original, é também mencionado o caso de adaptação de uma obra literária: Baseado na obra de…. ? A referência às autorias deve ser exaustiva quanto a realizadores, produtores, guionistas, intérpretes. ? Devem ser consideradas como autorias principais o realizador e o produtor. ? No caso dos documentários “científicos” os conselheiros técnicos devem ser considerados autorias de segundo nível. ? No caso dos documentários e outros documentos de carácter informativo, e só nestes, a sinopse deve ser dada, sempre que possível, em notas. ? A menção de edição só deve ser usada para edições para além da primeira. ? Só em casos muito raros deve ser utilizado mais do que um local de edição e editor. ? É obrigatória a informação respeitante à colecção e à indicação geral da natureza [Registo vídeo/DVD/VHS] do documento. ? A descrição em níveis deve seguir o estipulado pelas Regas Portuguesa de Catalogação (RPC). e) Recursos Electrónicos (cd rom’s, dvd’s, diskettes com software ou outra informação e recursos de Internet) Dada a especificidade da descrição deste tipo de recursos e a recente difusão da nova ISBD, devem adoptar-se as orientações da nova ISBD (ER), assim como o documento da BN sobre a aplicação do Unimarc a este tipo de documentos. Exemplo FRD – UNIMARCBibliográfico – MULTIMÉDIA (Documentos electrónicos) f) Material Não Livro (cartazes, programas, folhetos, brochuras de divulgação/informação, fotogramas) Os documentos serão seleccionados de acordo com os seguintes critérios: ? Documentos que são, por natureza, não livro como é o caso dos cartazes; ? Documentos que apresentem conteúdos não disponíveis noutros suportes. ? Designação genérica de material obrigatória. Aplicam-se os termos definidos na ISBD (NBM); ? Para a designação específica de material devem aplicar-se os termos definidos na ISBD (NBM). Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 29/72
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    7. Encabeçamentos eControlo de Autoridade 7.1 Encabeçamentos O encabeçamento segue as Regras Portuguesas de Catalogação (RCP). Para além do que estas estipulam, esclarece-se o seguinte: 1- No caso das obras onde a ilustração assume uma importância superior ao texto, o encabeçamento deve ser o ilustrador; 2- No caso da música clássica, o encabeçamento é sempre o autor do trecho/obra; 3- No caso de outros géneros musicais, o encabeçamento deve ser o intérprete; 4- No caso do vídeo, o encabeçamento deve ser o realizador; 5- No caso dos documentos multimédia, o encabeçamento deverá ser produtor; 6- No caso dos sites WEB ou outros recursos de Internet, o encabeçamento deverá ser o autor da informação se tal se encontrar explicito. 7.2 Controlo de Autoridade As autoridades, na medida em que constituem pontos de acesso a qualquer catálogo, constituem um dos aspectos mais relevantes para assegurar a qualidade do produto catalográfico e devem ser mantidos de acordo com normas estabelecidas e feito sistematicamente o seu controlo. Independentemente da metodologia implementada pelo sistema de gestão biblioteconómica, deve verificar-se, sistematicamente e com cuidado, se uma dada autoridade já existe no sistema e só depois decidir sobre a criação de uma nova entrada. Assim, estabelecem-se alguns procedimentos para a criação de autoridades/autor: 1- Sempre que for o caso, deve copiar-se o registo de autoridade já existente na PORBASE (Base Nacional de Dados Bibliográficos) 2- Ao criar-se uma nova autoridade (e isto vai acontecer sempre nos documentos áudio, vídeo e multimédia) deve determinar-se com exactidão o nome, excluindo o mais possível abreviaturas e acrónimos. 3- Deve recolher-se o máximo de informação possível sobre o autor, tal como datas de nascimento e morte, funções desempenhadas quando tal se torne relevante para identificação inequívoca; 4- REMISSIVAS: deve seguir-se o especificado nas RPC. 8. Formatos de Descrição - UNIMARC Bibliográfico 8.1 Monografias (documentos impressos) Campo Sub Descrição Notas 010 ^a Número Internacional Normalizado dos Livros – ISBN O Identifica uma única edição de uma obra e o respectivo editor 021 ^a Número do depósito legal – Código do país O PT ^b Número (Nº atribuído p/ Agencia Bibliográfica Nacional nos docs. p/ D.L.) F (caso não se identifique o ISBN) 100 ^a Dados Gerais de Processamento O 20050517d19 k y0pory0101 ba 101 ^a Língua da Publicação – Língua do texto, banda sonora, etc. O Por (predefinido no sistema) ^c Língua do documento no original O Para documentos traduzidos 102 ^a País de Publicação O PT (predefinido no sistema) seleccionar o código do país 200 ^a Título e menção de responsabilidade – Título próprio O Título principal do documento ^d Título e menção de responsabilidade – Título paralelo F Título próprio noutra língua e/ou escrita ^e Título e menção de responsabilidade – Informação de outro título F Subtítulos e informações de outros títulos subordinados ao titulo próprio do doc. ^f Título e menção de responsabilidade – Primeira menção de responsabilidade O Até três autores, (separados por vírgulas – nomes co-autores. Mais de 3 co- responsáveis, indica-se apenas o 1º autor, seguido de reticências …e da expressão [et al.]) ^g Título e menção de responsabilidade – Outras menções de responsabilidade (que não a principal, repetivel p/ menções responsabilidade diferentes) O Indicar sempre a função, trad., il. (Não mencionar mais do que três autores com a mesma função no mesmo campo) 205 ^a Menção da edição O Indicar a partir da 2ª ed. (Imprescindível para sabermos que edições de uma obra particular existem numa biblioteca) ^b Outras menções de edição (só aplicável caso a edição apresente alterações consideráveis de outra impressões daquela ed. Reimpressão, tiragem, etc.) F ^f Menção da edição – Menção de responsabilidade relativa à edição) F ^g Menção da edição – Outras menções de responsabilidade relativas à edição F 210 ^a Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição, distribuição, etc. O ^c Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor, distribuidor, etc. O ^d Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação, distribuição, etc. O Ou data de copyright (cop.), distribuição ou de impressão (impr.), ou de D.L. ^f Publicação, Distribuindo, etc. – Menção de responsabilidade relativa à edição F Obrigatório para Fundo Local ^g Nome do impressor (Indica-se quando o nome do editor ou distribuidor é desconhecido) F ^h Data da impressão (Indica-se quando a data é diferente da edição e ambas são expressas no documento) F 215 ^a Descrição física – Indicação específica da natureza do documento F Nº de páginas e/ou volumes (ex. 298, [28] p.) ^c Descrição física – Outras indicações físicas F ilustração, gravuras, mapas, desenhos, etc. ^d Descrição física – Dimensões F em cm ^e Material acompanhante (em separado mas que é parte integrante do doc. mapa, cd …, etc.) O 225 ^a Colecção – Título próprio da colecção O ^v Colecção – Indicação de volume O ^i Nome de uma parte ou secção F 300 ^a Notas Gerais – Texto da nota F Nota sobre qualquer aspecto do doc. ou do registo 304 ^a Notas Relativas a Título e Menção de Responsabilidade F Notas relativas ao título e/ou menção de responsabilidade. Pode indicar a fonte do título ou palavras q tenham sido omitidas na descrição. Ou um comentário sobre autores. (ex. Tít. orig.: Water) 320 ^a Notas Relativas a Bibliografia (e índices relevantes p/ conteúdo) F ex. bibliografia p. 100 327 ^a Notas Relativas ao Conteúdo F Preenchimento na Descrição a 2 níveis Nota q indica o conteúdo da obra. (Obra que se compõe de vários volumes.) 517 ^a Outras variantes do título F Preenchimento na descrição a 2 níveis (P/ criar pontos de acesso por títulos) 600 ^a Nome de Pessoa Usado Como Assunto – Palavra de ordem F P/ docs. sobre um autor: estudo ou biografia ^b Nome de Pessoa Usado Como Assunto – Outra parte do nome F ^c Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de Pessoa Usado Como Assunto – Datas F 606 ^a Nome Comum Usado Como Assunto – Elemento de entrada (p/ termos de indexação normalizados, descritores de tesauros) O Até 2 descritores para Fundo Doc. ^x Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão de assunto O ^y Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão geográfica O ^z Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão cronológica O 675 ^a Classificação Decimal Universal (CDU) – Notação O Entrada de assunto pela CDU Vide Informação técnica BN nº 2/88 ^v Classificação Decimal Universal (CDU) – Edição O BN (pré-definido) ^z Classificação Decimal Universal (CDU) – Língua da Edição O por (pré-definido) Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 30/72
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    686 ^a Outrasclassificações – Notação F ^vF ^zF 700 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Palavra de ordem O (Não é repetível, só pode existir um único ponto de acesso por autor principal) ^b Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Outra parte do nome O ^c Elementos de identificação ou distinção (não são parte do nome) F ex. pseud. Etc. ^f Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Datas F 701 ^a Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Palavra de ordem O (quando são mais do que três autores colocar em 701, porque a Entrada Principal deve ser por título RPC 2.4) ^b Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Outra parte do nome) O ^c Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Datas F ^4 Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Código da função O (dados codificados c/ código de função q o autor desempenha na publicação) 702 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Palavra de ordem O Vide Informação Técnica nº 3/2006 BN (só quando se preencher o Campo 200 ^g) ^b Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Outra parte do nome não tomada para palavra ordem O ^c Elementos de identificação ou distinção O ^f Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Datas O ^4 Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Código de função F 710 ^a Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Palavra de ordem F Ex a).01 ^a PORTUGAL.^b Ministério da Educação ^b Direcção Geral de Inovação Curricular Ex b) 02^aCongresso Nacional …^d6, ^eLisboa^f1999 ^b Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Subdivisão F ^c Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F ^4 Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Código da função F 711 ^a Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal – Palavra de ordem F ^b Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal – Subdivisão F ^c Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F ^4 Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal) – Código da função F 712 ^a Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Palavra de ordem F ^b Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Subdivisão F ^c Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Elementos de identificação ou distinção F ^4 Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Código de função) F 801 ^a Fonte de origem – País F PT ^b Fonte de origem – Agência F BES/RBE2,3 ^c Fonte de origem – Data da última transacção F Pré-Definido ^g Fonte de origem – Regras de catalogação F RPC 966 ^a N.º de registo (Inventário) O Identifica o exemplar de forma unívoca e permite o empréstimo do doc. (MCE) ^c N.º de exemplares F (que a BE possui do documento) ^l Sigla da instituição (identifica a instituição e permite a troca de registos) O BECP ^p Preço e observações F (2) ^s Cota O Classificada Alfanumérica (Identificação/localização do documento p/ sua arrumação e recuperação) (3) ^1 Data O Pré-definido ^6 Empréstimo domiciliário O Normalmente selecciona-se 1 (zero=emprestável) ^9 Disponível para empréstimo F Normalmente selecciona-se 1 (zero=emprestável) F = Facultativo O = Obrigatório Preenchimento do campo 100 Posição dos caracteres Valor de preenchimento (pré-definidos) Obs. 0-7 Data de entrada do registo Preencher de acordo com: AAAA-MM-DD (= 931) 8 Tipo de data de publicação d (= 932) 9-12 Data de publicação AAAA Actualizar (= a 210 ^d) 17-19 Código de audiência k Alterar para: c (primária, idades 5-10) 20 Publicação Governamental y 21 0 22-24 Língua da catalogação por 25 Código de transliteração y 26-29 34-35 Escrita ba N.B. O correcto preenchimento dos campos de informação codificada (campo 100) assume especial importância dado que permitem caracterizar as várias tipologias documentais, permitindo um melhor conhecimento da estrutura do fundo documental, fundamental para executar uma política de selecção adequada ao público e objectivos da BE, entre outros aspectos. (1) Apesar de não se utilizarem Tesauros, preenche-se o campo 606 com os termos da Lista de Termos Controlados em processo de elaboração. O número mínimo de descritores ou de termos controlados é de dois. (2) O preenchimento deste campo permite-nos obter o montante investido pelas instituições em novas aquisições. Esse valor surge no Livro de Registo/Inventário informatizado. (3) A etiqueta da cota para impressão no Módulo de Impressão de Código de Barras deve ser composta pelos seguintes dados: ? Nome do Agrupamento e/ou da Escola ? Nº de Registo ? Cota Classificada Notas suplementares: O UNIMARC dividiu a organização da informação em 10 blocos As zonas ISBD foram distribuídas pelos campos e subcampos do UNIMARC A organização da informação rege-se por normas internacionais e nacionais (RPC, ISBD’s) assentes numa estrutura de dados MARC (Machine Readable Catalogue), tendo-se adoptado em Portugal o formato UNIMARC (Universal Machine Readable Catalogue) Preenchimento do Campo 100 Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 31/72
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    Posição dos caracteresValor de preenchimento 0-7 Data de entrada do registo Preencher de acordo com: AAAA-MM-DD 8 Tipo de data de publicação D 9-12 Data de publicação YYYY 17-19 Código de audiência 20 Publicação Governamental 21 0 22-24 Língua da catalogação Por 25 Código de transliteração Y 26-29 01 – 03 34-35 Escrita Ba 8.2 Registos Sonoros Musicais Campo Sub Descrição Notas 021 ^a Número do depósito legal – Código do país O ^b Número do depósito legal – Número O 071 ^a Número do editor (registos sonoros e música) – Número do editor F ^b Número do editor (registos sonoros e música) – Fonte F 100 ^a Dados Gerais de Processamento F 20050517d19 k y0pory0101 ba 101 ^a Dados Gerais de Processamento F 102 ^a País de Publicação F 126 ^a Campo de Dados Cod.: Reg. Sonoros – Atributos Físicos – Dados codificados do registo sonoro (Geral) F ^b Campo de Dados Cod.: Reg. Sonoros – Atributos Físicos – Dados codificados do registo sonoro (Pormenor) F 127 ^a Campo de Dados Cod.: Dur. Reg. Sonoros - Mús. Impressa – Duração F 128 ^a Campo de Dados Cod.: Int. Musicais e Partituras – Forma da composição F ^b Campo de Dados Cod.: Int. Musicais e Partituras – Instrumentos ou vozes para agrupamento F ^c Campo de Dados Cod.: Int. Musicais e Partituras – Instrumentos ou vozes para solistas F 200 ^a Título e menção de responsabilidade – Título próprio O ^b Título e menção de responsabilidade – Indicação geral da natureza do documento O [Registo sonoro] ^e Título e menção de responsabilidade – Informação de outro título F ^f Título e menção de responsabilidade – Primeira menção de responsabilidade O ^g Título e menção de responsabilidade – Outras menções de responsabilidade F (1) 205 ^a Menção da edição F 210 ^a Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição, distribuição, etc. O ^c Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor, distribuidor, etc. O ^d Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação, distribuição, etc. O 215 ^a Descrição física – Indicação específica da natureza do documento O 1 disco óptico (CD) (65 min.) ^c Descrição física – Outras indicações físicas F Stereo /Mono ^e F 225 ^a Colecção – Título próprio da colecção O ^v Colecção – Indicação de volume O 300 ^a Notas gerais F 323 Notas do elenco F (2) 327 Notas de conteúdo F Contém 10 Músicas; CD1 CD2: (3) 510 Título paralelo F 517 Outras variantes do título F 532 Título desenvolvido F Usado para desdobramento de siglas e numerais 600 ^a Palavra de Ordem F ^b Outra Parte do Nome Não Tomada Para Palavra de Ordem F ^c Elementos de Identificação ou distinção F ^f Datas F 606 ^a Elemento de Entrada O ^x Subdivisão de Assunto O ^y Subdivisão Geográfica O ^x Subdivisão de assunto O ^2 Código do sistema O 686 ^a^c^2 Outras Classificações F 700 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Palavra de ordem O ^b Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Outra parte do nome O ^c Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Datas F 701 ^a Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Palavra de ordem O ^b Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Outra parte do nome O ^c Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Datas F ^ 4 Código de função O 702 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Palavra de ordem O ^b Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Outra parte do nome não tomada para palavra ordem O ^c Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Datas F ^ 4 Código de função F 966 ^a Número de Registo O ^c Número de exemplares O ^l Sigla da Instituição O BECP ^s Cota O (seguida das três primeiras letras do apelido, em maiúsculas) ^6 Empréstimo domiciliário O (Normalmente selecciona-se 1 (zero=emprestável) F = Facultativo O = Obrigatório (1) No que toca aos responsáveis intelectuais, optou-se por aligeirar neste campo o nº de menções, sendo apenas indicados os nomes daqueles que assumem um papel relevante na criação da obra ou a nível da sua execução ou interpretação e que aparecem destacados na fonte de informação. Assim, para os registos que têm mais do que um responsável, são considerados apenas os responsáveis a seguir mencionados e, de acordo com a seguinte ordem: interprete solista, orquestra, director de orquestra, para a música clássica, o produtor com responsabilidade artística ou intelectual, para o pop rock. As restantes menções indicadas no campo notas: 323. Ex: 323: ^aDavid Byrne, guitarra e voz; Chris Frantz, bateria e percussão; Tina Weymouth, baixo; Jerry Harrison, teclas, guitarra e voz, Brian Eno, sintetizadores, piano, guitarra, percussão e voz. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 32/72
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    (2) São indicadasoutras menções de responsabilidade, consideradas relevantes, quando não indicadas no campo 200, como por exemplo membros de uma banda cujo nome é apenas designado genericamente no 200, associados à respectiva função. (3) Optou-se por não fazer uma descrição detalhada do conteúdo das músicas, exceptuando alguns casos na música clássica, em que o CD apresenta na contracapa a descrição das principais peças musicais que o compõem (entre 3 a 5). Como contrapartida, e por analogia com os livros, é indicado o nº total de músicas que o CD contém ou de cada CD, quando a obra é constituída por mais do que 1: CD1: Contém 12 músicas; CD2: Contém 9 músicas. (4) Nos campos no bloco 7, são criados pontos de acesso para todos as menções de responsabilidade ditas secundárias, indicadas no campo 200 ^g e campo 323. Preenchimento do Campo 100 Posição dos caracteres Valor de preenchimento 0-7 Data de entrada do registo Preencher de acordo com: AAAA-MM-DD 8 Tipo de data de publicação D 9-12 Data de publicação YYYY 17-19 Código de audiência M 20 Publicação Governamental Y 21 0 22-24 Língua da catalogação Por 25 Código de transliteração Y 26-29 01 – 03 34-35 Escrita Ba 8.3 Material de Projecção e Vídeo Campo Sub Descrição Notas 021 ^a Número do depósito legal – Código do país O ^b Número do depósito legal – Número O 071 ^a Número do Editor F 100 ^a Dados Gerais de Processamento O 20050623d19 k y0pory0101 ba 101 ^a Língua do Texto, Banda Sonora,Etc. O 102 ^a País da Publicação O 115 ^a Campo de Dados Codif.: Proj. Visuais, Reg. Vídeo... – Dados codificados – Gera F ^b Campo de Dados Codif.: Proj. Visuais, Reg. Vídeo... – Dados codificados dos filmes animados – Arquivo F 200 ^a Título e menção de responsabilidade – Título próprio O ^b Título e menção de responsabilidade – Indicação geral da natureza do documento O [Registo vídeo] ^e Título e menção de responsabilidade – Informação de outro título F ^f Título e menção de responsabilidade – Primeira menção de responsabilidade O ^g Título e menção de responsabilidade – Outras menções de responsabilidade F (1) 205 ^a Menção da edição F 210 ^a Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição, distribuição, etc. O ^c Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor, distribuidor, etc. O ^d Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação, distribuição, etc. O 215 ^a Descrição física – Indicação específica da natureza do documento O 1 cassete de vídeo (VHS9 (85 min.) (2) ^c Descrição física – Outras indicações físicas – Cor F Color ou p&b;son. ou mudo ^d Descrição física – Duração F 225 ^a Colecção – Título próprio da colecção O ^v Colecção – Indicação de volume O 300 Notas gerais F 303 Notas informação descritiva F (3) 304 Notas/Título/responsabilidade F (4) 305 Notas Edição F (5) 322 Notas responsáveis artísticos F (6) 323 Notas elenco F (7) 327 Notas de conteúdo F (8) 333 Notas utilizadores F (9) 337 Notas pormenores técnicos F (10) 510 Título paralelo F 517 Outras variantes do título F 532 Título desenvolvido F 600 ^a Subdivisão Geográfica F ^b Subdivisão de assunto F ^c Código do sistema F ^f Subdivisão Geográfica F 606 ^a Nome Comum Usado Como Assunto – Elemento de entrada O ^x Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão de assunto O ^y Subdivisão Geográfica O ^x Subdivisão de assunto O ^2 Código do sistema O 686 Outras classificações F 700 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Palavra de ordem O ^b Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Outra parte do nome O ^c Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Datas F 701 ^a Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Palavra de ordem O ^b Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Outra parte do nome O ^c Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de autor-pessoa física (co-resp. int. principal) – Datas F ^4 Código de função O 702 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Palavra de ordem O (11) ^b Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Outra parte do nome não tomada para palavra ordem O ^c Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Datas F ^ 4 Código de função O 856 Local de acesso electrónico - URL F 966 ^a Número de Registo O ^c Número de exemplares O Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 33/72
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    ^l Sigla daInstituição O BECP ^s Cota O (seguida da sigla de identificação do tipo de suporte ex: DVD/VHS) ^6 Empréstimo domiciliário O (Normalmente selecciona-se 1 (zero=emprestável) F = Facultativo O = Obrigatório (1) No campo 200, a nível de responsabilidades, optou-se por indicar apenas 3 tipos diferentes (^f realizador^g argumento, fotografia ou música), sendo as restantes, quando consideradas relevantes, indicadas no campo notas 322. (2) No campo 215, indica-se a duração do filme logo a seguir à designação do material entre parêntesis, e não no subcampo ^d relativo às dimensões:^a1 disco óptico (DVD) (113 min.). (3) (especificações para DVD) No campo 303, 1ª ocorrência, é indicada a língua original do documento seguida da indicação entre parêntesis das especificações dos canais ou saídas de som, tal como aparece indicado na fonte de informação: ^aLíngua original: Russo (Dolby Digital 5.1) Na 2ª ocorrência, são indicadas as línguas em que o documento aparece legendado tal como aparece indicado na fonte de informação: ^aLegendado em português, inglês, francês, espanhol, italiano e alemão. (4) No campo 304, para além do título original, é também mencionado o caso de adaptação de uma obra literária: Baseado na obra de…. (5) No campo 305, é indicado caso de o caso de uma edição especial: edição restaurada, remasterizada, etc. (6) No campo 322 são indicadas outras menções de responsabilidade, quando consideradas relevantes, não indicadas no campo 200: guarda-roupa, cenário, efeitos especiais, etc. ( 7) No campo 323, notas relativas ao elenco, são destacados nomes de actores até ao nº limite de 5: ^aElenco: Charles Chaplin, Claire Bloom, Sydney Chaplin, Buster Keaton, Marjore Bennett. (8) No campo 327, notas de conteúdo, indica-se a nível dos DVD, os extras, para além do filme, que são mencionados na fonte de informação: ^aContém: Capítulos; Trailer; Fotos; Biofilmografia de David Lynch; Imprensa; DVD-ROM (artigos e dossier de imprensa, fotos). (9) No campo 333, é indicada a faixa etária mencionada na fonte de informação: ^aMaiores de 12 anos. (10) No campo 337, nota relativa aos pormenores técnicos, são indicados os requisitos do sistema, ou seja, as características técnicas indicadas na fonte de informação de acordo com a seguinte ordem: tipo de DVD (9, 5); PAL ou outro sistema; Formato; Écran…:^a Requisitos do sistema: DVD 9; PAL zona 2; Formato 1.33:1; Écran 4:3 compatível. (11) São criadas entradas, nos campos 70-, para todos os responsáveis intelectuais descritos no documento. Preenchimento do campo 100 Posição dos caracteres Valor de preenchimento 0-7 Data de entrada do registo Preencher de acordo com: AAAA-MM-DD 8 Tipo de data de publicação D 9-12 Data de publicação YYYY 17-19 Código de audiência ? 20 Publicação Governamental ? 21 0 22-24 Língua da catalogação Por 25 Código de transliteração Y 26-29 01 – 03 34-35 Escrita Ba A metodologia referida para a ligação entre registos vídeo que sejam adaptações de obras literárias ou outras deve ser implementada com recurso ao campo 488 – Outras obras relacionadas. Campo Subcampo Preenchimento 488 ^a (Autor) O ^c (Local de Publicação) O ^d (Data de publicação) O ^p (Descrição física) O ^t (Título) O ^u (URL) O se aplicável ^v (Nº do volume) O se aplicável O = Obrigatório 8.4 Documentos Electrónicos Campo Sub Descrição Notas 010 ^a Número Internacional Normalizado dos Livros – ISBN O Caso exista no item 021 ^a Número do depósito legal – Código do país O Caso exista no item ^b Número O 100 ^a Dados Gerais de processamento O 20050517 101 ^a Língua da Publicação O 102 ^a País de Publicação O 200 ^a Título e menção de responsabilidade – Título próprio O ^b Natureza do documento F [documento electrónico] ^e Título e menção de responsabilidade – Informação de outro título F ^f Título e menção de responsabilidade – Primeira menção de responsabilidade O ^g Título e menção de responsabilidade – Outras menções de responsabilidade F 210 ^a Publicação, Distribuição, etc. – Lugar da edição, distribuição, etc. O ^c Publicação, Distribuição, etc. – Nome do editor, distribuidor, etc. O ^d Publicação, Distribuição, etc. – Data da publicação, distribuição, etc. O 215 ^a Descrição física – Indicação específica da natureza do documento F 1 disco óptico 225 ^a Título próprio da Colecção O 230 ^a Documentos electrónicos – Design/Extensão F (1) 300 ^a Notas gerais F 304 ^a Notas Título/responsabilidade F (2) 327 ^a Notas de conteúdo F 333 ^a Notas utilizadores F 336 ^a Ficheiro de computador F (3) 337 ^a Notas pormenores técnicos F Requisitos do sistema (4) Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 34/72
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    510 ^a Títuloparalelo F 517 ^a Outras variantes do título F 532 ^a Título desenvolvido F 600 ^a Palavra de Ordem F ^b Outra Parte do Nome Não Tomada Para Palavra de Ordem F ^c Elementos de Identificação ou distinção F ^f Datas F 606 ^a Nome Comum Usado Como Assunto – Elemento de entrada O ^x Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão de assunto O ^y Nome Comum Usado Como Assunto – Subdivisão geográfica O ^x Subdivisão de Assunto O ^2 Código do Sistema O 2lc 675 ^a Notação O ^v Edição O ^z Língua da Edição O 700 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Palavra de ordem O ^b Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Outra parte do nome) O ^c Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de autor-pessoa física (resp. intel. principal) – Datas F 701 ^a Nome de autor-pessoa física (coresp. int. principal) – Palavra de ordem O ^b Nome de autor-pessoa física (coresp. int. principal) – Outra parte do nome O ^c Nome de autor-pessoa física (coresp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de autor-pessoa física (coresp. int. principal) – Datas F ^4 Código de função O 702 ^a Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Palavra de ordem O ^b Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Outra parte do nome não tomada para palavra ordem O ^c Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Datas F ^4 Nome de autor-pessoa física (resp. int. secundária) – Código de função 0 710 ^a Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Palavra de ordem O ^ b Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Subdivisão O ^c Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção F ^f Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Código da função F ^4 Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal – Palavra de ordem O 711 ^a Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal – Subdivisão O ^b Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção O ^c Nome de colectividade-autor (co-resp. int. principal) – Código da função F ^f Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Palavra de ordem F ^4 Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Subdivisão O 712 ^a Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Elementos de identificação ou distinção O ^b Nome de colectividade-autor (resp. int. secundária) – Código de função) F ^c Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Palavra de ordem F ^f Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Subdivisão F ^4 Nome de colectividade-autor (resp. int. principal) – Elementos de identificação ou distinção O 856 ^a Localização de documentos remotos – Host F ^b Localização de documentos remotos – Número de Acesso F ^d Localização de documentos remotos – Endereço F ^f Localização de documentos remotos – Caminho electrónico F ^g Localização de documentos remotos – Nome uniforme do recurso F ^u Localização de documentos remotos – URL F ^v (clique aqui) 966 ^a Número de Registo O ^c Número de exemplares O ^l Sigla da Instituição O BECP ^s Cota O (seguida das três primeiras letras do título, em maiúsculas) ^6 Empréstimo domiciliário O (Normalmente selecciona-se 1 (zero=emprestável) F = Facultativo O = Obrigatório (1) No campo 230, indica-se a designação e extensão de alguns tipos de materiais: ^aMultimedia interactivo; ou Dados e programas; ou Dados (2 ficheiros: 2Mb); ou Programas (1 ficheiro: 1Mb). (2) No campo 304, notas sobre a fonte do título próprio, é indicada a fonte onde é retirado o título próprio: ^aTítulo retirado da caixa do CD; ou Título retirado do ecran do computador. (3) No campo 336, nota relativa ao tipo de documento electrónico, são indicados dados adicionais sobre o tipo e extensão e extensão do doc. não indicados no campo 230: ^a Dados numéricos (estatísticas); Dados textuais (relatórios e resumos de legislação); Dados gráficos... (4) No campo 337, nota relativa aos pormenores técnicos, são indicadas as informações técnicas do documento electrónico que aparecem na fonte de informação, devendo a sua descrição obedecer a uma determinada ordem. A indicação de cada requisito distinto é separado por (;). Se o documento apresentar requisitos de sistema diferentes, por exemplo sistemas operativos distintos, podem-se registar de duas formas: em nota única, separando os requisitos apenas por ( ; ), ou, em nota separada, repetindo o campo. Esta situação também é válida quando o documento é composto por dois ou mais suportes físicos distintos com requisitos de sistema diferentes (disco electrónico e videodisco). ^aRequisitos do sistema: nome, modelo e/ou nº da máquina; quantidade de memória; nome do sistema operativo; requisitos do software (inclui linguagem de programação); periféricos necessários; modificações internas do hardware, etc. Exemplos: ^aRequisitos do sistema: configuração PC processador: Pentium a 133 MHZ; 16 MB memória RAM; 14 MB de espaço livre no disco rígido; software desenvolvido para Windows 95, 98 ou Me; ^aRequisitos do sistema: configuração Mac: 68030 mínimo Power PC; 8Mo RAM; … ^aRequisitos do sistema: leitor de videodisco, conector do cabo RS232… Em caso se dúvida, dever-se-á consultar as Informações Técnicas (Anexos 8-12)???? 9. Importação de Registos É possível fazer-se a importação de registos para o BIBLIObase, a partir do interface de pesquisa Sirius da Biblioteca Nacional http://sirius.bn.pt e de outras Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 35/72
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    bibliotecas. Acedendo aoconteúdo dos registos informáticos em formato Unimarc directo, será facilitada a incorporação dos registos no catálogo sem ter que os catalogar. Eis os passos que se deverão levar a cabo para efectuar uma cópia directa da BN para o Módulo de catalogação: 1º Abra o Word numa janela e minimize-o; 2º Aceda ao sítio http://sirius.bn.pt a partir do seu Browsre de acesso à Internet; 3º Pesquise o documento pretendido (se for uma monografia, dever-se-á procurar pelo apelido do autor); 4º Faça um clique no número que precede o registo para o ver em formato UNIMARC; 5º Seleccione todo o conteúdo do registo em formato Unimarc e copie-o para a memória (Menu Editar/Copiar); 6º Abra o Módulo de Catalogação e seleccione uma base de dados; 7º Na lista de registos fica automaticamente activa a opção “Colar Especial Marc”; 8º O registo será apresentado numa interface que permite, antes da salvaguarda, a inserção, correcção ou eliminação de campos. Neste passo, dever-se-á seleccionar a informação contida do campo 010 até ao campo 8, inclusive, e apagar o campo 095. 9º Para guardar o registo na base, basta seleccionar o ícone disponível no topo (disquete); 10º Se a origem do registo for de uma base de dados que não utiliza o formato UNIMARC (por exemplo a Biblioteca do Congresso – Marc21) antes de guardar, deve fazer-se a conversão, recorrendo à opção disponível. NOTA: Quando editar o registo através das folhas de recolha, poderá ser necessário alterar o tipo de documento, devido ao facto de essa informação não constar no registo. Se for necessário alterar o tipo de documento, deve premir-se o botão do lado direito do rato em cima do registo (lista de registos) e seleccionar a opção “Alterar tipo de documento”. Da lista deve escolher-se os códigos respectivos. Para mais esclarecimentos, veja-se o vídeo em http://www.bibliosoft.pt/suporte/movies/importacao_bn _viewlet_swf.html. 10. Política de Classificação e Indexação A indexação pressupõe dois procedimentos que não devem ser dissociados e que resultam de uma análise do documento: a Classificação e a Indexação. A indexação é a fase do tratamento documental que tem como objectivo principal permitir a pesquisa e localização dos documentos, por assunto. É por isso a operação documental mais importante da Biblioteca Escolar, visando a recuperação da informação por parte do utilizador. Esta tarefa deve ser da responsabilidade do Professor Coordenador ou da equipa por ele nomeada para o efeito. A indexação implica uma análise já não dos elementos formais (descrição física) do documento, mas do seu conteúdo informativo (assunto). A indexação, segundo a definição dada na NP 3715 é a "acção que consiste em descrever ou caracterizar um documento relativamente ao seu conteúdo, representando esse conteúdo numa linguagem documental.” É nesta fase de análise que são seleccionados os conceitos a reter e escolhidos os descritores considerados apropriados para a recuperação da informação. De acordo com a NP4036 "descritor é o "termo que se utiliza na indexação para representar um determinado conceito, por vezes chamado termo preferencial”. Operacionalização dos procedimentos de indexação: 1- Análise, do conteúdo temático/informativo do documento e consequente reconhecimento (identificação e selecção) das palavras designadas conceitos, que traduzem o assunto da informação contida no(s) documento(s) a indexar. 2- Representação dos conceitos seleccionados em linguagem documental: categorial e combinatória. ? Primeira fase: 1- Análise Requer a apreensão do conteúdo global do documento. No processo de análise deverão estar sempre presentes as seguintes premissas: - o respeito pelo pensamento do autor do documento, - os interesses e necessidades de informação pertinente do utilizador - as características e objectivos do fundo bibliográfico existente. ? Para documentos impressos/escritos, essa apreensão deve fazer-se pela leitura/análise dos seguintes elementos: título; sumário; introdução, frases dos capítulos e/ou parágrafos, gráficos, quadros de números, figuras, legendas, noções em destaque por algum artifício tipográfico, conclusão ? Para outro tipo de documentos (material não livro/documentos não impressos), a apreensão do seu conteúdo será obrigatoriamente diferente, devendo-se considerar: análise de descrições existentes, material acompanhante, ou o visionamento, audição de partes do documento e no caso dos CD-Rom’s, a sua instalação e experimentação de algumas potencialidades. Apreendido o conteúdo, identificam-se e seleccionam-se os conceitos que o possam traduzir de forma inequívoca. ? Segunda fase: 2 – Representação em linguagem documental Existem dois tipos de linguagem documental: a categorial e a combinatória. 10.1 Classificação Linguagem categorial – é aquela em que os conceitos são ordenados a priori, de acordo com um determinado assunto/tema (sendo atribuído a cada um, uma notação - indicação numérica), existindo entre eles uma relação de subordinação hierárquica. Caso das classificações divididas em classes e subclasses. A este tipo de linguagem pertence o sistema de Classificação Decimal Universal (CDU) utilizado na maioria das Bibliotecas e Serviços de Documentação. A Classificação Decimal Universal (CDU) é a mais utilizada e também adoptada em Portugal, por recomendação da Biblioteca Nacional que é a Agência Bibliográfica Nacional. No anexo 13 consta o Quadro dos Sinais/Símbolos e Auxiliares mais utilizados/importantes na CDU. A classificação é usada como linguagem comum de indexação e pesquisa por assuntos que serve para recuperar uma obra, através de pesquisa por assuntos em linguagem categorial CDU). Pretende-se com a utilização da tabela de autoridades (CDU) a arrumação das espécies documentais por áreas temáticas e a recuperação de informação por assunto. Após a análise feita, ficamos de posse dos conceitos mais importantes para determinar qual o assunto principal que ele representa e através de uma linguagem documental de tipo categórico, como a CDU (engloba todas as áreas do conhecimento numa notação numérica da classe ou subclasse do conhecimento), consegue-se a atribuição de uma notação alfanumérica (referência à notação numérica de classe ou subclasse do conhecimento, mais a utilização das três ou quatro primeiras letras do apelido do autor ou do título da obra ou da colecção) da qual resultará a cota que vai possibilitar uma arrumação das espécies documentais por áreas temáticas sem as fixar às estantes. A CDU divide-se em 10 classes (de 0 a 9) que se subdividem segundo o princípio dos números decimais. 10.2 Indexação Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 36/72
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    Linguagem combinatória -é aquela que permite a descrição do conteúdo de um documento através de termos, isto é, expressões vocabulares definidas. É uma linguagem de termos soltos (livres da frase) passíveis de serem combinados e aparece normalmente ordenada alfabeticamente, sendo exemplo os tesauros e as listas de cabeçalhos. Tesauro é definido na NP4036, como o "vocabulário de uma linguagem de indexação controlada, organizado formalmente de maneira a explicitar as relações estabelecidas a priori entre os conceitos, por exemplo relação genérica e específica”. Deste modo, o tesauro é um instrumento de indexação que utiliza uma linguagem cujos termos podem combinar-se entre si, para exprimir conceitos complexos. Normalmente, corresponde a um domínio particular do conhecimento (educação, economia, medicina, etc...), é ordenado alfabeticamente e é estruturado (através de relações: hierárquicas, de equivalência e associativas... entre os termos). Ao analisarmos o conteúdo de um documento, extraímos dele palavras da linguagem natural que consideramos os conceitos representativos desse documento. Estes, quando convertidos para a linguagem de um tesauro ou de uma lista de cabeçalhos que pode ser construída pela BE, chamam-se descritores ou termos de indexação. A sua função é descrever o conteúdo do documento, o mais rigorosamente possível, sem ambiguidades evitando por exemplo, casos de sinonímia e polissemia. Na área das bibliotecas escolares, não existe nenhum Tesauro construído, por isso as bibliotecas que já iniciaram este trabalho, normalmente vão construindo a sua própria listagem. A construção do Tesauros da BE está prevista para o próximo ano lectivo. Os conteúdos/conceitos curriculares deverão constituir termos de indexação, reforçando a acção da Biblioteca Escolar ao serviço das aprendizagens, acentuando, assim as suas funções educativa e informativa. Deste modo, organizamos a informação sob um conjunto de conceitos normalizados e ou de palavras-chave adequadas e utilizadas por um determinado público, possibilitando-lhe um acesso mais rápido ao catálogo de assuntos. A indexação é muito subjectiva, daí a discrepância do número de encabeçamentos ou descritores usados por diferentes indexadores e Bibliotecas. Portanto, embora se possam definir mais de trinta palavras-chave para cada documento, o mais normal será extrair de cada obra três conceitos que vão servir para alimentar o Catálogo de assuntos. O uso de sinónimos ou polissemia em exagero pode confundir o utilizador, provocando o chamado ruído na recuperação da informação. 11 - Cotação A classificação faz-se seguindo a Classificação Decimal Universal (CDU). Os procedimentos habituais passam, primeiro, pela leitura, na diagonal, do documento, seguindo-se a observação do índice e/ou prefácios, de modo a ter uma noção geral do(s) tema(s) do documento, para assim se fazer a classificação pelo assunto principal. O código utilizado para arrumação nas estantes é o estabelecido na Classificação Decimal Universal (CDU), adaptado ao público-alvo frequentador da Biblioteca, seguido de barra e das 3 primeiras letras do apelido do autor; no caso das obras gerais de referência, o procedimento é o mesmo, só que em vez das 3 primeiras letras do apelido do autor, utilizam-se as 3 primeiras letras que identificam a obra de referência (ex: 030/DIC, no caso de um dicionário ou 030 ENC, no caso de uma enciclopédia). No documento livro, a forma e a localização da aplicação de cotas são as seguintes: os dados anteriormente referidos são escritos numa etiqueta que se coloca na lombada, parte superior, sem que esta impossibilite a leitura de dados importantes do documento e a sua rápida localização. No documento não livro (material áudio e vídeo), os procedimentos de classificação/cotação são os mesmos. 12 - Arrumação As etapas utilizadas na biblioteca são as seguintes: 1º Identificar os grandes temas do documento; 2º Seguir as grandes divisões da CDU (Guia de Utilizador/CDU simplificada para cotação/arrumação (v. Anexo 14) 3º Arrumar o documento obedecendo aos títulos que identificam as estantes e prateleiras. Este é arrumado pela cota (notação da CDU) e alfabeticamente, pelo apelido do autor. 4º As estantes têm a indicação das grandes classes da CDU, havendo ainda subdivisões que se consideraram as necessárias em função do fundo documental existente e o público utilizador da Biblioteca. 5º A colocação de fundos nas estantes obedece ainda ao seguinte critério: da esquerda para a direita e de cima para baixo. 6º O material não livro é arrumado em estantes próprias, bem como os periódicos e revistas, respeitando-se em ambos os documentos os títulos que identificam as estantes e as prateleiras. A arrumação do material não livro é feita por ordem alfabética do título. Por razões de segurança/preservação do material não livro, apenas estão expostos aos utilizadores os invólucros dos mesmos. O utilizador preenche a respectiva Ficha de Requisição e, após a sua utilização, devolve o material requisitado, procedendo-se de imediato à “baixa” do registo. A breve prazo irá implementar-se o módulo de circulação e empréstimo com a leitura de dados através de código de barras dado que o nosso sistema dispõe desta potencialidade. 13 - Arquivo/Difusão Existe arquivo/depósito, não estando rigidamente organizado. Assim: • Os manuais escolares são encaminhados para a Sala de Estudo, sempre que estejam desactualizados e se verifique falta de espaço na estante; • As publicações periódicas são abatidas após um mês da sua publicação, estando um colaborador da Biblioteca responsável por organizar dossiers de recortes de imprensa e/ou dossiers temáticos; • As formas de difusão de informação utilizadas na biblioteca são expositor de novidades, Guia de Utilizador, listas bibliográficas, de forma verbal através do Conselho Pedagógico com posterior divulgação aos Departamentos, prevendo-se também o recurso à página Web da escola, que se encontra em fase de construção. • Exposições temáticas, pacotes itinerantes pelas escolas do 1º CEB. BIBLIOGRAFIA de REFERÊNCIA ALMEIDA, Ana Cristina, ed. lit. ; SANTOS, Manuela, ed. lit. - CDU: Classificação Decimal Universal: tabela de autoridade. 3ª ed. Lisboa: B.N., 2005. ISBN 972- 565-395-5 ARIZONA STATES LIBRARY, ARCHIVES AND PUBLIC RECORDS, Selection of Library Resources, in Collection Development Training (CDT), disponível em http://www.dlapr.lib.az.us/cdt/selection.htm [acedido em 23.1.06] BIBLIOTECA NACIONAL – Indexação. Terminologia e controle de autoridades (Manual). Org. e selecção Manuela Santos. Lisboa: BN: Ministério da Cultura, 2003. (Publicações Técnicas). ISBN 972-565-366-1. BLANC-MONTMAYEUR, Martine; DANSET, Françoise – Lista de Cabeçalhos de Assunto para Bibliotecas. Lisboa: Caminho, 1999. CARVALHO, Rosa; ROLO, Conceição- Técnicas de documentação. Lisboa: Direcção Geral dos Ensinos Básico e Secundário, D.L.1993.4 vol. GUSMÃO, Armando Nobre de, coord. ; CAMPOS, Fernanda Maria Guedes de,; SOTOMAIOR, José Carlos, - Regras portuguesas de catalogação. 3ª reimp. Lisboa: Biblioteca Nacional, 2000.2 v. - Vol. 1: Cabeçalhos, descrição de monografias, descrição de publicações em série. ISBN 972-565-242-8 HOLT, Brian P., ed. lit. ; MAC CALLUM, Sally H., ed. lit. ; LONG, A. B., ed. lit. ; CAMPOS, Fernanda Maria Guedes de, ed. lit. - Manual Unimarc. Ed. em língua portuguesa. Lisboa : Bib. Nacional, 1989-1990. 2 v. ISBN 972-565-079-4 Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 37/72
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    HORA, Isabel Piteirada - Organizar para despertar o desejo de aprender: a biblioteca escolar: regras para o tratamento da documentação. Lisboa: Instituto de Inovação Educacional, 1995. IFLA - ISBD (NBM) : descrição bibliográfica internacional de material não livro. Ed. rev. Coimbra: SIIB-Centro, 1990. IFLA - ISBD(M): Descrição bibliográfica internacional normalizada para as publicações monográficas: revisão de 2002. Lisboa: Jostis, 2005. ISBN 972-99550- 0-X IFLA- Internacional Federation Of Library Associations and Institucions, Family of ISBDs: PUBLICATION LIST, 2005, disponível em http://www.ifla.org/VI/3/nd1/isbdlist.htm [acedido em 19.1.06] IFLA- Internacional Federation Of Library Associations and Institucions - ISBD (M): Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada para as Publicações Monográficas, rev.2002, Tradução portuguesa da versão original inglesa, disponível em http://www.ifla.org/VI/3/nd1/isbdM-pt.pdf [acedido em 23.1.06] NP 3715. 1989, Documentação – Método para a análise de documentos, determinação do seu conteúdo e selecção de termos de indexação. Lisboa: IPQ. NP 4036. 1992, Documentação – Tesauros monolingues: directivas para a sua construção e desenvolvimento. Lisboa: IPQ. NP 405-3: 2000: Informação e documentação. Referências bibliográficas. Caparica: Instituto Português de Qualidade, 2002. PESSOA, Ana Maria - A Biblioteca Escolar: Organização para uma pedagogia diferente do 1º Ciclo do Ensino Básico ao final do ensino Secundário. 1ª ed. Porto: Campo das Letras, 1994. Política de descrição documental. Manual de procedimentos de catalogação. Lisboa: 2005. [consult. 21 Julho 2005]. Disponível em URL: http://rcbp.iplb.pt/ PORTILHEIRO, Joaquim; RODRIGUES, Júlio Vaz – Classificação e Cotação de Documentos Audiovisuais em Bibliotecas de Leitura Pública, In Congresso Nacional de Bibliotecários Arquivistas e Documentalistas, 5, Lisboa 1994 – Multiculturalismo: actas. Lisboa: BAD, 1987, vol.I, p.221-259, disponível em http://www.iplb.pt [acedido em 23.1.06] PORTUGAL. Ministério da Cultura. Biblioteca Nacional -C.D.U: Classificação Decimal Universal: Tabela de Autoridade. 3ª Edição. Lisboa, 2005 PORTUGAL. Ministério da Cultura. Instituto Português do Património Cultural - Regras Portuguesas de Catalogação. Lisboa: Instituto Português do Património Cultural. Departamento de Bibliotecas, Arquivos e Serviços de Documentação. 1934. 1º vol. NOVIDADE: está já ao dispor da comunidade escolar um processo de rápida pesquisa, por computador, dos documentos da BE/CRE que se encontram informatizados. Procedimentos a tomar: - abrir o documento «OPAC», no Ambiente de Trabalho; - de seguida, clicar na lupa onde diz: “Para iniciar uma sessão de pesquisa prima aqui”; - aparece uma página de registo de dados, que permitirá proceder à pesquisa. Com o preenchimento de qualquer dos campos, nessa página, poder-se-á, por exemplo, sondar se determinada obra existe na Biblioteca (desde que esteja já catalogada), quais os livros aí existentes da autoria de determinado escritor - através de registo do nome deste (iniciando pelo sobrenome, vírgula, seguida do nome próprio)... HORÁRIO DA BIBLIOTECA: das 8:40h às 17:15h. Aberta à hora do almoço. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTANHEIRA DE PERA Escola E.B. 2,3 Dr. Bissaya Barreto PLANO DE ACTIVIDADES DA BIBLIOTECA ESCOLAR - 2009/2010 ACTIVIDADES AO NÍVEL DA GESTÃO E ORGANIZAÇÃO OBJECTIVOS DINAMI-ZADORES DESTINA-TÁRIOS CALEN-DARIZ. RECURSOS MATE-RIAIS VER- BA . Elaboração do Plano de Actividades da BE/CRE, do Plano de Acção da Biblioteca 2009-2013 e do organograma com as tarefas dos elementos da equipa da BE. . Criar um plano de trabalho, para o corrente ano lectivo, ao nível da organização - visando criar serviços de qualidade - e da animação cultural da Biblioteca, procurando o envolvimento de toda a comunidade escolar (e, sempre que possível, da comunidade local). . Estabelecer metas importantes a atingir, nos vários campos de acção, no prazo de quatro anos. Coord. B.E. com a colaboração da equipa. Comunidade escolar. Set. Papel, compu-tador, impressora e fotocó-pias. ----- . Aquisição prolongada de alguns periódicos que a Escola/BE já adquiria (Bravo, Visão Júnior, Zona Y), acrescendo outros títulos: Professores, The Teacher’s Magazine, ONSK8 e Futebolista. . Estimular nos alunos o prazer de ler. . Ocupar os seus tempos livres. . Proporcionar fontes de informação diversificada. Coord. B.E. Comunidade escolar. Set. Periódicos a adquirir na papela- ria local. 130 euros (ano) . Coordenação no processo de selecção e aquisição de novo fundo documental, a partir da verba atribuída ao Agrupamento (1000 euros), pelo “Plano Nacional de Leitura”, destinado às salas do Pré-Escolar, 1º e 2º Ciclos. . Dar prossecução ao Plano Nacional de Leitura e assegurar meios de promoção da leitura, de trabalho e estudo. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 38/72
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    Coord. B.E., coma colabora- ção das colegas. Pré-escolar, 1º e 2º Ciclos. Set. Internet, catálogos, livros… ----- . Instalação de mais computadores para os alunos. . Dotar adequadamente a BE/CRE de equipamento, de forma a responder às necessidades dos alunos, que afluem bastante à Zona da Informática para desenvolverem trabalhos escolares. Equipa da BE, direcção da Escola, Coordenador TIC. Agrupa- mento. ? Compu-tadores. ----- . Continuação do trabalho de indexação, colocação de cotas, número de registo e arrumação de fundo documental. . Continuação do processo de informatização em Bibliobase do fundo documental existente (à excepção do que se encontra em arquivo). . Disponibilização do catálogo on-line (OPAC, página do Agrupamento) . Organizar e gerir a biblioteca escolar de acordo com padrões profissionais. . Facilitar a localização e consulta de documentos. . Favorecer a constituição de conjuntos documentais organizados em função de diferentes temas. . Facultar um catálogo informático, do fundo documental existente na BE., aos utentes. Equipa da BE. Comunid. escolar/ utentes da BE. Ao longo do ano. . Actualizações do «Manual de Procedimentos». . Registar, para consulta e orientação posterior, uma série de normas de procedimento relativas à organização e gestão da nossa B.E. Coord. e equipa da BE. Equipas de trab. da B.E. Ao longo do ano. Compu-tador. ----- . Levantamento de necessidades da BE/CRE relativamento a fundo documental livro e não livro, incluindo o solicitado pelos alunos e Departamentos Curriculares, jogos didácticos e de concentração, auscultadores. Aquisição dos mesmos. . Despesas correntes. . Possibilitar um maior acesso a um leque diversificado de fundo documental em diversos suportes, cada vez mais adequado às necessidades das diferentes disciplinas, áreas, projectos, e de acordo com os interesses dos alunos. . Optimizar os serviços e permitir a realização de algumas actividades no âmbito do Plano Anual. . Modernizar a B.E., colocando-a ao nível das restantes bibliotecas integradas na Rede há mais tempo, bem como de outras bibs. Públicas. Coord. BE. e órgão de gestão. Comunid. escolar/ utentes da BE. Em data oportu-na. Fundo docu-mental livro e não livro; equipa- mento. 750 euros. . Criação dos Amigos da BE, alunos que se disponibilizam para colaborar com a equipa e funcionária, desenvolvendo tarefas várias de apoio na BE. . Ocupar os alunos nos tempos livres e fazê-los sentirem-se úteis. . Criar neles o gosto pelos livros, pelas bibliotecas. . Adquirir conhecimentos ao nível da organização de uma biblioteca, entre outros. Equipa trab. BE Alunos/ Comunidade escolar. Ao longo do ano. ------- ----- . Atribuição de prémios em concursos da BE. . Criar estímulos para a prática da leitura recreativa. . Recompensar os mais esforçados. Coord. BE. Alunos do 2º e 3º Ciclos. Por altura dos concursos. Livros e/ou material escolar. 70 euros. . Trabalho de optimização dos espaços e dos serviços. . Contínua verificação e manutenção de todo o material e equipamento. . Tornar a Biblioteca um espaço cada vez mais convidativo e acolhedor. . Facilitar a localização e consulta de documentos. . Proporcionar aos utentes meios para uma plena utilização da BE/CRE. Func. / Coord. B.E. Utentes da BE. Ao longo do ano. ------- ? . Realização de reuniões: ?com alguma regularidade: com a equipa e com os orgãos de gestão; ?pontuais: com outros coordenadores, bibliots., Grupo de Trabalho Interconcelhio e Concelhio... . Desenvolver um trabalho concertado entre vários elementos / entidades, de forma a obter uma boa organização da B.E. e uma prestação de meios e serviços cada vez melhor, mais adequada (dentro de deteminadas linhas orientadoras), tendo em vista o utilizador. Coord. BE. e outros. Comunidade escolar. Ao longo do ano. ------- ----- . Continuação do trabalho de intercâmbio com outras entidades, bibliotecas, nomeadamente, com a B.M. e Centro Comunitário. . Realizar um trabalho em equipa, tendo sempre como base a melhoria ao nível da organização e prestação de serviços da Biblioteca. . Articular ao nível da animação cultura. Coord. BE. Comunidade escolar / utentes. Ao longo do ano. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 39/72
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    ------- ----- . Distribuição dedicionários da Biblioteca, de língua portuguesa e estrangeira, pelas salas do Bloco B. . Promover o uso correcto do dicionário. . Alargar o vocabulário. . Promover a literacia. Coord. BE. Alunos do 3º Ciclo. Ao longo do ano. Dicionários. ----- . Assuntos de expediente (mails, ofícios, entre outros...) . Tratamento de dados estatísticos (relativos à frequência da Biblioteca, consulta de documentos e requisições...). . Dar resposta a solicitações externas, nomeadamente da Rede de Bibliotecas Escolares e da DREC. . Avaliar os pontos fortes e fracos da B.E., ao nível de todos os recursos. Coord. BE. e func. RBE / ME. DREC Escola. Ao longo do ano. ------- ----- . Preenchimento de grelhas várias, nomeadamente as de avaliação dos serviços, funcionamento e recursos existentes na B.E. . Dar resposta a solicitações externas, nomeadamente da Rede de Bibliotecas Escolares e da DREC. . Avaliar os pontos fortes e fracos da B.E., ao nível de todos os recursos. Coord. BE e func. RBE/ ME/ DREC / Escola. Ao longo do ano. ------- ----- ACTIVIDADES AO NÍVEL ... DA ARTICULAÇÃO COM OS DEPARTAMENTOS CURRICULARES E OUTRAS ESTRUTURAS PEDAGÓGICAS / DO APOIO AO CURRÍCULO / DA LITERACIA DA INFORMAÇÃO OBJECTIVOS DINAMI-ZADORES DESTINA-TÁRIOS CALEN-DARIZ. RECURSOS MATERIAIS VERBA . Dinamização da actividade «À Descoberta da Biblioteca» - visita guiada, pela professora bibliotecária, com os alunos do 5º ano. . Aproximar os alunos da realidade Biblioteca/ Centro de Recursos: organização, materiais ao dispor, funcionamento, normas a adoptar... . Divulgar a organização dos espaços e do fundo documental; os serviços e o modo de funcionamento da B.E. . Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização (adequada) dos recursos aí existentes. . Proporcionar meios adequados de planificação de trabalho e estudo. Coord. B.E. Alunos do 5º ano. Set. Guião/ guia do utilizador; R.I., fotocó-pias… ----- . Exposições temáticas, na BE/CRE, de fundo documental – didáctico e ludico-didáctico . das diversas áreas disciplinares e não disciplinares. . Actualização e disponibilização, aos Departamentos, de listagens desses documentos da BE. . Divulgar o fundo documental existente na B.E. . Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização dos recursos aí existentes. . Proporcionar meios adequados de (planificação) de trabalho. Equipa da BE. Professores e alunos. Ao longo do ano. Compu-tador e fotocópias. ----- . Disponibilização do catálogo (do material livro da BE) em rede, para toda a comunidade – através do módulo OPAC e do site do Agrupamento. . Proporcionar um melhor e mais rápido acesso ao catálogo dos documentos da BE/CRE. Equipa/ Prof. TIC Comunidade escolar. Ao longo do ano. Compu- Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 40/72
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    tadores. ----- . Animação deexpositores, na Sala dos Professores, com informação vária, nomeadamente, actividades culturais na BE... (no placard) e com documentos de apoio aos currículos, em sistema de rotatividade, para divulgação/requisição . Divulgação de revistas de apoio aos professores, na Sala dos Profs., como Professores, The Teacher’s Magazine, Visão Júnior e Super Interessante. . Divulgar o fundo documental existente na B.E. . Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização dos recursos aí existentes. . Proporcionar meios adequados de (planificação) de trabalho. Coord. BE. Professores do Agrupamento Ao longo do ano. Livros e revistas da BE/CRE ----- . Disponibilização de dicionários para as salas de aula do Bloco B. . Tornar mais acessível o uso do dicionário, em contexto de sala de aula, como meio de alargamento e enriquecimento vocabular. Coord. BE. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Dicionários em língua portuguesa e estrangeira. ----- . Dinamização, na Biblioteca, do “Cantinho das Línguas”, com materiais diversos em língua estrangeira. . Organização de dossiês com fichas lúdico-didácticas de Inglês e Francês para o “Cantinho”. . Motivar para o estudo das línguas estrangeiras – Francês e Inglês. . Proporcionar uma aprendizagem destas línguas através de recursos lúdicos. Coord. BE. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Jogos, livros, dossiês com fichas de trab., CDs, DVDs, revistas, posters.. ----- . Organização de um dossiê, para o “Cantinho das Línguas”, com material de apoio a Língua Portuguesa (leitura e escrita), bem como a Estudo Acompanhado, aulas de Apoio, Substituição... . Facultar instrumentos de trabalho aos docentes. . Desenvolver nos alunos competências, nomeadamente, de leitura, oralidade, funcionamento da língua e escrita. Coord. BE. Comunidade escolar. 3º período. Dossiê e fotocópias. ------ . Organização de um dossiê com material de apoio à elaboração de trabalhos de pesquisa. . Promover a literacia da informação. . Proporcionar aos alunos orientações para a organização/ apresentação de trabalhos de pesquisa. Coord. BE e prof. Margarida Freire. Alunos do Agrupamento. 3º período. Dossiê, fotocópias, power point. ------ . Circulação de Pacotes Itinerantes pelas escolas do 1º Ciclo do Agrupamento, com material lúdico-didáctico. . Proporcionar os meios para o desenvolvivento das competências dos alunos e aumento do sucesso escolar. . Desenvolver hábitos de leitura. Coord. BE. Alunos e professores do 1º Ciclo. Ao longo do ano. Caixas e fundo docu-mental variado. ----- . Itinerâncias de fundo documental com a Biblioteca Municipal. . Proporcionar os meios para o desenvolvivento das competências dos alunos e aumento do sucesso escolar. . Desenvolver hábitos de leitura. . Alargar a oferta, em termos de diversidade de género de documentos e ao nível da variedade de género de livros. BE e BM. Comunidade escolar. 2º período Caixas e fundo docu-mental variado. ----- . Apoio a alunos, nomeadamente, ao nível da selecção de documentos, pesquisa e tratamento da informação. . Proporcionar aos alunos meios para um desenvolvivento das competências e aumento do sucesso escolar. . Desenvolver, nos alunos, competências e hábitos de trabalho, nomeadamente, na consulta, tratamento e produção da informação. . Contribuir para a literacia da informação. Prof. inf. e restante equipa. Alunos / utentes. Ao longo do ano. Compu-tadores. ----- . Distribuição de dicionários da Biblioteca, de língua portuguesa e estrangeira, pelas salas do Bloco B. . Promover o uso correcto do dicionário. . Alargar o vocabulário. . Promover a literacia. Coord. BE. Alunos do 3º Ciclo. Ao longo do ano. Dicionários. ----- . Colaboração com o Projecto Para a Saúde na montagem de exposição alusiva ao tema “Saúde” e “Educação Sexual”. . Promover comportamentos saudáveis isentos de riscos. . Promover a leitura informativa. Coord. do P.P.S., Carla Lopes, e Coord BE. Comunidade escolar. 30 de Nov. Livros, DVDs, desdobráveis, folhetos informativos, preservativos. ----- Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 41/72
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    . Concurso “CaçaCientistas. . Conhecer nomes e feitos de destaque ligados às Ciências Físico-Químicas. . Promover a pesquisa autónoma e a leitura de textos informativos. Profs. Clara Guiné e Paulo Pinto. Alunos do 2º e 3º Ciclos. Ao longo do ano. Cartazes p/a divulgação da activ. e fundo doc. ----- . Apresentação de uma dramatização, «O Bolinhas», sobre o bullying e distribuição de desdobráveis informativos alusivos ao tema. . Comemorar o Dia Escolar da Não Violência e da Educação para a Paz. . Chamar a atenção para um problema que atinge proporções cada vez maiores. . Levar as pessoas a reflectir sobre esta questão. Atelier do teatro. Comunidade escolar. 29 de Janeiro. Desdobráveis, etc... A cargo do atelier. . Presença da professora bibliotecária no Conselho Pedagógico como representante da BE/CRE. . Transmitir informações úteis relativas a recursos, entre outras... . Proporcionar a articulação entre a BE/CRE, os Departamentos e outras estruturas pedagógicas. ----------------- ----------------- Ao longo do ano. ------- -------- . Auscultação, por parte da mesma, de propostas de aquisição de fundo documental, feitas pelos alunos, docentes e restante comunidade escolar – nomeadamente, através da Caixa de Sugestões (na BE/CRE), do Conselho Pedagógico, de reuniões de Departamento... . Dotar a BE/CRE de fundo documental variado e de acordo com os interesses e necessidades de todo o Agrupamento. . Prestar um apoio adequado aos currículos. Coord. BE. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Caixa de suges-tões… ----- . Auscultação de necessidades específicas de formação. . Proporcionar formação adequada aos elementos da equipa da BE. Coord. BE. Equipa da BE/ Agrupam. 1º perº. ------- ----- . Ciclo de cinema: passagem rotativa de filmes de qualidade – de ficção e roteiros turísticos (em português, inglês e francês) na última semana de aulas. . Promover a leitura. . Proporcionar momentos de lazer associados à cultura. . Articular com o Departamento de Línguas. Coord. BE Comunidade escolar. De 14 a 18 de Junho. DVDs, VHS, CDROMs. --------- ACTIVIDADES AO NÍVEL DA ANIMAÇÃO CULTURAL / PROMOÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA (Em articulação com a comunidade escolar e outras pessoas/entidades) OBJECTIVOS DINAMI-ZADORES DESTINA-TÁRIOS CALEN-DARIZ. RECs. MATE-RIAIS VERBA . Dinamização da actividade «À Descoberta da Biblioteca» - visita guiada, pela professora bibliotecária, com os alunos do 5º ano. . Aproximar os alunos da realidade Biblioteca/ Centro de Recursos: organização, materiais ao dispor, funcionamento, normas a adoptar... . Divulgar a organização dos espaços e do fundo documental; os serviços e o modo de funcionamento da B.E. . Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização (adequada) dos recursos aí existentes. . Proporcionar meios adequados de planificação de trabalho e estudo. Coord. B.E. Alunos do 5º ano. Set. Guião/ guia do utiliza-dor; fichas de avaliação da actividade… ----- . Comemoração de diversas efemérides – de Outubro a meados de Junho – em articulação com os Departamentos, com destaque para as comemorações do “Mês Internacional da Biblioteca”, contando com diversas dinâmicas a divulgar, nomeadamente, entre outras... - concursos; - apresentação de histórias, em teatro de fantoches e espectáculo de sombras (pelas animadoras da Biblioteca Municipal de Figueiró dos Vinhos); - encontro com a nova escritora infanto-juvenil, Margarida Almeida, que fará a apresentação/lançamento dos seus livros, bem como com a ilustradora Márcia Santos. . Comemorar datas importantes/festivas. . Alargar saberes em vários domínios. . Desenvolver competências, nomeadamente, de leitura. . Sensibilizar para aspectos do património cultural. . Proporcionar momentos de lazer associados à cultura. . Organizar actividades que favoreceçam a consciência e a sensibilização para as questões de ordem cultural e social. . Criar e manter nos mais novos o hábito e o prazer da aprendizagem e da utilização das bibliotecas ao longo da vida. . Proporcionar actividades que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 42/72
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    Coord. e restanteequipa. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Outubro. Livros, papel, placards fantocheiro, foco de luz, lençol ... ---------- . Animação da “árvore das quatro estações” com textos do património cultural. . Divulgar textos literários e do nosso património cultural de forma lúdica. Marisa Filipe. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Tronco de árvore com ramos; papel. ---------- . “Hora do Conto”, com a apresentação de contos, pequenas dramatizações, divulgação de poesia, contando com a colaboração da comunidade escolar e local, nomeadamente, com Encarregados de Educação e a intervenção das “avós”, com as histórias locais, tradicionais, com o Centro Comunitário, a B.M. de Figueiró, Ansião, entre outros... . . Organizar actividades que favoreceçam a consciência e a sensibilização para as questões de ordem cultural e social. . Proporcionar actividades que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer. . Promover a leitura e a escrita. . Divulgar livros e autores. . Dinamizar a B.E. de forma a entender-se como um espaço ludico-didáctico. . Permitir que os alunos associem a leitura, os livros e a frequência das bibliotecas à ocupação dos tempos livres. . Desenvolver o interesse pela cultura nacional e universal. . Estabelecer uma relação Escola/Meio. Coord., com a interven- ção da restante equipa, professo- res, nomeada- mente do Departa-mento de Línguas, e restante comunid. escolar; outros. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Livros, bonecos, fantocheiro, computador e projec-tor… -------- . Dinamização dos “Pacotes Itinerantes” pelas escolas do 1º Ciclo. . Itinerâncias de fundo documental com a Biblioteca Municipal. . Serviço de empréstimo de docs (de particulares). . Proporcionar os meios para o desenvolvivento das competências dos alunos e aumento do sucesso escolar. . Desenvolver hábitos de leitura. . Alargar a oferta, em termos de diversidade de género de documentose ao nível da variedade de género de livros. Coord. BE e BM. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Caixas e fundo docu-mental variado. ----- . Realização de concursos de promoção da leitura e da escrita, em articulação com os docentes de Língua Portuguesa, como: - o “Concurso Nacional de Leitura”; - “Ler é...”; - “História Rasgada”. . Promover a leitura. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 43/72
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    . Desenvolver competênciasao nível da leitura e da escrita. . Divulgar textos, de alunos, com criatividade. Elementos da equipa da BE: Coordª., Marisa Filipe, Margarida Freire, Isilda Acúrcio. Alunos do 2º e 3º Ciclos. Ao longo do ano. Livros, papel, fotocó-pias, papel crepe… ----- . Dinamização de actividade de divulgação de autores e livros: “À Volta dos Livros”. . Promover a leitura e a escrita. . Divulgar livros e autores. Isilda Acúrcio. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Livros, papel, fotocs… ----- . Dinamização da actividade de divulgação de livros de estimação “Livros Com Afecto”. . Promover a leitura e a escrita. . Envolver toda a comunidade escolar em actividades da BE. Coord. BE. Comunidade escolar. 2º e 3º períodos Mini-fichas de leitura, cartolina, impressões. --------- . Exposições: - exposições temáticas, de trabalhos de alunos, com a colaboração dos professores das várias disciplinas; - divulgação do fundo documental, por áreas, em expositores. . Envolver os alunos (e restante comunidade) em projectos de trabalho que os alicie, lhes permita trabalhar em grupo e desenvolva capacidades. . Promover a autoestima dos alunos, através da exposição/ divulgação dos seus trabalhos. . Divulgar o fundo documental existente na B.E. . Sensibilizar para a frequência da B.E. e utilização dos recursos aí existentes. . Proporcionar meios adequados de (planificação) de trabalho. Equipa da BE/ professores. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Trabalhos de alunos em vários supor tes; fundo docu-mental. ----- . Dinamização da Semana da Leitura 2010, (Plano Nacional de Leitura/Ler+), com actividades diversas de promoção do livro e da leitura: - “Hora do Conto”, contando com professores, funcionários e elementos da comunidade local; - encontro com a jovem escritora Madalena Santos; - exposições de trabalhos; - exploração da Biblioteca Digital e do CD “Todos Podem Ler+ em Família”, do PNL; - “Vêm aí os Alfarrabistas III”; - sessões de cinema e audição de CDs. . Sensibilizar para a importância da leitura. . Promover o livro e a leitura e desenvolver competências neste domínio. . Proporcionar momentos de lazer associados à cultura. . Envolver os alunos (e restante comunidade) em projectos de trabalho que os alicie, lhes permita trabalhar em grupo e desenvolva capacidades e saberes. . Dinamizar a B.E. de forma a entender-se esta como um espaço ludico-didáctico. . Estabelecer uma relação Escola/Meio. . Angariar fundos para a aquisição de documentos necessários. Coord. BE., contando com a colabora- ção de profs., alunos, funcs. e outros elementos da comunidade local e convids. Comunidade escolar. De 1 a 5 de Março Livros, DVDs, CDs e outros recursos diversos. -------- . Concurso “Caça Cientistas. . Conhecer nomes e feitos de destaque ligados às Ciências Físico-Químicas. . Promover a pesquisa autónoma e a leitura de textos informativos. Profs. Clara Guiné e Paulo Pinto. Alunos do 2º e 3º Ciclos. Ao longo do ano. Cartazes p/a divulgação da activ. e fundo doc. ----- . Criação de um blog da BE, conjuntamente com alunos, aplicando um logótipo criado igualmente por alunos. . Criar um espaço de encontro dos frequentadores da BE. . Divulgar informação. . Trocar ideias e esclarecer dúvidas. . Desenvolver competências nos alunos. Professor TIC e alunos. Comunidade escolar e local. 2º e 3º períodos. Computadores. --------- . Sessão com profissionais locais/encarregados de educação – “Ofícios e Vocações”, contando com a presença de um ex-latoeiro, ex-resineiros, uma ex- cerzideira, um agricultor/apicultor, igualmente falante de laínte, uma gíria local – a terminar ao som do acordeão, tocado por aluno do 5º ano. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 44/72
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    . Alargar conhecimentosrelativos ao nosso património cultural. . Aproximar os alunos da realidade local e profissional. . Formar para a cidadania. Coordenadora BE. Comunidade escolar. 14 de Maio. Máquina fotog. e outros. --------- . Colaboração com o Jornal Escolar, com as páginas da BE, para divulgação da BE e de algumas das dinâmicas aí desenvolvidas. . Sensibilizar para a importância da BE. . Divulgar serviços, fundo documental, actividades da BE, entre outras. Coordenadora BE. Comunidade escolar e local. Maio. ----------- ---------- . Ciclo de cinema: passagem rotativa de filmes de qualidade – de ficção e roteiros turísticos (em português, inglês e francês) na última semana de aulas. . Promover a leitura. . Proporcionar momentos de lazer associados à cultura. . Articular com o Departamento de Línguas. Coord. BE Comunidade escolar. De 14 a 18 de Junho. DVDs, VHS, CDROMs. --------- ACTIVIDADES NO ÂMBITO DO PLANO NACIONAL DE LEITURA OBJECTIVOS DINAMI-ZADORES DESTINA-TÁRIOS CALEN-DARIZ. RECs. MATE-RIAIS VERBA . Coordenação do processo de selecção e aquisição de livros, na sequência da atribuição da verba de 1000 euros pelo Plano Nacional de Leitura, destinada ao Pré-Escolar, 1º e 2º Ciclos. . Apetrechar as salas de aula, dos referidos ciclos, de livros para leitura recreativa e orientsda. . Promover a leitura e desenvolver esta competência nas crianças. Coordenadora. Crianças da Pré, 1º e 2º Ciclos do Agrupamento 1º perº. Máquina calculadora, papel, internet, livros… ----- . Circulação de Pacotes de Livros pelas salas da Pré, 1º, 2º e 3º Ciclos. . Promover a leitura e desenvolver esta competência nas crianças e jovens. Coordenadora. Crianças da Pré, 1º e 2º Ciclos do Agrupamento 1º perº. Caixa e livros. ----- . Promoção de leitura recreativa seguida de actividades como a apresentação/divulgação de livros (exposições orais) em contexto de sala de aula – Estudo Acompanhado (sob proposta da BE) e Língua Portuguesa – no 2º e 3º Ciclos. . Divulgar livros e promover a leitura. . Desenvolver nos alunos competências de leitura e expressão oral. BE e docentes da Escola (E.A. e L.P.) 2º e 3º Ciclo. Ao longo do ano. Livros… ----- . Apresentação de projecto/candidatura ao Plano Nacional de Leitura – 3º Ciclo. . Apetrechar as salas de aula do 3º Ciclo de livros para leitura recreativa e orientsda. Coord. BE. 3º Ciclo. 1º perº. Comp. -------- . Participação em passatempos de leitura/escrita e concursos como o “Concurso Nacional de Leitura 2009-2010” (PNL) – 1ª e 2ª Fases . Promover a leitura e a escrita. . Envolver os alunos em actividades a nível interno, distrital e, eventualmente, nacional. Coord. BE e docente de Língua Portuguesa (3º Ciclo). Alunos do 3º Ciclo. 2º e 3º perº. Livros, fots… Transporte/ida e volta/ Pombal. -------- . Dinamização da Hora do Conto, na BE, contando com os Pais Contadores de Histórias, bem como de encontros com escritores. . Proporcionar actividades que possibilitem a aquisição de conhecimentos, a compreensão, o desenvolvimento da imaginação e o lazer. . Promover a leitura e a escrita. . Divulgar livros e autores. . Dinamizar a B.E. de forma a entender-se como um espaço ludico-didáctico. . Aproximar os Enc. de Ed. da escola. Coord. BE e pais /E. Ed. Comunidade escolar. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 45/72
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    Ao longo doano. Livros, bonecos, fantocheiro, computador e projec-tor… -------- . Outras (v. Domínio anterior). AVALIAÇÃO OBJECTIVOS DINAMI-ZADORES DESTINA-TÁRIOS CALEN-DARIZ. RECs. MATE-RIAIS VERBA . Caixa de Sugestões. . Auscultar a opinião dos utilizadores relativamente aos serviços, sugestões de documentos a adquirir, de forma a proporcionar uma biblioteca de qualidade. Coord. e funcª. Comunidade escolar. Ao longo do ano. Peq. caixa. ----- . Aplicação dos Inquéritos de Avaliação da Biblioteca aos utilizadores, sobre o serviço, funcionamento da BE/CRE, actividades desenvolvidas... . Auscultar a opinião dos utilizadores relativamente aos serviços, de forma a proporcionar uma biblioteca de qualidade. Coord. BE Comunidade escolar. Ao longo do ano. Fotocópias. ----- . Auscultação oral dos utentes. “ “ “ “ “ “ “ “ Coord., equipa BE… Comunidade escolar. Ao longo do ano. ------- ----- . Preenchimento de grelhas e fichas de registos (requisições, frequência...), a preencher pelos utilizadores, Coordenadora e funcionária da BE. . Ser avaliado o nível de frequência, utilização, qualidade do serviço e funcionamento da BE, passando pelos recursos materiais e humanos... Coord. BE., funcionária e utilizadores. RBE Ao longo do ano. Fotocópias -------- . Preenchimento de inquéritos e grelhas várias de avaliação, em vários domínios, a preencher pela professora bibliotecária on-line (Rede). . Ser avaliado o nível de qualidade do serviço e funcionamento da BE, passando pelos recursos materiais e humanos. Coord. BE. e funcionária. RBE Ao longo do ano. Comp. -------- . Elaboração de relatórios de actividades. . Elaboração do Relatório final de Avaliação da Biblioteca. . Dar a conhecer o trabalho desenvolvido, destacando os pontos fortes e fracos da BE, visando a melhoria dos serviços e do trabalho cooperativo. Coord. BE. RBE e Conselho Executivo. Final de ano lectivo. Comp. ----- TOTAL:950e Documentos de funcionamento e dinamização da BE (Actas/ registos de reuniões/ contactos, registos de projectos/ actividades realizados, estatísticas da BE, materiais de apoio produzidos e editados, catálogo e outras ferramentas utilizadas, resultados de avaliação da colecção, outros) -- Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 46/72
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    Secção C Domínio A.Apoio ao desenvolvimento curricular A.1. Articulação curricular da BE com as estruturas de coordenação educativa e supervisão pedagógica e os docentes Nível obtido -- Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio. -- Ano de incidência da auto-avaliação. -- Data de apresentação ao Conselho Pedagógico. -- Recomendações do Conselho Pedagógico -- A.2. Promoção das literacias da informação, tecnológica e digital Nível obtido -- Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio. -- Ano de incidência da auto-avaliação. -- Data de apresentação ao Conselho Pedagógico. -- Recomendações do Conselho Pedagógico -- Domínio B. Leitura e literacia Nível obtido -- Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio. -- Ano de incidência da auto-avaliação. -- Data de apresentação ao Conselho Pedagógico. -- Recomendações do Conselho Pedagógico -- Domínio C. Projectos, parcerias e actividades livres e de abertura à comunidade C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular Nível obtido -- Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio. -- Ano de incidência da auto-avaliação. -- Data de apresentação ao Conselho Pedagógico. -- Recomendações do Conselho Pedagógico -- C.2. Projectos e Parcerias Nível obtido -- Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio. -- Ano de incidência da auto-avaliação. -- Data de apresentação ao Conselho Pedagógico. -- Recomendações do Conselho Pedagógico -- Domínio D. Gestão da biblioteca escolar Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 47/72
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    D.1. Articulação daBE com a escola/agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE. Nível obtido -- Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio. -- Ano de incidência da auto-avaliação. -- Data de apresentação ao Conselho Pedagógico. -- Recomendações do Conselho Pedagógico -- D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. Nível obtido -- Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio. -- Ano de incidência da auto-avaliação. -- Data de apresentação ao Conselho Pedagógico. -- Recomendações do Conselho Pedagógico -- D.3. Gestão da colecção/da informação. Nível obtido -- Resultados das acções de melhoria implementadas, após avaliação, para o subdomínio. -- Ano de incidência da auto-avaliação. -- Data de apresentação ao Conselho Pedagógico. -- Recomendações do Conselho Pedagógico -- Observações -- Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 48/72
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    QA2. Questionário aosalunos 1. Identificação Masculino 6 40.0% Feminino 9 60.0% 2. Frequento o ano de escolaridade seguinte: 5.º 2 13.3% 6.º 3 20.0% 7.º 4 26.7% 8.º 4 26.7% 9.º 2 13.3% 3. Vais à Biblioteca Escolar (BE) ou usas os livros, revistas, … que ela faz circular para ler: Todos os dias 3 20.0% Uma ou duas vezes por semana 11 73.3% Uma ou duas vezes por mês 1 6.7% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 49/72
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    4. Em quesituações mais utilizas a BE nas tuas actividades de leitura? Indica as três situações mais frequentes. 4.1 Situação 1 Sozinho(a) ou com colegas 12 44.4% Com o(a) professor(a) 3 11.1% Em actividades que a BE organiza 5 18.5% Nos intervalos 6 22.2% Nas férias 1 3.7% 4.2 Situação 2 sem respostas 4.3 Situação 3 sem respostas 5. Requisitas livros para ler? Diariamente 1 6.7% Uma ou duas vezes por semana 4 26.7% Uma ou duas vezes por mês 4 26.7% Uma ou duas vezes durante cada período 2 13.3% Muito raramente ou nunca, porque em casa arranjo os livros de que gosto 4 26.7% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 50/72
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    6. Se requisitaslivros, quando é que o fazes? Durante o período de aulas 12 100.0% 7. Quando vais à BE para ler ou requisitar um livro, a equipa da BE dá-te sugestões e apoia-te, se pedires? Sempre 10 66.7% Quase sempre 5 33.3% 8. Quando procuras livros para ler ou para fazer trabalhos, encontras o que queres? Sempre 3 20.0% Quase sempre 9 60.0% Às vezes 2 13.3% Nunca 1 6.7% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 51/72
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    9. Os teusprofessores incentivam-te a ler? Sempre 10 66.7% Quase sempre 4 26.7% Às vezes 1 6.7% 10. Costumas participar em actividades de leitura na BE acompanhado(a) do teu professor e dos teus colegas? Sempre 5 33.3% Quase sempre 4 26.7% Às vezes 5 33.3% Nunca 1 6.7% 11. Como classificarias as tuas competências de leitura? Excelentes 1 6.7% Boas 10 66.7% Médias 2 13.3% Fracas 2 13.3% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 52/72
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    12. Qual atua opinião sobre o trabalho realizado pela biblioteca escolar? Motiva-te para ler mais 14 17.1% Ajuda-te a encontrar livros interessantes 13 15.9% Tem actividades que me fazem gostar mais de ler (divulgação de livros, clubes, encontros com escritores, concursos, ...) 14 17.1% Informa-te sobre livros e outras publicações ou acerca de outras novidades ou actividades relacionadas com livros 13 15.9% Oferece formas de exprimir as minhas opiniões (blogues, jornal, fóruns, ...) 13 15.9% Ajuda-te a conhecer escritores e pessoas ligadas aos livros 15 18.3% 13. Como classificas as seguintes actividades realizadas pela BE? 13.1. Divulgação do escritor do mês. Muito interessante 3 20.0% Interessante 12 80.0% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 53/72
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    13.2 Guiões deleitura sobre autores ou obras. Muito interessante 3 20.0% Interessante 11 73.3% Nada interessante 1 6.7% 13.3 Exposições/actividades temáticas relacionadas com autores ou obras. Muito interessante 6 40.0% Interessante 9 60.0% 13.4 Celebração de datas significativas (dia da poesia, dia do livro infantil, dia da biblioteca escolar...). Muito interessante 2 13.3% Interessante 11 73.3% Pouco interessante 2 13.3% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 54/72
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    13.5 Participação emprojectos de leitura com o docente e a turma. Muito interessante 5 33.3% Interessante 9 60.0% Pouco interessante 1 6.7% 13.6 Realização de sessões de leitura, de apresentação/ debate sobre livros ou temáticas relacionadas com os livros. Muito interessante 3 20.0% Interessante 10 66.7% Pouco interessante 2 13.3% 14. Já participaste em algumas destas actividades? Sessões de leitura, de reconto na BE 9 24.3% Projectos de leitura 7 18.9% Jornal da BE/ Newsletter 6 16.2% Blogue/ Fórum de discussão 2 5.4% Concursos de leitura 7 18.9% Clubes de leitura 6 16.2% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 55/72
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    15. Compara oque fazes agora com o que fazias no início do ano lectivo. Agora leio mais livros. 14 15.9% Agora leio mais depressa. 9 10.2% Agora leio livros com mais texto e textos mais longos. 11 12.5% Agora leio qualquer tipo de texto e compreendo melhor o que leio. 12 13.6% Agora perco-me menos, quando procuro informação na Internet. 11 12.5% Agora gosto mais de falar e de escrever sobre livros ou sobre outros assuntos. 9 10.2% Agora estou mais à vontade para discutir/ dialogar sobre preferências de leitura ou outros assuntos. 10 11.4% Agora tenho melhores resultados escolares, porque estou mais à vontade na leitura. 12 13.6% 16. Em que medida consideras que a BE contribuiu para as tuas competências de leitura e para os teus resultados escolares? Muito 5 33.3% Medianamente 9 60.0% Pouco 1 6.7% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 56/72
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    QD2. Questionário aosdocentes Ciclo de ensino 2.º Ciclo 5 45.5% 3.º Ciclo 6 54.5% 1. Costuma integrar a BE e os seus recursos nas suas funções docentes relacionadas com o desenvolvimento de competências relacionadas com a leitura? Se responder Sim, assinale as três situações mais frequentes Sim 10 90.9% Não 1 9.1% 1.1 Situação 1 Incentivar os alunos a ir à BE para ler e requisitar livros relacionados com temas da sua disciplina. 9 25.0% Usar a BE com os alunos em situações de leitura. 3 8.3% Fazer empréstimo domiciliário com a turma. 1 2.8% Participar em actividades organizadas pela BE e relacionadas com a leitura. 5 13.9% Requisitar materiais para a sala de aula. 8 22.2% Recorrer a material de leitura (informativa e/ ou ficção) para as suas aulas. 3 8.3% Aceder aos computadores para realizar trabalhos. 7 19.4% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 58/72
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    1.2 Situação 2 semrespostas 1.3 Situação 3 sem respostas 2. Classifique o nível dos recursos documentais facultados pela BE ou postos a circular no agrupamento, relacionados com a leitura de temas na sua área disciplinar. Muito bom 2 20.0% Bom 7 70.0% Suficiente 1 10.0% 3. Com que frequência se envolve em actividades propostas ou articuladas com a BE? 3.1 Envolvimento na discussão das problemáticas referentes aos resultados dos alunos ao nível das competências de leitura e das literacias. Sempre 1 11.1% Quase sempre 3 33.3% Às vezes 5 55.6% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 59/72
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    3.2 Planificação deprojectos e actividades conjuntas. Sempre 2 22.2% Às vezes 7 77.8% 3.3 Participação em projectos decorrentes do Projecto Educativo de Escola, de projectos curriculares e outros. Sempre 4 36.4% Quase sempre 5 45.5% Às vezes 2 18.2% 3.4 Colaboração na criação/ exploração de novos ambientes digitais (blogues, Wikis, …) para desenvolver a leitura, a escrita e um conjunto diversificado de competências. Sempre 2 25.0% Nunca 6 75.0% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 60/72
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    3.5 Colaboração emeventos culturais (encontros com escritores, encontros científicos, exposições temáticas, celebração de datas), associando-os ao desenvolvimento de competências ao nível da leitura/literacias. Sempre 3 27.3% Quase sempre 1 9.1% Às vezes 7 63.6% 3.6 Colaboração no âmbito de actividades relacionadas com o Plano Nacional de Leitura. Sempre 4 36.4% Quase sempre 4 36.4% Às vezes 1 9.1% Nunca 2 18.2% 3.7 Colaboração no sentido do envolvimento das famílias em actividades relacionadas com a melhoria das competências de leitura. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 61/72
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    Sempre 2 22.2% Às vezes 4 44.4% Nunca 3 33.3% 4. Classifique o nível do trabalho realizado pela BE no âmbito da leitura e literacia. Muito bom 4 36.4% Bom 7 63.6% 5. Expresse a sua concordância ou discordância relativamente às afirmações seguintes, no que se refere ao trabalho da BE no âmbito da leitura. 5.1 Desenvolve um trabalho sistemático e continuado no âmbito da promoção da leitura. Concordo plenamente 7 63.6% Concordo 4 36.4% 5.2 Promove a leitura literária e a discussão sobre temas, autores e livros. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 62/72
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    Concordo plenamente 7 70.0% Concordo 3 30.0% 5.3 Promove actividades diversificadas de leitura, associando diferentes formas de comunicação e de expressão. Concordo plenamente 6 54.5% Concordo 5 45.5% 5.4 Cria condições de espaço e de tempo para a leitura individual e por prazer. Concordo plenamente 6 54.5% Concordo 5 45.5% 5.5 Promove a leitura informativa e o desenvolvimento da reflexão e do pensamento crítico. Concordo plenamente 1 9.1% Concordo 10 90.9% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 63/72
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    5.6 Disponibiliza recursosdocumentais actualizados muito adequados ao trabalho no âmbito da leitura e da literacia. Concordo plenamente 1 9.1% Concordo 10 90.9% 5.7 Acompanha os alunos durante o acesso e apoia-os na selecção de documentação e no uso e produção da informação. Concordo plenamente 6 54.5% Concordo 5 45.5% 5.8 Desenvolve actividades e projectos conjuntos no âmbito da leitura. Concordo plenamente 7 63.6% Concordo 4 36.4% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 64/72
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    5.9 Mobiliza parao desenvolvimento do PNL e apoia as actividades relacionadas Concordo plenamente 7 63.6% Concordo 4 36.4% 5.10 Trabalha com recurso a ambientes digitais e ferramentas da Web2.0 (blogue, Wiki, Twitter, plataforma de aprendizagem) que permitem a discussão de temas, a produção de conteúdos e o trabalho colaborativo. Concordo plenamente 2 22.2% Concordo 7 77.8% 5.11 Desenvolve actividades diversificadas (divulgação de livros, clubes, encontros com escritores, concursos...) que motivam para leitura e promovem a discussão e o trabalho escolar, desenvolvendo diferentes literacias. Concordo plenamente 9 81.8% Concordo 2 18.2% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 65/72
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    6. Em quemedida considera que a BE e os recursos que disponibiliza contribuem para o desenvolvimento das competências de leitura e para os resultados escolares dos seus alunos? Muito 6 54.5% Medianamente 5 45.5% 7. Que impacto considera que a BE tem nas competências de leitura dos seus alunos? Melhoria das competências de compreensão 9 23.7% Aumento da diversidade das escolhas no sentido da opção por leituras mais extensas e complexas 6 15.8% Aumento do gosto pela leitura 10 26.3% Melhoria ao nível da oralidade e da escrita 9 23.7% Melhoria no uso de ambientes digitais de leitura e das literacias digitais e da informação 4 10.5% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 66/72
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    QEE1. Questionário aospais e encarregados de educação Ano de escolaridade do educando 5.º 3 21.4% 6.º 4 28.6% 7.º 1 7.1% 8.º 4 28.6% 9.º 2 14.3% 1. Conhece a biblioteca escolar que serve a escola do seu filho/ educando? Sim 9 64.3% Não 5 35.7% 2. Costuma acompanhar as leituras do seu filho em casa, apoiando-o ou sugerindo-lhe leituras? Sempre 5 35.7% Regularmente 5 35.7% Ocasionalmente 3 21.4% Nunca 1 7.1% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 67/72
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    3. Desloca-se atítulo pessoal à biblioteca escolar ou acompanha o seu filho/ educando à biblioteca para actividades de leitura/ consulta de documentação ou de empréstimo domiciliário? Ocasionalmente 5 35.7% Nunca 9 64.3% 4. Costuma deslocar-se à escola para participar em actividades dinamizadas pela biblioteca escolar? (Feira do livro, sessões de contos, festa de Natal, Semana da Leitura, colóquios, exposições, outros.) Regularmente 3 21.4% Ocasionalmente 2 14.3% Nunca 9 64.3% 5. Costuma receber informações sobre actividades desenvolvidas pela biblioteca escolar? Sempre 3 23.1% Regularmente 3 23.1% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 68/72
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    Ocasionalmente 5 38.5% Nunca 2 15.4% 6. Já tem colaborado ou sido envolvido no trabalho ou organização de actividades da biblioteca escolar? Sempre 2 14.3% Regularmente 2 14.3% Ocasionalmente 1 7.1% Nunca 9 64.3% 6.1 Em caso afirmativo, indique em que situações – pode assinalar uma ou várias hipóteses: Como orador ou interveniente. 1 20.0% Como formador 1 20.0% Como leitor/animador de leitura. 1 20.0% Como apoiante, contribuindo com recursos materiais ou financeiros. 2 40.0% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 69/72
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    7. Considera queas actividades realizadas pela biblioteca escolar contribuem para estimular o interesse do seu filho/educando pela leitura? Sim 14 100.0% 8. Que importância atribui à biblioteca escolar para a aprendizagem e formação global do seu filho/educando? Muito importante 11 78.6% Importante 3 21.4% Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 70/72
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    GO3. Grelha deobservação – Participação em actividades de leitura a) Em relação à actividade: 1. Demonstra interesse e motivação pela actividade. 3 28 100.0% 2. Participa de forma activa nos vários aspectos envolvidos na actividade. 2 14 50.0% 3 14 50.0% b) Em relação à situação de leitura: 3. Sabe situar os acontecimentos relatados no contexto, se interpelado. 3 28 100.0% 4. Realiza antecipações, inferências, deduções. 2 28 100.0% 5. Interpreta, reflecte e tece comentários sobre personagens ou acontecimentos. 2 28 100.0% 6. Associa acontecimentos e outras leituras realizadas. 2 28 100.0% 7. Interage facilmente com diferentes suportes de leitura (ecrã, livro, jornal, outros). 2 28 100.0% 8. Compreende textos escritos com complexidade e extensão adequadas ao nível de escolaridade. 2 28 100.0% 9. Revela capacidade de escrita associada às competências de leituras evidenciadas. 2 28 100.0% Nota A grelha pode ser usada numa mesma ocasião ou em situações distintas; pode ser utilizada para registo individual ou relativo às competências globalmente demonstradas por um determinado grupo. Devem ser seleccionadas as competências (em função do ano/ciclo de escolaridade) mais significativas para a observação a realizar. Esta análise pode ser realizada em colaboração com o docente da turma. A grelha pode também ser utilizada para obter uma perspectiva diacrónica sobre um determinado aluno ou grupo de alunos; neste caso, no cabeçalho identifica-se o aluno/os alunos e nas colunas indica-se a data em que é realizada a observação/ registo, possibilitando o registo do panorama ao longo de um ano lectivo, por exemplo. Neste caso, a primeira observação corresponderá à situação inicial do aluno ou grupo de alunos, servindo de referência e de elemento de comparação na análise evolutiva. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 71/72
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    GO4. Grelha deobservação – Motivação para a leitura 1. Recorre a diferentes tipos de leitura, recreativa ou informativa, de acordo com as suas motivações. sem respostas 2. Sabe seleccionar o que lê de acordo com os seus interesses ou necessidades de informação, revelando-se um leitor crítico e independente. sem respostas 3. Lê e usa informação em diferentes suportes (digital, livro, jornal, outros). sem respostas 4. Frequenta a biblioteca autonomamente para actividades de leitura. sem respostas 5. Amplia os seus interesses de leitura, pesquisando, seguindo sugestões, outros. sem respostas 6. Partilha leituras e pontos de vista sobre livros (p. ex., em clubes de leitura, fóruns, outros). sem respostas Nota A grelha pode ser usada numa mesma ocasião ou em situações distintas; pode ser utilizada para registo individual ou relativo às competências globalmente demonstradas por um determinado grupo. Devem ser seleccionadas as competências (em função do ano/ciclo de escolaridade) mais significativas para a observação a realizar. Esta análise pode ser realizada em colaboração com o docente da turma. A grelha pode também ser utilizada para obter uma perspectiva diacrónica sobre um determinado aluno ou grupo de alunos; neste caso, no cabeçalho identifica-se o aluno/os alunos e nas colunas indica-se a data em que é realizada a observação/ registo, possibilitando o registo do panorama ao longo de um ano lectivo, por exemplo. Neste caso, a primeira observação corresponderá à situação inicial do aluno ou grupo de alunos, servindo de referência e de elemento de comparação na análise evolutiva. Relatório de auto-avaliação 1007156 Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos do Dr. Bissaya Barreto 2010/10/07 13:41:48 72/72